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O que vocês gostam de beber?

Espaço para debates sobre assuntos que não sejam relacionados a Chespirito, como cinema, política, atualidades, música, cotidiano, games, tecnologias, etc.
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Mensagem por E.R » 01 Jun 2020, 00:14

NOTÍCIAS
O GLOBO



Sem idas a restaurantes, festas ou àquela lojinha de bebidas do bairro, os brasileiros passaram a consumir mais vinho em casa.

As medidas de distanciamento social para conter o avanço da pandemia estão impulsionando em especial as vendas da produção nacional por meio do comércio eletrônico e até mesmo pelo WhatsApp.

Muitas vinícolas dispensaram intermediários e criaram canais para o consumidor encomendar a bebida diretamente da fonte, com a comodidade de receber as garrafas em domicílio por preços convidativos.

Em abril, a venda total de vinhos finos e espumantes nacionais subiu 9,6% na comparação com março, segundo dados da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), com os estabelecimentos comerciais fechados.

Separadas as categorias, os vinhos saltaram 30% na comparação anual, mas os espumantes tombaram 59%.

— De um lado, perdemos vendas em hotéis, bares, restaurantes e, principalmente no caso do espumante, para festas e eventos. Mas ganhamos nos supermercados. E as vendas on-line feitas diretamente pelas vinícolas ao consumidor subiram — conta Deunir Luís Argento, presidente da Uvibra e à frente da vinícola Luís Argento, em Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul.

Essa linha direta com os produtores foi escolhida pelo professor carioca Gilberto Lopes Barbosa, de 57 anos, para renovar a adega em casa. Ele costuma comprar vinhos em uma loja especializada em Copacabana, que está fechada em razão da pandemia.

Para repor as garrafas que costuma dividir com a mulher, entrou em contato com o produtor.
— Consegui com um amigo o contato da Quinta Don Bonifácio, de Caxias do Sul (RS). Fiz o pedido diretamente a eles. Foi uma compra maior que a de costume, mas os preços foram melhores por garrafa e consegui redução no frete — conta ele.

A demanda de clientes levou a Quinta Don Bonifácio a lançar sua loja digital no meio da pandemia. Até então, diz a diretora comercial Marina Libardi, a vinícola gaúcha vendia apenas pelo WhatsApp.

— Temos venda presencial por causa da visitação, que foi interrompida na pandemia. Mas a demanda por WhatsApp cresceu tanto que lançamos o e-commerce há um mês. A maioria das vinícolas está se reinventando para continuar — afirma.

A Don Laurindo, outra cave da região gaúcha do Vale dos Vinhedos, viu as vendas pelo site dobrarem em abril em relação ao mesmo mês do ano passado, diz Moisés Brandelli, diretor e enólogo da vinícola :
— Há um volume crescente de novos consumidores. Nós negociamos com as transportadoras valores melhores, aproveitando datas especiais, ajudando o consumidor. O consumo de vinho vem crescendo de 8% a 10% ao ano no Brasil. De cada dez garrafas vendidas, uma é de vinho nacional.

O vinho brasileiro começa a ganhar mais espaço à mesa do brasileiro com dois incentivos : a alta do dólar que encarece os rótulos estrangeiros e o fechamento das fronteiras de grandes produtores, como Argentina e Uruguai, com o Brasil, em razão da pandemia, o que atrapalha o fluxo de mercadorias.

— Hoje, temos um aumento de procura nos vinhos de até R$ 40. Não quer dizer que os nacionais ficaram melhores, mas com dificuldades na entrada de vinhos importados, os nossos ganham mais espaço — diz a sommelier gaúcha Michelle Landgraf, da Divas do Vinho.
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Mensagem por E.R » 01 Jun 2020, 19:21

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Mensagem por Phoebe Buffay » 01 Jun 2020, 22:14

E.R escreveu:
31 Mai 2020, 05:16
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A moda agora é Heineken,
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Mensagem por E.R » 02 Jun 2020, 00:15

Merecidamente. Heineken é a melhor cerveja.

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Mensagem por Dias » 02 Jun 2020, 21:21

Phoebe Buffay escreveu:
22 Mai 2020, 01:03
Eu hein, isso é fomentar a obesidade em um país cheio de mortos de fome. 1 litro de gordura e açúcar indo para o seu corpo e fazer você defecar escuro depois.
Desde o lançamento, bebi acho que 8 desses shakes de 1 litro e continuo em 60kg.

Sou o Ronaldo Fenômeno ao contrário: não consigo engordar.
"Yesterday, all my troubles seemed so far away" - PENALTY, Corner.

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Mensagem por E.R » 03 Jun 2020, 11:19

NOTÍCIAS
https://jovempan.com.br/programas/jorna ... demia.html

O diretor-executivo do Grupo Campari no Brasil, Carlos Moura, afirmou que o mercado de bebidas alcoólicas registrou queda de 23% nas demandas a curto prazo em razão da pandemia da Covid-19.

Carlos Moura explicou que a principal causa para o recuo é o fato de cerca de 70% do consumo de bebidas destiladas, assim como de bebidas alcoólicas em geral, ser feito em ambientes “fora do lar”, como bares e restaurantes, fechados pelas medidas de restrição social.

O diretor-executivo explica que esse tipo de consumo é característico do Brasil, assim como de países como a Espanha.
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Mensagem por E.R » 05 Jun 2020, 14:18

NOTÍCIAS
https://exame.com/revista-exame/a-safra-das-safras/

Os produtores comemoram, os consumidores estão na expectativa.

Começam a chegar ao mercado os primeiros vinhos brasileiros da safra 2020, que está sendo considerada a melhor de todos os tempos.

Em meados de março, antes mesmo de terminar a colheita das uvas em boa parte das regiões vinícolas do país, já se anunciava a excelência desses rótulos. “Os depoimentos que recebemos de enólogos de todas as regiões já diziam que esta produção seria excepcional para todas as variedades de uvas”, conta Daniel Salvador, presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE).

Até hoje, a safra de 2005 era considerada a melhor de todas. Desta vez, segundo Daniel Salvador, quando as uvas estavam ainda no parreiral já se podia prever a qualidade do vinho. “Uvas saudáveis rendem bons vinhos”, diz.

Para fazer um bom vinho, o bago precisa estar, além de saudável, maduro.

A maturação de uma uva pode ser dividida em duas fases : a maturação dos açúcares, que garante o teor ­alcoólico, e a maturação fenólica, que garante os taninos ­— corantes de boa qualidade e desenvolvimento dos complexos aromáticos.

Um grande vinho precisa que os dois processos estejam no ponto ­ideal ao mesmo tempo.

“Nesta safra, como o clima favoreceu, tivemos condições de buscar a maturação ideal”, diz Adriano Miolo, enólogo-chefe e superintendente do grupo Miolo, com sede em Bento Gonçalves.

Isso não é comum. Como costuma chover na época da colheita na Serra Gaúcha, a mais tradicional região produtora do Brasil, muitas vezes a uva precisa ser colhida antes da maturação completa para evitar doenças ligadas à umidade.

“A maturação fenólica é ainda mais importante do que a dos açúcares”, diz. “É o que dá a estrutura, garante a qualidade dos taninos. Quando conseguimos isso, os resultados são excepcionais, de nível internacional.” Como exemplo, ele cita o Lote 43, o primeiro vinho ícone da vinícola, lançado em 1999, que só é produzido quando há condições favoráveis.

Uma safra de um vinho começa a ser gerada logo após a colheita da anterior, que acontece no verão. Como mostra um levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) sobre o clima no período na Serra Gaúcha, as condições não foram perfeitas, mas até isso ajudou.

“Acabou acontecendo um raleio natural”, diz o enólogo Ricardo Morari, da Cooperativa Vinícola Garibaldi, em Garibaldi, referindo-se à prática de cortar alguns cachos para que outros cresçam com mais saúde.

Em dezembro secou e seguiu assim até janeiro, quando se inicia a colheita. Sem chuva, o produtor pode esperar para colher na hora certa. Além disso, nessa época algumas variedades de uvas tintas já começam a pegar cor. É quando se desenvolvem os compostos aromáticos e os compostos fenólicos. Com o céu limpo, há um aumento da luminosidade, que estimula a formação desses compostos. O calor, no entanto, poderia acabar com a acidez das uvas, o que não é bom. Esse risco foi eliminado porque as noites foram frescas.

Além dos fatores ambientais, o terroir de um vinho inclui o fator humano, ou seja, os recursos e os conhecimentos do produtor.

Investiu-se muito em tecnologia e know-how nos últimos anos, a começar pelos vinhedos. “Tivemos avanços no manejo da videira e na utilização de clones mais adaptados às nossas condições de clima e solo”, diz o enólogo Ricardo Morari, da Cooperativa Vinícola Garibaldi.

“Também passamos a usar desengaçadeiras que separam as uvas sem machucar e prensas pneumáticas que impedem o contato com o ar e a oxidação, além de promover melhorias na área de biotecnologia com a seleção de leveduras mais adequadas”, afirma.

Esta safra das safras brasileiras merece um duplo brinde : com o câmbio alto, torna-se uma opção ainda mais atraente ao consumidor em relação a alguns vinhos importados.
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Mensagem por E.R » 07 Jun 2020, 21:47

NOTÍCIAS
https://www.canalrural.com.br/noticias/ ... aticinios/

Revoltados com o baixo preço pago pelo leite, pecuaristas do oeste de Mato Grosso paralisaram o fornecimento do produto para pelo menos seis laticínios da região do Mato Grosso.

O setor produtivo cobra um reajuste nos atuais R$ 0,82 centavos pagos pelo litro, assim como um diálogo entre a indústria e o fornecedor.

Um dos pecuaristas que resolveram não entregar mais o leite aos laticínios, Leandro Boselli, afirma que com o valor oferecido pelo litro do leite é um absurdo e vale mais a pena optar por por outras fontes de renda.

“Já que a indústria hoje não está dando valor, está compensando mais tratar os suínos, no qual o quilo está em torno de R$ 10 a R$ 12. Só a porca, já deve me dar por baixo uma duas latas e meia de banha, que valem cada uma R$ 250. Eu não queria fazer isso, queria levar o leite para cidade para doar, mas como moro a 100 quilômetros de lá, não consigo”, diz.

Produtor de leite há mais de 40 anos, ele se diz indignado com o atual cenário da atividade na região, já que os laticínios estão pagando R$ 0,17 centavos a menos que o praticado em outros locais de Mato Grosso.

Há 3 anos ele recebia pelo menos 30% a mais pelo litro do que atualmente. Com a rentabilidade comprometida, o pecuarista resolveu diminuir o rebanho e a captação diária, de 550 para 300 litros. Com isso, o pequeno sítio de 43 hectares já acumula um prejuízo de pelo menos R$ 50 mil.

“Enquanto lá no Paraná, Minas Gerais, Goiás e Santa Catarina o litro do leite pago varia entre R$ 1,50 a R$ 1,70, o nosso está em 0,80 centavos. O pessoal da cidade está pagando muito caro no mercado pelo leite, de R$ 3 a R$ 4,50 por litro, e acham que nós produtores estamos ganhando demais. A gente também não consegue entender”, afirma.

Outro produtor da região, Gerôncio Antônio, confirma o problema e também está inconformado com o valor que recebeu da indústria pela entrega feita em abril.

“Com esse preço não temos condições de tocar a propriedade. Esses R$ 0,89 centavos por litro de leite não são suficientes para fechar a conta. Quando fizeram a paralisação por causa do coronavírus, ficaram com medo que a gente iria para e colocaram mais R$ 0,5 centavos em cima desse pagamento. É uma vergonha que os donos de laticínios estão fazendo com nós produtores. Não estamos querendo ficar rico, não, estamos apenas querendo suprir as nossas despesas”, afirma.
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Mensagem por E.R » 08 Jun 2020, 20:42

NOTÍCIAS
https://geekpublicitario.com.br/48230/d ... -bemzinho/

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A Do bem, empresa brasileira de bebidas integrais e naturais, está lançando o seu novo suco de caixinha, Do bemzinho.

O Do bemzinho é feito sem corantes, sem conservantes, sem adição de açúcares e em uma embalagem especial para o consumo instantâneo.

As caixinhas de suco possuem 200 ml e estão disponíveis nos sabores laranja, uva, manga, caju, pêssego e goiaba.
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Mensagem por E.R » 10 Jun 2020, 21:17

NOTÍCIAS
https://economia.uol.com.br/noticias/bl ... ormato.htm

A Starbucks calcula que a pandemia do coronavírus reduzirá o faturamento neste trimestre em até US$ 3,2 bilhões, piorando o desempenho da rede de cafés, que espera que a recuperação se estenda até o próximo ano.

Como outras operadoras de restaurantes, a empresa tem dificuldades para fazer projeções oficiais, mas hoje avisou que espera divulgar um prejuízo ajustado de 55 a 70 centavos de dólar por ação quando apresentar o próximo balanço. O lucro operacional diminuirá em até US $ 2,2 bilhões no período, segundo comunicado.

A Starbucks planeja acelerar o lançamento do conceito de buscar produtos nas lojas, com unidades menores que não oferecem assentos aos clientes. "Planejávamos originalmente executar essa estratégia ao longo de um período de três a cinco anos, mas a rápida evolução das preferências dos clientes acelerou a necessidade desse conceito".

A pandemia obrigou a Starbucks a repensar seu conceito central como "terceiro lugar" do cliente para relaxamento, longe do trabalho e de casa, segundo comunicado.
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Mensagem por E.R » 11 Jun 2020, 19:41

NOTÍCIAS
https://veja.abril.com.br/blog/radar/a- ... jo-online/

O período de quarentena afetou pequenos empreendedores que dependem do comércio físico para manter os negócios.

Se considerarmos aqueles que dependem também do turismo, a situação é ainda pior.

Assim, para incentivar produtores de vinhos brasileiros prejudicados pela crise, a Evino aproveitou a celebração da Semana Nacional do Vinho para destacar vinícolas do Rio Grande do Sul garantindo a venda de rótulos em seu site.

Até o final de junho, os consumidores poderão escolher rótulos das vinícolas Cainelli, Don Giovanni, Don Guerino e Bertolini, disponíveis para compra pelo site ou aplicativo em todas as regiões do Brasil.

Na primeira semana da ação, 70% do estoque foi vendido.

Ao todo foram mais de 1.000 pedidos — e mais de 30% dos pedidos foram de três garrafas ou mais, impulsionados pelo frete grátis oferecido nas compras com três ou mais rótulos.

Roberto Cainelli Jr., sócio-proprietário e enólogo, explica que a vinícola Cainelli, localizada em Bento Gonçalves (RS), é o projeto de vida da família. Seu desejo é aproximar os apaixonados por vinho. “Vendemos história e cultura. O vinho é só a melhor parte disso”, afirma.

Para ele, pontos muito técnicos distanciam os consumidores dos produtos que eles produzem. “O vinho é o sangue da terra, é a mais intensa união entre o homem e a natureza. Ele é versátil como a gente e é para todos – se não tem um vinho que você gosta, é porque ainda não provou todos”, completa.

“Os pequenos produtores, em especial os gaúchos, têm grande parte de seu faturamento associado às atividades de enoturismo e à compra na loja da vinícola. Com o período de quarentena, eles viram sua fonte de receita cessar da noite para o dia. Nos mobilizamos para selecionar alguns deles e convidá-los a comercializar seus produtos por meio das plataformas digitais da Evino, aumentando sua visibilidade e assegurando vendas nesse momento delicado”, explica Ari Gorenstein, da Evino.
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Mensagem por E.R » 15 Jun 2020, 01:11

NOTÍCIAS
https://vocesa.abril.com.br/voce-rh/mai ... o-seu-ceo/

Em 2012, quando Mauricio Giamellaro ingressou na Heineken como vice-presidente de vendas, a empresa era recém-chegada ao Brasil e os 7,8% do mercado nacional que a holandesa detinha nem sequer fazia cócegas na AB Inbev, líder absoluta do segmento.

Oito anos mais tarde, esse cenário mudou — e muito.

Com a aquisição da Brasil Kirin em 2017, a Heineken viu seu número de funcionários saltar de 2 000 para 13 000, ganhou uma complexa rede de distribuição própria, que Mauricio passou a comandar, e tornou-se a segunda maior produtora de cervejas do país. “Fiz parte da história da Heineken”, diz o executivo com orgulho.

Qual é a estratégia para bater de frente com concorrentes como a AB InBev ?

Nosso objetivo é ser a melhor cervejaria do Brasil, não a maior. Mesmo com a crise e com o mercado competitivo, crescemos dois dígitos no último ano.
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Mensagem por E.R » 16 Jun 2020, 19:10

NOTÍCIAS
https://veja.abril.com.br/blog/radar/os ... cresce-40/

A plataforma de bebidas em cápsulas B.blend registrou 40% de aumento no volume de vendas entre março e abril, na comparação com janeiro e fevereiro deste ano.

A empresa também observou que o espaço de tempo entre a recompra das bebidas diminuiu 25%, um indicativo de que os clientes estão consumindo mais, em menos tempo, e preferindo as bebidas em cápsulas durante o período de isolamento social imposto pelo coronavírus.

“O cenário atual trouxe uma busca por atividades e entretenimento dentro de casa, além da preferência pelas compras online”, explica o diretor de marketing e vendas da B.blend, Francisco Neves.

A marca, uma joint-venture entre Ambev e Whirlpool, foi lançada no mercado brasileiro em 2014 pela Brastemp.

No cardápio da plataforma all-in-one, mais de 30 sabores de bebidas quentes ou geladas, com ou sem gás, alcoólicas ou não – do cappuccino ao gin tônica, passando por refrigerantes, sucos naturais e chás gelados. “As vendas via WhatsApp têm sido uma boa surpresa também, ficou claro que uma venda consultiva digital faz todo sentido nesse momento para melhor atender aos consumidores”, completa.
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Mensagem por E.R » 18 Jun 2020, 17:13

NOTÍCIAS
https://exame.com/marketing/skol-da-des ... uarentena/

A Skol, marca de cervejas da fabricante de bebidas Ambev, em parceria com o aplicativo Zé Delivery promove o Happy Hour Virtual com Skol.

Por meio do site as empresas poderão adquirir vouchers com valores entre 20 e 50 reais.

Com os vouchers gerados, a própria plataforma dispara os códigos para os funcionários, que por sua vez, podem comprar sua bebida via delivery.
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Mensagem por E.R » 20 Jun 2020, 04:16

NOTÍCIAS
https://exame.com/pme/startup-que-entre ... -pandemia/

Receber uma bebida gelada na porta de casa. A ideia parece ser daquelas que agradam a todo mundo, independentemente de gosto e preferência.

Foi pensando nisso que Jessica Gordon criou o Bebida da Porta.

A startup entrega bebidas geladas — alcoólicas e não alcoólicas — na casa do consumidor em até 30 minutos.

Com a quarentena provocada pelo novo coronavírus, a empresa viu a demanda por pedidos ter um salto de 80%.

O modelo de negócios atraiu consumidores que evitam ir ao supermercado durante o isolamento social e aderem ao e-commerce como opção de compra.

A alta nas vendas é um destaque no quadro geral das vendas de bebidas durante a pandemia. Desde que o isolamento social começou, em março, o setor tem sido fortemente afetado. Dados da Associação Brasileira de bebidas (Abrabe) mostram uma queda média de 71% no faturamento das empresas associadas, na primeira quinzena de abril deste ano.

O segmento que mais apresentou alta foi o de bebidas alcoólicas. Uma pesquisa realizada pelo Compre & Confie — rede de mercados online que realiza pesquisas de satisfação — apontou que houve um aumento de quase 94% nas vendas online de bebidas alcoólicas, entre os dias 24 de fevereiro e 3 de maio de 2020.

“Essa quarentena só acelerou ainda mais esse processo de crescimento de compra online. Antes, as pessoas começavam a pensar em bebidas no fim da tarde. Agora, os pedidos começam a chegar às 14h”, afirma Jessica Gordon, CEO e fundadora da startup.

Iniciado em 2019, o Bebida da Porta entregou mais de 35.000 pedidos, e atingiu um faturamento R$ 2,5 milhões de reais.

O crescimento veio depois de investimentos em tecnologias e sistemas, que otimizaram processos e custos, agilizando as entregas.

Outro ponto que pesa no resultado da startup é a parceria com grandes empresas do setor, como Ambev, Grupo Petrópolis e Coca-Cola, que garantem um cardápio variado para os consumidores em um ambiente virtual.

Entre as opções estão águas, refrigerantes, sucos, chás, vinhos, destilados, espumantes, bebidas fitness, isotônicos e energéticos.

Todas as bebidas são entregues refrigeradas e em até 30 minutos na casa dos consumidores.

O Bebida na Porta atende a região central de São Paulo, Pinheiros, Vila Madalena, Bela Vista, Jardins, Itaim Bibi, Moema, Perdizes, Alphaville, Tamboré e Butantã.
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