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Re: Jornalismo • Aqui falamos sobre Jornais e outros assuntos referentes ao Jornalismo
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MensagemEnviado: 04 Jan 2018, 19:41 
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Re: Jornalismo • Aqui falamos sobre Jornais e outros assuntos referentes ao Jornalismo
MensagemEnviado: 05 Jan 2018, 21:48 
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Re: Jornalismo • Aqui falamos sobre Jornais e outros assuntos referentes ao Jornalismo
MensagemEnviado: 05 Jan 2018, 22:47 
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Re: Jornalismo • Aqui falamos sobre Jornais e outros assuntos referentes ao Jornalismo
MensagemEnviado: 10 Jan 2018, 19:13 
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Re: Jornalismo • Aqui falamos sobre Jornais e outros assuntos referentes ao Jornalismo
MensagemEnviado: 12 Jan 2018, 15:55 
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Re: Jornalismo • Aqui falamos sobre Jornais e outros assuntos referentes ao Jornalismo
MensagemEnviado: 14 Jan 2018, 04:33 
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http://epoca.globo.com/sociedade/noticia/2018/01/que-jornalismo.html

Eis o fato amargo e incontestável : a imprensa profissional, uma instituição que definiu as democracias ocidentais no século XX, enfrenta a maior crise de sua história. É uma crise que pode aleijá-la permanentemente, imobilizando-a na lenta e inexorável decadência rumo à irrelevância social, cultural e política. O ocaso, no entanto, é uma possibilidade, não uma certeza. Uma crise apresenta-se como um tempo de dificuldades e perigos – de incertezas profundas sobre o futuro. Mas a saída de qualquer crise, o desfecho dela, encontra-se na própria etimologia da palavra. Do grego krisis, ou decisão. Na acepção moderna, um momento decisivo. O que será da imprensa neste século XXI depende, em larga medida, das decisões que nós, jornalistas e leitores, tomarmos nos anos vindouros. Impõe-se a pergunta fundamental: como preservar os valores e os princípios de uma imprensa profissional, necessária à democracia, adaptando-a à nossa emergente sociedade digital ? Para que o jornalismo não só sobreviva. Mas avance. Prospere. Triunfe.

Não há respostas certas. O certo é que o debate público se faz cada vez mais urgente. Aqui, vale repisar as causas principais dessa crise, já razoavelmente estabelecidas. Antes da internet, veículos como jornais, revistas, canais de TV e rádios detinham o monopólio da comunicação em massa. Jornalistas, mediante critérios profissionais de equilíbrio e rigor, buscavam fatos relevantes e inéditos, determinavam se esses fatos eram de interesse público e, por fim, os ofereciam ao leitor, telespectador ou ouvinte. Havia uma oferta escassa de opções para conhecer os fatos do mundo. Ainda assim, ou talvez por isso mesmo, a imprensa tornou-se a bíblia da democracia, como definiu um dos patronos do jornalismo profissional, o americano Walter Lippmann.

O mundo, em toda a sua pequena ou grandiosa complexidade, fosse um crime no bairro ou uma guerra distante, materializava-se, em papel ou ondas eletromagnéticas, na hora combinada, no dia esperado. Um encontro certo e previsível como o alternar do dia e da noite. Um produto finito, com começo, meio e fim, apresentando um mundo inteligível, também com começo, meio e fim. Para cada um de nós, o valor – o prazer – de um jornal, uma revista ou um telejornal era evidente. Não havia (grande) dúvida quanto a gastar dinheiro com ele. Para os anunciantes, que pagavam pelo privilégio de se aproximar das pessoas no momento oportuno, também era um bom negócio. Esse modelo econômico permitiu que, por décadas e décadas, a imprensa, com mais acertos do que erros, cumprisse sua função como alicerce das democracias ocidentais. O conjunto de veículos conhecido como imprensa profissional estabelecia fatos, acolhidos consensualmente pelo público, fiscalizava o poder e debatia pequenas e grandes questões da atualidade.

A revolução digital deste século alterou radicalmente esse desejável equilíbrio. Hoje, nossas vidas, nossas amizades, nossos amores, nossa cólera, nossas distrações, nossa cultura, nossa história como espécie, a história de tudo que pode ser história, a soma mais absoluta e completa de informações e sentimentos contidos nela – tudo cabe num aparelhinho que cabe no bolso, de cuja tela passamos a depender mais do que da luz do sol. As nossas notícias, ou o que muitas vezes parecem ser as nossas notícias, também estão lá. Colossos planetários como Google, Facebook e Apple criaram tecnologias que subverteram a experiência humana da larga maioria de nós. Lucram com ela numa magnitude jamais vista na história do capitalismo, com quase nula regulamentação estatal. Nesse processo histórico, deslocaram o lugar da imprensa no mundo contemporâneo. Ao menos por enquanto.

O Facebook, empresa que também é dona do Instagram e do WhatsApp, tornou-se, sem produzir uma só reportagem, a maior publicação da história da humanidade, com 2 bilhões de pessoas compartilhando entre si, de graça, cenas e histórias de sua vida. As pessoas – você é chamado de usuário – também compartilham notícias da imprensa profissional, que nada ganha por isso. Todos passam cada vez mais tempo nas diversas redes da empresa; é da nossa atenção que ela extrai dinheiro, sobretudo dos anunciantes. Estes migraram, em maior ou menor grau, da imprensa para o Facebook, entre outras empresas digitais. O dinheiro que subsidiava boa parte dos veículos profissionais, em qualquer canto do mundo, rareou. E assim se estabeleceu esta crise sem precedentes, que ameaça o presente e o futuro da imprensa.

À primeira vista, este novo mundo é encantador – no mínimo, tem encantos inquestionáveis. Fora da China e de outros países com regimes autoritários, qualquer um pode dizer o que quiser, comunicar-se com quem quer que seja, graças às redes sociais. Nunca houve tamanha e tão barata liberdade de expressão. Quem há de ser contra isso ? A imprensa não tem mais a primazia de dizer o que pode ser dito. Assim, num ambiente de competição aberta, qualquer um pode concorrer com veículos tradicionais pela atenção e pelo tempo de todos nós. Que mal pode haver, para a democracia, na ampliação das vozes aptas a conversar nessa praça pública planetária ? A livre circulação de fatos e ideias não é um preceito essencial para as democracias liberais? Quanto maior essa circulação, mais saudáveis não estarão nossas democracias?

Quiséramos todos nós que as coisas fossem tão simples. Tudo depende, do ponto de vista democrático, de quais fatos ou ideias circulam livremente, mesmo que aos bilhões por segundo. Conteúdo não é necessariamente jornalismo – na verdade, raramente tem algo de noticioso. Um selfie, um comentário sobre o jogo de ontem, um meme dos bons: tudo isso é conteúdo, nada disso é jornalismo. Uma opinião sobre um fato público pode ser altamente salutar. Mas dificilmente será jornalismo. Acostumados e incentivados – programados sem perceber – a compartilhar e curtir, incessantemente, tudo aquilo que julgamos importante sobre nossa vida, acabamos por compartilhar e curtir, sem reflexão, boatos, notícias falsas, pirações de toda sorte. Confiamos demais. Pensamos de menos. Não é fortuito: as redes sociais são construídas para favorecer o clique fácil, a emoção súbita, não o clique ponderado, a razão detida. São programadas para viciar. E viciam.

Toda essa circulação frenética de conteúdo cria a ilusão de que estamos bem informados sobre as coisas do mundo. A verdade é que quase nunca estamos. Recebemos menos notícias confiáveis do que supomos. E lemos, se muito, somente algumas linhas – o suficiente para compartilhar uma opinião suscitada por emoções e preconceitos, frequentemente em desacordo com os fatos e a lógica. Conhecemos dolorosamente bem as consequências desse modo irrefletido de agir: a criação e destruição de bolhas de familiares e amigos, a irritabilidade impaciente com todos que pensam diferente. Não se perdem apenas amizades; perdem-se, com frequência, os fatos – o amálgama social da democracia. À corrosão dos fatos corresponde a corrosão da democracia, como observou a pensadora Hannah Arendt. Sem verdades factuais aceitas coletivamente, sem o predomínio da razão na vida pública, assomam mentiras populistas e propagandas políticas. Surge a intolerância, surge o fanatismo. Surgem os demagogos, os autoritários. Surgem os tiranetes, à esquerda e à direita. Quando a verdade morre, a liberdade morre em seguida. Aconteceu no século XX. Acontece agora, no século XXI.

De um lado, portanto, as tecnologias que usamos cada vez mais para nos comunicarmos são indiferentes aos fatos – e, consequentemente, hostis à imprensa. De outro, o modelo econômico industrial que sustentava a imprensa está desaparecendo, sem que uma alternativa digital se consolide na mesma velocidade. Há uma aparente contradição: no auge da pior crise da história da imprensa, nunca houve tanta notícia de qualidade à disposição do leitor. E nunca houve tantos leitores ávidos por jornalismo de boa qualidade. No Brasil e no mundo. Diante de audiências que às vezes somam dezenas, centenas de milhões de pessoas nos principais sites de notícias, como é possível falar em crise do jornalismo? A questão central é econômica. Apenas uma pequenina parcela dessa multidão incontável de leitores topa pagar por jornalismo. Ainda estamos acostumados a ler de graça o que custou muito dinheiro para ser feito.

Não há apenas más notícias. Hábitos podem mudar – e provavelmente mudarão. No Brasil e em alguns outros países, veículos tradicionais que mantiveram e reforçaram a produção de bom jornalismo, mesmo diante das adversidades financeiras, estão conseguindo conquistar cada vez mais assinantes digitais. É o caso do New York Times e do Washington Post, nos Estados Unidos. Ou do Financial Times, na Inglaterra, e do Le Monde, na França. Ainda é cedo, porém, para asseverar que o caminho escolhido por eles dará certo – e, quem sabe, poderá dar certo para um grande número de jornais e revistas. É cedo para assegurar que a crise passará, cedo ou tarde. Que a imprensa dará neste século a contribuição à democracia que deu no anterior. Mesmo que jornalistas e executivos de veículos tomem todas as decisões certas, as incertezas econômicas, sociais e culturais intrínsecas ao avanço da revolução digital aconselham cautela quanto a prognósticos. O futuro da imprensa talvez não esteja somente ao alcance da imprensa.

Apesar das incertezas, o caminho trilhado por alguns desses veículos tradicionais – a aposta na reportagem, província do bom jornalismo – é a melhor opção disponível. Trata-se do mesmo caminho que percorre, no Brasil, a Infoglobo, maior grupo de mídia impressa do país, que edita ÉPOCA e os jornais O Globo, Valor e Extra, entre dezenas de outros títulos. As intempéries do mercado editorial global não mudaram o compromisso inquebrantável da Infoglobo, construído nos últimos 100 anos, de oferecer um jornalismo essencial a seu leitores, seja no papel, seja no digital. Ao contrário. Redobraram a força e a necessidade desse compromisso público: investir e levar ao leitor o melhor do jornalismo profissional. Reportagens originais, furos, análises profundas e opiniões plurais que extraiam sentido dos fatos do mundo.

Desde a sua criação, em 1998, ÉPOCA tenta cumprir essa missão. Você, cara leitora, caro leitor, é, a um só tempo, testemunha e juiz dos méritos e dos deméritos desse esforço. Do trabalho cotidiano e infatigável de uma equipe acostumada a buscar os padrões de excelência do jornalismo – um jornalismo que informa e ilumina, emociona e surpreende, vibra e incomoda. Da apuração rigorosa e exaustiva de nossos repórteres. Do texto laboriosamente burilado por nossos editores. Das composições pensadas criativamente pelo nosso premiado time de designers e profissionais de imagem. Da checagem dos fatos e do bom uso da língua em cada texto, levados a cabo por nossos diligentes revisores. Do trabalho incessante dos editores de nosso site. De capas, talvez o mais nobre dos elementos de uma revista, capazes de deleitar, fazer pensar e até divertir – às vezes ao mesmo tempo, como nesta edição, com uma ilustração do prestigiado artista Edel Rodriguez, encomendada por nosso diretor de Arte, Alexandre Lucas, mais conhecido como Xandão. É ele, que compõe a equipe da revista desde o início, o talento por trás desta e de tantas outras capas premiadas mundo afora.

Não poderia haver despedida mais apropriada para Xandão. Ele encerra, nesta edição, quase 20 anos de um brilhante trabalho em ÉPOCA. O signatário, que integra a equipe da revista desde 2011, também se despede como editor-chefe. Assumirá outro cargo executivo na Infoglobo. Mas prosseguirá colaborando com ÉPOCA e espera fazer isso com frequência irritante para os leitores mais exigentes.

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Re: Jornalismo • Aqui falamos sobre Jornais e outros assuntos referentes ao Jornalismo
MensagemEnviado: 14 Jan 2018, 17:18 
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Bom texto, mas um grande problema aqui no Brasil, especialmente, é a questão da credibilidade. Por muito tempo - e até hoje - nossa imprensa se mostrou subserviente aos sabores dos movimentos econômicos e políticos, assumindo lados que afetam sobremaneira o fazer jornalismo e o discurso ideológico da cobertura jornalística. Como confiar e acreditar em uma imprensa que privilegia X e Y enquanto altera narrativas contra K, L, M, Z? Nosso jornalismo também é excessivamente dependente dos recursos estatais, da proximidade com o poder. Essa dependência pode esmagar vários veículos despreparados, caso o destino da verba publicitária seja modificado pela conveniência do agente público.

Fora que nunca fomos uma democracia madura, o que prejudicou muito nossa maneira de lidar com a liberdade de imprensa. Não temos uma consciência geral de que um ataque à imprensa é um ataque à democracia. Afinal, essa opinião muda de acordo com o veículo. Se um repórter da grande mídia é agredido, temos discursos aos montes em favor da liberdade. Já se é um repórter de um veículo mais posicionado ou independente, há silêncio. Se você discorda do veículo, celebra-se a agressão.

Sem contar a desunião da classe dos jornalistas, que poucas vezes se juntam para defender seus interesses. E quando ocorre, geralmente, convém também ao patrão. Enquanto isso, os profissionais viram juguetes nas mãos dos cabeças, impondo autocensura, censura velada, uma carga de trabalho exasperante e um salário aquém do ideal...

Não adianta fazer belos discursos enquanto se encobrem questões cruciais para a instituição jornalismo por aqui.

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Re: Jornalismo • Aqui falamos sobre Jornais e outros assuntos referentes ao Jornalismo
MensagemEnviado: 18 Jan 2018, 18:56 
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https://www.buzzfeed.com/gracilianorocha/integracao-globo-epoca-comecou-com-demissoes-em-sao-paulo-e?utm_term=.nilD3zmAg#.prm8QjYvN

O projeto de integração das redações do jornal O Globo e da revista Época começou a ser posto em prática com uma onda de demissões nas duas publicações.

A sede da revista Época, cujo futuro da edição impressa é incerto, foi transferida de São Paulo para o Rio.

A redação remanescente da Época em São Paulo foi fundida com a da sucursal paulista de O Globo.

Dos 65 funcionários das duas publicações em São Paulo, cerca de 30 serão atingidos pelas demissões, que começaram desde quarta (17), segundo apurou o BuzzFeed News.

Com as demissões, haverá cerca de 25 jornalistas remanescentes e outros 10 funcionários de apoio à Redação.

A Infoglobo negou que esse seja o número de demitidos.

Em Brasília, os cortes provocados pela junção das duas sucursais estão sendo conduzidos pessoalmente pela número dois da Infoglobo, a diretora-editorial Ruth Aquino.

A partir de agora não haverá mais funcionários de O Globo ou da revista Época, e sim jornalistas da Infoglobo que vão apurar informações e escrever para as duas publicações.

Caberá aos editores definir o que será publicado onde.

O projeto de integração, principal marca da gestão de Frederic Kachar como diretor-geral da Infoglobo, visa, segundo ele próprio afirmou em uma entrevista recente, eliminar estruturas de custos sobrepostas – isto é, gente fazendo a mesma coisa em empresas diferentes, especialmente nas áreas operacionais e administrativos.

O argumento da empresa é que não faz sentido ter, por exemplo, duas estruturas de compras, recursos humanos e até arte para uma única Redação.

O jornal Valor Econômico, controlado integralmente pelo grupo da família Marinho desde setembro de 2016, por enquanto ficará fora da integração das Redações.

Na nova configuração, a jornalista Letícia Sander vai dirigir a sucursal do grupo em São Paulo, reportando-se a Daniela Pinheiro (Época) e Alan Gripp (O Globo), no Rio.

Letícia Sander era editora-adjunta do caderno Poder, do jornal Folha de S.Paulo.

Em Brasília, o mesmo cargo será exercido por Paulo Celso Pereira, que já coordenava a sucursal de O Globo na capital federal.

Procurada pelo BuzzFeed News, a Infoglobo evitou o uso da palavra demissões, preferindo a expressão "necessidade de ajustar a estrutura" para descrever os cortes."Os movimentos realizados na Época e em O Globo fazem parte de um processo natural de evolução do negócio, adequando equipes e perfis de profissionais aos desafios apresentados pelo mercado em que atuamos. Alia-se a isso a necessidade de ajustar a estrutura à nova forma de trabalho com as redações integradas", diz a nota da Infoglobo.

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Re: Jornalismo • Aqui falamos sobre Jornais e outros assuntos referentes ao Jornalismo
MensagemEnviado: 26 Jan 2018, 07:08 
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https://esporte.uol.com.br/futebol/de-primeira/2018/01/26/muralha-aciona-jornal-extra-e-acusa-danos-morais-por-comunicado-na-capa.htm

Novo reforço do time japonês Albirex Niigata, o goleiro Alex Muralha tomou uma providência enquanto arruma as malas para deixar o Rio de Janeiro rumo ao Japão. O jogador esperou a temporada terminar para acionar judicialmente o jornal carioca "Extra".

A razão para a ação por danos morais foi o "comunicado" estampado na capa da publicação logo após a eliminação do Flamengo na Primeira Liga, marcada por falha individual do goleiro. Na ocasião, a publicação informou que não usaria mais o apelido para se referir ao goleiro, que passou a ser chamado de Alex Roberto, seu nome de batismo.

Os valores são guardados sob sigilo, mas representantes do veículo serão chamados a prestar esclarecimentos. O episódio causou enorme desgaste institucional.

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Re: Jornalismo • Aqui falamos sobre Jornais e outros assuntos referentes ao Jornalismo
MensagemEnviado: 28 Jan 2018, 15:45 
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Por Renato Maurício Prado

O Jornal do Brasil retornará às bancas no dia 25 de fevereiro de 2018 e nele voltarei a escrever a minha coluna de esportes. Foi no Jornal do Brasil que comecei a carreira, como estagiário, em 1976, foi lá que assinei as primeiras reportagens e por ele cobri a minha primeira Copa do Mundo, na Argentina, em 1978. Por isso, o convite feito por Omar Catito Peres e Gilberto Menezes Côrtes me tocou de forma especial, quase como uma convocação, um chamamento para resgatar algo tão importante na história da imprensa brasileira e na memória afetiva do Rio de Janeiro. O retorno do impresso é uma ponte para que a marca se fortaleça também no “on line” e cresça no futuro, com planos inclusive de uma TV na internet. Não precisarei me mudar para o Rio, nem abandonar minha preciosa matilha. Vou escrever lá de Ponderosa e, vez por outra, desço para almoçar ou jantar com fontes e entrevistados. O editor de esportes será Toninho Nascimento, minha “cria”, velho amigo e cuja competência foi atestada por anos a fio, no mesmo cargo, no Globo.

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Re: Jornalismo • Aqui falamos sobre Jornais e outros assuntos referentes ao Jornalismo
MensagemEnviado: 02 Fev 2018, 02:00 
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Re: Jornalismo • Aqui falamos sobre Jornais e outros assuntos referentes ao Jornalismo
MensagemEnviado: 03 Fev 2018, 20:09 
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Parece que ficou muito bom.


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Re: Jornalismo • Aqui falamos sobre Jornais e outros assuntos referentes ao Jornalismo
MensagemEnviado: 04 Fev 2018, 01:08 
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Parece que ficou muito Estadão. As duas interfaces se parecem muito.

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Re: Jornalismo • Aqui falamos sobre Jornais e outros assuntos referentes ao Jornalismo
MensagemEnviado: 04 Fev 2018, 10:34 
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Ficou bem clean. E tá melhor pra ler no celular, também.

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Re: Jornalismo • Aqui falamos sobre Jornais e outros assuntos referentes ao Jornalismo
MensagemEnviado: 08 Fev 2018, 20:24 
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Folha deixa de publicar conteúdo no Facebook
Jornal decide parar de atualizar sua conta após diminuição da visibilidade do jornalismo profissional pela rede social
https://www1.folha.uol.com.br/poder/201 ... book.shtml


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