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Re: Violência • Notícias e debates sobre violência.
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MensagemEnviado: 16 Fev 2017, 19:28 
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Colocaram o exército em ruas em frente às praias aqui da Zona Sul, no Rio de Janeiro.

Mas outras ruas da própria Zona Sul estão sem o policiamento necessário e muito inseguras.

Na porta das Lojas Americanas do Leblon tem 3 pedintes quase bloquando a passagem e pedindo dinheiro para as pessoas de uma forma bem agressiva (já tem essa loja no bairro faz tempo e nunca se chegou nesse ponto).

O número de moradores de rua nos principais bairros da Zona Sul aumenta cada vez mais. Tem muita gente que vem de outras partes da cidade para pedir dinheiro. A sensação de falta de segurança é cada vez maior.

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Re: Violência • Notícias e debates sobre violência.
MensagemEnviado: 17 Fev 2017, 08:02 
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Reflexo da crise, infelizmente. Aqui também tem cada vez mais pedintes, moradores de ruas e vendedores de bugigangas nos semáforos. Não é nada ilegal, mas passa sim a sensação de insegurança.


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Re: Violência • Notícias e debates sobre violência.
MensagemEnviado: 14 Mai 2017, 03:00 
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EXTRA

O cantor Luiz Melodia, de 66 anos, perdeu todo o acervo histórico de sua carreira no assalto que sofreu em sua casa, em São Conrado, na Zona Sul do Rio de Janeiro, na sexta-feira à noite.

Quatro bandidos encapuzados invadiram o local, de madrugada, amarraram o filho do artista, Mahal, de 38 anos, e levaram pertences, como televisão, relógio, cartões e um computador, onde estava o acervo.

O caso foi registrado na 15ª DP (Gávea).
— Reviraram minha casa inteira. E, nesse computador, tinha os registros dos 40 anos de carreira dele : a biografia em inglês, todos os releases do “Pérola Negra” até hoje, parte da passagem dele pela Europa, além de toda a discografia. Acho até que vai dar para recuperar, mas vai ser um inferno. Prefiro nem ficar tão irritada agora, por conta da situação médica do meu marido — disse mulher de Melodia, Jane Reis.

O cantor está internado no Hospital Quinta D’Or, em São Cristóvão, onde passou por cirurgia de transplante de medula. Desde fevereiro, o artista luta contra um câncer derivado de um mieloma múltiplo.

A família de Luiz Melodia mora numa casa próxima à Paróquia de São Conrado, capela frequentada por famosos como Maria Bethânia e Elba Ramalho.

De acordo com a polícia, agentes realizaram diligências à procura de imagens que possam ajudar a identificar os autores do crime.

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Re: Violência • Notícias e debates sobre violência.
MensagemEnviado: 14 Mai 2017, 03:05 
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O GLOBO

Comerciantes do Leblon estão pedindo socorro : nos últimos dois meses, houve uma série de roubos a bares, restaurantes e lojas.

Na maioria dos assaltos, ladrões aproveitaram a ausência de policiamento nas ruas para arrombar portas e janelas dos estabelecimentos.

Os ataques são mais frequentes durante a madrugada, e estatísticas do Instituto de Segurança Pública (ISP) atestam o aumento do número de ocorrências : em março deste ano, dos 13 casos registrados na 23ª Área Integrada de Segurança Pública (que abrange ainda a Gávea e a Rocinha), nove ocorreram no bairro.

No ano passado, no mesmo mês, foram quatro, três deles no Leblon.

— É muito desanimador. Parei de procurar a delegacia para registrar os crimes. A gente faz o que pode, bota câmera de segurança, vidro blindado, alarme e até reza. Não é mais medo de violência o que eu sinto, é tristeza. Fico triste por chegarmos a este ponto — afirmou a empresária Kátia Barbosa.

Kátia é uma das sócias do Aconchego Carioca. Na madrugada de terça-feira, um homem que aparentava ter pouco mais de 25 anos arrombou o bar, que fica na esquina da Avenida General San Martin com a Rua Rainha Guilhermina.

O assalto durou 15 minutos e foi registrado por câmeras de segurança.

O criminoso deu vários chutes para tentar quebrar o vidro do estabelecimento.

Acabou entrando por uma janela, e saiu levando várias bebidas. Não foi uma novidade : a casa já havia sido invadida cinco vezes, todas este ano.
— O ladrão não era experiente. Pelas imagens das câmeras, parece ser um morador de rua. Eu faço a minha parte. Emprego mais de 120 pessoas diretamente. Tenho estabelecimentos no Leblon, na Barra e na Praça da Bandeira. Estou há 15 anos no mercado. Não estou em busca de culpados, procuro apenas uma solução para diminuir esse caos que virou o Rio — disse Kátia, famosa por ter criado o bolinho de feijoada, um dos petiscos mais desejados e imitados da cidade.

O empresário Kadu Tomé, um dos sócios do Bracarense, outro famoso endereço da boemia, afirmou que a situação já saiu do controle no Leblon. O bar também foi arrombado por ladrões : o assalto aconteceu por volta das 2h da última segunda-feira.

Gravações de câmeras de segurança mostram dois homens com cobertores sobre o corpo quebrando a porta do estabelecimento. Fugiram logo depois, levando cinco garrafas de uísque e o dinheiro do caixa — algumas notas de R$2 e R$ 5, além de moedas.
— Todo mundo diz que o Leblon é um oásis. Posso dizer que não é mais. A gente paga um absurdo de impostos. É decepcionante — reclamou Tomé.

Marcos Modiano, um dos sócios do Armazém do Café, com sete lojas na Zona Sul, na Barra e no Centro, é outro que tem reclamado. Em um mês, a loja da Rua Rita Ludolf, no Leblon, foi invadida duas vezes.
— Os prejuízos no caixa foram mínimos porque quase não trabalhamos com dinheiro, todo mundo paga com cartão de crédito ou débito. O problema é que os ladrões quebram tudo — lamentou Modiano. — A gente funcionava até as 23h. Agora não dá mais.

Em nota, a Polícia Militar informou que o 23°BPM (Leblon) “está atento a essas modalidades de crime e atuando através de rondas e ações estratégicas para inibir as ações de bandidos na região e aumentar a sensação de segurança da população”. A corporação destaca que “o aumento desses índices não deve ser observado de forma simplista, como apenas resultado de falta de policiamento, porque segurança pública é algo bem mais complexo e os dados refletem um cenário que não depende apenas da Polícia Militar para ser revertido”.

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Re: Violência • Notícias e debates sobre violência.
MensagemEnviado: 16 Mai 2017, 05:40 
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O GLOBO



Pela segunda vez, o governador Pezão teve o apartamento que mantém no Leblon invadido.

O imóvel estava vazio, já que Pezão está morando no Palácio Laranjeiras.

Os criminosos foram presos.
— É muito triste o que está acontecendo com o Rio — disse o dono de um apartamento arrombado, semana passada no Leblon, antes de acrescentar que a mulher dele está muito abalada com o crime.

A frase, que poderia ser apenas o desabafo de mais uma vítima da violência no estado, revela mais do que indignação.

Mostra também o alcance da criminalidade no Rio.

O imóvel assaltado na última quarta-feira pertence ao governador Luiz Fernando Pezão.

A identidade do proprietário e a presença permanente de uma patrulha da PM na esquina da Rua Rainha Guilhermina, onde fica o prédio, não foram suficientes para intimidar os quatro homens que invadiram o local e levaram duas garrafas de uísque, uma manta, uma maleta vazia e uma camisa do Botafogo autografada por Carlos Alberto Torres, o capitão do tricampeonato da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1970, que morreu ano passado.
— (A camisa) era o bem mais valioso, tinha a assinatura do Carlos Alberto Torres. É muito triste o que está acontecendo com o Rio. Estou tentando obter, com o governo federal, a contratação de quatro mil policiais militares que passaram no último concurso. A gente sabe que tem de reforçar a segurança — disse Pezão ontem.
— Sou uma pessoa comum, não tinha nada de valor no apartamento.

O apartamento estava vazio no momento do furto. Desde que voltou de licença médica, em novembro do ano passado, Pezão passou a morar no Palácio Laranjeiras, residência oficial do governador do Estado, para ficar mais próximo do Palácio Guanabara, sede administrativa do governo.

Apesar de não morar mais no imóvel, foi a primeira-dama, Maria Lúcia Horta Jardim, quem constatou que o apartamento havia sido invadido. Quando abriu a porta da frente, ela percebeu que a luz do escritório estava acesa.

Como a irmã dela mora no mesmo prédio, Maria Lúcia saiu correndo para pedir ajuda. Ligou para a segurança do Palácio Guanabara e, em seguida, o filho dela, Roberto, registrou ocorrência na 14ªDP (Leblon).
— Maria Lúcia está muito abalada. Ela não gosta de dormir no Palácio Laranjeiras quando eu não estou com ela — comentou o governador.

Dois dos bandidos foram presos no dia seguinte ao furto, justamente no momento em que tentavam entrar em uma outra residência, na Tijuca.

Tudo que levaram do apartamento do governador foi recuperado. De acordo com a Polícia Civil, os assaltantes são integrantes de uma quadrilha paulista especializada em furtos a residência.

Eles não saberiam que o apartamento era do governador e decidiram entrar no prédio por considerá-lo vulnerável.

As primeiras informações sobre o roubo davam conta de que teriam sido levados computadores, mas a versão não foi confirmada pela polícia.

Essa é a segunda vez que o apartamento de Pezão no Rio é invadido. Em abril de 2012, quando ele era vice-governador de Sérgio Cabral, criminosos levaram joias e outros pertences. Na ocasião, Pezão estava de férias na Itália.

Na região, moradores comentavam ontem sobre a invasão e diziam que a sensação de insegurança no bairro, que tem tido restaurantes e bares atacados, é grande.
— Assusta. Se a casa do Pezão foi assaltada, a de qualquer outro cidadão pode ser — disse uma babá, que passa pela Rua Rainha Guilhermina todos os dias.

Devido à onda de violência, empresários do Leblon pretendem financiar um sistema de segurança, com 45 policiais, para reforçar o policiamento do bairro.

Segundo a presidente da Associação Comercial do Leblon, Evelyn Rosenzweig, o projeto está orçado em R$ 10 milhões.

Dentro de dois meses, também deverá ser implantado o projeto Leblon Seguro, com a instalação de 70 câmeras que vão transmitir imagens em tempo real para o 23º BPM (Leblon).


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