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Re: Carros e Motos • Tópico para notícias e discussão sobre veículos.
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MensagemEnviado: 05 Fev 2018, 19:36 
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Presidente da Petrobras: "culpa pela alta da gasolina não é da estatal"
Conforme apuração do Correio, os postos do Distrito Federal aumentaram a gasolina em mais de 27% desde que a Petrobras adotou a nova política de preços com reajustes praticamente diários, em julho de 2017. De fato, na refinaria, o aumento acumulado desde então é de menos de 10% por conta de vários ajustes para baixo, com reduções significativas, que os estabelecimentos comerciais nem sempre repassam ao consumir.
http://www.correiobraziliense.com.br/ap ... atal.shtml


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Re: Carros e Motos • Tópico para notícias e discussão sobre veículos.
MensagemEnviado: 06 Fev 2018, 08:48 
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Se esqueceram de mencionar os 41 centavos de aumento de PIS/Cofins. No preço final representa mais de 50 centavos, pois afeta também o ICMS, que é cobrado sobre o preço final (em Brasília é 28%)

Só esse aumento de impostos representa uns 17% ou mais de reajuste. Com mais os reajustes da Petrobrás, chega aí nos 27%. Botar a culpa nos postos é canalhice.


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Re: Carros e Motos • Tópico para notícias e discussão sobre veículos.
MensagemEnviado: 06 Fev 2018, 09:54 
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Realmente a culpa dos aumentos não é da Petrobras, mas sim de quem mandava na estatal até anos atrás e forçou um congelamento artificial dos preços para fins eleitoreiros...

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Re: Carros e Motos • Tópico para notícias e discussão sobre veículos.
MensagemEnviado: 07 Fev 2018, 20:34 
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Eliane Cantanhêde: Governo aciona o Cade contra cartel de postos de gasolina
Os aumentos tanto da gasolina quanto do gás de cozinha têm efeito social (contra as famílias) e econômico (pela repercussão nos demais preços). Mas há também o efeito político, porque embaçam a percepção da população de que o índice de inflação é historicamente baixo e ajudam a manter a popularidade do presidente Michel Temer preocupantemente em 6%. Apesar da inflação abaixo da meta, a sociedade não comemora o dado positivo e reclama do gás e da gasolina.
http://politica.estadao.com.br/blogs/el ... -gasolina/


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Re: Carros e Motos • Tópico para notícias e discussão sobre veículos.
MensagemEnviado: 24 Fev 2018, 16:36 
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https://g1.globo.com/carros/noticia/fia ... dora.ghtml

Depois de 22 anos no Brasil, Fiat Palio sai de linha
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Ex-líder de vendas no Brasil, o Fiat Palio saiu de linha no país, confirmou a montadora nesta quinta-feira (22). O modelo já não está mais disponível no site da marca e "sumiu" ao mesmo tempo em que o sedã Cronos era lançado.

Outro a dar adeus foi o Punto. Ambos foram susbtituídos simultaneamente pelo Argo, lançado no ano passado. Com o fim do Palio, o Mobi assume de vez a posição de veículo de entrada da montadora no país, enquanto o Uno é uma opção intermediária.

As vendas do Palio já estavam em baixa, e o G1 mostrou que a chegada do Argo poderia influenciar sua saída de linha.

Lançado em 1996, o Palio teve mais de 3 milhões de unidades vendidas e produzidas nesses 22 anos. Seu auge foi em 2014, quando conseguiu desbancar o Gol na liderança de vendas. Mas essa posição durou apenas um ano, e o Palio foi superado pelo Chevrolet Onix na sequência.

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Re: Carros e Motos • Tópico para notícias e discussão sobre veículos.
MensagemEnviado: 26 Mar 2018, 13:02 
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O GLOBO

A Uber deu fôlego para o nascimento de negócios só para atender a motoristas.

São pequenas empresas que disputam espaço com gigantes do setor de aluguel de carros.

Segundo dados da Fenabrave, entidade que representa as concessionárias, o percentual de vendas feitas diretamente a empresas, os frotistas, vem subindo nos últimos anos. Era de 22,93% em fevereiro de 2016 e saltou para 32,52% em fevereiro deste ano.

“Alugo carro para Uber”. Em um grupo no Facebook que reúne mais de 20 mil motoristas da plataforma, esse tipo de anúncio é publicado quase diariamente. A frequência de postagens dá a dimensão do tamanho de um mercado que se formou em torno do fenômeno de aplicativos de transportes : o de locação de automóveis para os parceiros das plataformas. O filão deu fôlego para o nascimento de negócios criados só para atender esse público.

São pequenas empresas ou até pessoas físicas, que disputam espaço com gigantes do setor, como Localiza, Movida e Unidas, que também incluem em suas estratégias o serviço voltado para esse segmento, com parcerias com as empresas de aplicativo.

Não faltam clientes. Só a Uber tem 500 mil motoristas rodando no país, segundo dados mais recentes divulgados pela empresa. O número pode ser ainda maior, já que 99 e Cabify — as outras duas maiores plataformas — têm, respectivamente, 300 mil e 200 mil parceiros. Não é possível ter um número preciso, porque há profissionais que trabalham com mais de um aplicativo.

A ideia de quem aposta no mercado de aluguel é oferecer uma opção mais acessível para quem quer começar a trabalhar.

O empresário Luiz Fernando Nunes, dono da locadora LRF, no Rio, percebeu essa oportunidade. Depois de ser demitido de um banco onde trabalhou por 15 anos, pegou parte do dinheiro da indenização e comprou um carro para dirigir. Pouco tempo depois, decidiu anunciar o aluguel do carro em um site de classificados on-line. No ano seguinte, uniu-se a dois amigos, investiu R$ 550 mil e abriu a empresa em 2016. O negócio funciona em uma oficina mecânica no Centro, com a qual a locadora fez uma parceria. Hoje, a empresa tem 18 carros disponíveis, mas ainda não dá lucro.

— Fiquei uma semana dirigindo e percebi que não era para mim. Mas vi pessoas se encontrando em postos e percebi que existia esse mercado de aluguel. Tomei muita volta no começo porque não tinha estrutura nenhuma. Meus amigos entraram com o dinheiro e hoje temos o negócio — conta Nunes, que diz ter uma fila de cem clientes no sistema, mas não consegue cumprir a demanda.

Em São Paulo, a PPCar tem proposta semelhante. A empresa criada em maio de 2016 é só para motoristas de aplicativos. Segundo Alexandre Ribeiro, fundador e diretor-executivo, a companhia tem crescido 5% por semana. O porte do negócio já é maior que o dos três amigos cariocas. A meta é ter, até o fim do ano, uma frota de 5 mil veículos.

— Há uma grande quantidade de desempregados com necessidade de ter uma renda. Usuários concluíram que fazer a assinatura de um veículo, conceito da PPCAR, é mais vantajoso do que ter carro próprio. A demanda cresce a cada dia.

As duas empresas têm em comum diferenciais em relação a grandes locadoras, feitos sob medida para o público-alvo. Não há consulta a SPC e Serasa, os pagamentos são semanais (coincidindo com a remuneração dos aplicativos) e não há necessidade de ter cartão de crédito. Os preços variam. Na LRF, há a cobrança de caução de R$ 600 na primeira semana, seguida de pagamentos semanais de R$ 500 a R$ 650. Na PPCar, a cobrança de caução é de R$ 1 mil, e a locação semanal vai de R$ 459 a R$ 599.

Não há números que mostrem o crescimento do setor, mas há algumas pistas. Segundo dados da Fenabrave, entidade que representa as concessionárias, o percentual de vendas de automóveis feitas diretamente a empresas — os frotistas — vem subindo nos últimos anos. Era de 22,93% em fevereiro de 2016, saltou para 32,52% em fevereiro deste ano. Dados de 2016 da Associação Brasileira de Locadoras de Automóveis (Abla) mostram que 19% das locações no país naquele ano foram para o segmento de “outros nichos de transporte”. Paulo Miguel Júnior, presidente da entidade, confirma que existe um movimento que busca atender o mercado de aplicativos.

— Novas empresas surgiram especificamente para isso. É um segmento que utiliza muito o carro, então precisa de uma administração diferenciada na gestão de manutenção, controle de multas, etc. São veículos que muitas vezes rodam o dia inteiro — afirma, lembrando que há incertezas ainda em relação à regulamentação do serviço em São Paulo, que exige que a placa do carro seja da cidade.

Os pequenos negócios se juntam às grandes locadoras, que também veem os aplicativos como parte de suas estratégias. A frota da Localiza, que comprou a Hertz, cresceu 35,4% na comparação com o ano anterior. Desde 2016, a empresa e outras como Movida e Unidas têm parcerias com aplicativos para oferecer descontos a parceiros. Bruno Lasansky, diretor da divisão de aluguel de carros da Localiza Hertz, explica que, ao atender esse público, a empresa, que tem 194 mil veículos, ganha duas vezes, já que parte deles se torna cliente de outros segmentos, como em férias :

— Os aplicativos são mais um vetor do crescimento da companhia. Como nosso foco é de inovação e encantamento, nosso cliente é o motorista.

Quem usa o serviço conta que vê como principais vantagens o preço e a possibilidade de ter um carro de maior qualidade do que poderia comprar. Lucimar Weissmann, de 48 anos, roda na Cabify há dois anos com um Sandero alugado. Paga R$ 550 por semana.

— Hoje, não poderia pegar um carro zero. Peguei esse carro com apenas cem quilômetros e agora está com 32 mil. Cria uma visibilidade com o passageiro — afirmou Lucimar.

Daniel Teixeira, de 37 anos, largou o negócio de acessórios para cachorro para se dedicar à carreira de motorista. Lucra de R$ 6 mil a R$ 7 mil atuando nas duas pontas. Tem dois carros, que aluga para outros motoristas. Com o dinheiro, aluga outro modelo para trabalhar:

— Em vez de ter meu próprio carro desse nível, prefiro ter um Classic que alugo por R$ 500 e alugo o deles por R$ 600.

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Re: Carros e Motos • Tópico para notícias e discussão sobre veículos.
MensagemEnviado: 17 Jul 2018, 03:09 
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Alguns carros antigos que não fabricam mais no Brasil :

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. Monza (Chevrolet - GM)

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. Santana (Volkswagen)

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. Kadett (Chevrolet)

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. Escort (Ford)

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Re: Carros e Motos • Tópico para notícias e discussão sobre veículos.
MensagemEnviado: 17 Jul 2018, 13:13 
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Sou igual o Joaquin Teixeira: me amarro num Del Rey 91 1.8 motor AP (Volkswagen):

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Re: Carros e Motos • Tópico para notícias e discussão sobre veículos.
MensagemEnviado: 17 Jul 2018, 17:14 
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https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/toyota-mitsubishi-e-honda-terao-novos-suvs-no-brasil/

Apesar das constantes aparições do C-HR rodando camuflado em São Paulo (SP), a Toyota desistiu de fabricar o carro no Brasil e até mesmo de trazê-lo importado em uma versão híbrida, como chegou a se pensar.

A razão é que, de uma forma ou de outra, o SUV ficaria caro em nosso mercado. A boa notícia é que para o lugar do C-HR a empresa já trabalha no desenvolvimento de um novo modelo com características de mercados emergentes e que deverá chegar em breve ao Brasil.

Segundo uma fonte, é coisa para um ou dois anos, no máximo. Esse SUV terá o porte do C-HR e custará menos que o RAV4. Ele será feito sobre a plataforma TNGA, a mesma do futuro Corolla, e deverá herdar também o motor 2.0, com tração 4×2 e 4×4. Os fãs de SUV não perdem por esperar.

Mas até lá não vão faltar novidades das outras marcas no segmento.

A Mitsubishi é uma que vai fazer dois lançamentos.

O primeiro, previsto para agosto de 2018, é o Eclipse Cross, que toma o nome de um antigo esportivo (fabricado entre 1989 e 2011). É um SUV com carroceria cupê e estilo rebuscado com frisos, vincos e área envidraçada traseira bipartida.

O Eclipse Cross tem o porte do ASX, SUV que lhe cedeu a plataforma. Seu motor 1.5 turbo, de quatro cilindros, movido a gasolina, entrega 163 cv e vem acompanhado de uma transmissão automática CVT, com versões de tração 4×2 e 4×4. Por dentro, não faltam recursos como central multimídia, head-up display e ar-condicionado dual zone.

O segundo lançamento será o Pajero Sport, que estará no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro, mas que começa a ser vendido somente em março de 2019.

Este SUV é mais robusto, com chassi de longarinas, embora mantenha o padrão de acabamento luxuoso que já se via no antecessor, na versão Dakar. A foto do carro rodando no Brasil foi feita pelo leitor Jamil Bittar Neto, no bairro Chácara Klabin, em São Paulo (SP).

Outro SUV que já foi mostrado aqui e já está na reta final de lançamento é o Honda HR-V reestilizado. O modelo nacional vai ganhar visual atualizado, trilhando o caminho já percorrido por outros modelos mais antigos da linha, como o sedã City.

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