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Re: Saúde • Notícias e discussões sobre políticas públicas de saúde e planos de saúde particulares
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MensagemEnviado: 13 Mar 2017, 06:52 
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http://g1.globo.com/fantastico/quadros/Cade-O-Dinheiro-Que-tava-Aqui/noticia/2017/03/quadrilha-de-foz-do-iguacu-arquiteta-plano-para-roubar-r-4-bi-da-saude.html

O Repórter Secreto do Fantástico está de volta para percorrer o país e denunciar todo tipo de mamata e falcatrua com o dinheiro público.

E essa nova temporada começa numa importante cidade brasileira : Foz do Iguaçu, Paraná.

Lá, encontrou uma quadrilha insaciável.

Depois de desviar 60 milhões de reais, os criminosos arquitetaram um plano para botar no bolso 4 bilhões de reais da saúde pública.

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Re: Saúde • Notícias e discussões sobre políticas públicas de saúde e planos de saúde particulares
MensagemEnviado: 13 Mar 2017, 21:56 
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De novo esta cidade envolvida em escândalos??

Tá difícil a coisa em Foz, hein.


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Re: Saúde • Notícias e discussões sobre políticas públicas de saúde e planos de saúde particulares
MensagemEnviado: 20 Mar 2017, 19:15 
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. Venda de medicamentos tem queda de 11,29 % nos últimos meses por causa dos preços caros dos remédios - http://g1.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/videos/v/venda-de-medicamentos-tem-queda-de-1129-nos-ultimos-6-meses-diz-industria-farmaceutica/5737977/

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Re: Saúde • Notícias e discussões sobre políticas públicas de saúde e planos de saúde particulares
MensagemEnviado: 25 Mar 2017, 04:48 
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O GLOBO

A Unimed-Rio ganhou fôlego por mais um ano.

Após nove horas de reunião, a cooperativa conseguiu revalidar anteontem o Termo de Compromisso firmado com Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Ministérios Públicos federais e estaduais e Defensoria Pública para a sua recuperação financeira.

Com isso, fica garantido o atendimento dos cerca de 700 mil beneficiários da Unimed-Rio.

O acordo, com prazo indeterminado, ganhou novos critérios de avaliação financeira e prazo de um ano para a cooperativa cumprir as metas.

Segundo fontes próximas à negociação, chegou-se à conclusão de que o prazo de 90 dias para demonstração de melhora financeira não era suficiente. O prazo vencia este mês. E a situação financeira da cooperativa carioca não mostrou grandes alterações desde que o termo foi firmado, em dezembro de 2016, dizem as fontes. Por isso, o acordo só foi possível graças, principalmente, ao apoio do Sistema Unimed, que reúne as outras cooperativas, e dos prestadores de serviços (hospitais e clínicas de diagnóstico).
— Sabemos que permanece a necessidade de um acompanhamento cuidadoso do processo de recuperação, por isso foram também aprimoradas as metas financeiras a serem atingidas, e destacada a necessidade de cumprimento integral do complemento ao programa de saneamento apresentado pela Unimed-Rio à ANS — destaca o promotor Augusto Lopes, do Ministério Público de Niterói, que atuou nas negociações.

O promotor Pedro Rubim, do MP-RJ, ressalta que o termo aditivo e o compromisso de Unimed e prestadores de serviços continuam assegurando o atendimento aos consumidores.

As metas financeiras mais claras do novo termo de compromisso, visando à recuperação financeira da empresa, serão acompanhadas periodicamente pelos órgãos públicos. A ANS marcou uma revisão do plano de saneamento da cooperativa para daqui a 12 meses. O que não muda é a obrigatoriedade de compra integral da carteira da Unimed-Rio pela Unimed Seguros, caso seja necessária a alienação compulsória.
— Foi um importante passo para a viabilização de recuperação da Unimed Rio. Todos os participantes cederam individualmente em suas pretensões — ressalta o defensor público Eduardo Tostes. — Os consumidores da Unimed-Rio estão garantidos com o documento assinado.

Para Romeu Scofano, presidente da Unimed-Rio, a renovação do acordo é uma sinalização clara para o mercado de saúde suplementar e para a sociedade do processo de retomada pelo qual a cooperativa passa.
— A extensão é uma sinalização clara da confiança que órgãos públicos e integrantes do sistema de saúde suplementar têm no momento de reestruturação da cooperativa, e a decisão pelo prazo indeterminado corrobora uma perspectiva de evolução positiva da situação da operadora por todas as partes — destaca Scofano.

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Re: Saúde • Notícias e discussões sobre políticas públicas de saúde e planos de saúde particulares
MensagemEnviado: 03 Jun 2017, 02:20 
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Re: Saúde • Notícias e discussões sobre políticas públicas de saúde e planos de saúde particulares
MensagemEnviado: 19 Jun 2017, 22:58 
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Re: Saúde • Notícias e discussões sobre políticas públicas de saúde e planos de saúde particulares
MensagemEnviado: 21 Jun 2017, 19:53 
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http://g1.globo.com/politica/noticia/camara-aprova-projeto-que-libera-remedios-para-emagrecer.ghtml

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (20) um projeto de lei que autoriza a produção, a venda e o consumo, sob prescrição médica, de remédios que tenham em sua composição as substâncias sibutramina, anfepramona, femproporex e mazindol, utilizadas para emagrecimento.

A matéria segue agora para a sanção do presidente Michel Temer.

O texto já havia sido aprovado pela Câmara e foi alterado quando passou pelo Senado. Por isso, precisou de nova votação pelos deputados.

O uso dessas substâncias chegou a ser proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2011, sob a argumentação de que o consumo desses remédios pode causar problemas cardíacos nos pacientes.

Um decreto legislativo de 2014, no entanto, suspendeu a proibição.

Como a proibição foi suspensa, a Anvisa publicou uma nova norma autorizando a produção, comercialização e consumo, com prescrição médica, desses remédios, desde que respeitadas limitações de quantidade. A agência, no entanto, aumentou os mecanismos de controle.

O órgão definiu que, para o remédio ser vendido, a receita deve ficar retida na farmácia e o médico deve assinar um termo de responsabilidade.

Além disso, o paciente também deve assinar um documento afirmando que conhece os riscos que essas substâncias podem causar.

Após a decisão desta terça, a Anvisa divulgou uma nota e disse que irá recomendar o veto do projeto de lei ao presidente Michel Temer. A agência disse que vê "com preocupação" a decisão da Câmara.
“Não concordamos com a liberação de medicamentos feita por lei. Pode ser que, posteriormente, se descubra que esses medicamentos possam oferecer algum risco ou perigo a quem os consumir. O papel do Congresso é outro : cobrar da Anvisa eficiência, transparência e acompanhar seus processos. Mas não substituir as funções da Anvisa”, ressalta o diretor-presidente da agência, Jarbas Barbosa.

Já a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia divulgou uma nota em que defende a decisão da Câmara desta terça e disse que irá defender a aprovação do projeto de lei pela presidência. "A fiscalização da comercialização desses remédios deve ser feita, mas é fundamental estar disponível no arsenal terapêutico dos médicos, que trabalham seriamente com obesidade, a possibilidade da utilização dos derivados de anfetamina : mazindol, femproporex e anfepramona", disse o texto.

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Re: Saúde • Notícias e discussões sobre políticas públicas de saúde e planos de saúde particulares
MensagemEnviado: 19 Jul 2017, 20:30 
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Assopra. Menos de uma semana depois de dizer que médicos “fingiam trabalhar”, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, chamou representantes de classe em seu gabinete, para tentar uma reaproximação

Fuén. A conversa ia bem animada, até que Barros sacou uma nota pronta de conciliação para integrantes das entidades assinarem. Ficou com o papel, em branco, na mão.
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Re: Saúde • Notícias e discussões sobre políticas públicas de saúde e planos de saúde particulares
MensagemEnviado: 06 Dez 2017, 15:08 
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CLICK. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, convidou amigos para a comemoração do aniversário, em Brasília, com direito ao saudável prato ‘porco no rolete’.

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Foto: Coluna do Estadão
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Re: Saúde • Notícias e discussões sobre políticas públicas de saúde e planos de saúde particulares
MensagemEnviado: 02 Jan 2018, 07:40 
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https://istoe.com.br/plano-de-saude-tera-de-arcar-com-medicamento-para-esclerose-multipla/

Oito novos medicamentos para o câncer e um remédio imunobiológico para o tratamento da esclerose múltipla são algumas das novas terapias que os planos de saúde serão obrigados a cobrir a partir desta terça-feira, 2, quando entra em vigor o novo rol de procedimentos, documento elaborado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que define a cobertura mínima dos convênios médicos.

Atualizado a cada dois anos, o rol traz, em 2018, 18 novos medicamentos ou tratamentos, além da ampliação de cobertura de outros sete procedimentos.

Todos os clientes de planos de saúde com contratos firmados a partir de 1999 têm direito à cobertura prevista no rol.

As operadoras que não cumprirem a regra estão sujeitas a multa de R$ 80 mil por episódio de descumprimento.

A especialidade com o maior número de incorporações é a de oncologia. São oito novos medicamentos orais contra seis tipos de câncer : pulmão, melanoma, próstata, mielofibrose, leucemia e tumores neuroendócrinos. Pacientes com este último tipo de câncer também passarão a ter direito ao exame PET-CT.

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Re: Saúde • Notícias e discussões sobre políticas públicas de saúde e planos de saúde particulares
MensagemEnviado: 06 Fev 2018, 23:07 
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Estudo da UFSCar revela eficácia de técnica para redução do estresse em estudantes
http://www.saocarlosagora.com.br/cidade ... studantes/


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Re: Saúde • Notícias e discussões sobre políticas públicas de saúde e planos de saúde particulares
MensagemEnviado: 17 Abr 2018, 19:42 
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http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,plano-de-saude-podera-ter-uma-franquia-com-o-mesmo-valor-da-mensalidade,70002271538

A partir do segundo semestre, as operadoras de planos de saúde poderão cobrar dos segurados franquia de valor equivalente ao da mensalidade, em mecanismo similar ao praticado no mercado de seguros de veículos.

As mudanças estão em nova norma da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) com previsão de publicação até junho.

Entidades de defesa do consumidor alegam que as mudanças podem prejudicar os consumidores.

A ideia é regulamentar nos contratos de convênios médicos a adoção de franquia e coparticipação (quando o cliente arca com uma parte dos custos do procedimento toda vez que usa o plano de saúde).

Ambas as modalidades já estavam previstas em resolução do setor de 1998, mas não tinham normas bem definidas.

A coparticipação já vem sendo praticada, mas os atuais critérios de cobrança dependem de negociação entre operadora e cliente.

Já a franquia, por falta de regras específicas, não é adotada na prática.

A partir da publicação da nova norma, em fase final de análise pelo departamento jurídico da agência, as operadoras poderão vender planos com franquia e coparticipação, mas a parte a ser paga pelo cliente no somatório do ano terá como teto o mesmo valor que ele pagou nos 12 meses.

Ou seja, se o valor total pago no ano for de R$ 6 mil (mensalidade de R$ 500), este será o limite para os gastos extras do cliente com franquia e coparticipação.

“Existem procedimentos que custam milhares de reais. Por isso, incluímos na norma um limite a ser pago vinculado ao valor da mensalidade, para que o usuário saiba o máximo que pagará por mês”, explica Rodrigo Rodrigues de Aguiar, diretor de desenvolvimento setorial da ANS.

Os valores extras não seriam cobrados todos de uma vez no ano - seriam diluídos mensalmente, com teto restrito ao valor da mensalidade.

Para as operadoras e a ANS, esses mecanismos são importantes para conter os custos excessivos e evitar a realização de procedimentos desnecessários por parte dos beneficiários.

De acordo com Marcos Novais, economista-chefe da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) “A ideia é evitar situações em que o paciente vai a um médico, faz exames, decide ir a outro médico para uma segunda opinião e repete todos os exames”, diz.

Diretor executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), José Cechin concorda. “Os fatores moderadores, como a franquia e a coparticipação, não são para inibir o uso do plano, são para moderar”, declara.

Embora defendam a norma, as duas entidades que representam as companhias de seguros queriam ainda mais liberdade na definição dos critérios para cobranças extras. Elas criticaram a definição do teto por parte da ANS. “Se cria muitas regras complicadas, fica difícil de operacionalizar”, afirma Novais.

Para José Cechin, a própria competição de mercado daria conta de evitar valores abusivos. “Se a ANS definir um fator moderador muito baixo, não vai adiantar para barrar o desperdício”, diz.

Na visão de entidades de defesa do consumidor, no entanto, a coparticipação e a franquia trazem, na maioria das vezes, prejuízo aos consumidores, principalmente aos que usam os serviços de planos de saúde com mais frequência, como idosos e pacientes com doenças crônicas ou graves. “Essas opções acabam sendo vantajosas para quem não usa muito o convênio médico”, diz Mario Scheffer, membro do conselho diretor do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

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Re: Saúde • Notícias e discussões sobre políticas públicas de saúde e planos de saúde particulares
MensagemEnviado: 18 Jul 2018, 21:03 
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Cármen Lúcia suspende resolução que permitia cobrar até 40% por exames
A presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Cármen Lúcia, suspendeu provisoriamente uma resolução da ANS (Agência Nacional da Saúde) que permitia seguradoras de saúde cobrarem até 40% do valores de exames e consultas em planos de saúde com coparticipação.
https://www.poder360.com.br/justica/car ... or-exames/

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Anvisa aprova novas regras para suplementos alimentares
Pelas novas regras, as vitaminas, minerais, aminoácidos e proteínas registradas como medicamentos, passarão a ser registradas como alimentos.
https://www.poder360.com.br/economia/an ... imentares/


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Re: Saúde • Notícias e discussões sobre políticas públicas de saúde e planos de saúde particulares
MensagemEnviado: 19 Jul 2018, 09:08 
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A presidente do STF tomando uma medida dessas já mostra bem porque o nosso judiciário é um caso perdido.

Lembrando que planos com co-participação existem há muitos anos, e que a resolução protegia o consumidor de cobranças abusivas, ao limitar o valor da co-participação.


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