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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
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MensagemEnviado: 11 Abr 2017, 23:23 
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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 29 Abr 2017, 15:53 
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http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/04/1879834-justica-revoga-liminar-que-suspendia-cobranca-de-bagagem-despachada.shtml

Em um novo revés, a Justiça Federal revogou nesta sexta-feira (28) a liminar que suspendia a entrada em vigor da cobrança pelo despacho de bagagem nos voos no Brasil.

A decisão é do juiz federal Alcides Saldanha Lima, da 10ª vara do Ceará.

Em dezembro do ano passado, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) aprovou um pacote de regras para possibilitar a cobrança por bagagem despachada, a indenização do passageiro em caso de "overbooking", quando são vendidas mais passagens que assentos disponíveis, e a chance de desistir do bilhete comprado no prazo de 24 horas.

A cobrança pelo despacho foi a questão mais controversa, levando a uma disputa judicial. Em março deste ano, outra decisão já havia negado um recurso da AGU (Advocacia Geral da União) e da Anac que pediam queda da liminar que suspendia a possibilidade de cobrar pelo despacho.

Segundo a resolução da Anac, as bagagens podem ter um contrato separado do contrato de transporte do passageiro, ou seja, se a empresa quiser, ela pode cobrar um valor pelo transporte do passageiro e outro pelo transporte da bagagem.

"A empresa não é mais obrigada, como era anteriormente, a incluir no preço da passagem da pessoa o transporte de bagagem. Na prática, podemos ter um mercado como é nos Estados Unidos e na Europa hoje. Você pode compra uma passagem que inclui bagagem ou uma que não inclui", diz o especialista em direito aeronáutico, Guilherme Amaral, sócio do escritório ASBZ Advogados.

Trata-se de uma disputa judicial que já teve outros revezes e, portanto, ainda pode ser modificada.

"Essa liminar caiu agora porque a Anac foi até Brasília, e o STJ viu um conflito de competência. Tem dois juízes federais, um do Ceará e outro de São Paulo. O do Ceará diz que tem que entrar em prática, e o de São Paulo diz que não".

"O STJ mandou juntar a decisão na mão do juiz do Ceará, que recebeu o assunto primeiro. Então ele decide as medidas emergenciais enquanto o STJ decide o conflito de competência", complementa o advogado.

Na prática, a partir de agora os contratos de venda de passagem e de bagagem poderão ser reparados, ou seja, as empresas poderão vender bilhetes sem franquia de bagagem.

Especialistas no setor estimam que, apesar das idas e vindas na Justiça, a partir deste fim de semana, as empresas voltarão a se organizar para começar a vender tarifas sem incluir bagagem e cobrar pela bagagem opcional do passageiro. Não se sabe com que velocidade elas conseguirão implementar, mas estão livres para cobrar.

Na opinião de Carlos Ebner, diretor da Iata (associação de companhias aéreas) no Brasil, o consumidor se beneficia dessa decisão. "O passageiro vai ter a escolha de decidir os serviços que ele quer comprar pelo tamanho do seu bolso. Ele pode viajar sem mala e pagando o mínimo possível."

O Ministério Público Federal defende que a cobrança por despacho fere os direitos do consumidor e que levará à piora dos serviços mais baratos prestados pelas aéreas.

O argumento do MPF é o de que a Anac não analisou a estrutura do mercado brasileiro nem o impacto sobre os passageiros com menor poder aquisitivo ao fazer a mudança.

Ainda segundo o órgão, a nova norma contraria o Código Civil, que garante o valor da bagagem despachada incluso na passagem, e o Código de Defesa do Consumidor, que impede a venda casada e a cobrança de taxas excessivas.

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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 01 Mai 2017, 22:42 
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http://www.vaipradisney.com/blog/early-morning-magic-disney/

A Disney vem oferecendo diversos adicionais para quem visita os parques, todos cobrados a parte.

Apesar de ser contra todo o conceito de cobrarem algo a parte, a gente tem que admitir : alguns destes adicionais podem valer a pena, facilitando seu aproveitamento dos parques, outros nem tanto.

Hoje vamos falar de um adicional que pode valer a pena em casos específicos, é o Disney’s Early Morning Magic.

Como o nome já indica, nada mais é do que a possibilidade de entrar no parque antes dele abrir para o grande público e já aproveitar algumas atrações sem filas.

O Early Morning Magic acontece apenas na Fantasyland, no Magic Kingdom, e inclui um café da manhã em buffet, que é servido dentro do Pinocchio Village Haus.

Além do café, as 3 atrações de maior fila da Fantasyland ficam abertas durante este evento :

. Seven Dwarf Mine Train (a montanha russa dos sete anões)
. Peter Pan’s Flight
. The Many Adventures of Winnie the Pooh

Só pra não deixar dúvida, reforço que estas são as únicas atrações abertas e não há nenhum encontro com personagens durante o Early Morning Magic do Magic Kingdom.

O evento acontece das 7h45 até as 10h da manhã, enquanto o parque abre às 9h para o resto dos visitantes.

Antes do parque abrir, estas atrações ficam liberadas apenas para os participantes do Early Morning Magic, e das 9-10h (quando o parque já está aberto mas o Early Morning Magic ainda está acontecendo), os participantes podem usar a fila de fastpass+.

Minha dica é chegar bem cedo, para o começo do Early Morning Magic, comer algo rápido e já ir aproveitar.

Umas 8h40, volte para a Main Street, para curtir o novo show de abertura do parque, na frente do castelo.

Depois volte para a Fantasyland.

Ah ! Um detalhe muito importante: a Disney vende o Early Morning Magic como uma refeição (café da manhã) e não como um evento com ingresso separado (como é o After Hours, a festa de Natal ou Halloween). Isso significa que para participar do Early Morning Magic é exigido um ingresso para entrar no parque.

Funciona basicamente assim : agora, a entrada no Magic Kingdom é liberada para todos antes do horário de abertura, mas até a abertura oficial do parque às 9 da manhã, todas as lands ficam bloqueadas com cordas. Ou seja, basicamente as pessoas que chegam bem cedo ficam tirando foto em frente ao castelo e tomando café nos restaurantes da Main Street.

Quem tem reserva para o Early Morning Magic, pode se dirigir ao lado esquerdo do castelo , onde ficam alguns funcionários da Disney com a lista de quem pagou.

Ali, os participantes são liberados para entrar na Fantasyland e recebem uma pulseirinha que dá direito a comer no buffet servido no Pinocchio Village Haus e a entrar nas atrações sem pegar fila.

Achei o buffet bem completo dentro do que se propõe, com sucos, café, chá, iogurtes, cereais, frutas, pães, bolos e itens tradicionais do café da manhã americano como waffle, ovos mexidos e salsicha. Você pode entrar, pegar sua comida e sair quantas vezes quiser durante o evento.

Eu recomendo que você pegue alguns itens menos perecíveis (como garrafinhas de água, maçã, banana, alguns cereais..) para comer durante o resto do dia no parque.

Todo mundo faz isso, é super incentivado – os próprios Cast Members perguntam se você não quer levar nada para o resto do dia, então não precisa ter vergonha. Não tem nada de errado em aproveitar o máximo possível o que você investiu nessa refeição/evento.

Hoje, o Early Morning Magic custa $73,50 dólares ($69 + imposto da flórida) por adulto.

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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 03 Mai 2017, 20:23 
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http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,governo-italiano-volta-a-intervir-na-alitalia,70001761445

Pela segunda vez em menos de uma década, a companhia aérea italiana Alitalia vai sofrer intervenção do governo em sua administração para preparar um processo em que a empresa será reestruturada, vendida ou simplesmente liquidada.

Além disso, a companhia deverá receber do governo uma ajuda financeira de cerca de € 600 milhões ao longo dos próximos seis meses, para financiar suas operações durante o período de intervenção.

O conselho da companhia decidiu recorrer ao governo após os trabalhadores da aérea terem rejeitado o mais recente plano de resgate da companhia. Sem a anuência dos empregados, a empresa se viu sem condições de conseguir recursos de seus sócios para continuar a voar.

O governo apontou três interventores, que vão decidir se a Alitalia tem condições de ser reestruturada, seja como uma empresa independente ou por meio de uma venda parcial ou total. Caso fique claro que essas alternativas não são possíveis, a empresa deverá ser liquidada.

Pelo menos por enquanto, os voos serão mantidos. “Fizemos questão de proteger as pessoas que compraram passagem até que possamos encontrar um comprador. O objetivo é preservar o valor e o legado da marca, que é tão importante para as conexões domésticas”, disse o ministro italiano dos Transportes, Graziano Delrio.

Hoje, a principal investidora da Alitalia é a Etihad, que detém 49% da companhia desde 2014. O presidente da Etihad, James Hogan, afirmou que a empresa italiana “precisa de uma profunda reestruturação para poder sobreviver e continuar a crescer no futuro”.
“Sem o apoio de todos os atores envolvidos em relação à reestruturação, nós não estamos preparados para continuar a investir”, disse o executivo. Hogan ressalvou, no entanto, que a Etihad pretende continuar a trabalhar como parceria comercial da italiana.

Segundo fontes, as perdas atuais da Alitalia são de ¤ 1 milhão por dia. A empresa poderia ficar sem recursos em meados de maio.

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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 06 Mai 2017, 14:21 
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Revista Veja faz reportagem sobre novas e futuras atrações dos parques de Orlando (Estados Unidos) :

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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 09 Mai 2017, 04:49 
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http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,sem-luz-sem-seguro-e-com-r-700-mi-em-dividas-hopi-hari-esta-perto-de-fechar,70001768813

O parque de diversões mais famoso de São Paulo, o Hopi Hari, se aproxima dos 18 anos de existência à beira da pane seca.

Está atolado em uma dívida de R$ 700 milhões, com a luz cortada, sem seguro e “aviso prévio” para fechar as portas.

Os quase 300 funcionários não recebem salários desde o dia 5 de fevereiro.

Em abril, o parque teve o fornecimento de energia cancelado por causa de uma conta de R$ 580 mil em aberto com a CPFL.

Se não levantar R$ 100 mil nesta semana, o novo proprietário José Luiz Abdalla terá de devolver na segunda-feira os geradores alugados justamente para evitar o fechamento das portas.

Para piorar, desde 25 de março o Hopi Hari opera sem cobertura de seguro para acidentes com frequentadores ou eventuais danos aos equipamentos.

José Luiz Abdalla vem batendo na porta das seguradoras, mas não encontra uma única empresa que encare o risco do negócio, tanto do ponto de vista da segurança dos brinquedos como da capacidade de pagamento da apólice. “A gente não tem crédito na praça”, reconhece o empresário.

A situação é tão crítica que até o processo de recuperação judicial, solicitado em 24 de agosto de 2016, está praticamente paralisado, já que o parque não conta com um profissional que saiba lidar com esse tipo de processo.

O último especializado, o advogado tributarista Julio Mandel, retirou-se por falta de pagamento.

Com tantos problemas, o público sumiu e o parque – que chegou a receber 24 mil pessoas em um único dia, no segundo semestre de 2011 – tinha 160 visitantes no sábado.

No dia anterior, uma sexta-feira, foram 20 pessoas.

Alvo de uma investigação do Ministério Público, que apura relatos de que o parque, em diversos dias, conta com poucos brinquedos funcionando, apesar de vender os passaportes normalmente e sem nenhum tipo de aviso aos visitantes, a direção do Hopi Hari redobrou os avisos.

Já no estacionamento, que cobra R$ 55 por carro, o funcionário de uma empresa terceirizada recomenda a atenção do cliente. “Eu peço que todo mundo vá até a placa lá fora e veja quais os brinquedos que estão parados. Uns 20% vão embora direto”, diz.

Na bilheteria, que foi aberta exclusivamente para atender a reportagem, mais um aviso. “Você quer mesmo entrar ? A gente está só com esses brinquedos aqui”, alerta a funcionária, indicando um papel colado no balcão com 12 atrações abertas em quase 60 possíveis – 3 para o público adulto.

O passaporte custa R$ 99.

No sábado, ao entrar no parque, o Estado se deparou à primeira vista com uma cidade fantasma do velho oeste americano. Somente depois de caminhar por alguns minutos encontrou um grupo com cinco visitantes, vindos de São Paulo. “É triste de ver o estado do parque”, lamentou o visitante Ricardo Cipriano.

Um pouco mais à frente, Luiz Antonio Corol reclamava em frente a uma fonte de água adornada por personagens da Warner Bross. “Só para estar aqui com a minha família eu gastei mais de R$ 600.”

Dois dias antes, a direção do parque estava decidida a não abrir as portas. Segundo relatos de pessoas ligadas à gestão, o dono do parque chegou a retirar o site do Hopi Hari do ar para evitar compras.

Após uma reunião na noite de quinta-feira, contudo, a direção recuou. “O Abdalla não pode abrir, mas também sabe que, se fechar, corre o risco de não abrir mais”, diz uma pessoa que pediu para não ser identificada.

“O que é que eu vou fazer ?”, indaga Abdalla. “Sei do risco que é operar o parque sem seguro, mas o meu compromisso é não fechá-lo”, conta o empresário, egresso do mercado imobiliário e de uma família de banqueiros (o pai, Anésio Abdalla, foi sócio do BCN).

Ele comprou 80% do Hopi Hari de Luciano Correa, seu amigo de infância, por R$ 0,01, assumindo todo o histórico de passivo de R$ 700 milhões na pessoa física, uma operação inédita e que deixou representantes do mercado com o queixo caído.

“Eu não sei como esse Abdalla consegue dormir a noite”, diz um operador do mercado. “É dívida para a vida inteira e para muitas outras gerações.”


Tinham que fazer uma Disneyland no lugar. Se a Disney investir no Brasil, vai ter lucro certo.

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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 14 Mai 2017, 04:45 
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https://oglobo.globo.com/rio/violencia-contra-turistas-no-rio-preocupa-rede-hoteleira-donos-de-bares-restaurantes-21162165

Ao mesmo tempo que atraem um grande número de turistas, os principais cartões-postais da cidade também têm sido alvo de preocupação de donos de bares, restaurantes e representantes da rede hoteleira por causa da violência.

O temor é de que a atividade turística possa ser prejudicada a médio e longo prazos.

Por conhecerem pouco a cidade, visitantes estrangeiros que passam pela capital fluminense precisam ficar ainda mais atentos quando estão em bairros com grande apelo turístico.

A Lapa, um dos destinos favoritos de quem vem conhecer o Rio, é o bairro onde foi registrado o maior número de roubos a celulares nos três primeiros meses de 2017 (121), além de ocupar a segunda posição no ranking de roubos a pedestres na cidade no mesmo período, com 458 casos.

Em dezembro de 2016, antes da greve da Polícia Civil no Rio, dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) revelaram que o número de roubos a pedestres registrados em delegacias da capitall subiu 19,8% em relação ao mesmo período de 2015. Em todo o estado, o crescimento foi ainda maior: 35,7%.

Também na capital, os roubos a celulares subiram 50,5% nesse período, e 63,2% em todo o estado.

De acordo com o Ministério do Turismo, mais de 1,48 milhão de estrangeiros desembarcaram na cidade do Rio em 2016, um crescimento de 7,5% em relação a 2015.

Além disso, somente no carnaval de 2017, mais de 1,1 milhão de turistas vieram ao Rio, o maior número nos últimos oito anos.

Menos de um ano após o término dos Jogos Olímpicos, o temor é de que os assaltos em bairros com apelo turístico também prejudiquem a vinda de estrangeiros para o Rio.

As mortes dos turistas em menos de quatro meses também são motivos de preocupação.

O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio de Janeiro (ABIH-RJ), Alfredo Lopes, considera que as mortes de Roberto Bardella e Natália Capetti poderiam ter sido evitadas se houvesse uma sinalização clara sobre entrada em áreas de risco na cidade, especialmente em territórios dominados pelo tráfico de drogas.

Ele ressalta que a violência não afeta a todos no Rio, mas lembra que turistas podem acabar optando viajar para outras cidades ou países caso não vejam na cidade um destino seguro.

— Não existe lugar seguro no Rio. O estado está falido, o que agrava ainda mais o problema da segurança. Se um turista não se sente seguro na cidade, ele passará a optar por outros destinos. Ainda não fomos afetados por cancela de reservas, mas é claro que existe um temor em relação às férias de meio de ano, por exemplo, período em que o mercado sul-americano é o nosso principal foco — argumenta Lopes.

De fato, o mercado sul-americano representa uma parcela fundamental do turismo na cidade do Rio e em todo o país.

Dos cinco países que mais mandam turistas ao Brasil, quatro deles ficam na América no Sul. Além da Argentina, Paraguai, Chile e Uruguai ocupam a terceira, quarta e quinta posições, respectivamente, na vinda de estrangeiros no país no ano passado. Somados, os quatro representam 48,76% dos mais de 6,5 milhões de estrangeiros que vieram ao Brasil em 2016.

Os Estados Unidos aparecem em primeiro, representando 8,67% (mais de 570 mil turistas).

Na avaliação de Alfredo Lopes, algumas medidas de segurança são simples de serem resolvidas, como a sinalização em acessos a áreas de risco.

— É um absurdo que dois turistas tenham sido metralhados simplesmente entrarem por engano em um lugar. Esse problema da sinalização é simples de se resolver. Ainda assim, o que é realmente necessário é pensar na segurança da cidade como um todo, porque se a população inteira estiver segura, o turista também estará — frisou.

Opinião semelhante tem o presidente do Sindicato de Bares e Restaurantes do Rio (SindRio), Pedro de Lamare. Para ele, a violência não inibe somente a vinda de turistas, mas, também, a circulação dos próprios cariocas à noite. Ele argumenta que bares e restaurantes que ficam em ruas mais isoladas são os primeiros a serem afetados.

— Em ruas onde há vários bares e restaurantes, a circulação é menos afetada, mas os comércios que ficam em ruas com menos circulação já têm sofrido há muito tempo com a queda de movimento. Além disso, a violência também causa uma crise de desabastecimento em restaurantes, devido aos constantes roubos de carga que acontecem nas estradas. É óbvio que, diante dessas mortes, muitos estrangeiros podem repensar a decisão de vir para cá de agora em diante, mas os assaltos, por exemplo, já são um problema há muito tempo — pontua.

Em Santa Teresa, local dos assassinatos de Roberto Bardella e Natália Capetti, a violência já vem sendo motivo de queixas dos moradores desde o começo de 2016. Devido a uma escalada de assaltos, que atingem, principalmente, turistas e visitantes de outras regiões da cidade e do estado, moradores do bairro passaram a se organizar, junto a Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa (Amast), para espalhar cartazes pelas ruas, alertando para o risco de assaltos. O material aponta os locais onde moradores e turistas já foram assaltados, inclusive com textos em inglês, francês, espanhol, alemão e italiano.

De acordo com o presidente da Amast, Paulo Saad, a medida tem como principal objetivo alertar aqueles que menos conhecem a região.

— A iniciativa de espalhar os cartazes partiu dos próprios moradores, que decidiram alertar turistas estrangeiros e outros visitantes do bairro. Os turistas são os alvos preferenciais dos assaltantes, justamente por não conhecerem a região, e esses assaltos geram uma série de complicações para eles, que, além dos bens materiais e dinheiro, acabam tendo todos os documentos. O bairro tem recebido cada vez mais turistas, e se eles são alertados sobre os perigos do bairro, nós também ficamos mais seguros — relata.

Paulo Saad também critica o fato de donos de pousadas, hostels e restaurantes do bairro arrancarem os cartazes com os alertas, por temerem que os alertas diminuam circulação de turistas.

— É um comportamento muito individualista, que não leva em consideração a integridade física e a segurança dessas pessoas. Nosso maior problema é a falta de policiamento, pois há um claro desequilíbrio entre o efetivo das UPPs, que já se mostrou uma medida ineficaz, e o de policiais que fazem a segurança do bairro — frisa o presidente da Amast.

Em nota, o presidente da Riotur, Marcelo Alves, enalteceu o potencial turístico do Rio e falou sobre as políticas do órgão voltadas ao melhor acolhimento de estrangeiros, mas não se aprofundou sobre o assunto. Alves ressaltou, contudo, que a Riotur acompanha de perto as investigações das três mortes.

“A cidade do Rio de Janeiro tem encantos maravilhosos, um povo hospitaleiro e, claro, vocação para o turismo. É evidente que lamentamos profundamente os episódios ocorridos com os argentinos, logo eles, que representam 20% dos turistas estrangeiros que visitam o Rio anualmente. Estamos acompanhando de perto a apuração dos recentes acontecimentos, e estamos trabalhando para desenvolver melhorias no acolhimento ao turista : mais postos de atendimento, placas de sinalização em pontos turísticos, totens informativos e mais campanhas estimulando o carioca a bem receber nossos visitantes”, disse.

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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 14 Mai 2017, 07:16 
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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 18 Mai 2017, 09:49 
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https://oglobo.globo.com/boa-viagem/disneyland-paris-40-minutos-da-capital-francesa-comemora-25-anos-com-novas-atracoes-21352158

Logo na entrada, na estação de trem que funciona como cortina para a magia que vem a seguir, um enorme e iluminado número 25 mostra que está em festa a versão francesa dos parques criados em 1971 na Flórida e em 1955 na Califórnia.

E os 25 anos da Disneyland Paris não poderiam deixar de ser comemorados — com novidades.

Além de atrações renovadas, como o Star Tours, um simulador em 3D com mais de 72 combinações de histórias “em uma galáxia muito, muito distante” e a reabertura da famosa montanha-russa Space Mountain, renomeada Star Wars Hyperspace — as duas em homenagem à saga criada por George Lucas —, um novo desfile exibe mais de oito carros alegóricos.



E um show de iluminação de 20 minutos de efeitos especiais e fogos de artifício dá vida a versões recentes de clássicos como a “A Bela e a Fera”.

As comemorações vão até o fim do ano.

O complexo — a 40 minutos de trem do centro de Paris, em Marne-la-Vallée — tem dois parques : Disneyland Park e Walt Disney Studios, com 59 atrações para adultos e crianças, além de 63 lojas de roupas, acessórios e objetos de decoração, e 55 restaurantes e lanchonetes para todos os gostos e bolsos.

Nos brinquedos mais concorridos — como os que homenageiam a saga “Star wars”; ou a clássica montanha-russa musical Aerosmith, a mais rápida do parque; ou ainda o elevador do Hollywood Tower Hotel, que despenca de 13 andares — vale a pena usar o fast pass, espécie de senha gratuita com horário marcado, para ficar menos tempo na fila.

Outra dica valiosa para quem não liga de esperar sozinho é escolher a single ride, fila especial para quem vai sozinho no brinquedo e que não vale para grupos.

Para dar conta de tantas atrações, o ideal é ficar mais de um dia no parque e se hospedar em um dos seis hotéis dentro do complexo, de três a cinco estrelas, todos temáticos.

Os hóspedes ainda têm a chance de entrar duas horas antes da abertura regular dos portões, das 8h às 10h, para aproveitar atrações quase sem fila.

E dá para começar o dia com café da manhã caprichado ao lado de personagens como Pluto, Margarida, Tigrão, e claro, o astro da festa, Mickey.

Por € 35 (€ 10 a mais que o valor do café no hotel), adultos e crianças têm direito a bufê com pães, croissants, panquecas, frios, iogurtes, frutas e delícias americanas — como ovos mexidos e bacon — e bebidas quentes, enquanto personagens passam pelas mesas e posam com os hóspedes em dois horários diários : 8h15m e 9h45m.

Chegar até a Disneyland, vindo de Paris ou do aeroporto internacional Charles de Gaulle, a cerca de 15 minutos de carro de Marne-la-Vallée — cidade planejada onde fica o complexo — é muito fácil.

Uma das opções para quem está hospedado na capital francesa é o serviço de transfer oficial do parque, Disneyland Paris Express, que é prestado pela empresa Magic Ways, com uma van que faz o trajeto de ida e volta entre três estações de metrô da cidade até o parque e inclui o ingresso (€ 105 a € 118, para os dois parques, dependendo da temporada).

Outra alternativa é usar a linha A do RER, o trem urbano francês, em direção a Marne-la-Vallée. Saindo da Gare de Lyon, por exemplo, a viagem leva apenas 40 minutos.

Para quem vai do aeroporto, a dica é usar a linha de trem de alta velocidade, o TGV, que sai direto para a Disney: a viagem é rápida e fica mais em conta.

Muitas das novidades de aniversário estão no Disneyland Park, precisamente na Discoveryland — parte dela praticamente toda dedicada à saga “Star Wars”. No Star Tours, o Starport, espécie de aeroporto onde os passageiros embarcam rumo a uma aventura por vários planetas, foi totalmente reformado e inclui agora cenas em um dos melhores simuladores do complexo, com 72 combinações possíveis, para fã nenhum sair decepcionado. Os passageiros viajam sob comando de um novo piloto, C-3PO, que se depara com vários heróis, ou vilões, da saga pelo caminho.

Em minhas andanças pelo Star Tours — repeti algumas vezes a viagem — topei com Yoda, princesa Leia e o próprio Darth Vader em pessoa (melhor : em 3D), em viagens pelos planetas de Jakku, Naboo e Tatooine.

Para quem quiser ainda mais emoção, vale ficar na primeira fileira da aeronave, bem na frente da tela, e preferencialmente nos assentos dos cantos.

No fim da viagem, como estamos em um aeroporto, há, claro, um “duty free”, com uma loja cheia de suvenires para adultos e crianças.

Ali, ao lado do Star Tours, ainda é possível ver de pertinho Darth Vader ou aprender a ser um Jedi, numa verdadeira aula prática para jovens padawans, entre 7 e 12 anos.

E tem mais : no início deste mês, foi reaberta a montanha-russa Space Mountain, que, após quatro meses e meio de reformas, passou a se chamar Star Wars Hyperspace e aparece em uma versão totalmente inspirada no universo da saga criada por George Lucas, incluindo a trilha sonora.

No trajeto, que não mudou, mas conta com efeitos especiais que tornam a experiência totalmente nova, os aventureiros se unem à Aliança Rebelde e percorrem toda a galáxia em alta velocidade, perseguidos por caças estelares.

Outra novidade criada especialmente para o aniversário de 25 anos é o espetáculo “Feliz aniversário, Disneyland Paris !”, além da valsa das princesas — ambas tendo o castelo de “A Bela Adormecida” como pano de fundo, também no Disneyland Park. Várias vezes ao dia, o anfitrião Mickey Mouse se veste com seu traje de gala para comemorar a data com mais de 20 personagens. Passam pelo palco, Tico e Teco, Pateta, Pluto, Alice, Buzz Lightyear de “Toy story”, entre muitos outros.

— É a primeira vez que tenho a oportunidade de reunir tantos personagens da Disney juntos em um mesmo espetáculo — explica Emmanuel Lenormand, diretor da apresentação.

Já no espetáculo “Valsa das princesas iluminadas”, oito delas — Aurora, Ariel, Bela, Branca de Neve, Cinderela, Jasmine, Rapunzel e Tiana — se revezam no palco com seus respectivos pares. Como os demais espetáculos do complexo, tem canções e apresentações em inglês e francês.

Perto dali, às 18h, acontece o desfile “Estrelas da Disney em parada”, também recém-estreado, com oito carros alegóricos (o do novo dragão de “A Bela e a Fera” tem mais de sete metros de altura !) e mais de cem artistas, que celebram temas como amizade, magia e aventura e remetem aos personagens principais da Disney-Pixar. Além de Mickey e sua turma, passam pela avenida principal do parque, Simba e Rei Leão, Capitão Gancho e Peter Pan, Bela Adormecida, Rapunzel, Branca de Neve e os sete anões, Elsa e Anna, protagonistas de Frozen...

Quando a noite cai, a magia continua com o novo festival de iluminação, fogos de artifício e efeitos especiais também criados especialmente para o 25º aniversário. Para uma ocasião tão especial, o espetáculo traz, pela primeira vez, projeções e cenas de filmes como “Piratas do Caribe” e a nova versão de “A Bela e a Fera”, com Emma Watson. E mais uma vez “Star wars”. São 20 minutos de video mapping e muitos fogos de artifício, num show de luzes projetado no castelo da Bela Adormecida.

A Discoveryland é a área do parque onde estão os brinquedos em homenagem a “Star Wars”.

Já Walt Disney Studios estão duas das atrações mais concorridas : The Twilight Zone Tower of Terror e Rock ‘n’ Roller Coaster starring Aerosmith (montanha-russa musical inspirada na banda de rock americana).

Há ainda o simulador Ratatouille: The Adventure e novidades como o “Mickey e o mágico” — espetáculo comemorativo inspirado no grande ilusionista francês Georges Méliès (parte da nova programação). Ali, também, a saga de George Lucas ganha espaço: de dia, desfiles como a “First Order march”, e o show “Star wars: a galaxy far, far away” — com as presenças de Darth Vader e Kylo Ren — tomam conta do parque.

Para curtir as novidades, o ideal é passar de dois a três dias por lá. Para isso, é possível se hospedar em um dos seis hotéis de três a cinco estrelas do complexo.

O Newport Bay Club, recém-reformado e que acaba de receber sua quarta estrela é um dos maiores da Europa, com mil quartos, mas o preferido dos brasileiros é o três estrelas Sequoia Lodge.

Quem já visitou outros parques do grupo Disney vai se surpreender com o toque francês no complexo em Marne-la-Vallée. A começar pelo Castelo da Bela Adormecida, que, vale lembrar, é inspirada em um conto originalmente alemão, dos Irmãos Grimm, mas também tem sua versão francesa, de Charles Perrault. Referências à França estão nos vitrais e nas cores, mas não apenas.

Seu interior é aberto à visitação. E lá dentro, a galeria “La Belle au Bois Dormant” — o título original da versão francesa do conto de Perrault — reconta a história através de vitrais, esculturas e tapeçarias. Todo de pedras, o castelo é também o único onde um dragão de 24m de comprimento e 2.750 quilos — que se mexe e emite sons — “vive” escondido no calabouço, “La Tanière du Dragon”.

E a cor rosa no castelo tem uma boa explicação. Como o tempo na cidade nem sempre está ensolarado, a cor garante um aspecto, digamos, menos cinzento ao redor. O castelo também está virado para o sul, projetado estrategicamente para que todos possam fazer fotos a qualquer momento do dia sem que a luz do Sol — quando ele resolver sair — interfira no resultado final. Outro detalhe que costuma passar despercebido: o castelo tem 16 pequenas torres, mesma idade de Aurora, a Bela Adormecida, quando espetou o dedo na roca de fiar.

Há diferenças significativas entre o complexo de Marne-la-Vallée e o da Flórida: são dois parques na França, em comparação aos quatro, além de dois aquáticos do Walt Disney World em Lake Buena Vista. O número de hotéis (27 na Flórida), sem falar em bares e restaurantes, também é menor aqui.

Para quem gosta de se divertir com personagens da Disney, a quantidade deles nos parques franceses é pequena — mas, lembre-se, o café da manhã pode garantir as fotos.

Nos parques de Paris ainda não há conexão wi-fi. Apesar de ter um aplicativo em que constam os horários das atrações, o tamanho das filas e outras informações úteis, o complexo não oferece acesso à internet (só nos hotéis), diferentemente da unidade da Flórida. Ainda assim, a experiência tem uma magia própria, que só os franceses sabem proporcionar.

A Air France inaugurou em março o salão VIP do Terminal 2G no Aeroporto Charles de Gaulle, com direito a espaço de jantar no estilo de uma brasserie parisiense, e pratos quentes e frios preparados na hora.

E, no Terminal 2E, o espaço denominado Instant Paris é, desde fevereiro, uma área de transferência para passageiros de voos internacionais — entre eles, os do Brasil. Tem 4.500 m².

ONDE COMER

Disneyland Paris. São 55 restaurantes, bares e lanchonetes nos dois parques (http://bit.ly/2rarwxz), desde redes como McDonald’s a restaurantes sofisticados como o Walt’s. Os hotéis também contam com restaurantes, com bufê livre e café da manhã (à parte).

ONDE FICAR

O complexo reúne seis hotéis, de três a cinco estrelas, que ficam de 5 ou 15 minutos a pé da entrada dos parques. O mais perto, e mais luxuoso, é o Disneyland Hotel, com diárias a partir de R$ 1.400. Uma boa opção, a 10 minutos do parque, é o Disney’s Hotel New York, com decoração inspirada na cidade americana, com diárias a partir de R$ 900. Dos mais distantes, a 15 minutos do parque, estão o Sequoia Lodge, com diárias a R$ 1 mil, e o Newport Bay Club, agora renovado, com uma estrela a mais (4), e diárias a partir de R$ 700.

PASSEIOS

Disneyland Paris. Ingresso a partir de € 71 (para os dois parques em um dia) e € 56 (para apenas um dos parques), fora da alta temporada.

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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 19 Mai 2017, 09:55 
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O GLOBO

O turista chega a Ipanema e quer descobrir por qual rua balançava a garota da música, a caminho do mar. Outro visitante, após ver as belezas da cidade do alto, desce do Pão de Açúcar e tenta saber qual o melhor meio de transporte entre a Urca e Santa Teresa, próxima atração de seu roteiro.

Se depender da prefeitura do Rio, os dois vão ficar sem resposta.

A Riotur, órgão responsável por divulgar o Rio no Brasil e no exterior, fechou, na segunda-feira, metade dos postos de atendimento a turistas da capital.

Dos 14 quiosques, só sobraram sete.

E, mesmo assim, em situação precária, com atendimento em horários reduzidos.

O balde de água fria no atendimento a turistas, no momento em que se discute como a vocação da cidade para receber e encantar visitantes pode atrair mais investimentos e criar empregos, aconteceu por conta do fim do contrato com a Maza, empresa que prestava o serviço e demitiu, na última sexta-feira, os 63 recepcionistas bilíngues que trabalhavam nos quiosques.

Para não interromper definitivamente todo o atendimento, a Riotur, que pagava R$ 260 mil mensais à Maza, apelou para estagiários. São os aprendizes do órgão, junto a funcionários desviados às pressas de função, que estão mantendo sete unidades abertas.

O improviso tem seu custo. O quiosque da Rodoviária Novo Rio, por exemplo, que funcionava 24h, agora só atende em horário comercial : somente quem desembarca entre 9h e 18h consegue algum tipo de informação.

Nos aeroportos, a situação é parecida. O posto do Santos Dumont, que abria das 6h às 22h, hoje funciona apenas das 11h às 19h. No Tom Jobim, o atendimento é encerrado três horas mais cedo.

O serviço foi suspenso em Ipanema, no Leblon, na Barra, no Pão de Açúcar, em Santa Teresa, na Praça XV e na Candelária.

Apenas endereços considerados estratégicos permanecem abertos. Além dos pontos nos aeroportos e na rodoviária, estão funcionando os dois da Praia de Copacabana, o do Largo do Machado e o que funciona na Shopping da Gávea.
— Infelizmente, achamos melhor fechar alguns postos do que atender de forma precária. Inicialmente, pensamos em usar os estagiários em mais postos, mas não foi possível — explica o gerente de atendimento e serviços da Riotur, Maurício Werner.

Com a desativação dos centros de informação, tem sobrado trabalho para os vizinhos dos quiosques. Em Ipanema, um camelô que trabalha na Praça Nossa Senhora da Paz, ao lado da estrutura fechada, diz que tenta ajudar. Mas a boa vontade esbarra na falta de conhecimento de outros idiomas :
— Quem está dando informação sou eu. Quando o turista fala a minha língua, eu consigo ajudar. Se não, é impossível.

Na Lapa, o turista fica também perdido : o posto de informações foi desativado em abril, e o quiosque, retirado da calçada, segundo a Riotur, por falta de segurança. A estrutura já havia sido arrombada diversas vezes.
— Os gringos apareciam pedindo informação e era só apontar para lá. Desde que fechou, muitos turistas têm vindo aqui pedir ajuda e perguntar onde conseguem mapas da cidade. É ruim porque parece que a Lapa está largada — lamenta Jussilene Braga, gerente de uma lanchonete no bairro.

Os funcionários de um posto de gasolina próximo ao quiosque desativado também andam fazendo trabalho extra.
— Agora os turistas estão vindo pedir informação para a gente. Viramos posto de gasolina e de informação — brinca Ednaldo Cintra.

A falta de uma estrutura adequada decepciona os visitantes. O baiano João Pedro Azevedo, que está no Rio com um amigo argentino, ficou espantado por não encontrar um local de atendimento turístico na Lapa.
— Eu precisava saber que ônibus pegar para ir à Praia da Barra — contou.

O turista chileno Mauricio Dominguez, que chegou anteontem à cidade, contava com a ajuda de um posto para encontrar um local para se hospedar.
— Existem poucos postos de informações na cidade. No Centro, por exemplo, não achamos nenhum. Fomos bem atendidos em Copacabana, mas faltam informações sobre hospedagem. Chegamos cedo ao Rio e só conseguimos um apartamento bem tarde — reclamou.

No posto da Avenida Atlântica, na altura da Rua Hilário de Gouveia, além de faltarem informações sobre hospedagem, também não é possível obter o guia com informações sobre museus e restaurantes, nem a revista mensal com a programação da cidade, ambos em falta há meses. Apesar dos contratempos, o casal Mario e Nadia Caldas, que veio de Castanhal, a 70km de Belém do Pará, elogiou o atendimento no local:
— Fomos muito bem atendidos. Como deve ser, né ? O Rio é uma cidade turística, vive disso — disse Mario.

Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Estado do Rio, Alfredo Lopes, a redução dos postos de informação complica ainda mais a vida de quem visita a cidade :
— Além de não termos uma boa sinalização, agora faltam postos de informações. Conversei com o presidente da Riotur e ele me disse que está fazendo uma licitação para contratar uma nova empresa, com pessoas mais qualificadas, mas isso já tem dois meses. O que me parece é que não tem orçamento aprovado pelo prefeito. Enquanto isso, estamos enxugando gelo.

Segundo o gerente de atendimento da Riotur, o fechamento de metade dos quiosques é temporário e, em no máximo dois meses, a cidade vai conhecer um novo projeto, que prevê a modernização e a ampliação do serviço de atendimento. A estimativa é que 20 novos equipamentos sejam instalados até 2018 :
— Vamos aumentar o número de postos para 20 e eles vão funcionar em instalações mais modernas e confortáveis. Estamos estudando se iremos fazer uma licitação para contratar nova empresa ou se iremos buscar uma parceria públicoprivada para diminuir os custos para o município. O que sabemos é que os postos do Rio não estavam à altura do que se oferece em outras cidades do mundo. Além disso, sabemos que hoje os turistas usam muito mais aplicativos e sites para buscar dicas.

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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 24 Mai 2017, 22:18 
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https://observatoriodocinema.bol.uol.com.br/noticias/2017/05/avatar-james-cameron-e-elenco-se-reunem-para-inauguracao-de-parque-tematico-na-disney

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Boa parte do elenco de Avatar – o filme com maior bilheteria já registrada na história do cinema – se reuniu nesta quarta-feira (24), em Orlando, para a inauguração de Pandora – The World of Avatar, parque temático baseado no universo fantástico e deslumbrante do filme.

O diretor James Cameron e o produtor Jon Landay marcaram presença, assim como Zoe Saldana, Sigourney Weaver e Sam Worthington.

O novo parque está na Animal Kingdom, da Disney.

“Esse lugar é o próximo passo na história maior de Avatar”, disse James Cameron à People. “Trouxeram à vida o que você viu nos filmes. Agora é físico, tátil, olfativo, uma experiência completa sensorialmente. Excedeu minhas expectativas para o que seria possível no mundo físico, desde flutuar em montanhas até a exótica flora, tudo reproduzido fielmente”.

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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 28 Mai 2017, 10:16 
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http://odia.ig.com.br/brasil/2017-05-27/hopi-hari-reabre-suas-atracoes-no-comeco-de-junho.html

O famoso parque de diversões Hopi Hari, localizado na cidade de Vinhedo, a 80 km de São Paulo, e que passou a ser controlado pelo empresário do ramo imobiliário José Luiz Abdalla, reabre suas portas para funcionamento normal na primeira quinzena de junho.

José Abdalla assumiu o controle do Hopi Hari com um plano de investimento arrojado, respaldado pelo crédito de R$ 90 milhões do American Bank, o empresário possui um discurso forte : “Transformar o parque no maior centro de entretenimento da América Latina”.

A notícia é muito positiva não apenas para seus fieis visitantes, mas também para os cerca de 300 funcionários que estão empolgados com a perspectiva da retomada de suas atividades e dos novos investimentos.

Além disso, a reinauguração do parque irá reativar a geração de centenas de empregos indiretos, aquecendo a economia da região.

O empresário afirma que vai trabalhar intensamente para consolidar o Hopi Hari como destino turístico e empresarial, buscando atender plenamente todas as suas expectativas, alavancando a infraestrutura da região de Campinas, Vinhedo e Itupeva.

Para isso tira vantagem da excepcional localização do Hopi Hari, na frente de uma das melhores estradas do país, a Rodovia dos Bandeirantes, e a apenas 20 minutos do Aeroporto Internacional de Viracopos.

O empresário irá usar o financiamento do American Bank, para fazer várias mudanças e renovações no parque e suas atrações, incluindo a inauguração de uma praia artificial nos moldes da “Blizzard Beach”, da Disney.

Além disso, anunciou a construção de um complexo hoteleiro de 1.200 apartamentos, com completa infraestrura de lazer e um centro para convenções, exposições, eventos e congressos.

O Hopi Hari será a âncora central deste projeto imobiliário, novamente usando o bem sucedido modelo de negócios de hotelaria da Disney.

Em seu perfil no Facebook, o Hopi Hari divulgou que: "Recebemos, sim, o apoio de milhares de pessoas que se manifestaram nas redes sociais do parque, prestando solidariedade e torcendo para que o HOPI HARI dê certo. Sites independentes como Guia da Diversão, Hopi Hari Mania, Veja Parques, Mundo Hopi Hari e muitos outros nos apoiaram e apontaram a sordidez dessas reportagens. Alguns grupos de fãs anônimos organizaram vaquinhas (por iniciativa própria e com as quais não temos relação) para arrecadar fundos para resgatar o parque. É de arrepiar."​

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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 31 Mai 2017, 11:11 
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http://www.viajenaviagem.com/2017/05/volcano-bay-universal-orlando

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Kia ora ! É assim que você será recebido por todos os funcionários que encontrar enquanto estiver no Volcano Bay, o novo parque aquático temático do Universal Orlando Resort (que 'substitui' o Wet’n Wild, fechado no último dia de 2016).

O cumprimento, que é tipo um "oi", assim como os nomes das atrações e restaurantes do local, são inspirados na Polinésia, na Ilha de Páscoa, no Havaí e na Nova Zelândia, além de outros cenários paradisíacos do Pacífico Sul, lugares que serviram de molde para as quatro áreas temáticas distribuídas em 113 mil m².

O parque faz parte do mesmo complexo do Universal Orlando, vizinho do Universal Studios e do Islands of Adventure (o Wet'n Wild ficava em outra região, perto do Sea World).

A ideia de um parque temático aquático não se refere apenas à história que dá vida ao empreendimento, mas também ao tipo de atrações do espaço, algumas bem diferentes do que as normalmente vistas em parques do gênero - a começar pela primeira montanha-russa aquática da Flórida.

Além disso, é no Volcano Bay a estreia do Universal Studios na tecnologia que conecta cartão de crédito e 'fura fila' num mesmo item.

O parque deve ficar aberto até às 20h durante parte do ano, esticando as horas úteis do seu dia em Orlando.

É possível inclusive combinar os outros dois parques (Universal Studios e Islands of Adventure) com o Volcano Bay : basta comprar o novo ingresso 3-Park Explorer Ticket, que dá direito a 14 dias entre os três parques, e custa US$ 279 (US$ 269 para crianças de 3 a 9 anos), mais impostos.

A entrada para um dia, apenas para o Volcano Bay, pode também ser comprada pela internet ou na bilheteria por US$ 67 (US$ 62 para crianças), mais impostos.

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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 02 Jun 2017, 23:45 
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Re: Turismo e Viagens • Tópico sobre formas de turismo, viagens que você fez e demais atrações
MensagemEnviado: 09 Jun 2017, 22:24 
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Presidente da Fundação Procon de Uberaba, Rodrigo Mateus, diz que a norma que permite a cobrança para despachar bagagens em viagens aéreas prejudica o consumidor.

A medida entrou em vigor no início de junho.

Pelas novas regras da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), as empresas aéreas podem cobrar taxas adicionais pelas bagagens despachadas em voos nacionais e internacionais.

O limite de peso de bagagem de mão passa de cinco para dez quilos.

Na prática, a medida permite que as empresas criem suas próprias regras sobre o despacho de bagagens.

“O consumidor tinha uma franquia para bagagem despachada e agora ela pode ser cobrada. A alegação do Governo é a crise econômica, que atinge as companhias áreas, argumentando que elas precisam tomar essa medida para ter mais espaço no bagageiro e poder prestar outros serviços. Isso poderia gerar lucros à empresa e impactar no preço das passagens, uma vez que os passageiros seriam motivados a levar menos bagagens e teriam, por consequência, passagens áreas mais baratas. Não acredito que isso vai acontecer e o consumidor, mais uma vez, está sendo enganado”, avalia.

O presidente da Fundação Procon de Uberaba vê a situação como uma derrota para o consumidor e lamenta.

A Anac diz que as novas regras para o setor podem beneficiar o consumidor e baixar o preço das passagens no País.

Já para o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), o desmembramento da cobrança da bagagem e da passagem visa a dar mais lucro às empresas, e não dar transparência.

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