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O que vocês gostam de comer?

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Mensagem por Barbano » 29 Jul 2020, 09:32

Victor235 escreveu:
28 Jul 2020, 21:15
Esse vídeo é tão absurdo que pensei que fosse montagem:

Tá, mas o que isso tem a ver com o assunto do tópico?

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Mensagem por E.R » 29 Jul 2020, 22:22

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Mensagem por Tapete do Kagiva » 29 Jul 2020, 23:02

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Mensagem por E.R » 30 Jul 2020, 06:27

NOTÍCIAS
https://valor.globo.com/empresas/notici ... food.ghtml

A pandemia de covid-19 acelerou o crescimento da venda de refeições prontas por meio de aplicativos e, por consequência, a digitalização de restaurantes em todo o país.

O aplicativo de entregas iFood informou que o número de restaurantes cadastrados em sua plataforma, que era de 120 mil antes da pandemia, ganhou 40 mil novos estabelecimentos nos últimos quatro meses.

“Esses empresários não só digitalizaram os restaurantes, mas também aprenderam a operar o delivery, porque a venda média dos restaurantes vem aumentando ao longo dos meses. Isso significa que eles conseguiram adquirir e engajar novos clientes”, afirmou Diego Barreto, diretor financeiro do iFood.

O executivo observou que cerca de 92% dos restaurantes do país são empresas de pequeno porte e com operação local. “Antes, o restaurante não tinha necessidade de ser digital, bastava se instalar em um bom ponto. Com a pandemia, todos tiveram que aprender a ser um empresário digital”, disse.

Na avaliação do executivo, mesmo após a pandemia, o uso de aplicativos para compra de comida pronta deve permanecer e os restaurantes devem manter operações físicas e on-line.

“A reabertura dos restaurantes em algumas praças não provocou mudança na demanda pelo aplicativo. E começamos a ver sinais de que parte dos restaurantes está se organizando para se tornar apenas digital", afirmou.
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Mensagem por Tapete do Kagiva » 31 Jul 2020, 00:50

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Mensagem por E.R » 31 Jul 2020, 07:38

NOTÍCIAS
https://veja.abril.com.br/saude/balanca ... obreviver/

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Nascido e criado no Brasil (pelo menos em grande escala), o restaurante por quilo se tornou o ponto de encontro por excelência dos funcionários de escritórios no intervalo para o almoço, sempre cheio de gente, de fila e de comida razoável a bom preço.

Escolhendo bem o horário, dava para em cinco minutos a pessoa pegar o prato, se servir, pesar e se sentar à mesa para fazer sua refeição.

Até, claro, o novo coronavírus chegar e tirar de cena funcionários, escritórios e saídas no meio do dia para comer fora.

Agora que se ensaia uma volta à vida mais ou menos normal, os restaurantes em geral estão no paredão dos cuidados para prevenir contágio, sob a mira de uma bateria de regras de distanciamento, de higiene e de etiqueta.

Neste contexto, qual será o futuro do quilo — categoria que enquadra 60% das casas de pequeno porte geralmente um local simples, de bufê aberto, um atrás do outro na fila que vai da entrada à balança, com mesas compartilhadas e poucos funcionários a postos ?

A resposta ainda está em fase de preparação, visto que as reaberturas têm sido lentas e graduais, mas uma coisa é certa : o restaurante por quilo não será igual ao que era antes.

Todos os estabelecimentos do setor de refeições vão ter de passar por adequações, mas o quilo é um alvo preferencial, por ter várias de suas características afetadas.

Primeiro, as filas têm de respeitar o distanciamento social (entre 1 metro e 2 metros), conforme marcação fixada no chão.

As mesas também precisam ficar distantes entre si e só podem acomodar duas pessoas, separadas por uma divisória de acrílico.

Mais impactante ainda será a forma de servir : todos os pratos do bufê têm de estar cobertos, com uma pequena abertura para o pegador.

Em muitas cidades e estados, é obrigatório que seja manipulado por um funcionário conforme a orientação do cliente — o que deve resultar em serviço mais demorado.

Poder se servir é justamente um dos atrativos dos restaurantes por quilo. Pesquisa da consultoria Galunion mostra que, neles, só 20% dos fregueses gostariam de ter o prato abastecido por alguém.

“Observamos que isso gera um mal-estar ao cliente, que preza a autonomia de colocar quanto quiser sem dar satisfação de suas escolhas”, diz Eutímio Brandão, dono de dois restaurantes em Maceió.

No Rio de Janeiro, o Fazendola ainda mantém um bufê com pratos embalados em plástico, mas só no almoço, e ainda implantou um cardápio à la carte.

“Há uma tradição brasileira de comer diretamente das panelas em cima do fogão. O quilo remete exatamente a essa imagem familiar”, diz a historiadora Mary Del Priore.

Fica a previsão : passado o pior, clientes e restaurantes por quilo voltarão a se encontrar e serão felizes por muitos e muitos almoços.
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Mensagem por E.R » 01 Ago 2020, 11:46

NOTÍCIAS
https://exame.com/negocios/burger-king- ... s-lanches/

A ConectCar e o Burger King acabam de anunciar uma parceria para o pagamento sem contato no drive-thru.

Em fase piloto, o projeto estará disponível em um restaurante no bairro Jardim da Saúde, em São Paulo, a partir do mês de agosto.

O acordo prevê a implantação da tecnologia, nos próximos meses, em mais de 150 unidades da rede de fast food em todo o país que contam com o serviço de drive thru.

“Desde o início da pandemia, o Burger King não se cansa de pensar em novos canais e serviços para garantir experiências completas e agregadoras para o público, afirma Ariel Grunkraut, vice-presidente de marketing e vendas do Burger King no Brasil.

Durante o período de isolamento, as vendas por delivery e drive-thru da rede de fast food Burger King dispararam.

As vendas pelo drive-thru, sem que o consumidor precise entrar no restaurante, chegaram a representar 50% das vendas, contra cerca de 35% antes da pandemia do novo coronavírus nas lojas em que esse modelo já existe.

Já o delivery chegou a significar 35% das vendas, contra uma média de 5% a 10% antes da pandemia do novo coronavírus.

“A parceria com o Burger King reforça o compromisso da ConectCar em ir além da cancela, especialmente no momento em que os consumidores buscam produtos e soluções que atendam aos seus novos hábitos”, diz Felix Cardamone, presidente da ConectCar.
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Mensagem por E.R » 04 Ago 2020, 11:53

NOTÍCIAS
https://exame.com/casual/delivery-de-lu ... uber-eats/

O Fasano aderiu ao delivery no dia 25 de março e parece ter tomado gosto pela coisa.

Ou pelo menos a JHSF, que detém a maior fatia do grupo encabeçado por Rogério Fasano.

Sem alarde, a incorporadora anunciou o lançamento de seu próprio aplicativo de delivery, o CJ Food, no dia 12 de junho de 2020. A plataforma não quer se restringir às próprias marcas gastronômicas — Fasano, Parigi, Gero, Nonno Ruggero e por aí vai, num total de 26 operações. Também quer atender os restaurantes e bares concorrentes, desde que do mesmo patamar que os controlados pela JHSF, e desafiar o reinado dos apps mais conhecidos como iFood e Uber Eats.

Muitos restaurantes de alto padrão torcem o nariz para o delivery e não aderem a ele não por considerá-lo uma afronta à alta gastronomia — e sim pela dificuldade de executar as entregas por conta própria e pela avaliação negativa que fazem do serviço ofertado pelos grandes aplicativos.

Reclamam, por exemplo, da velocidade com que os entregadores do iFood e companhia chegam até a casa dos clientes, comprometendo a apresentação de receitas cuidadosamente elaboradas.

Algumas casas, por outro lado, se sentem constrangidas de figurar nas mesmas plataformas em que reinam os maiores símbolos do fast food, a exemplo das redes McDonald’s e Habib’s.

Cujos preços — eis outro ponto — não encontram paralelo no cardápio de um Fasano ou de um Gero. Por fim, questiona-se se o público alvo de endereços como estes dois é o mesmo dos aplicativos mais conhecidos.

O caso de Tsuyoshi Murakami é ilustrativo. Desde o fim do ano passado à frente do próprio restaurante, batizado com seu sobrenome, o ex-mandachuva do Kinoshita foi um dos chefs que se viram obrigados a se render ao delivery durante a quarentena. Para entregar seus sashimis e sukiyakis, que mudam a cada dia, ele recorreu à plataforma Loggi. Insatisfeito com a forma com que as receitas chegaram até a casa do clientes, mudou de ideia e passou a vender suas iguarias para viagem apenas para quem se dispor a retirá-las.

Já o sushiman Jun Sakamoto resolveu cuidar das entregas de seu principal restaurante pessoalmente, ao volante do próprio do carro — tudo para garantir que sua comida seja recebida da maneira que julga correta.

O Fasano debutou no delivery com a própria operação de entrega. Em abril saiu do forno o delivery da mais nova rede da família, o Gero Panini, cujas receitas também podem ser solicitadas por meio do iFood — outra casa do grupo listada neste aplicativo é o Gero.

Na última semana de julho, a JHSF anunciou que as vendas realizadas por meio dos canais digitais da empresa alcançaram 94,9 milhões de reais no primeiro semestre de 2020. No mesmo período do ano anterior foram 53 milhões de reais. De janeiro a junho, os pedidos de delivery do Fasano aumentaram 59 vezes.

Com o CJ Food, disponível para Android e iOS, a JHSF pretende multiplicar os ganhos com a entrega de sua gastronomia e, de quebra, faturar com o delivery de casas similares como o italiano Due Cuochi — não se sabe se concorrentes diretos serão aceitos. O aplicativo está em fase de testes na região da Fazenda Boa Vista, o badalado condomínio da incorporadora, no qual funciona o primeiro hotel de campo do grupo. Contempla, atualmente, o restaurante deste último, as receitas do japonês Geiko San e os congelados do Buffet Charlô.

A meta é expandir o CJ Food para todas as capitais do Brasil que dispõem de um hotel Fasano — São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador — e abocanhar uma fatia hoje à mercê do iFood, do Uber Eats, do Rappi e de novidades como a plataforma Delivery Direto — para não falar dos estabelecimentos que ainda não se sentiram encorajados a aderir ao serviço de entrega.

Procurada pela Exame, a JHSF se negou a detalhar os diferenciais do aplicativo, alegando que ainda é cedo para se manifestar sobre ele — com capital aberto, a companhia anunciou a novidade apenas porque é obrigada a comunicar cada grande passo aos acionistas.
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Mensagem por E.R » 05 Ago 2020, 16:49

NOTÍCIAS
https://noticias.uol.com.br/cotidiano/u ... marela.htm

O governo de São Paulo liberou hoje o funcionamento de bares, restaurantes, padarias e similares até 22h em cidades que estejam há mais de 14 dias consecutivos na fase amarela do plano de retomada gradual das atividades econômicas.

Os estabelecimentos podem abrir as portas por até seis horas diárias, consecutivas ou não.

A capital do estado, por exemplo, está liberada para adotar a medida assim que o decreto for assinado.
Apenas 6 horas é muito pouco.
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Mensagem por Barbano » Ontem, 11:20

Eu acho razoável. A maioria dos estabelecimentos abre para almoço ou jantar. No caso dos que abrem para ambos, dá para fazer das 11h30 às 14h30, e 19h00 a 22h00.

Só complica para estabelecimentos de shopping, que normalmente abrem por mais horas.

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Mensagem por E.R » Hoje, 00:13

Deviam liberar os restaurantes e bares de 11:00 às 22:00.

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