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Re: Bebidas • O que vocês gostam de beber?
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MensagemEnviado: 03 Set 2019, 05:03 
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https://veja.abril.com.br/mundo/bordeaux-xing-ling-a-qualidade-surpreendente-dos-vinhos-chineses/

Até pouco tempo atrás, a China só chamava atenção pelo seu potencial de consumo. Entretanto, entre 2000 e 2011, suas importações de vinho cresceram inacreditáveis 26 000%. Com isso, a China tornou-se o quinto maior mercado de produção de vinho no mundo.

Os chineses colocaram no mercado 9,3 milhões de hectolitros da bebida em 2018 (o décimo maior volume do planeta). Embora a qualidade média ainda seja baixa, algumas garrafas já recebem elogios de críticos e menções em revistas especializadas.

Os chineses aprendem copiando o que há de melhor no mundo. No caso do vinho, o modelo copiado é o da França.

Uma garrafa produzida com a uva cabernet franc, tirou a nota 96 (de 100 pontos possíveis) no último World Wine Awards, realizado pela revista Decanter, uma das publicações mais respeitadas do segmento. Outro prêmio tradicional, o Concours Mondial de Bruxelles, concedeu na edição de 2019 cinco medalhas Grande Ouro, sua maior honraria, a vinhos da China, três deles de cabernet sauvignon de Ningxia. “É inegável quanto os chineses estão evoluindo nessa área”, atesta Manoel Beato, chef sommelier do restaurante Fasano, uma das maiores grifes gastronômicas brasileiras.

Como tudo na China, a expansão das vinícolas locais tem um importante incentivo governamental. Em 1996, o então primeiro-ministro Li Peng brindou os demais participantes do Congresso do Partido Comunista com uma taça de vinho tinto, dizendo que o consumo do produto, além de uma forma de economizar outros grãos (a bebida mais popular do país é o baijiu, um fermentado de arroz barato de alto teor alcoólico), era benéfico à saúde e ao incremento do que ele chamou de “ética social”. Em outras palavras, o premiê pregava a necessidade de refinamento do paladar de seus cidadãos.

Desde então, o governo tem estimulado a desapropriação de centenas de pequenas propriedades rurais no norte e no noroeste do país para a produção de vinho.

A região de Ningxia, na China, situada próximo à fronteira com a Mongólia e escorada pelas montanhas de Helan, possui um terroir similar ao do solo de Bordeaux, na França, de onde saem algumas das mais prestigiadas garrafas do mundo. “Lá o terreno é rico em calcário, argila, pedra e potássio. Além disso, naquela latitude as quatro estações são bem definidas”, afirma Anna Rita Zanier, sócia da loja paulistana Vinum Est. “Eles têm as condições climáticas e o dinheiro. Faltava mão de obra experiente, que os chineses começaram a importar.”

Para absorver o know-how, empresários do país compraram vinícolas em território francês. Esses empreendedores têm encontrado donos de châ­teaux simpáticos ao seu dinheiro, tudo porque os impostos sobre herança na França tornam muito caro transmitir o patrimônio às novas gerações.

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Re: Bebidas • O que vocês gostam de beber?
MensagemEnviado: 06 Set 2019, 04:33 
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O gim nasceu na Holanda em meados do século XIV como uma opção de tratamento renal. Acreditava-se que um de seus principais componentes, o zimbro, poderia trazer benefícios à saúde. Mas o efeito nos tratamentos não foi o desejado e, tempos depois, o remédio virou bebida quando os ingleses aperfeiçoaram a fórmula, dando origem a um destilado de sucesso e alto teor alcoólico (entre 38% e 50%).

Passadas várias décadas de um relativo ostracismo, o gim voltou à moda no mundo e no Brasil. Desde então, as vendas têm crescido de forma impressionante. Segundo o levantamento mais recente disponível, foi consumido por aqui 1,8 milhão de litros da bebida em 2017, 66% a mais que o total registrado em 2016.

A sede pelo produto incentivou o surgimento de ótimos rótulos feitos de forma artesanal no país. De 2016 para cá, mais de vinte variações brasileiras de gim trouxeram à fórmula ingredientes como cana-de-açúcar e pimenta, com preços que variam de 75 a 157 reais.

A tropicalização da receita britânica acrescentou novos sabores a drinques clássicos como o dry martini e inspirou uma série de coquetéis nas cartas de bares da moda de capitais como São Paulo e Rio de Janeiro. “Os nacionais não devem, hoje, nada em qualidade aos importados”, garante Wagner França, bartender do Holy Burger, uma das melhores lanchonetes da capital paulista.

Um dos pioneiros do mercado, o Virga, surgido em Pirassununga, no interior de São Paulo, destila o produto em alambiques de cobre e usa na receita itens como o pacová, uma planta muito comum na Mata Atlântica. “Queríamos dar esse toque de brasilidade como diferencial do nosso rótulo”, afirma Felipe Jannuzzi, que faz parte do quarteto de empresários responsáveis pelo Virga. A companhia fabrica hoje 30 000 litros, 200% a mais do que em 2016, quando iniciou a operação. Feito pela Weber Haus, localizada em Ivoti, no Rio Grande do Sul, o London Dry Gin WH48 acrescentou à fórmula erva-­mate, folha da cana-de-açúcar e gengibre nativo da região.

Algumas dessas marcas começam a ganhar prestígio fora daqui, caso do Amázzoni, do Rio de Janeiro. Com uma composição que leva ingredientes como mexerica, limão e louro, faturou em 2018 o título de melhor produto artesanal do ano do World Gin Awards, em Londres, a mais conceituada premiação mundial da categoria. Apesar da crescente visibilidade, esse grupo de rótulos nacionais representa ainda uma fatia menor do mercado — no ano passado, rendeu cerca de 36 milhões de reais. Mas a evolução do negócio segue em um excepcional ritmo. A previsão é que o volume aumente cerca de 20% em 2019.

Outra curiosidade relacionada ao gim nacional é que parte considerável dos rótulos nasce dentro das destilarias de cachaça, a exemplo do Amázzoni, aproveitando a capacidade ociosa dos alambiques e os bons equipamentos já instalados. “Até os anos 90, a infraestrutura desses lugares dedicados à produção artesanal era bem precária”, lembra Paulo Leite, um dos maiores especialistas do país nesse mercado e consultor de marcas da companhia Multifoods. “Os empresários do setor investiram bastante para incrementar suas propriedades”, completa. Dessa forma, o moderno gim nacional nasceu com dois dedos da velha e boa cachaça brasileira.



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https://www.metrojornal.com.br/estilo-vida/2019/09/05/605236.html

A vitamina banana oat é uma bebida cheia proteínas magras e fibras importantes para manter a saúde estomacal.

Além disso, ela fornece energia logo cedo e, segundo o site estrangeiro Lose Weight By Eating, contribui para a saúde cardíaca.

Estudos publicados pelo Department of Endocrynology and Diabetes indicam que apesar de doce, a banana reduz os níveis de açúcar no sangue, tornando-se numa ótima recomendação para os diabéticos.

A aveia é rica em fibras e uma ótima opção para aumentar a saciedade nas primeiras horas do dia. A canela ajuda a regular a glicose sanguínea e a melhora a eficácia da insulina.

Além de banana, aveia e mel, também leva iogurte natural low-fat e canela.


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https://www.conjur.com.br/2019-ago-31/municipio-nao-proibir-venda-bebida-alcoolica-posto

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo declarou inconstitucionalidade de uma lei municipal de Ribeirão Pires, na Grande São Paulo, que proibia a venda de bebidas alcoólicas em postos de combustível.

Para o relator do processo, a lei municipal ofende o pacto federativo, já que não é permitido ao município disciplinar uma matéria de forma distinta da legislação estadual. Isso porque, a Lei Estadual 16.927/2019 regulamentou a venda e o consumo de bebidas alcoólicas em postos de gasolina, permitindo o comércio dentro das lojas de conveniência. A decisão no Órgão Especial foi por unanimidade.

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Re: Bebidas • O que vocês gostam de beber?
MensagemEnviado: 12 Set 2019, 22:48 
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https://gauchazh.clicrbs.com.br/economia/campo-e-lavoura/noticia/2019/09/o-consumidor-tem-a-visao-de-que-o-vinho-nacional-precisa-ser-caro-para-ser-bom-isso-e-um-equivoco-diz-enologo-ck0h12cx202br01tgvgojri64.html

Entrevista com Adolfo Lona, da empresa italiana Martini & Rossi.

O acordo comercial entre Mercosul e União Europeia pode aumentar a participação dos vinhos importados no Brasil ?
O cenário pode piorar. Quase metade dos vinhos importados pelo Brasil são do Chile, que tem imagem forte em qualidade. Mas há exageros, pois muito produto entra aqui com uva de terceira linha. O primeiro que irá sofrer com o acordo será o Chile, porque vão entrar vinhos italianos e portugueses com menor preço. Enquanto o Brasil não ampliar o tamanho do mercado, continuaremos um tentando pegar o lugar do outro. Essa guerra com a União Europeia será sangrenta.

E o que vai acontecer? Será uma disputa de preço? De qualidade?
Não podemos evitá-la. Mas se aumentarmos o mercado, teremos espaço para todos.

E como o mercado brasileiro pode ser ampliado?
Com divulgação. O Brasil precisa arrumar recursos, seja via governo, por renúncia fiscal ou com colaboração das empresas exportadoras, que correspondem a mais de 80% dos vinhos finos no país. É preciso fazer uma grande, duradoura e consistente campanha publicitária para ampliar o consumo. Há um enorme território no país que não bebe nada. Hoje, o consumo per capita no Brasil é de 1,8 litro por ano, dos quais 0,7 litro é vinho fino, 0,15 litro espumante, sendo quase 1 litro comum (de mesa). A cultura do vinho deve chegar às famílias. Precisamos mostrar que é uma bebida benéfica à saúde. Temos de parar de complicar com regras e incorporar o vinho como hábito gastronômico dentro dos lares. Precisamos atrair novos adeptos.

É possível expandir o consumo com os preços atuais?
Sem dúvida. É uma tarefa de casa, onde os governos podem colaborar, especialmente o federal. Se temos um objetivo maior de preservar o setor vitivinícola brasileiro, de ampliar o mercado, onde todos irão se beneficiar, é preciso agir. Reduzindo os tributos, mais produtos serão vendidos, retornando mais impostos. E nós, produtores, teremos de fazer a tarefa de casa, oferecendo produtos mais competitivos.

Por que vinhos e espumantes nacionais têm trajetórias diferentes no país?
O consumo de espumantes é relativamente novo. Mundialmente, era uma bebida de ocasião, de aniversario, casamento, fim de ano. O consumo como hábito diário é recente. No Brasil, a mulher assumiu o espumante como sua bebida predileta. É só ir a bares ou restaurantes para ver grupos de amigas bebendo espumante. O desempenho do produto está relacionado também à menor concorrência, porque os estrangeiros estão interessados no mercado de vinhos. Enquanto isso, a bebida nacional ganhou a confiança dos consumidores. E isso derruba a tese de que o brasileiro é preconceituoso com o produto local, se fosse não beberia espumante.

A confiança nos espumantes tem a ver com qualidade?
Não, mas com a visão do consumidor. O brasileiro acha que o vinho nacional precisa ser caro para ser bom. E isso é um grande equívoco. Por exemplo, o vinho chardonnay que consumo no dia a dia custa R$ 24. As pessoas pensam: se é um vinho gaúcho e tem esse preço, não pode ser bom. Não bebem e compram um chileno por esse preço, com qualidade bem inferior. Por não ser algo introduzido na cultura, o consumo de vinho no Brasil é ainda exibicionista. Mas tudo isso faz parte de um mercado que está se criando.

Como vê a evolução da produção vitivinícola, com novas fronteiras sendo abertas?
Foi uma evolução importante para enriquecer a oferta nacional. Por exemplo, você ter vinhos em Minas Gerais, feitos por meio de uma inversão de podas porque o clima é diferente do nosso. Veja a Campanha e a Fronteira gaúcha, com novos empreendimentos. Tudo isso é fantástico, mas não é suficiente para ganhar a batalha no mercado. Isso porque a maioria do consumidor continua com a mesma visão. Há muito conhecimento da porteira para dentro. Não temos a competitividade que deveríamos ter, principalmente em razão de preço. Claro que as vinícolas precisam ter ícones, com valores acima de R$ 100. Mas isso como figura emblemática e não para competir. Sabemos que o forte do mercado gira em torno de R$ 30, R$ 40 a R$ 50 a garrafa.

E tem como reduzir preço?
Claro. O problema é que muitos acham que seu vinho é o melhor do mundo e por isso cobram mais caro que o vizinho. E isso não é problema, desde que seja voltado a nicho e com o objetivo de reforçar a imagem. Mas quem sustenta os negócios são os produtos mais acessíveis. Temos de confiar na teoria de que o consumidor de vinho é progressivo, ou seja, nunca volta para trás. Você pode começar bebendo vinho com açúcar. Depois passar para um seco. E então se aventurar em produtos mais estruturados. Confiando nessa progressão, e se somos capazes de produzir bebidas com qualidade a bom preço, teremos futuro.

Há espaço para cultivo de novas viníferas no RS?
Sem dúvida. Mas tendo o cuidado de não complicar a vida do consumidor. Se você oferece uma lista com 10 variedades você deixa as pessoas um pouco confusas. É interessante como novidade, renovação. Mas volto a insistir que o vinho competitivo precisa ser simples, fácil de entender. O consumidor que durante toda sua vida bebeu cerveja e começa a se interessar por vinho não pode receber quatro variedades de uvas tintas para entender. Precisamos ser realistas. Em frente à prateleira no supermercado, vemos pessoas indecisas olhando para os rótulos. E na maioria das vezes escolhem pelo preço, porque entre errar pagando caro e errar pagando barato, preferem errar pagando barato.

Como vê o futuro do mercado?
Se olharmos o cenário geral de vinhos, o futuro é fantástico. A questão é o produto nacional, que precisará fazer suas contas em casa. Os vinhos continuarão crescendo. Atrair novos consumidores é o grande desafio. As cervejas artesanais, por exemplo, conseguiram revolucionar o mercado. No momento em que você tem pessoas que migram da cerveja barata para a mais cara, você traz consumidores para um nível de preço em que eles podem optar pelo vinho. Temos um litoral maravilhoso, com gastronomia especial. É um casamento perfeito com espumante. Mas precisamos mostrar isso aos consumidores. E, para isso, o setor precisa se unir, sem disputas internas.

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Re: Bebidas • O que vocês gostam de beber?
MensagemEnviado: 16 Set 2019, 12:03 
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A Starbucks decidiu dar um upgrade na sua Cold Brew com um ingrediente que promete fazer você saborear não só a bebida mas também a textura dela : nitrogênio.

Ele é infundido no café frio através de uma torneira especial, garantindo uma textura com bolhas, espumosa, como a de uma cerveja, por exemplo.

Essa combinação é tão quimicamente perfeita que dispensa cubos de gelo, já que o nitrogênio acaba proporcionando a temperatura ideal para consumo.

A novidade chega em tamanho Tall (354 ml – a partir de R$ 10,00) e Grande (473 ml – a partir de R$ 11,00).

A Nitro Cold Brew já pode ser encontrada em sete lojas no Brasil, três no Rio de Janeiro e quatro em São Paulo.

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Re: Bebidas • O que vocês gostam de beber?
MensagemEnviado: 24 Set 2019, 00:13 
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(via Zé Carioca # 601, de maio de 1963 - mais no tópico de gibis)

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No site do ECAD, encontrei um indício de que o SBT produzia aberturas próprias para as séries CH em 1986. Confira também outras descobertas e especulações no tópico da BGM do Chapolin.


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Re: Bebidas • O que vocês gostam de beber?
MensagemEnviado: 26 Set 2019, 23:58 
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A Red Bull lançará um novo sabor edição limitada durante os dias de festival do Rock in Rio 2019, mas que continuará a venda até o fim do verão.

Com o nome de “Verão sem Fim”, o novo sabor estará sendo vendido em todos os dias do evento, mas tem sua previsão de chegada nas lojas do Grupo Pão de Açúcar a partir do dia 1º de outubro, chegando nos demais ponto de venda apenas em novembro.

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