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Mensagem por Chapolin Comunista » 24 Fev 2021, 02:16



O Chapolin é um herói latino-americano lutando contra as forças imperialistas (Super Sam, Batman, Superman). Ele sempre foi vermelho.

Chaves é sobre a luta de classes. Burguesia (Seu Barriga, Nhonho), Pequeno-burguesia (Dona Florinda, Girafales, Quico) e Classe Operária (Chaves, Seu Madruga, Chiquinha).E você, de que lado está?


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Mensagem por E.R » 24 Fev 2021, 04:38

Se for o segundo turno entre Bolsonaro e PT, Bolsonaro será reeleito.

Sérgio Moro e Luciano Huck são os 2 possíveis candidatos que mais tem chances de vencer Bolsonaro em um eventual segundo turno.

Lula e o PT são os maiores "cabos eleitorais" do Bolsonaro.
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Mensagem por Chapolin Comunista » 24 Fev 2021, 17:09

Bolsonaro só não é reeleito com um grande movimento de massas nas ruas. Desse jeito ele está nadando de braçada. Seu único adversário interno, digamos assim, era o Dória. E ele foi engolido pelo fiasco da vacinação.

Resta o Lula, que pode mobilizar esse povo.

Moro é carta fora do baralho com a implosão da operação Lava-Jato e o Huck ainda é um nome da a ficar atento, é uma segunda opção da burguesia.
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Mensagem por JF CHmaníaco » 24 Fev 2021, 17:12

Moro não ganha nem pra vereador em Curitiba, Huck não creio que vá concorrer.
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Antonio Felipe escreveu:
07 Dez 2020, 19:39
Nessa pandemia eu rodo mais quilômetros descendo o scroll pelos posts gigantes do Flash do que caminhando na rua.
http://forumchaves.com.br/piadaitaliano/

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Mensagem por Chapolin Comunista » 24 Fev 2021, 17:16

Diante de todas as revelações e da desmoralização da Força Tarefa, é a hora de ir as ruas pela anulação de todos os processos da Operação, por Lula Livre, Candidato e Presidente

Nessa segunda-feira (22), a defesa do ex-presidente Lula enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF), novos diálogos entre procuradores da Operação Lava Jato. Neles, Deltan Dalagnol e Orlando Martello Júnior revelam que delegados da Polícia Federal forjavam depoimentos que jamais ocorreram, para fornecer material para o Ministério Público na sua caçada “contra a corrupção”. É o caso da delegada Érika Marena, que criou um falso termo de depoimento, simulando ter ouvido a testemunha com escrivão e tudo, “quando não ouviu nada”. Tudo com a anuência dos procuradores da Lava Jato.

Nas conversas entre Deltan e Martello Jr., em janeiro de 2016, eles relatam o que contou uma delegada da Polícia Federal chamada Erika, que era responsável pelos casos da Lava Jato:

“Como expõe a Erika: ela entendeu que era pedido nosso e lavrou termo de depoimento como se tivesse ouvido o cara, com escrivão e tudo, quando não ouviu nada… Dá no mínimo uma falsidade… DPFs [Delegados da Polícia Federal] são facilmente expostos a problemas administrativos.” (Deltan Dallagnol)

Diante do risco da ilegalidade cometida, o procurador Martello Jr desenvolve uma solução ainda mais curiosa, forjar outros depoimentos para acobertar os depoimentos falsos. Ele acaba admitindo que esta prática é recorrente na Força Tarefa da Lava Jato e no MP (Ministério Público Federal):

“Não acho. Ela pode ouvir conosco. Se deixarmos barato, vai banalizar. Podemos combinar com ela de ela nos provocar diante das notícias do jornal para reinquiri-lo ou algo parecido. Podemos conversar com ela e ver qual estratégia ela prefere. Talvez até, diante da notícia, reinquiri-lo de tudo. Se não fizermos algo, cairemos em descrédito. O mesmo ocorreu com Padilha e outros. Temos q chamar esse pessoal aqui e reinquiri-los. Já disse, a culpa maior é nossa. Fomos displicentes!!! Todos nós, onde me incluo. Era uma coisa óbvia que não vimos. Confiamos nos advs [advogados] e nos colaboradores. Erramos mesmo!” (Orlando Martello Jr.)

Dallagnol assina embaixo do esquema proposto pelo colega.

“Concordo, mas se o colaborador e a defesa revelarem como foi o procedimento, a Erika pode sair muito queimada nessa… pode dar falsidade contra ela… isso que me preocupa… De resto, concordo com tudo.” (Deltan Dallagnol)

A defesa do ex-presidente Lula, diante disso, afirma que: “ao invés de mostrar qualquer perplexidade com a situação, até porque é função institucional do Ministério Público realizar o controle externo da atividade policial (CF, art. 129, VII), o procurador da República ORLANDO MARTELLO revela, ainda, que tal prática — de forjar depoimentos — já ocorrera “com Padilha e OUTROS.”

Nas 118 páginas de documentos que a defesa de Lula enviou ao STF, há trechos de conversas que mostram que a Lava Jato também tinha como estratégia “emparedar” juízes dos tribunais superiores para chantagear aqueles que pudessem reformar decisões dos juízes de 1º grau a favor dos réus.

Segundo a defesa, a:

“estratégia de tentar comprometer a independência dos magistrados que iriam analisar recursos da Lava-Jato era ainda mais ampla e envolvia também investigações clandestinas (e ilegais) sobre familiares de membros dos Tribunais Superiores, para tentar atingir indiretamente os próprios ministros”.

“No STJ está se fechando com a história de que vamos buscar os filhos dos ministros que advogam”, diz um procurador em mensagem de 23 de agosto de 2016.

Em seguida, outro afirma que o:

“maior risco hoje ainda é uma nulidade no STF, mais do que uma opinião pública contrária.”

Já para Deltan, a Lava Jato deveria ir adiante com esta iniciativa, dado que na sua visão: “só há chance de nulidade se perdermos a opinião pública”.

Ou seja, segundo o próprio procurador que liderou a Força Tarefa em Curitiba, a Lava Jato não era uma investigação legal, que estava buscando investigar condutas criminosas de pessoas que foram acusadas, mas sim de uma operação que de perseguição política, que lançava mão de todos os meios, legais ou não, para incriminar pessoas contra as quais não havia sequer provas contra si, especialmente o ex-presidente Lula.

Para isso, os procuradores envolveram diversos agentes públicos e privados, como delegados, outros procuradores, integrantes do Judiciário e do MPF, advogados, delatores, empresários, juízes, ministros e até autoridades estrangeiras, como o caso dos Estados Unidos da América e da Suíça, mostrando o caráter de traição ao próprio País ao violar a soberania nacional.

Foi desta forma que a Operação Lava Jato conseguiu destruir a economia nacional, abrindo caminho para a destruição de milhões de empregos das empreiteiras e da Petrobras, que viram setores inteiros seus serem liquidados sob o pretexto do “combate à corrupção”. Foi assim também que o projeto do submarino nuclear brasileiro foi totalmente paralisado, sob o mesmo pretexto moral e reacionário.

Diante de tantos crimes cometidos contra os direitos democráticos do povo brasileiro, não há outro caminho democrático que não seja anular todos os processos da Lava Jato e restituir todos os direitos daqueles que foram perseguidos por tamanha aberração jurídica e política.

Por isso, no próximo dia 27 de fevereiro, os Comitês de Luta e o Partido da Causa Operária (PCO) farão dois atos nacionais, em São Paulo e em Brasília (em frente ao STF) reivindicando a anulação de todos os processos da Lava Jato e a restituição imediata de todos os direitos políticos de Lula e do povo brasileiro.

A desmoralização cada vez maior da Operação Lava Jato, como revelado pelo próprio Dallagnol sobre “perda da opinião pública” bem como os reveses consecutivos diante do próprio STF, que deu acesso à defesa de Lula aos diálogos da Operação Spoofing, mostram a dificuldade dos golpistas manterem as condenações arbitrárias da Lava Jato. É o momento mais oportuno para uma grande mobilização que reverta todos os seus processos. Por isto, neste dia 27, é preciso sair às ruas pelo fim da Lava Jato, o braço jurídico do golpe e por Lula Livre, Candidato e Presidente.

https://www.causaoperaria.org.br/pelo-f ... te-sabado/
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Mensagem por E.R » 24 Fev 2021, 17:24

Vai flopar.
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Mensagem por Chapolin Comunista » 27 Fev 2021, 02:15

Lula é figura chave na luta política, sua defesa é fundamental para toda população.
Neste sábado ocorre em duas das principais cidades do país atos em defesa dos direitos democráticos de Lula, organizando a mobilização por sua candidatura em 2022. Os atos são um chamado do próprio Lula, após reunião com o Comitê Nacional Lula Livre, organização impulsionada pela base dos partidos de esquerda, sobretudo do PT, desde sua prisão em 2018.

Todo este fenômeno político, de mobilização em defesa do ex-presidente, revela um dado fundamental para a luta política brasileira: Lula é peça chave, e sua presença na eleição, mudará todo o quadro existente. Enquanto a esquerda pequeno-burguesa lança-se na iniciativa de colocar toda a classe trabalhadora a reboque da burguesia, com a chamada frente ampla, Lula aparece como uma figura antagônica a toda esta situação, como a alternativa natural para os trabalhadores frente ao golpe de Estado.

Ao contrário de uma candidatura como Haddad, junto aos capitalistas, Lula é visto pela burguesia como um real inimigo. Sua candidatura é boicotada a todo o custo, impedida de ser concretizada por meio das instituições burguesas graças à dura perseguição política. O ex-presidente é visto com toda esta seriedade pelos golpistas, dada a forte influência política que tem com a classe trabalhadora.

Lula foi perseguido, preso e teve contra si uma histórica perseguição política. Se Lula é visto como uma liderança, a sua candidatura é vista como uma posição de luta contra o regime político. Ao defender a candidatura de Lula, o povo se vê obrigado a se mobilizar, lutar contra os golpistas, não podendo confiar nas instituições burguesas, pois são estas que perseguem o ex-presidente.

Toda esta situação cria em torno da defesa de Lula uma mobilização contra o regime político e contra a ditadura golpista. Lula torna-se, assim, um polo de atração de todos os setores oprimidos e um impulsionador da polarização política no país.

Dessa maneira, a defesa de seus direitos democráticos não é apenas a defesa dos direitos de todo o povo brasileiro, mas sim uma política de ruptura com os golpistas. A defesa em torno de Lula candidato traz consigo a defesa de uma nova constituinte, do fim da operação Lava Jato e libertação de todos os presos políticos, como também da defesa de um governo dos trabalhadores. Nestas questões que se concentram a real importância de Lula em todo o cenário político.

Por isso, é um dever de todas as organizações de esquerda lutarem pelos direitos políticos do ex-presidente Lula. Esta luta é fundamental para a mobilização geral da classe trabalhadora, pelo Fora Bolsonaro e todos os golpistas. Assim, os atos deste sábado são fundamentais para dar o tom inicial a esta campanha, levar os ativistas às ruas, movimentar os militantes, para uma importante campanha de agitação em torno dos trabalhadores.

Neste sentido, prova-se a importância dos mutirões semanais, dos atos e das mobilizações em torno de Lula candidato em 2022. É importante, assim, que o dia de hoje impulsione muitas outras manifestações, nesta que precisa ser a principal campanha de 2021.



https://www.causaoperaria.org.br/a-impo ... -politica/
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Mensagem por Chapolin Comunista » 02 Mar 2021, 06:13

Em entrevista, Ciro confessou que seu objetivo é impedir o PT de chegar no 2º turno em 2022 contra Jair Bolsonaro. O mesmo papel que desempenhou em 2018.
Ciro Gomes (PDT) foi uma engrenagem importante da fraude eleitoral de 2018. Sua participação no primeiro turno tinha por objetivo tirar votos do candidato do PT, Fernando Haddad. Os 12% de votos do pedetista não impediram que a esquerda fosse para o segundo turno contra Jair Bolsonaro (na época, filiado ao PSL).

Os ataques virulentos contra o PT são uma marca de Ciro, que foi ministro no governo Lula. Ele busca se travestir como um político “de esquerda”, “nacional-desenvolvimentista” e “nacionalista”, mas na verdade é um homem ligado ao bloco político golpista, particularmente ao PSDB, partido pelo qual foi governador do Ceará. Seu papel é atacar o PT “pela esquerda”, semear confusão nas bases petistas, rachar seu eleitorado e tentar diminuir sua força política.

No segundo turno das eleições de 2018, entre Bolsonaro e Haddad, Ciro Gomes fugiu para Paris. Na época, o oligarca nordestino alegou que “já tinha feito sua parte” e expressou mágoas pessoais contra o PT. Tratavam-se de pretextos esfarrapados para não manifestar apoio ao PT e, com isso, contribuir para a vitória do candidato da extrema-direita, dos golpistas e das Forças Armadas. Por debaixo dos panos, seu compromisso era com a vitória de Bolsonaro.

O PDT anunciou “apoio crítico” e “voto sem participação na campanha” no segundo turno. Isto era um jogo de cena para fazer demagogia e dizer que o partido se posicionou contra Bolsonaro. Qual o sentido de anunciar voto sem fazer campanha eleitoral? Antes de fugir para Paris, Gomes não anunciou apoio político a Haddad. A ideia era não contribuir com a campanha, não dar palanque para o candidato petista. Uma clara sabotagem à candidatura da esquerda.

Ciro Gomes e a situação política

O eixo central da luta política no país se expressa na polarização entre o Partido dos Trabalhadores e a extrema-direita bolsonarista. Devido à sua presença nos movimentos populares, sua ampla base social e por dirigir a Central Única dos Trabalhadores (CUT), organização operária que tem mais de 4.000 sindicatos pela base, o PT é o único partido político capaz de derrotar Bolsonaro em âmbito eleitoral. Ciro Gomes sabe que o PT é um empecilho para os planos políticos da burguesia golpista (a quem ele serve), por isso se dedica a atacá-lo e organizar formas de sabotá-lo. Este é o sentido de afirmação de que o PT é “hegemonista” e que o partido é o responsável pela vitória de Bolsonaro.

Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Ciro Gomes confessou que sua tarefa nas eleições presidenciais de 2022 é impedir que o PT dispute o 2º turno contra Jair Bolsonaro. Não se pode permitir que o PT passe do primeiro turno. Para perseguir esse objetivo, Ciro dá declarações que acusam os petistas de “corruptos”, fala que nos governos do PT a “ladroagem era orgânica”, ataca o que classifica de “lulopetismo”. O cinismo é tamanho que o oligarca busca responsabilizar os governos petistas pela atual crise econômica e social que assola o país.

Gomes busca articular sua candidatura presidencial e montar uma “amplíssima união de centro-esquerda” entre PDT, PSB, Rede Sustentabilidade e PV. Neste bloco, cabem os partidos da direita, DEM (ACM Neto) e PSD (Gilberto Kassab), ambos partidos apoiadores de Jair Bolsonaro. Nas eleições municipais do ano passado, a coligação PDT-PSB saiu vitoriosa nas capitais Fortaleza, Recife e Maceió, em disputas contra o PT. O PDT compôs as chapas que venceram as eleições em Aracaju (PSD), Salvador (DEM) e Natal (PSDB). Em São Paulo, o PDT foi vice na chapa de Márcio França (PSB), ex-governador que assumiu após a renúncia de seu aliado Geraldo Alckmin (PSDB).

Em todos os momentos, Ciro destaca sua adversidade irreconciliável com o ex-presidente Lula. Em sua visão, “existem vários PTs”, alguns dos quais é possível conversar e articular alianças. Com a ala lulista, não se pode fazer negócio. Entre seus interlocutores no PT, estão políticos da ala direitista do partido, como o governador do Ceará, Camilo Santana (um homem de Ciro Gomes dentro do PT) e o ex-governador da Bahia, Jacques Wagner.

Para que o político pedetista ganhe votos contra Bolsonaro, seria preciso que a burguesia se dividisse em relação ao problema da reeleição de Jair Bolsonaro. Se as forças do centro não conseguirem chegar ao segundo turno contra Bolsonaro (o que é a tendência atual), como consequência de eliminarem o PT da disputa, seguramente apoiarão o candidato da extrema-direita. Será uma repetição do que aconteceu em 2018.

A política da frente ampla tem a finalidade de isolar o PT no cenário político e impedir que este partido tenha condições de chegar à presidência da República novamente. Ciro Gomes é um candidato que conta com o apoio de setores dos partidos de direita, que atualmente são pilares de sustentação de Bolsonaro no Congresso (PSDB, DEM, PSD). Os partidos supostamente de esquerda que apoiam Ciro não passam de fachada, pois na verdade são fantoches políticos da burguesia. É preciso que o regime golpista tenha sua ala esquerda para entrar em cena no momento conveniente de crise do regime.

Os partidos da burguesia organizaram o golpe de 2016 e a fraude de 2018. Não podem aceitar a volta do PT. Se as manipulações não forem suficientes para impedir que o PT passe para o segundo turno, o natural é que se unifiquem – novamente – no apoio à candidatura de Bolsonaro. Tal como em 2018, Ciro Gomes é uma peça da direita para 2022.




https://www.causaoperaria.org.br/ciro-g ... e-direita/
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Mensagem por E.R » 04 Mar 2021, 18:15

NOTÍCIAS
https://www.oantagonista.com/brasil/rom ... s-pelo-pl/

O senador Romário deixará o Podemos para se filiar ao PL.

Ele irá ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) ainda hoje para registrar a mudança de partido.

O senador vai disputar a reeleição em 2022.
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Mensagem por Mozer da Silva Reis » 05 Mar 2021, 08:09

Ele podia tentar de novo o governo do estado.

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Mensagem por V1NT3 » 05 Mar 2021, 18:26

E.R escreveu:
25 Jan 2021, 14:39
NOTÍCIAS
https://noticias.uol.com.br/politica/ul ... -marco.htm

Jair Bolsonaro reafirmou hoje que pretende definir a sua filiação partidária até março e, dessa forma, "se preparar para as eleições de 2022".

"Se o Aliança pelo Brasil não decolar, a gente vai ter que ir para outro partido".

Ele falou sobre as dificuldades que a sua rede de apoiadores vem encontrando na tentativa de emplacar o Aliança pelo Brasil. "Muita burocracia. Muito trabalho. Certificação de fichas. Depois passa pelo TSE também. Então, o tempo está meio exíguo para a gente aí", declarou.

Alguns dos partidos cogitados para abrigar o político são o Patriota, o PTB e o Republicanos.
A notícia é antiga, mas está mais do que atual. Creio que ele vá pro PTB, muitos dos seus fiéis seguidores já se filiaram ao partido. No Republicanos ele não tem o aval do presidente da sigla e imagino que o Patriota seria uma última opção.
. Criador do CH PLUS TV
. No meio CH desde 2017

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Mensagem por Fola » 05 Mar 2021, 18:56

"Estou tentando criar meu próprio partido, porque nenhum desses partidos que estão aí presta. Mas, enquanto não consigo criar o meu próprio, concorro por um que não presta mesmo." :linguinha:
"Até que o sol não brilhe, acendamos uma vela na escuridão." - Confúcio

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Mensagem por E.R » 06 Mar 2021, 00:22

O melhor partido para o Bolsonaro e seus aliados irem é o PSC.

E isso já foi cogitado pela imprensa nessa semana.
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Mensagem por Chapolin Comunista » 07 Mar 2021, 02:46

Toda a Força Tarefa tinha como objetivo inviabilizar politicamente o principal opositor do regime golpista, logo, não se trata de suspeição, mas de anular todos os processos
Nesta semana a defesa do ex-presidente Lula apresentou mais um áudio da operação golpista Lava Jato, em que o então coordenador da força tarefa, Deltan Dallagnol, fala aos demais integrantes, no início de 2019, da conversa que teve com a juíza Gabriela Hardt sobre os processos contra o ex-presidente. Segundo Dallagnol, ela disse não ter condições de ler toda “a pilha de papel” relativa aos processos, mas adiantou que condenaria Lula no caso do Sítio de Atibaia, o que ocorreria 2 semanas depois! O caso comprova que não foi apenas Moro que perseguiu o ex-presidente, mas sim todos os operadores da Lava Jato, uma conspiração quep tinha como objetivo inviabilizar politicamente o principal opositor do regime golpista. Ou seja, escancara que não se trata da suspeição de Moro, mas sim da necessidade imediata de anular todos os processos contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de restituir seus direitos políticos.

O procurador de Curitiba conta sobre sua visita ao gabinete da juíza que substituiu Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba:

“Isabel, falei com a Gabriela…, perguntei dos casos… primeiro do caso do sítio, se ela ia sentenciar. É, aí ela disse: ‘Olha, você está vendo isso aqui na minha frente?’ – aí tinha uma pilha de papel grande na frente dela. Eh, eu falei: ‘Tô’. Ela falou: ‘O que você acha que é isso aqui?’ Aí eu sei lá, chutei lá qualquer coisa. Aí ela falou: ‘Isso aqui são as alegações finais do Lula’. É, que estão lá com umas 1.600 páginas. Aí ela falou: ‘Olha, tô tentando fazer isso aqui, tá todo mundo esperando que eu faça isso, mas tô aqui eu e o Tiago, e fora isso aqui – que é uma sentença – eu tenho mais 500 casos conclusos pra decisão. Que horas eu vou fazer isso aqui? Só se eu vier aqui e trabalhar da meia noite às seis. Tem todas as operações. Tem as prisões que vocês pediram. Tem isso, aquilo’…”

Ou seja, o coordenador da Lava Jato, procurador do Ministério Pú0blico Federal (MPF), que era parte acusatória nos processos contra o ex-presidente foi cobrar a juíza dos casos, ou seja, o agente mediador, que deveria ser imparcial para julgar o réu, agilidade na condenação de Lula. Em reação, a juíza alegou que estava tentando, mas que sofria muita pressão para emitir a sentença condenando o ex-presidente: “tá todo mundo esperando que eu faça isso.” E mais, admitiu que sua sobrecarga de trabalho vinha do próprio MPF, ou seja, a parte interessada na acusação ditava o ritmo das condenações dos réus:

“Que horas eu vou fazer isso aqui? Só se eu vier aqui e trabalhar da meia noite às seis. Tem todas as operações. Tem as prisões que vocês pediram. Tem isso, aquilo’…”

Desta forma, Dallagnol relata a reclamação da juíza em cumprir o ritmo esperado pelo MPF, que ela condenaria Lula no caso de Atibaia, mas que em seguida pediria remoção da Força Tarefa:

“Então ela tá assim bem, bem, ela falou de um modo bem cordial, toda querida, com boa vontade, querendo fazer o melhor, mas ela tá bem, assim, bem esticada. Sabe? E aí ela disse que vai sentenciar o caso do sítio, mas o outro ela não tem a menor condição de sentenciar. E já abriu hoje o edital de remoção, hoje mesmo dia 10, e vai estar encerrado dia 22. Então isso aí, certamente vai ficar pro próximo juiz. É, se você tiver alguma ideia, alguma proposta pra fazer algo diferente, a gente precisaria ir lá conversar com ela, mas, assim, eu senti as portas bem fechadas pra isso. Parece bem inviável, mas se tiver alguma sugestão diferente vamos pensar juntos sim. Beijos.”

A visita de Dallagnol a Hardt ocorreu em 10 de janeiro de 2019. Vinte e sete dias depois, em 6 de fevereiro, a juíza emitiu sentença condenando o ex-presidente Lula a 12 anos e 11 meses de prisão no caso do sítio de Atibaia. No entanto, a pressa em condenar fez com que a juíza deixasse no texto trechos copiados da sentença de Moro condenando Lula no caso do triplex do Guarujá. Isto lhe rendeu o apelido de “juíza do copia e cola”.

O ato falho de Hardt era uma evidência de que a juíza condenou o ex-presidente sem prova alguma, mas apenas baseada na sentença de Moro (a qual copiou) e na convicção, insistência de Dallagnol/MPF. Não por acaso ela reclamou a ele a impossibilidade de ler todas as milhares de páginas dos processos e no mesmo dia pediu remoção da Força Tarefa. Ou seja, condenou o ex-presidente sem qualquer base material, apenas pela pressão que era exercida sobre ela e depois mudou de local de trabalho, saindo dos processos da Lava Jato.



STF e imprensa burguesa

Diante da grande desmoralização da Lava Jato, o Supremo Tribunal Federal (STF) e imprensa burguesa, passaram a defender que a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro só tivesse efeito sobre o caso do triplex do Guarujá, ou seja, que não levasse à restituição dos direitos políticos de Lula. Esta posição foi expressa pelo ministro Gilmar Mendes.

No entanto, diferente do que defendem os golpistas do STF e a imprensa burguesa, o áudio de Dallagnol comprova que não foi apenas Moro que perseguiu o ex-presidente, mas sim que toda a Força Tarefa tinha como objetivo primeiro inviabilizar politicamente o principal opositor do regime golpista: Lula.

A juíza substituta Gabriela Hardt, mesmo não tendo a mesma importância de Moro para a Lava Jato, foi incluída no mesmo modus operandi da força tarefa. O MPF, ou seja, a parte acusatória, coordenava com o juízo da ação os passos para condenar o réu. Um complô de agentes do Estado, que independia do processo e que tinha como único objetivo perseguir e condenar Lula. Portanto, é preciso anular todos os processos contra o ex-presidente. Não se trata do ex-presidente ter um julgamento justo, mas de ter seus direitos políticos restituídos imediatamente!

https://www.causaoperaria.org.br/audio- ... guiu-lula/
O Chapolin é um herói latino-americano lutando contra as forças imperialistas (Super Sam, Batman, Superman). Ele sempre foi vermelho.

Chaves é sobre a luta de classes. Burguesia (Seu Barriga, Nhonho), Pequeno-burguesia (Dona Florinda, Girafales, Quico) e Classe Operária (Chaves, Seu Madruga, Chiquinha).E você, de que lado está?


''A direita é a escória.''
RUI COSTA PIMENTA

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Eleições 2022

Mensagem por Chapolin Comunista » 20 Mar 2021, 18:43

Atento a polarização em curso, o mais notório membro da tradicional oligarquia Ferreira Gomes volta sua metralhadora contra o ex-presidente Lula
247 – O pedetista Ciro Gomes mostrou incômodo com a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao jogo eleitoral, após a decisão judicial que restabeleceu seus direitos políticos.

O dirigente do PDT ganhou grande espaço na mídia corporativa para desferir ataques contra o PT e tentar se colocar como opção da “terceira via” desde que o ex-presidente petista reconquistou seus direitos políticos.

Em entrevista ao Estado de S.Paulo, Ciro reforçou sua vontade de disputar as eleições presidenciais de 2022 e de se tornar a opção alternativa entre Lula e Jair Bolsonaro, os dois principais candidatos para o pleito, segundo as pesquisas eleitorais mais recentes.

“Lula não tem nada de inocente”
“Eu não vou deixar o Lula ganhar essa na lambança”, disse o pedetista. “Agora o Lula volta a ser um político para a gente examinar. Juridicamente, fez-se o melhor direito, mas não é que ele foi proclamado inocente, como ele, de novo, está mentindo”, afirmou. “Tem nada de inocente”, declarou.

Segundo Ciro, “Lula é o grande responsável pelo entranhamento orgânico da corrupção na vida brasileira”. “É inequívoco que o PT transformou a corrupção, a fisiologia, o loteamento das estruturas centrais do Estado como ferramenta central do modelo de poder que o Lula implantou no País”, disse.

Questionado sobre sua fuga para Paris (França) durante as eleições de 2018, para não fazer campanhas por Fernando Haddad (PT) contra Bolsonaro, ele respondeu que não fugiu, mas se sentiu “moralmente obrigado a não sancionar mais essas contradições do PT”.

Frente Ampla
Ele voltou a defender uma frente ampla, afirmando que a primeira tarefa é derrotar o Bolsonaro “e, neste sentido, todos os democratas – pouco me importa se são de direita, de esquerda, de centro, se são de Marte, de Vênus, de Mercúrio –, todos temos a responsabilidade de criarmos um ambiente para isso”.

“O Brasil está vivendo a pior crise de sua história sem rival. Então, essa é uma tarefa em que todo mundo tem que estar junto. Eu não vou escolher quem está e quem não está. Quem fez isso foi o Lula, lá atrás, quando eu me avistei com o Fernando Henrique Cardoso e assinamos manifestos pedindo a união do País contra o Bolsonaro e fomos pedir o impeachment”, afirmou o político cearense, referindo-se a um manifesto assinado por setores de esquerda (como Marcelo Freixo, Haddad e Flávio Dino) e da direita (como FHC).

Ataques contra Dilma
Para Ciro, “o lulopetismo é parte central do problema” e atacou Dilma, que foi impossibilitada de governar pelas ofensivas golpistas: “Bolsonaro acabou de derrubar a economia em 4,1% e está se desculpando porque está em uma pandemia. Alguma razão ele tem. A Dilma derrubou 3,2% sem pandemia”.

“Até o Bolsonaro consegue 1/3 do Congresso para impedir o impeachment. A Dilma não foi capaz de reunir isso no primeiro ano do mandato. Além da tragédia econômica, foi um desastre político”, disse.

Derretendo nas pesquisas
Apesar de buscar se apresentar como candidato alternativo, as recentes pesquisas não têm apresentado um cenário positivo para ele. Ele obteve apenas 7% na pesquisa Fórum e 5% na Data Poder 360.

As duas pesquisas mencionadas mostraram que Lula é o único candidato com capacidade de derrotar Jair Bolsonaro no segundo turno.

https://www.causaoperaria.org.br/ciro-v ... ceira-via/
O Chapolin é um herói latino-americano lutando contra as forças imperialistas (Super Sam, Batman, Superman). Ele sempre foi vermelho.

Chaves é sobre a luta de classes. Burguesia (Seu Barriga, Nhonho), Pequeno-burguesia (Dona Florinda, Girafales, Quico) e Classe Operária (Chaves, Seu Madruga, Chiquinha).E você, de que lado está?


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