Educação

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Chapolin Comunista
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Re: Educação

Mensagem por Chapolin Comunista » 11 Mar 2020, 18:47


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O que de fato a direita teme?
Estadão mostra que o “Fora Weintraub” não conflita com os golpistas
A consigna “Fora Weintraub”, que tem sido defendida por alguns setores da esquerda nacional, especialmente os ligados ao movimento estudantil, está agora defendida pela direita.

Em artigo de opinião do Estado de S. Paulo, publicado no dia 11 de março, a burguesia mostrou que não se opõe à saída de Abraham Weintraub do Ministério da Educação (MEC). O texto, intitulado Um homem doente, coloca isso claramente desde seu início:

A cada dia que Abraham Weintraub permanece como ministro da Educação, desmoraliza-se esta que é uma das principais — se não a principal — forças motrizes para o desenvolvimento sustentável e para a redução da brutal desigualdade no País. Consumido por desvarios persecutórios e pendor revanchista que só sua alma é capaz de explicar, Weintraub permanece não dispor de tempo em seu dia útil para dedicar questões que realmente interessam à causa da educação, supondo, evidentemente, que o ministro seja capaz de diagnosticá-las.

No meio do artigo, o Estado de S. Paulo chega a falar que nem considera Weintraub um ministro da Educação de fato e sugere que o presidente ilegítimo Jair Bolsonaro o substitua:

Para que fosse substituído, bastaria que seu chefe, o presidente Jair Bolsonaro, quisesse ter entre seus auxiliares diretos um ministro da Educação, e não só um vulgar propalador de suas próprias convicções.



A esquerda que defende o “Fora Weintraub”


O que chama particular atenção no caso do artigo do Estado de S. Paulo é que a palavra de ordem de “Fora Weintraub”, que sintetiza a política expressa no texto, tem sido veementemente defendida por alguns setores da esquerda nacional — sobretudo os ligados ao movimento estudantil, como a União Nacional dos Estudantes (UNE), comandada pela juventude do Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Agora, com o artigo de um dos principais e mais reacionários órgãos da imprensa burguesa, fica claro que não se trata de uma palavra de ordem que ameace o regime político.

A burguesia não se incomoda com a palavra de ordem de “Fora Weintraub” porque, no fim das contas, a troca periódica de ministros da Educação em governos de direita é algo bastante comum. O cargo não necessita da mesma estabilidade de um Ministério como o da Economia, por exemplo, e pode ser ocupado por qualquer nazista que esteja disposto a fazer todo tipo de maracutaia para minar a Educação. Nesse sentido, substituir Abraham Weintraub por Olavo de Carvalho, Luiz Felipe Pondé ou qualquer outro vigarista não fará diferença alguma — na verdade, acabará por dando um novo fôlego a uma pasta que inevitavelmente entra em uma série de atritos com os estudantes, professores e a população em geral.

Uma prova disso é que Abraham Weintraub não é o primeiro comandante do MEC no governo Bolsonaro. Ainda em seu primeiro ano de mandato, Bolsonaro destituiu o colombiano Ricardo Vélez Rodríguez para colocar o atual ministro. Nada mudou: Weintraub se mostrou tão inimigo do povo quanto Rodríguez.

Uma reforma no que não pode ser reformado


Além de a mudança de ministros da Educação ser parte da rotina dos governos de direita, é preciso levar em consideração que, de qualquer modo, a consigna de “Fora Weintraub” é uma proposta de reforma do governo Bolsonaro. Isto é, uma proposta que implicaria na manutenção do governo Bolsonaro, desde que apenas uma peça sua fosse removida.

Essa política só faria sentido se o governo Bolsonaro fosse um governo de base operária — isto é, um governo apoiado pelos trabalhadores — e que tivesse de passar por algumas alterações para que atendesse às reivindicações populares. Como não é o caso, a esquerda deve travar uma luta não apenas contra Weintraub, mas sim contra todos os ministros do governo Bolsonaro — são, todos eles, golpistas, fascistas e capachos da burguesia.

A única política viável para travar uma luta contra todos os funcionários de um governo é a luta contra o próprio governo. Nesse sentido, a política dos trabalhadores e de todos os explorados deve ser a de lutar pelo “Fora Bolsonaro”.
https://www.causaoperaria.org.br/estada ... golpistas/
Editado pela última vez por Bugiga em 12 Mar 2020, 07:45, em um total de 1 vez.
Razão: Posts seguidos unidos, o choro é livre.
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Re: Educação

Mensagem por Chapolin Comunista » 12 Mar 2020, 18:18

E Lula também é livre. Chorar, direitista pé de chinelo recalcado. Imagem

Fora o Escola sem Partido
“Escola com Fascismo” persegue professor e diretor na USP
Site Escola sem partido ataca Professor da USP e da Univesp acusando-o de doutrinador ideológico. É necessário enfrentar o fascismo nas universidades e nas escolas.



O movimento Escola sem partido aproveitando a tentativa de levantar ainda mais a cabeça da direita com o ato bolsonarista de 15 de março, divulgou nota onde ataca o Professor de Educação Física e diretor da Faculdade de Educação da USP, o Prof. Dr. Marcos Garcia Neira, acusando-o de doutrinação ideológica.

A direita ataca o professor se utilizando do site da Univesp (Universidade Virtual do Estado de São Paulo) no seu link do curso de Pedagogia em modalidade EAD(Ensino a distância), no qual o mestre é um dos responsáveis por tal cadeira, onde o professor anuncia a proposta pedagógica do curso e veicula vídeos como o vídeo publicado no youtube , “O corpo do gordo é obra prima”.

Além disso o site do Escola com fascismo acusa o professor de que o objetivo da proposta não é abordar aspectos pedagógicos da Educação Física, mas criticar a concepção tradicional da disciplina(de direita e acrítica) e empregá-la como instrumento de engenharia social. Onde na verdade o que a direita esconde é que as propostas pedagógicas mais alinhadas com a direita, como é a chamada proposta tradicional, não podem ser criticadas. Ou seja, a escola sem partido é a escola também sem críticas à direita, sem críticas ao preconceito, ao racismo, aos governos que destroem as condições de vida e escravizam a população, entre outros.

Como já dito por este jornal em outras ocasiões o Escola Sem Partido é a opção da doutrinação ideológica da direita, pois acusam a esquerda de querer a doutrinação por lutar contra a falácia desse projeto fascista. Os direitistas utilizam desse lema para propagar de maneira mais profunda nas escolas sua posição ideológica.

No entanto, diferente da mentira que a extrema direita propaga quem está sendo perseguido dentro das escolas e universidades são os professores e a esquerda. É preciso que os professores se organizem por meio dos comitês de luta e reajam à censura, contra a ofensiva da direita fascista sobre a Educação.

Mesmo sem a aprovação em muitas câmaras de vereadores, assembleias legislativas e no Congresso Federal, a escola com fascismo vem se implementando nas escolas de todo país (inclusive com a abertura de dezenas de escolas militares), pois acabará com toda a liberdade do professor em debater todo e qualquer tipo de tema nas escolas e nas universidades, neste sentido também é a colocação de doutrinação pelo “Escola sem Partido” no caso do Diretor da faculdade de Educação da USP.

A perseguição aos professores se intensificou muito em todo o país após a “eleição” de Bolsonaro. São várias as denúncias de educadores sofrendo assédio no interior das salas de aula, sendo intimidados por meio de filmagens e até mesmo presos, como ocorreu no Espírito Santo, onde um professor foi levado à delegacia por discutir política com um colega de trabalho.

É de suma importância combater o Escola Sem Partido, ou seja, a escola com fascismo. Mas como? Com a força da classe trabalhadora em mobilização nas ruas, não fugindo do enfrentamento, mas mobilizando cada vez mais, a juventude, as mulheres, os negros e toda a classe trabalhadora contra o fascismo dentro e fora das escolas. Portanto, se faz necessário expandir as palavras de ordem FORA BOLSONARO nos próximos dias 14, 15 e 18 de Março nas grandes manifestações de luta da classe trabalhadora e da educação, marcadas para estas datas.
https://www.causaoperaria.org.br/escola ... or-na-usp/
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Re: Educação

Mensagem por Bazzo » 12 Mar 2020, 18:26

Chapolin Comunista escreveu:pé de chinelo
Só sabe falar isso? Arranhou o disco? Tu consegue ser desinteressante até nos xingamentos.
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Re: Educação

Mensagem por Chapolin Comunista » 12 Mar 2020, 18:30

Você não ia desativar meus posts, não? Larga do meu pé, chulé.

Movimento estudantil
Londrina: alunos da UEL pedem Fora Bolsonaro em colação de grau
Estudantes, durante uma colação de grau, puxam o fora Bolsonaro

Nesta sexta-feira (6), durante uma colação de grau de alunos da UEL (Universidade Estadual de Londrina) dos cursos de Filosofia, Ciências Sociais, Jornalismo, Biblioteconomia, Arquivologia, Letras, e Relações Públicas, segundo relatos de testemunhas oculares, após discursar uma aluna indígena puxou o fora Bolsonaro, que foi aderido pelo auditório inteiro. Em seguida a fala da estudante o reitor da universidade se manifestou contra a politica neoliberal e atacou principalmente o ministro golpista de Bolsonaro, Paulo Guedes.

Esse acontecimento só reforça o quão favorável é a situação para a derrubada do governo facista de Bolsonaro, que agora mais do que nunca está em uma crise profunda, completamente sem apoio popular. Este é o cenário mais favorável para intensificar a campanha do fora Bolsonaro, organizar e centralizar os movimentos, tanto estudantis quanto sindicais entorno desta palavra de ordem juntamente com as eleições gerais já.

O fora Bolsonaro é uma realidade, não ha como fugir. Por todo o país esta palavra de ordem ecoa, em todos os movimentos, em todos os bairros, escolas, faculdades, locais de trabalho e etc. Esta é a hora de colocar o fora Bolsonaro nas ruas, e tirar na marra este governo facistas e sangue-suga, encabeçado pela escória da sociedade. Fora Bolsonaro, eleições gerais já!
https://www.causaoperaria.org.br/londri ... o-de-grau/
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Re: Educação

Mensagem por E.R » 13 Mar 2020, 09:48

https://veja.abril.com.br/educacao/come ... o-boletim/

Ao persistente toque do despertador anunciando a hora de levantar-se para ir à escola, segue-se uma ladai­nha matutina que só muda de endereço : ninguém quer acordar.

Uma vez feito o sacrifício, já cara a cara com o professor, um de cada cinco alunos se deixa embalar e desmaia na carteira, segundo mostra uma pesquisa da National Sleep Foundation, dos Estados Unidos, sobre o nível de atenção da criançada nas primeiras horas do dia.

Os frequentes sinais de cansaço, mais agudos ainda entre os adolescentes, motivaram a Academia Americana de Pediatria a publicar um documento que soou como hora do recreio para estudantes habituados à campainha estridente no pátio às 7 e pouco da manhã : havia ali a recomendação de que as aulas começassem mais tarde.

A enfática mensagem deixou a bolha científica e acaba de ser abraçada pelo Estado da Califórnia, o primeiro a sacudir a legislação para empurrar o início do turno escolar para até as 8h30.

A exaustão da garotada faz pensar em uma saída que a princípio parece bem mais simples : ir para a cama cedo, de modo a estar preparado para o que der e vier ao raiar do sol. Mas essa é uma alternativa pouco viável, garantem os especialistas — sobretudo na faixa etária a partir dos 13, 14 anos, quando um turbilhão de mudanças fisiológicas caminha em marcha acelerada e o adolescente passa a sentir sono mais tarde.

Um dos motores dessa chacoalhada no relógio biológico tem a ver justamente com o fato de o corpo adiar a liberação do hormônio melatonina e o processo de queda da temperatura corporal — ambos responsáveis pela sensação de sonolência. “Por esses fatores, o adolescente passa a dormir até duas horas mais tarde do que costumava”, explica a neurologista Andrea Bacelar, da Associação Brasileira do Sono (ABS). Para completar as oito horas de descanso recomendadas, portanto, a turma precisa dar uma esticadinha pela manhã.

Esse conjunto de estudos começa a ecoar em outras partes, inclusive no Brasil — e vem colhendo bons resultados entre os estudantes.

Escolas como Concept e Avenues, de São Paulo, estabeleceram o início do batente às 8 horas. Em Brasília, o Colégio Seriös decidiu adotar o horário mais dilatado em 2018, iniciando as aulas também às 8 horas. “Percebemos que os alunos chegam agora com maior capacidade de concentração”, observa o diretor pedagógico Nei Vieira. E isso tem se refletido no boletim : as médias subiram 5%. Os pais celebram por outras razões. “Meus filhos estão visivelmente mais dispostos e podem tomar um bom café da manhã”, diz a pedagoga Luciana Freitas.

A percepção de que o adolescente dorme aquém do necessário para prover combustível à ebulição em andamento em seu corpo motivou a ABS a apresentar à Comissão de Educação da Câmara dos Deputados um projeto de lei semelhante ao aprovado na Califórnia. Texto de mesma natureza, de autoria do deputado estadual Renan Ferreirinha (PSB), tramita na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Para sustentar a propriedade do pleito, um levantamento da ABS dá a dimensão do cansaço geral nessa faixa etária : 60% dos adolescentes declaram não estar satisfeitos com a quantidade de horas dormidas — e essa escassez pode desaguar em doenças como obesidade, depressão e ansiedade. “Na adolescência, meia hora a mais de sono pela manhã tende a melhorar as condições para o aprendizado e funciona ainda na frente da prevenção de doenças”, explica Andrea Bacelar.

A preservação do sono quando a criança adentra a adolescência é vital porque justamente nesse período se consolida o desenvolvimento da área do cérebro que pilota a capacidade de julgamento, o controle dos impulsos e o raciocínio lógico — e um bom pernoite mantém o funcionamento dessa engrenagem a pleno vapor.

Também é quando as pestanas estão bem fechadas que hormônios sexuais e do crescimento são produzidos em eletrizante ritmo de fábrica. Aos navegantes em plena metamorfose, porém, um aviso : de nada adiantará toda essa mudança se o celular seguir em uso até altas horas. “A luz, aliada ao frenético fluxo de informações, vira motor de ansiedade e insônia. É essencial ter hora para desligar o aparelho”, enfatiza o neurocientista Ariovaldo Silva, da Universidade Federal de Minas Gerais. O boletim agradece.
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Re: Educação

Mensagem por E.R » 25 Mar 2020, 16:04

O DIA

A paralisação das aulas nos colégios públicos e privados do Rio de Janeiro pode chegar a três meses. A medida atende ao protocolo estabelecido pelo Gabinete de Crise de prevenção ao coronavírus e pela Secretaria de Estado de Saúde.

Durante este período sem atividades presenciais nas escolas, a Secretaria de Estado de Educação (Seeduc) disponibilizará, a partir da próxima segunda-feira, dia 30, aulas no formato online, por meio de um convênio firmado com o Google.

Os professores da rede pública estadual, nos seus horários de trabalho, ministrarão as atividades na plataforma online respeitando o quadro de horários das suas aulas presenciais.

Os alunos que não tiverem acesso à internet receberão o material impresso em suas casas e, após o retorno das atividades presenciais, caso tenham necessidade, terão aulas de reforço. O método de avaliação e provas bimestrais dependerá do período de interrupção das atividades presenciais.

"Ideia é manter os 200 dias letivos, mesmo que a Lei de Diretrizes e Base da Educação (LBD) permita que, diante da pandemia do coronavírus, os estados terminem o ano letivo de 2020 com menos dias. O objetivo da Seeduc é não prejudicar nem desestimular os alunos durante o período de quarentena. As horas de aulas à distância serão contadas como horas-aula normais", disse o secretário de Estado de Educação, Pedro Fernandes.

Para as escolas particulares que não tiverem a própria plataforma, a Secretaria de Educação buscará a viabilização deste serviço junto ao Google.

A Seeduc também fornecerá o conteúdo didático para os colégios privados, caso necessário.
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Re: Educação

Mensagem por Victor235 » 05 Abr 2020, 20:45

Weintraub usa Cebolinha da Turma da Mônica para fazer chacota de chineses
Ministro da Educação ridiculariza sotaque de asiáticos em postagem com capa de gibi cujo enredo se passa na China.
"Geopolíticamente, quem podeLá saiL foLtalecido, em teLmos Lelativos, dessa cLise mundial? PodeLia seL o Cebolinha? Quem são os aliados no BLasil do plano infalível do Cebolinha paLa dominaL o mundo? SeLia o Cascão ou há mais amiguinhos?", escreveu o membro do gabinete do presidente Jair Bolsonaro, trocando a letra "r" por "l", assim como na criação de Mauricio de Sousa.
Procurado, Mauricio de Sousa, por meio de sua assessoria, comunicou inicialmente não ter nada a declarar sobre o ocorrido. Depois, enviou nota à Folha na qual afirma "não autorizar o uso de nossos personagens nessa postagem".
https://www1.folha.uol.com.br/mundo/202 ... eses.shtml
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Re: Educação

Mensagem por E.R » 08 Abr 2020, 07:47

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Re: Educação

Mensagem por E.R » 21 Abr 2020, 06:48

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Re: Educação

Mensagem por E.R » 28 Abr 2020, 23:53

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Re: Educação

Mensagem por E.R » 07 Mai 2020, 15:52

https://veja.abril.com.br/blog/radar/de ... o-do-enem/

Os parlamentares membros da Comissão Externa de Acompanhamento do Ministério da Educação publicaram uma nota cobrando a suspensão do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), previsto para novembro deste ano.

Segundo os deputados, manter o cronograma “contribui para o aprofundamento de desigualdades já tão latentes no Brasil”.

A nota afirma que o ministério “mostra-se distante da realidade” e que, “sem uma política nacional coordenada, estados e municípios têm o desafio de enfrentar os desdobramentos da pandemia na educação”.

Os deputados observam ainda que “não é possível e nem justo exigir o mesmo nível de aprendizagem em uma avaliação nacional para estudantes da rede particular e para os rede pública, sobretudo para os menos privilegiados, sem amparo em sua maioria e sem acesso à internet”.

Assinam a nota os deputados João Campos (PSB), Felipe Rigoni (PSB), Tabata Amaral (PDT), Eduardo Bismarck (PDT), Luísa Canziani (PTB), Professor Israel (PV) e Aliel Machado (PSB).

O Projeto de Decreto Legislativo nº 167/2020, pronto para ser apreciado no plenário, prevê o adiamento da prova e discussão de novas datas.

Segundo dados do Comitê Gestor de Internet no Brasil, 58% das casas no país não têm acesso a computadores e 33% não dispõem de internet.
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Re: Educação

Mensagem por Barbano » 07 Mai 2020, 15:58

A realização do exame deve depender dos calendários das faculdades. Se o ano não for cancelado, vai ter novos egressos em 2020, e aí não faz sentido cancelar o Enem. Já se não abrirem vagas em 2020, não faz sentido realizar o exame.

Esses deputados malucos acham que chance menor de acesso é pior do que chance zero?
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Re: Educação

Mensagem por E.R » 08 Mai 2020, 02:30

https://www1.folha.uol.com.br/educacao/ ... emia.shtml

“Quando o coronavírus for embora, eu volto para a minha escola ?”

Há duas semanas a resposta à pergunta da filha deixou de ser fácil para Fábio Silva, 46 anos.

Demitido de seu emprego durante a pandemia, ele teve que mudar a menina para um colégio com mensalidades mais baratas.

As demissões e reduções de salário já sentidas pelas famílias gerou um movimento atípico na rede particular para esse período, com pais buscando mensalidades com valores que caibam no novo orçamento doméstico.

Escolas que cobram abaixo de R$ 800 dizem já ter fila de espera com o aumento da procura no último mês.

Fábio Silva foi demitido da loja de peças automotivas em que foi gerente por 14 anos. Sua mulher, que é dentista, parou de atender os pacientes por ser do grupo de risco da doença.

“Quando a pandemia começou, combinamos que não nos colocaríamos em risco. Minha mulher ia parar de atender, iríamos economizar o máximo e manter a melhor educação possível para os nossos filhos. Mas fui pego de surpresa com a demissão”.

A mensalidade de R$ 1.400 que pagavam na escola da filha de 9 anos ficou alta de mais para a família. Fábio tentou negociar um desconto, mas só conseguiu uma proposta para adiar o pagamento.

“Eu só iria empurrar essa dívida para frente”, disse.

Por indicação de uma amiga, eles decidiram mudar a menina para a escola Luminova, na Barra Funda, que tem mensalidade de R$ 620. Apesar de ser mais viável financeiramente, a mudança ainda traz preocupações para a família, que não conheceu pessoalmente a escola e os professores.

“A escola parece ser muito boa, não iríamos arriscar com a educação da nossa filha. Mas não tem sido fácil, ela chorou muito quando teve que parar de acompanhar as aulas à distância da outra escola. Ela ainda acha que, quando acabar a pandemia, vamos conseguir colocá-la de novo no antigo colégio, com os mesmos coleguinhas”, contou o pai.

A escola que ele buscou faz parte de um novo segmento de colégios particulares que surgiu nos últimos anos. São unidades de grandes grupos educacionais que dizem ser “escolas conceito” para a classe C.

A Luminova, do grupo SEB, tem quatro unidades no estado de São Paulo, que tiveram dez novas matrículas em abril — mês em que não costumam receber nenhum novo aluno.

Nathan Schmucler, diretor de franquias da rede, disse que a procura tem sido de pais que tiveram redução no orçamento familiar ou que estão insatisfeitos com as aulas à distância nas escolas que seus filhos estão.

“As famílias perceberam que essa situação vai perdurar por muito tempo e que as consequências da pandemia vão ser graves, por isso, já estão buscando alternativas”.

Ele projeta que as unidades da Luminova possam ter um aumento de 20% no número de matrículas no próximo ano.

Inaugurada em 2018, a rede tem hoje 2.500 alunos e mensalidades, que chamam de low-cost, a partir de R$ 545.

A Escola Mais, que iniciou as atividades também em 2018 e mira nesse mesmo segmento socioeconômico, registrou nas últimas semanas 215 novas matrículas e recebeu outros 345 pais interessados.

“Já sabemos que não vamos conseguir atender a todos porque não há vagas para todas as turmas”, disse o diretor José Aliperti, sócio-fundador da rede que tem três escolas na capital.

Para ele, com a queda de renda, as famílias estão avaliando as despesas e sendo mais exigentes com as escolas.

Das três unidades, a que teve maior procura é a da Vila Mascote, na zona sul, onde há maior oferta de escolas. “As novas matrículas que tivemos são de alunos que estudavam em colégios da região, com mensalidades que são o dobro da nossa."

A rede tem mensalidades de R$ 730 para o ensino fundamental 2 e R$ 830 para o ensino médio. Todas as turmas são de período integral e têm aulas de inglês todos os dias.

O principal investidor da rede é o grupo Bahema, que nos últimos três anos passou a apostar na educação básica e comprou os colégios mais tradicionais de São Paulo, como a Escola da Vila e Escola Viva, ambas com mensalidades em torno de R$ 4.000.

“Tenho sentido que os pais estão questionando mais o que as escolas entregam. Em um momento de crise, eles vão avaliar não só o quanto pagam, mas também o que os filhos estão recebendo em sala de aula”, disse.

Com o salário reduzido e o medo de não conseguir pagar a escola da filha, Naira do Prado, 34 anos, decidiu matriculá-la na Escola Mais, que cobra um valor cerca de R$ 200 a menos do que pagava na anterior.

A maior carga horária de aulas de inglês e o período integral também entraram na conta. “Pensei que seria uma economia a longo prazo, porque não vou ter que pagar um curso extra de inglês para ela. E o período integral pode me ajudar quando puder voltar a trabalhar fora de casa”.

Ela, no entanto, se preocupa com a adaptação de Sophia, 11, que está no 6º ano e estava na antiga escola desde o berçário. “Ela ficou muito triste por causa dos amigos, que estavam na mesma turma desde que ela era pequenininha. Eu expliquei a nossa situação financeira e ela entendeu, mas sei que está sendo difícil”.

Com mensalidades de R$ 12 mil, a escola Avenues, no Morumbi, também perdeu alunos com a suspensão das aulas presenciais.

Insatisfeitos com as atividades a distância desenvolvidas pelo colégio, pais decidiram rescindir o contrato e pedir os valores dos meses que ainda faltavam para o fim do ano letivo, que segue o calendário americano e termina em junho — na unidade, as famílias precisam pagar toda a anuidade antes do início do ano escolar.

A Folha conversou com dois pais que tinham os filhos matriculados na educação infantil e decidiram cancelar a matrícula por não concordarem com as atividades que a escola vinha oferecendo.

Outros dois pais também falaram que vão esperar o encerramento do ano e procurar outra instituição.

“Trocamos seis horas de aulas presenciais por 15 minutos de atividades remotas por dia, mas continuam nos cobrando R$ 12 mil. Não negociaram nada de desconto”, disse o pai de um menino de 3 anos.
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Re: Educação

Mensagem por E.R » 12 Mai 2020, 04:49

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Re: Educação

Mensagem por Don CHelipe » 13 Mai 2020, 07:42

Barbano escreveu:A realização do exame deve depender dos calendários das faculdades. Se o ano não for cancelado, vai ter novos egressos em 2020, e aí não faz sentido cancelar o Enem. Já se não abrirem vagas em 2020, não faz sentido realizar o exame.

Esses deputados malucos acham que chance menor de acesso é pior do que chance zero?
Entendo seu ponto. Mas é foda, pra uma grande galera a chance vai ser quase zero. Principalmete a galera que faz cursinho pra passar no Enem. O pessoal de escola privada vai pegar ainda mais vagas nas faculs publicas.

A engrenagem da educação é bizarra no Brasil. O cara com condições estuda privado na basica e, publico na superior. O pobre estuda publico na basica e tem que ir pro privado no superior, e quando digo privado, não é PUC, Mackenzie, são essas faculs sem nome algum e com a grade horrivel. :( :(
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