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Mensagem por E.R » 15 Jul 2020, 18:31

NOTÍCIAS
https://valor.globo.com/agronegocios/no ... pais.ghtml

A redução da oferta de frango no país, reflexo de um movimento do ajuste no plantel de aves alojadas nas granjas feito para compensar a demanda mais fraca observada a partir de abril, já teve impacto significativo nos preços da carne, equilibrando as margens dos criadores brasileiros de aves.

O enfraquecimento do ritmo de exportações, no entanto, pode colocar em risco esse novo equilíbrio que foi alcançado.

Com o corte na oferta, o preço do frango congelado no atacado da Grande São Paulo subiu 23,7% em junho, conforme levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Em julho, a cotação acumulou alta de 2,3% até ontem, de acordo com o centro vinculado à Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP).

A alta do frango fez com que a margem bruta da criação da ave no sistema de integração saísse do vermelho, o que é positivo para indústrias como BRF, Seara e Aurora, que agregam margem no abate e processamento da proteína.
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Mensagem por E.R » 16 Jul 2020, 16:31

NOTÍCIAS
https://geekpublicitario.com.br/50198/d ... fa-branca/

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O Danette é uma das sobremesas mais famosas entre os brasileiros e agora está trazendo de volta o sabor doce de leite e chocolate meio amargo às gôndolas dos supermercados.

Além disso, a marca, que pertence a Danone, apresenta um novo sabor para seus consumidores : chocolate com calda sabor trufa branca.

Já é possível encontrar as novidades nos pontos de venda.

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Victor235
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Mensagem por Victor235 » 17 Jul 2020, 00:54

Ridículo:
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Domino’s entrega manual de como fazer pizza em lojas do Subway
Após pizzas do Subway viralizarem de forma negativa nas redes, a Domino's decidiu aproveitar a oportunidade para debochar do concorrente.
"Alô @subwaybrasil , fazer sanduíche é uma coisa. Fazer pizza é outra. Por isso, entregamos umas pizzas com manuais, afinal fazemos isso desde 1960".
“Os erros sempre vão acontecer, mas como somos especialistas nesse negócio e entregamos mais de 1 milhão de pizzas por mês, feitas com massa fresca e abertas à mão, uma a uma, nos solidarizamos com a Subway e mandamos nosso manual de como fazer e montar perfeitamente uma pizza, para que não passem por isso de novo”, explica o diretor de Marketing da Domino’s Pizza Brasil, Edwin Junior.
A ideia foi da GUT, agência de publicidade que atende a marca. A entrega foi feita em algumas lojas no Rio de Janeiro. Além do manual, a maior rede de pizzarias do mundo enviou a lojas da Subway algumas de suas pizzas.
https://geekpublicitario.com.br/50143/d ... za-subway/
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Mensagem por gusta dos biscoitos » 17 Jul 2020, 08:57

:garg: :garg: :garg: :garg:

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Mensagem por Tapete do Kagiva » 18 Jul 2020, 02:25

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Mensagem por Tapete do Kagiva » 18 Jul 2020, 18:17

Victor235 escreveu:
17 Jul 2020, 00:54
Ridículo:
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Domino’s entrega manual de como fazer pizza em lojas do Subway
Após pizzas do Subway viralizarem de forma negativa nas redes, a Domino's decidiu aproveitar a oportunidade para debochar do concorrente.
"Alô @subwaybrasil , fazer sanduíche é uma coisa. Fazer pizza é outra. Por isso, entregamos umas pizzas com manuais, afinal fazemos isso desde 1960".
“Os erros sempre vão acontecer, mas como somos especialistas nesse negócio e entregamos mais de 1 milhão de pizzas por mês, feitas com massa fresca e abertas à mão, uma a uma, nos solidarizamos com a Subway e mandamos nosso manual de como fazer e montar perfeitamente uma pizza, para que não passem por isso de novo”, explica o diretor de Marketing da Domino’s Pizza Brasil, Edwin Junior.
A ideia foi da GUT, agência de publicidade que atende a marca. A entrega foi feita em algumas lojas no Rio de Janeiro. Além do manual, a maior rede de pizzarias do mundo enviou a lojas da Subway algumas de suas pizzas.
https://geekpublicitario.com.br/50143/d ... za-subway/
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Mensagem por E.R » 19 Jul 2020, 04:39

NOTÍCIAS
https://revistaoeste.com/reabriu-e-dai/

“Conseguindo se segurar”. Foi dessa forma que Marcelo Serrano, proprietário do Venuto Eatering Bar, resumiu a situação desde que fechou as portas de seu estabelecimento no final de março por conta do confinamento imposto pelo governador João Doria em todo o Estado de São Paulo.

Com a reabertura parcial de bares e restaurantes, liberada desde o dia 6 de julho em algumas regiões, ele voltou a trabalhar mas somente na parte do almoço.

Medição de temperatura antes de entrar, faixas para delimitar o distanciamento físico entre os clientes, distribuição de álcool gel e exigência de máscaras.

Após 104 dias fechados, bares e restaurantes da cidade tiveram que se adaptar para reabrir as portas na cidade de São Paulo.

Além disso, os estabelecimentos precisam obedecer a um horário de funcionamento restrito – das 11h às 17h.

Entretanto, de acordo com um estudo divulgado na última semana pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), mais da metade dos empresários do setor decidiu não abrir as portas.

A entidade garante que 59% dos estabelecimentos permanecem fechados. Quando se leva em consideração apenas o nicho de bares, a rejeição à abertura somente até às 17 horas faz com que 80% dos negócios permaneçam fechados — ou focando apenas no delivery.

Durante os quase três meses em que o espaço físico ficou obrigatoriamente fechado, Marcelo Serrano viu no serviço de entrega a possibilidade de manter ativo o seu negócio, inaugurado há quase um ano no bairro dos Jardins, área nobre da capital paulista.

Além de adaptar a cozinha para o atendimento de delivery, o dono do Venuto Eatering Bar se viu obrigado a tomar decisões que não gostaria. Primeiramente, afastou parte da equipe. Depois, colocou o time para tirar férias e, como último recurso para não ter de demitir, fez uso da regra que libera empresas a adotar redução de jornada (e consequentemente) de salário durante a pandemia.

Admite, contudo, que conseguiu fazer isso porque a equipe de colaboradores já era pequena (conta, atualmente, com oito profissionais). “Casas maiores terão problemas, vão ter aluguel e demais contas integrais, mas o faturamento não será total”, analisa.

O problema não se restringe a estabelecimentos maiores. Ambientes que focam na agitação noturna paulistana encontram mais dificuldades para reabrir. À frente de uma pizzaria, a Picco, localizada no bairro paulistano de Pinheiros, Luiz Affonso Mascella se vê impossibilitado de voltar a atender pessoalmente o público. Com isso, mantém as portas fechadas e segue investindo no delivery, serviço que, admite, era feito de forma “meia boca” antes do coronavírus chegar em solo brasileiro. “Não é uma hora que a gente [pizzaria] estava acostumado a trabalhar”, diz, enfatizando estar com os “dois pés atrás” com a reabertura e que, por ora, consegue manter o negócio de pé devido a ajuda do governo, como ocorre com Marcelo Serrano, dono do Venuto. “Enquanto tem esse auxílio, a gente consegue manter uma certa segurança”, prossegue.

Nas últimas semanas, segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), houve empresa que chegou a dispensar de uma vez só cerca de 30% dos funcionários.

Conforme divulgado pela entidade, o Coco Bambu, restaurante especializado em frutos do mar e com aproximadamente 40 unidades no país (sendo 13 espalhadas por municípios paulistas), demitiu no início de junho cerca de 1,5 mil colaboradores dos quase 7 mil que tinha. De meados de março ao começo de julho, o grupo só pode prestar serviço de delivery em todo o Estado de São Paulo.

Para o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci, as restrições impostas pelo governo estadual prejudicaram a retomada das atividades. “Fomos obrigados a abrir somente até às 17 horas por causa da limitação do governador João Doria. Isso nos parece injusto e pouco racional”, contesta.

Ele reforça que 70% do faturamento de bares se dá durante a faixa noturna. “Quando você limita também parte dessas vendas, deixa de fora todo o setor de bares e um conjunto enorme de restaurantes que só abrem à noite. A medida inviabiliza grande parte do setor”, avalia.

Com as limitações de funcionamento definidas por Doria, a reabertura não comprometeu apenas bares e restaurantes. Também afetou a retomada de lojas de shopping centers. Inicialmente, os centros comerciais receberam permissão para abrir somente quatro horas por dia. Na sequência do plano de flexibilização gradual do governo estadual, o horário foi estendido para 6 horas diárias. Mesmo assim, empresários dos setor registraram queda drástica de faturamento, quando comparado com os números pré-pandemia. De acordo com estudo divulgado em 30 de junho pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), 32% dos lojistas do Estado registraram queda de 90% do faturamento. Para quase a metade (41%), a queda ficou na casa dos 80%. Além disso, 24% dos empresários do setor viram o faturamento reduzir em 70%.

Diante de tal situação, o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun, não cita diretamente o ocupante do Palácio dos Bandeirantes, mas critica as imposições que atingem os lojistas de shoppings. “A queda foi vertiginosa nas vendas, o que mostra o quanto o setor do comércio foi comprometido com a pandemia. Os prejuízos estimados estão em 35 bilhões de reais e só na grande São Paulo 10% das lojas não vão mais reabrir por falta de condições, o que irá aumentar o desemprego, além da queda da arrecadação. Os lojistas de shopping seguem protocolos rígidos e mesmo assim estão sujeitos a restrições que não valem para todos os setores”.

Ao analisar os 100 dias de confinamento no Estado de São Paulo, de 24 de março a 30 de junho, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP) apresentou dados nada animadores. A entidade estimou queda de 21,9% no faturamento no setor, quando comparado com o mesmo período do ano passado. Em números absolutos, o recuo simboliza prejuízo na casa dos R$ 43,7 bilhões ao segmento paulista de comércio varejista. Com a reabertura, a instituição prevê que a queda de receita pode cessar, mas acredita que, com a alta do desemprego e a diminuição de rendas familiares, a retomada da economia será “bem lenta”.
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Mensagem por Barbano » 21 Jul 2020, 12:25

E.R escreveu:
19 Jul 2020, 04:39
Com as limitações de funcionamento definidas por Doria, a reabertura não comprometeu apenas bares e restaurantes. Também afetou a retomada de lojas de shopping centers. Inicialmente, os centros comerciais receberam permissão para abrir somente quatro horas por dia. Na sequência do plano de flexibilização gradual do governo estadual, o horário foi estendido para 6 horas diárias. Mesmo assim, empresários dos setor registraram queda drástica de faturamento, quando comparado com os números pré-pandemia. De acordo com estudo divulgado em 30 de junho pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), 32% dos lojistas do Estado registraram queda de 90% do faturamento. Para quase a metade (41%), a queda ficou na casa dos 80%. Além disso, 24% dos empresários do setor viram o faturamento reduzir em 70%.

Diante de tal situação, o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun, não cita diretamente o ocupante do Palácio dos Bandeirantes, mas critica as imposições que atingem os lojistas de shoppings. “A queda foi vertiginosa nas vendas, o que mostra o quanto o setor do comércio foi comprometido com a pandemia. Os prejuízos estimados estão em 35 bilhões de reais e só na grande São Paulo 10% das lojas não vão mais reabrir por falta de condições, o que irá aumentar o desemprego, além da queda da arrecadação. Os lojistas de shopping seguem protocolos rígidos e mesmo assim estão sujeitos a restrições que não valem para todos os setores”.
Não adianta reclamar do governador quando a culpa é do vírus. Se os shoppings estão abrindo e mesmo assim a queda nas vendas chega a 90%, é sinal que o público ainda não se sente seguro para ir às compras. Pode liberar geral que as vendas continuarão baixas.

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Mensagem por Victor235 » 21 Jul 2020, 20:29

Está havendo queda nas vendas, mas o povo adora ir passear no comércio :vamp:
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Mensagem por E.R » 22 Jul 2020, 07:37

No Barra Shopping, quando fui há uns 10 dias atrás, tinha até fila para comprar em alguns lugares, como nas sorveterias.

--
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https://veja.abril.com.br/blog/radar/ho ... -delivery/

Após um período de fechamento motivado pela pandemia, alguns dos principais bares e restaurantes da rede Accor em São Paulo voltarão a produzir pratos para atender a clientela por delivery ou take-away.

As entregas serão feitas pelo iFood e Uber Eats e atenderão clientes localizados em um raio de até 5 km do hotel onde o restaurante está instalado.

A produção funcionará no formato dark kitchen – onde mais de um restaurante concentra sua operação em um mesmo espaço para entrega de alimentos e bebidas.

É o caso do Adagio São Paulo Berrini, onde a cozinha da hamburgeria artesanal B/Side Burger & Bowls vai preparar também o menu do QCeviche!, especializado na culinária peruana.
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Mensagem por E.R » 22 Jul 2020, 23:41

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Mensagem por Tapete do Kagiva » 23 Jul 2020, 01:51

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Mensagem por E.R » 24 Jul 2020, 11:29

NOTÍCIAS
https://exame.com/negocios/giraffas-apo ... no-varejo/

A rede de faz food Giraffas tem buscado diversificar sua atuação na crise.

Agora vai apostar em hamburguerias e em produtos para o varejo. “Temos buscado desenvolver novos produtos e formatos. Esse é um momento que requer muita criatividade, estamos com cabeça de startup, pensando em coisas novas”, afirma o presidente do Giraffas, Carlos Guerra.

O novo formato de loja, batizado de Giraffas Burguer, é mais enxuto que as lojas tradicionais da marca, e uma alternativa para crescer em cidades menores do interior do país em um momento de crise econômica.

A primeira loja do modelo será aberta em Montenegro, no Rio Grande do Sul.

O novo formato mira cidades de 100 mil a 200 mil habitantes, podendo chegar a municípios ainda menores.

O foco da rede de fast food é abrir unidades em regiões ligadas ao agronegócio, um dos poucos setores da economia que vivem um bom momento, principalmente nas regiões Sul e Centro-Oeste. A expectativa é ter cinco unidades no formato até o fim do ano.

“O Giraffas nasceu em Brasília e já tem força em cidades do interior. A novidade que estamos trazendo é um perfil de franquia um pouco mais barato, acessível a mais franqueados, diante da maior aversão ao risco”, afirma.

A ideia é que o novo formato tenha investimento inicial de pouco menos que 300 mil reais, incluindo a taxa de franquia, que pode ficar entre 20 mil e 30 mil reais.

A loja vai vender hambúrguer, sanduíches de frango, sorvete e milk shake.

O foco são as lojas de rua, que são mais baratas e não ficam sujeitas às restrições dos shopping centers em tempos de pandemia.

A aposta na hamburgueria significa também uma volta às origens do Giraffas, que começou a operar em Brasília nos anos 1980 como uma casa de lanches.

A rede também tem alterado algumas lojas já existentes a fim de atender ao novo momento do mercado. Uma unidade em Brasília passou a atuar no formato drive-thru. Outras estão testando o modelo drive-in, em que o cliente recebe o pedido no estacionamento da unidade.

O Giraffas se prepara ainda para se aventurar pelo varejo. A marca vai passar a vender sua maionese para os clientes que quiserem levar o item para casa. O produto foi desenvolvido pelo fundador Carlos Guerra e depois adaptado para a fabricação em escala industrial. Inicialmente, estará disponível nas lojas da rede. Depois, a ideia é oferecer em redes de supermercados.

“Passamos anos tentando adaptar a receita caseira para uma produção industrial. Até que conseguimos. Agora eu não faço mais a maionese caseira e comecei a usar a nossa industrializada”, diz.

A rede de fast food já estuda levar outros produtos para o varejo, como hambúguer, batata chips e molhos. Com isso, a ideia é seguir o movimento do consumidor, que está cozinhando mais em casa.

Os movimentos fazem parte de um esforço da companhia em buscar alternativas para o momento de crise que atinge todo o setor. Recentemente, o Giraffas lançou produtos em formato de rotisseria, para refeições em grupo, em casa ou no trabalho.

A modalidade é uma espécie de delivery tamanho família : em vez de encomendar pratos individuais, os clientes podem pedir uma feijoada para cinco pessoas, por exemplo, e dispor os pratos na mesa para que cada um se sirva como preferir. Também tem investido no delivery.

O Giraffas tem cerca de 400 lojas espalhadas pelo país, boa parte delas em praças de alimentação de shoppings. Cerca de 100 unidades continuam fechadas devido à pandemia. A expectativa da rede é terminar 2020 com faturamento de 30% a 40% menor que o de 2019. A rede faturou 750 milhões de reais em 2019, alta de 10% em relação a 2018.
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Mensagem por Victor235 » 28 Jul 2020, 21:15

Esse vídeo é tão absurdo que pensei que fosse montagem:

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Mensagem por E.R » 29 Jul 2020, 07:07

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https://geekpublicitario.com.br/50732/m ... ilha-1984/

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A Kibon lançou uma nova edição de um dos seus sorvetes mais famosos, o Magnum, que vai ganhar uma embalagem estampando o filme “Mulher-Maravilha 1984”.

Trata-se de uma edição limitada e que já pode ser encontrada em pontos de venda e aplicativos de delivery.
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