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Re: Teatro
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MensagemEnviado: 05 Mar 2018, 01:14 
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Re: Teatro
MensagemEnviado: 10 Mar 2018, 04:57 
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O GLOBO

Agildo Ribeiro está com a garganta inflamada e, por isso, de tempos em tempos masca um pedacinho de gengibre como se fosse um chiclete de bola.

Depois, faz um exercício vocal que consiste basicamente em pronunciar as vogais em tom muito alto, A, E, I, O, U, como se arrancasse cada letra lá do fundo do peito.

Só então, com a voz cristalina, zero bala mesmo, ele declara :

— Sabe o que eu queria ? Queria que alguém, algum desses novos humoristas, me imitasse num programa da TV. Pelo menos seria uma chance de me ver na televisão outra vez.

Na próxima terça-feira, o público terá a chance de ver o comediante em cena: Agildo Ribeiro, 85 anos, será o grande homenageado no Prêmio do Humor 2018, promovido por Fábio Porchat, no Jockey.

É chance rara. O criador de tipos famosos como o professor de mitologia Aquiles Arquelau (o da “múmia paralítica”) tem contrato em curso com a Globo, mas está afastado da TV desde 2016, quando fez “Zorra Total” pela última vez.

— Nas ruas, reclamam que estou sumido, me chamam de rei da comédia, de gênio, andam atrás de mim pedindo que eu conte piada, faça caretas, riem de tudo o que eu falo. É sempre assim.

A sensação de ter uma plateia permanentemente enfiada no bolso vem de longe. No Colégio Militar, Agildo juntava os alunos para assistir a suas imitações dos professores. Acabou aconselhado a sair da escola. Para desespero do pai, o tenente Agildo Barata, foi parar no teatro. Depois que fez as primeiras peças como bailarino de teatro de revista — sim, Agildo era “boy”, como se chamavam os dançarinos na época — enfileirou uma dúzia de bons papéis no cinema, teatro e televisão. Era, como ele mesmo diz, magrinho, arrumadinho, bem bonitinho.

— Minhas lembranças mais antigas são de quando ele fazia o Topo Gigio (ratinho falante com quem Agildo contracenava na Globo nos anos 1970, mas que ganhou reprises e outras versões depois). Eu era pequeno, aquilo me marcou — conta Fábio Porchat, que banca com recursos próprios o Prêmio do Humor, criado para valorizar os artistas da comédia.
— O Agildo é um contador de histórias à altura dos grandes atores dramáticos. Tem um ritmo incrível. No palco, faz uma espécie de stand-up metralhadora.

A tal metralhadora continua girando e acerta no que aparece na frente :

— Acho incrível que hoje em dia se faça tão pouca graça com o que está acontecendo no Brasil. A situação chegou a tal ponto que quem era nosso alvo acaba pegando nosso lugar. Já viu os ministros do STF na TV, com aquela vaidade toda ? É ou não é uma piada ? Ou : — Sei que a renovação é natural, a vida é assim mesmo, mas esse negócio do politicamente correto está matando o humor. É muito chato. Não pode ter mulher pelada, não pode ter bordão. Pra mim, isso é uma espécie de censura. Fico imaginando a vida dos redatores de humor. Tá difícil pra eles.

Agildo fez carreira dando vida a personagens escritos por gente como Max Nunes, Jô Soares, Gugu Olimecha. Depois de ganhar muito dinheiro com o Topo Gigio (“O Walter Clark pegou meu antigo contrato na Globo, rasgou na minha frente e mandou a secretária bater um outro com o salário duas vezes maior”), pegou o auge dos programas humorísticos da TV. Os comediantes davam as cartas. “Planeta dos Homens”, “Chico City”, “A Escolinha do Professor Raimundo”. Passou por Manchete, Band e zanzou por Portugal. A vida era muito boa.

Casou três vezes. Com Consuelo Leandro (“Era ótimo, mas dois humoristas casados não dá muito certo. Tem hora que pede seriedade”), Marília Pera (“A Marília era foda, né ?”) e Didi Ribeiro (“Foi o amor da minha vida”). Farreou. Trabalhou duro. Fez parte de uma geração que marcou época.

Costinha, Golias, Dercy Gonçalves, José Vasconcelos, Chacrinha, Paulo Silvino, Chico Anysio, Lúcio Mauro, Jô Soares. A maioria está morta. Quem ficou está longe da TV.

— Acho que ainda tem espaço para o humor mais tradicional, o humor de bordão, o público brasileiro gosta disso — avalia Cláudio Torres Gonzaga, que escreveu alguns quadros para o humorista no “Zorra Total”.

Enquanto espera a volta ao trabalho, Agildo sai pouco de casa. Diz que nasceu na “Cidade Maravilhosa”, mas que já não a reconhece quando está nas ruas. Diz também que liberar a maconha pode ser o primeiro passo para resolver a questão da segurança. De segunda a sábado, pode ser encontrado no Esch Café, no Leblon, onde uma turma fuma charutos, bebe uísque, discute política e troca receitas de remedinhos para manter a potência sexual. Viúvo há nove anos, vive sozinho no bairro — mas amanhã pode estar em outro lugar :

— É um vício, vivo me mudando, tenho motorista, posso morar até no Alto da Boa Vista, tanto faz. Compro, reformo, decoro, passo um tempo, enjoo e boto pra vender. Sou a festa dos corretores. Só neste prédio já é o terceiro apartamento. Mas já tô vendendo. Quer dar uma olhada ?

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Re: Teatro
MensagemEnviado: 16 Mar 2018, 13:46 
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Re: Teatro
MensagemEnviado: 28 Mar 2018, 03:43 
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Como se não bastasse a falta de patrocínio e políticas culturais, um duro golpe ameaça o Teatro Tablado. “Uma ex-funcionária da nossa confiança desviou muito dinheiro”, conta a diretora da casa, Cacá Mourthé.

Além de tomar as devidas providências jurídicas contra a moça, Cacá Mourthé pede ajuda da classe artística para manter vivo o legado de Maria Clara Machado. “A situação é grave. Não podemos fechar”, diz.

Para recuperar o dinheiro — mais de R$ 200 mil, segundo apuração da coluna —, o teatro lança a campanha S.O.S. Tablado, que começa em abril, com duas sessões do infantil “O camaleão e as batatas mágicas”, por R$ 200 o ingresso.

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Re: Teatro
MensagemEnviado: 06 Abr 2018, 22:10 
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https://tvefamosos.uol.com.br/noticias/redacao/2018/04/06/paulo-betti-se-une-a-artistas-contra-mudanca-na-profissao-retrocesso.htm

Paulo Betti se reunirá com um grupo de artistas na segunda-feira (9), às 20h, no Teatro XP, no Leblon, zona sul do Rio, em um movimento contra a possibilidade da extinção do DRT, registro profissional de artistas, em ação que será julgada no dia 26 no STF (Supremo Tribunal Federal).

Em São Paulo, o ato acontece na Funarte às 19h.

Nas redes sociais, dezenas de artistas se manifestaram contra a chance de a exigência do registro profissional cair para exercer a profissão. Irene Ravache, Dira Paes, Mateus Solano e Renata Sorrah são alguns dos atores que devem participar da mobilização.

Em conversa com o UOL, nesta sexta-feira (6), Paulo Betti diz que estão preocupados com a possibilidade da desregulamentação da profissão.

"Quem é contra diz que é elitista exigir um diploma. Sim, mas se você comprovar três ou quatro peças que fez no teatro amador, tem alguns sindicatos que têm uma banca que faz uma avaliação para ver se a pessoa tem talento", opina.

O motivo da ação seria porque a lei que regulamenta a profissão é de 1978 e a Constituição brasileira é de 1988. "Eles querem revisar a lei porque dizem que não é democrático exigir que o artista precisa ter essas qualificações como um diploma da escola de teatro ou de nível superior. A nossa profissão dos artistas serve pro palhaço do circo, pro atirador de facas, para técnicos, iluminadores, sonoplastas", diz Paulo Betti.

"Acho que é um retrocesso, consideramos importante que a nossa profissão seja regulamentada, reconhecida e que existam critérios para a pessoa poder exercê-la. Há um movimento econômico muito grande relacionado a nossa profissão. Teatro, televisão, cinema, quantas atividades envolvem a classe artística e quando dinheiro ela faz girar ? É um fator econômico forte e acho que nós seríamos enfraquecidos nas relações de trabalho se a gente não tiver uma profissão regulamentada".

Thiago Fragoso, Cissa Guimarães, Ângela Vieira e Drica Moraes foram alguns dos artistas que se mobilizaram em suas redes sociais.

"É o desmantelamento de um trabalho de classe construído a duras penas ao longo de anos ! Os artistas perdem suas proteções trabalhistas e o público rompe um código de confiança com a arte. Entenda, o indivíduo não precisa acessar escolas caras para ser artista reconhecido. Ele precisa de continuidade dos seus estudos técnicos profissionais e de apresentações públicas contínuas e reconhecidas", escreveu Drica.

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Re: Teatro
MensagemEnviado: 05 Jun 2018, 03:46 
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O ESTADO DE S.PAULO

Após um hiato de quase 25 anos, o Prêmio Molière, conhecido como o ‘Oscar do Teatro Nacional’, volta a ser realizado com edição ainda neste ano, em São Paulo e no Rio de Janeiro.

O acordo foi firmado na França pelo produtor cultural Francisco Britto, que assinou o direito de uso do nome Molière no Brasil.

A festa tem apoio do jornal O Estado de S.Paulo.

A primeira mudança é que a marca pretende se estender com ações além da habitual premiação. “No Brasil, teremos um projeto cultural, com exposição, documentário, portal”, anunciou o produtor que esteve na cerimônia francesa na última terça, 29, na Salle Pleyel. “O teatro vem se profissionalizando cada vez mais, mas falta um pouco de espaço para mostrar tudo isso.”

A primeira edição no Brasil foi criada e patrocinada pela empresa aérea Air France, entre os anos 1963 e 1994.

Ao longo desse período, entregou troféus para artistas do quilate de Cleyde Yáconis, Fernanda Montenegro, Marília Pêra e Paulo Autran.

Na época, os vencedores nas categorias ator, atriz, diretor, dramaturgo e prêmio especial recebiam uma réplica do busto de Molière e uma viagem a Paris. “Molière, o grande clássico francês, nos facilitou muito nessa busca. Foi para nós brasileiros um dos mais importantes modelos clássicos que influenciaram a nossa dramaturgia, sobretudo a comédia brasileira”, lembra o ator Juca de Oliveira, em depoimento ao projeto.

O ator, autor e diretor Marcos Caruso lembra da responsabilidade que era ser premiado. “Quem tinha um Molière é porque havia chegado ao topo de sua trajetória. Os maiores atores e atrizes e diretores e autores do cenário teatral brasileiro foram merecidamente agraciados e orgulham-se, como eu, de ostentar o busto de Molière.”

Para a atriz Eva Wilma, o troféu e a passagem para Paris viabilizavam o encontro com as artes cênicas na Europa. “Além de ter seu trabalho reconhecido aqui, a gente tinha chance de ter contato com espetáculos apresentados nos teatros dos grandes centros como Paris, Londres, Berlim e Roma.” Quando o assunto é política, ela atriz acredita que os prêmios acabam cumprindo parte da homenagem que seria responsabilidade do governo. “O teatro brasileiro sempre foi órfão dos governos. Não deste ou daquele. Mas de todos. Uma ajudinha aqui, outra ali, mas o certo é que os governos de hoje, de ontem e de sempre nunca trataram o teatro como produto cultural que deve ser prestigiado.”

Nesta edição, um corpo de jurados vai contemplar produções que estiveram em cartaz entre 2015 e 2017. Além disso, o número de categorias aumentou de 6 para 12 : atriz, ator, atriz coadjuvante, ator coadjuvante, diretor, cenógrafo, figurinista, projeto de iluminação, espetáculo, teatro infantil, musical e revelação do ano.

Com um conselho consultivo formado por Cássia Kiss, Marcelo Serrado, Paulo Betti e Odilon Wagner, o prêmio terá ações e eventos ao longo do ano para aquecer os motores e chamar a atenção de novos apoiadores.

Entre elas está uma exposição, com curadoria de Bia Lessa, que retoma o período dos últimos 25 anos da produção teatral no País, reunindo cenários, figurinos, fotografias, imagens e documentos, e a produção de um documentário a ser exibido no canal Arte 1.

Com o objetivo de estimular a criação, o prêmio também planeja promover um concurso entre escolas de teatro de São Paulo e do Rio de Janeiro para a produção de textos teatrais. Os selecionados poderão se apresentar nas cerimônias de premiação das duas cidades.

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Re: Teatro
MensagemEnviado: 27 Jul 2018, 02:52 
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Editado pela última vez por E.R em 09 Set 2018, 21:51, em um total de 1 vez.

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Re: Teatro
MensagemEnviado: 01 Ago 2018, 04:21 
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ANCELMO GOIS - O GLOBO

Em relação à autorização para a produção de “O fantasma da ópera” captar até R$ 28,6 milhões (valor recorde) pela Lei Rouanet, o ministro Sérgio Sá Leitão diz que o orçamento do projeto foi criteriosamente analisado :

“Esse valor pode parecer alto, mas é que trata-se de uma superprodução, com centenas de pessoas trabalhando”.

O ministro da Cultura conta ainda que apenas 50% dos ingressos são para comercialização em valores a critério da produção (nessa faixa, há entradas de até R$ 550).

A outra metade é para distribuição gratuita a cargo da produção, de patrocinadores ou para ser vendida a preços mais em conta (até R$ 75).

Na opinião do ator Paulo Betti, R$ 28,6 milhões é muito dinheiro público para uma remontagem estrangeira :
— Quem ganha são os produtores e os americanos. Já o elenco brasileiro ganha merreca.

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Re: Teatro
MensagemEnviado: 10 Set 2018, 18:41 
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Re: Teatro
MensagemEnviado: 16 Set 2018, 21:19 
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MARINA CARUSO - O GLOBO

Depois de muita polêmica em torno dos critérios de aplicação da Lei Rouanet, a classe artística decidiu liderar a discussão.

Amanhã, o Movimento de Artistas do Teatro do Rio (Mater) promove encontro sobre o tema no Teatro Serrador.

É que a instrução normativa publicada em dezembro manteve as verbas para espetáculos, mas concentrou os aportes em poucos projetos. “Vamos mostrar isso com gráficos, pesquisas. O objetivo é valorizar o artista e democratizar a captação de recursos”, explica o ator Arlindo Lopes, um dos dirigentes do Mater. “Por causa das críticas à lei, os artistas são demonizados. Isso tem que mudar”, diz o diretor Gustavo Guenzburger.

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Re: Teatro
MensagemEnviado: 23 Set 2018, 21:15 
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MARINA CARUSO - O GLOBO

As obras do Teatro Municipal do Rio de Janeiro serão incluídas no orçamento de 2019 que chega à Alerj esta semana.

O deputado Luiz Paulo (PSDB), da comissão de Cultura, já recebeu a planilha com prioridades que vão da rede elétrica à confecção de cortina.

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Re: Teatro
MensagemEnviado: 01 Out 2018, 17:27 
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. Teatro Municipal de São Gonçalo está pronto, mas continua fechado pois a prefeitura diz que ainda deve dinheiro para a construtora
- https://globoplay.globo.com/v/7055934/

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Re: Teatro
MensagemEnviado: 12 Out 2018, 02:30 
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Re: Teatro
MensagemEnviado: Hoje, 04:59 
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EXTRA

Duas das principais personagens de Claudia Rodrigues na TV vão para os palcos.

A beijoqueira Thalia e a empregada doméstica Sirene, acompanhadas de Camélia (irmã gêmea de Ofélia) e da manicure Marinalva, estarão na peça “Imprevistos acontecem”, que estreia dia 12 de novembro, em Curitiba.

Pela primeira vez, a atriz vai dividir a cena com sua filha, Iza Rodrigues, de 16 anos.

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