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Re: HISTÓRIA
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MensagemEnviado: 25 Mai 2016, 23:14 
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Re: HISTÓRIA
MensagemEnviado: 31 Mai 2016, 14:24 
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Encontrada múmia de uma das mulheres mais importantes do Egito Antigo
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Arqueólogos espanhóis descobriram a múmia de Sattjeni, uma dama da nobreza que era "a guardiã do sangue dinástico", na cidade egípcia de Assuão, explicou à Agência Efe o chefe da missão, Alejandro Jiménez.

A múmia de Sattjeni, "filha, esposa e mãe de governadores", segundo Jiménez, foi achada dentro de dois sarcófagos de madeira na necrópole de Qubbet el-Hawa, no Vale dos nobres, que é escavada pela equipe espanhola desde 2008.

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Esta dama da dinastia 12 do Império Médio foi a mãe dos principais governadores de Elefantina, Heqaib III e Amaney-Seneb, que dirigiram a região entre 1810 e 1790 a.C.

O diretor do departamento de Antiguidades egípcio, Mahmoud Afifi, garantiu em comunicado que Sattjeni era além disso filha do emir Sarenput II e "uma das principais personalidades da época".

Para Jiménez, a importância do achado - feito em 5 de março - está em que esta família estava "bem abaixo do faraó" Amenemhat III (1800-1775 a . C.) na hierarquia de Assuão.

A múmia tem o rosto coberto por uma máscara policromada, detalhou o arqueólogo espanhol.

Os sarcófagos, de madeira de cedro do Líbano, estão talhados e apresentam escrituras hieroglíficas que permitiram identificar Sattjeni e datar a tumba.

O caixão interior se encontra em "bom estado de conservação", acrescentou em seu comunicado o responsável de Antiguidades egípcio.

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http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/efe/2016/05/31/encontrada-mumia-de-uma-das-mulheres-mais-importantes-do-egito-antigo.htm


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Re: HISTÓRIA
MensagemEnviado: 07 Jun 2016, 13:35 
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Autografada por Marx, primeira edição do livro "O Capital" será leiloada
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Uma peculiar primeira edição da obra "O Capital", de Karl Marx (1818-1883), que leva a assinatura do autor e foi dada para seu amigo Johann Eccarius, será leiloada pela casa Bonham de Londres no próximo dia 15 de junho.

A peça tem um preço estimado de saída de entre 80 mil e 120 mil libras (R$ 400 mil e R$ 600 mil) e será vendida em uma jornada dedicada a livros e manuscritos.

"Esta é uma sensacional e importante cópia de um livro que mudou o mundo. Tanto Marx como Eccarius foram figuras importantes durante o difícil nascimento do comunismo e desfrutaram de uma relação pessoal estreita durante muitos anos até que o ciúmes e as diferenças políticas os separaram", afirmou hoje o especialista em livros da casa de leilões Simon Roberts.

A peça leva data de 18 de setembro de 1867, quatro dias depois da publicação do primeiro volume, e é uma das poucas cópias que sobreviveram, segundo Bonham.

"O Capital", um tratado de crítica das ciências econômicas, é formado por três volumes, dos quais o primeiro foi publicado em vida de Marx, mas os outros dois, elaborados por seu amigo e colaborador Friedrich Engels a partir das notas do autor, apareceram em 1885 e 1894. O filósofo morreu em 1883.

Em 1846, Marx e Engels, que viviam então em Bruxelas, foram convidados a se unir à Liga, e um ano depois assistiram ao segundo congresso da organização em Londres, onde conheceram Eccarius, a quem pertencia o livro que será vendido.

Eccarius (1818-1889) foi um alfaiate que se uniu ao grupo britânica da Liga dos Justos, organização revolucionária apoiada por alemães que tinham emigrado em 1839.

Marx ficou muito amigo de Eccarius, mas por volta de 1870 a relação tornou-se difícil depois que o autor de "O Capital" lhe acusou de assumir o crédito de suas ideias em artigos jornalísticos.

http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/entretenimento/2016/06/07/autografada-por-marx-primeira-edicao-do-livro-o-capital-sera-leiloada.htm


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Re: HISTÓRIA
MensagemEnviado: 16 Jun 2016, 19:07 
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Descoberto caderno com desenhos inéditos de Vincent Van Gogh
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Um caderno com desenhos inéditos do pintor holandês Vincent Van Gogh foi encontrado e seu conteúdo será publicado simultaneamente em vários países em novembro, anunciou nesta quinta-feira (17) a editora francesa Seuil.

"Este caderno só foi visto por seus proprietários, eu e o editor", confidenciou à AFP Bernard Comment, responsável pela publicação da obra, intitulada "Vincent Van Gogh, Le brouillard d'Arles, carnet retrouvé" ("Vincent van Gogh, o nevoeiro de Arles, o caderno recuperado"). "É incrível, brilhante", acrescentou.

O livro será publicado simultaneamente em vários países, entre eles França, Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Holanda e Japão.

"A editora Seuil anuncia a publicação de um conjunto de desenhos inéditos de Vincent Van Gogh no mês de novembro", indicou a editora em um comunicado.

A editora advertiu, ainda, que não divulgará mais nenhuma informação "até a coletiva de imprensa mundial" que acontecerá em Paris, em meados de novembro, na véspera da chegada da obra às livrarias.

Bernard Comment afirmou que sabia da existência deste caderno "há pouco mais de um ano". "O caderno contém um número significativo de desenhos, mais de uma dezena", acrescentou.

Diversos especialistas verificaram a autenticidade do caderno, um "verdadeiro trabalho científico para atestar que se tratava efetivamente de um caderno utilizado por Van Gogh", explicou Comment.

Perguntados sobre a descoberta deste caderno inédito do pintor holandês, o Museu Van Gogh de Amsterdã e o Museu d'Orsay de Paris não deram declarações até o momento.

Vincent Van Gogh, falecido em julho de 1890 aos 37 anos de idade, é considerado um dos maiores artistas de todos os tempos. Suas telas, expostas nos principais museus do mundo, estão entre as mais procuradas pelos amantes da pintura.

O "Retrato do Dr. Gachet" (1890) alcançou 82,5 milhões de dólares em um leilão em 1990 na casa de leilões Christie's. Em maio de 2015, uma de suas telas sobre o passeio nos Alyscamps da cidade francesa de Arles, foi arrematado por 66 milhões de dólares em Nova York.

São conhecidos cerca de mil desenhos de autoria de Van Gogh, nascido em 30 de março de 1853 na cidade holandesa de Zundert.

http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/entretenimento/2016/06/16/descoberto-caderno-com-desenhos-ineditos-de-vincent-van-gogh.htm


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Re: HISTÓRIA
MensagemEnviado: 29 Jun 2016, 19:23 
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Túnel escavado à mão por prisioneiros judeus é descoberto em campo do Holocausto
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Uma equipe de arqueólogos e cartógrafos diz ter descoberto um túnel esquecido, escavado à mão por 80 judeus enquanto tentavam escapar de um campo de extermínio nazista na Lituânia, há cerca de 70 anos. 

O campo lituano, chamado Ponar, possui valas comuns onde até 100 mil pessoas foram mortas e seus corpos enterrados ou cremados durante o Holocausto. 

Usando radar e ondas de rádio para análise sob o solo, os pesquisadores encontraram o túnel, uma passagem de 30 metros entre 1,5 metro e 3 metros abaixo da superfície, anunciou a equipe nesta quarta-feira (29). 

Uma tentativa anterior feita por uma equipe diferente em 2004 para encontrar a estrutura subterrânea localizou apenas a entrada, mas não a deixaram marcada. A nova descoberta traça o túnel da entrada até a saída e fornece evidência para apoiar os relatos dos sobreviventes do esforço angustiante para escapar dali. 

"O que conseguimos fazer foi não apenas resolver um do maiores mistérios e uma das maiores histórias de fuga do Holocausto", disse Richard Freund, um arqueólogo da Universidade de Hartford, em Connecticut, Estados Unidos, um dos líderes da equipe, "mas também desvendar um dos maiores problemas que tínhamos em um campo como este: quantas valas comuns existem?".

Freund e seus colegas, trabalhando com a série de ciência "NOVA", do canal "PBS", em um documentário que será exibido no ano que vem, também descobriram outra vala comum contendo as cinzas de talvez 7.000 pessoas. Essa seria a 12ª vala comum identificada em Ponar, hoje conhecida oficialmente como Paneriai.

De 1941 a 1944, dezenas de milhares de judeus da cidade próxima de Vilna, conhecida como a Jerusalém da Lituânia, foram trazidos para Ponar e executados à queima-roupa. Seus corpos foram jogados em valas comuns. 

"Considero Ponar o ponto zero do Holocausto", disse Freund. "Aqui tivemos pela primeira vez o assassinato sistemático sendo realizado pelos nazistas e seus assistentes." 

Segundo Freund, os eventos no local ocorreram cerca de seis meses antes dos nazistas começarem a usar câmaras de gás em outras partes para seus planos de extermínio. 

Cerca de 100 mil pessoas, incluindo 70 mil judeus, morreram em Ponar. Ao longo de quatro anos, cerca de 150 colaboradores lituanos mataram prisioneiros, geralmente em grupos de cerca de 10. 

Em 1943, quando ficou claro que os soviéticos tomariam a Lituânia, os nazistas começaram a encobrir as evidências do extermínio em massa. Eles forçaram um grupo de 80 judeus a exumarem os corpos, cremá-los e enterrar as cinzas. Na época eles eram chamados de Leichenkommando, ou "unidade de cadáveres", mas nos anos que se seguiram, passaram a ser conhecidos como Brigada da Cremação. 

Por meses, os prisioneiros judeus escavaram e cremaram corpos. Um relato fala de um homem que identificou sua esposa e duas irmãs entre os cadáveres. O grupo sabia que assim que seu trabalho fosse concluído, eles também seriam executados, de modo que desenvolveram um plano de fuga. 

Cerca da metade do grupo passou 76 dias escavando um túnel, no local onde eram mantidos presos, com as mãos e com colheres que encontraram entre os corpos. Em 15 de abril de 1944, a última noite da Páscoa judaica, quando sabiam que a noite seria a mais escura, a brigada se arrastou pela entrada de 60 centímetros do túnel e até a floresta. 

O barulho alertou os guardas, que perseguiram os prisioneiros com armas e cães. Dos 80, 12 conseguiram escapar, dos quais 11 sobreviveram à guerra e contaram suas histórias, segundo os pesquisadores. 

Freund e sua equipe usaram a informação dos relatos dos sobreviventes para procurar o túnel. Em vez de escavar e afetar os vestígios, ele e sua equipe usaram duas ferramentas não invasivas - tomografia elétrica e radar de penetração no solo. 

A tomografia elétrica é como uma imagem por ressonância magnética, mas para o solo. Ela fornece uma imagem clara do que há abaixo da superfície. Ela usa eletricidade para identificação de pedras, metal e argila, assim como perturbações no solo como as causadas por escavação. 

"Nós usamos a ferramenta para determinar os locais onde as pessoas mais provavelmente abriram um túnel", disse Paul Bauman, um geofísico da WorleyParsons, uma empresa de engenharia australiana, que foi responsável pelo manuseio da ferramenta de tomografia. "Estamos altamente confiantes de que identificamos exatamente onde está o túnel." 

Com a ferramenta, eles também encontraram uma vala comum antes desconhecida, que acreditam ser a maior descoberta na área. Eles estimam que possa conter até 10 mil corpos. 

A outra ferramenta, o radar de penetração no solo, usa ondas de rádio FM para sondar até cerca de 3 metros abaixo da superfície. 

"O que estamos fazendo é usar essas ondas de rádio FM, que as pessoas escutam em seu carro, e as estamos utilizando no solo", disse Harry Jol, professor de geologia e antropologia da Universidade de Wisconsin-Eau Claire. "Assim conseguimos reflexos dos elementos arqueológicos ou paisagens no subsolo, de modo que podemos imaginar o que está acontecendo." 

A equipe também usou o radar de penetração no solo para procurar pela Grande Sinagoga de Vilna, que foi destruída pelos nazistas. 

"O Holocausto é tão esmagador que realmente olhamos apenas para o fim da história, mas isso não é toda a história", disse Jon Seligman, um arqueólogo da Autoridade de Antiguidades de Israel, que também liderou a equipe. "A história toda é a história dos judeus que viveram nesta área por muitos, muitos séculos." 

Antes da Segunda Guerra Mundial, Vilna era um movimentado centro judeu com mais de 100 mil habitantes. Quando os soviéticos tomaram a Lituânia, eles construíram uma escola sobre os escombros da Grande Sinagoga da cidade. Usando o radar, a equipe encontrou artefatos da sinagoga, incluindo sua casa de banho ritual. 

"Se nunca tivéssemos descoberto o túnel, daqui 20 anos as pessoas pensariam que ele era um mito, e então questionariam: 'o que realmente aconteceu?'", disse Freund. "Esta é uma grande história de como as pessoas superaram a pior condição possível e mantiveram a esperança de que conseguiriam escapar."

http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/the-new-york-times/2016/06/29/tunel-escavado-a-mao-por-prisioneiros-judeus-e-descoberto-em-campo-do-holocausto.htm


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Re: HISTÓRIA
MensagemEnviado: 01 Jul 2016, 01:44 
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Re: HISTÓRIA
MensagemEnviado: 06 Jul 2016, 14:31 
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Pinturas rupestres são encontradas em Machu Picchu
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Duas novas pinturas rupestres foram descobertas em meio as ruínas da cidade inca de Machu Picchu, no Peru. A notícia foi confirmada à agência "Efe" pelo diretor do parque arqueológico nacional de Machu Picchu, Fernando Ateste.

O especialista explicou que as pinturas não constavam nos registros das obras encontradas pelo explorador norte-americano Hiram Bingham, que realizou diversas pesquisas no local há pouco mais de um século e trouxe à luz um novo mundo escondido na cidade.   

As duas pinturas, feitas em pedras, representam um homem com uma lhama, imagem muito comum na região. Segundo estudiosos, as obras podem ser de uma época anterior aos incas, mas ainda é preciso realizar mais estudos para confirmar essa hipótese.

http://viagem.uol.com.br/noticias/ansa/2016/07/06/pinturas-rupestres-sao-encontradas-em-machu-picchu.htm


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Re: HISTÓRIA
MensagemEnviado: 13 Jul 2016, 19:26 
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O mistério das pinturas pretas descobertas em Machu Picchu
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A descoberta de pinturas rupestres na região de Machu Picchu vem intrigando os arqueólogos que trabalham para o governo do Peru.

As imagens foram encontradas há poucos meses pela equipe que investiga o local em busca de elementos que possam ajudar a entender melhor a história da misteriosa cidade inca, construída a 2,4 mil metros acima do nível do mar.

Mas por enquanto as pinturas oferecem mais perguntas do que respostas.

"As novidades são que as pinturas estão perto do monumento e o fato delas terem sido feitas na cor preta", disse à BBC Mundo, serviço em espanhol da BBC, Fernando Astete, diretor do Parque Arqueológico Nacional de Machu Picchu.

O especialista explicou que pinturas rupestres já haviam sido encontradas em cerca de 20 pontos diferentes do parque, mas é a primeira vez que são descobertas tão perto de Machu Picchu.

"Elas foram encontradas na estrada principal de acesso, em um lugar conhecido como Pachamama, trilha inca que vai de Intipunco a Machu Picchu, a cerca de 10 minutos do monumento", explicou.

Segundo Astete, as pinturas anteriores são de cor laranja, ocre ou mais amareladas, "que são abundantes na iconografia inca".

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"Na pintura é possível identificar uma figura humana, uma espécie de lhama e alguns outros elementos ainda não definidos. São todas pintadas na cor preta e têm mais ou menos 15 centímetros."

Embora haja muita especulação sobre a possibilidade de as imagens serem do período pré-inca ou de mudarem alguma das teses sobre Machu Picchu, Estete preferiu adotar cautela.

"Ainda não podemos determinar se são mais antigas. Em Arqueologia, trabalhamos por associação. Machu Picchu é uma área inca, as tumbas que foram encontradas ali são incas, então consideramos que as pinturas também possam ser incas, mas temos de concluir as investigações antes de determinar a sua idade."

http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/ciencia/2016/07/13/o-misterio-das-pinturas-pretas-descobertas-em-machu-picchu.htm


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Re: História
MensagemEnviado: 05 Ago 2016, 13:08 
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Diário de chefe da SS encontrado na Rússia revela atrocidades de dia a dia nazista
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Vieram a público recentemente detalhes arrepiantes da vida diária de Heinrich Himmler, o chefe da SS nazista que mandou milhares de judeus para a morte no Holocausto.

O tabloide alemão Bild está publicando uma série de trechos do diário de guerra de Himmler, recentemente descobertos na Rússia.

Um dia, escreveu Himmler, ele recebeu uma massagem antes de ordenar a execução de dez poloneses. Ele também relata ter curtido um lanche no campo de concentração de Buchenwald.

Ele ainda conta no diário ter ordenado que cães fossem treinados para "despedaçar pessoas" no campo de concentração de Auschwitz.

Historiadores devem publicar os diários em um livro no ano que vem, com notas explicativas.

Himmler estava no círculo mais próximo de Adolf Hitler e tinha o título de "Reichsfuehrer SS". Ele comandou os esquadrões que assassinaram judeus, poloneses, soviéticos, ciganos e outros grupos classificados como "racialmente inferiores".

Os diários estão sendo estudados pelo Instituto Histórico Germânico de Moscou. Eles cobrem os anos de 1938, 1943 e 1944 e foram achados em um arquivo do Ministério da Defesa da Rússia em Podolsk, uma cidade ao sul de Moscou.

Historiadores já haviam examinado os diários de Himmler referentes aos anos de 1941, 1942 e 1945 - mas eles não sabiam da existência dos outros até recentemente.

A descoberta é considerada muito importante e os diários têm sido comparados aos do chefe de propaganda nazista Joseph Goebbels.

O pesquisador alemão Matthias Uhl disse que ficou impressionado ao constatar que Himmler dedicava grande preocupação com o bem estar de seus colegas da SS, familiares e amigos - enquanto implementava meticulosamente assassinatos em massa.

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2016/08/05/diario-de-chefe-ss-encontrado-na-russia-revela-atrocidades-de-dia-a-dia-nazista.htm


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Re: História
MensagemEnviado: 04 Dez 2016, 00:34 
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Senado investiu em computadores e gráfica para fiscalizar governo
Ricardo Westin | 02/12/2016, 21h11 - ATUALIZADO EM 02/12/2016, 21h12

Arquivo do Senado
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Pilhas de papéis com a proposta do Orçamento chegam ao Congresso em 1989

O ritual de criação dos Orçamentos brasileiros sofreu grandes mudanças ao longo da história. Implantada a República, em 1889, o Congresso passou a ter um protagonismo exagerado. Os deputados e senadores ganharam a dupla missão de elaborar e aprovar a proposta orçamentária, cabendo ao presidente apenas sancioná-la no final. Como os parlamentares não dispunham de todos os dados financeiros necessários, o presidente tinha que enviar por baixo do pano uma proposta pronta, que o Congresso apresentava como sua.

Com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, pelo golpe de 1930, o ritual voltou a ser como no Império: o Orçamento proposto pelo Executivo e aprovado pelo Legislativo. Em 1937, Getúlio impôs a ditadura do Estado Novo, fechando Câmara e Senado e fazendo o Orçamento como bem entendia.

Com a volta da democracia, em 1946, retomou-se a divisão de responsabilidades. A análise do Orçamento apresentado pelo presidente, no entanto, durava uma eternidade, pois os parlamentares podiam apresentar emendas ilimitadas. Em 1963, houve 100 mil emendas.

Após o golpe de 1964, o rito foi abreviado. O Congresso foi praticamente proibido de mexer no Orçamento elaborado pela ditadura. Além disso, surgiu a Comissão Mista de Orçamento, com deputados e senadores, e a proposta deixou de passar pelas Casas separadamente.

Todo ano, o presidente enviava ao Congresso montanhas de papel, que precisavam ser despachadas em carrinhos. O Senado fez investimentos pesados para que os parlamentares estudassem a papelada com mais facilidade. Primeiro, abriu a Gráfica do Senado, no início dos anos 1960, o que agilizou a distribuição de cópias da proposta aos senadores.

— Antes da Gráfica, as datilógrafas do Senado viravam madrugadas batendo o Orçamento, e outros funcionários usavam mimeógrafos para tirar cópias — diz a ex-secretária-geral da Mesa Sarah Abrahão.

Depois, o investimento foi na criação do Prodasen, no começo dos anos 1970, o que tornou o Senado uma das primeiras Casas legislativas do mundo a entrar na era da informática. As máquinas criavam planilhas com os números do Orçamento, o que simplificava o trabalho dos senadores. O ex-diretor do Prodasen Eduardo Jorge Caldas lembra:

— Quando expus o projeto a Petrônio Portella [presidente do Senado], expliquei que o Congresso ganharia um instrumento para controlar o Orçamento da ditadura. Ele gostou da ideia e me alertou: “Nunca se esqueça dessa missão, mas nunca repita essas palavras, senão proíbem [o Prodasen]”.

Com o tempo, os calhamaços foram substituídos por disquetes, CDs e pen-drives. Agora é tudo via internet.

Após a Constituição de 1988, o Congresso voltou a ter o direito de emendar o Orçamento e o país ganhou mais duas leis: o Plano Plurianual, com prioridades para cada quatro anos, e a Lei de Diretrizes Orçamentárias, que define as regras para elaborar o Orçamento.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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Re: História
MensagemEnviado: 19 Dez 2016, 22:31 
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Esconderijo de Anne Frank pode ter sido descoberto por acaso, diz estudo
17 dezembro 2016

AFP/ANNE FRANK FONDS
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O próprio diário de Anne Frank forneceu as pistas sobre as circunstâncias e a razão da descoberta do esconderijo

Um estudo de pesquisadores do Museu Anne Frank, em Amsterdã, na Holanda, sugere que Anne Frank e sua família podem ter sido descobertos por acaso e não devido a uma denúncia.

De acordo com este novo estudo o endereço teria sido revistado pois os policiais estavam investigando uma possível fraude em cupons de alimentos, eles não estariam procurando judeus escondidos no local.

"A questão sempre foi: quem traiu Anne Frank e os outros que estavam escondidos? Mas esta concentração explícita na traição limita a perspectiva em relação à prisão", informou o museu em uma declaração.

Em 6 de julho de 1942, Anne Frank, seu pai, Otto, sua mãe, Edith, e sua irmã mais velha, Margot, passaram a viver em um esconderijo em um prédio de Amsterdã, o anexo secreto para escapar dos nazistas que ocupavam a Holanda durante a 2ª Guerra Mundial.

Junto com outra família judia, o Van Pels, e um dentista amigo, eles ficaram escondidos por dois anos e um mês até serem descobertos pelos nazistas e mandados para campos de concentração, em agosto de 1944.

Anne morreu de tifo no campo de Bergen-Belsen em março de 1945, com apenas 15 anos. Otto Frank, o pai de Anne, sobreviveu e publicou o diário da filha pela primeira em 1947.

Desde então, a obra foi traduzida para 67 idiomas e já vendeu dezenas de milhões de cópias.

Denúncia anônima?

DIVULGAÇÃO
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O Museu Anne Frank em Amsterdã fica na casa onde Anne e outros judeus, entre familiares e amigos, se esconderam dos nazistas

De acordo com os relatos anteriores, um telefonema anônimo para a Sicherheitsdienst, ou SD (o serviço de segurança alemão) teria revelado detalhes dos cômodos secretos na rua Prinsengracht, 263, em Amsterdã, onde Anne, sua família e amigos se escondiam.

Mas os autores do estudo questionam estas informações.

"Apesar de décadas de pesquisa, a traição como ponto de partida não forneceu nada conclusivo. A nova investigação do Museu Casa de Anne Frank não rejeita a possibilidade de que as pessoas escondidas foram traídas, mas outros cenários também precisam ser levados em conta", disse Ronald Leopold, diretor-executivo do museu.

"Esperamos que mais pesquisadores também vejam as razões para seguir novas pistas."

Analisando os registros da própria Anne Frank em seu diário, no mês de março de 1944, os pesquisadores descobriram que a causa das buscas da polícia que acabaram com a prisão da jovem, sua família e amigos pode ter sido a fraude na distribuição de cupons para alimentos.

A partir do dia 10 de março de 1944 Anne escreveu várias vezes sobre a prisão de dois homens que vendiam cupons de rações de alimentos de forma ilegal. Ela chamada os dois de "B" e "D", as iniciais de Martin Brouwer e Pieter Daatzelaar.

Os dois eram vendedores de uma empresa que funcionava justamente no endereço Prinsengracht, 263, local onde o pai de Anne, Otto, tinha sua empresa antes da guerra e onde a família e amigos se esconderam.

"B e D foram presos, então não temos mais cupons...", escreveu Anne no dia 14 de março.

Isto mostra que a família Frank conseguia parte de seus alimentos atráves destes cupons, vendidos de forma clandestina pelos dois homens.

Documentos da polícia

SEAN GALLUP/GETTY IMAGES
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Um túmulo simbólico para Anne Frank e sua irmã, Margot, foi colocado no local onde funcionou o campo de concentração de Bergen-Belsen

Os pesquisadores analisaram então antigos documentos da polícia e outros da Justiça e descobriram que as atividades ilegais naquele endereço não se resumiam apenas ao grupo de oito judeus escondidos no anexo secreto atrás de uma estante.

No número 263 da Prinsengracht havia a já citada fraude com cupons de alimentos e também trabalho ilegal.

Outra descoberta que chamou a atenção dos estudiosos é a de que os policiais que descobriram Anne e os outros no esconderijo geralmente não faziam operações para encontrar judeus.

Eles costumavam trabalhar em casos que envolviam dinheiro e joias.

O estudo também notou que a polícia passou mais de duas horas no local, muito mais do que deveria para prender todos os que estavam escondidos no anexo secreto.

"Uma empresa na qual as pessoas trabalhavam de forma ilegal e dois vendedores foram presos por vender cupons de alimentos obviamente corria o risco de atrair a atenção das autoridades", escreveram os pesquisadores.
BBC BRASIL

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Re: História
MensagemEnviado: 22 Mar 2017, 00:09 
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Martinho da Vila esteve hoje (21/03) no campus do Largo de São Francisco da UFRJ, local do IH (História) e do IFCS (Filosofia e Ciências Sociais). Ele ministrou a aula magna do semestre de História e recebeu a notícia que foi indicado ao título de Doutor Honoris Causa da UFRJ.

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Re: História
MensagemEnviado: 22 Mar 2017, 20:48 
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Que bacana. Não era ele que tava fazendo relações internacionais também?

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Re: História
MensagemEnviado: 23 Mar 2017, 23:48 
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Sim. Ele está fazendo RI na Estácio.

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Re: História
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Esquecida nos livros de história, Batalha do Jenipapo é homenageada na Câmara
28/03/2017 - 15h50
Reportagem – Alex Akira
Edição – Regina Céli Assumpção


Lucio Bernardo Jr. / Câmara dos Deputados
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Assis Carvalho lamentou a falta de conteúdo em livros de história: nos livros de história tudo foi esquecido

A Câmara dos Deputados realizou nesta terça-feira (28) sessão solene em homenagem à Batalha do Jenipapo, que ocorreu às margens do Rio Jenipapo, onde hoje se encontra a cidade de Campo Maior (PI).

O deputado Assis Carvalho (PT-PI), que solicitou a homenagem, ressaltou a importância histórica da homenagem. “A Batalha do Jenipapo, por seu protagonismo, foi uma etapa importante no processo de emancipação da colônia brasileira, que até então estava sob o domínio de Portugal mesmo após a independência ser proclamada”.

O parlamentar também lamentou a falta de conteúdo em livros de história: “Nos livros de história tudo foi esquecido”. Ele lembrou, no entanto, da importância da cultura popular em contar a história de geração em geração. “Graças à tradição oral, a história atravessou o tempo, é cada vez mais conhecida, difundida e pôde informar o que realmente aconteceu”, completou.

Em mensagem enviada à sessão, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, lembrou da importância histórica dos falecidos na batalha. “Os mortos da Batalha de Jenipapo estiveram esquecidos por muito tempo em sua própria pátria. A pátria por cuja fundação eles deram a vida”.

Ele ainda lembrou do sofrimento e o dever de representá-los da melhor forma. “As lágrimas, o sangue derramado, os lutos e as decepções precisam ser lembrados. Piauienses, maranhenses e cearenses, que morreram em Jenipapo, pagaram com suas vidas parte do preço pela independência do Brasil, temos que honrar esse sacrifício”, finalizou.

A batalha

wikipedia.org
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Monumento em homenagem à Batalha do Jenipapo, que completa 194 anos

A Batalha do Jenipapo ocorreu às margens do riacho de mesmo nome e foi uma das batalhas mais sangrentas feitas pela Independência do Brasil. Ocorreu no dia 13 de março de 1823 e consolidou o território nacional. Consistiu na luta de piauienses, maranhenses e cearenses contra as tropas do Major João José da Cunha Fidié, que era o comandante das tropas portuguesas, encarregadas de manter o norte da ex-colônia fiel à Coroa Portuguesa.

Os brasileiros lutaram com instrumentos simples, não com armas de guerra, não tinham experiência. Perderam a batalha, mas fizeram com que a tropa desviasse seu destino.

Em 1973 foi criado um monumento na cidade de Campo Maior para homenagear as pessoas que se sacrificaram na Batalha do Jenipapo, que completa 194 anos, em 2017.

A Câmara dos Deputados já aprovou projeto de lei (968/07) que institui 13 de março como o dia da Batalha do Jenipapo e como data histórica no calendário das efemérides nacionais.

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