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Re: Google
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MensagemEnviado: 13 Set 2019, 02:30 
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https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/09/google-muda-algoritmo-e-prioriza-noticias-originais-na-busca.shtml

O Google anunciou nesta quinta-feira (12) mudanças no algoritmo que determina a classificação de notícias no seu sistema de busca.

Passa a priorizar veículos que tenham publicado a história primeiro — o furo, no jargão jornalístico.

A empresa, que ao longo dos últimos anos atraiu parte significativa do anúncio publicitário do jornalismo, afirmou em publicação no seu blog oficial que a medida visa apoiar o trabalho das organizações jornalísticas.

A mudança é uma forma de tentar garantir que a receita de anunciantes seja direcionada às companhias que investiram no trabalho de reportagem.

A medida também é um aceno às empresas de mídia que há anos demandam do Google repasse pela verba que ele
obtém a partir do conteúdo de terceiros indexado em seu site.

O impasse já levou, há cerca de sete anos, os principais jornais brasileiros a deixarem a área Google Notícias. Hoje eles estão na plataforma.

A reordenação, segundo o Google, vai permitir que reportagens apuradas e publicadas por um jornal, site, blog ou revista permaneçam em destaque na primeira página da busca e não acabem escondidas pela repercussão que geram em outros veículos.

“Com isso, leitores interessados nas últimas notícias podem encontrar também a matéria que deu origem à cobertura subsequente. As empresas de jornalismo, por outro lado, se beneficiam de uma exposição mais ampla e prolongada de seu conteúdo original”, disse Richard Gingras, vice-presidente do setor de notícias da companhia.

Até então, o sistema de busca priorizava versões mais recentes ou abrangentes de um assunto, o que dificultava a busca do leitor pela notícia que deu origem à cobertura.

Ao pesquisar Marcos Cintra (secretário da Receita demitido na quarta-feira), por exemplo, o leitor poderia encontrar a repercussão da demissão entre membros do governo e não a informação pioneira sobre sua demissão.

Como há diferentes critérios para definições de reportagens originais em redações, a empresa deixa esse conceito em aberto. Diz que seu “trabalho terá de continuar evoluindo para compreendermos o ciclo de vida das matérias”.

O Google tem mais de 10 mil pessoas que avaliam o desempenho dos seus algoritmos. Entre as diretrizes a esses profissionais, orienta que destaquem “reportagens originais que contenham informações que, de outro modo, não seriam conhecidas sem a existência daquele artigo”.

Também pede que considerem a “reputação dos veículos”, como prêmios jornalísticos atribuídos a eles.

Como exemplo de conteúdo original, cita o caso Panama Papers, divulgado primeiro pelo jornal alemão Süddeutsche Zeitung, e a cobertura da crise dos opioides nos Estados Unidos, feita pelo jornal americano The Washington Post.

O algoritmo do Google leva centenas de fatores em consideração, entre eles a legitimidade de um site, a popularidade de um conteúdo e o horário da publicação — além de sinais como uso de palavras-chave que se aproximem do vocabulário médio do leitor e hiperlinks no texto.

A receita publicitária mundial do Google em 2018 foi de US$ 116,3 bilhões, segundo análise de dados do portal alemão Statista.

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Re: Google
MensagemEnviado: 21 Set 2019, 23:04 
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https://gizmodo.uol.com.br/google-computacao-quantica-supremacia-quantica/

Um artigo atribuído a um pesquisador do Google afirma que a supremacia quântica, um importante marco inicial no campo da computação quântica, foi atingida.

A publicação apareceu em um site da NASA nesta semana e logo depois foi removida, relata o Financial Times.

O Google e outras grandes empresas, como IBM, Microsoft e Intel, além de startups de tecnologia, estão trabalhando para construir computadores quânticos, um novo tipo de computador baseado em uma arquitetura totalmente diferente dos computadores clássicos.

Embora este anúncio não seja oficial, há muito tempo cientistas e especialistas do setor esperam que o Google construa um computador quântico capaz de atingir esse marco.

A chamada supremacia quântica se refere à capacidade de um computador quântico executar um cálculo que um supercomputador clássico não conseguiria realizar em um tempo razoável.

Mas o essencial disso é o seguinte : os computadores clássicos são sistemas em que os problemas são abstraídos para um sistema de comutadores de duas posições chamados bits (uns e zeros) que interagem através das regras da lógica.

Os computadores quânticos, por sua vez. são baseados em bits quânticos, ou qubits, que também são comutadores de duas posições, mas eles interagem através das mesmas regras que as partículas subatômicas seguem, chamadas de mecânica quântica.

Essa arquitetura quântica teoricamente permitiria que computadores quânticos resolvessem um conjunto de problemas que os computadores clássicos não conseguem em um período de tempo razoável — coisas como problemas de criptografia e modelagem de moléculas.

Mas a dificuldade em manter o comportamento quântico dos qubits por um período utilizável, também chamado de tempo de coerência, impediu os pesquisadores de demonstrar qualquer tipo de aceleração quântica.

O Financial Times relata ter visto uma publicação do Google que dizia que o processador quântico da empresa é capaz de realizar um cálculo “em três minutos e 20 segundos que levaria, com o computador clássico mais avançado de hoje, conhecido como Summit, aproximadamente 10.000 anos”. Esta seria uma demonstração da supremacia quântica.

O Google ainda não respondeu a uma solicitação de comentário do Gizmodo e há muito tempo tem sido cauteloso com relação a quando e como fará o anúncio.

Sabemos há muito tempo que o Google está testando um dispositivo de 72 qubit chamado Bristlecone, com o qual esperava alcançar a supremacia quântica. O Financial Times relata que o experimento de supremacia foi realizado com um processador de 53 qubit, de codinome Sycamore.

Este seria um grande marco inicial quando se trata de comparar esses dispositivos quânticos com computadores clássicos. Mas ainda falta muito para que os computadores quânticos realmente demonstrem utilidade quântica. Isso exigiria aumentar o tempo de coerência e introduzir esquemas de correção de erros, aqueles em que vários qubits são combinados em um, a fim de garantir que o computador quântico dê as respostas que deve dar.

“A recente publicação do Google sobre a conquista da supremacia quântica é um marco histórico notável, à medida que continuamos avançando no potencial da computação quântica. Conseguir um computador quântico comercialmente viável exigirá avanços em vários pilares da tecnologia”, disse James G Clarke, diretor de hardware quântico da Intel, ao Gizmodo por e-mail.

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