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Mensagem por E.R » 27 Nov 2020, 13:23

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https://veja.abril.com.br/gastronomia/c ... taurantes/

Uma novidade no mercado de carnes tem mudado o hábito de consumo, ao introduzir cortes tradicionalmente desdenhados nos churrascos brasileiros.

A invasão é de peças extraídas sobretudo das dianteiras do boi, uma região musculosa devido à movimentação do animal. O destino do acém e da raquete, por exemplo, era virar carne moída ou ensopado. A prosa mudou, e eles agora dividem espaço com talhos sofisticados e tradicionais em butiques de carne gourmet e restaurantes sofisticados. Pousam lindamente ao lado da picanha, é claro, mas também da alcatra e do ancho.

A tendência foi importada dos Estados Unidos — daí os nomes virem em inglês. Colou por aqui, pela descoberta dos sabores extraordinários.

Os novos cortes são mais baratos (cerca de 30%) em relação aos considerados de áreas mais nobres, o que não significa descuido com a manipulação dos produtos, ao contrário.

Mas a qualidade da manipulação os faz mais caros (aproximadamente 30%) que os cortes equivalentes e não repaginados. Tome-se o acém, rebatizado de denver steak. É insosso se não passar longo tempo na panela.

O denver steak, porém, feito do miolo, eis o segredo, contém gordura e colágeno entremeados nas fibras, afeitos a derreter na hora de assar, atalho para a maciez.

A raquete (flat iron steak, sua alcunha), de difícil mastigação, pela estrutura do tecido, tem a reputação atual de ser o segundo corte mais macio do boi, atrás do filé-mignon. O truque : no centro da membrana um tanto intragável. Mas dividir a peça no sentindo do comprimento, bem em cima dessa membrana, a transforma em dois filés de primeira.

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Mensagem por E.R » 29 Nov 2020, 00:49

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Mensagem por E.R » 08 Dez 2020, 13:14

NOTÍCIAS
https://exame.com/marketing/apos-molho- ... o-cheddar/

Depois de vender o molho molho especial do Big Mac de forma separada, o McDonald’s irá vender outro de seus itens secretos do cardápio.

A partir de hoje, os fãs do Cheddar podem comprar o molho usado no hambúrguer nas unidades da rede de fast food.

Os consumidores poderão adquirir o pote de Cheddar pelo preço sugerido de R$5,90 com qualquer McOferta, ou separadamente, pelo preço sugerido de R$14,90.

O item chegará aos restaurantes do McDonald´s entre 8 e 15 de dezembro de 2020.

A embalagem de 100g será vendida separadamente para os fãs do Cheddar McMelt, o segundo sanduíche mais vendido na rede, perdendo apenas para o Big Mac.

O sanduíche, que começou com uma promoção sazonal nos anos 1990, foi incorporado ao cardápio fixo do McDonald’s no país.

De acordo com a rede de fast food, o hambúrguer, com cheddar derretido e cebola grelhada no molho shoyu, foi responsável por popularizar o consumo de queijos tipo cheddar por aqui. Hoje, Argentina e Uruguai também oferecem o sanduíche.

“Desde abril, tivemos um aumento de 150% no número de menções de clientes afirmando que estavam com saudade de consumir o Cheddar McMelt. Além disso, ao anunciarmos a venda do molho especial do Big Mac, recebemos milhares de pedidos para que o Cheddar do Méqui também fosse vendido separadamente” explica João Branco, diretor de marketing do McDonald’s Brasil.
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Mensagem por Rondamon » 08 Dez 2020, 15:44

Falando em Méqui:

Há 8 anos no Fórum Chaves! :vitoria:

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Mensagem por E.R » 08 Dez 2020, 15:58

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https://exame.com/negocios/burger-king- ... s-pediram/

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O Burger King anunciou a sua primeira unidade com um modelo arquitetônico baseado nas necessidades e opiniões de seus consumidores.

O novo restaurante, que fica localizado na Praça Pan Americana, em São Paulo capital, foi construído com base em pesquisas realizadas com moradores da região, e é o primeiro a seguir esse formato.

O projeto tem foco no estilo de vida de quem passa por lá, seguindo o posicionamento do Burger King.

Para tirar do papel a nova estrutura, o Burger King investiu em mais de 300 pesquisas in loco com clientes da região durante mais de um ano. “Contratamos uma consultoria especializada neste trabalho e chegamos ao perfil de seis tipos de consumidores. A partir disto traçamos uma obra para atender todos eles com os melhores serviços. Além do mais, estar na região tão abastecida de varejos e serviços é também importante para nós”, diz Gustavo Fehlberg, vice-presidente de desenvolvimento do Burger King do Brasil em entrevista exclusiva à EXAME.

O restaurante carrega detalhes desenvolvidos especialmente para os frequentadores da região e, portanto, tem como objetivo oferecer uma experiência completa e próxima ao estilo de vida dos seus visitantes.

O estabelecimento contará com amplos bicicletários, considerando o alto fluxo de ciclistas da praça; fachada de vidro com terraços; espaço pet, com foco nos consumidores que utilizam a praça para lazer com seus animais de estimação; totens de auto-atendimento; grelha de frente para o público, para que todos consigam ver a carne grelhando no fogo como churrasco e mais atributos.

O restaurante também terá uma área exclusiva para que os motoboys parem suas motos, bem como retirem os pedidos em segurança.

Segundo o Burger King, com tecnologia de ponta, a loja possui um sistema de controle de todos os equipamentos interligados com a matriz, por exemplo, o ar-condicionado é monitorado remotamente para oferecer conforto ao cliente com a melhor temperatura, avaliando as melhores condições diárias do clima interno do ambiente.
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Mensagem por E.R » 09 Dez 2020, 15:33

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Mensagem por E.R » 10 Dez 2020, 12:59

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Mensagem por E.R » 11 Dez 2020, 08:55

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https://www.gazetadopovo.com.br/bomgour ... acao-2021/

"O mercado de food service terá um salto de recuperação em 2021 na comparação com as perdas causadas pela pandemia do coronavírus em 2020. É o que preveem as pesquisas mais recentes do setor apresentadas por Sérgio Molinari, consultor e fundador da Food Consulting, em uma live promovida pelo 99 Food nesta semana.

Os números promissores, levantados pela Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e projeções da Food Consulting, apontam que o setor vai passar de uma queda de 32% em 2020 para uma alta de 22% a 25% em 2021.

Muitos destes ganhos devem ocorrer por conta da menor competição do mercado, já que pelo menos 25% dos operadores fecharam as portas em 2020. Quem conseguiu ficar em pé, segundo Sérgio Molinari, conseguirá conquistar mais clientes que querem voltar a consumir – mesmo com renda menor.

O mercado vai começar 2021 já avançando mais do que a projeção de 87% de recuperação do faturamento em dezembro.

"Essa recuperação promissora esperada pelo consultor Sérgio Molinari se dará principalmente por conta das tendências criadas ao longo da pandemia e que continuarão presentes ainda mais fortes em 2021. O uso das redes sociais e serviços como retirada no balcão e os clubes de assinatura foram canais complementares que passam a ocupar cada vez mais espaço nas estratégias dos empreendedores.

"“O mercado está ativando mais do que nunca, buscando o consumidor e vendendo pelo canal que mais se destacou em 2020. Foi por uma questão de sobrevivência, mas agora será por crescimento mesmo”, analisa.

Um dos indicadores é uma análise do comportamento do consumidor a partir de pesquisas realizadas em setembro e outubro, quando as regras de distanciamento foram flexibilizadas em praticamente todo o país. Sérgio Molinari conta que, nestes meses, os take away teve a mesma quantidade de clientes do atendimento presencial, e que a modalidade vem crescendo fortemente na preferência dos clientes

“E outras tendências que consideramos importantes são os pratos para finalizar em casa, os kits de refeições e as assinaturas como opções convenientes, de levar a experiência do restaurante para casa”, completa.

"Além dos novos formatos de vendas, ele ressalta que o delivery veio para ficar definitivamente. Para isso ele cita a mais recente pesquisa feita pelas entidades com projeções da Food Consulting, em que 45% dos operadores adotaram a entrega em domicílio durante a pandemia e vão incorporá-la de vez aos seus negócios – a mesma quantidade passou a utilizar aplicativos de marketplace."

"Muitos deles, 47%, começaram a divulgar seus negócios nas mídias sociais durante a pandemia para informar aos clientes das ações e opções oferecidas. Destes, 19% indicaram que vão manter promoções e descontos fixos nas suas rotinas, e mais 27% de forma temporária.

“Esses canais devem estar nas estratégias dos negócios, com uma melhoria na gestão e no planejamento. São ações que não devem ser deixadas de lado”, completo César Rissete, gerente da unidade de competitividade do Sebrae, que participou da live.
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Mensagem por E.R » 13 Dez 2020, 01:07

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Mensagem por E.R » 16 Dez 2020, 09:14

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https://valor.globo.com/empresas/notici ... esce.ghtml

A Kellogg, fabricante americana de alimentos, espera fechar o ano de 2020 com crescimento de dois dígitos no mercado brasileiro.

O desempenho da companhia foi impulsionado por pelas vendas da Pringles neste ano e por um acordo de distribuição com a Pandurata Alimentos, dona da Bauducco.

Em entrevista ao Valor, o vice-presidente e gerente-geral da Kellogg no Brasil, Alberto Raich, disse que a companhia está preparada para manter um ritmo de crescimento acima dos 10% ao ano nos próximos cinco anos. “Temos oportunidades para continuar crescendo trazendo inovações para o mercado brasileiro”, afirmou. “Não vou prometer uma fábrica nova no Brasil, mas vamos continuar com crescimento agressivo. E havendo possibilidade, estamos dispostos a investir”, acrescentou o executivo.

Em 2020, o desempenho da Kellogg foi impulsionado pelo ‘snack’ de batata Pringles. Nos últimos quatro anos, a Kellogg fez investimentos da ordem de US$ 100 milhões para expandir sua capacidade industrial no país. Parte dos recursos foi usado na instalação de uma fábrica para produzir as linhas da Pringles, no complexo fabril de São Lourenço do Oeste (SC).

Até 2019, a companhia importava a Pringles do México, mas agora praticamente toda a demanda no Brasil é abastecida pela unidade catarinense.

Apenas as linhas Pringles Wavy e Pringles Tortillas são importadas do México. Com a produção local, disse Raich, o custo do snack no Brasil ficou mais baixo, o que permitiu à companhia fazer um reposicionamento nos preços da Pringles, que agora compete em preço diretamente com outras marcas de batata em lata, como a Stax, da Pepsico.

“Dobramos a nossa participação de mercado com a Pringles neste ano. E a expectativa é manter um ritmo de crescimento forte no ano que vem, de dois dígitos”, afirmou.

A meta do executivo é tornar a Pringles a marca líder na categoria no Brasil.

De acordo com a Euromonitor International, a marca Pringles é a quarta colocada no mercado do Brasil, com 3,7% de participação. A Pepsico, dona de marcas como Stax, Lay’s e Ruffles, lidera a categoria, com 62,6% do mercado.

Além da mudança em preços, a companhia ampliou em 66% o número de pontos de vendas no país, graças ao acordo de distribuição com a Pandurata, com foco na expansão nas regiões Centro-Oeste e Nordeste.

A expansão no Sudeste e no Sul é feita por uma equipe comercial da Kellogg, composta de 1,5 mil pessoas.
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Mensagem por E.R » 17 Dez 2020, 10:27

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https://valor.globo.com/agronegocios/no ... luxo.ghtml

Depois de atingirem recorde histórico em termos reais e nominais em meados de novembro, os preços do boi gordo vão continuar a se acomodar em patamares mais baixos, mas o ritmo e o tamanho desse ajuste dependerão do comportamento da demanda externa pela carne bovina brasileira e dos reflexos do fim do auxílio emergencial no país sobre o consumo doméstico.

Foi o que afirmou Miguel Gularte, CEO da Marfrig, durante Live do Valor Econômico de ontem.

O indicador Cepea/B3 para a arroba do boi gordo, principal referência para os preços nesse mercado no país, atingiu o pico de R$ 292 no dia 11 de novembro. De lá para cá, começou a ceder e chegou a cair abaixo de R$ 260 na segunda-feira.

O executivo lembrou que os abates de bovinos continuaram em queda no Brasil no terceiro trimestre, como apontou levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o que mantém a oferta restrita e reduz estoques, mas que os embarques para a China arrefeceram por questões sazonais e que as vendas de cortes nobres para as festas de fim de ano na Europa foram mais fracas, em boa medida por causa da pandemia.

Em contrapartida, as vendas ao food service no Brasil já estão praticamente em patamares normais depois dos problemas provocados pela covid-19.

No fim do mês que vem, porém, deverá haver um reaquecimento das exportações para a China, e é sobre essa mudança da equação dos preços que a Marfrig está agora debruçada.

“No Brasil, o consumo continuará focado na capacidade de solvência da população”, disse. Como essa capacidade tem efeitos diretos sobre os preços, a carne bovina, ao contrário do que projetam alguns analistas, não deverá se transformar tão cedo em um “artigo de luxo”, restrita apenas a consumidores mais ricos.
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Mensagem por E.R » 18 Dez 2020, 01:26

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Mensagem por E.R » 22 Dez 2020, 15:05

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Mensagem por E.R » 28 Dez 2020, 18:17

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Mensagem por E.R » 30 Dez 2020, 15:10

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