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Re: PMDB • Maioria do PMDB do Senado vota para salvar mandato de Aécio Neves
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MensagemEnviado: 08 Mar 2017, 22:13 
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PMDB adia reunião de cúpula do partido após 'tentativa de golpe'
Aliado de Cunha pediria afastamento de envolvidos na Lava Jato, como Jucá e Padilha

HÁ 3 HORAS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO

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© Agência Brasil

O PMDB teve de adiar a reunião de executiva nacional do partido após um setor da legenda indicar que pediria o afastamento do presidente em exercício, Romero Jucá, por envolvimento em investigações da Lava Jato. O encontro estava marcado para esta quarta-feira (8).

As informações são do coluna Expresso, do site da revista Época.

O movimento contra envolvidos na Lava Jato é liderado pelo deputado Carlos Marun, aliado do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha. O pedido do parlamentar afetaria, ainda, o ministro licenciado da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o deputado João Arruda, candidato à presidência do partido.

Ainda segundo a coluna, um dos políticos classificou como “tumulto” e “tentativa de golpe”. Em entrevista na última terça, Jucá criticou a intenção do aliado de Cunha, dizendo que “qualquer um pode defender o que quiser. Se ele [Marun] acredita que tem força para isso...”.
NOTÍCIAS AO MINUTO


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Re: PMDB • Maioria do PMDB do Senado vota para salvar mandato de Aécio Neves
MensagemEnviado: 14 Mar 2017, 00:08 
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Renan contradiz Temer e reafirma que Cunha influencia governo
Líder do PMDB no Senado está descontente com nomeações de aliados do ex-presidente da Câmara para cargos-chave da gestão Temer

Por Da redação
10 mar 2017, 21h42

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O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o presidente Michel Temer (Adriano Machado/Reuters)

O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), voltou a afirmar nesta sexta-feira que o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso desde outubro em Curitiba pela Operação Lava Jato, tem influência no governo do presidente Michel Temer. Em entrevista veiculada no Jornal Nacional, da TV Globo, o senador disse temer que a ingerência de Cunha “se amplie e se exerça no dia a dia, sem que o próprio presidente da República tenha a percepção do que é que está acontecendo”.

“Esse grupo originário que tem como líder e chefe o Eduardo Cunha, que as pessoas vão a Curitiba para saber o que ele orienta, o que ele recomenda, o governo não pode ficar exposto a isso. Não pode ficar exposto a isso, e o PMDB não concordará que o governo continue a ser influenciado por Eduardo Cunha”, continuou Renan.

A declaração do senador alagoano foi veiculada pouco depois de Temer dizer, em entrevista ao jornalista Jorge Bastos Moreno, da rádio CBN, que “absolutamente não existe [influência de Cunha]. Com o senador Renan eu tenho dialogado permanentemente. Evidentemente, essas afirmações não têm sustentação. Imagine se o Eduardo Cunha que está, enfim, distante, pode influenciar alguma coisa aqui. Não há influência nenhuma”.

O peemedebista está descontente com as nomeações do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) para a liderança do governo na Câmara, a do deputado André Moura (PSC-SE) para líder do governo no Congresso, em substituição ao senador Romero Jucá (PMDB-RR), a escolha do deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR) para o Ministério da Justiça e aos rumores sobre a possibilidade de o subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Gustavo Rocha, assumir o lugar do ministro Eliseu Padilha, o “Primo” das planilhas da Odebrecht, licenciado por motivos de saúde.

Ribeiro e Moura eram soldados da tropa de choque de Eduardo Cunha enquanto ele era o todo-poderoso presidente da Câmara. Serraglio, o atual ministro da Justiça, foi acusado por adversários de Cunha de promover manobras na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, da qual era presidente, para tentar salvar o mandato do ex-deputado. Já Rocha foi advogado de Eduardo Cunha.
VEJA


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Re: PMDB • Maioria do PMDB do Senado vota para salvar mandato de Aécio Neves
MensagemEnviado: 18 Mar 2017, 22:18 
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Carne Fraca: PF diz que propina abastecia PMDB e PP
Funcionários do frigorífico JBS e da empresa BRF Brasil foram presos durante o cumprimento de mandados judiciais, nesta sexta-feira

Por: Estadão Conteúdo
17/03/2017 - 12h00min | Atualizada em 18/03/2017 - 13h06min

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Coletiva de imprensa foi feita no final da manhã desta sexta-feira
Foto: Reprodução / Polícia Federal YouTube

Esclarecimento: nenhum executivo do frigorífico JBS foi preso na Operação Carne Fraca. O profissional ligado ao grupo detido é o médico sanitarista Flávio Cassou. O texto já foi corrigido.

O delegado federal Maurício Moscardi Grillo afirmou, nesta sexta-feira, que parte do dinheiro arrecadado pelo esquema de corrupção envolvendo fiscais e maiores frigoríficos do país, descoberto pela Operação Carne Fraca, abastecia o PMDB e o PP.

— Dentro da investigação ficava bem claro que uma parte do dinheiro da propina era, sim, revertido para partido político. Caracteristicamente, já foi falado ao longo da investigação dois partidos que ficavam claros: o PP e o PMDB — afirmou.

Funcionários do frigorífico JBS e da empresa BRF Brasil foram presos. O esquema seria liderado por fiscais agropecuários federais e empresários do agronegócio. Segundo a PF, a operação detectou em quase dois anos de investigação que as Superintendências Regionais do Ministério da Pesca e Agricultura do Estado do Paraná, Minas Gerais e Goiás "atuavam diretamente para proteger grupos empresariais em detrimento do interesse público".

"Os agentes públicos, utilizando-se do poder fiscalizatório do cargo, mediante pagamento de propina, atuavam para facilitar a produção de alimentos adulterados, emitindo certificados sanitários sem qualquer fiscalização efetiva", diz PF.

Contrapontos

A JBS divulgou nota sobre o assunto:

"Sobre a operação da Polícia Federal, a JBS esclarece que qualidade é a sua maior prioridade e a razão de ter se transformado na maior empresa de proteína do mundo. A JBS exporta para mais de 150 países, como Estados Unidos, Alemanha e Japão. É anualmente auditada por missões sanitárias internacionais e por clientes", diz o texto.

"No despacho da Justiça, não há menção a irregularidades sanitárias da JBS. Nenhuma fábrica da JBS foi interditada. Ao contrário do que chegou a ser divulgado, nenhum executivo da empresa foi alvo de medidas judiciais. Um funcionário da unidade de Lapa, no Paraná, foi citado na investigação. A JBS não compactua com desvios de conduta e tomará todas as medidas cabíveis."

"Por fim, a JBS reforça seu comprometimento com a qualidade de seus produtos e reitera seu compromisso histórico com o aprimoramento das práticas sanitárias", conclui a nota.

Em nota, a BRF também se posicionou sobre a operação:

"A BRF informa que, em relação à operação da Polícia Federal realizada na manhã desta sexta-feira, está colaborando com as autoridades para o esclarecimento dos fatos. A companhia reitera que cumpre as normas e regulamentos referentes à produção e comercialização de seus produtos, possui rigorosos processos e controles e não compactua com práticas ilícitas. A BRF assegura a qualidade e a segurança de seus produtos e garante que não há nenhum risco para seus consumidores, seja no Brasil ou nos mais de 150 países em que atua."

O espaço está aberto para manifestações dos partidos citados pelo delegado Maurício Moscardi Grillo.
ZERO HORA / ESTADÃO CONTEÚDO


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Re: PMDB • Maioria do PMDB do Senado vota para salvar mandato de Aécio Neves
MensagemEnviado: 19 Mar 2017, 17:36 
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Serraglio era protetor do fiscal da ‘Carne Fraca’
Josias de Souza 19/03/2017 04:33

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Atualizado às 13h15

Não foi por acaso que Osmar Serraglio recorreu ao fiscal agropecuário Daniel Gonçalves Filho para pedir que acudisse o dono de um frigorífico sob fiscalização no Paraná. No exercício do seu mandato de deputado federal, Serraglio notabilizou-se como um ferrenho protetor político do personagem. Agora, na pele de ministro da Justiça, Serraglio tenta se desvencilhar do seu protegido, acusado pela Polícia Federal de liderar a “organização criminosa” desbaratada na Operação Carne Fraca.

O blog apurou que Serraglio pegou em lanças para tentar impedir que o “grande chefe”, como se referia a Daniel Gonçalves Filho, fosse afastado do comando da superintendência do Ministério da Agricultura no Paraná. Última titular da pasta da Agricultura na gestão de Dilma Rousseff, a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) recebeu Serraglio em seu gabinete no ano passado, antes do impeachment da ex-presidente petista. O visitante estava acompanhado do deputado Sérgio Souza (PMDB-PR), outro anteparo político do fiscal da Carne Fraca.

Numa deferência à dupla de apoiadores do fiscal tóxico, Kátia Abreu informou que recebera da Consultoria Jurídica do Ministério da Agricultura uma recomendação para suspender Daniel Gonçalves do posto de autoridade máxima da pasta no Estado do Paraná. Explicou que o afastamento ocorreria como resultado de um Processo Disciplinar Administrativo. Inconformado, Serraglio pediu à então ministra de Dilma uma cópia do processo. Embora o pedido fosse inusual, foi atendido.

Mesmo depois de folhear o processo, Serraglio não se deu por achado. Insistiu para que Kátia Abreu mantivesse Daniel Gonçalves no comando da representação da Agricultura no Paraná. O processo administrativo tratava de um caso de furto na superintendência paranaense do ministério. Daniel livrara um subordinado da acusação de surrupiar combustível. O problema é que ele não tinha poderes para inocentar o colega. Para complicar, as evidências do desvio eram eloquentes.

De resto, o protegido de Serraglio respondia a vários outros processos administrativos. Àquela altura, Daniel Gonçalves já se encontrava também sob investigação da Polícia Federal. Mas o inquérito que desaguaria na Operação Carne Fraca corria em segredo. Sem saber, Kátia Abreu tomou distância de uma encrenca.

Dois meses antes, em fevereiro de 2016, o ainda deputado Serraglio, também alheio à movimentação dos agentes federais, tocara o telefone para Daniel Gonçalves. Por mal dos pecados, aproximara-se da radiação. Sua voz soara num grampo que a Justiça autorizara a PF a instalar, para ouvir as conversas vadias do então superintendente do Ministério da Agricultura no Paraná. Agora, convertido em Ministro da Justiça por Michel Temer, Serraglio encontra-se na constrangedora posição de superior hierárquico de uma Polícia Federal que chama seu ex-protegido de corrupto.

Segundo a Polícia Federal, a “quadrilha” liderada por Daniel Gonçalves cobrava propinas de frigoríficos. Em troca, fechava os olhos da fiscalização. E permitia que chegassem às gôndolas dos supermercados carnes com prazo de validade vencido —por vezes, muito vencido.

O juiz Marcos Josegrei da Silva, que cuida do caso, anotou no despacho em que autorizou a deflagração da Operação Carne Fraca: “É estarrecedor perceber que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no Paraná, um dos órgãos mais importantes para garantir a qualidade dos alimentos consumidos diariamente por milhões de pessoas não apenas neste Estado, como também em outras partes do Brasil, e fora das fronteiras nacionais em alguns casos de exportação, foi tomado de assalto —em ambos os sentidos da palavra— por um grupo de indivíduos que traem reiteradamente a obrigação de efetivamente servir à coletividade.”

O magistrado prosseguiu: “O exame dos indícios que emergem das centenas de horas de ligações telefônicas captadas ao longo de mais de um ano de incessante investigação, dos relatórios policiais e do cruzamento de dados bancários e fiscais realizado minuciosamente pela Receita Federal apontam para a perturbadora conclusão acerca da presença de uma organização criminosa há muito enraizada em diversos escalões da unidade do MAPA/PR.”

Num dos telefonemas captados pelas escutas autorizadas pelo juiz Marcos Josegrei, Serraglio chama o fiscal Daniel Gonçalves de “grande chefe”. O então deputado federal pedia informações sobre uma fiscalização num frigorífico chamado Larissa, assentado na cidade de Iporã (PR). Pertence a Paulo Rogério Sposito, que também teve a prisão decretada. Seguiu-se o seguinte diálogo:

Osmar Serraglio: Grande chefe, tudo bom?

Daniel Gonçalves: Tudo bom?

Serraglio: Viu, tá tendo um problema lá em Iporã. Cê tá sabendo?

Daniel: Não.

Serraglio: O cara lá….que o cara que tá fiscalizando lá…apavorou o Paulo lá…disse que hoje vai fechar aquele frigorífico…botô a boca..deixou o Paulo apavorado. Mas para fechar tem o rito, não tem? Sei lá…como funciona um negócio deste?

Daniel: Deixa eu ver o que está acontecendo..tomar pé da situação de lá…falo com o senhor.

Daniel Gonçalves ligou para uma subordinada, a fiscal Maria do Rocio, também encrencada na Carne Fraca. Pediu-lhe que verificasse o que sucedia nas instalações do frigorífico Larissa. A interlocutora informou que não havia nada de errado na empresa. A informação foi repassada a Serraglio.

Abalroado pelo noticiário, Serraglio mandou divulgar uma nota. Nela, sua assessoria escreveu: “Se havia alguma dúvida de que o ministro Osmar Serraglio, ao assumir o cargo, interferiria de alguma forma na autonomia do trabalho da Polícia Federal, esse é um exemplo cabal que fala por si só. O ministro soube hoje, como um cidadão igual a todos, que teve seu nome citado em uma investigação. A conclusão tanto pelo Ministério Público Federal quanto pelo Juiz Federal é a de que não há qualquer indício de ilegalidade nessa conversa degravada.”

Acomodado na poltrona de ministro da Justiça há cerca de um mês, Serraglio, de fato, não foi informado previamente sobre a Operação Carne Fraca. Não ignorava, porém, o risco de contágio que a proximidade com Daniel Gonçalves propiciava. O fiscal foi alçado pela primeira vez ao cargo de superintendente da Agricultura no Paraná em 2007, sob Lula. Indicou-o o ex-deputado federal Moacir Micheletto, morto num acidente automobilístico em 2012. Nessa época, Serraglio endossou o apadrinhamento, junto com outros parlamentares paranaenses.

Em 2014, sob protestos de Serraglio, Daniel Gonçalves foi apeado do cargo. O afastamento chegou com pelo menos dois anos de atraso. Em outubro de 2012, quando respondia pela pasta da Agricultura o peemedebista gaúcho Mendes Ribeiro, já falecido, o líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PR), enviou-lhe um requerimento de informações (leia a íntegra aqui).

Bueno indagava ao ministro de então que providências ele havia tomado para esclarecer denúncias contra Daniel Gonçalves enviadas ao Ministério da Agricultura pelo Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários. De acordo com essas denúncias, já naquela época o mandachuva da superintendência paranaense convivia com a suspeita de afrouxar fiscalizações e proteger infratores.

Mendes Ribeiro mandou abrir um processo disciplinar para apurar as suspeitas. Mas ele adoeceu. E o processo foi enviado às calendas gregas. Só em 2014 o protegido de Serraglio perdeu o posto. Por pouco tempo. Retornaria à chefia da superintendência no Paraná em 2015. E lá permaneceria até ser afastado por Kátia Abreu, em abril de 2016.

Em matéria de fiscalização agropecuária, o interesse público está desassistido no Paraná há muito tempo. Durante toda a Era do PT, a chefia da superintendência da pasta da Agricultura no Estado foi compartilhada entre Daniel Gonçalves, o preferido do PMDB, e outro fiscal de carreira, Gil Bueno de Magalhães, um apadrinhado do PP, Partido Progressista.

Nesse vaivém, Gil Bueno retornou ao posto máximo da Agricultura em julho de 2016, já sob a presidência-tampão de Michel Temer. Apadrinharam-no, novamente, deputados paranaenses do PP, campeão no ranking de enrolados do petrolão. Entre eles Dilceu Sperafico, Nelson Meurer e Ricardo Barros, hoje ministro da Saúde. Na útima sexta-feira, Gil Bueno engordou a lista de suspeitos que tiveram a prisão decretada nesta primeira fase da Operação Carne Fraca.

Outro lado

Procurada, a assessoria de imprensa de Serraglio declarou:

''O processo de indicação desses cargos passa pela bancada do partido no Estado. O nome de Daniel Gonçalves Filho, em 2007, veio de Moacir Micheletto e foi chancelada pelo PMDB do Paraná. Entre 2007 e 2012, sempre que algum assunto envolvendo Daniel Gonçalves precisava ser tratado no governo, isso foi feito em nome da bancada, nunca de forma individualizada.

O então deputado fez a ligação para Daniel Gonçalves a pedido do prefeito de Iporã (PR), que temia que o fechamento do frigorífico provocasse a demissão de 400 pessoas. Ele [Serraglio] visitou a ministra Katia Abreu, com o deputado Sérgio Souza (PMDB-PR), em nome da bancada, porque Gonçalves alegava estar sendo injustiçado. No encontro, a ministra falou do processo envolvendo o fiscal. O então deputado não leu o processo na sala dela. O advogado de Daniel Gonçalves que consegui uma cópia do processo e explicou para a bancada a situação. Não houve nenhuma tentativa de interferir, tanto que ele [o fiscal] foi afastado.''
BLOG DO JOSIAS / UOL


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Re: PMDB • Maioria do PMDB do Senado vota para salvar mandato de Aécio Neves
MensagemEnviado: 19 Mar 2017, 22:27 
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Citado em investigação, ministro da Justiça não vai à reunião com Temer
Osmar Serraglio apareceu na investigação da Polícia Federal falando com Daniel Gonçalves Filho, apontado como líder de uma quadrilha formada no Ministério da Agricultura

HÁ 1 HORA
POR FOLHAPRESS

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O ministro da Justiça, Osmar Serraglio (PMDB-PR), não foi à reunião convocada pelo presidente Michel Temer para tratar dos impactos da operação Carne Fraca, deflagrada na última sexta-feira (17).

O peemedebista apareceu na investigação da Polícia Federal em uma escuta telefônica falando com Daniel Gonçalves Filho, apontado pelas autoridades como líder de uma quadrilha formada no Ministério da Agricultura.

A operação apura a venda ilegal de carnes por frigoríficos por meio do pagamento de propina a fiscais.

No relatório entregue à Justiça, a polícia afirma não ter visto indícios de ilegalidade na conduta do ministro -à época da interceptação ele era deputado federal.

De acordo com a assessoria de imprensa do ministro, a ausência de Serraglio se deu por causa de uma viagem para a sua cidade e não teve relação com o fato de ter sido citado. Ele pediu autorização a Temer para ser representado pelo secretário executivo da Justiça.

Ainda segundo a comunicação do ministro, Serraglio não se sente impedido de participar de reuniões e conversas sobre o tema.

Estiveram presentes na reunião: Blairo Maggi, ministro da Agricultura, Marcos Pereira, ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Davi Levi, ministro interino da Justiça, Leandro Daiello, diretor-geral da Polícia Federal, secretários do governo, embaixadores e um deputado representando a Frente Parlamentar da Agropecuária.

Osmar Serraglio assumiu no início do mês o ministério, ao qual está subordinada a PF.
NOTÍCIAS AO MINUTO / FOLHAPRESS


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Re: PMDB • Maioria do PMDB do Senado vota para salvar mandato de Aécio Neves
MensagemEnviado: 29 Mar 2017, 10:57 
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http://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2017-03-29/jorge-picciani-e-alvo-de-mandado-de-conducao-coercitiva-em-operacao-da-pf.html

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O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Jorge Picciani (PMDB), é alvo de um mandado de condução coercitiva em uma operação da Polícia Federal na manhã desta quarta-feira.

A operação "Quinto do Ouro" investiga desvios para favorecer integrantes da Casa e do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ).

O deputado será levado a depor na sede da Polícia Federal.

Pelo menos 150 policiais federais já estão no condomínio do deputado, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.

Ao todo, a PF cumprirá 43 mandados nesta quarta-feira expedidos pelo ministro Félix Fischer, do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), como de busca, apreensão, bloqueios de bens e valores, no Rio, em Duque de Caxias e em São João de Meriti.

De acordo com a PF, ele teria participado de um esquema de propina em contratos com o estado no período do governo de Sérgio Cabral.

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Re: PMDB • Maioria do PMDB do Senado vota para salvar mandato de Aécio Neves
MensagemEnviado: 29 Mar 2017, 21:40 
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Odebrecht diz que Temer pediu 'apoio' para Skaf
https://www.noticiasaominuto.com.br/pol ... -para-skaf


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Re: PMDB • Maioria do PMDB do Senado vota para salvar mandato de Aécio Neves
MensagemEnviado: 11 Abr 2017, 23:37 
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Alguns políticos do PMDB citados na lista da Odebrecht :

. Renan Calheiros - lavagem de dinheiro, corrupção ativa, fraude em licitações, corrupção passiva e cartel
. Eduardo Paes - lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção ativa e corrupção passiva
. Eliseu Padilha - lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva
. Romero Jucá - lavagem de dinheiro, corrupção ativa, falsidade ideológica eleitoral e corrupção passiva
. Edison Lobão - lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva
. Helder Barbalho - lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva
. Moreira Franco - lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva
. Renan Filho - lavagem de dinheiro, corrupção ativa, fraude em licitações, corrupção passiva e cartel
. Kátia Abreu - falsidade ideológica eleitoral
. Valdir Raupp - lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva
. Marta Suplicy - falsidade ideológica eleitoral
. Pedro Paulo - lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção ativa e corrupção passiva
. Jarbas Vasconcelos - falsidade ideológica eleitoral
. Rodrigo Jucá - lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva
. Vital do Rego Filho - lavagem de dinheiro e corrupção ativa
. Eduardo Braga - advocacia administrativa, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva
. Lúcio Vieira Lima - lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva
. Daniel Vilela - falsidade ideológica eleitoral
. Maguito Vilela - falsidade ideológica eleitoral

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Re: PMDB • Maioria do PMDB do Senado vota para salvar mandato de Aécio Neves
MensagemEnviado: 12 Abr 2017, 22:07 
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Dois delatores da Odebrecht relataram que o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), recebeu propina da empresa Odebrecht.

O dinheiro teria sido repassado de duas maneiras — entregue pessoalmente e depositado em contas no exterior — e registrado na contabilidade paralela da empresa.

As informações foram prestadas por Benedicto Júnior, ex-presidente da construtora Odebrecht, e seu braço-direito Leandro Andrade Azevedo, diretor de Infraestrutura da Odebrecht no Rio.

As denúncias contra Pezão motivaram um pedido de investigação apresentado pelo procurador-geral Rodrigo Janot ao Supremo Tribunal Federal.

"Trata-se de petição instaurada com lastro nos termos de depoimento dos colaboradores Benedicto Barbosa da Silva Júnior (Termo de Depoimento n. 39) e Leandro Andrade Azevedo (Termo de Depoimento n. 6), os quais relatam que foram feitos pagamentos indevidos a Luiz Fernando de Souza (Pezão), atual Governado do Estado do Rio de Janeiro, pela equipe de Hilberto Silva. Esses repasses teriam sido registrados no Sistema “Drousys”, enquanto os valores foram entregues em quantias pessoalmente e por meio de contas no exterior", escreveu Fachin no ofício enviado ao STJ.

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Re: PMDB • Maioria do PMDB do Senado vota para salvar mandato de Aécio Neves
MensagemEnviado: 14 Abr 2017, 01:31 
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http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/delacoes-da-odebrecht-picciani-e-suspeito-de-receber-mais-de-r-5-milhoes-para-campanhas-do-pmdb.ghtml

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Em delação premiada, o ex-executivo responsável pelo departamento de Operações Estruturadas da Odebrecht, Benedicto Barbosa da Silva Júnior, afirmou que houve pagamentos a campanhas políticas do PMDB do Rio de Janeiro num total de mais de R$ 5 milhões.

O delator declarou que os pedidos foram feitos pelo presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani.

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Re: PMDB • Maioria do PMDB do Senado vota para salvar mandato de Aécio Neves
MensagemEnviado: 20 Abr 2017, 21:55 
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Renan Calheiros e Roberto Requião perderam a vergonha na cara e passaram a atacar a Lava Jato abertamente.

Nojo dessa dupla !

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Re: PMDB • Maioria do PMDB do Senado vota para salvar mandato de Aécio Neves
MensagemEnviado: 21 Abr 2017, 10:40 
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Renan Calheiros ontem:

"Presenciamos, portanto, o envenenamento da democracia pelo açodamento em desmoralizar homens públicos de bem, condenados antes mesmo do processo se instaurar, afrontando o poder eleito. Este é o grande engodo das cruzadas moralistas. A generalização deixa marcas em inocentes e os abusos soterram direitos fundamentais"

Homens públicos de bem. Maça, phera.

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Usuário do Ano de 2012
Moderador do subs Da Discussão Nasce a Luz e CH no Exterior (novembro de 2012 - novembro de 2013 / novembro de 2015 - novembro de 2016)
Moderador do TV de Segunda Mão (novembro de 2013 - novembro de 2014)
Moderador Global (novembro de 2014 - novembro de 2015)
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Re: PMDB • Maioria do PMDB do Senado vota para salvar mandato de Aécio Neves
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STF também autorizou mandados de prisão contra Cunha e Funaro
Andreza Matais
18 Maio 2017 | 08h58

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Foto: Dida Sampaio/Estadão

O STF autorizou a prisão do ex-deputado Eduardo Cunha e do operador financeiro Lucio Bolonha Funaro na Operação Patmos, deflagrada nesta quinta-feira, em decorrência de fatos revelados na delação do empresário Joesley Batista. Os dois já estão presos. Na prática, os mandados significam que se conseguirem habeas corpus para serem soltos pelos crimes que motivaram suas atuais prisões, permanecerão encarcerados.
COLUNA DO ESTADÃO / ESTADÃO


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Re: PMDB • Maioria do PMDB do Senado vota para salvar mandato de Aécio Neves
MensagemEnviado: 18 Mai 2017, 19:30 
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Supremo determina afastamento do deputado Rocha Loures
O deputado foi citado pelo empresário Joesley Batista, que negocia delação premiada com a Procuradoria-Geral da República; Supremo também determina o afastamento de Aécio Neves do mandato de senador

18/05/2017 - 12h43
Atualizado em 18/05/2017 - 15h34

Reportagem - Lara Haje e Marcello Larcher
Edição - Roberto Seabra


O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou, na manhã desta quinta-feira (18), o pedido de afastamento do deputado Rocha Loures (PMDB-PR) do mandato. Na mesma medida cautelar, o STF também determinou o afastamento de Aécio Neves (PSDB-MG) do mandato de senador. Ainda segundo a assessoria do STF, foram negados pedidos para prisão dos dois parlamentares.

Rocha Loures foi citado pelo empresário Joesley Batista, que negocia delação premiada com a Procuradoria-Geral da República. O deputado supostamente teria favorecido o grupo J&F, que controla o frigorífico JBS e outras empresas, a pedido do presidente da República, Michel Temer. Loures foi assessor especial de Temer de outubro de 2016 até março deste ano.

Defesa de Rocha Loures

A assessoria do deputado informou que Loures está em Nova York, onde proferiu palestra sobre a política brasileira a um grupo de investidores internacionais e que, quando retornar ao Brasil, deverá se inteirar e esclarecer os fatos divulgados. A Polícia Federal esteve no gabinete do deputado nesta manhã fazendo busca e apreensão de documentos.

José Luis Oliveira Lima, advogado de Rocha Loures, afirmou em nota divulgada à tarde que a defesa ainda não teve acesso aos procedimentos que tramitam no STF. “Tão logo se conheça o teor da investigação, todos os esclarecimentos devidos serão apresentados”, disse. Segundo Oliveira Lima, o deputado já se colocou à disposição das autoridades.

O documento formal com a decisão do STF ainda não foi recebido pela Secretaria-Geral da Mesa. Com o afastamento do mandato, Rocha Loures está impedido de exercer suas funções, como votar e participar de debates. Ele pode, no entanto, manter seu gabinete e estrutura de apoio. A Câmara não precisa tomar decisões no caso, que não significa a cassação do deputado, e por isso nem mesmo um suplente será convocado.

Aécio divulga nota

Em relação a Aécio, Joesley Batista disse ter uma gravação de 30 minutos em que o senador pede R$ 2 milhões, sob a justificativa de que precisava pagar sua defesa na Operação Lava Jato. Em nota, Aécio afirmou estar “absolutamente tranquilo quanto à correção de todos os seus atos” e que sua relação com o empresário “era estritamente pessoal, sem qualquer envolvimento com o setor público”.

Também em nota, Michel Temer declarou que “defende ampla e profunda investigação para apurar todas as denúncias veiculadas pela imprensa, com a responsabilização dos eventuais envolvidos em quaisquer ilícitos que venham a ser comprovados”.
AGÊNCIA CÂMARA NOTÍCIAS


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Re: PMDB • Maioria do PMDB do Senado vota para salvar mandato de Aécio Neves
MensagemEnviado: 19 Mai 2017, 14:34 
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Além de saber os podres do Michel Temer, o Eduardo Cunha também deve saber os podres de mais gente do PMDB, como Renan Calheiros e o pessoal aqui do Rio (Pezão, Picciani), seria ótimo se ele pudesse fazer delação premiada.

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