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Discussões a respeito dos serviços prestados pela empresa

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E.R
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Mensagem por E.R » 26 Jul 2020, 02:45

NOTÍCIAS
https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2 ... erce.shtml

A pandemia de coronavírus elevou o fluxo dos Correios em 25% até junho deste ano na comparação com o mesmo período de 2019.

Segundo a empresa, a demanda do ecommerce foi o principal fator de estímulo para a alta do serviço postal.

Mesmo com o afastamento de profissionais, a estatal manteve o funcionamento das agências e diz que a eficácia das entregas no país está superior a 90%.

O serviço foi um dos serviços considerados essenciais na crise da Covid-19.

O comércio digital ganhou 5,7 milhões de novos consumidores no segundo trimestre, segundo dados da empresa de inteligência de mercado Neotrust/Compre&Confie.

O período foi o mais crítico ao varejo já que as lojas fecharam as portas para atender orientações municipais e manter o distanciamento social.

Para suprir a nova a demanda, os Correios contrataram mão de obra terceirizada, que também foi autorizada a realizar horas extras e mutirões de fim de semana.

"Foram locadas linhas adicionais de transporte de carga e adotado tratamento especial para encomendas de transações eletrônicas", diz a empresa.

Os Correios não abrem quantos trabalhadores terceirizados foram contratados no período. Em períodos de acúmulo de pedidos, como Natal e Black Friday, a estatal costuma aumentar o número de trabalhadores para a separação de cartas — os carteiros são todos concursados.

De modo geral, no Brasil o ecommerce passou de 3 milhões de pedidos por semana no início de fevereiro para mais de 3,6 milhões na primeira semana de julho, de acordo com a consultoria Ebit|Nielsen. No início de maio, os pedidos ultrapassaram 4,5 milhões por semana. O faturamento chegou a R$ 2 bilhões em maio.

Índice da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico aponta para aumento de 137,35% das vendas na comparação entre maio de 2020 e maio de 2019, pico do aumento das vendas. O faturamento do setor, no mesmo período, seguiu essa tendência, com alta de 127,77%.

O índice não contabiliza dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, além do setor de viagens e turismo, anúncios e aplicativos de transportes e alimentação.
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Mensagem por E.R » 29 Jul 2020, 05:15

NOTÍCIAS
https://valor.globo.com/empresas/notici ... osto.ghtml

Um pacote de “maldades” da atual gestão dos Correios pode resultar em greve de seus quase 100 mil trabalhadores a partir de agosto.

Com negociações abertas para um novo acordo coletivo, a diretoria dos Correios propôs aos funcionários o corte de benefícios “extra-CLT” que foram incorporados aos salários.

A lista de “bondades” hoje em dia inclui itens como vale-peru (um tíquete-alimentação de cerca de R$ 1 mil dado em dezembro), vale-cultura, adicional de 70% de férias e 180 dias de licença-maternidade.

Na cúpula dos Correios, o discurso é de que esses benefícios ficaram fora da realidade, principalmente em um contexto de pandemia, com o tombo na economia e o aumento do desemprego.

A economia anual com os cortes é estimada em R$ 600 milhões.

O presidente dos Correios, general Floriano Peixoto, disse que sem esses ajustes, haverá “grave comprometimento” do caixa da estatal.

Na quinta-feira passada, os 31 sindicatos pertencentes à Fentect (principal federação dos trabalhadores) rejeitaram unanimemente a proposta e aprovaram um “indicativo” de greve.

Uma assembleia nacional foi marcada para a próxima terça-feira (dia 4 de agosto) e pode aprovar o início da paralisação, caso não haja um recuo dos Correios.

Os trabalhadores pediram reajuste salarial de 5%, acima da inflação, e os Correios ofereceram zero.

Se o impasse continuar, a decisão deve ir para o Tribunal Superior do Trabalho (TST).

O vice-presidente da Associação dos Profissionais dos Correios (ADCAP), Marcos César Silva, argumenta que não são benefícios como vale-peru e licença-maternidade estendida os culpados por prejuízos da estatal em exercícios recentes. Ele responsabiliza o congelamento de tarifas postais pelo quadro de deterioração das finanças.
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Mensagem por Barbano » 29 Jul 2020, 09:40

Nesse caso apoio totalmente os trabalhadores. Não tem nada que cortar esses pequenos benefícios conquistados pela categoria.

Já quando ao reajuste, tô com o governo. Não é momento para isso. Lembrando que a lei complementar 173 proíbe qualquer tipo de reajuste para os servidores até o final de 2021. Não sei se ela também se aplica a empresas públicas, como os Correios, mas, por isonomia, deveria valer sim.

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Mensagem por E.R » 31 Jul 2020, 09:46

NOTÍCIAS
https://www.metropoles.com/brasil/corre ... a-covid-19

Em meio à pandemia do coronavírus, os Correios têm negociado, desde o início deste mês, com as entidades representativas dos empregados os termos do Acordo Coletivo de Trabalho 2020/2021.

Em nota, a empresa afirmou que irá ajustar os benefícios concedidos ao que está previsto na CLT e em outras legislações, resguardando todos os direitos dos empregados. “Tendo em vista a realidade financeira da empresa, com um cenário de dificuldades que tem se agravado a cada ano que passa, os Correios precisam se adequar não só ao que o mercado está praticando, mas, também, ao que está previsto na legislação”, diz a nota.

Sobre a greve, a empresa afirmou que já possui um plano de contingência formulado para garantir a continuidade de suas atividades, sobretudo nesse momento em que os serviços de postagens são ainda mais essenciais para pessoas físicas e jurídicas.
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Mensagem por Victor235 » 31 Jul 2020, 20:38

Funcionários dos Correios marcam greve para terça-feira (4)
Em resposta ao corte de benefícios, os funcionários dos Correios confirmaram uma paralisação a partir da próxima terça-feira (04). Segundo o Governo Federal, esta decisão será um agravante para a economia, que já está afetada pela pandemia de covid-19.
A greve foi motivada por uma proposta da Diretoria dos Correios que pretende cortar alguns benefícios e adequar outros à CLT, em razão da atual crise econômica do país. Se aprovada, a mudança reduzirá o adicional de férias, o adicional noturno, a licença maternidade, entre outras concessões mais generosas que as previstas na CLT. Algumas vantagens serão cortadas, como a indenização por morte ou invalidez e o pagamento de multas dos funcionários.
Os sindicatos acreditam que o governo não conseguirá desmobilizar os funcionários, apesar do argumento de que este seria o pior momento para uma greve.
"Certa do compromisso e da responsabilidade de seus empregados com a população e o país, espera que a adesão a uma possível paralisação, se houver, seja ínfima e incapaz de prejudicar o serviço postal e os brasileiros", afirmou os Correios em um comunicado.
https://www.tecmundo.com.br/mercado/155 ... eira-4.htm
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano

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