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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
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MensagemEnviado: 11 Set 2017, 04:43 
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https://oglobo.globo.com/boa-viagem/na-nova-regra-de-cobranca-de-bagagens-barato-pode-sair-caro-21790136

Com a nova resolução da Anac que libera a cobrança por bagagem despachada, é preciso ficar atento às tarifas mais baratas oferecidas pelas companhias aéreas.

Em muitos casos, o barato pode custar caro : para despachar uma mala fora da franquia de bagagem na TAP, por exemplo, o viajante pode ter que pagar até R$ 545. Em 1º de setembro a companhia aérea portuguesa passou a ser a primeira (e por enquanto, única) estrangeira a oferecer aos passageiros brasileiros uma tarifa que não inclui bagagem de porão. É a categoria Discount, a mais barata de quatro faixas que compõe a nova política de preços da empresa. Nela, é permitido apenas uma bagagem de mão de até 8kg. Para despachar uma mala padrão, de até 23kg, é cobrada uma taxa extra, que varia de acordo com a antecedência da reserva: US$ 45 (com mais de 36 horas de antecedência), US$ 80 (a partir de 36 horas antes do embarque) e US$ 175 (no check-in já no aeroporto). Ou seja, a mala pode custar de R$ 140 a R$ 545 para quem optou em comprar a tarifa mais baixa.

Valores que podem não compensar quando se compara os valores oferecidos para um voo Rio-Lisboa-Rio, entre 13 e 20 de novembro. A passagem em classe econômica, com taxas aeroportuárias, custa R$ 1.502,18 pela tarifa Discount, R$ 1.580,65 pela Basic (que dá direito a uma mala de 23kg), R$ 1.690,51 pela Classic (que permite levar duas malas de R$ 23kg) e R$ 2.098,57 pela Plus (que inclui três bagagens de 23kg).

A diferença da primeira para a segunda é de R$ 78,47, pouco mais da metade do custo de despachar uma mala com bastante antecedência. E se o viajante deixar para comprar a mala extra com menos de 36 horas de antecedência, pagará o equivalente a R$ 249, bem mais que os R$ 188,33 da diferença de preço entre a Discount e a Classic, que permite levar duas malas de até 23kg.

De acordo com a TAP, a nova política de preços foi pensada para favorecer passageiros que tradicionalmente viajam mais leves, como mochileiros, ou ainda aqueles que vão fazer compras no exterior, que poderiam embarcar apenas com a bagagem de mão e comprar uma nova mala na viagem, pagando um tipo de tarifa na ida e outro na volta.

Às vezes a diferença entre tarifas pode até compensar, mas por pouco. É o caso do voo da Gol Rio-Punta Cana-Rio, entre 10 e 19 de novembro. A passagem, já com taxas aeroportuárias, em classe econômica sai a R$ 2.457,76 na tarifa Light, que não dá direito a bagagem despachada, apenas a bagagem de mão de até 10kg. Pela tarifa Programada, o preço sobe para 2.520,24, uma diferença de R$ 62,78. Muito próximo do preço, em reais, da taxa para despachar uma mala de até 23kg (para quem compra a tarifa Light): US$ 20. Se essa reserva for feita pela internet, sai a US$ 10, ou cerca de R$ 31.

Dentre as companhias aéreas estrangeiras que operam no Brasil, a TAP é a primeira a cobrar para despachar bagagem no porão. Mas não significa que as demais mantiveram a política das duas malas de até 32kg para voos saindo do Brasil.

A United e a Lufthansa já alteraram sua política, incluindo apenas uma bagagem despachada de até 23kg em suas tarifas mais econômicas.

Já as passagens mais baratas de Emirates, American Airlines e Delta dão direito a despachar duas malas de até 23kg cada.

Air France, KLM, Copa e Aerolíneas Argentinas, por sua vez, mantiveram as duas malas de até 32kg nas tarifas mais básicas da classe econômica.

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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 17 Set 2017, 19:14 
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https://oglobo.globo.com/boa-viagem/dicas-para-evitar-os-erros-mais-comuns-na-hora-de-trazer-alimentos-para-brasil-21818420

Na Vigilância Agropecuária do Ministério da Agricultura (Vigiagro) do Aeroporto Internacional do Galeão, local onde as malas com produtos de origem animal e vegetal são vistoriadas, o que não faltam são olhares de decepção de passageiros que perdem seus queijos, raízes e frutas.

Numa quarta-feira de agosto, um casal reclamava dos € 200 gastos em frios que estavam sendo recolhidos, enquanto a fiscal explicava os motivos da apreensão :

— Os derivados de animais são permitidos desde o ano passado, mas a embalagem precisa ter diversas especificações que esta aqui não tem.

A profissional se referia à Instrução Normativa 11 do órgão que, desde maio de 2016, aprovou a entrada no país de diferentes produtos, antes proibidíssimos : derivados de carnes, de leite, de ovo e os pescados. Mas a liberação só vale se eles estiverem em embalagem com uma série de especificações: todos precisam ter o selo do fabricante, informações sobre seus ingredientes, datas de validade e fabricação. Fora desse padrão, vários deles continuam sendo apreendidos.

Alguns permanecem terminantemente proibidos. São eles : qualquer mel, queijos de baixa maturação, como o Brie, ou feitos a partir de leite cru, como o Serra da Estrela. Alimento crus ou frescos, em geral, também não podem entrar no país. Exemplo ? Linguiça ou fruta. Bacalhau sem identificação do produtor, não salgado ou não congelado, também não está liberado. Embutidos, como salames, não podem ser trazidos se não estiverem embalados a vácuo.

No ranking do Aeroporto Internacional do Rio, os mais confiscados são os alimentos frescos, como as frutas, seguidos pelos frios, como linguiça e presunto. Os queijos e os pescados (como bacalhau) estão, respectivamente, nos terceiro e quarto lugares. Mas a grande maioria por conta da embalagem inadequada.

O auditor fiscal Luis Felipe Reimann, chefe da Vigiagro no Galeão, ressalta que ainda há muita desinformação sobre o assunto. E explica os motivos pelos quais a fiscalização precisa manter tanto zelo :

— Entram em nosso país muitas pragas e bactérias, maléficas tanto para o ser humano, como para a agricultura. Há vários exemplos na História, como a vassoura-de-bruxa, que acabou com a plantação de cacau no país por anos, e a gripe suína, que dizimou o rebanho suíno no Estado do Rio. Essas pragas podem ter sido transportadas por alguns indivíduos, como os que desembarcam em aeroportos e portos do país.

Mesmo alimentos que já podiam ser importados continuam sendo apreendidos. Caso dos cogumelos em conservas, que podem ser trazidos, mas que acabam sendo recolhidos justamente porque chegam em embalagens que desrespeitam a lei.

O fato é que, para não ser surpreendido na alfândega, melhor verificar cuidadosamente, na hora da compra, se a embalagem do produto está seguindo as normas exigidas.

— Uma dica que funciona é o turista lembrar de conferir se a embalagem do produto que vai comprar lá fora traz as mesmas informações, em relação a produto e fabricante, que encontramos no Brasil. Se tudo se encaixar, provavelmente o passageiro não terá problemas na fiscalização, quando chegar — diz Reimann.

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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 27 Set 2017, 13:38 
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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 30 Set 2017, 20:43 
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https://oglobo.globo.com/boa-viagem/avianca-brasil-passa-cobrar-por-bagagem-despachada-partir-do-dia-259-21848786

A Avianca Brasil passará a cobrar pela bagagem despachada através de uma nova classe tarifária, a Promo, que estará disponível nos canais de venda da empresa a partir desta segunda-feira (25/9) e terá valores mais baixos, mas não incluirá o direito a despachar a mala. O valor por cada peça de até 23kg será de R$ 30.

Nos voos internacionais, a Promo continua tendo preço menor, garantiu o presidente da empresa, Frederico Pedreira, mas com direito a uma peça de 23kg para despacho. A bagagem de mão, por lei, passa a ter peso máximo de 10kg em todos os voos.

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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 05 Out 2017, 10:17 
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https://viagemeturismo.abril.com.br/materias/aerea-de-baixo-custo-vai-ter-voo-entre-brasil-e-franca-por-e-249/

A Air France lançou oficialmente a Joon, sua nova companhia aérea de baixo custo.

A Joon começará voando para seis destinos a partir do aeroporto Charles de Gaulle e em dezembro terá voos para quatro cidades europeias : Barcelona, Berlim, Lisboa e Porto.

A partir de maio de 2018, a Joon vai passar a voar também para o Brasil com dois voos diretos semanais para Fortaleza.

A capital do Ceará foi escolhida para sediar o hub (centro de conexão de voos) da Air France-KLM no Nordeste.

De acordo com o diretor geral da Air France-KLM da América do Sul, Jean-Marc Pouchol a iniciativa foi feita por conta dos sinais de recuperação da economia e a demanda dos brasileiros por voos internacionais. “Nós queremos participar ativamente dessa retomada. Este projeto reforça a nossa presença no país, um dos nossos mercados prioritários”, ressalta.

O comunicado foi feito pelo grupo Air France-KLM com parceria da GOL, cuja malha aérea ajudará a alimentar os voos para Fortaleza.

Também foram anunciados três novos voos do grupo Air France-KLM de Fortaleza para Amsterdã.

As tarifas individuais para voos dentro da Europa devem custar a partir de € 39 (aproximadamente R$145). Já os voos para o Brasil, custarão a partir de €249 (cerca de R$930) o trecho. Sobre babagens, nada foi divulgado, mas se seguir a mesma toada de low-costs da Europa, provavelmente será cobrado.

Na rota para Paris, os voos serão operados pela aeronave A340 com capacidade para 278 lugares, com 30 na Business Class, 21 em Premium Economy e 277 na Economy.

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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 07 Out 2017, 09:58 
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O samba vai ditar o ritmo do réveillon de Copacabana.

A prefeitura do Rio de Janeiro divulgou que a SR Com, que há mais de uma década é a responsável pela festa da virada, comandará o ano-novo mais uma vez.

A empresa foi a única a apresentar uma proposta de parceria com a Riotur.

Inicialmente, a prefeitura pretendia divulgar o resultado em agosto, mas prorrogou o prazo para tentar atrair mais patrocinadores.

O cenógrafo Abel Gomes, dono da empresa, adiantou ontem algumas novidades que planejou para o evento, que, a exemplo do ano passado, só terá um palco.
— Vamos homenagear o samba. Montaremos uma espécie de palco móvel. Depois da meia-noite, quando, tradicionalmente, escolas de samba se apresentam, o palco ganhará o formato de um pandeiro — revelou Abel Gomes.

A expectativa é que a virada do ano em Copacabana reúna de 1,5 milhão a dois milhões de pessoas.

A menos que ainda apareçam outros investidores, o que vai ocorrer é que, como anos anteriores, a prefeitura deverá arcar com os custos de parte da festa de ano-novo.

Isso inclui, por exemplo, o aluguel das balsas onde são instalados os fogos de artifício.

Nas próximas semanas, a Riotur vai definir quem serão os artistas que se apresentarão em Copacabana, bem como a empresa que cuidará do espetáculo pirotécnico.

Em 2016, a queima de fogos, que normalmente dura 16 minutos, foi feita em 12 minutos.

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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 08 Out 2017, 11:52 
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LAURO JARDIM - O GLOBO

O empresário Roberto Medina está levando a patrocinadores sua nova e ambiciosa ideia — o Zytrons, um festival do mesmo porte do Rock in Rio, com megaconcertos de astros pop, rock e metal, Cirque du Soleil, patinação no gelo, games, palestras com temas ligados à sustentabilidade e atrações típicas de parques de diversões americanos.

Se conseguir viabilizá-lo financeiramente, Roberto Medina quer que o Zytrons aconteça durante três fins de semana em outubro de 2018, no Parque Olímpico.

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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 11 Out 2017, 22:14 
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http://blogs.oglobo.globo.com/lauro-jardim/post/aumenta-numero-de-voos-internacionais-para-brasil.html

Dados da Anac referentes ao primeiro semestre de 2017 mostram que o Brasil teve 1.394 voos internacionais a mais do que o mesmo período em 2016.

Foram 49.646 em 2016 e 51.040 neste ano.

Segundo projeções dos técnicos da Embratur, a tendência deve se manter até dezembro. A expectativa é que o Brasil tenha recebido cerca de 10% a mais de voos internacionais do que em 2016.

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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 13 Out 2017, 14:38 
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http://atarde.uol.com.br/economia/noticias/1902950-apos-cobranca-por-bagagens-precos-das-passagens-aereas-sobem-no-pais

Ao contrário do que se esperava quando a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) permitiu que as companhias aéreas passassem a vender passagens que não dão direito a despachar bagagem, o preço das tarifas tem subido desde que as empresas começaram a adotar a prática. Entre junho e setembro, essa alta chegou a 35,9%, segundo dados da FGV. De acordo com levantamento do IBGE, entretanto, a elevação foi mais moderada, de 16,9%.

O preço das passagens aéreas está no centro de uma discussão entre o governo federal e as companhias do setor. No fim de setembro, o Ministério da Justiça instaurou averiguação sobre um estudo da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) que apontou tendência de queda no preço das passagens nos últimos meses.

Segundo o levantamento da entidade feito com base em dados preliminares, entre junho e o início de setembro, as tarifas recuaram de 7% a 30% nas rotas domésticas das companhias que adotaram a cobrança da mala despachada (Azul, Gol e Latam).

Os números da FGV e do IBGE, porém, mostram queda apenas em agosto, de 2,07% e 15,16%, respectivamente. A divergência de 13 pontos porcentuais entre os índices de agosto revela a complexidade que as entidades enfrentam para calcular o preço médio das passagens e as diferentes metodologias adotadas por cada uma - é também sobre a metodologia adotada que o Ministério da Justiça questionou a Abear.

De acordo com Fernando Gonçalves, gerente na Coordenação de Índices de Preços do IBGE, os preços de passagem aérea e telefonia estão entre os mais complicados de se analisar, pois variam muito. "São dados muito detalhados, que requerem cuidado na hora da coleta."

A divergência no acumulado de junho a setembro dos índices de passagem aérea da FGV e do IBGE chega a 19 pontos porcentuais, enquanto, no mesmo período, os índices de preço geral das entidades se diferem em 0,54 ponto porcentual.

Tanto os dados coletados pelo IBGE como os pela FGV são de passagens destinadas ao turismo de lazer, cujas tarifas costumam ser mais baratas, já que a compra é realizada com antecedência. Passagens corporativas, adquiridas próximo da data da viagem, acabam não sendo consideradas pelos índices das entidades.

A FGV faz sua coleta de dados considerando o preço das passagens para uma viagem que ocorreria dentro de 30 dias, enquanto o IBGE utiliza o prazo de 60 dias.

Outra divergência importante entre as metodologias da FGV e do IBGE diz respeito à inclusão da bagagem nas tarifas analisadas. Enquanto a primeira optou por considerar tanto o preço da passagem com ou sem mala, a segunda considera sempre a inclusão da bagagem, mesmo no caso das tarifas mais baratas - nesses casos, o preço da mala é acrescido no final.

As diferenças ocorrem ainda nas rotas dos voos cujos preços são analisados. A FGV coleta dados em sete pontos de partida e considera os destinos mais procurados pelos turistas brasileiros de acordo com uma pesquisa da Embratur. O IBGE, por sua vez, pesquisa 13 cidades como ponto de saída e os destinos foram definidos por um levantamento feito pelo próprio instituto entre 2008 e 2009 com famílias entrevistadas.

"É por causa dessa seleção de cidades que acontece de, às vezes, uma pessoa não se identificar com a variação (dos preços). Ela possivelmente mora em uma região que a pesquisa não alcança", diz o coordenador do Índice de Preços ao Consumidor da FGV, André Braz.

A regra da Anac que permitiu a cobrança por bagagem atendeu a uma demanda antiga do setor aéreo, que defendia o fim da franquia da mala gratuita com o argumento de aproximar as normas brasileiras aos padrões internacionais. Hoje, apenas Venezuela, Rússia e México exigem que as companhias aéreas transportem pelo menos uma bagagem sem cobrar, segundo a própria Anac.

Antes de entrar em vigor, a medida foi questionada pelo Ministério Público Federal em São Paulo, que afirmou que o setor era pouco competitivo no País, "sem grande disputa por tarifas mais baixas".

Procurada, a Abear informou que seu levantamento foi feito levando em conta as tarifas mais econômicas ofertadas entre junho e o início de setembro deste ano e de 2016. A entidade destacou que os dados foram apurados após as divulgações de pesquisa da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que mostrou queda de 2,56% no primeiro semestre deste ano e do IPCA-15 de setembro, do IBGE, que registrou recuo de 12,99% no acumulado do ano.

"Importante ressaltar, ainda, que as informações foram obtidas por meio das companhias em um período de custos estáveis durante o ano", informou em nota.

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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 20 Out 2017, 19:50 
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O presidente Michel Temer prometeu ao ex-deputado Valdemar Costa Neto retirar o aeroporto de Congonhas da lista de privatizações em troca de votos do PR contra a segunda denúncia da Procuradoria-Geral da República na Câmara dos Deputados.

Valdemar Costa Neto foi condenado no mensalão e já não preside o PR. No entanto, segue exercendo forte influência no partido, que tem 37 deputados, quatro senadores e, mesmo fragmentado, recebeu importantes cargos no setor de transportes e tem poder de pressão nessa área.

Congonhas é o aeroporto mais lucrativo da Infraero. Depois de muita insistência do Ministério da Fazenda, que precisa reforçar o caixa e aliviar o rombo no Orçamento, o Ministério dos Transportes e a Infraero concordaram em colocar Congonhas à venda e o anúncio foi feito.

Tomada a decisão, nos bastidores, já se discutia que, sem a "joia da coroa", seria preciso privatizar todos os aeroportos da Infraero, que ficaria dependente de recursos da União.

Questionou-se também que o modelo de privatização pura de Congonhas, sem levar em consideração outras rotas, não seria a melhor alternativa.

Em paralelo, Valdemar Costa Neto reforçou a pressão política para tentar reverter a decisão.

Pessoas que participaram das discussões afirmam que, além dos votos para barrar a denúncia na Câmara, Michel Temer avaliou que, sem Congonhas, seria preciso injetar imediatamente cerca de R$ 400 milhões na Infraero. E não há recursos disponíveis.

Quase 15% da receita da Infraero vem de Congonhas.

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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 27 Out 2017, 01:43 
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http://meioambienteeturismo.blogsdagazetaweb.com/2017/10/18/ministros-querem-trazer-parques-tematicos-como-a-disney-para-o-brasil/

O Brasil possui uma grande potencial natural na America Latina e precisa ter equipamentos do segmento de parque temáticos sem similar no Brasil.

Com esse objetivo os ministros Marx Beltrão (Turismo) e Marcos Pereira (Indústria, Comércio Exterior e Serviços) ser reuniram para discutir formas de pode ajudar a colocar o Brasil em definitivo na rota dos principais parques temáticos do mundo.

A idéia é mudar a classificação dos equipamentos do setor para bens de capital e estimular a competitividade do país na importação de atrativos sem similar nacional.

Representantes do segmento consideram as medidas determinantes para a vinda de investidores como a Disney, Universal, Legoland, Six Flags, Busch Gardens, e outras bandeiras que fazem parte das maiores empresas do ramo.

O primeiro passo foi dado na última reunião de ministros de Turismo do Mercosul, quando todos os representantes dos quatro países membros, manifestaram apoio às demandas do Sistema Integrado de Parques de Atrações Turísticas (Sindepat).

Em paralelo, a pasta da Indústria e Comércio Exterior está com uma consulta aberta até o próximo dia primeiro para confirmar que não há produção de equipamentos análogos na indústria nacional.

Após a consulta, o documento será apresentado no grupo técnico da Câmara de Comércio Exterior e, caso não haja nenhuma objeção, segue direto para o fórum de ministros ligado ao tema no Mercosul.

“As maiores marcas têm se expandido as suas operações em diversas partes do mundo, com investimentos vultuosos e milhares de empregos gerado. Se fizermos alguns ajustes, temos totais condições de nos consolidar como o grande hub de parques temáticos da Américas Central e do Sul”, comentou o ministro do Turismo, Marx Beltrão. “Estamos avançando. Temos trabalhado para atender as demandas do setor, porque sabemos que elas são importantes para gerar emprego e renda para o país”, destacou o ministro da Indústria, Marcos Pereira.

Estudo elaborado pelo Sistema Integrado de Parques e Atrações Turísticas (Sindepat), se o governo atender às demandas do setor, o segmento poderá investir R$ 1,9 bilhão e gerar de 56 mil empregos nos próximos cinco anos.

Atualmente, os 18 estabelecimentos associados ao Sindepat geram 11 mil empregos diretos e movimentam cerca de R$1 bilhão na economia por ano.

Em agosto, o presidente da IAAPA (Associação Internacional de Parques e Atrações Turísticas), Greg Hale, vice-presidente global da Disney, esteve no Brasil e confirmou a vocação do país para esse investimento. “O clima, o tamanho do mercado e a cultura facilitam tornam o Brasil extremamente atrativo”, disse na ocasião.

Durante o seminário “A importância dos parques temáticos para o turismo”, Greg Hale destacou que apenas a Disneylad Paris recebe 15 milhões de visitantes por ano, quase a soma do número registrado da Torre Eiffel (6,9 milhões) e do Museu do Louvre (9,7 milhões).

Na apresentação, ele citou ainda que apenas Singapura atraiu investimentos de US$ 5,2 bilhões capitaneados pelos parques temáticos.


--

http://www.turismo.gov.br/ultimas-noticias/8069-parques-tem%C3%A1ticos-brasil-apresenta-vantagens-para-o-investidor,-afirma-presidente-de-entidade-mundial.html

O presidente da Associação Mundial de Parques Turísticos (Iappa), entidade que representa os maiores parques temáticos do mundo e vice-presidente da Disney, Greg Hale, participou de um debate sobre o crescimento do setor no mundo e os gargalos que dificultam a atração desse tipo de investimento para o país.

Segundo ele, o país reúne excelentes condições para atrair investimentos bilionários se der continuidade a alguns ajustes no ambiente de negócios. O debate contou com a participação do ministro do Turismo, Marx Beltrão.

O potencial da atividade no país é considerado alto. Estudo elaborado pelo Sistema Integrado de Parques e Atrações Turísticas (Sindepat), se o governo atender às demandas do setor, o segmento poderá investir R$ 1,9 bilhão e gerar de 56 mil empregos nos próximos cinco anos. Atualmente, os 18 estabelecimentos associados ao Sindepat geram 11 mil empregos diretos e movimentam cerca de R$ 1 bilhão na economia por ano.

Na pauta do seminário “A importância dos parques temáticos para o turismo” realizado no auditório da CNC, em Brasília, temas como a tributação na importação de equipamentos, a classificação das máquinas como bens de produto em vez de bens de capital e a expansão do setor nos últimos anos, principalmente na Ásia e Oriente Médio onde, somente nos últimos 15 anos, mais de 40 parques de grandes proporções foram abertos. “Só uma montanha-russa pode chegar a custar R$ 40 milhões. Temos de criar condições para este setor gerar ainda mais emprego e movimentar a economia do Brasil”, comentou o ministro do Turismo, Marx Beltrão.

Marx Beltrão ressaltou ainda a qualidade dos parques brasileiros. “Apesar de o Brasil ser referência internacional, com nove dos dez melhores parques temáticos da América do Sul, segundo o próprio viajante, ainda temos um potencial enorme de crescimento com foco em atrair as principais marcas do mundo para o nosso país”, afirmou. “Este é um setor que depende da renovação constante. O turista não volta se o parque não tiver nenhuma novidade. Por isso, esses ajustes são importantes, uma questão de sobrevivência”, concluiu.

A principal demanda dos parques temáticos no Brasil é pela redução de impostos. “Temos uma carga tributária que faz o equipamento chegar a custar mais que o dobro de outros mercados, o que impede os empresários de fazerem os investimentos que precisamos”, afirmou o presidente do Sindepat, Alain Baldacci. De acordo com ele, o Brasil não vai perder arrecadação, porque as últimas importações de equipamento foram feitas em 2014. "Sem o tratamento tributário correto não é possível investir e os negócios ficam estagnados", comentou.

O presidente da Associação Mundial de Parques Turísticos (Iappa), Greg Hael, apontou o clima, o tamanho da população e cultura do entretenimento como fatores favoráveis para o Brasil atrair os maiores parques do mundo. Entre as empresas representadas pela Iaapa, estão a Universal, a Six Flags, Legoland e Disney. Durante sua apresentação, Greg mostrou investimentos feitos pelo setor em diversas partes do mundo.

Só na Índia são projetados investimentos da ordem de US$ 2,5 bilhões nos próximos cinco anos. “O Brasil tem condição de atrair os maiores parques do mundo. Em número de visitantes nos parques da Flórida, os brasileiros só ficam atrás dos canadenses e dos ingleses”, comentou.


Não só o Brasil, mas outros países da América Latina, como o México, podiam ter parques temáticos da Disney ou da Universal.

No Brasil, como já falei outras vezes, a melhor opção seria um parque da Disney ou da Universal em alguma cidade do interior de São Paulo, como por exemplo, Vinhedo.

Não sei se tem espaço em Campinas para construir um parque temático desses, teria que ver se tem espaço em cidades próximas a Campinas. Um exemplo seria a cidade de Itatiba. O outro seria a cidade de Valinhos.

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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 30 Out 2017, 10:56 
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Mesmo após perder a receita dos 9 aeroportos já concedidos e de outros 13 que estão na fila de transferência à iniciativa privada, o governo de Michel Temer deve deixar de lado os planos para reestruturar a Infraero e garantir sua sustentabilidade.

Isso porque a desistência de leiloar o Aeroporto de Congonhas, principal fonte de receitas da estatal, vai permitir que a empresa chegue ao fim de 2018 sem depender de dinheiro do Tesouro Nacional para pagar despesas de custeio.

“As medidas já tomadas e as que estão planejadas permitem dar fôlego financeiro para a Infraero até que o próximo governo resolva o que fazer”, disse ao Estado o secretário de Aviação Civil do Ministério dos Transportes, Dario Reis.

Para reequilibrar a Infraero, estavam em análise diversas alternativas, que iam de um total desmonte da empresa até seu fortalecimento com a injeção de recursos privados, passando pela abertura do capital. No entanto, o governo não chegou a um consenso sobre qual rumo tomar. De tudo o que foi discutido, a única mudança com chances de avançar é a criação de uma subsidiária responsável pela navegação aérea.

O freio no desmonte da Infraero atende a pressões políticas do PR, partido que domina a área de Transportes desde 2003, no primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Foi por pressão do partido que Michel Temer concordou em retirar Congonhas do programa de privatização.

Pela mesma razão, o Ministério dos Transportes autorizou a reabertura do Aeroporto da Pampulha para voos de longa distância.

As pressões do PR são admitidas por fontes do governo e por aliados do ex-deputado Valdemar Costa Neto, que na prática comanda o partido. Os pleitos de Congonhas e Pampulha existiam há bastante tempo, mas as conversas se intensificaram às vésperas da votação, pela Câmara, da segunda denúncia contra Temer. O partido tem uma bancada de 38 deputados. Mesmo com as concessões, 10 deles votaram contra o presidente.

A Infraero disse que “o adiantado do trabalho de finalização dos estudos indicam que os planos (de reestruturação) serão executados dentro do planejado. A estatal informou, ainda, que Congonhas representa 15% do total do faturamento da Infraero e “segue como fonte indispensável para a solvência do sistema.”

A principal medida de saneamento financeiro planejada para a Infraero é a venda das participações de 49% que ela tem nos aeroportos de Guarulhos, Viracopos, Brasília, Confins e Galeão. Além de receber os recursos referentes à venda de sua participação acionária, a estatal deixará de ter gastos que hoje é obrigada a fazer na condição de sócia das concessionárias desses aeroportos. São investimentos previstos nos contratos e taxas de outorga devidas ao próprio governo federal.

Ainda não se sabe quanto essas participações deverão render. Estão em curso estudos que determinarão seu valor. Mas, segundo Reis, secretário de Aviação Civil, serão recursos suficientes para garantir o funcionamento da estatal por uns dois anos sem precisar recorrer ao Tesouro. Assim, o futuro governo terá tempo para decidir o que fazer com a Infraero.

Este ano, a Infraero deverá fechar com um resultado operacional positivo em torno de R$ 400 milhões. As receitas são estimadas em R$ 3,2 bilhões e as despesas, em R$ 2,8 bilhões. Se forem considerados os investimentos, porém, a conta sai do campo positivo para um prejuízo entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões.

As receitas deste ano foram engordadas pela demora na transferência dos aeroportos de Fortaleza, Salvador, Florianópolis e Porto Alegre, leiloados em março, para seus concessionários. Os grupos que arremataram esses aeroportos só receberão totalmente os terminais em dezembro. Assim, durante praticamente todo este ano, a Infraero ficou com a receita gerada por eles. É algo como R$ 250 milhões.

“Realmente, é preciso pensar a situação da Infraero num contexto bem amplo”, disse a advogada Letícia Queiroz, do escritório Queiroz Maluf, especialista em concessões. “Não sou de visão estatizante, mas não dá para acabar com ela sem ter certeza que haverá quem opere os aeroportos deficitários.”

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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 11 Nov 2017, 19:58 
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A Disneyland Paris anunciou recentemente a chegada da Marvel Summer of Super Heroes para 2018 – a atração será uma oportunidade para conhecer os personagens e uma experiência única para o resort.

Os rumores já estavam correndo quentes, mas a confirmação oficial saiu na London’s Comic Con numa apresentação do Vice Presidente de Marketing da Marvel Studios, Dave Bushore e Mark Huffman, Diretor Criativo da Disneyland Paris. Entretanto, pouco se anunciou além das datas : 10 de Junho – 30 de Setembro de 2018.

Alguns comentários parecem confirmar rumores de que a Marvel pretende fazer um teatro cinematográfico na atração.

Entretanto, não houve nem menção sobre as mudanças na Torre do Terror, que apresentará agora Os Guardiões da Galáxia – Missão : Breakout!, similar ao do Disney’s California Adventure, nos Estados Unidos.

Somada esta novidade com a repaginação da decoração do Hotel New York com tema Marvel que ocorrerá em 2020, pode-se esperar várias novas adições Marvel na Disneyland Paris.

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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 23 Nov 2017, 20:13 
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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 25 Nov 2017, 07:14 
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Uma queima de fogos mais longa — 17 minutos de espetáculo, cinco a mais do que em 2016 — e um show de Anitta, logo após a meia-noite.

Essas serão duas das novidades do réveillon da Praia de Copacabana, que deverá atrair, mais uma vez, milhões de turistas e cariocas.

O formato da principal festa da cidade foi anunciado ontem pelo prefeito Marcelo Crivella e inclui dez telões de LED, que exibirão o show pirotécnico, como adiantou o blog “Gente Boa”.
— Uma das novidades é que teremos drones sobrevoando as balsas para transmitir imagens dos fogos num ângulo jamais visto — contou o cenógrafo Abel Gomes, responsável pela estrutura do evento.

A cantora Anitta irá se apresentar num palco montado em frente ao Hotel Copacabana Palace. A localização é a mesma de anos anteriores, mas o formato é diferente. A estrutura será redonda e terá uma cobertura transparente para garantir maior visibilidade.

Um painel de 100 metros lineares ficará no fundo do palco, exibindo imagens de ícones do Rio, como o Pão de Açúcar e o Corcovado.

Além de Anitta, o elenco do réveillon de Copacabana inclui ainda o Cidade Negra, Ana Petkovic, Naldo Benny, Belo e Frejat.

A festa terminará com apresentações das baterias da Portela e Mocidade, vencedoras do último carnaval.

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