Notícias e Debates sobre o Rio de Janeiro

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Notícias e Debates sobre o Rio de Janeiro

Mensagem por E.R » 22 Mai 2020, 09:40

NOTÍCIAS
https://veja.abril.com.br/politica/a-de ... escandalo/

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) recebeu um pedido de instauração de inquérito para apurar a participação de Wilson Witzel, o governador do Rio de Janeiro, num esquema de corrupção nas obras de hospitais de campanha e na compra de respiradores para atender vítimas do coronavírus — o terceiro procedimento aberto em Brasília apenas neste ano para investigar supostas irregularidades que implicam o governador.

Os casos abrangem crimes de corrupção, peculato, fraude em licitação, interceptação telefônica clandestina e organização criminosa — um rol de suspeitas já bastante constrangedor para alguém que se elegeu empunhando a bandeira da moralidade e tem a ambição de disputar a Presidência da República em 2022.

VEJA descobriu que existe uma acusação ainda mais grave contra o governador do Rio de Janeiro. Em março passado, a Procuradoria-Geral da República (PGR) recebeu uma proposta de acordo de delação que contém informações que empurram Witzel para o centro de um novo escândalo. Nela, o governador é apontado como o “chefe supremo” de um esquema montado para extorquir empresas prestadoras de serviço.

O enredo da história segue a cartilha clássica dos manuais de corrupção : o governo alega que não tem dinheiro suficiente para quitar as dívidas com os credores, atrasa os pagamentos, acena depois com a possibilidade de uma negociação e, por fim, surge alguém com a solução mágica — quem concorda em pagar propina ganha a preferência na fila do caixa.

O autor dessas revelações é o empresário carioca Arthur Soares, conhecido como “Rei Arthur”. Em menos de um ano, segundo ele, o esquema teria arrecadado cerca de 30 milhões de reais com a cobrança de 20% a 30% do valor de cada fatura paga.

VEJA teve acesso ao documento, cujos principais trechos estão destacados na reportagem. Nele, o empresário descreve o funcionamento do esquema de corrupção montado pelo governador. Segundo ele, Witzel opera tudo por meio de dois personagens — o pastor Everaldo Pereira, presidente do PSC, o partido do governador, e o secretário estadual da Casa Civil e Governança, o ex-deputado federal André Moura, que é citado na narrativa como o responsável por intermediar as negociações para o recebimento da propina. Arthur Soares conta que teve certeza sobre a existência, a dimensão e os personagens envolvidos depois que foi alvo de um achaque. Ele diz que tinha cerca de 100 milhões de reais a receber do governo. Em julho, seu irmão, Luiz Soares, foi avisado de que a dívida seria integralmente quitada desde que ele concordasse em pagar 20% do valor. O empresário não aceitou, e o contrato de sua empresa com o governo foi suspenso.

A proposta, de acordo com Arthur Soares, teria chegado por intermédio de prepostos do pastor Everaldo, uma figura influente. Foi o presidente do PSC quem abriu as portas do partido ao então juiz Wilson Witzel, em 2018, quando o candidato tinha 1% das intenções de voto. Depois da vitória de Witzel nas urnas, Everaldo foi recompensado com vários cargos importantes no governo. Indicou, por exemplo, o filho Filipe Pereira para a assessoria especial do governador. Para a Casa Civil, escolheu o amigo André Moura, um antigo escudeiro do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha. Arthur Soares conta que todos eles estão na mesma empreitada. Na época da suspensão do contrato, Luiz Soares procurou um advogado ligado ao chefe da Casa Civil em busca da “solução”. Nesse encontro, André Moura teria reafirmado o pedido de propina e assegurado que, se o empresário topasse o acordo, o dinheiro seria liberado. As negociações se estenderam até o dia 27 de dezembro, quando Arthur Soares diz ter aceitado a proposta e recebido 8,6 milhões de reais para a empresa Cor e Sabor, que fornecia alimentação para o sistema penitenciário. Em troca, o empresário teria se comprometido a repassar ao secretário 20% desse valor, cerca de 1,7 milhão de reais, em seis parcelas. Moura afirma que nunca se encontrou com interlocutores de Arthur Soares e nega ter alguma participação no esquema de propinas. “Nunca vi esse cara na minha frente nem ninguém ligado a ele. Só ouvi falar das falcatruas dele através de empresas”, garante o secretário. O presidente do PSC, pastor Everaldo, defende a investigação de suspeitas de irregularidades e a punição dos envolvidos com base em provas. Em nota, ele reitera que “não responde pelo governo do Rio” e afirma “não ter relação com o empresário”.

Arthur Soares acrescentou ao relato documentos, e-mails e mensagens para mostrar que havia uma negociação de propina em andamento. Numa das mensagens, o empresário Sérgio Serrano, um ex-sócio de Arthur Soares que negociava a liberação dos pagamentos junto ao governo, escreve sobre um tal “chefe supremo” — seria Wilson Witzel, segundo o delator.
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Mensagem por Victor235 » 22 Mai 2020, 22:49

E.R escreveu:
12 Mai 2020, 06:18
Quem já pagou o IPTU e a taxa de coleta deste ano, no entanto, não terá direito ao ressarcimento.
Ou seja, quem cumpriu seu dever no prazo certo acabou se dando mal.
Bazzo escreveu:
14 Mai 2020, 11:08
Universidade Estadual Paulista (Une)
:ponder:
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano

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Mensagem por JF CHmaníaco » 23 Mai 2020, 11:14

Comunistas! :P
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Churi Churin Fun Flais escreveu:
17 Set 2020, 13:08
Não agora é sério, tem muita viadagem aqui no fórum são viadagens fora do normal, fora dó nível aceitável de viadagem, precisamos de mais representatividade heterossexual aqui e é isso.
piadaitaliano/

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Mensagem por E.R » 26 Mai 2020, 07:59

NOTÍCIAS
https://oglobo.globo.com/rio/pf-faz-ope ... 1-24445958

A Polícia Federal faz a Operação Placebo na manhã desta terça-feira, dia 26, no Palácio das Laranjeiras, residência oficial do governador Wilson Witzel.

A finalidade é a apuração dos indícios de desvios de recursos públicos destinados ao atendimento do estado de emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus no Estado do Rio de Janeiro.

Investigações iniciadas no Rio pela Polícia Civil, pelo Ministério Público Estadual e pelo Ministério Público Federal apontam para a existência de um esquema de corrupção envolvendo uma organização social contratada para a instalação de hospitais de campanha e servidores da cúpula da gestão do sistema de saúde do estado.
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Mensagem por E.R » 27 Mai 2020, 13:17

NOTÍCIAS
https://veja.abril.com.br/blog/radar/pr ... peachment/

Um dia após a PF colocar nas ruas uma operação contra Wilson Witzel (PSC), a pressão para que a Assembleia Legislativa do Rio dê encaminhamentos aos pedidos de impeachment contra o governador só aumenta.

O número de requerimentos formulados pelos deputados estaduais chegou a cinco.

Dois novos pedidos de impeachment foram protocolados na manhã desta quarta-feira. Um pela bancada bolsonarista, formada pelos deputados Alana Passos, Anderson Moraes, Filippe Poupel, Dr. Serginho, Coronel Salema e Renato Zaca, e outro pelo deputado Luiz Paulo (PSDB).

Nos bastidores da Alerj, a informação é de que a operação criou o clima perfeito para a abertura do procedimento, defendido pela oposição do governo desde fevereiro, quando Wilson Witzel passou a ser acusado de instalar um sistema de arapongagem na Casa.

Agora, a justificativa dada pelos parlamentares é o suposto escândalo envolvendo a contratação de empresas para a construção de hospitais de campanha durante a pandemia do coronavírus.

Segundo os parlamentares, “tanto as contratações quanto os recebimentos de valores oriundos das fraudes nestas eram organizados e percebidos por agentes escolhidos pelo Governador e alocados no Executivo”.

A decisão está nas mãos do presidente da Casa, André Ceciliano (PT), que tem pela frente, além da pressão da oposição, o desgaste provocado por um governador investigado.
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Mensagem por E.R » 29 Mai 2020, 01:39

NOTÍCIAS
https://veja.abril.com.br/blog/radar/so ... asa-civil/

O secretário da Casa Civil do governo do Rio de Janeiro, André Moura, foi exonerado.

Vai para o cargo Raul Teixeira, procurador de carreira do estado.

Como o Radar vinha antecipando, a situação de André Moura no governo de Wilson Witzel não era das melhores.

Ex-braço-direito de Eduardo Cunha, o sergipano foi trazido para o Palácio Guanabara com as bênçãos do Pastor Everaldo, presidente do PSC – partido a que Witzel e Moura pertencem.

O governador, que andava insatisfeito com a articulação política promovida pelo agora ex-secretário, viu sua lista de problemas aumentarem significativamente esta semana.

Pairam contra Witzel cinco pedidos de impeachment na Assembleia Legislativa.

A gota d’água para o fim do relacionamento foi o silêncio do homem forte do governo diante das operações que atingiram em cheio Witzel e sua mulher, Helena, nesta semana.

A reportagem apurou que Witzel quer afastar personagens que podem se envolver em possíveis escândalos de corrupção. André Moura aparece na proposta de delação premiada do empresário Arthur Soares, o Rei Arthur, conforme revelou VEJA. André Moura é acusado por ele de cobrar propina de até 30% de prestadores de serviços que têm contratos com o governo e que ainda estão na fila para receber pelos serviços prestados.

Os próximos na lista de demissão são Leonardo Rodrigues, secretário de Ciências e Tecnologia, e Felipe Bornier, secretário de Saúde.

Leonardo Rodrigues aparece nas investigações da Operação Mercadores do Caos por irregularidades na Faetec, envolvida em acordos obscuros com o empresário Mário Peixoto, preso na Operação Favorito, ação que mirou na corrupção na área da saúde.

O pai de Felipe, Nelson Bornier, ex-prefeito de Nova Iguaçu, e também mencionado nas investigações da Favorito, aparece nas escuras telefônicas nas investigações conversando com o empresário Luiz Roberto Martins Soares, um dos principais alvos da operação.

Por enquanto, o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais, o advogado Lucas Tristão, segue no cargo. Lucas Tristão é amigo de Mário Peixoto.

A Operação Favorito jogou luz em um escândalo de corrupção envolvendo agentes públicos do estado iniciado na gestão do ex-governador Sérgio Cabral e mantida na atual administração.

De uma só vez, a força-tarefa braço da Lava Jato revelou supostas relações escusas, com pagamento de propina em troca de contratos sem licitação. As acusações atingem em cheio as pastas de dois secretários : Edmar Santos (Saúde) e Leonardo Rodrigues (Ciência, Tecnologia e Inovação).
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Mensagem por Victor235 » 29 Mai 2020, 01:44

Esse André Moura é aquele que foi líder do governo Temer?
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano

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Mensagem por E.R » 29 Mai 2020, 01:50

Victor235 escreveu:
29 Mai 2020, 01:44
Esse André Moura é aquele que foi líder do governo Temer?
Sim. Pra você ver o "nível" do governo do Witzel.
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Mensagem por Victor235 » 29 Mai 2020, 02:09

Curioso que as matérias não citam essa função nos "perfis" sobre ele que integram as notícias.
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano

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Mensagem por E.R » 29 Mai 2020, 05:06

NOTÍCIAS
https://veja.abril.com.br/brasil/exclus ... eira-dama/

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No dia 1º de agosto de 2019, o escritório Helena Witzel Sociedade Individual Advocacia, da primeira-dama do estado do Rio de Janeiro, e a DPAD Serviços Diagnósticos, que integra um grupo de empresas fornecedoras do governo de Wilson Witzel, firmaram um contrato de “prestação de serviços e honorário advocatícios”. O acordo, sem um objeto específico, previa um pagamento total de 540 000 reais, divido em 36 parcelas mensais de 15 000 reais, até agosto de 2022. Sem uma experiência reconhecida na área jurídica, a advogada Helena Witzel prestava “consultorias verbais”.

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Um mês após assinar esse contrato, Helena Witzel e o seu marido, o governador do Rio, alteraram o regime de casamento para comunhão universal de bens, conforme publicação do Diário de Justiça do Rio de Janeiro do dia 3 de setembro de 2019. Na prática, isso permitiu que todos os bens do casal se tornassem um patrimônio só.

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Desde agosto até março deste ano, a primeira-dama do Rio de Janeiro emitiu oito notas fiscais de prestação de serviços jurídicos para a DPAD, totalizando 120 000 reais brutos.

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Os documentos acima foram localizados pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal após a deflagração da Operação Favorito — que prendeu uma organização criminosa de empresários que nos últimos anos pagava propinas para ganhar contratos com o governo do Rio. Entre os integrantes do esquema, está Mário Peixoto, que celebrou diversos negócios com o estado, em diferentes gestões, de Sergio Cabral a Luiz Fernando Pezão e Wilson Witzel.

Diante dessas provas, a Procuradoria-Geral da República identificou “um vínculo bastante estreito e suspeito entre Helena Alves Brandão Witzel e as empresas de interesse de Mario Peixoto”. Além disso, os investigadores levantaram indícios de que o governador do Rio agia “em benefício da organização criminosa” — e “mantinha o comando das ações (auxiliado por Helena Witzel)”.

“As provas coletadas até esse momento indicam que, no seio do poder executivo do Estado do Rio de Janeiro, foi criada uma estrutura hierárquica, devidamente escalonada a partir do governador, que propiciou as contratações sobre as quais pesam fortes indícios de fraudes”, afirma a PGR em seu pedido de busca e apreensão, autorizado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e realizado na última terça-feira, 27, no Palácio das Laranjeiras, residência oficial do governador do Rio.

Ainda de acordo com as provas coletadas pelos investigadores, havia uma hierarquia do esquema que “garantia a cadeia de comando e, teoricamente, ‘blindava’ o governador e o secretário de Saúde”. Entre os integrantes dessa organização, estão empresários do ramo da saúde e o ex-subsecretário-executivo Gabriell Neves, preso após uma operação do Ministério Público estadual envolvendo fraudes em contratos de compra de respiradores para hospitais do Rio de Janeiro. Em depoimento, Neves confirmou que todas as transações suspeitas eram de conhecimento do então secretário de Saúde, Edmar Santos.

“Os elementos já colhidos indicam que os agentes fraudaram documentos, cometendo crimes em plena pandemia da Covid-19, sugerindo publicamente que agiam para combatê-la, o que torna a conduta ainda mais reprovável”, escreve a PGR.

Um dos contratos suspeitos assinados pelo governo do Rio durante a pandemia foi a contratação emergencial por 835 milhões de reais da Organização Social (OS) Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas) para construir e administrar 1 400 leitos de hospitais de campanha no estado. De acordo com os investigadores, os orçamentos para serviços de montagens de tendas, instalação de caixas d’água, geradores de energia e pisos foram fraudados. “Há prova bastante robusta de fraudes nos processos que levaram à contratação do Iabas para gerir os hospitais de campanha no Rio de Janeiro, tudo com anuência e comando da cúpula do Executivo (do estado do Rio de Janeiro)”, aponta a PGR. A empresa nega essas acusações.
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Mensagem por E.R » 30 Mai 2020, 07:18

NOTÍCIAS
O GLOBO

Após dois meses e meio de quarentena, o governo do Rio decidiu ontem autorizar a reabertura de parte do comércio e dos serviços daqui a nove dias.

O governador Wilson Witzel se reuniu ontem à tarde com secretários e integrantes do comitê de notáveis para discutir os detalhes da minuta de um decreto que vai estabelecer os critérios de retomada.

Fontes contaram que a flexibilização já começaria nesta segunda-feira, mas alguns especialistas avaliaram que a medida seria precoce.

Dois fatores pesaram na decisão do adiamento : a avaliação dos médicos do comitê de que os indicadores da pandemia ainda não estão favoráveis à reabertura e a preocupação do secretário estadual de Transportes, Delmo Pinho, em ter que reorganizar o setor às pressas para atender a uma grande demanda de passageiros, caso a data original fosse mantida.

O texto preliminar discutido na reunião, segundo o RJ-TV, da Rede Globo, prevê o funcionamento das indústrias com 70% da capacidade e a abertura de shoppings e lojas de rua com apenas 50%.

O processo de reabertura será feito em etapas. A primeira deve durar do dia 8 ao dia 21. Após o término desse período, o grupo formado por secretários e pelo comitê de notáveis vai avaliar se é possível partir para um próximo estágio.

Escolas de todos os níveis de ensino ficariam fechadas no primeiro momento.

Academias de ginástica não reabririam no início do processo, mas a proposta preliminar libera atividades esportivas individuais ao ar livre — exceto o banho de mar nas praias.

Os shoppings poderão voltar a abrir as portas já no dia 8 de junho, mas deverão obedecer a algumas regras e funcionarão em horário reduzido, das 13h às 21h.

O centros comerciais não poderão ultrapassar 50% da lotação. O texto preliminar previa que a testagem obrigatória de todos os funcionários uma vez por mês. No entanto, essa obrigatoriedade deverá ser substituída pela incumbência de pôr em quarentena qualquer trabalhador que apresentar sintomas.

Também deve ser alterada a necessidade de medir a temperatura de todos os clientes ao entrar no shopping.

Esses estabelecimentos, pelo texto, deverão manter fechadas as áreas de recreação e retirar mesas das praças de alimentação — os restaurantes funcionariam apenas para entrega ou retirada.

— Tentamos simplificar um pouco as regras para os shoppings, mas sem perder a segurança. Do jeito que estava, ia ficar muito ruim para os lojistas e poderia gerar demissão em massa — explica.
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Mensagem por E.R » 31 Mai 2020, 15:48

NOTÍCIAS
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Mensagem por E.R » 01 Jun 2020, 05:48

NOTÍCIAS
https://oglobo.globo.com/rio/planos-par ... o-24455857

Em meio à expectativa da divulgação, nesta segunda-feira, do decreto do governador Wilson Witzel prevendo a reabertura do comércio, possivelmente a partir da próxima segunda-feira (8), comerciantes veem com cautela a transição para o chamado "novo normal".

Os empresários dizem que é preciso retomar as atividades econômicas, mas sem desprezar os cuidados sanitários para evitar que uma nova escalada de casos sobrecarregue hospitais e exija novas interdições.

Na capital, a secretária municipal de Saúde, Ana Beatriz Busch, promete divulgar protocolos por setores da economia.

Sócio, com os filhos, de uma barbearia e estúdio de tatuagem no Américas Shopping, no Recreio dos Bandeirantes, Nilson Russo diz ser improvável que consiga retomar as atividades na próxima segunda-feira.

Ele reclama que, até o momento, a exemplo de outros setores do comércio, as autoridades sanitárias não divulgaram diretrizes para o funcionamento de estabelecimentos como o dele.

O empresário, que em acordo com a administração do shopping deixou de pagar aluguel (só entra no rateio das despesas de manutenção, como luz e segurança), diz que precisa conhecer as diretrizes para fazer as adaptações necessárias e se prevenir contra o coronavírus.

O salão de Russo conta com uma recepcionista e 13 barbeiros, que atuam como microempreendedores individuais.

— As cadeiras de barbeiro terão que ficar mais espaçadas. Devemos suspender, por dois ou três meses, cafés, água e cerveja que oferecemos de cortesia para os clientes, para reduzir a manipulação de produtos. Apesar de estarmos há dois meses sem faturar, a gente precisa retornar às atividades com cautela — disse Nilson Russo.

Já o empresário Alexandre Souto Maior, dono de uma franquia de loja de sapatos, no Shopping do Méier, e de uma casa de câmbio, no Américas Shopping, é outro a reclamar da falta de regras claras para a reabertura do comércio. Ele diz que, desde o fim de março, está com as atividades praticamente zeradas.

— A loja de câmbio quase parou, exceto em serviços de remessa de dinheiro para o exterior. Em abril, o faturamento da sapataria foi zero. Ter essas regras para voltar a trabalhar com segurança são essenciais — disse Alexandre Souto Maior.

Proprietária há 25 anos de uma cafeteria na Cobal do Humaitá, que tem funcionado apenas no sistema take-away (compre e leve), Vera Podiacki diz que, por pelo menos um mês, por precaução, não pretende trabalhar com consumo no local.

Com queda de 80% no movimento, ela conta que aderiu à Medida Provisória 927/2020, reduzindo em 25% os salários dos funcionários, que têm se revezado ao longo dos dias na loja :
— É uma questão de segurança — disse.

A expectativa é que, em seu decreto, Wilson Witzel libere o funcionamento das indústrias com 70% da capacidade e a abertura de shoppings e lojas de rua com 50% da lotação.

O processo será feito em etapas. A primeira deve levar duas semanas. As atividades com público continuarão suspensas, como jogos de futebol, sessões de teatro e sessões de cinema.

As escolas devem continuar fechadas, assim como as academias de ginástica.

Entre as administradoras de shoppings, os preparativos para reabertura já começaram. A BR Malls, à frente do NorteShopping, Shopping Tijuca e Plaza Niterói, pretende implantar um protocolo rigoroso. Entre as medidas adotadas, a obrigatoriedade de máscaras para clientes e funcionários que entrarem nos shoppings, além de espaços para o público poder limpar as mãos com álcool em gel. Os empregados dos setores de limpeza também vão reforçar a faxina em corrimãos e maçanetas.

Além disso, todas as pessoas que entrarem nos shoppings terão a temperatura corporal verificada.
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Mensagem por Phoebe Buffay » 01 Jun 2020, 22:17

Que lamentável essa situação no rio, não sei o que me enoja mais, se é o fato de o governador estar metido em todo o tipo de confusão o o presidente da Alerj ser do PT??????
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