Netflix e outros serviços de TV por streaming

Tópico para falar de serviços de streaming como Amazon Prime, Netflix, Globoplay, HBO Max , etc.

Espaço destinado às discussões sobre TV, como programas, audiências, grades de programação, etc.
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Netflix e outros serviços de TV por streaming

Mensagem por E.R » 03 Mai 2022, 09:40

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A Amazon anunciou nesta terça-feira que a mensalidade do seu programa de benefícios Amazon Prime passará de R$ 9,90 para R$ 14,90.

Para as pessoas que já assinam o benefício, os preços passarão a valer a partir do dia 24 de junho de 2022.

Segundo a Amazon, o aumento foi necessário devido aos recentes investimentos da empresa com o programa Amazon Prime, incluindo a expansão de benefícios aos membros e aumento de custos operacionais.

Fonte : https://www.tecmundo.com.br/mercado/237 ... alores.htm
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Chespolin Chavolorado
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Netflix e outros serviços de TV por streaming

Mensagem por Chespolin Chavolorado » 20 Mai 2022, 07:59

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https://natelinha.uol.com.br/mercado/20 ... 181919.php

Depois de perder assinantes em mais de uma década, a Netflix enfrentará um desafio inédito pela frente: ao de ter chegado no topo e ter que lidar com a fuga de clientes em meio aos concorrentes que se fortalecem cada vez mais, munidos de uma conta bancária praticamente inesgotável e mais importante que isso: com know-how.

A Netflix pode estar chegando ao fim de uma era e a imprensa dos Estados Unidos a todos os dias alerta sobre sua hegemonia estar ameaçada. De fato, a própria empresa projeta uma queda muito maior neste segundo trimestre, podendo chegar a uma perda de dois milhões de assinantes.

Analistas do Bank of America projetam um crescimento irrisório para 2022 e um ano de 2023 praticamente sem expansão nenhuma, o que pode iniciar um estrangulamento nas finanças da empresa, que despeja bilhões de dólares anualmente com novas produções.

Produções essas que já encantaram pela qualidade, mas que sem programas licenciados de antigos parceiros devido aos grandes conglomerados lançarem seus próprios streamings, obrigou a Netflix produzir uma alta quantidade de produtos originais, sem o mesmo controle e padrão que a faz ser reconhecida até o fim da década passada.

Em evento na última terça-feira (24), Reed Hastings admitiu que a Netflix se concentrou, ao longo dos últimos anos, em produtos originais na tentativa de se diferenciar, antevendo que a concorrência viria. Mas, agora, a prioridade não é somente essa. A produção em massa vai continuar, mas agora a empresa precisa correr atrás do prejuízo financeiro.

Estima-se que o straming perca mais de US$ 6 bilhões em compartilhamento de senhas. Em países como o Chile, Peru e Costa Rica, já há uma nova política quanto a isso e o usuário precisa desembolsar uma quantia a mais se quiser realmente compartilhar o serviço, como adiantou em primeira mão o NaTelinha, inclusive. Logo, a novidade indigesta chegará ao resto mundo.

O diretor de operações Gregory Peters, no mesmo evento nesta semana, ressaltou que a empresa não quer encerrar o compartilhamento. "Vamos pedir que você pague apenas um pouco a mais pra isso", ponderou o executivo.

A conta não vem fechando, e a Netflix prepara assinaturas mais baratas com publicidade, que espera lançar nos próximos dois anos. A empresa com sede em Los Gatos, na Califórnia, sempre defendeu seu modelo sem anúncios, mas agora terá que oferecer alternativas.

Visando corte de custos, a Netflix demitiu cerca de 150 funcionários nesta semana, o que representa 2% da força de trabalho global da empresa. De acordo com a Variety, as dispensas atingiram diversos departamentos e a maioria dos profissionais desligados são dos Estados Unidos. Isso tem relação com a desvalorização pela qual as ações do serviço de streaming está passando, com o crescimento no número de assinantes desacelerando em meio ao aumento da concorrência.

Para voltar a crescer, a Netflix só tem um caminho a longo-prazo, de acordo com analistas ouvidos pelo site Business Insider: investir em conteúdo original qualificado. Ao longo de 2022, serão investidos até US$ 18 bilhões na programação, um recorde histórico.

E tudo isso será feito sem aporte de nenhum "braço", ao contrário dos concorrentes. A Prime Video conta com aportes da Amazon, HBO Max tem um conglomerado como a Warner e Discovery agora por trás, a Disney uma marca igualmente forte no entretenimento e até a Apple tem de onde tirar. A Netflix buscará ser consciente nos investimentos e fechar a torneira em produtos vistos como frívolos.
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Mensagem por E.R » 02 Jun 2022, 09:28

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https://meups.com.br/noticias/uncharted ... o-hbo-max/

A HBO Max anunciou que o filme Uncharted : Fora do Mapa chegará ao serviço no dia 8 de julho de 2022.
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Netflix e outros serviços de TV por streaming

Mensagem por Chespolin Chavolorado » 03 Jun 2022, 07:23

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https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia ... lobo-82267

Se a Netflix vive uma crise sem precedentes com perda de assinantes e queda em suas ações, o Globoplay segue o caminho contrário. O streaming da Globo conseguiu crescer sua base de usuários no primeiro trimestre deste ano e aumentou sua arrecadação financeira em quase 50%. O conglomerado de mídia comemora os números e já vê sua aposta para o futuro dar lucro.

Os resultados do Globoplay foram apresentados para funcionários na noite da última quarta-feira (1º) por e-mail e serão detalhados em uma live interna que será realizada na segunda (6). A transmissão contará com Ricardo Waddington, diretor dos Estúdios Globo, e Manuel Belmar, líder da área de Finanças, Jurídico e Infraestrutura. O Notícias da TV teve acesso ao relatório em primeira mão.

O documento diz que o Globoplay aumentou sua receita líquida em 49% entre janeiro e março em relação ao mesmo período de 2021. A disponibilização de novelas latias e conteúdos ao vivo, além do êxito do BBB 22, ajudam a explicar o crescimento acima da média em relação ao que registra o mercado de streaming.

A base de assinantes do Globoplay também cresceu. O número subiu 11% no primeiro trimestre, comparado ao início do ano passado. A subida se deve, principalmente, a uma grande parte do público interessada em acompanhar 24 horas o que acontecia no Big Brother Brasil.

A subida no número de clientes pode ser vista em valores da receita de conteúdo com programação e assinaturas da Globo, que soma arrecadação o dinheiro angariado com o Globoplay, vendas de programas ao exterior e dinheiro de assinaturas na TV paga. Só nessa modalidade, a empresa conseguiu R$ 1,396 bilhão, ante R$ 1,316 bilhão no ano passado. É uma subida de 6%.

Paulo Marinho, presidente da Globo, comentou os dados no relatório: "As adversidades destes últimos anos não nos impediram de avançar nos nossos processos de transformações. Os esforços realizados para atingirmos uma boa performance no ambiente digital, tanto em publicidade quanto no streaming, já dão resultados".
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Mensagem por Chespolin Chavolorado » 09 Jun 2022, 15:11

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https://natelinha.uol.com.br/mercado/20 ... 182832.php

Em uma corrida contra o tempo para estancar a crise financeira diante de inúmeros concorrentes de peso, a Netflix passará a contar com publicidade até o final deste ano, mas o dinheiro não deve passar pelas mãos da gigante do streaming tão logo, relatou a Wells Gargo, empresa que presta serviços financeiros nos Estados Unidos.

De acordo com relatório divulgado pelo Indie Wire, a empresa prevê que exista 272 milhões de assinantes globais até o final de 2025. Atualmente, conta com cerca de 220 milhões. Segundo a empresa, a tendência é que os ganhos financeiros sejam modestos nos primeiros dois anos, insuficientes para que ela desfrute dessa verba adicional, sem contar sua dívida atual que é de US$ 14,5 bilhões. Há também a perspectiva que haja uma queda de assinaturas premium, aquelas sem intervalos.

Em 2025, a combinação de assinaturas com e sem publicidade devem atingir algum equilíbrio adicional de até US$ 2,3 bilhões de lucros à plataforma. Vender anúncios não deve ser uma tarefa fácil, principalmente porque a empresa se encontra em cima do laço do prazo estipulado por ela mesma para começar a inserir comerciais em seu catálogo. E ainda não há equipe comercial para começar a vender esses espaços.

A empresa relata que uma das principais decisões que a Netflix precisará resolver nas próximas semanas é descobrir qual será a carga de anúncios e como ela vai distribuir isso no catálogo. Quanto tempo será? Quantos intervalos serão cada um deles? A solução mais fácil de acordo com analistas é antecipar toda essa publicidade e depois deixar rodar o episódio da série ou filme sem mais interrupções.

A gigante conta com mais de 50% da biblioteca com produtos originais, segundo relatório de março da Ampere Analytics. Esse número deve chegar a 75% até o final de 2024. Para o conteúdo apenas licenciado, não há a garantia que a Netflix possa inserir comerciais.

Outro ponto levantado é onde exatamente a Netflix pode inserir anúncios dentro dos filmes ou séries próprias, caso optem por fazer como na TV linear. Na televisão tradicional, as emissoras já identificam pontos apropriados para os cortes dos intervalos, os famosos ganchos.

A informação que a Netflix colocaria publicidade em seu conteúdo surgiu em maio no The New York Times. A empresa tenta conter a queda vertiginosa de sua arrecadação, e além disso, também já começou a testar o bloqueio contra compartilhamento de senhas, conforme o NaTelinha publicou em primeira mão.
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Mensagem por E.R » 18 Jun 2022, 20:40

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