Política

Protejam as carteiras. Chefe da quadrilha petista é solto pela justiça

Tópicos fechados criados originalmente no Bar do Chespirito.
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Re: PSDB

Mensagem por E.R » 05 Dez 2016, 11:52

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2 ... uatro.html

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O governo de São Paulo e a concessionária ViaQuatro, responsável pela operação da Linha 4-Amarela do Metrô, estão em meio a uma disputa milionária referente a atrasos na entrega das obras – iniciadas há mais de 12 anos e que até hoje entregaram apenas seis das 11 estações previstas.

A ViaQuatro cobra do governo do Estado de São Paulo, liderado por Geraldo Alckmin, o pagamento de R$ 428 milhões em valores de setembro de 2013.

A quantia se refere a investimentos adicionais e redução da receita prevista no contrato decorrentes da demora na conclusão da primeira fase das obras do Metrô.

Caso o pagamento seja efetivado, no entanto, parte desse valor tende a irrigar os cofres de empreiteiras que integraram o consórcio responsável justamente pela execução dessa etapa do empreendimento.

Isso porque as construtoras Odebrecht, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez possuem participação indireta nos lucros da ViaQuatro.

As três empreiteiras integraram o Consórcio Via Amarela (CVA), responsável pela primeira fase da obra, ao lado da OAS e da Queiroz Galvão.

Curiosamente, todas as empresas mencionadas aparecem hoje na lista de investigadas na Operação Lava Jato.

O principal acionista da ViaQuatro é o Grupo CCR, que tem 60% de participação no consórcio.

O CCR, por sua vez, tem em seu quadro de acionistas os grupos Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez, cada uma com 17% de participação.

Líder do Consórcio Via Amarela por intermédio da subsidiária CBPO, a construtora Odebrecht é acionista da Montogomery Participações S.A., que detém 30% de ações da ViaQuatro.

Procurado pela reportagem para explicar o imbróglio a respeito do pagamento da multa e a possibilidade de favorecer empresas envolvidas nos atrasos, o secretário dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, recusou conceder entrevista, alegando não dispor de agenda.

A construtora Camargo Corrêa alega que a participação no Grupo CCR é de responsabilidade da holding (empresa que reúne a posse majoritária de ações de outras empresas), não tendo relação com a figura jurídica que atuou nas obras da primeira fase de construção da Linha 4-Amarela.
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Re: PSDB

Mensagem por E.R » 05 Dez 2016, 13:34

http://www.sul21.com.br/jornal/istoe-re ... corrupcao/

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A Revista Isto É retirou do ar uma reportagem publicada na semana passada, que citava o senador Aécio Neves (PSDB-MG) como principal articulador da votação do pacote anticorrupção no Senado (pacote que mudou as 10 medidas contra a corrupção).

De acordo com a publicação, o presidente do PSDB trabalhou ao longo da tarde de 30 de novembro para “costurar o acordo”.

O jornalista George Marques, do The Intercept, cita que, apesar da matéria estar fora do ar, sua memória em cache no Google continua ativa.
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Re: PSDB

Mensagem por Chokito Cabuloso » 05 Dez 2016, 17:36

Eu entendi essas duas matérias direito? As empreiteiras, quem iria supor, atrasaram de propósito as obras do metrô pra depois lucrar processando o governo pela própria fraude e a Istoé é vendida e nada que sai de lá deve ser acreditado?
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Re: PSDB

Mensagem por Chambón » 05 Dez 2016, 18:15

Cabrón Trump escreveu: [...] a Istoé é vendida e nada que sai de lá deve ser acreditado?
Eu achei muito bem sustentado um artigo deles que li um dia desses, sobre o Trump ter sido eleito: http://istoe.com.br/o-lado-sombrio-da-america/
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Re: PSDB

Mensagem por E.R » 05 Dez 2016, 21:23

http://www.brasil247.com/pt/247/poder/2 ... C3%A3o.htm

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O chanceler José Serra é um dos principais alvos da delação premiada da Odebrecht, numa trama que revela sua participação direta no crime de lavagem de dinheiro.

Os detalhes estão numa reportagem de Renato Onofre, na revista Veja, que aprofunda o que realmente aconteceu com as doações de R$ 23 milhões feitas pela Odebrecht, por meio de seu departamento de propinas.

Segundo o delator Pedro Novis, José Serra pediu que a Odebrecht fizesse doações clandestinas à sua campanha por meio da conta do banqueiro Ronaldo Cezar Coelho, dono do Multiplic, na Suíça.

Ronaldo Cezar Coelho, por sua vez, pagou várias das despesas da campanha de Serra, como o aluguel do jato usado em suas viagens, no Brasil, sem que a doação da Odebrecht aparecesse.

José Serra, portanto, será atingido não apenas pela acusação de caixa dois como também de lavagem de dinheiro e, talvez, formação de quadrilha e organização criminosa.
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Re: PSDB

Mensagem por CHarritO » 06 Dez 2016, 20:11

http://exame.abril.com.br/brasil/moro-i ... -okamotto/

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O juiz federal Sérgio Moro mandou expedir carta precatória para o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), arrolado como testemunha de defesa do presidente do Instituto Lula, Paulo Tarciso Okamotto, réu por crime de lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato.

Lula também é réu no mesmo processo. A força-tarefa da Lava Jato sustenta que o petista recebeu R$ 3,7 milhões em propinas da empreiteira OAS por meio de reformas em um apartamento triplex no condomínio Solaris, no Guarujá.

Uma parte desse valor também teria sido repassada a Lula por meio do pagamento de despesas com o armazenamento de presentes que ele recebeu em seus mandatos presidenciais (2003/2010) – itens que o próprio Lula chama de “tralhas”.

Quem arrolou FHC foi Okamotto. A estratégia da defesa é mostrar que outros ex-ocupantes do Palácio do Planalto também receberam lembranças e que as guardaram.

Okamotto foi denunciado pela Procuradoria da República que lhe atribui responsabilidade pela contratação da Granero para estocar as “tralhas” de Lula.

Ao todo são oito réus no processo, entre eles o empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS, e a mulher de Lula, Marisa Letícia.

Moro mandou intimar as testemunhas arroladas pelos defensores dos oito acusados para comparecer na sala de videoconferências da Justiça Federal em São Paulo.

No cronograma montado pelo juiz da Lava Jato, a primeira sessão ocorrerá no dia 9 de fevereiro, quando 14 testemunhas vão ser ouvidas, inclusive FHC.

No dia 21 de fevereiro, Moro vai ouvir, sempre por videoconferência, mais sete testemunhas.
Meus títulos e conquistas no FCH:
Moderador Global do FCH (2012 à 2014 / desde 2016)
Moderador do Meu Negócio é Futebol (2010 à 2012 / 2015 à 2016)
Eleito o 1º vencedor do Usuário do Mês - Março 2010
Campeão do Bolão da Copa do FCH (2010)
Campeão do 13º Concurso de Piadas (2011)
Bicampeão do Bolão do FCH - Brasileirão (2011 e 2012)
Campeão do Bolão do FCH - Liga dos Campeões (2011/2012)
Campeão de A Casa dos Chavesmaníacos 10 (2012)
Campeão do Foot Beting (2014)
Pentacampeão da Chapoliga (2014, 2015, 2016, 2017 e 2019)
Campeão de O Sobrevivente - Liga dos Campeões (2016/2017)
Campeão de O Sobrevivente - Copa América (2019)
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Re: PSDB

Mensagem por E.R » 09 Dez 2016, 01:50

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016 ... kmin.shtml

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A Odebrecht afirmou no acordo de delação premiada com a Operação Lava Jato que realizou pagamento de caixa dois, em dinheiro vivo, para as campanhas de 2010 e 2014 do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

Executivos da Odebrecht mencionam duas pessoas próximas ao governador como intermediárias dos repasses e afirmam que não chegaram a discutir o assunto diretamente com Geraldo Alckmin.

Segundo a delação, R$ 2 milhões em espécie foram repassados ao empresário Adhemar Ribeiro, irmão da primeira-dama, Lu Alckmin.

A entrega do recurso, de acordo com os termos da delação, ocorreu no escritório de Adhemar Ribeiro, na capital paulista.

Em 2014, o caixa dois para a campanha de reeleição de Geraldo Alckmin teve como um dos operadores, segundo a empreiteira, o hoje secretário de Planejamento do governo paulista, Marcos Monteiro, político de confiança do governador Geraldo Alckmin.

Na época das negociações dos recursos, ele seria chamado de "MM" pelos funcionários da Odebrecht.

Um dos executivos que delataram o caixa dois é Carlos Armando Paschoal, o CAP, ex-diretor da Odebrecht em São Paulo e um dos responsáveis por negociar doações eleitorais para políticos. Ele faz parte do grupo de 77 funcionários da empreiteira que assinaram há duas semanas um acordo de delação premiada com investigadores da Operação Lava Jato.

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CAP, como é conhecido, também fez afirmações sobre o suposto repasse, revelado pela Folha, de R$ 23 milhões via caixa dois para a campanha presidencial de 2010 do atual ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB).

O codinome de Geraldo Alckmin nas listas de propina e caixa dois da empreiteira era "santo", segundo informação publicada pela revista "Veja" recentemente.

O apelido aparecia associado nas planilhas da Odebrecht apreendidas pela Polícia Federal à duplicação da rodovia Mogi-Dutra, uma obra do governo Geraldo Alckmin de 2002. A palavra "apóstolo", escrita originalmente na página, foi rasurada e trocada por "santo".

O mesmo codinome é citado em e-mail de 2004, enviado por Marcio Pelegrino, executivo da Odebrecht que gerenciou a construção da linha 4-Amarela do Metrô, na capital paulista.

Na mensagem, Marcio Pelegrino diz que era preciso fazer um repasse de R$ 500 mil para a campanha "com vistas a nossos interesses locais". O executivo afirma que o beneficiário do suposto suborno era o "santo".
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Re: PSDB

Mensagem por E.R » 09 Dez 2016, 20:51

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Re: PSDB

Mensagem por E.R » 13 Dez 2016, 21:45

https://www.brasil247.com/pt/247/minas2 ... a-PSDB.htm

Apesar de clara intenção da mira do depoimento de Claudio Melo Filho, ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht, ser a cúpula do PMDB e do governo Michel Temer, sendo apenas o presidente citado 43 vezes nas 82 páginas de delação à Lava Jato, o senador Aécio Neves (PSBD-MG) não conseguiu sair ileso do primeiro dos 77 delatores da empreiteira na investigação.

No documento, Cláudio Melo Filho tenta explicar aos procuradores da República e delegados da Polícia Federal como funcionava os repasses de caixa 2 da empreiteira aos políticos, seguindo a superplanilha da Odebrecht, encontrada em apreensões desde março deste ano. Isso porque o nome do delator era relacionado diretamente a parte desses repasses, em anotações nos arquivos.

Foram em dois momentos que o nome de Aécio Neves apareceu nos relatos. Na primeira vez, é uma acusação direta ao senador José Agripino Maia (DEM-RN), e Aécio Neves teria pedido à companhia o repasse de R$ 1 milhão ao parlamentar, como contrapartida de apoio da sigla na eleição presidencial de 2014.

O delator conta, ainda, que entrou em contato direto com José Agripino Maia, por meio de seus telefones celulares, marcando um encontro realizado em seu gabinete, na Ala Afonso Arinos do Senado. Á época, apesar de José Agripino Maia não estar se candidatando a cargos nas eleições de 2014, o repasse foi feito, entre os dias 13 e 17 de outubro daquele ano.

"Além disso, quando a mídia ventilou que, em eventual vitória de Aécio Neves na campanha presidencial de 2014, o Senador José Agripino poderia ser postulante ao cargo de Ministro de Minas e Energia, estive com o parlamentar", completou Claudio Melo Filho.

O segundo trecho de citação direta do primeiro dos delatores da Odebrecht em referência a Aécio Neves é sobre seu codinome. No capítulo "explicação sobre outros pagamentos identificados em planilhas relativa a pagamentos nas eleições de 2010", o ex-diretor da empreiteira tenta se abster de acusações diretas ao senador tucano, mas não nega que os apelidos realmente faziam referência a esses políticos.

"Há algumas informações constantes nas planilhas da empresa, que relacionam, de alguma forma, meu nome a pagamentos que supostamente foram realizados a pessoas identificadas por diferentes codinomes, os quais não reconheço e posso afirmar que não participei de eventuais tratativas e nem de qualquer fase da formalização dos pagamentos", diz a delação.

Um deles era o "Mineirinho", que é Aécio Neves.

O fato de Cláudio Melo não ter sido o responsável da companhia por intermediar esses repasses o impossibilitou de esclarecer detalhes dessas transações, como ocorreram e quais interesses estava envolvidos.

"Após ter ciência de que a planilha associava meu nome aos pagamentos associados aos codinomes acima, soube internamente que se tratava, de fato, de um erro contido na planilha, e que os autores dos pagamentos já haviam sido identificados e que seriam esclarecidos pelos responsáveis", completou o ex-executivo.

Por outro lado, ao confirmar que o apelido era uma referência ao tucano, basta recorrer aos dados da superplanilha da Odebrecht para se chegar a conclusões preliminares dessas remessas.

No pedido de busca e apreensão realizado na 26ª fase da Operação Lava Jato, denominada Xepa, Mineirinho foi apontado no documento como receptor de R$ 15 milhões entre 7 de outubro e 23 de dezembro de 2014. A entregas teriam sido feitas em escritório de Belo Horizonte, em Minas Gerais.

A autorização do pagamento teria sido feita pelo diretor superintendente da Odebrecht Infraestrutura para Minas Gerais, Espírito Santo e Região Norte, Sérgio Neves, à então secretária do Setor de Operações Estruturadas (denominado pela Lava Jato como o departamento da propina), Maria Lúcia. Em delação, a ex-funcionária já admitiu operar em "contabilidade paralela" a mando de seus superiores.

Em resposta, a assessoria de imprensa do PSDB de Minas afirmou que os R$ 15 milhões foi o total doado pela Odebrecht à campanha do PSDB em 2014, e que foi declarado à Justiça Eleitoral.

Entretanto, além das referências nas planilhas ao codinome, Aécio também foi arrolado diretamente naquele momento de apreensão dos documentos. O parlamentar tucano também é incluído nos pagamentos feitos no ano de 2010, aparecendo como beneficiário de R$ 120 mil da empreiteira.

Em março, quando as informações vieram à tona, o senador disse em nota que era preciso "com serenidade" separar "o joio do trigo" nesses documentos.

A revelação da primeira das delações apresentam o sinal verde para o que virá dos depoimentos dos outros 77 executivos da Odebrecht. Isso porque já se sabe, desde julho deste ano, que os delatores da companhia não tinham receio de mencionar o senador tucano nos acordos.

Mas, de lá para cá, muitas mudanças e negociações ocorreram do lado dos investigadores da Lava Jato, até que o aguardado acordo de delações e leniências fossem fechados, apenas no fim deste ano.

E não será só o parlamentar, candidato derrotado nas eleições à Presidência de 2014, que estará na mira dos depoimentos da Odebrecht. Todas as frentes do partido devem ser atingidas: além de Aécio, o ministro de Relações Exteriores e o mais próximo do governo Temer, José Serra, e o governador de São Paulo, outro postulante às eleições presidenciais, Geraldo Alckmin.

Em relação a este último, a Folha já divulgou reportagem na última sexta-feira (09), mostrando o teor das acusações, confirmando que o governador é mesmo o "Santo" das planilhas e teria recebido R$ 2 milhões em dinheiro vivo para as suas campanhas de 2010 e 2014 ao Estado de São Paulo.

Com relação à Geraldo Alckmin, o TSE não registra nenhuma doação direta da Odebrecht à conta de campanha do candidato tucano, tanto em 2010, quanto em 2014. O único registro é de doação oficial da Braskem, um dos braços da empreiteira, na quantia de R$ 100 mil para o ano de 2010.

Ainda, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso também poderá sofrer as consequências do que se considera o maior acordo da Operação Lava Jato. Isso porque, ainda no início de novembro, um laudo da Polícia Federal levantava suspeita sobre o repasse da Odebrecht de R$ 975 mil ao Instituto Fernando Henrique Cardoso entre dezembro de 2011 e dezembro de 2012.

As quantias foram divididos em "mesadas", 11 pagamentos de R$ 75 mil e um de R$ 170 mil. O Instituto recebeu da construtora um total de pelo menos R$ 975 mil, segundo os registros de contabilidade da empreiteira.
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Re: PSDB

Mensagem por Victor235 » 27 Dez 2016, 20:44

Aécio depõe na PF em inquérito sobre CPI dos Correios
27/12/2016 - 17h58 | Atualizado em 27/12/2016 - 19h05

Senador é suspeito de maquiar dados da Comissão e esconder suposta relação entre o Banco rural e o mensalão mineiro

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Segundo a defesa de Aécio Neves, o senador, como previsto, prestou esclarecimentos, demonstrando "a absoluta improcedência" das citações feitas pelo ex-senador Delcídio Amaral
Foto: Reuters

SÃO PAULO - O senador Aécio Neves prestou depoimento à Polícia Federal no âmbito do inquérito no qual é suspeito de "maquiar" dados da CPI dos Correios, em 2005, e esconder uma suposta relação entre o Banco Rural e o chamado mensalão mineiro. Na época, Aécio era governador de Minas Gerais. Também são investigados Clésio Andrade, que era vice-governador do tucano, e o atual prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), que era filiado ao PSDB.

Segundo o delator e ex-senador Delcídio Amaral, em 2005, durante a CPMI dos Correios, criada para investigar denúncias do mensalão, o tucano "enviou emissários" para barrar quebras de sigilo de pessoas e empresas investigadas, entre elas o Banco Rural.

Um dos emissários, segundo Delcídio, era Eduardo Paes, então secretário-geral do PSDB. O relatório da CPMI, disse o delator, foi aprovado com "dados maquiados" e que Paes e o deputado Carlos Sampaio também tinha conhecimento dos fatos. Carlos Sampaio foi excluído da investigação.

"Outros parlamentares também sabiam que esses dados estavam maquiados, podendo citar os deputados Carlos Sampaio e Eduardo Paes, já mencionado, dentre outros que não se recorda. Esses fatos ocorreram em 2005/2006. Esse tema foi tratado com Aécio Neves em Belo Horizonte, no palácio do governo", afirma um trecho da delação de Delcídio.

Aécio também é alvo de outra investigação sobre desvios praticados em Furnas. Os dois pedidos que deram origem aos inquéritos foram feitos pela Procuradoria-Geral da República a partir da delação premiada do ex-senador Delcídio Amaral.

No caso de Furnas, o tucano é investigado por suposto recebimento de propina de empresas terceirizadas que mantinham contrato com a estatal. A vantagens indevidas seriam pagas pelas empresas ao ex-diretor da companhia, Dimas Toledo, que as repassava para o tucano.

Segundo a defesa de Aécio Neves, o senador, como previsto, prestou esclarecimentos, demonstrando "a absoluta improcedência" das citações feitas pelo ex-senador Delcídio Amaral.

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Re: PSDB

Mensagem por E.R » 31 Dez 2016, 04:46

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Re: PSDB

Mensagem por Victor235 » 02 Jan 2017, 20:02

Excelentes respostas, muito educadas.
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Re: PSDB

Mensagem por Chokito Cabuloso » 03 Jan 2017, 08:21

Ele deve ser um péssimo vizinho. Imagina bater boca com ele por causa do varal e ele dando estas respostas de classe e sonsas? Gente assim irrita mais que favelado que parte pro confronto.
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Re: PSDB

Mensagem por E.R » 02 Fev 2017, 09:06

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017 ... echt.shtml

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Ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Júnior afirmou em sua delação premiada à Lava Jato que se reuniu com Aécio Neves (PSDB-MG) para tratar de um esquema de fraude em licitação na obra da Cidade Administrativa para favorecer grandes empreiteiras.

A reunião, segundo o delator, ocorreu quando Aécio Neves governava Minas Gerais.

Segundo a Folha apurou, Benedicto Júnior, conhecido como BJ, disse aos procuradores que, após o acerto, Aécio orientou as construtoras a procurarem Oswaldo Borges da Costa Filho.

De acordo com o depoimento, com Oswaldinho, como é conhecido, foi definido o percentual de propina que seria repassado pelas empresas no esquema.

Ainda de acordo com o delator, esses valores ficaram entre 2,5% e 3% sobre o total dos contratos.

Oswaldinho é um colaborador das campanhas do hoje senador mineiro.

De acordo com informações obtidas pela reportagem, o ex-executivo da Odebrecht afirmou que o próprio Aécio decidiu quais empresas participariam da licitação para a obra.

Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), a Cidade Administrativa, sede do governo mineiro, custou R$ 2,1 bilhões em valores da época. Foi inaugurada em 2010, último ano de Aécio como governador, sendo a obra mais cara do tucano no governo de Minas.

Niemeyer não queria empresas pequenas na obra porque considerava o projeto extremamente complexo e temia que empresas pequenas não conseguissem executá-lo.

Com Oswaldinho, que foi presidente da Codemig (Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais), as empresas negociariam, ainda de acordo com Benedicto Júnior, como seriam feitos os pagamentos.

As informações fornecidas por BJ em sua delação premiada foram confirmadas e complementadas, segundo pessoas com acesso às investigações, pelos depoimentos do ex-diretor da Odebrecht em Minas Sergio Neves.

Sergio Neves aparece nas investigações como responsável por operacionalizar os repasses a Oswaldinho e é ele quem detalha, na delação, os pagamentos a Aécio.

Líder do consórcio, que contou com Andrade Gutierrez, OAS e Queiroz Galvão, a Odebrecht era responsável por 60% da obra e construiu um dos três prédios que integram a Cidade Administrativa, o Edifício Gerais.

Benedicto Júnior e Sérgio Neves estão entre os 77 funcionários da Odebrecht que assinaram acordo de colaboração com a Lava Jato. As delações foram homologadas pela presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Carmén Lúcia, e enviadas à Procuradoria-Geral da República, sob sigilo.
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Re: PSDB

Mensagem por E.R » 07 Fev 2017, 01:30

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Esse condomínio onde o Aécio Neves vai morar em Minas Gerais (Condomínio Retiro das Pedras) é muito bom, um terreno ali deve custar mais de 2 milhões de reais.

Com o dinheiro que ele roubou, dá comprar o Retiro das Pedras inteiro.
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