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Re: Jornais
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MensagemEnviado: 04 Ago 2011, 18:04 
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É uma profissão que passa seu tempo a auscultar os outros mas ignora quase tudo de si mesma. Na França, o instituto Technologia resolveu saber mais sobre os jornalistas franceses num momento em que esses profissionais se sentem fragilizados e se questionam sobre o futuro da profissão, ameaçada pela diminuição do número de leitores de jornais e pelas receitas publicitárias cada vez mais magras.

Os analistas costumam apontar a internet como o vilão da decadência da imprensa escrita e do jornalismo tal como o conhecemos até hoje. Mas a crise é estrutural, diz um estudo francês publicado pela revista Marianne. Ao divulgar as conclusões da pesquisa do instituto Technologia, o diretor de Marianne, Denis Jeambar, se pergunta se em vez de ser o vilão da morte da imprensa, a Web não constituiria, “ao contrário, o ideal democrático da informação para todos ao alcance de um clique”. Segundo ele, o que a imprensa francesa chama de printemps arabe (primavera árabe) é a prova de que povos mais educados, e consequentemente mais bem informados, se revoltam contra ditaduras utilizando todos os meios modernos da comunicação. Assim, Al-Jazira foi um starter quase tão importante quanto o Twitter, o Facebook ou os smartphones na origem desse vento de liberdade. Sendo assim, novos meios são a melhor rima para liberdade.

A pesquisa que o instituto Technologia realizou, juntamente com o Sindicato dos Jornalistas, para avaliar o trabalho real dos jornalistas na França tinha por objetivo avaliar os laços entre democracia e qualidade de informação. Para isso, ouviu 1.070 jornalistas, que responderam aos questionários enviados aos 7 mil profissionais que possuem uma carteira de imprensa.

A primeira constatação é que a profissão trabalha submetida a um enorme estresse. A segunda é que, graças aos novos meios como Twitter, Facebook e os smartphones, “os jornalistas não são mais os únicos a tratar as notícias e os acontecimentos podem abrir mão desses profissionais para serem divulgados”. Sendo assim, há risco real para a profissão de jornalista? Segundo os estudiosos, já estamos vivendo essa realidade em que na internet floresce o que os franceses chamam de “jornalismo cidadão”, de geração espontânea. Os jornalistas profissionais são cada vez mais criticados por conivência com as fontes, por aceitarem as pressões e as regras do jogo político, econômico e comercial das empresas em que trabalham.

Entre os jornalistas ouvidos por Technologia, os da imprensa escrita são os mais fragilizados: 62% dos profissionais da imprensa escrita veem a evolução da produção e do consumo da informação como uma ameaça; essa percepção baixa para 40% entre os profissionais de rádio e 32% entre os de televisão.

É bom lembrar que a imprensa escrita na França recebe anualmente 1,8 bilhão de euros do Estado. Se essa ajuda primordial for suprimida, muitos jornais que hoje sobrevivem com grande dificuldade simplesmente fechariam. Os números não são nada animadores: no primeiro trimestre deste ano, as vendas dos jornais diários caíram 4,5% em relação ao mesmo período de 2010. A própria Marianne, respeitada revista de esquerda, fundada por Jean-François Kahn e Maurice Szafran em 1997, nunca conseguiu ultrapassar os 50 mil exemplares semanais.

Uma das principais reclamações dos jornalistas ouvidos é a degradação das condições de trabalho pela multiplicação das tarefas em nome da racionalização dos custos. Evidentemente, os jornalistas aceitam as imposições para preservar seus empregos. “A rapidez e a emoção se tornam as regras de um jogo que nada tem a ver com a pesquisa da qualidade da informação”, escreve Denis Jeambar.

O diretor-geral de Technologia, Jean-Claude Delgènes, defende os profissionais da comunicação que, segundo ele, acabam sendo os bodes expiatórios pelo mal-estar da sociedade francesa. Para ele, os meios de comunicação são um elemento fundamental na democracia e seria muito perigoso diminuir sua importância. Marianne enfatiza que a liberdade de imprensa nunca está totalmente garantida e é consubstancial à democracia, como lembrava Victor Hugo quando escreveu: “O princípio da liberdade da imprensa não é menos essencial nem menos sagrado que o princípio do sufrágio universal; são dois lados da mesma moeda.”

Estaria a imprensa realmente ameaçada pelas novas mídias ? A resposta é “sim”. Segundo Marianne, nos Estados Unidos, pela primeira vez no mundo da edição, o número de livros digitais vendidos em 2011 ultrapassou os livros de bolso. A revista imagina que os jornais vivem a mesma ameaça.

O premiado e mundialmente célebre jornalista Bob Woodward é categórico: “Na lápide do diretor-presidente da Google deveria se escrever: `Eu matei os jornais.´” E conclui: “O sistema é obcecado pela rapidez, pela obrigação de responder a uma pseudo-impaciência do público, enquanto este mundo complexo tem necessidade de um jornalismo de grande qualidade, que exige trabalho e investigação em profundidade. Não se faz uma reportagem por telefone ou surfando na internet.”

Com as mudanças impostas ao trabalho do jornalista, Technologia detectou uma insatisfação generalizada entre os profissionais: 46% admitem não ter tempo de se recuperar entre dois períodos de trabalho particularmente difíceis; 68% pensam que têm de trabalhar mais rapidamente que antes; 73% dizem que a carga de trabalho aumentou nos últimos anos; 55% dizem que a atividade profissional tem um impacto negativo sobre a saúde e 88% dizem que ficaram estressados ou extremamente cansados por seus trabalhos nos últimos 12 meses.

Technologia conclui: “A degradação das condições de trabalho dos jornalistas tem um efeito direto sobre a maneira como os cidadãos pensam a atualidade e o bom andamento da sociedade. O enfraquecimento dos jornalistas como trabalhadores vem enfraquecendo a democracia como modelo político.”

***

[Leneide Duarte-Plon é jornalista, em Paris]

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Re: Jornais
MensagemEnviado: 08 Ago 2011, 10:21 
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DESABAFO DO JOGADOR DE FUTEBOL FRED CONTRA 2 JORNALISTAS DO JORNAL EXTRA :

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. Este seria apenas mais um caso de violência de torcida, não fosse a parcialidade dos joranalistas Caio Barbosa (do Jornal Extra) e Gilmar Ferreira (da Rádio Globo), que há tempos me perseguem sistematicamente em suas matérias e redes sociais.

Como que repórter e editor de veículos bem-conceituados, como o Extra e a Rádio Globo, que fazem parte de um dos maiores conglomerados de comunicação do mundo, dão credibilidade a um bando de desocupados disfarçados de torcedores ?

Na verdade, tudo comecou em 2009, quando o Gilmar Ferreira publicou uma matéria afirmando que eu surfei quando estava lesionado. Dei uma entrevista ao Jornal Extra, do qual ele era o editor na época, e o chamei de irresponsável e mentiroso em seu próprio veículo. A partir dali, ele nunca mais parou de me perseguir.

Já a história do Caio Barbosa... Hum ! Esse eu fico até com vergonha de citar o nome dele, tendo em vista que há dois dias ele era um ilustre desconhecido. Está atingindo seu objetivo, que é aparecer às minhas custas. Deve ser o melhor discípulo que o Renato Maurício Prado teve até hoje.

Devo admitir que o Gilmar Ferreira pelo menos tem história no Jornalismo Esportivo e culhão, porque, quando ele errou comigo, em 2009, teve a hombridade de se retratar.

É pública e notória a ligação do Caio Barbosa com torcida organizada. Isso não é de hoje ! Inclusive, muitos de vocês podem comprovar o que estou dizendo.

Vejam o tweet que esse Piero Martins enviou pro Caio Barbosa no domingo, dia 31: "Acabamos de enquadrar o 9 na porta da casa dele".

Dois dias depois, o Caio Barbosa postou a seguinte mensagem : "O bonde (no caso, membros da Young Flu) tá na rua, vai dar merda...". Mensagem essa que foi apagada minutos depois. Ele apagou, mas eu tenho o print.

A partir de então, o Caio Barbosa começou a trocar mensagens com o Gilmar Ferreira falando sobre a "Tia Carmem". Para quem não sabe, Carmem é a mulher que trabalha lá em casa. Recentemente, ela apareceu no programa Tá Na Área, do Sportv.

O Caio Barbosa disse que estaria "preparando a sopa para o jogador" e diz, em seguida, que "a sopa vai ficar boa". Traduzindo : os desocupados estavam a caminho do restaurante onde eu me encontrava.

Gilmar Ferreira, então, orientou o colega a "mandar um fotógrafo lá para acabar com a farsa logo". E completou: "Boa. E manda um pratinho pro bobo formado nas areias de Ipanema".

Na quarta-feira, Caio Barbosa enviou mensagens dizendo que a matéria especial do jornal no dia seguinte (quinta-feira) seria com o "sobrinho da tia Carmen". No caso, eu. Resposta do Gilmar Ferreira: "Xiii"!

Isso sem falar nas inúmeras vezes que ambos denegriram a minha imagem em seus tweets. Por fim, se alguém mais da imprensa for complacente ou corporativista com a postura desses caras que se julgam jornalistas, só lamento por essa pessoa.


Esse negócio de jornalista avisar a torcedor de torcida organizada onde o jogador está, é muita falta de ética.

Aliás, o jornal EXTRA é cheio de sensacionalismo na área esportiva.

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Re: Jornais
MensagemEnviado: 24 Ago 2011, 19:20 
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http://portalimprensa.uol.com.br/noticias/brasil/44149/o+jornalista+nao+esta+acima+da+lei+mas+precisa+de+garantias+diz+presidente+da+fenaj/

Na última terça-feira (23), a Associação Nacional dos Jornais (ANJ) divulgou relatório em que aponta cinco jornalistas mortos no Brasil em um período de 12 meses. Além dos assassinatos, o levantamento também mostra crescimento nos casos de censuras judiciais.


Diante deste quadro, o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Celso Schröder, aponta o sentimento da entidade em relação aos casos de processos contra jornalistas no Brasil e destaca que ações de violência física e judicial contra jornalistas prejudicam o trabalho da imprensa e, em muitos casos, compõem um esforço de alguns grupos em atingir a integridade do jornalismo.


Portal IMPRENSA - O que representam os casos recentes de violência contra jornalistas ?
Celso Schröder - Alguns sintomas mostram que precisamos ficar atentos, pois existe uma crescente mobilização de agressões e restrições a jornalista por parte do estado, seja federal, estadual ou municipal. Aqui, acolá, movimentos formais ou não, emitem ameaças, que incidem sobre o trabalho dos jornalistas de forma violenta. Leia-se : crimes e pressão.

IMPRENSA - O que exatamente seriam esses movimentos ?
Celso Schröder - É uma ofensiva contra o jornalismo. Não chega a ser algo paranoico, mas é uma compreensão plantada por alguns de que o jornalismo é desnecessário. E infelizmente, alguns jornais alimentam essa sensação de que o jornalismo não serve mais. Isso que eu chamo de movimento deve ser enfrentado. Essa desmoralização do jornalismo começa a permear perigosamente em setores da política, e outros grupos que vivem do silêncio, do não jornalismo como o crime. Com isso, eles se sentem à vontade para atuar contra jornalistas, tanto moralmente como fisicamente.

IMPRENSA - Pode explicar melhor a frase "desmoralização do jornalismo" ?
Celso Schröder - No Brasil temos que observar que existe um enfraquecimento do conceito de jornalismo. Até mesmo uma confusão entre novas tecnologias e a atividade jornalística. Você acaba colocando muitos profissionais nessa confusão e é algo que deve ser esclarecido. As organizações precisam fazer distinção; é necessário reafirmar o jornalismo como função social. O que acontece muitas vezes é que as pessoas colocam tudo no mesmo pacote e associam muita coisa que acontece na rede como jornalismo. Isso pode ser perigoso. Precisamos garantir um selo de qualidade, com os mesmos rigores e ética de sempre.

IMPRENSA - A ausência de uma Lei de Imprensa tem impacto nessa realidade ?
Celso Schröder - Existe outro elemento preocupante que é isso : a ausência de uma regulação especifica. Esse vácuo que temos da lei de imprensa. A lei de imprensa embora tenha origem ditatorial e rigorosa, ela tinha uma grande função de identificar os delitos contra o jornalismo. Ela tirava o julgamento do campo geral, e a ausência disso nos deixou a mercê de julgamentos imprecisos, não submetidos à lógica e sujeitos a interpretação de juízes a partir de um suporte penal e não a uma especialização da atividade.

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Re: Jornais
MensagemEnviado: 31 Ago 2011, 10:38 
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http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/nacional/noticia/2011/08/31/jornais-aumentarao-produtos-digitais-294214.php

O mercado brasileiro terá, em breve, um portfólio de produtos digitais na área de informação bem maior do que o existente hoje, segundo executivos de empresas que editam os maiores jornais do Brasil. Em congresso da Associação Nacional de Jornais (ANJ), em São Paulo, empresários dos grupos Infoglobo, Lance! E Valor Econômico concordaram sobre o assunto e disseram que a cobrança por conteúdos oferecidos em sites de notícias é inevitável.

Segundo o diretor de Marketing e da Unidade de Negócios Digitais da Infoglobo , André Luis Furlanetto, o mercado pode passar a ter, por exemplo, versões diferentes de conteúdos para públicos diferentes, ou mais produtos sazonais. "A gente pode fazer conteúdos específicos, sazonais, históricos (para os meios digitais) que não conseguimos atender no jornal', afirmou.

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Re: Jornais
MensagemEnviado: 06 Set 2011, 05:47 
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http://www.papodebola.com.br/papodemidia/coluna/20110905.htm

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Depois de 23 anos, a jornalista Marluci Martins saiu de O Dia. Agora ela é do jornal Extra, onde será repórter, colunista e blogueira.

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Re: Jornais
MensagemEnviado: 10 Set 2011, 19:43 
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http://esporte.ig.com.br/futebol/imagens-de-ricardo-gomes-entubado-geram-protesto-da-familia/n1597204094583.html
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. Técnico Ricardo Gomes no CTI (foto do jornal O DIA).

A imagem do técnico Ricardo Gomes entubado e com aparelhos grudados ao corpo, divulgada na capa do jornal 'O Dia' deste sábado, causou protestos da família do treinador do Vasco e do Hospital Pasteur, onde ele está internado desde o dia 28, quando sofreu um AVC .

A foto, que foi tirada após a primeira cirurgia do treinador para drenagem de hematoma cerebral e controle da hipertensão intracraniana, não seria fiel ao atual estado de saúdo do treinador, diz o hospital. Na nota, a equipe médica explica que o treinador respira sem ajuda de aparelhos e está consciente.

Em novo boletim divulgado neste sábado, o hospital também informa que Ricardo Gomes pode ter alta do CTI (Centro de Terapia Intensiva) até segunda-feira. Além disso, a família, que também assina o comunicado, reclama da exposição da privacidade do treinador.

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Confira a nota de repúdio :


Hospital Pasteur, 10 de setembro de 2011.

Em relação às imagens divulgadas hoje (10), pelo Jornal O Dia/Marca, do paciente Ricardo Gomes, a direção do Hospital Pasteur e a família de Ricardo Gomes manifestam grande repúdio e indignação por esse tipo de publicação, na qual expõe a privacidade do paciente.

O hospital esclarece que, é veementemente contra a sua política qualquer tipo de veiculação de imagens de pacientes internados, sem a prévia autorização dos mesmos, ou de seus representantes legais.

Além disso, as fotos divulgadas no jornal O Dia/Marca de hoje, não retrataram o atual quadro de saúde do paciente. Ricardo Gomes está lúcido, colaborativo, respira espontaneamente, pronuncia algumas palavras e fica grande parte do dia sentado em poltrona, fatos que contradizem totalmente as imagens publicadas por esses veículos.

Vale ressaltar, que durante todo esse período de internação do paciente Ricardo Gomes, o Hospital Pasteur vem mantendo uma rotina de informação pública de seu quadro de saúde, através da emissão de boletins médicos diários, pela sua assessoria de imprensa. Contudo, a filosofia do hospital sempre esteve respaldada na transparência, no respeito, na ética e na preservação da privacidade do paciente e seus familiares.

Essa forma de divulgação sensacionalista, desrespeitosa e agressiva compromete o vínculo de confiança entre as instituições, além de desgastar todo um processo sério e competente de terapêutica e acolhimento.

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Re: Jornais
MensagemEnviado: 25 Set 2011, 03:28 
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http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/09/23/merval-pereira-toma-posse-na-abl-assume-cadeira-de-numero-31-925430992.asp

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O jornalista Merval Pereira, colunista de O GLOBO, tomou posse nesta sexta-feira na Academia Brasileira de Letras (ABL).

Numa cerimônia realizada na sede da instituição, no Centro, ele assumiu a cadeira de número 31, sucedendo o escritor Moacyr Scliar, morto em fevereiro deste ano.

- Estou muito satisfeito de participar de uma instituição que tem um papel tão importante na preservação e difusão da cultura brasileira - disse Merval, que além de assinar uma coluna diária no GLOBO também é comentarista político da GloboNews e da rádio CBN.

O discurso de boas-vindas foi feito pelo acadêmico Eduardo Portella, que enfatizou o importância do trabalho do jornalista no atual contexto político brasileiro.

- Diante da ineficiência das oposições, quem segura a flama da consciência crítica no país são os jornalistas. É aí que existe um núcleo vigoroso de contestação racional do poder. É importante distinguir a consciência moral da bravata. O Merval é uma pessoa que pratica a denúncia tranquila, na qual o vigor moral se impõe por ele mesmo, dispensando os adjetivos exaltados - avaliou Portella.

O presidente da ABL, o historiador Marcos Vinicios Vilaça, lembrou por sua vez que o ingresso de Merval na instituição dá sequência a uma longa tradição de acadêmicos jornalistas:

- A ABL começou com Nabuco, com Machado de Assis, e daí em diante nunca deixou de ter jornalistas expressivos entre seus integrantes. Merval mantém essa tradição, e particularmente dentro do jornalismo político, que também foi a área de atuação de muitos de seus antecessores. A atuação dele em diversos meios de comunicação, além disso, confirma a visão que Machado de Assis defendia para academia. de conciliar a tradição e a modernidade. Merval é moderno, sem ser modernoso.

Merval Pereira destacou ainda o papel do jornalismo na construção da democracia.

- É o jornalismo, seja em que plataforma se apresente, que continua sendo o espaço público para a formação de um consenso em torno do projeto democrático. E é nos jornais que ainda se abriga maior parte do jornalismo de qualidade - afirmou. - Agora faço parte de uma Casa cujo propósito é aquele que busquei a vida inteira, com meu ofício : produzir conhecimento e difundi-lo, para o bem de nosso país, de nossa cultura.

Merval é a oitava pessoa a ocupar a cadeira 31 da ABL, cujo fundador é Guimarães Junior e que tem como patrono Pedro Luís. Seus demais ocupantes foram João Ribeiro, Paulo Setúbal, Cassiano Ricardo, José Cândido de Carvalho e Geraldo França de Lima - este, sucedido por Moacyr Scliar em 2003.

Nascido no Rio de Janeiro em 1950, Merval Pereira ocupa ainda a cadeira 48 da Academia Brasileira de Filosofia. Exerceu cargos de reportagem e de chefia nos principais veículos da imprensa brasileira. Ganhou em 1979 o Prêmio Esso pela série de reportagens "A segunda guerra, sucessão de Geisel", publicada no "Jornal de Brasília" em parceria com André Gustavo Stumpf e depois transformada em livro. É autor ainda de "O lulismo no poder" e recebeu da ABL a medalha Machado de Assis.

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Re: Jornais
MensagemEnviado: 28 Set 2011, 09:33 
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http://portalimprensa.uol.com.br/noticias/brasil/44759/jornal+metro+estreia+em+belo+horizonte+com+40+mil+exemplares/

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O jornal Metro circulará, a partir desta quarta-feira (28), em Belo Horizonte.

Controlado pelo grupo Bandeirantes, sócio da Metro Internacional, o diário deve ter tiragem inicial de 40 mil exemplares na cidade.

"O Metro Brasil é referência em qualidade gráfica, editorial e de distribuição, o que proporciona às agências e anunciantes soluções de comunicação em mídia, promocionais e até de marketing direto. É o mercado quem diariamente revela nosso potencial, nos desafiando a cada ação, a cada novo formato. O Metro Brasil lidera seu segmento por unir a força do jornalismo do Grupo Bandeirantes com o formato inovador e o know-how da rede Metro Internacional", diz Cláudio Bianchini, presidente do Metro no Brasil.

Para comemorar o lançamento na capital mineira, um evento será realizado no Palácio das Artes.

A cidade será a 129ª a receber a publicação em todo o mundo e a 7ª no Brasil. O diário já circula em São Paulo, Rio de Janeiro, Santos, Campinas e Curitiba além da região do ABC (Santo André, São Bernardo e São Caetano).

"Nosso projeto já nasce somado à força de dois veículos de enfoque jornalístico consolidados, a rádio BandNews FM e a TV Band Minas, além de todo o diferencial que faz do Metro o jornal de maior sucesso em todo o mundo", afirma José Saad Dualibi, diretor-geral da Band Minas.

Brasília e Porto Alegre são as próximas cidades brasileiras onde o jornal será lançado, depois de Belo Horizonte.

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Re: Jornais
MensagemEnviado: 02 Out 2011, 16:45 
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O conteúdo de Esportes no R7 tem um novo parceiro : é a Gazeta Esportiva.net, que passa a ter todo seu conteúdo disponível dentro do portal, num canal que chega para reforçar a cobertura dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011 – e que ainda conta com TV Record e Record News.

Referência no jornalismo esportivo pelos seus 54 anos de edição diária nas bancas, a Gazeta Esportiva chegou à internet em 13 de novembro de 1998. A partir daí, tem levado todas as informações mais importante aos seus seguidores e proporcionado muita interatividade ao internauta. São cerca de 200 notícias e fotos diárias sobre o que acontece de mais importante sobre o esporte no Brasil e no mundo.

O Gazeta Esportiva.net conquistou ao longo dos anos não apenas o reconhecimento do público (são mais de 500 mil acessos únicos diários), mas também dos principais veículos de imprensa e dos profissionais da área, devido à qualidade de seu conteúdo, serviços e da marca e tradição. Antonio Guerreiro, diretor-geral do R7, conta que a parceria vai proporcionar ao internauta uma experiência completa em conteúdo esportivo.

- A Gazeta Esportiva une a credibilidade de uma marca reconhecida por sua excelência em conteúdo a inovações na forma de interatividade, característica que buscamos em todas as parcerias do R7. O site chega para participar efetivamente de nossa cobertura do Pan de Guadalajara e proporcionar ao internauta uma experiência completa em conteúdo esportivo.

Julio Deodoro, superintendente da Gazeta Esportiva.net, comemora a união com o portal R7.

- Este é o início de uma nova etapa para o portal Gazeta Esportiva.net. Às vésperas de completar 13 anos, unimos a qualidade de nosso conteúdo esportivo ao poder de penetração e abrangência do R7, portal que cresceu muito em apenas dois anos de existência. Se separadas são fortes empresas, juntas serão ainda maiores. E quem ganha são os internautas que continuarão recebendo o noticiário em tempo real, em maior quantidade e com mais qualidade.

Na opinião de Dado Lancellotti, diretor comercial do R7, a parceria abre novas oportunidades para os anunciantes.

- A parceria com a Gazeta Esportiva representa a abertura de novas oportunidades para o mercado anunciante, favorecendo a participação das marcas em propriedades esportivas de grande relevância, uma paixão de todos os brasileiros.

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Re: Jornais
MensagemEnviado: 07 Out 2011, 13:43 
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BILL KELLER - NEW YORK TIMES

Boa parte do debate sobre o impacto da nova tecnologia tende a ser radical. Os utópicos contra os céticos, os idealistas contra os realistas, aqueles que se jogam de cara no fundo do poço do que é novo e aqueles que apreciam o que é familiar em seu tempo.

Para os defensores do novo, os que hesitam são luditas [referência a Ned Ludd, que, no início do século 19, liderou um grupo de trabalhadores britânicos que pretendiam destruir as máquinas em defesa de seus empregos] teimosos e reacionários e seu destino é ficar a reboque da marcha da civilização. (Falo por experiência própria. A resposta que recebi a recentes colunas que escrevi em que sugeria que as mídias sociais, somadas às notícias, têm seus lados negativos, ensinou-me que, sejam quais forem as limitações que o Twitter tem enquanto meio para discussões, é um excelente veículo para insultos.) Para aqueles que não optaram por transferir suas vidas sociais para o Facebook ou o Google+, ou para os que acreditam que talvez o conteúdo não queira necessariamente ser livre, os obcecados do mundo digital podem, às vezes, parecer um culto de cricris.

O que não mata, revigora.

O que me surpreendeu sobre as visões opostas de educação superior não foi tanto a rigidez das opções, mas uma espécie de sinergia tensa entre o velho e o novo.

À medida que o acesso digital se dissemina e tecnologias como a telepresença e a realidade virtual se aperfeiçoam, a web irá oferecer uma educação cada vez melhor a audiências mais amplas e por preços cada vez mais baixos. A educação, nas palavras de Tom Friedman, será mais nivelada. Mas ainda existirão nichos de excelência, campi reais oferecendo contato humano real.

Não surpreende que John Hennessy enfatize as virtudes do não-virtual, em especial para graduandos e particularmente nas artes liberais. A proximidade tem vantagens concretas no refinamento dos talentos do raciocínio e da expressão e nada se compara à experiência de coexistir com pessoas de formações distintas. Sebastian Thrun reconhece que um campus para residentes é “uma experiência fantástica”. “Muitas pessoas ali encontram o parceiros de suas vidas”, acrescentou. “Você se mistura a pessoas que foram pré-selecionadas para ser bem-sucedidas.” E a extraordinária aliança que a Universidade Stanford criou com a cidade de Palo Alto provou que, às vezes, a localização pode produzir uma criatividade explosiva. A tecnologia certamente irá superar algumas das dispendiosas infraestruturas necessárias a um diploma numa faculdade de primeira linha, mas nem de longe irá substituir aquela experiência.

Você pode se sentir mais atraído pela missão de Sebastian Thrun – interromper o status quo – de libertar a educação para as massas ou você pode sentir mais simpatia pela posição de Joh Hennessy – não tão rápido – de defender um sistema universitário que produziu gerações de eminentes acadêmicos. Mas é inteiramente plausível achar os dois indispensáveis. Acho que o mesmo pode ser dito sobre muitas indústrias – inclusive aquela em que trabalho. O que não mata, revigora.

Os anunciantes cortaram o oxigênio financeiro.

A tecnologia virou o negócio de música pelo avesso – ainda que atualmente existam mais opções de música acessíveis e por preços razoáveis. (E ainda é possível comprar discos de vinil, caso se queira.)

Imaginava-se que a tecnologia tornaria os livros irrelevantes – até que chegassem os e-books para salvá-los. (E você ainda pode comprar livros impressos.)

Acho que o mesmo pode provar ser verdadeiro sobre a indústria jornalística – tendo assistido à morte de muitos jornais, a tecnologia salvará os que conseguirem se adaptar.

A propósito, e numa rápida divagação, aqueles que dizem que a internet matou os jornais deveriam rever suas opiniões. Em primeiro lugar, ninguém matou mais jornais do que os diretores de jornais, que exterminaram a concorrência para criar mercados monopolistas.

Quando deixei a redação do jornal The Oregonian, em 1979, a cidade de Portland tinha dois jornais. Três anos depois, a rede Newhouse (proprietária de ambos) fechou o vespertino. Quando deixei a redação do Dallas Times Herald, em 1985, esse era um dos dois bons jornais que competiam pela liderança naquela cidade. Em 1991, a Belo Corporation, dona do rival Dallas Morning News, comprou o Times Herald por 55 milhões de dólares e fechou-o no dia seguinte. Nada há de surpreendente no fato de que muitas das cidades que perderam jornais nos últimos anos sejam cidades de dois jornais nas quais estes sobreviviam graças ao apoio de acordos para operações conjuntas. Sua morte é triste, mas já se anunciava há muito tempo.

A internet também não pode ser considerada culpada pela Grande Recessão, que desempenhou seu papel no índice de mortalidade de jornais. Os anunciantes se agacharam, cortando o oxigênio financeiro de que depende a maioria dos jornais.

Se você constrói, o leitor virá.

A internet teve seu papel ao sugar a receita de anúncios classificados que, para muitos diários importantes, representava 40% de sua arrecadação; ao quebrar barreiras e permitir que qualquer pessoa possa criar um site de notícias online; ao alimentar a crença de que o conteúdo dos jornais era gratuito. A Grande Interferência provocou prejuízos e alguns dos jornais que haviam sobrevivido às corporações monopolistas jornalísticas e à recessão não resistiram.

Mas para alguns jornais que souberam aproveitar as oportunidades criadas pela internet há motivos reais para otimismo. A internet deu-nos novas maneiras de coletar informações e novas maneiras de contar histórias. Multiplicou nossa audiência. Maximizou a energia criativa de bons jornalistas e propiciou – no Times e em outros jornais – uma abertura às experiências.

E manteve a promessa de resgatar nosso modelo de trabalho. O New York Times e o Boston Globe, também propriedade do Times, o Financial Times e o Wall Street Journal, para citar alguns dos exemplos mais importantes, persuadiram seus leitores a pagar pelo conteúdo online.

Não é quebra de sigilo dizer que, quando o Times começou a enfrentar seu futuro digital, não ficamos imunes à divisão utópicos-realistas que surgiu na Universidade Stanford. Havia os partidários de critérios, que defendiam a prioridade de uma audiência imensa para levar a receitas publicitárias, e os partidários da qualidade, que defendiam que o leitor pagaria por um jornalismo de primeira linha. O que descobrimos – ou, pelo menos, o que esperamos e acreditamos ter descoberto – é que se tratava de falsa alternativa. Se você constrói, o leitor virá.

Talvez não seja cedo demais para começar o redigir uma nova matéria: “Como a internet salvou o jornal”.

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Re: Jornais
MensagemEnviado: 10 Out 2011, 05:08 
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Re: Jornais
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http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/ponto_de_vista/2011/10/20/O-momento-dos-jornais-no-mundo.html

Na última semana, grandes jornais do mundo estiveram reunidos em Viena no Congresso da Wan – World Association of Newspaper, onde foram apresentadas as grandes tendências para os jornais. O ponto central da discussão ficou em torno dos possíveis modelos de negócio diante da integração de plataformas e da tecnologia e nas alternativas de engajamento e conexão com o público consumidor, que passa a ter um novo comportamento no consumo de informação.

Temas como reposicionamento, branding, visão financeira, além de tecnologia e oportunidades, foram abordados no Congresso da Wan, enquanto no Fórum de Editores, que acontecia com programação paralela, os temas tratados foram integração de plataformas, inovação no impresso, como ter sucesso nos tablets, entre outros. O Fórum estava tão interessante que, em alguns momentos, atraía o público do Congresso deixando a sala principal praticamente vazia.

O fato é que jornais de todo o mundo estão pensando e testando a melhor combinação de estratégias editoriais e comerciais que possibilitem uma maior conexão com seu leitor e como consequência um modelo de negócio sustentável.

É claro que não temos mais volta, o mundo é das telas e o desafio será contruir uma relação harmônica entre todas essas plataformas: o impresso, o tablet, o mobile e a internet. Além de tudo isso, ainda será preciso descobrir formas de engajamento com nosso público onde quer que ele esteja, seja através de canais formais de comunicação, mídias sociais ou de projetos especiais.

O Congresso apontou certo pessimismo no mercado europeu, devido à crise que vem deixando o mundo apreensivo. A Espanha, por exemplo, apresentou uma queda vertiginosa para esse ano e o próximo. Já os mercados emergentes, onde o Brasil se encaixa, a realidade é mais otimista.

Ou seja, temos ainda muito espaço para inovar e para crescer, o que precisamos agora é fazer as apostas corretas. Minha crença está na relevância de conteúdo e na comodidade para o consumidor, ou seja, acredito que cada vez mais ele irá valorizar a informação relevante e com credibilidade e que esteja a sua disposição no tempo e no formato desejados. Vamos trabalhar para isso.

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Re: Jornais
MensagemEnviado: 22 Out 2011, 10:49 
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Re: Jornais
MensagemEnviado: 27 Out 2011, 10:44 
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Re: Jornais
MensagemEnviado: 27 Out 2011, 15:28 
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