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Re: Netflix
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MensagemEnviado: 13 Out 2017, 05:31 
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O GLOBO

Com a crise fiscal atingindo também os cofres municipais, as prefeituras de diversas cidades do país começam a abrir novas frentes de arrecadação.

Entre elas, está a cobrança do Imposto Sobre Serviços (ISS) — que é um tributo municipal — em atividades que até agora não eram taxadas, como o serviço de streaming de vídeos e músicas, oferecidos por empresas como Netflix e Spotify.

Hoje, esses serviços não têm incidência de impostos. Tributaristas ouvidos pelo GLOBO afirmam que o assunto é polêmico e deve provocar disputas judiciais. Além disso, ressaltam, a mensalidade para os assinantes deve aumentar.

Capitais como Palmas, Porto Alegre e Recife já conseguiram a aprovação da cobrança nas Câmaras Municipais. Enquanto Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Cuiabá, Florianópolis e João Pessoa encaminharam projetos ao Legislativo e aguardam aprovação. Os governos de Rio Branco (AC), Manaus (AM), Porto Velho (RO), Fortaleza (CE) e Curitiba (PR) estão elaborando projetos de mesmo teor.

Em São Paulo, que enviou a proposta de cobrança à Câmara Municipal há um mês, o prefeito João Doria postou vídeo na internet criticando duramente Netflix e Spotify por não pagarem impostos. Doria afirmou, inclusive, que é cliente de uma dessas empresas e elogiou o serviço, mas questionou o modelo de negócios, no qual só se pagam impostos nos Estados Unidos, sem nada desembolsar aqui.
— Não estamos criando novos impostos. Trata-se de uma lei federal complementar, sancionada ano passado, e os municípios estão se adequando a ela. Era só o que faltava : essas empresas, que são ricas, não pagarem imposto. Os lucros delas são muito altos, e seus donos, bilionários. Aqui em São Paulo vão pagar imposto, sim, e não devem repassar aos usuários — afirmou o prefeito no vídeo postado em uma rede social.

Procurada, a Spotify informou que não comentaria o assunto. A Netflix não respondeu ao pedido de entrevista do GLOBO.

Para o advogado tributarista e professor de Direito da Universidade de São Paulo Fernando Zilveti, a cobrança de impostos sobre serviços de streaming deve fazer a mensalidade subir :
— O ISS é diretamente repassado ao consumidor. Não é como o ICMS, que pode ser compensado.

O tributarista observa que a cobrança de impostos sobre entretenimento, inclusive transmissões via streaming, é tendência mundial. O problema é que, no Brasil, as discussões sobre tributação de novas tecnologias sempre começam muito atrasadas, o que gera polêmica e disputa judicial, diz Zilveti :
— O problema não é a cobrança em si. Existe uma tendência mundial de taxar serviços de entretenimento via streaming. Mas, no Brasil, ainda existe uma discussão esdrúxula sobre se a atividade dessas empresas pode ser definida como prestação de serviço ou cessão de direitos a conteúdos de vídeo e música. Certamente, quando vier a taxação, elas vão questionar na Justiça.

A lei complementar 157, que ampliou a lista de serviços que podem ser taxados pelo ISS, incluindo o streaming, foi sancionada pelo presidente Michel Temer em dezembro do ano passado. A lei fixou a alíquota mínima em 2%, tirando essa decisão dos municípios para evitar uma guerra fiscal, já que muitas cidades baixavam o ISS para atrair empresas. Além disso, como essas atividades não eram tributadas, alguns estados queriam taxá-las com Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS, estadual), como acontece com as transmissões via TV a cabo.
— As transmissões via streaming não podem ser classificadas como um serviço de telecomunicação, e não cabia cobrança do ICMS. Como estavam em uma espécie de limbo tributário, acabaram sendo incluídas na lista de atividades em que incide o ISS — diz um especialista no assunto, que prefere não se identificar.

Segundo ele, é vantajoso para as empresas, já que a alíquota máxima do ISS é de 5%, enquanto a do ICMS chega a 30%.

Na cidade do Rio de Janeiro, a Câmara começou a analisar na terça-feira projeto que prevê a cobrança de ISS sobre serviços streaming, com alíquota de 2%.

O projeto carioca também prevê taxar processamento e armazenamento de dados, imagens, vídeos, aplicativos e sistema de informação, elaboração de programas de computador e jogos eletrônicos, além de outros segmentos previstos na lei federal. Se for aprovada pela Câmara, a cobrança começa em 2018.

Em São Paulo, a alíquota de ISS proposta para os serviços de streaming é de 1,09%. Mas, como será feita uma readequação de todo o ISS cobrado pelo município, que hoje varia entre 3%a 5%, a alíquota média deve ficar em 2,9%.

O advogado Maucir Fregonesi, sócio do setor tributário do escritório Siqueira Castro, diz que a cobrança cria uma distorção : empresas que podem ser consideradas do mesmo ramo de atividade (streaming e TV a cabo) serão taxadas de forma diferente :
— Nesse caso, existe problema de concorrência, já que o ISS é um imposto mais baixo que o ICMS. Temos empresas do mesmo ramo de atividade tributadas de forma distinta, o que pode ser contestado na Justiça.

Além disso, observa Fregonesi, os serviços se caracterizam pela obrigação de fazer algo personalizado a alguém. Quando se contrata a Netflix, paga-se para ter acesso a filmes e vídeos. Portanto, há espaço para questionar judicialmente se o ISS incidiria nesses serviços.
— Streaming é uma obrigação de dar, não de fazer um serviço em caráter pessoal. O Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu, em casos anteriores, que no caso de locação de bens móveis, como um carro, não há incidência de ISS, porque não se trata de fazer algo, mas de dar algo — disse Fregonesi.

Há dúvidas também sobre como será feita a cobrança : se na cidade da sede da empresa ou onde o serviço é prestado, pergunta-se a coordenadora de um núcleo de pesquisa de tributação de novas tecnologias da Fundação Getulio Vargas (FGV), a advogada Tathiane Piscitteli.

Ela lembra que, embora a assinatura do streaming esteja vinculada ao endereço do usuário, via cartão de crédito, ele pode usufruir do serviço em viagem. Há usuários que pagam no exterior, via cartão de crédito, em dólar.

A prefeitura de São Paulo afirmou, em nota, que a cobrança será feita na região onde o serviço for prestado, e não no município em que a empresa estiver instalada. No entanto, em cidades como Porto Alegre e Campinas (SP), onde já foi aprovada a cobrança de ISS em serviços de streaming, apenas as empresas com sede nesses municípios estão sendo taxadas.

A advogada observa que a taxação desses serviços pode ter desdobramentos. Softwares adquiridos via streaming, por exemplo, seriam tributados pelo ICMS. A Secretaria da Fazenda do estado de São Paulo editou orientação para a cobrança do imposto sobre comércio em massa de softwares.
— Os estados ainda não desistiram de tributar esse tipo de serviço com ICMS. Há entendimento de que os softwares oferecidos via streaming são mercadorias, o que abre uma nova frente de conflito na Justiça — afirmou Tathiane.

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Re: Netflix
MensagemEnviado: 16 Out 2017, 14:52 
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https://m.oglobo.globo.com/rio/crivella-sanciona-lei-que-taxa-servicos-de-streamingno-rio-21950284

O prefeito Marcelo Crivella sancionou um projeto de lei com mudanças na legislação que regulamenta a cobrança do Imposto Sobre Serviços (ISS) no município do Rio de Janeiro.

O texto foi publicado na edição desta segunda-feira no Diário Oficial.

Entre as novidades, está a tributação de serviços de streaming (como do Netflix e do Spotify), com alíquota de 2%.

A lei também introduziu a cobrança para serviços de processamento e armazenamento de dados, imagens, vídeos, aplicativos e sistema de informação, elaboração de programas de computador e jogos eletrônicos, além de aplicação de tatuagens e piercings, e outros segmentos.

As novas regras têm como objetivo adequar a legislação local a regras estabelecidas recentemente pela legislação federal. A cobrança tem início em 90 dias.

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Re: Netflix
MensagemEnviado: 17 Out 2017, 14:31 
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https://cinema.uol.com.br/noticias/afp/2017/10/16/netflix-ganha-5-milhoes-de-novos-assinantes-e-dobra-lucros.htm

A Netflix anunciou, nesta segunda-feira (16) que ganhou 5 milhões de novos assinantes nos últimos três meses e dobrou seus lucros, em um balanço trimestral, que estimulou a compra de ações da empresa de streaming.

A californiana Netflix fechou o terceiro trimestre com mais de 104 milhões de assinantes pagos, com membros internacionais alcançando 52,7 milhões e superando o número de associados americanos.

Os lucros líquidos saltaram a 129 milhões de dólares, mais que o dobro do mesmo período no ano passado.

A receita no período subiu 30% ante o ano anterior, alcançando 2,98 bilhões de dólares, segundo a Netflix. "Estamos crescendo bem pelo mundo e estamos nos trilhos para superar 11 bilhões de dólares em receita de 2017", disse uma carta aos acionistas.

As ações da empresa subiram 1,7% nas negociações após o fechamento do mercado, por causa dos resultados melhores que o esperado.

A empresa já está em 190 mercados.

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Re: Netflix
MensagemEnviado: 17 Out 2017, 20:51 
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Re: Netflix
MensagemEnviado: 30 Out 2017, 19:38 
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https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/house-of-cards-vai-terminar-na-6-temporada-apos-kevin-spacey-ser-acusado-de-assedio-sexual-diz-site.ghtml

"House of Cards" acabará após o final de sua sexta temporada, que está sendo produzida atualmente e que estreia em 2018, segundo o site especializado Deadline.

A Netlix decidiu terminar a série política menos de 12 horas depois do protagonista, Kevin Spacey, ser acusado de assédio sexual pelo ator Anthony Rapp, que na época do ocorrido tinha 14 anos.

Em entrevista ao site BuzzFeed News, Rapp, de 46 anos, contou que estava sentado na beira de uma cama, após uma festa ocorrida no apartamento de Spacey, em 1986, quando o vencedor do Oscar, hoje com 58 anos, entrou no quarto.
"Ele me carregou no colo como um noivo carrega a noiva. Mas eu não me afastei inicialmente, porque estava me perguntando: 'o que está acontecendo ?'. Ele, então, se deitou em cima de mim", disse o ator, que atualmente faz parte do elenco de "Star Trek: Discovery".

"A Media Rights Capital e a Netflix estão profundamente pertubadas com a notícia da noite de ontem sobre Kevin Spacey", afirmaram as empresas responsáveis pela série em nota à imprensa.
"Em resposta às revelações da última noite, executivos de ambas as companhias chegaram a Baltimore nesta tarde para encontrar com o elenco e a equipe para ter certeza de que eles continuarão se sentindo seguros e apoiados. Como já estava programado, Kevin Spacey não está trabalhando no set neste momento."

Em nota, Kevin Spacey, que tinha 26 anos quando o suposto assédio ocorreu, disse estar "horrorizado" pelo relato e afirmou que não se lembra do encontro.
"Mas, se eu tiver me comportado da forma como ele descreve, devo a ele as mais sinceras desculpas pelo que teria sido um comportamento etílico inapropriado", disse Spacey.

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Re: Netflix
MensagemEnviado: 01 Nov 2017, 18:01 
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http://cinepop.com.br/governo-brasileiro-estuda-cobrar-novas-taxas-da-netflix-158079

Depois que o Senado Federal aprovou a lei para que serviços como a Netflix entrassem na regra de aquisição de “Imposto sobre Serviços de qualquer natureza” (ISS), o presidente Michel Temer estuda cobrar uma nova taxa – dessa vez através da Ancine (Agência Nacional do Cinema).

Segundo o jornalista Ricardo Feltrin, o governo quer cobrar da Netflix um imposto conhecido como “Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional” (Condecine).

A taxa é cobrada de produtoras e distribuidoras de conteúdo no país, que tem que pagar em torno de R$ 7 mil por cada produção estrangeira com duração superior a 50 minutos (filmes, documentários, séries).


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Re: Netflix
MensagemEnviado: 01 Nov 2017, 20:19 
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Câmara de SP aprova cobrança de imposto sobre Netflix e Spotify
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Estadão
6 horas atrás

Deputado Carlos Zarattini (PT-SP)Uber: autor de PLC quer anular mudanças do Senado
A Câmara Municipal de São Paulo aprovou, nesta terça-feira, 31, o Projeto de Lei que fixa impostos para aplicativos como Netflix e Spotify na cidade.

Com 31 votos favoráveis, 12 contrários e duas abstenções, os vereadores retiraram estímulos de serviços que antes não recolhiam o Imposto sobre Serviços (ISS), e isso incluiu as empresas de transmissão de streaming.


O impacto da cobrança de ISS é de 2,9% sobre a tributação sobre os aplicativos. O texto aprovador em fase final acatou alterações do vereador José Police Neto (PSD), que cria um fundo destinando 5% do montante captado para a criação de polos tecnológicos na cidade.

Segundo os integrantes da Câmara, a lei foi uma necessidade para adequar a legislação municipal à lei federal assinada no ano passado por Michel Temer.

Antecipação. A nova lei também permite o município criar uma empresa pública para antecipar as multas de trânsito, assim como de aplicativos de carona remunerada como Über e 99. Os aplicativos devem pagar valores com base em cálculos de quilometragem rodada pelos motoristas para oferecer o serviço aos paulistanos.
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Re: Netflix
MensagemEnviado: 01 Nov 2017, 20:26 
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Esses políticos não vão sossegar até o Netflix repassar os preços dos impostos cobrados por eles para os consumidores.

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Re: Netflix
MensagemEnviado: 04 Nov 2017, 23:45 
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O último filme da Larissa Manoela saiu em junho nos cinemas e chegou em outubro no Netflix.

Tenho esperança de que em fevereiro ou março de 2018, o filme do Danilo Gentili esteja no Netflix.

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Re: Netflix
MensagemEnviado: 10 Nov 2017, 22:29 
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https://omelete.uol.com.br/series-tv/noticia/netflix-nao-repassara-iss-a-seus-usuarios/

A Netflix não pretende repassar o custo do ISS (Imposto Sobre Serviços) aos seus assinantes, caso a proposta da Prefeitura de São Paulo seja aprovada. Em nota, o serviço de streaming afirmou : "A Netflix cobra e repassa impostos em todos os mercados onde é legalmente obrigada a fazê-lo. Em relação a atual versão do ISS, a Netflix não irá repassá-lo aos consumidores."

A prefeitura de São Paulo pretende tributar serviços de streaming de aúdio e vídeo, como Netflix e Spotify, em 1,09% a partir de 2018.

O prefeito João Dória encaminhou a proposta de regulamentação do ISS (Imposto sobre Serviço) neste setor para a Câmara Municipal em setembro, seguindo lei complementar nº 157, sancionada em dezembro de 2016 pelo presidente Michel Temer. Segundo ela, estão sujeitos à cobrança serviços de processamento, armazenamento ou hospedagem de dados, textos, imagens, vídeos, páginas eletrônicas, aplicativos e sistemas de informação, entre outros formatos.

Em entrevista ao UOL, o secretário da Fazenda do município, Caio Megale, afirmou que São Paulo não é a única cidade que toma esta atitude. “Estamos fazendo a regulamentação da lei federal, que temos que seguir até por questão de probidade administrativa. Ao longo deste ano, todos os municípios estão mandando suas leis locais.”

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Re: Netflix
MensagemEnviado: 18 Nov 2017, 15:16 
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http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/11/1936351-aos-poucos-streaming-absorve-cipoal-de-tributos.shtml

O cofundador e presidente da Netflix, o americano Reed Hastings, costuma brincar, quando questionado por jornalistas sobre pagar imposto no Brasil : "Qual ? São tantos".

Os repórteres brasileiros riem, ele também, reafirmando por fim, sério, que a Netflix paga "todos os impostos" devidos desde que chegou ao país, seis anos atrás, seu primeiro mercado internacional.

No fim de 2016, foi sancionada a chamada reforma do ISS (Imposto Sobre Serviços), que permitiu agora que São Paulo e Rio de Janeiro passem a cobrar da Netflix e de serviços semelhantes, como o Spotify.

O prefeito João Doria gravou mensagem supostamente agressiva, dizendo que "aqui em São Paulo não tem conversa, vai pagar imposto, sim". Simulou uma ordem: "E não deve aumentar o valor do serviço prestado à população. Tira da sua margem. Não venham querer ganhar em cima do consumidor".

Na verdade, Hastings, já em março, havia afirmado à Folha: "Vamos pagar [o ISS]. Não será repassado aos nossos clientes. Não haverá aumento na mensalidade".

Deixando de lado a bravata do prefeito, a absorção sem resistência do ISS por Netflix, Spotify e outros é novo sinal da crescente normalização das operações de streaming.

Eles vão aos poucos se enquadrando na regulação do país – o que é até urgente, no caso da Netflix, já com mais assinantes do que a maior operadora de TV paga, segundo uma avaliação da própria Ancine, agência que regula todo o setor audiovisual.

O próximo passo na normalização, talvez o maior, será dado na próxima quarta (22), quando outra taxa, a Condecine, deve ser encaminhada pelo governo federal.

As alíquotas de ISS, 2% no Rio e 2,9% em São Paulo, foram facilmente assimiladas, mas a nova contribuição pode ter impacto maior.

A questão é que a Condecine (originalmente voltada ao cinema, recaindo depois sobre todo o audiovisual) para o vídeo por demanda está inteiramente em aberto, com várias propostas, desde adaptar a regulação vigente até avançar sobre YouTube e Facebook.

A maior divergência entre os atores do setor, em número crescente, estrangeiros e nacionais, inclusive o Grupo Globo, se dá entre cobrar a contribuição por títulos exibidos ou por faturamento.

Outra questão recente na mesa é destinar ou não, previamente, parte da arrecadação para coproduções nacionais. A decisão sobre tudo isso é esperada para quarta (22).

As conversas vêm sendo centralizadas pelo ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, que, para tanto, foi há duas semanas até a sede da Netflix, em Los Gatos, na Califórnia.

O propósito é oferecer às empresas maior segurança regulatória, o que levaria a mais investimentos. As definições recentes do ISS também seguem nessa direção.

Ao que parece, está dando certo. Nesta sexta (17), a HBO prometeu para "muito em breve uma nova maneira de oferecer HBO Go ao mercado brasileiro". Hoje o seu serviço de streaming é apenas para assinantes de TV paga. A "nova maneira", há muito aguardada, é assinar só pela internet – como a Netflix.

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Re: Netflix
MensagemEnviado: 18 Nov 2017, 17:20 
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Re: Netflix
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Re: Netflix
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Re: Netflix
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A série de TV de The Witcher pela Netflix encontrou sua showrunner : Lauren Schmidt Hissrich, de Demolidor e Os Defensores, assumirá a posição. A informação é da Variety.

Além disso, o Comic Book Movie aponta que a trama adaptará O Último Desejo e Espada do Destino, coletâneas de contos escritos por Andrzej Sapkowski que apresentam o bruxo Geralt de Rivia e dão início à saga de livros que servem como base para a trilogia de jogos.

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