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Autor:  Cortal Cristado [ 21 Ago 2019, 19:36 ]
Título:  Re: DISNEY

Victor235 escreveu:
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(via Pateta (3s) # 37, de maio de 2014 - mais no tópico de gibis)
???????

Juro que não entendi.

Autor:  gusta dos biscoitos [ 21 Ago 2019, 22:19 ]
Título:  Re: DISNEY

Cortal Cristado escreveu:
Victor235 escreveu:
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(via Pateta (3s) # 37, de maio de 2014 - mais no tópico de gibis)
???????

Juro que não entendi.

Propaganda de série da Disney.

Tópico da Disney.

e é isso

Autor:  Cortal Cristado [ 22 Ago 2019, 00:23 ]
Título:  Re: DISNEY

https://youtu.be/CdVNs68r30c

Autor:  E.R [ 23 Ago 2019, 20:43 ]
Título:  Re: DISNEY





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Autor:  E.R [ 24 Ago 2019, 00:16 ]
Título:  Re: DISNEY

https://link.estadao.com.br/noticias/empresas,servico-de-streaming-disney-so-chegara-ao-brasil-em-2020-confirma-empresa,70002980166



Os fãs da Disney, da Marvel, de Star Wars e das séries da Fox terão que esperar um pouco mais de tempo para aproveitar o serviço de streaming da empresa : nesta sexta-feira, 23, a empresa do Mickey confirmou que a plataforma Disney+ só chegará ao Brasil em 2020.

O anúncio foi feito durante a D23, conferência realizada pela companhia na Califórnia neste final de semana.

Antes da confirmação, a página oficial de Star Wars já havia divulgado que a série baseada no universo da franquia de George Lucas, The Mandalorian, só estrearia na América Latina em 2020 – mesmo sendo um dos principais chamarizes para o lançamento do serviço nos Estados Unidos, previsto para novembro de 2019.

A Disney anunciou em abril que o preço da assinatura comum do Disney + será de US$ 7 por mês.

Nos Estados unidos, o plano básico da Netflix custa US$ 9.

Ainda não há data específica, preço ou outras informações previstas para a chegada do Disney+ ao Brasil.

Nos Estados Unidos, a plataforma chega em 12 de novembro e terá produções originais da Marvel, de Star Wars e um catálogo extenso de produções da Disney e da Fox, incluindo diversas animações.

Autor:  Victor235 [ 30 Ago 2019, 20:55 ]
Título:  Re: DISNEY

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(via Histórias Curtas # 01, lançado em agosto de 2019)

Autor:  E.R [ 05 Set 2019, 02:25 ]
Título:  Re: DISNEY

https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2019/09/03/a-estrategia-da-disney-para-derrubar-a-netflix-e-dominar-o-streaming.htm

Prestes a lançar sua plataforma própria, o Disney+, a Disney entra — para ganhar — em uma batalha com a Netflix, o Amazon Prime Video e os futuros serviços da Warner e da Apple.

Em seu arsenal, estão algumas das marcas mais conhecidas da cultura pop, como Marvel e Star Wars, e um vasto acervo de conteúdo oriundo da aquisição da 21st Century Fox.

Por anos, a Disney licenciou seus filmes e séries para outros serviços, incluindo aí a própria Netflix, onde hoje podem ser encontrados títulos como Thor e Frozen. Isso vai mudar. Em seu primeiro ano de funcionamento, o Disney+ passará a ser o lar das produções feitas sob as maiores marcas da Disney — Marvel Studios, LucasFilm, Pixar e National Geographic — bem como o das produções clássicas da empresa, onde se encaixam as animações e filmes como Mary Poppins. É lá, ainda, onde você poderá assistir às 30 temporadas de Os Simpsons, uma das grandes marcas da Fox.

Isso significa que as produções Disney disponíveis na Netflix e na Amazon devem deixar as plataformas assim que os acordos de licenciamento expirarem, tornando-se exclusivas do Disney+. Conteúdos recentes, como Vingadores : Ultimato e o ainda inédito Star Wars : A Ascensão Skywalker, irão direto para o streaming da Disney.
"Estamos completamente em controle do nosso destino agora", resumiu Kevin Mayer, presidente da divisão de Direct-To-Consumer e International da The Walt Disney Company, em conversa com jornalistas. "Agora temos conteúdo suficiente e plena capacidade para depender apenas de nós mesmos. Ser estrategicamente independente é uma ótima posição para se estar. Temos a escala para não depender de ninguém mais além de nós".

A plataforma, no entanto, não vai viver apenas do que for lançado nos cinemas ou nos canais de TV da Disney. Há várias produções originais em desenvolvimento, incluindo oito séries da Marvel, como WandaVision e Loki, que serão "completamente entrelaçadas" com os filmes, de acordo com Kevin Feige, o todo-poderoso do MCU.

Já a franquia Star Wars ganhará novas adições com a série The Mandalorian, que estreia no dia 12 de novembro, e com os spin-offs de Obi Wan-Kenobi e Cassian Andor (o personagem de Diego Luna em Rogue One).

O Disney+ estreará nos Estados Unidos já com várias produções próprias que servirão de chamariz: além de The Mandalorian, também serão disponibilizados a versão live-action de A Dama e o Vagabundo; a série continuação de High School Musical; a série de curtas Forky Asks a Question, protagonizada por Garfinho, de Toy Story 4; a série The World According to Jeff Goldblum, estrelada pelo astro de Jurassic Park; o filme natalino Noelle, com Anna Kendrick como a irmã do Papai Noel; e Encore, um reality apresentado por Kirsten Bell que colocará pessoas para reencenarem peças que apresentaram no colégio.

A plataforma ainda apostará em produções locais, feitas nos demais países em que irá operar. Isso vale, inclusive, para a América Latina, onde o Disney+ vai desembarcar já com produções feitas localmente em 2020. A empresa não confirma se alguma delas será brasileira - mas é bem provável, visto que o Brasil é o maior mercado da região.
Só há dois pré-requisitos para uma série ou um filme estar no Disney+: se encaixar em alguma das grandes marcas da Disney e ser "family friendly", ou seja, para toda a família. "Não significa que seja para crianças, mas que seja apropriado para famílias, mesmo as que tenham muitos adultos", explicou Kevin Mayer. E os filmes e as séries para maiores? Aí já é outra história.

A Disney também terá o Hulu : é para lá que irão, por exemplo, séries como Pretty Little Liars e Shadowhunters, produzidas pelas Freeform, o canal "millenial" da Disney na TV americana. O conteúdo da Fox também deve ser abrigado no serviço, que já é o lar das produções do canal FX, como American Horror Story. Existe a possibilidade de uma expansão internacional do Hulu, que por enquanto está disponível apenas nos Estados Unidos.

A assinatura do Disney+ nos Estados Unidos custará US$ 6,99, contra US$ 8,99 do plano mais barato da Netflix no país.

E o serviço da Disney promete entregar mais do que a concorrência : segundo a empresa, todos os assinantes receberão imagens em 4K Ultra HD e poderão usar quatro telas simultâneas.

O plano básico da Netflix, com contrapartida, permite apenas uma tela por vez, e não tem HD disponível.

Ainda não há previsão de valores do Disney+ para o Brasil. Por aqui, o plano básico da Netflix custa R$ 21,90.

Autor:  E.R [ 05 Set 2019, 05:09 ]
Título:  Re: DISNEY

https://esportes.yahoo.com/noticias/definicao-de-futuro-do-fox-sports-corre-risco-de-ser-adiado-141359507.html

A definição do futuro dos canais Fox Sports pelo Cade (Conselho de Administração de Defesa Econômica) corre o risco de acontecer somente no ano que vem.

O órgão havia fixado o próximo dia 20 como prazo para a Disney vender os canais Fox Sports ou o caso retornaria ao Cade, que deliberaria sobre eventual solução.

Porém, como quatro das cadeiras de conselheiros estão vagas no momento, o tribunal do Cade não tem quórum para realizar sessões de julgamento.

O governo federal indicou três nomes, que para assumir, terão ainda que passar por uma sabatina no Senado e ter os nomes aprovados pelo plenário.

Depois de eventualmente ser aprovados, os novos conselheiros teriam que tomar pé da complexa negociação envolvendo Fox Sports, Disney e ESPN do Brasil.

Um possível adiamento da parte do Cade prolongaria o clima de indefinição que paira sobre as partes envolvidas e que afeta o mercado de transmissões esportivas.

As especulações de profissionais da indústria são inúmeras, e vão da venda, às vésperas do deadline, dos canais Fox Sports talvez até para o próprio grupo Fox, entre outros potenciais interessados, à uma mudança de posição da parte do conselho do Cade.

Autor:  E.R [ 09 Set 2019, 08:37 ]
Título:  Re: DISNEY


Autor:  E.R [ 10 Set 2019, 00:31 ]
Título:  Re: DISNEY

https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/daniel-castro/menos-de-um-mes-apos-cortar-cupula-da-espn-executivo-da-disney-e-demitido-29338

Principal executivo da Disney no Brasil, líder do processo de fusão com a Fox, o engenheiro elétrico Michel Piestun deixou o cargo de gerente-geral da companhia nesta segunda-feira (9).

A demissão de Michel Piestun ocorre menos de um mês após ele ter rescindido contratos com 11 importantes profissionais da ESPN, entre eles o vice-presidente de Jornalismo e Produção, João Palomino, e os comentaristas Juca Kfouri e Arnaldo Ribeiro.

A Disney, por meio de sua assessoria de imprensa, confirmou ao Notícias da TV a saída de Michel Piestun, mas não revelou os motivos. Disse que foi uma "decisão mútua". O novo chefe da empresa no Brasil ainda não é conhecido.

Com passagens pela Samsung e Groupon, Michel Piestun entrou no mercado de televisão por assinatura em março de 2017, quando assumiu o comando dos canais Fox.

Com a compra da Fox pela Disney, em uma operação global de US$ 71,3 bilhões, passou dois anos depois a comandar toda a operação do grupo no Brasil, o que inclui os canais Disney, Fox (menos Fox Sports) e ESPN.

Nos últimos cinco meses, o executivo colecionou inimigos com uma política agressiva de transformação, que resultou em dezenas de demissões. Sua primeira vítima foi o argentino German Hartenstein, demitido em abril, depois de 14 anos como principal executivo da ESPN no Brasil.

Em 14 de agosto, Michel Piestun surpreendeu o mercado ao dispensar, de uma só vez, João Palomino, então primeiro executivo da ESPN; os comentaristas Juca Kfouri, Arnaldo Ribeiro, Claudio Arreguy, Eduardo Tironi, Maurício Barros e Rafael Oliveira (que foi para o DAZN); o apresentador João Carlos Albuquerque (o Canalha); a gerente de produção, Renata Netto; a diretora de arte, Stela Spironelli; e o editor-chefe Guilherme Graziano.

Michel Piestun assumiu ele mesmo a direção dos canais ESPN no Brasil, mas nem teve tempo de esquentar a cadeira. Ficou só três semanas e meia na função.

Autor:  Trascastro [ 13 Set 2019, 13:55 ]
Título:  Re: DISNEY

Krl. a ESPN tá uma bagunça. Enfiaram jornaleco nas 24h praticamente, acabou mesa redonda e parece tudo meio pobre. Amigão nem vai rir mais assim...

Autor:  Billy Drescher [ 13 Set 2019, 23:22 ]
Título:  Re: DISNEY

Era para ter, no máximo, duas edições diárias de SportsCenter.

Agora são quatro edições de segunda a sexta: 11h (uma hora de duração), 15h (com até três horas de duração), 20h (variando de uma a duas horas) e a tradicional que começa entre 23h e 0h.

Autor:  E.R [ 14 Set 2019, 01:37 ]
Título:  Re: DISNEY

Espero que o Cade deixe a ESPN comprar os campeonatos que atualmente estão com a FOX em um futuro próximo.

No caso, o Campeonato Alemão e o Campeonato Espanhol (esse a ESPN já passa, mas divide os direitos com a FOX).

Outra coisa que podia acontecer no futuro é a ESPN e o DAZN dividirem os direitos do Campeonato Alemão.

A Libertadores futuramente poderia ter seus direitos divididos entre SporTV, ESPN, Facebook e DAZN, se o CADE permitir.

Autor:  E.R [ 18 Set 2019, 00:50 ]
Título:  Re: DISNEY

https://tvefamosos.uol.com.br/colunas/flavio-ricco/2019/09/18/venda-do-fox-sports-encontra-resistencias-e-deve-demorar-mais-tempo.htm

A venda do canal Fox Sports tem encontrado complicações, bem maiores do que inicialmente se imaginava.

Informação obtida pela coluna é que a Disney voltou ao CADE, pedindo mais prazo para vender o canal, sinal de que a forma como a negociação foi concebida está tornando o negócio inviável.

Profissionais do mercado, consultados, apontam os valores pagos por assinante como principal complicador.

E mais : da forma como foram calculados, com o orçamento da emissora seriamente comprometido, tornam impeditiva qualquer negociação.

Resta aguardar por uma manifestação do CADE, que tem alguns dos seus conselheiros em final de mandato, em período de substituição.

Diante disso, existe a quase certeza de que o caso deve continuar sem solução por mais algum tempo.

Autor:  Victor235 [ 21 Set 2019, 17:11 ]
Título:  Re: DISNEY

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(via Pateta (3s) # 59, lançado em março de 2016)

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