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Re: Rádios
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MensagemEnviado: 09 Out 2017, 20:11 
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O jornalista Claudio Tognolli saiu do programa "Os Pingos nos Is" e foi para o programa "Morning Show" da rádio Jovem Pan.

Já o jornalista Augusto Nunes assume o lugar dele em "Os Pingos Nos Is".

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Re: Rádios
MensagemEnviado: 10 Out 2017, 21:09 
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https://tudoradio.com/noticias/ver/18353-exclusivo-radio-melodia-super-radio-tupi-e-jb-fm-avancam-no-fm-do-rio-de-janeiro

O mercado do Rio de Janeiro acompanhou mais uma atualização dos dados da audiência FM local, pesquisa realizada pelo Ibope.

O principal destaque da pesquisa ficou com a Rádio Melodia FM 97.5, emissora que vem liderando a audiência FM no Grande Rio de Janeiro nos últimos meses e viu a sua média de ouvintes por minuto oscilar positivamente e de forma expressiva. A rádio se aproximou da impressionante marca de 230 mil ouvintes por minuto no 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais), sendo que a Rádio Melodia segue como a FM de maior volume médio entre todas as FMs brasileiras.

A FM O Dia FM 100.5 apresentou uma leve oscilação positiva em sua média, o suficiente para manter a rádio isolada na vice-liderança geral no 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais).

Quem também segue em destaque é a Super Rádio Tupi FM 96.5, emissora que vem de uma expressiva trajetória positiva desde o início de 2017. Na atual medição a emissora evoluiu novamente e cravou a sua melhor marca de audiência no Rio de Janeiro, isso desde a sua estreia no dial FM carioca (ocorrida em 2009). A Super Rádio Tupi está isolada na terceira colocação geral no 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais).

A JB FM 99.9 também se destacou ao apresentar uma considerável variação positiva em sua média de audiência, rádio que lidera com tranquilidade o segmento adulto-contemporâneo no Rio de Janeiro e região metropolitana. A FM está sozinha na quarta colocação geral no 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais).

E a 93 FM 93.3 fecha o “top 5”, também isolada em sua posição.

A Rádio Globo FM 98.1 está na sexta colocação.

A Mix FM 102.1, emissora líder no jovem/pop no Rio de Janeiro e região metropolitana, apresentou uma variação positiva em sua média de audiência na comparação com a pesquisa anterior e está na sétima posição.

A Rádio Mania FM 102.9 é a oitava colocada.

Depois vem a SulAmérica Paradiso FM 95.7 e Fanática FM 104.5.

A BandNews FM 90.3 também está próxima desse “bolo”.

O mercado carioca também observou variações positivas nos índices das rádios : CBN FM 92.5, Antena 1 FM 103.7 (essas duas relativamente próximas entre si), Alpha FM 94.9 (novata que entra no “top 20”) e Top Rio FM 97.1.

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Re: Rádios
MensagemEnviado: 11 Out 2017, 20:14 
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Quanto recebo se minha música toca na rádio?
Publicado em: 10/10/2017

Conheça os critérios de cálculo dos valores de execução pública a que você tem direito no caso de sua obra entrar na programação de uma estação e entenda por que esse meio de comunicação ainda é tão importante

Do Rio

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A rádio já não é a rubrica (categoria) mais rentável para os titulares de direitos autorais no país. Há anos cedeu espaço para outros meios, como a TV a cabo e a TV aberta, segmentos que vêm liderando os repasses conforme mostram repetidos relatórios anuais do Ecad e da UBC (como o último, divulgado em agosto passado). Mas isso nem de longe significa que esse meio de comunicação perdeu importância. Somente a UBC distribuiu em 2016 R$ 50,47 milhões em direitos relativos à execução pública em rádio, colocando essa rubrica em terceiro lugar no ranking das que geram mais recursos. E um relatório do Ecad apenas com as dez canções mais tocadas nas rádios do país, no período de julho de 2016 a abril de 2017, revela que seus autores levaram R$ 1,567 milhão.

O que muita gente não sabe é como se realiza o cálculo do valor a ser repassado aos autores no caso de uma música sua ir parar na programação de uma estação. De fato, a fórmula leva em consideração vários fatores. O primeiro deles é a impossibilidade de aferir diretamente a execução pública em cada uma das rádios do país, dada a enorme quantidade de emissoras espalhadas pelas cinco regiões (9.771, segundo dados de 2014 do Ministério das Comunicações). Por isso, é usada uma ampla amostragem, certificada pelo instituto de pesquisas Ibope Inteligência. Além disso, fatores como a finalidade, a potência e a localização das rádios influem no quanto elas pagarão de direitos autorais por usar músicas em sua programação.

Falaremos sobre esses fatores e daremos o exemplo de uma distribuição a fim de você entender o peso que o segmento mantém.

A amostragem

A distribuição do segmento rádio é realizada através de uma amostra de 200 mil execuções de rádios adimplentes (ou seja, com os pagamentos em dia) das cinco regiões do país. As rádios são acompanhadas por dois métodos. Um deles é um sistema automatizado de gravação próprio do Ecad, o Ecad.Tec CIA Rádio, que opera desde 2011 e capta músicas executadas nas emissoras localizadas nas capitais e cidades cobertas pelo processo de gravação. São elas Aracaju, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, Santos, São Luís, São Paulo e Vitória. Nas demais capitais e cidades não cobertas pelo sistema de gravação do Ecad, o método é a captação das execuções musicais com base na programação enviada pelas próprias emissoras.

A cada trimestre, são selecionadas, de forma automática e aleatória, as emissoras gravadas através do Ecad.Tec CIA Rádio e as que enviaram suas listas de músicas e são escolhidos, também aleatoriamente, dias e períodos de sua programação para aferição. Cumpridas essas etapas, as seleções gravadas são submetidas ao processo de identificação automático, enquanto as não gravadas são submetidas ao processo de identificação manual. As execuções musicais identificadas são agrupadas nas respectivas rubricas de acordo com a região até alcançar a amostra total do trimestre.

O critério de cobrança

Antes da distribuição, é preciso obviamente que haja pagamento. E os critérios de cobrança das rádios pelo Ecad variam conforme o perfil da rádio (se comercial, educativa, comunitária ou jornalística), o perfil socioeconômico da região onde ela opera, a potência dos transmissores e a população atingida.

O critério socioeconômico considera todas as rádios dos estados mais ricos, ou seja, Distrito Federal, São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná, como categoria A, a que mais paga. Em outros estados, como Goiás e Espírito Santo, todas as rádios são categoria B. No Amapá, todas são C. E nos outros estados, as rádios se dividem entre D, C e, às vezes, B segundo o critério da população da região atendida.

De posse desses dados, atribuem-se preços segundo a potência dos equipamentos da emissora. Por exemplo, uma pequena rádio comercial em FM com potência de 0,5KW de uma zona de até 10 mil habitantes de Rondônia (categoria D) pagará R$ 229,26 por trimestre em direitos autorais. Se fosse AM, o valor seria um pouco mais baixo: R$ 206,34. (Vale lembrar que a mudança obrigatória das AMs para FMs em todo o Brasil, decretada em 2013, caminha a passos lentos justamente pelo preço de migração e outorga, inviável para muitas emissoras).

Já no caso extremo oposto, ou seja, de uma rádio comercial em FM de categoria A que atinge uma população de mais de sete milhões de pessoas — qualquer uma das regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo —, o valor sobe para R$ 85.354,05 por trimestre. Naturalmente, entre umas e outras há uma enorme quantidade de valores diferentes, que são somados na hora de fazer o repasse para os titulares dos direitos autorais. Nunca é demais lembrar, só entram na conta da distribuição as rádios adimplentes, ou seja, as que efetivamente pagam. E, como revelou uma reportagem publicada aqui no site há um ano, o percentual das que não fazem os repasses corretamente alcança 58,3% do total.

O exemplo

A última distribuição de rádio anterior à deste mês de outubro havia ocorrido em julho passado. Na ocasião, foram distribuídos pelo Ecad aos titulares de todas as associações R$ 26.533.942,99, um valor levemente abaixo da média do ano inteiro: R$ 28.008.034,24. É preciso ressaltar que esse total inclui também a categoria chamada de Direitos Gerais, que inclui 95% dos valores arrecadados de estabelecimentos que utilizam música mecânica e não são distribuídos em nenhuma rubrica específica. Portanto, a conta elementar básica de cerca de R$ 28 milhões distribuídos pela amostragem de 200 mil execuções para se chegar ao que seria um "valor por cada vez que a música toca" não é acurada e não corresponde à realidade. Entre as dez canções mais executadas nacionalmente na última amostragem, somente seus autores receberam mais de R$ 538 mil, sendo que a canção mais executada de abril a junho (e com distribuição em julho) recebeu R$ 110.150,79 - R$ 76.068,95 para a parte autoral e R$ 34.081,84 para a parte conexa.

Não perca, nos próximos dias, aqui no site, uma reportagem sobre a remuneração nos serviços de streaming em que traremos os métodos de cálculo e falaremos sobre um movimento crescente, e internacional, que propõe revisões e nova metodologia para distribuir os valores arrecadados com os streams.
UBC


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Re: Rádios
MensagemEnviado: 13 Out 2017, 07:09 
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http://portal.comunique-se.com.br/jovem-pan-demite-reporteres-e-promove-mudancas-internas/

A Rádio Jovem Pan fez algumas demissões nesta semana. Deixaram a emissora os repórteres Paulo Pontes (que atacou Tutinha depois de sua demissão), Cris Santos e Fred Júnior. Além disso, a jornalista Helen Braun também deixou a rádio.

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