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Re: Educação
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MensagemEnviado: 11 Mar 2020, 18:47 
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O que de fato a direita teme?
Estadão mostra que o “Fora Weintraub” não conflita com os golpistas
A consigna “Fora Weintraub”, que tem sido defendida por alguns setores da esquerda nacional, especialmente os ligados ao movimento estudantil, está agora defendida pela direita.

Em artigo de opinião do Estado de S. Paulo, publicado no dia 11 de março, a burguesia mostrou que não se opõe à saída de Abraham Weintraub do Ministério da Educação (MEC). O texto, intitulado Um homem doente, coloca isso claramente desde seu início:

A cada dia que Abraham Weintraub permanece como ministro da Educação, desmoraliza-se esta que é uma das principais — se não a principal — forças motrizes para o desenvolvimento sustentável e para a redução da brutal desigualdade no País. Consumido por desvarios persecutórios e pendor revanchista que só sua alma é capaz de explicar, Weintraub permanece não dispor de tempo em seu dia útil para dedicar questões que realmente interessam à causa da educação, supondo, evidentemente, que o ministro seja capaz de diagnosticá-las.

No meio do artigo, o Estado de S. Paulo chega a falar que nem considera Weintraub um ministro da Educação de fato e sugere que o presidente ilegítimo Jair Bolsonaro o substitua:

Para que fosse substituído, bastaria que seu chefe, o presidente Jair Bolsonaro, quisesse ter entre seus auxiliares diretos um ministro da Educação, e não só um vulgar propalador de suas próprias convicções.



A esquerda que defende o “Fora Weintraub”


O que chama particular atenção no caso do artigo do Estado de S. Paulo é que a palavra de ordem de “Fora Weintraub”, que sintetiza a política expressa no texto, tem sido veementemente defendida por alguns setores da esquerda nacional — sobretudo os ligados ao movimento estudantil, como a União Nacional dos Estudantes (UNE), comandada pela juventude do Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Agora, com o artigo de um dos principais e mais reacionários órgãos da imprensa burguesa, fica claro que não se trata de uma palavra de ordem que ameace o regime político.

A burguesia não se incomoda com a palavra de ordem de “Fora Weintraub” porque, no fim das contas, a troca periódica de ministros da Educação em governos de direita é algo bastante comum. O cargo não necessita da mesma estabilidade de um Ministério como o da Economia, por exemplo, e pode ser ocupado por qualquer nazista que esteja disposto a fazer todo tipo de maracutaia para minar a Educação. Nesse sentido, substituir Abraham Weintraub por Olavo de Carvalho, Luiz Felipe Pondé ou qualquer outro vigarista não fará diferença alguma — na verdade, acabará por dando um novo fôlego a uma pasta que inevitavelmente entra em uma série de atritos com os estudantes, professores e a população em geral.

Uma prova disso é que Abraham Weintraub não é o primeiro comandante do MEC no governo Bolsonaro. Ainda em seu primeiro ano de mandato, Bolsonaro destituiu o colombiano Ricardo Vélez Rodríguez para colocar o atual ministro. Nada mudou: Weintraub se mostrou tão inimigo do povo quanto Rodríguez.

Uma reforma no que não pode ser reformado


Além de a mudança de ministros da Educação ser parte da rotina dos governos de direita, é preciso levar em consideração que, de qualquer modo, a consigna de “Fora Weintraub” é uma proposta de reforma do governo Bolsonaro. Isto é, uma proposta que implicaria na manutenção do governo Bolsonaro, desde que apenas uma peça sua fosse removida.

Essa política só faria sentido se o governo Bolsonaro fosse um governo de base operária — isto é, um governo apoiado pelos trabalhadores — e que tivesse de passar por algumas alterações para que atendesse às reivindicações populares. Como não é o caso, a esquerda deve travar uma luta não apenas contra Weintraub, mas sim contra todos os ministros do governo Bolsonaro — são, todos eles, golpistas, fascistas e capachos da burguesia.

A única política viável para travar uma luta contra todos os funcionários de um governo é a luta contra o próprio governo. Nesse sentido, a política dos trabalhadores e de todos os explorados deve ser a de lutar pelo “Fora Bolsonaro”.

https://www.causaoperaria.org.br/estada ... golpistas/

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Avatar: Bolsocorno, o rei do gado se transformou em boi para se assemelhar ao rebanho bolsonarista. Osmar Enterra na rachadinha da Micheque.

O Chapolin é um herói latino-americano lutando contra as forças imperialistas (Super Sam, Batman, Superman). Ele sempre foi vermelho.

Chaves é sobre a luta de classes. Burguesia (Seu Barriga, Nhonho), Pequeno-burguesia (Dona Florinda, Girafales, Quico) e Classe Operária (Chaves, Seu Madruga, Chiquinha).E você, de que lado está?


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Editado pela última vez por Bugiga em 12 Mar 2020, 07:45, em um total de 1 vez.
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Re: Educação
MensagemEnviado: 12 Mar 2020, 18:18 
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E Lula também é livre. Chorar, direitista pé de chinelo recalcado.


Fora o Escola sem Partido
“Escola com Fascismo” persegue professor e diretor na USP
Site Escola sem partido ataca Professor da USP e da Univesp acusando-o de doutrinador ideológico. É necessário enfrentar o fascismo nas universidades e nas escolas.



O movimento Escola sem partido aproveitando a tentativa de levantar ainda mais a cabeça da direita com o ato bolsonarista de 15 de março, divulgou nota onde ataca o Professor de Educação Física e diretor da Faculdade de Educação da USP, o Prof. Dr. Marcos Garcia Neira, acusando-o de doutrinação ideológica.

A direita ataca o professor se utilizando do site da Univesp (Universidade Virtual do Estado de São Paulo) no seu link do curso de Pedagogia em modalidade EAD(Ensino a distância), no qual o mestre é um dos responsáveis por tal cadeira, onde o professor anuncia a proposta pedagógica do curso e veicula vídeos como o vídeo publicado no youtube , “O corpo do gordo é obra prima”.

Além disso o site do Escola com fascismo acusa o professor de que o objetivo da proposta não é abordar aspectos pedagógicos da Educação Física, mas criticar a concepção tradicional da disciplina(de direita e acrítica) e empregá-la como instrumento de engenharia social. Onde na verdade o que a direita esconde é que as propostas pedagógicas mais alinhadas com a direita, como é a chamada proposta tradicional, não podem ser criticadas. Ou seja, a escola sem partido é a escola também sem críticas à direita, sem críticas ao preconceito, ao racismo, aos governos que destroem as condições de vida e escravizam a população, entre outros.

Como já dito por este jornal em outras ocasiões o Escola Sem Partido é a opção da doutrinação ideológica da direita, pois acusam a esquerda de querer a doutrinação por lutar contra a falácia desse projeto fascista. Os direitistas utilizam desse lema para propagar de maneira mais profunda nas escolas sua posição ideológica.

No entanto, diferente da mentira que a extrema direita propaga quem está sendo perseguido dentro das escolas e universidades são os professores e a esquerda. É preciso que os professores se organizem por meio dos comitês de luta e reajam à censura, contra a ofensiva da direita fascista sobre a Educação.

Mesmo sem a aprovação em muitas câmaras de vereadores, assembleias legislativas e no Congresso Federal, a escola com fascismo vem se implementando nas escolas de todo país (inclusive com a abertura de dezenas de escolas militares), pois acabará com toda a liberdade do professor em debater todo e qualquer tipo de tema nas escolas e nas universidades, neste sentido também é a colocação de doutrinação pelo “Escola sem Partido” no caso do Diretor da faculdade de Educação da USP.

A perseguição aos professores se intensificou muito em todo o país após a “eleição” de Bolsonaro. São várias as denúncias de educadores sofrendo assédio no interior das salas de aula, sendo intimidados por meio de filmagens e até mesmo presos, como ocorreu no Espírito Santo, onde um professor foi levado à delegacia por discutir política com um colega de trabalho.

É de suma importância combater o Escola Sem Partido, ou seja, a escola com fascismo. Mas como? Com a força da classe trabalhadora em mobilização nas ruas, não fugindo do enfrentamento, mas mobilizando cada vez mais, a juventude, as mulheres, os negros e toda a classe trabalhadora contra o fascismo dentro e fora das escolas. Portanto, se faz necessário expandir as palavras de ordem FORA BOLSONARO nos próximos dias 14, 15 e 18 de Março nas grandes manifestações de luta da classe trabalhadora e da educação, marcadas para estas datas.

https://www.causaoperaria.org.br/escola ... or-na-usp/

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Re: Educação
MensagemEnviado: 12 Mar 2020, 18:26 
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Chapolin Comunista escreveu:
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Só sabe falar isso? Arranhou o disco? Tu consegue ser desinteressante até nos xingamentos.

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Re: Educação
MensagemEnviado: 12 Mar 2020, 18:30 
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Você não ia desativar meus posts, não? Larga do meu pé, chulé.


Movimento estudantil
Londrina: alunos da UEL pedem Fora Bolsonaro em colação de grau
Estudantes, durante uma colação de grau, puxam o fora Bolsonaro

Nesta sexta-feira (6), durante uma colação de grau de alunos da UEL (Universidade Estadual de Londrina) dos cursos de Filosofia, Ciências Sociais, Jornalismo, Biblioteconomia, Arquivologia, Letras, e Relações Públicas, segundo relatos de testemunhas oculares, após discursar uma aluna indígena puxou o fora Bolsonaro, que foi aderido pelo auditório inteiro. Em seguida a fala da estudante o reitor da universidade se manifestou contra a politica neoliberal e atacou principalmente o ministro golpista de Bolsonaro, Paulo Guedes.

Esse acontecimento só reforça o quão favorável é a situação para a derrubada do governo facista de Bolsonaro, que agora mais do que nunca está em uma crise profunda, completamente sem apoio popular. Este é o cenário mais favorável para intensificar a campanha do fora Bolsonaro, organizar e centralizar os movimentos, tanto estudantis quanto sindicais entorno desta palavra de ordem juntamente com as eleições gerais já.

O fora Bolsonaro é uma realidade, não ha como fugir. Por todo o país esta palavra de ordem ecoa, em todos os movimentos, em todos os bairros, escolas, faculdades, locais de trabalho e etc. Esta é a hora de colocar o fora Bolsonaro nas ruas, e tirar na marra este governo facistas e sangue-suga, encabeçado pela escória da sociedade. Fora Bolsonaro, eleições gerais já!

https://www.causaoperaria.org.br/londri ... o-de-grau/

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Re: Educação
MensagemEnviado: 13 Mar 2020, 09:48 
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https://veja.abril.com.br/educacao/comecar-o-turno-escolar-mais-tarde-pode-ajudar-ate-no-boletim/

Ao persistente toque do despertador anunciando a hora de levantar-se para ir à escola, segue-se uma ladai­nha matutina que só muda de endereço : ninguém quer acordar.

Uma vez feito o sacrifício, já cara a cara com o professor, um de cada cinco alunos se deixa embalar e desmaia na carteira, segundo mostra uma pesquisa da National Sleep Foundation, dos Estados Unidos, sobre o nível de atenção da criançada nas primeiras horas do dia.

Os frequentes sinais de cansaço, mais agudos ainda entre os adolescentes, motivaram a Academia Americana de Pediatria a publicar um documento que soou como hora do recreio para estudantes habituados à campainha estridente no pátio às 7 e pouco da manhã : havia ali a recomendação de que as aulas começassem mais tarde.

A enfática mensagem deixou a bolha científica e acaba de ser abraçada pelo Estado da Califórnia, o primeiro a sacudir a legislação para empurrar o início do turno escolar para até as 8h30.

A exaustão da garotada faz pensar em uma saída que a princípio parece bem mais simples : ir para a cama cedo, de modo a estar preparado para o que der e vier ao raiar do sol. Mas essa é uma alternativa pouco viável, garantem os especialistas — sobretudo na faixa etária a partir dos 13, 14 anos, quando um turbilhão de mudanças fisiológicas caminha em marcha acelerada e o adolescente passa a sentir sono mais tarde.

Um dos motores dessa chacoalhada no relógio biológico tem a ver justamente com o fato de o corpo adiar a liberação do hormônio melatonina e o processo de queda da temperatura corporal — ambos responsáveis pela sensação de sonolência. “Por esses fatores, o adolescente passa a dormir até duas horas mais tarde do que costumava”, explica a neurologista Andrea Bacelar, da Associação Brasileira do Sono (ABS). Para completar as oito horas de descanso recomendadas, portanto, a turma precisa dar uma esticadinha pela manhã.

Esse conjunto de estudos começa a ecoar em outras partes, inclusive no Brasil — e vem colhendo bons resultados entre os estudantes.

Escolas como Concept e Avenues, de São Paulo, estabeleceram o início do batente às 8 horas. Em Brasília, o Colégio Seriös decidiu adotar o horário mais dilatado em 2018, iniciando as aulas também às 8 horas. “Percebemos que os alunos chegam agora com maior capacidade de concentração”, observa o diretor pedagógico Nei Vieira. E isso tem se refletido no boletim : as médias subiram 5%. Os pais celebram por outras razões. “Meus filhos estão visivelmente mais dispostos e podem tomar um bom café da manhã”, diz a pedagoga Luciana Freitas.

A percepção de que o adolescente dorme aquém do necessário para prover combustível à ebulição em andamento em seu corpo motivou a ABS a apresentar à Comissão de Educação da Câmara dos Deputados um projeto de lei semelhante ao aprovado na Califórnia. Texto de mesma natureza, de autoria do deputado estadual Renan Ferreirinha (PSB), tramita na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Para sustentar a propriedade do pleito, um levantamento da ABS dá a dimensão do cansaço geral nessa faixa etária : 60% dos adolescentes declaram não estar satisfeitos com a quantidade de horas dormidas — e essa escassez pode desaguar em doenças como obesidade, depressão e ansiedade. “Na adolescência, meia hora a mais de sono pela manhã tende a melhorar as condições para o aprendizado e funciona ainda na frente da prevenção de doenças”, explica Andrea Bacelar.

A preservação do sono quando a criança adentra a adolescência é vital porque justamente nesse período se consolida o desenvolvimento da área do cérebro que pilota a capacidade de julgamento, o controle dos impulsos e o raciocínio lógico — e um bom pernoite mantém o funcionamento dessa engrenagem a pleno vapor.

Também é quando as pestanas estão bem fechadas que hormônios sexuais e do crescimento são produzidos em eletrizante ritmo de fábrica. Aos navegantes em plena metamorfose, porém, um aviso : de nada adiantará toda essa mudança se o celular seguir em uso até altas horas. “A luz, aliada ao frenético fluxo de informações, vira motor de ansiedade e insônia. É essencial ter hora para desligar o aparelho”, enfatiza o neurocientista Ariovaldo Silva, da Universidade Federal de Minas Gerais. O boletim agradece.


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Re: Educação
MensagemEnviado: 25 Mar 2020, 16:04 
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O DIA

A paralisação das aulas nos colégios públicos e privados do Rio de Janeiro pode chegar a três meses. A medida atende ao protocolo estabelecido pelo Gabinete de Crise de prevenção ao coronavírus e pela Secretaria de Estado de Saúde.

Durante este período sem atividades presenciais nas escolas, a Secretaria de Estado de Educação (Seeduc) disponibilizará, a partir da próxima segunda-feira, dia 30, aulas no formato online, por meio de um convênio firmado com o Google.

Os professores da rede pública estadual, nos seus horários de trabalho, ministrarão as atividades na plataforma online respeitando o quadro de horários das suas aulas presenciais.

Os alunos que não tiverem acesso à internet receberão o material impresso em suas casas e, após o retorno das atividades presenciais, caso tenham necessidade, terão aulas de reforço. O método de avaliação e provas bimestrais dependerá do período de interrupção das atividades presenciais.

"Ideia é manter os 200 dias letivos, mesmo que a Lei de Diretrizes e Base da Educação (LBD) permita que, diante da pandemia do coronavírus, os estados terminem o ano letivo de 2020 com menos dias. O objetivo da Seeduc é não prejudicar nem desestimular os alunos durante o período de quarentena. As horas de aulas à distância serão contadas como horas-aula normais", disse o secretário de Estado de Educação, Pedro Fernandes.

Para as escolas particulares que não tiverem a própria plataforma, a Secretaria de Educação buscará a viabilização deste serviço junto ao Google.

A Seeduc também fornecerá o conteúdo didático para os colégios privados, caso necessário.

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