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Re: Fanfics CH • Postem aqui suas histórias!
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MensagemEnviado: 19 Abr 2016, 23:25 
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Se alguém é tiete do Seu Madruga, aqui, sugiro que não leia essa fanfic! :P É, de todas as que eu já criei, ou da própria série original, o episódio em que ele mais se dá mal.

PERSONAGENS:

Ramón Valdez, como Seu Madruga.
Roberto Gómez Bolaños (Chespirito), como Chaves.
Maria Antonieta de las Nieves, como Chiquinha.
Florinda Meza, como Dona Florinda.
Angelinez Fernandez, como Dona Clotilde (a Bruxa do 71).
Carlos Villagrán, como Quico.
e Edgar Vivar, como o Senhor Barriga.

Possível ano para o episódio: 1977.

Título: "O Tiro Que Saiu Pela Culatra".


BLOCO 1:

Seu Madruga está sentado no sofá, tentando, com extrema dificuldade, ler um jornal, sem se dar conta de que ele está de cabeça para baixo (RISOS). Chiquinha sai de seu quarto carregando uma caixa.

CHIQUINHA - Papai, eu posso ir lá na casa da Pópis?

SEU MADRUGA - Fazer o quê, filha?

CHIQUINHA - E que hoje eu fiquei de mostrar a minha coleção de papéis de carta!

Chiquinha abre a caixa, despejando os papeis em cima da mesa.

CHIQUINHA - Eu tenho uns tão bonitos! Olha esse aqui, com uns ursinhos desenhados. Esse verde tão lindo! O meu preferido é esse aqui, tem um casal de namorados se abraçando debaixo de um guarda-chuva, e umas gotinhas douradas caindo em cima deles...

Chiquinha percebe que seu pai não está mais prestando atenção, recolhe tudo e vai saindo.

SEU MADRUGA - Ei, ei, ei! Aonde você pensa que vai?

CHIQUINHA - Eu já disse, na casa da Pópis!

SEU MADRUGA - Mas eu não te deixo sair!

CHIQUINHA - E por que não?

SEU MADRUGA - Por que eu mandei você ir lavar a louça do almoço, e agora que fui ver o guarda-pratos, ele está completamente vazio!

CHIQUINHA - Ah, mas eu já lavei!

SEU MADRUGA - E então?

CHIQUINHA - Ora, deixei enxugando!

Ela abre a janela e pode-se ver vários pratos, talheres e panelas pendurados no varal do pátio. (RISOS) Seu Madruga fica boquiaberto, se levanta e vai correndo tentar recolher tudo.

SEU MADRUGA - Mas é incrível! É incrível! Parece que eu estou em um manicômio! Você não sabe que nós temos um pano de prato em casa, menina?

CHIQUINHA - Mas é claro que sim!

SEU MADRUGA - Então por que pendurou a louça no varal?

CHIQUINHA - Bom... O senhor se lembra que também me mandou passar pano no chão? (RISOS)

Seu madruga para, espantado.

SEU MADRUGA - Eu não acedito que você passou o pano de prato no chão, Chiquinha!

CHIQUINHA - Mas é claro que não, eu usei para lustrar os móveis! (RISOS)

SEU MADRUGA - E para limpar o chão?

CHIQUINHA - Aquela sua toalha já estava tão velha, eu pensei que... (RISOS)

Seu Madruga se zanga, e ao levantar o braço para tentar bater na Chiquinha, deixa cair alguns pratos no chão, que se quebram. (RISOS) Chiquinha aproveita para se esconder no banheiro, enquanto ele fica abaixado, juntando os cacos. Chaves vem chegando da rua, e o vê.

CHAVES - Tão grande e ainda faz arte? (RISOS)

Seu Madruga se levanta, bravo, mas deixa passar.

SEU MADRUGA (olhando para o chão) - A sorte é que eles se partiram em cacos grandes. Com um pouco de jeito, ainda dá pra colar... Chaves, venha cá!

CHAVES - Sim?

SEU MADRUGA - Está vendo esses pratos aqui (e aponta para os cacos no chão)? Quero que os deixe iguais a estes (e aponta para os que ainda estão no varal)! Enquanto isso, eu vou ali resolver um probleminha muito especial...

Seu Madruga volta para casa, e entra no quarto da Chiquinha.

SEU MADRUGA - CHIQUINHA!!!

CHIQUINHA (voz debaixo da cama) - Não está! (RISOS)

SEU MADRUGA (ameaçando tirar o cinto) - Vamos ver se não está...

CHIQUINHA (saindo alvoroçada debaixo da cama) - Não, papaizinho, não! Não, não, papaizinho...

SEU MADRUGA - Muito bem! Agora escute aqui, fruto do meu pecado (RISOS), quero que você explique direitinho que ideia foi essa de pôr a louça no varal.

CHIQUINHA - Mas eu já lhe disse, nós não temos panos o suficiente aqui em casa! Por isso que eu tive que usar o de prato para lustrar os móveis, e a toalha para passar no chão!

SEU MADRUGA - Certo... E aposto que nem pretendia me contar o que fez com a toalha, não?

CHIQUINHA - Bem... Bom...

SEU MADRUGA - Já pensou, se eu usasse aquela imundície? Graças a Deus hoje não é sábado, mas quando for, como é que eu vou tomar banho? (RISOS)

CHIQUINHA - Se o senhor quiser, eu posso cortar um pedaço da cortina, e... (RISOS)

SEU MADRUGA (tirando o cinto de vez) - Você vai ver o pedaço da cortina!

Nesse momento, ouve-se um barulho de coisas quebrando.

SEU MADRUGA (saindo do quarto e olhando pela janela) - O que foi isso?

Chaves está parado, e todos os pratos estão quebrados aos pés dele. Seu Madruga sai de casa abismado.

SEU MADRUGA - Mas o que você fez, seu animal?

CHAVES - O que o senhor mandou, deixei todos os pratos iguais! (RISOS)

SEU MADRUGA - Mas que ótimo... Agora eu vou fazer o mesmo com a sua cabeça, e vamos ver se você gosta! (RISOS)

Seu Madruga levanta o boné do Chaves, e lhe dá o clássico cascudo. O menino vai se esconder no barril, chorando. Madruga se vira para entrar em casa, e percebe Chiquinha fugindo pelo corredor que liga os pátios.

SEU MADRUGA (correndo atrás dela) - Chiquinha, volte aqui, Chiquinha! Chiquinha!!!

Dona Florinda chega da rua, caregando uma cesta. Quico vem atrás dela.

DONA FLORINDA (parando no meio dos cacos) - Mas o que é isso? Quem fez essa sujeira?

CHAVES (voz de dentro do barril) - Foi o Seu Madruga!

Seu Madruga vem voltando do corredor, com o cinto na mão.

SEU MADRUGA (olhando para trás) - Vamos ver se assim aprende a ser gente!

DONA FLORINDA (se aproximando dele, com as mãos na cintura) - Muito bonito!

SEU MADRUGA - Ah, vizinha, são seus olhos...


PAFF! (RISOS)

Com o tapa, Seu Madruga se vira, e acaba acertando com o cinto, sem querer, o Quico, que estava perto.

QUICO - Mamãe!!!

DONA FLORINDA - Ah, atacando meu filho, não é? E á traição!

SEU MADRUGA - Á traição?

DONA FLORINDA - Pela retaguarda!


RE-PAFF! (RISOS)

Novamente, com o tapa, Seu Madruga se vira, e acerta Quico com o cinto de novo.

DONA FLORINDA - Outra vez?

SEU MADRUGA (tentando fazer um carinho no garoto) - Mas eu aposto que não doeu nada, é couro sintético! (RISOS)

DONA FLORINDA (tomando o cinto das mãos dele) - Ah, é? Pois vamos ver se dói ou não!

Dona Florinda corre atrás do Seu Madruga, pelo corredor. Há então, uma transição de cena.
Seu Madruga está novamente no sofá de sua casa, tentando ler o jornal, que continua de cabeça para baixo. Chiquinha chega com mesma caixa nas mãos.

CHIQUINHA - Papai, agora eu posso ir na casa da Pópis?

Seu Madruga abaixa o jornal, e pode-se ver sua cara com um olho roxo. (RISOS)

SEU MADRUGA - Não!

CHIQUINHA - E por que não?

SEU MADRUGA - Por que é muito longe!

CHIQUINHA - Mas são só duas quadras, pai! Além do mais, a casa dela é de esquina!

SEU MADRUGA - Continua sendo longe. Você é uma criança, e desacompanhada ainda por cima!

CHIQUINHA - Mas a distância de lá pra cá é a mesma, e a Pópis sempre vem aqui brincar comigo!

SEU MADRUGA - Por que os pais dela não devem saber do perigo que é uma criança andar sozinha! Saiba que a cada dez minutos, uma criança é atropelada na cidade.

CHIQUINHA - Então quer dizer que daqui a alguns dias, só vão restar os adultos por aqui? (RISOS)

SEU MADRUGA - Não é possível! Não é possível! São cidades dierentes, minha filha, no mundo todo!

CHIQUINHA - Ah... Mas eu não acredito!

SEU MADRUGA - Pois pode acreditar. Deu aqui, no jornal.

CHIQUINHA - Mas esse jornal está de cabeça para baixo, pai! (RISOS)

SEU MADRUGA (finalmente se tocando e virando o jornal) - Ah, sim! Mas é que... É que... Nós devemos ver as notícias por todos os ângulos, não? (RISOS)

CHIQUINHA - Que seja. Mas o senhor me manda ir lá na venda, que é até mais longe! E manda o Chaves também.

SEU MADRUGA - Mas esse é um caso muito diferente. São necessidades!

CHIQUINHA - Como naquele dia em que eu fui comprar pilhas, para o senhor poder assistir o jogo de futebol pelo rádio? (RISOS)

SEU MADRUGA - Olha, Chiquinha, eu vou lhe dizer uma coisa, e preste muita atenção, por que só vai ser uma vez: aconteça o que acontecer, nunca me desminta, entendeu?

CHIQUINHA - Sim, papi!

SEU MADRUGA - Muito bem! Por que assim como você fez agora, só entre nós dois, poderia fazer com uma pessoa de fora. E com que cara eu ia ficar?

CHIQUINHA - Com o de sempre, com cara de pau! (RISOS)

SEU MADRUGA - Nada, nada, papaizinho, eu vou ficar no meu quarto!

Chiquinha volta para o quarto, e Seu Madruga, finalmente, lê o jornal. Em dado momento, ele se espanta. Chaves bate na porta.

CHAVES (do lado de fora) - Posso entrar?

SEU MADRUGA (com o jornal) - Não!

CHAVES - Não?

SEU MADRUGA - Sim?

Chaves entra.

SEU MADRUGA - Não!

Chaves sai.

SEU MADRUGA - Sim?

Chaves entra.

SEU MADRUGA - Não!

CHAVES - Ora, não seja palhaço! (RISOS)

SEU MADRUGA (se levantando bravo) - O QUÊ?

CHAVES - Ora, é que o senhor estava aí dizendo "não, sim, não, sim"...

SEU MADRUGA - É que eu estava lendo uma coisa que... (olha de novo o jornal) Não!

CHAVES - Olha aí, já vai começar outra vez! (RISOS)

SEU MADRUGA - Chaves, me faz um favor? Vai lá no quarto e me traz um travesseiro, sim?

Chaves dá de ombros e entra no quarto. Volta com o travesseiro, acompanhado da Chiquinha.

SEU MADRUGA - Ótimo, agora deixe ele aí no chão!

CHAVES (pondo o travesseiro no chão) - Assim?

SEU MADRUGA - Não, mas um pouquinho para lá.

CHAVES (afastando o travesseiro) - Assim?

SEU MADRUGA - Perfeito! Agora, com licença!

Dizendo isso, ele cai desmaiado, extasiado, com o jornal nas mãos, em cima do travesseiro. (RISOS)


Por favor, comentem o que acharam do meu estilo, da história até aqui, e o que esperam dela daqui pra frente! Amanhã eu posto o segundo bloco!


Editado pela última vez por Churrumín Moscattelo em 28 Mai 2016, 14:48, em um total de 2 vezes.

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Re: Fanfics CH • Postem aqui suas histórias!
MensagemEnviado: 23 Abr 2016, 21:44 
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BLOCO 2:

A cena continua de onde tinha parado no bloco 1. Seu Madruga está desmaiado no chão, com o jornal, e Chaves e Chiquinha assustados perto dele.

CHAVES (tremendo um pouco) - Se-será que ele morreu?

CHIQUINHA - Não, deve estar só desacordado...

CHAVES - E como a gente faz para ele ficar desdormido de novo? (RISOS)

CHIQUINHA - Bom, com um pouco d'água se pode fazer os desmaiados voltarem. Eu vou ver o que consigo arranjar. Enquanto isso, você coloca ele em cima do sofá, por favor?

CHAVES - Isso, isso, isso!

Chiquinha entra na cozinha, e Chaves tenta, cômicamente, arrastar o Seu Madruga para cima do sofá, em várias posições diferentas e sem êxito. (RISOS)
Chiquinha volta com um copo e uma jarra com água, e percebe tudo.

CHIQUINHA - Está bom, Chaves, deixa ele assim mesmo!

CHAVES - Mas nessa posição de minhoca contorcida? (RISOS)

CHIQUINHA - Não faz mal, eu já trouxe a água. Tome!

CHAVES - Obrigado!

Chaves bebe a água.

CHAVES - Sabe, eu cansei mesmo. Nunca pensei que o seu pai pudesse pesar tanto... Olhando assim, ninguém diz! (RISOS)

CHIQUINHA - Mas não era pra você beber, tonto! Era pra jogar nele, e ver se ele se recuperava da desmaiecência! (RISOS)

CHAVES - Ah!...

CHIQUINHA (imitando) - "Ah!..." Mas parece que não pensa!

CHAVES - Em primeiro lugar, não se diz "desmaiecência", e sim desmaiecimento! (RISOS) E em segundo lugar, eu sim penso. Tanto que ficou um pouco de água ali, e eu vou usar pra curar ele, você vai ver.

Chaves pega a jarra que havia ficado sobre a mesa.

CHIQUINHA - Tudo bem... Mas não vá despejar tudo, Chaves!


CHUÁÁÁÁÁ.... (RISOS)

Seu Madruga acorda, assustado, pulando e gritando.

SEU MADRUGA - Casco furado, casco furado, abandonar navio... (RISOS)

CHAVES - Viu só como funcionou? (RISOS)

Há uma transição de cena. Maruga está recuperado, sentado em uma das cadeiras da mesa, Chiquinha e Chaves estão do seu lado. Quico também está lá.

CHIQUINHA - Agora que tudo já passou, acho que o senhor pode contar pra gente por que desmaiou daquele jeito, papai!

SEU MADRUGA (se animando) - Foi de emoção, filhinha! Eu vi uma nota aqui no jornal que me deixou bambeando!

QUICO - Ah, mas pra isso não precisa muito! É só bater um vento mais forte que o senhor fica igual a uma maria-mole! (RISOS)

SEU MADRUGA - Quero dizer que a nota me deixou chocado!

QUICO - Então lhe vai nascer um pintinho? (RISOS)

SEU MADRUGA (ficando zangado) - Olha, Quico, o que você está fazendo aqui?

QUICO - Bom, é que a minha mamãe me mandou ver se o senhor já tinha melhorado!

SEU MADRUGA - Como? A Dona Florinda quer saber se eu já melhorei?

QUICO - Sim!

SEU MADRUGA - Isso é impressionante! Então ela quer mesmo saber se eu estou melhor?

QUICO - Pois sim!

SEU MADRUGA - Mas... Mas por quê?

QUICO - É que ela está esperando que o senhor se recupere depressa...

Seu Madruga abre um sorriso.

QUICO - ... Para que possa ir limpar aquela sujeirada que ficou no pátio! (RISOS)

CHIQUINHA - Papai! Se eu fosse o senhor, não deixava barato! Ia correndo comprar uma carta de alforria! (RISOS)

Seu Madruga continua alegre, com o olhar perdido.

CHIQUINHA - Ainda está contente, papai? Será que a queda fez algum mal para a sua cabeça?

SEU MADRUGA - Hã? Não, não, filhinha. É que com o dinheiro que eu vou conseguir, posso até ter a Dona Florinda ajoelhada aos meus pés!

CHAVES - Ela vai engraxar os seus sapatos? (RISOS)

SEU MADRUGA - É um modo de falar, Chaves. Quer dizer que eu vou ser superior a ela.

QUICO (se levantando e saindo) - Ah, é? Pois vai ver só! Eu vou já pedir pra minha mãe comprar todo o Palácio de Versalhes! (RISOS)

CHIQUINHA - Escuta, papai, com que dinheiro o senhor vai conseguir isso tudo?

SEU MADRUGA - Ah, eu ainda não falei? Hoje uma senhora grã-fina pôs uma notícia, dizendo que estava procurando uma caixinha de música, que é a única lembrança da infância dela, e que foi perdida no cais.

CHAVES - E daí?

SEU MADRUGA - E daí que esse tipo de gente paga muito dinheiro por certas coisas. A caixinha tem valor sentimental, ainda por cima, então é um negócio maravilhoso!

CHIQUINHA - Mas o senhor está com ela, pai?

SEU MADRUGA - Você não imagina, Chiquinha! A um tempo atrás eu estava no cais, para cumprir uma aposta que tinha feito com um marinheiro.

CHAVES - Como assim?

SEU MADRUGA - O marinheiro era muito amigo meu, e a mulher dele estava grávida. Então eu apostei a nossa casa aqui, que seria uma menina. E ele apostou o próprio barco que seria um menino!

CHIQUINHA - Ih, e o senhor não teve medo de perder?

SEU MADRUGA - De jeio nenhum, me manti firme até o final!

CHAVES - Até porquê, perder uma casa com quatorze meses de aluguel atrasado não é lá grande coisa! (RISOS)

SEU MADRUGA - Ah, não? E aonde você acha que eu iria morar?

CHAVES - Ora, em outra vila, enganando outro senhorio! (RISOS)

SEU MADRUGA - Olha, Chaves, eu só não te dou uma porque... Tenho que continuar a história.

CHIQUINHA - Isso, papai, e aí, quem ganhou?

SEU MADRUGA - Ninguém, filhinha, nasceu um casal de gêmeos! (RISOS) Bom, mas nós estávamos com o sangue quente!

CHAVES - E não entraram em erupção? (RISOS)

SEU MADRUGA - Nós estávamos agitados com a aposta! Então decidimos fazr outra: eu pus a casa á sorte, de novo, e ele o barco, dessa vez num jogo de baralho. E eu ganhei!

CHIQUINHA - Pai! Então quer dizer que o senhor tem um barco lá no cais e nunca me disse nada?

SEU MADRUGA - É que eu não tenho mais, Chiquinha. Passei adiante.

CHIQUINHA - Por quê?

SEU MADRUGA - Por que eu descobri que ele também estava com quatorze meses de aluguel atrasado! (RISOS)

CHAVES - Bom, mas eu ainda não entendi aonde entra a caixinha de música nessa história toda.

SEU MADRUGA - É que eu encontrei ela abandonada por lá, e... Bom... E aproveitei para esconder as cartas falsas dentro! (RISOS) Mas ela me deu sorte! Então eu a touxe para cá, com a promessa de que ia guardar muito bem.

CHIQUINHA - E aonde ela está agora?

SEU MADRUGA - Bem ali, filha, calçando o pé do sofá! (RISOS)

Chaves e Chiquinha dão pulos de alegria, enquanto Seu Madruga tira a caixinha de baixo do sofá, que fica em falso.

CHAVES - Então o senhor não vai mais me cobrar os partos pratidos? (RISOS)

SEU MADRUGA - O quê?

CHAVES - Digo... Os pratos partidos?

SEU MADRUGA - Não, Chaves!

CHAVES - Nem o lençol para fazer uma cabaninha? (RISOS)

SEU MADRUGA (parando, surpreso, e depois se recuperando) - Não, Chaves, não!

Chaves entra no quarto da Chiquinha e sai de lá arrastando um lençol.

CHAVES - Obrigado! (RISOS)

Seu Madruga se zanga um pouco, mas deixa ele sair.

CHIQUINHA - Papai, vai deixar ele ir embora com o nosso lençol?

SEU MADRUGA - Vamos comprar vinte, no lugar! Ouça bem, Chiquinha: agora nós teremos dinheiro até para picar e usar como confete!

SENHOR BARRIGA (aparecendo na janela) - Não me diga! (RISOS)


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Re: Fanfics CH • Postem aqui suas histórias!
MensagemEnviado: 23 Abr 2016, 22:10 
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Gostei, velho. Ótimo roteiro. Estou no aguardo do próximo. :)


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Re: Fanfics CH • Postem aqui suas histórias!
MensagemEnviado: 23 Abr 2016, 22:25 
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GENIAL! :D
Tô lendo imitando todos os personagens... :lol:

Tem alguns erros ortográficos, mas tá muito bom. Espero ansiosamente o último bloco! :D


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Re: Fanfics CH • Postem aqui suas histórias!
MensagemEnviado: 23 Abr 2016, 22:40 
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É que eu escrevi ás pressas, e não deu tempo de revisar tudo. Estou aproveitando esse feriadão.

Mas a parte 3 vem logo, logo!


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Re: Fanfics CH • Postem aqui suas histórias!
MensagemEnviado: 23 Abr 2016, 22:50 
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Lendo esse roteiro, imaginei como seria o episódio e com dublagem maga, esse roteiro ficou muito bom.


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Re: Fanfics CH • Postem aqui suas histórias!
MensagemEnviado: 24 Abr 2016, 22:41 
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E, finalmente, a última parte da história!

BLOCO 3:

Dona Florinda sai de sua casa simultaneamente com Dona Clotilde, e as duas param para conversar:

DONA FLORINDA - Ah, bom dia, Dona Clotilde!

DONA CLOTILDE - Bom dia! Ouça, é verdade o que andam dizendo por aí, que o Seu Madruga vai ficar rico?

DONA FLORINDA - Pelo que o Quico me contou, sim.

DONA CLOTILDE - Mas como, isso?

DONA FLORINDA - Eu não sei, ele não explicou direito... Parece que uma senhora perdeu um objeto muito estimado, e ele achou. E como essa senhora é muito rica, vai oferecer uma grande recompensa.

DONA CLOTILDE - Hum! Será que não é um embuste do seu menino?

DONA FLORINDA - O que é isso? De jeito nenhum! O Quico nunca diria uma mentira!

DONA CLOTILDE - Então é verdade que a senhora o manda á padaria para comprar pão dormido, só porquê é mais barato que o pão fresco? Pois foi o que eu ouvi ele dizer ao Chaves! (RISOS)

DONA FLORINDA (disfarçando) - Bom... Temos que levar em consideração que as crianças as vezes são muito inventivas... (RISOS) Olhe, aí vem a Chiquinha!

Chiquinha vai saindo de sua casa, e Dona Clotilde anda até ela.

DONA CLOTILDE - Espere, menina! Andam espalhando por aí que o seu pai vai ganhar um bom dinheiro. Isso é mesmo verdade?

CHIQUINHA (animada) - Mas é claro! Ele encontrou uma coisa que uma ricaça perdeu, e vai receber uma recompensa enorme!

DONA CLOTILDE - Não me diga!

CHIQUINHA - Sim, pois é, pois é, pois é! E agora eu estou indo avisar o açougueiro!

DONA CLOTILDE - Ué, mas por quê?

CHIQUINHA - Por que ele falou que o meu papai dá calote nele a tanto tempo, que da próxima vez que o visse, era capaz até de lhe dar um tiro de espingarda! (RISOS) Mas agora ele vai quitar a dívida toda, e até com juros! E também a do confeiteiro, e a do marceneiro, e a do leiteiro, a do verdureiro... Ah, são tantos, tantos, que eu acho que só vou voltar de noite! (RISOS)

Chiquinha sai pulando, contente, enquanto Quico vem entrando. Dona Florinda o vê e o chama.

DONA FLORINDA - Quico!

QUICO - Sim, mamãe?

DONA FLORINDA (entregando algumas moedas ao garoto e falando alto, para Dona Clotilde escutar) - Olhe, tesouro, quero que você vá na padaria para mim, e me traga tudo isso aqui de pães fresquinhos!

QUICO - Pães fresquinhos? Vamos receber visita hoje, mamãe? (RISOS)

A cena passa, então, para a casa do Seu Madruga, que está lá com o Chaves e o Senhor Barriga.

CHAVES - Sabe, eu ainda não sei como alguém paga tanto assim por uma simples caixinha de música!

SEU MADRUGA - Mas não é só a caixinha, são todas as lembranças que ela traz, Chaves!

CHAVES - Pois as minhas lembranças eu guardo na cabeça, e não em uma caixa! (RISOS)

SENHOR BARRIGA - Ouça, Chaves, você não tem nada da sua infância?

CHAVES - Sim!

SENHOR BARRIGA - O quê?

CHAVES - Esse arranhão bem aqui, na perna. Foi quando eu caí de um muro... (RISOS)

SENHOR BARRIGA - Mas não é disso que eu estou falando!

CHAVES - E então?

SEU MADRUGA - Deixe, Senhor Barriga, eu acho que ele não vai entender. E o senhor, não tem nada da sua infância?

SENHOR BARRIGA - Eu até hoje guardo um pijaminha que uma tia me deu, quando eu tinha apenas uns meses de vida!

SEU MADRUGA - Não me diga! Pois o senhor não sabe que eu durmo de roupa? Se pudesse me dar esse pijama...

SENHOR BARRIGA - Mas eu já disse que era de quando eu tinha apenas alguns meses.

SEU MADRUGA - Sim, mas o senhor com poucos meses devia vestir o número que eu visto hoje! (RISOS)

SENHOR BARRIGA - O quê?

SEU MADRUGA - Digo...

SENHOR BARRIGA - Não diga. Se contente apenas em pagar os quatorze meses de aluguel que me deve!

CHAVES - E depois, agora o senhor pode comprar uns dez pijamas!

CHIQUINHA (entrando) - Pois eu acho que não. Com o tanto que o meu pai deve, o dinheiro que sobrar vai dar só para comprar um caramelinho! (RISOS)

SEU MADRUGA - Ah, Chiquinha, que bom que você chegou! Eu não consigo me lembrar aonde pus a chave da caixinha!

CHIQUINHA - Ora, ficou servindo para fechar a porta do banheiro! (RISOS)

SEU MADRUGA - É mesmo! Como é que eu pude me esquecer!

Seu Madruga vai até o banheiro, e volta com a chavinha. Põe na caixa de música e dá corda.

SEU MADRUGA - Há algo errado.

CHAVES - O quê?

SEU MADRUGA - A bailarina não está rodando bem.

CHAVES - Será que está mal calibrada? (RISOS)

SEU MADRUGA (zangando-se) - Não! Deve ser algum problema na corda.

CHAVES - Se colocar outra no lugar, será que melhora? Eu posso pegar a do varal... (RISOS)

SEU MADRUGA - Olha, Chaves, você quer mesmo ajudar? Então vá comprar uma lanterninha.

CHAVES - Uma lanterninha?

SEU MADRUGA - É, daquelas pequenininhas, porque eu vou ver se consigo mexer nas engrenagens.

CHAVES - Então está bem.

Chaves sai, e, no pátio, se encontra com o Quico.

QUICO - Ei, Chaves, o Seu Madruga já foi buscar o dinheiro?

CHAVES - Ainda não, ele está precisando de uma luz, e eu tenho que ir buscar.

Chaves sai para a rua, e Dona Florinda sai de sua casa.

DONA FLORINDA - Quico, vai chamar o Chaves para mim?

QUICO - Agora ele não pode, mamãe. Está muito ocupado!

DONA FLORINDA - Mas com o quê?

QUICO - Ele foi dar a luz! (RISOS)

DONA FLORINDA (espantada) - A quem?

QUICO - Ao Seu Madruga! (RISOS)

DONA FLORINDA - Olha, tesouro, deixa isso pra lá. Então vai você lá no padeiro pra mim, e troca esses pães pelos dormidos (lhe entrega o saco de pães). (RISOS)

QUICO - Sim, mamãe!

DONA FLORINDA - E traga a diferença!

Há uma transição de cena. Seu Madruga está em casa, terminando de consertar a caixinha de música. Senhor Barriga está no sofá, esperando, e Chiquinha e Chaves estão sentados no chão, vendo os papéis de carta espalhados.

CHIQUINHA (mostrando um papel ao Chaves) - Olha, Chaves, esse aqui é o meu preferido! Um casal de namorados com um guarda-chuva, e umas gotinhas douradas caindo...

CHAVES - Como são bobos, não?

CHIQUINHA - E por quê?

CHAVES - Por que, se fosse eu que estivesse aí, virava o guarda-chuva de cabeça para baixo, e tentava pegar quanto ouro eu conseguisse! (RISOS) E por que você coleciona esses papéis?

CHIQUINHA - Para passar o tempo... Tem gente que coleciona selos, outras colecionam moedas...

SENHOR BARRIGA - Outras, meses de aluguel... (RISOS)

SEU MADRUGA (se levantando entusiasmado) - Pois fique sabendo que eu já terminei, Senhor Barriga! A caixa está funcionando perfeitamente!

Chiquinha e Chaves também se levantam, aos pulos.

CHIQUINHA – O senhor vai entregá-la agora, papai?

SEU MADRUGA – Vou, filha, o endereço é per-(ic)... per-(ic)... Perto!

CHAVES – Chiquinha, eu acho que dessa vez a engrenagem que está com defeito é a do seu pai! (RISOS)

SEU MADRUGA – Não é nada disso, (ic) Chaves! O que acontece é que eu fiquei com sol-(ic)... com sol-(ic)...

CHAVES – Consolado? (RISOS)

SEU MADRUGA – Com soluço! Deve ter (ic) sido de tanta emoção...

CHIQUINHA – Boa sorte, pai!

SEU MADRUGA – Vou ter, filha! Eu sinto que, as-(ic)... assim que passar por essa porta, minha vida vai (ic) mudar para melhor.

Assim que Seu Madruga cruza a porta, é logo abraçado por Dona Clotilde, que estava de tocaia, esperando.

DONA CLOTILDE – Meu amor! (RISOS)

SEU MADRUGA – Dona...

DONA CLOTILDE – Agora que a sua situação financeira não é mais um problema, você não precisa se envergonhar!

SEU MADRUGA – Mas se envergonhar do quê?

DONA CLOTILDE – De me pedir em casamento! Mamá, por tanto tempo eu esperei! (RISOS)

SEU MADRUGA – Mas eu...

DONA CLOTILDE – Não diga nada! Não vamos estragar com palavras esse momento que é só de sentimentos!

SEU MADRUGA – Realmente, a senhora é incapaz de imaginar o que eu estou sentido agora! (RISOS)

DONA CLOTILDE (abraçando-o com mais força) – Nós viveremos juntos o resto de nossos dias! Teremos tata paz! Oh, Mamá, agora eu descobri por que branco é a cor das noivas!

SEU MADRUGA – E eu, por que preto é a cor dos noivos! (RISOS)

DONA CLOTILDE – Seu coração está batendo tão apressado! Diga-me, qual é a sua sensação agora?

SEU MADRUGA – Alívio!

DONA CLOTILDE (estranhando) – Alívio?

SEU MADRUGA – É que a senhora fez passar o meu soluço. (RISOS)

DONA CLOTILDE (largando-o e indo para sua casa, zangada) – Insensível! (RISOS)

Seu Madruga ainda fica no pátio por alguns momentos, tendo alguns calafrios, mas logo se lembra do embrulho e sai para entrega-lo. Há, então, uma transição de cena. Pode-se ver ele voltando, ainda com o embrulho. Chaves e Chiquinha estão no pátio, esperando-o.

CHIQUINHA – Como é que foi, papai?

SEU MADRUGA – Fui péssimo, minha filha. Imagine que, quando eu cheguei lá, já haviam entregado uma caixinha de música para a grã-fina, e ela reconheceu como sendo a que estava perdida!

CHIQUINHA – Mas e a sua?

SEU MADRUGA – Não vale nada! Agora o que eu quero entender é como duas pessoas perdem um mesmo objeto, num mesmo local, e praticamente na mesma data!

DONA CLOTILDE (saindo de sua casa e chorando um pouco) – Desculpem, mas eu ouvi que vocês estavam falando de objetos perdidos...

SEU MADRUGA – Bom... Mas e daí?

DONA CLOTILDE – É que eu me lembrei de uma caixinha de música que minha mãe me deu, quando eu ainda era criança!

SEU MADRUGA – Puxa! Mas que memória! (RISOS) Digo... Digo...

DONA CLOTILDE – É melhor não dizer nada!... A minha mãe faleceu a algumas décadas...

CHAVES – Décadas? Eu pensei que já se contasse em séculos! (RISOS)

SEU MADRUGA (zangado) – Chaves, quer calar essa boca? Mas prossiga, Dona Mumilde... Digo, Dona Clotilde, Clotilde! (RISOS)

DONA CLOTILDE (já um pouco brava) – Acontece que, um dia, quando eu estava no porto, acabei esquecendo a caixinha no cais.

SEU MADRUGA – Não!

DONA CLOTILDE – Sim! O pior é que eu estava refazendo o caminho para ver se conseguia encontrar ela, quando vi um homem, que passou e a levou embora!

SEU MADRUGA – E como era esse homem?

DONA CLOTILDE – Magro, espichado, assim como uma lombriga passada a ferro! (RISOS)

SEU MADRUGA – Mas o que é isso, o que é isso? Ele não era nem um pouco bonito?

DONA CLOTILDE – Era horrível. Quando andava, dava a impressão de uma lesma se revirando no sal. (RISOS) Agora, reparando bem, até que ele era parecido com o senhor.

SEU MADRUGA – Que que foi, que que foi, que que há? (RISOS)

DONA CLOTILDE (se insinuando) – Ah, mas o senhor tem todo um... Charme. (RISOS)

SEU MADRUGA (ficando alegre) – Me diga, quanto a senhora pagaria para ter a tão estimada caixinha de volta?

DONA CLOTILDE – Pagar? Ah, mas o senhor não me conhece! Se eu reencontrar esse homem, juro que o esgano com a minhas próprias mãos, por ter acabado com a única lembrança que eu tinha da minha mãezinha! (RISOS)

Dona Clotilde sai, nervosíssima, e Seu Madruga volta a ter os calafrios.

SEU MADRUGA – Chaves, venha cá.

CHAVES – O que é?

SEU MADRUGA (lhe entregando o embrulho) – Vá jogar isso aqui lá no lixo, por favor.

CHAVES – O que tem nesse saco?

SEU MADRUGA – Nada, não olhe. Simplesmente se livre disso, e de uma vez por todas! (RISOS)

Chaves vai, e Seu Madruga se senta na escadaria, estafado. Chiquinha se aproxima.

CHIQUINHA – Papaizinho, agora que tudo acabou, será que eu finalmente posso ir lá na casa da Pópis? (RISOS)

Seu Madruga toma a caixa que estava nas mãos dela, pega os papéis de carta e rasga, em pedaços bem miúdos.

SEU MADRUGA – Toma, pra aprender! Foi assim que essa confusão toda começou!

Ele deixa Chiquinha chorando no meio do pátio e entra em casa, aonde está o Senhor Barriga, lendo o jornal.

SENHOR BARRIGA (espantado) – Senhor Madruga, pode se considerar um homem de sorte!

SEU MADRUGA – E por quê?

SENHOR BARRIGA – Logo abaixo do anúncio da caixinha de música, tem outro, de um colecionador de papéis de carta! Ele oferece uma verdadeira fortuna por um papel muito raro, que tem o desenho de um casal de namorados abraçados, com um guarda-chuva, em meio a uma chuva dourada! Percebe, Senhor Madruga? É o mesmo papel que a sua filha tem! (RISOS)


Pronto. Estou aberto ás críticas! :joia:


Editado pela última vez por Churrumín Moscattelo em 25 Abr 2016, 00:06, em um total de 6 vezes.

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Re: Fanfics CH • Postem aqui suas histórias!
MensagemEnviado: 24 Abr 2016, 23:22 
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Que foda, Churrumín! Boa, garoto! O roteiro ficou excelente, e o final lembrou muito o típico humor de Chespirito.

Quando eu criar um programa de humor, quero você como roteirista... :P
Parabéns, cara. Muito boa essa história.


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Re: Fanfics CH • Postem aqui suas histórias!
MensagemEnviado: 24 Abr 2016, 23:40 
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Mas é muito bom saber que o meu estilo agradou. E quanto ao que você propôs, quem sabe um dia! :P


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Re: Fanfics CH • Postem aqui suas histórias!
MensagemEnviado: 25 Abr 2016, 09:41 
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Sim, não se pode negar que o Churrumín é muito bom para inventar coisas... Parabéns.


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Re: Fanfics CH • Postem aqui suas histórias!
MensagemEnviado: 25 Abr 2016, 13:35 
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Gostei muito dessa fanfic, Churrumín. Parabéns pelo trabalho.
O roteiro lembra o episódio da loteria, mas mesmo assim estava ótimo. É notável a originalidade das piadas no desenrolar da história.


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Re: Fanfics CH • Postem aqui suas histórias!
MensagemEnviado: 25 Abr 2016, 19:55 
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Outro magnifico inspirante a redator de televisão. Muito bom a fanfic Churrumín. Parabéns.


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Re: Fanfics CH • Postem aqui suas histórias!
MensagemEnviado: 28 Abr 2016, 19:16 
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Há uns 10 anos atrás cheguei a pensar uns, algo semelhante ao episódio do escorpião mas com uma aranha.

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Re: Fanfics CH • Postem aqui suas histórias!
MensagemEnviado: 29 Abr 2016, 15:37 
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Gostei muito dessa fanfic. O humor que tem nela é identico ao encontrado no Chaves.Sem falar que o enredo da historia é semelhante ao do bilhete de loteria.Eu queria ter inspiração para criar episódios inéditos,mas minha cabeça é tão fraca para isso.Sou melhor criando versões ineditas de episódios já existentes,tinha um caderno só para isso.


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Re: Fanfics CH • Postem aqui suas histórias!
MensagemEnviado: 28 Mai 2016, 14:54 
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É vendo esses roteiros que eu fiz, e os de outros usuários, que me dou conta de quantas ideias novas Chespirito nunca deixou vingar, por ter se deixado afundar nos remakes. Chaves e Chapolin seriam outros quinhentos...

------------

Estou preparando uma história nova do Chapolin. E parece que eu tenho mesmo uma quedinha por temas parecidos. Como essa "O Tiro que Saiu Pela Culatra" teve aspectos de "O Bilhete de Loteria", a nova do Chapolin também terá de "Vinte Mil Beijinhos Para não Morar com a Sogra".

Mas vou deixar tudo o mais original possível, e o final - assim espero - também será dos "surpreendentes", como foi no episódio do "Tiro...".


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