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Florinda Meza nega que esteja rumo à falência

florinda-ratinhoA atriz Florinda Meza, negou esta terça-feira (29) que esteja rumo à falência. A intérprete da Dona Florinda no seriado “Chaves” utilizou seu Twitter para desmentir a informação que está sendo divulgada em alguns sites do Brasil e da América Latina.

“Não priemos cânico! Eu não disse que estou falindo, só que a casa de Cancún é muito grande custa muito mantê-la”, disse Florinda. Há poucos dias, a também escritora e produtora reforçou em entrevista que quer vender a casa onde vivia com seu falecido marido, Roberto Gómez Bolaños.

“A casa daqui de Cancún é muito grande. E tomara, desejo com toda a alma que apareça um comprador, estou vendendo [a casa] muito barato, quase ao custo do terreno, porque o que quero é que venda para comprar uma casa menor, de acordo com minhas necessidades”, disse na última quarta-feira (23).

No Twitter, Florinda reafirmou também seu desejo de voltar a trabalhar: “Sim, quero atuar de novo, porque sempre o fiz, é minha profissão. Além disso, quero me sentir produtiva e dar o melhor a vocês”.

Ainda na quarta-feira, Florinda se queixou de que em seu escritório há muitos projetos, mas nenhuma chamada telefônica. A produtora está buscando investidores para realizar a obra “La Reina Madre”, na Broadway (Estados Unidos). O musical, escrito por ela, conta a história de Hannah Chaplin, mãe de Charles Chaplin.

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Texto: Antonio Felipe, para o Fórum Chaves

Florinda Meza espera que a chamem para trabalhar

Foto: Adriana Varillas/El Universal

Foto: Adriana Varillas/El Universal

Com projetos sobre a mesa esperando financiamento para se tornar realidade, e com a intenção plena de voltar a ser chamada para atuar como produtora, roteirista ou atriz, a atriz Florinda Meza celebrará amanhã em Cancún o segundo Natal sem seu marido, o escritor Roberto Gómez Bolaños, que faleceu em novembro de 2014.

“Quero voltar a trabalhar onde me chamem. Meu escritório tem muitos projetos, mas o que não há são chamadas telefônicas. Espero que elas venham alguma vez”, disse ontem (23).

Com 66 anos e quase 40 compartilhados ao lado do criador do “Chaves”, a artista assume que ainda não pode entender como pôde “passar um ano sem Roberto”.

“Vivi mais tempo com ele do que sem ele”, disse esta quarta-feira, após ser nomeada como madrinha do Corpo de Bombeiros de Cancún e de entregar 153 cestas de alimentos, para celebrar o Natal.

No que foi sua primeira aparição em um evento público na cidade após a morte de Chespirito, Florinda Meza rechaçou que tenha a intenção de se mudar para Miami (EUA). Ela tampouco voltará ao Distrito Federal do México porque é hipertensa e a altura da capital não faz bem para sua saúde.

“Eu sou hipertensa, sigo tendo casa na cidade [do México]. Irei quando haja necessidade. Se alguma vez se lembrem de que sou atriz, se me chamam para trabalhar, irei à capital e vou de vez em quando à minha casa, mas sim é um pouquinho difícil para mim pela altura da cidade”, manifestou.

Florinda confirmou que seguirá vivendo em Cancún. “O que vou fazer em Miami, se Cancún é um paraíso?”. Ela informou que comprará uma casa mais pequena, quando vender a residência de 1.500 m² com sete quartos, onde viveu com Chespirito no suntuoso condomínio “Isla Dorada”.

“A casa daqui de Cancún é muito grane porque meu marido, com seis filhos e 12 netos… minha casa é de 1.500 m² de terreno, com sete quartos e para mim, sozinha, é muita casa. Preciso de uma casa pequena para mim e minhas necessidades”.

“E tomara, desejo com toda a alma que apareça um comprador, estou vendendo [a casa] muito barato, quase ao custo do terreno, porque o que quero é que venda para comprar uma casa menor, de acordo com minhas necessidades”, disse, sem precisar o tamanho que precisa.

A atriz não planeja montar uma academia de atuação em Cancún ou desenvolver na cidade algum projeto. Ela ressaltou que deseja retomar sua carreira artística e mencionou que a obra que pensava montar na Broadway está parada, por falta de financiamento.

“Está pendente, mas também sigo dependendo de investidores para poder montar essa obra em Nova York. Mas parece que os investidores mexicanos, apesar de que sempre fomos um grande negócio para todos, porque o que fizemos foi negócio e foi sucesso… e isso (a obra) é algo muito bom, aprovado pela Broadway. Mas preciso de investidores e não sei o que acontece com os mexicanos, que não investem nos mexicanos”.

“Meu marido dizia: ‘aqui tem que estar fazendo o gol todos os dias, como se fosse iniciante, porque o gol que fez ontem já não conta”, lamentou.

Diretora ou produtora de novelas como “Milagro y Magía”, “La Dueña” ou “Alguna Vez Tendremos Alas”, a atriz originária de Zacatecas que encarnou personagens como Pópis, Dona Florinda e Chimoltrúfia, não falou sobre o fim do programa “En Família con Chabelo”, pois disse desconhecer o tema.

“Eu não saberia dizer absolutamente nada, porque desconheço tudo isso. Não sei porque razão saiu do ar, não sei as razões das mudanças. Muitas vezes as mudanças são porque vão colocar uma nova programação do mesmo [gênero], então não posso falar daquilo que desconheço”, argumentou.

Ao se declarar amante dos animais – ela tem nove cachorros – e da natureza, pediu respeito à Terra, sobretudo agora ante os impactos do aquecimento global.

Dirigindo-se aos bombeiros, disse: “há alguns fogos que nunca na vida poderão apagar. São os fogos do coração. O fogo do amor que sinto pelo heroico Corpo de Bombeiros”.

Ela também chamou aos empresários e à sociedade para apoiar o trabalho dos bombeiros. “Às vezes eles não têm os equipamentos necessários, por isso são heróis”, afirmou.

O diretor da corporação, Tomas Hurtado, detalhou que o conteúdo das cestas entregues hoje foi decidido pelo comitê executivo dos Bombeiros, tratando-se de produtos básicos, que inclui doces e chocolates.

“Como lhes disse, ‘e os doces e chocolates, por quê? Para as crianças são de primeira necessidade'”, brincou Florinda, que aproveitou para enviar uma mensagem natalina.

“Que festejemos isso, o nascimento de alguém excepcional, de alguém que como disse Voltaire, ‘se não era Deus, merecia sê-lo”, mas nós que somos crentes sabemos que era Deus feito homem. Há que celebrar seu nascimento”, concluiu.

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Texto: El Universal, traduzido por Antonio Felipe

Florinda Meza: “meu subconsciente não quer viver”

Foto: Lucía Godínez/El Universal

Foto: Lucía Godínez/El Universal

A atriz Florinda Meza relatou à imprensa que, desde a morte de Roberto Gómez Bolaños, que foi seu companheiro por mais de três décadas, não conseguiu se recuperar animicamente e sente que perdeu a paixão pela vida.

“Sigo indo ao psicólogo e também com outros médicos porque, mesmo comendo muito bem, tenho anemia aguda. Não sei o que acontece com meu corpo, parece que meu consciente diz que quer viver, mas meu subconsciente não quer”, relatou Florinda.

Em outra parte da conversa com o programa “Al Rojo Vivo”, da Telemundo, a atriz que deu vida a personagens como a Chimoltrúfia e Dona Florinda descartou sentir rancor por Maria Antonieta de las Nieves e Carlos Villagrán, que não foram à missa de primeiro ano da morte de Chespirito.

“Eles foram parte de minha existência e nunca vou esquecê-los. Meu coração e minhas portas estão abertas. Gosto de lembrar os momentos de amizade, as conversas com Maria Antonieta, quando nos divertíamos em grupo”, afirmou.

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Texto: El Universal, traduzido por Antonio Felipe

Florinda Meza revela que há muitas obras de Chespirito a serem produzidas

chespirito-florindaRoteiros de cinema, textos para teatro e temas rancheiros fazem parte da obra de Roberto Gómez Bolaños que ainda não foi produzida, disse sua viúva Florinda Meza.

“Há filmes e obras de teatro nunca realizadas, assim como canções que poderiam ser gravadas por alguém e que são rancheiras excelentes”, afirmou a atriz e produtora.

Ela gostaria de materializá-las, mas assegurou à imprensa não ter dinheiro para investir.

Florinda explicou que Roberto Gómez Fernández, filho do artista, possui os direitos de toda a obra literária de Bolaños.

“Todo mundo sabia que ele seria o herdeiro de toda a sua produção literária, foi dito assim no testamento. No entanto, qualquer pessoa pode pedir o material ao seu filho para levá-lo a cabo. Se pagam os direitos, pode-se fazer como em todos os países.

Florinda Meza assistiu à estreia da peça “Las muchachas del club” e ao passar pelo tapete vermelho, revelo que há cinco anos não ia ao teatro, já que se dedicava a cuidar de seu marido.

Ela comentou que gostaria de voltar a atuar, seja no cinema, na televisão ou teatro e só espera que a chamem. Escrever também é outro de seus objetivos.

No mesmo evento estava Maria Antonieta de las Nieves, a Chiquinha, a quem não via há muito tempo, mas ela esclareceu que não é porque não se falavam. Se se encontrassem, ela disse que seria um momento agradável.

“Não posso adivinhar, mas seguramente será. Ninguém diz que não nos dirigimos a palavra, é que eu estive fora do mundo, longe de tudo, estive perto do meu marido”.

A respeito da obra “La Reina Madre”, que rende homenagem à atriz Hannah Chaplin (1866-1928), mãe de Charles Chaplin, escrita por Bolaños, admitiu que deseja apresentá-la na Broadway, mas que precisa de investidores que desejem financiá-la.

Ao recordar a missa celebrada há alguns dias no Panteón Francés, na Cidade do México, pelo primeiro ano da morte de seu marido, indicou que viveu “um momento de histeria, mas foi culpa de todos”.

“A música começou a tocar, eu parei e todos correram. Os veículos sempre foram bem-vindos como todas as pessoas, mas não pensava em sair dali”, esclareceu.

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Texto: Notimex, traduzido por Antonio Felipe

Missa marca o primeiro ano da morte de Chespirito

Foto: Diário Libre

Foto: Diário Libre

Nem Roberto Gómez Fernández, nem suas irmãs Paulina e Marcela assistiram à missa que marcou o primeiro ano do luto de Roberto Gómez Bolaños. “Cada um vive seu luto de distintas maneiras”, declarou a viúva do comediante, Florinda Meza, ao se referir à ausência dos familiares no Panteón Francés, que esteve aberto ao público e à imprensa para a celebração.

Sobre a ausência dos filhos de Chespirito, declarou: “não estão aqui porque cada um tem uma forma muito distinta de levar nosso pesar, nossa dor, nossa pena e forma de superá-la. Veja, quando Roberto faleceu, eu sentia como que isso não estava passando comigo, como que era um pesadelo do qual despertaria em algum momento”. Acrescentou: “ao final, nem todos passamos pelo mesmo, por essa dor de que cada dia é pior que o anterior, que cada dia a ausência é maior, cada dia sente-se mais falta”.

“Então [sobre o primeiro ano da morte] está acontecendo o mesmo: eles estão vivendo seu luto como sabem vivê-lo, cada um leva seu luto de maneira diferente, por isso não estão aqui. Me mandaram uma mensagem, me mandaram seu coração e, se estivessem aqui, estariam dizendo isso, há pessoas que não sabem aguentar a tristeza… se eu apenas pude, mas tampouco gosto que me vejam chorar, então há que compreendê-los também”, afirmou Florinda Meza.

Ela expressou: “meu coração está com eles também, porque são a genética de meu Robert. Vê-los, tocá-los, acariciá-los é como se fizesse com meu Robert, porque é o que fica dele, são seus filhos”, falou com a voz embargada.

Cerca de 50 fãs estiveram na missa, assim como sua viúva Florinda Meza, os atores Benny Ibarra e Miguel Palmer e a diretora da Televisa Consumer Products, Maca Rotter.

O padre Eduardo Linares, que conduziu a missa, elogiou a escrita de Chespirito e disse que era seu fã desde que tinha 10 anos de idade. Além disso, comparou o escritor com Shakespeare por sua genialidade para escrever para a maioria da população, com um humor são e limpo, através do qual difundiu o amor ao próximo com seus programas “Chaves”, ao qual o sacerdote gostava de ver, e o Chapolin, com o qual se divertia quando criança.

Entre seus fans, destacou-se um jovem que veio do Brasil, Fabiano Hoffman. Ele disse que fez a viagem pensando em acompanhar a família de Chespirito neste “transe amargo que deixou o mundo sem seu humor”.

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Texto: El Universal, traduzido por Antonio Felipe

Florinda Meza organiza missa em homenagem a Roberto Gómez Bolaños

Reprodução/Twitter @FlorindaMezaCH

Reprodução/Twitter @FlorindaMezaCH

Para o primeiro ano da morte de Roberto Gómez Bolaños, sua viúva Florinda Meza organiza uma missa para recordá-lo, em 28 de novembro, no Panteón Francés, na Cidade do México.

Em entrevista, durante a homenagem póstuma rendida pela Sociedade Mexicana de Diretores e Realizadores de Cinema, Rádio, Televisão e Audiovisual a Chespirito, a atriz detalhou que a missa será aberta a familiares, amigos e público.

“Seguramente virão pessoas da América Central, porque sabem que se completa um ano de seu falecimento”, comentou, visivelmente consternada.

Meza detalhou que haverá um quinteto de dois violinos, um teclado e duas cítaras, que tocará músicas que Roberto gostava, como “Hino à Alegria”, de Beethoven.

Por outro lado, a atriz expôs que a homenagem da Sociedade de Diretores foi feita porque ele escreveu e dirigiu muitos programas para a televisão, desde o tempo em que não havia videoteipe.

“É algo que agradeço muito, porque além de ser um homem muito talento, o que as pessoas não sabem, mas intuem, é que ele era um grande homem. O melhor do mundo”, manifestou.

Após mencionar que este foi um ano muito difícil, disse que em 2015 “teríamos completado 40 anos de viver juntos e hoje [dia 19] foi nosso aniversário de casamento”.

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Texto: El Universal, traduzido por Antonio Felipe

Roberto Gómez Fernández diz que tem pouca comunicação com Florinda Meza

Foto: Montagem/La Botana

Foto: Montagem/La Botana

O produtor Roberto Gómez Fernández afirmou que tem pouca comunicação com a viúva de seu pai, Florinda Meza, e preferiu não opinar sobre a entrevista que ela concedeu ao programa Ventaneando, da TV Azteca.

Fernández comentou: “a verdade é que ultimamente há muito pouca comunicação com ela, mas tudo está muito bem, muito cordial. Sei que ela deu algumas entrevistas, mas não as vi. Estou tão pouco que não tive oportunidade. Se fosse dito algo relevante, já estaria inteirado. E se ela acha prudente se reunir com a Chiquinha, pois adiante”.

Na entrevista, Meza revelou alguns detalhes desconhecidos das doenças de Chespirito, como o Mal de Parkinson, que fez com que ele agisse de forma agressiva com a esposa.

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Texto: La Botana, traduzido por Antonio Felipe

“Perdi tudo em um instante”, diz Florinda Meza em twitcam

florinda-twitcam2A atriz Florinda Meza, que interpretou a Dona Florinda no seriado Chaves, realizou sua primeira twitcam ontem à tarde (29). Em cerca de uma hora, ela falou sobre sua carreira, sobre o Brasil e cantou músicas das séries. Um tema recorrente na conversa com os fãs foi a relação com o marido Roberto Gómez Bolaños, falecido em novembro de 2014.

“Perdi tudo em um instante”, afirmou a atriz, ao falar sobre Chespirito. “Roberto foi meu amigo, meu marido, meu amante, meu cúmplice, meu irmão, meu pai, meu filho, meu mestre, meu grande mentor, era um homem muito sábio, preparado, com quem podia ter maravilhosas e interessantes conversas”, disse. “A vida é assim, perdi tudo em um instante. Por isso é tão difícil superar”.

Florinda relembrou momentos de sua vida com ele, como quando Chespirito a convidou para trabalhar em suas séries, o casamento, celebrado em 2004, após 26 anos de relação, e o último dia com o escritor, na casa que dividiam em Cancún.

“Naquela manhã, ele quase não podia falar. Somente lhe disse: ‘o que quer de café da manhã?’ E ele, muito querido, disse: ‘você, bonita'”, contou. “Um tempo depois ele já não falava. Só me olhava. Em um momento, quando ele apertava minha mão, eu lhe disse: ‘vou sair rápido e logo estarei contigo’. Mas nem isso deveria ter feito. Logo depois voltei, estava perto dele. Mas foi pouco tempo, uma hora e meia depois ele faleceu.

Perguntada por uma fã sobre qual é seu maior sonho, Florinda respondeu: “Daria a vida, morro por um instante para ver meu Rober, para ouvir sua voz, tocá-lo por um instante”.

A respeito da casa em Cancún, localizada em um condomínio de alto padrão, Florinda confirmou que está à venda. “É muito grande para mim sozinha. Preciso de uma casa pequena. Custa muito para mim sustentá-la”, afirmou.

A atriz também falou sobre seus antigos companheiros de seriados, especialmente Maria Antonieta de las Nieves, depois de uma pergunta sobre sua relação com a intérprete da Chiquinha.

“Tenho saudades dela. Compartilhamos momentos belíssimos com todos os companheiros. Recordávamos com nostalgia as gravações. Gostaria de voltar a vê-la e a todos. Edgar e Rubén são grandes amigos meus desde sempre. Fomos grandes amigas, mas não nos vemos há muito tempo”, disse.

Ainda sobre os tempos de ChavesChapolin, Florinda relembrou momentos como os episódios de Acapulco, da Branca de Neve e o seriado La Chicharra. A atriz cantou para os fãs algumas canções clássicas, como Boa Noite Vizinhança, La Lola (da novela Milagro y Magía) e chegou a interpretar a Chimoltrúfia, dos Caquitos, com a voz muito estridente e desafinada característica da personagem.

Florinda enviou mensagens aos fãs brasileiros e manifestou seu desejo de voltar ao país. A atriz sugeriu inclusive montar aqui sua peça La Reina Madre, que está sendo preparada para a Broadway. “Poderia estar pelo tempo que os brasileiros quisessem. Só preciso de investidores”.

A escritora e produtora também recordou seu encontro com a dubladora Marta Volpiani, ocorrido no dia 25 de fevereiro, no Programa do Ratinho. “Gostei muito de conhecê-la. É meu outro eu”, disse.

Confira a twitcam na íntegra aqui:

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Texto: Antonio Felipe

Florinda Meza não venderá a casa de Chespirito

chespirito-florindaDepois da morte do escritor Roberto Gómez Bolaños, sua esposa Florinda Meza não pretende sair de Cancún, onde reside sua família e se recupera do falecimento do também ator e produtor.

Ela também não pensa em vender, no momento, a casa localizada no condomínio fechado Isla Dorada, na zona hoteleira de Cancún, imóvel que compartilhou com Chespirito de 2010 até o final de novembro de 2014, quando o escritor faleceu aos 85 anos.

“Não há planos de se mudar. Nada está à venda. Houve rumores sobre a venda da casa, mas não há nada disso agora. Ela pensou em algum momento, talvez, em vender a casa e comprar uma menor aqui mesmo em Cancún, mas não tem nada concreto. Os meses têm sido difíceis para ela”, disse um familiar da atriz.

O processo de luto tem mantido a escritora e produtora praticamente dentro de seu lar, uma casa decorada com estilo rústico-mexicano. No interior há uma vasta coleção de antiguidades, pinturas, fotos e livros. Ocupa três terrenos com vista para um canal de água que faz parte do Sistema Lagunar Nichupté, no complexo Isla La Amorosa, dentro da Isla Dorada.

Seus familiares lembram que o casal costumava fechar-se ali aos domingos, sem sair. Parte do trato era ficar de pijama e, se preciso, tomar um banho à tarde.

O ator costumava olhar para o canal, que batizou como “O canal de Chespirito”. É uma frase que repetia com o tom que marca os comerciais do Canal de las Estrellas, da Televisa, a empresa onde fez boa parte de sua carreira.

Roberto e Florinda chegaram anos atrás a Cancún por gosto, para desfrutar da beleza natural e cênica do lugar, sua tranquilidade e segurança. Logo ficaram por questões de saúde: o médico recomendou a Bolaños que ficasse ali porque a altura lhe favorecia.

Com o passar dos anos, a saúde do Pequeno Shakespeare (como era chamado) piorou, mas seguiu escrevendo.

“Há muito material, muitas obras não publicadas que chegou a escrever”, comentou a fonte, que pediu para ficar em anonimato.

Após a morte de Bolaños, quem mais sentiu sua ausência é Florinda. “Sua vida era Roberto”, prossegue o familiar, que destaca que depois de oito meses, a atriz aceitou no mês passado viajar para Nova York, onde tem um apartamento.

A propósito dessa viagem, outro familiar lhe sugeriu reencontrar-se com a cantora mexicana Thalía, que além da admiração que sente pelo casal, é sua amiga.

“Thalía os quer muitíssimo. Imagina, cresceu vendo os programas do Roberto. á algum tempo, antes da morte dele, Florinda e sua irmã comeram com Thalía, então pensamos que era uma boa oportunidade para que se reencontrasse”, narrou.

Em 30 de julho, a cantora postou em sua conta no Instagram duas fotos com a viúva de Chespirito.

Meza voltou a Cancún na quarta passada. Sua família espera que esta viagem marque a pauta para seu retorno à atividade criativa e a possibilidade de que retome projetos que pararam com a morte de seu marido.

“Há três anos estava montando uma obra escrita por Roberto. Ela a adaptou, musicou e estava preparando para apresentá-la na Broadway. Mas tudo foi suspenso com a morte. Oxalá que depois dessa viagem ela possa retomar seus projetos”, expressou.

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Texto: El Universal, traduzido por Antonio Felipe

Florinda Meza abre conta no Twitter

florinda-meza5Quase oito meses após a morte de Roberto Gómez Bolaños, a atriz Florinda Meza abriu sua conta oficial no Twitter. Através do endereço http://twitter.com/FlorindaMezaCH, confirmado como oficial por Maca Rotter, diretora da Televisa Consumer Products, Florinda afirmou: “aos ‘bons’ que me seguem, esta é minha conta oficial. Estou muito triste, mas quero seguir em contato com os que amam meu Rober”.

A atriz também enviou saudações para seus ex-companheiros Edgar Vivar e Rubén Aguirre. “Professor Girafales, não gostaria de tomar uma xícara de café, ainda que seja virtual?”, disse, citando a conta @jirafalesruben. Para @varedg, falou: “Meu amado ‘Boti’! Tua Chimoltrúfia já pode te seguir no Twitter! Te mando um beijo”.

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Texto: Antonio Felipe