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Re: Economia
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MensagemEnviado: 23 Jul 2019, 23:07 
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Celular de Paulo Guedes foi hackeado, diz ministério
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Re: Economia
MensagemEnviado: 24 Jul 2019, 14:22 
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Re: Economia
MensagemEnviado: 26 Jul 2019, 22:38 
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Hackeado, Paulo Guedes cita ‘Prefeitura de Araraquara’, do PT, em discurso
https://veja.abril.com.br/blog/radar/ha ... o-palacio/


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Re: Economia
MensagemEnviado: 29 Jul 2019, 05:23 
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O ESTADO DE S.PAULO

Brasileiros que vieram para São Paulo de outras regiões em busca de empregos melhores e salários mais altos veem sua situação tão ruim quanto a que deixaram na terra natal.

Sob estatísticas que mostram a persistência e a intensidade da crise da economia brasileira, por si mesmas assustadoras, acumulam-se dramas pessoais e familiares que compõem uma tragédia social.

Estado mais desenvolvido do País e que responde pela maior fatia da produção industrial brasileira – mais de um terço do total – São Paulo registra, neste ano, o maior número de indústrias fechadas em uma década.

Trabalhadores que, como fizeram diariamente nos últimos 10 ou 20 anos, sempre no mesmo emprego, chegaram para trabalhar numa segunda-feira e encontraram as portas da fábrica fechadas.

Ali ficaram sabendo que, vendida havia algum tempo, a empresa simplesmente parara de funcionar, sem avisar seus empregados e muito menos acertar as contas.

Sem baixa na carteira profissional, trabalhadores experientes não conseguem nova ocupação porque, formalmente, ainda estão empregados. Brasileiros que vieram para São Paulo de outras regiões em busca de empregos melhores e, sobretudo, salários mais altos veem sua situação tão ruim quanto a que deixaram na terra natal. Mas lá, lembra um deles, o aluguel é mais barato.

Em São Paulo, nos primeiros cinco meses do ano, 2.325 indústrias de transformação e extrativas fecharam suas portas.

Pode se contrapor a esse número o de empresas industriais abertas no mesmo período, de 4.491, o que sugere aumento da atividade do setor no Estado. Mas, quando se examinam outros dados, como o valor da produção industrial e o número de trabalhadores empregados, fica nítido que há uma crise séria. Emprega-se menos e produz-se menos.

O aumento do número de indústrias pode ser explicado pelo fato de que muitos demitidos de indústrias médias e grandes abriram sua própria empresa, com capacidade produtiva e número de empregados muito menores.

É a explicação dada por Caetano Bianco Neto, presidente do Sindicato da Indústria de Calçados de Jaú, um importante centro produtor : quando fecha uma fábrica grande, surgem três ou quatro menores, algumas abertas por ex-funcionários, mas com pouca mão de obra e produzindo bem menos.

A crise da indústria antecede a que, provocada pelos desmandos do governo Dilma Rousseff, afetou toda a economia brasileira. Esta se tornou clara a partir do segundo semestre de 2014 e se estendeu até o fim de 2016. A da indústria começou nos primeiros meses de 2013, parecia ter arrefecido em 2017, mas se intensificou no ano passado. Além de mais longa, a crise da indústria é mais aguda do que a da economia em geral. Entre 2014 e 2018, por exemplo, enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro encolheu 4,2%, a produção da indústria de transformação diminuiu 14,4%.

A série histórica da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF) realizada mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que o pico da produção da indústria de transformação do País foi atingido em março de 2011. Desse mês até fevereiro de 2016, quando a produção atingiu seu ponto mais baixo até então, a queda tinha sido de 23,2%. O pior índice da produção da indústria de transformação em cerca de duas décadas foi registrado em junho do ano passado, como consequência da greve dos caminhoneiros no mês anterior. Essa queda acentuada contribuiu para interromper o que parecia ser uma tendência firme de recuperação, pois, desde então, a produção industrial brasileira vem caindo. Em maio deste ano, estava 18,5% abaixo do índice de março de 2011.

Ainda não há sinais claros de melhora da atividade industrial em São Paulo. Dados recentes da atividade econômica no Estado de São Paulo aferidos pela Fundação Seade mostram que a produção da indústria paulista aumentou 0,9% em abril, na comparação com março, mas registrou queda de 2,0% na comparação com a de um ano antes. No acumulado de 12 meses até abril, a redução foi de 1,2%. O drama social inevitavelmente acompanha a estagnação econômica.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 29 Jul 2019, 14:41 
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Por isso que o agronegócio virou a nova locomotiva do Brasil.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 31 Jul 2019, 09:35 
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O ESTADO DE S.PAULO

Depois de Donald Trump dizer ontem que trabalha em um acordo de livre-comércio com o Brasil, o secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Marcos Troyjo, afirmou que o governo vai atuar para firmar um tratado mais “ambicioso e abrangente” possível.

A ideia é buscar um acordo que inclua a retirada de tarifas e a criação de cotas de importação com menos tributos.

Em visita ao Brasil, o secretário de Comércio americano, Wilbur Ross, confirmou o interesse em um tratado comercial.

Com discussões mais adiantadas, um tratado para aumentar a compra pelos Estados Unidos de açúcar e etanol brasileiros pode sair até outubro.

Os Estados Unidos foram o principal destino de exportações brasileiras de bens (US$ 28,7 bilhões, em 2018) e de serviços (US$ 16 bilhões, em 2017).

O governo brasileiro buscará um entendimento que inclua a retirada de tarifas e criação de cotas de importação com menos tributos.

Para integrantes do governo e do setor privado brasileiro, há uma janela preciosa que deveria ser aproveitada neste momento. Donald Trump vê com bons olhos a aproximação e há tanto no Brasil como na Argentina, os mais influentes países do Mercosul, desejo de que o tema avance. No início do mês, o presidente da Argentina, Mauricio Macri, falou publicamente sobre a intenção de firmar um acordo comercial com os americanos.

Os Estados Unidos foram o principal destino de exportações brasileiras de bens (US$ 28,7 bilhões em 2018) e de serviços (US$ 16 bilhões em 2017), de acordo com a Câmara Americana do Comércio (Amcham).

Já o Brasil está entre os dez maiores destinos de exportações de bens dos Estados Unidos no mundo (US$ 29 bilhões em 2018).

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) compartilha a visão de que o Brasil está diante de uma oportunidade única. Há anos a instituição apoia o lançamento de negociações com os Estados Unidos, país que mais importa produtos industrializados brasileiros e principal destino de multinacionais do Brasil.

“É a economia desenvolvida com que o Brasil tem mais complementaridade e integração. Por muito tempo o governo brasileiro não tinha interesse em ter relação mais próxima aos Estados Unidos, mas o setor privado tinha. A dinâmica de negócios então acabou se acelerando independentemente do governo”, diz Diego Bonomo, gerente executivo de Assuntos Internacionais da CNI.

Segundo Ligia Dutra, superintendente de Relações Internacionais da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), os Estados Unidos são o terceiro principal mercado para o setor e há pontos de convergência. “É um parceiro importante e vamos, sim, dar atenção especial”, afirmou.

Para Marcos Troyjo, negociações com os Estados Unidos também envolverão temas que podem avançar bilateralmente, sem a necessidade de aval do Mercosul, como facilitação de comércio, redução de barreiras não tarifárias, convergência regulatória, regras de propriedade intelectual, comércio eletrônico, aceitação de certificados de origem digitais e reconhecimento de operadores econômicos autorizados.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 31 Jul 2019, 20:12 
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Eu quero ver como vai se desdobrar isso, se o Brasil vai priorizar o tratado com a UE ou com os EUA, já que os dois são muito diferentes em relação a exigências sanitárias e adjacências. Não sei se pode agradar os dois.


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Re: Economia
MensagemEnviado: 31 Jul 2019, 20:35 
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Coisas que acho que terá nesse acordo entre Brasil e Estados Unidos :

Brasil (em relação aos Estados Unidos) :
. reduzir os impostos dos games
. reduzir os impostos sobre produtos eletrônicos (entre eles smartphones)
. comprar mais trigo dos Estados Unidos (embora o Brasil já compre muito trigo da Argentina)
. comprar mais óleo diesel dos Estados Unidos
. comprar mais gás propano liquefeito dos Estados Unidos
. reduzir os impostos sobre produtos relacionados à informática
. reduzir os impostos sobre instrumentos musicais importados dos Estados Unidos

Estados Unidos (em relação ao Brasil) :
. comprar mais açúcar do Brasil e reduzir impostos e taxações
. comprar mais aço do Brasil e reduzir impostos e taxações
. comprar mais alumínio do Brasil e reduzir impostos e taxações
. comprar mais celulose do Brasil
. comprar mais semimanufaturados de ferro do Brasil
. comprar mais café do Brasil

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Re: Economia
MensagemEnviado: 07 Ago 2019, 03:13 
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https://www.noticiasagricolas.com.br/videos/agronegocio/239944-retaliacao-da-china-vai-favorecer-as-vendas-de-milho-do-brasil-diz-fernando-pimentel.html#.XUprPY5Ki1s

Com a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China , a expectativa é que as vendas de milho brasileiro venham a ser beneficiadas e tenha um aumento do volume exportado para a China em curto prazo.

Outro produto que o Brasil deverá vender mais para a China é a soja.

De acordo com o Analista da Agrosecurity Consultoria, Fernando Pimentel, a retaliação da China pegou o mercado dos Estados Unidos de surpresa. “Acredito que a China vai direcionar as compras para o Brasil, Argentina e Rússia. Atualmente, nós temos uma oferta abundante de milho e estamos no pico da colheita”, comenta.

Diante desse cenário, o analista salienta que os produtores rurais devem ficar atentos as boas oportunidades de comercializar o cereal. “O milho está competitivo e podemos ter um movimento muito rápido de exportação”, ressalta.


Uma coisa que a China poderia aproveitar já que vai comprar mais milho e soja do Brasil é pedir para o governo do Brasil diminuir os impostos de mais produtos chineses, sobretudo os celulares da Huawei, para que sejam massificadas as vendas de celulares chineses no Brasil.

Isso também poderia ser feito entre China e Argentina, já que os chineses também devem comprar mais produtos da Argentina a partir de agora. Na verdade, desde o final de 2018, que o comércio entre China e Argentina foi intensificado, mas com esses problemas entre China e Estados Unidos, essa relação comercial vai aumentar ainda mais.

E aí vem a notícia :

https://link.estadao.com.br/noticias/gadget,huawei-abrira-pontos-de-venda-em-campinas-rio-de-janeiro-e-brasilia,70002957332

A fabricante chinesa Huawei vai abrir três novos quiosques no Brasil nesta semana, nas cidades de Campinas, Rio de Janeiro e Brasília.

Com os pontos de venda, a empresa pretende reforçar sua marca no País e se aproximar do consumidor – apesar de novata no mercado brasileiro, a Huawei é a segunda maior fabricante de celulares do mundo.

A inauguração do ponto de venda em Campinas será nesta quarta-feira, 7, no Shopping D. Pedro.

No Rio de Janeiro, a Huawei vai abrir o quiosque na quinta-feira, 8, no Barra Shopping.

A última inauguração será na sexta-feira, 9, no Park Shopping, em Brasília. Os quiosques venderão os celulares P30 Pro e P30 Lite, assim como as capinhas dos aparelhos e também fones de ouvido.

“Queremos analisar a necessidade dos consumidores regionalmente”, afirmou Alessandra Ribeiro, gerente da área de vendas da Huawei no Brasil. “O Brasil é muito grande, cada região tem uma procura diferente”, disse.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 07 Ago 2019, 21:15 
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Decreto de Bolsonaro permitirá relicitação de rodovias e Viracopos
https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2 ... opos.shtml

Vendas do varejo crescem 0,1% em junho, mas perdem ritmo no ano
https://www.poder360.com.br/economia/ve ... mo-no-ano/


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Re: Economia
MensagemEnviado: 11 Ago 2019, 22:23 
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Pergunta para o Paulo Guedes, diz Bolsonaro sobre piora em indicadores
“Pergunta para o Paulo Guedes, pergunta para o Paulo Guedes. Outra pergunta”, disse Bolsonaro, solicitando que repórteres que o acompanhavam abordassem outro assunto.
https://www1.folha.uol.com.br/poder/201 ... ores.shtml


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Re: Economia
MensagemEnviado: 12 Ago 2019, 18:16 
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https://www.oantagonista.com/economia/dolar-fecha-a-r-398-maior-valor-desde-maio/

Em um dia de ebulição no mercado após a vitória da chapa de Alberto Fernández e Cristina Kirchner nas eleições primárias da Argentina, o dólar fechou em alta de 1,06%, a R$ 3,984 na venda.

É o maior valor do dólar desde o dia 28 de maio.

O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, registrou queda de 2%.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 13 Ago 2019, 20:25 
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Presidente da Serasa é acionista de offshore nas Ilhas Virgens Britânicas
https://www.poder360.com.br/panama-pape ... ritanicas/


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Re: Economia
MensagemEnviado: 13 Ago 2019, 23:28 
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. MP da Liberdade Econômica é aprovada na Câmara dos Deputados - https://www.gazetadopovo.com.br/republica/mp-liberdade-economica-aprovada-camara/


--

O ESTADO DE S.PAULO

Apesar de a maioria dos economistas acreditar ser muito cedo para falar em recessão técnica global (dois trimestres consecutivos de PIB negativo), há sinais de que a atividade econômica possa crescer menos de 3% em 2020, patamar considerado crítico por especialistas.

O Itaú Unibanco, por exemplo, projeta uma alta de 3,2% na atividade global neste ano e de 3,1% em 2020. “Mas vemos chance de a economia ficar ainda mais fraca. Estamos no limite de uma recessão. Qualquer choque extra pode levar o mundo a uma crise”, diz Roberto Prado, economista do banco.

As projeções de PIB ainda estão longe de um número negativo, mas uma alta da economia global abaixo dos 3% é tida como ruim porque a China costuma distorcer os dados, puxando-os para cima com seus crescimentos superiores a 6%, explica Prado. “Com um PIB global inferior a 3%, muitos países já podem estar em recessão”, acrescenta.

A opinião é compartilhada pelo estrategista-chefe do BTG Pactual Wealth Management, João Scandiuzzi : “Tecnicamente, não dá para falar em recessão global, mas a sensação é de crescimento abaixo do potencial (ritmo de expansão que não gera pressão inflacionária).”

Em julho, o Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu sua estimativa do PIB global para 2019 de 3,3% para 3,2%. Por enquanto, as projeções para 2020 são mais animadoras : alta de 3,5% – até junho, a estimativa do órgão era de 3,6%.

Economista-chefe da XP Investimentos, Zeina Latif destaca que só o fato de se estar discutindo a possibilidade de a economia mergulhar em uma recessão já é negativo. “Isso machuca o mercado, por trazer muita incerteza. O pano de fundo é preocupante. Como não se sabe para onde vai a guerra comercial entre China e Estados Unidos, não é possível saber quando a desaceleração vai parar”, diz.

Para Paulo Leme, professor de finanças da Universidade de Miami, não fosse a guerra comercial, seria possível manter o crescimento global ao redor de 3,2% nos próximos anos. “Se tudo mais fosse constante e congelássemos os atores, poderíamos ter um equilíbrio com crescimento razoável”, afirma.

Paulo Leme destaca ser contra uma redução na taxa básica de juros dos Estados Unidos para tentar alavancar a economia. “A inflação está dentro da meta, não há necessidade de cortar juros. É muito preocupante responder com instrumento monetário algo (uma desaceleração agravada pela guerra comercial) que se pode evitar.”

A desaceleração global está em curso desde o ano passado, quando o PIB cresceu 3,6% – 0,2 ponto porcentual a menos que em 2017. Ela seria uma fase natural dos ciclos econômicos, dizem os especialistas, não fosse justamente a guerra comercial, cujos impactos na economia real começam a se aprofundar.

A Alemanha foi o primeiro país a escancarar os efeitos do embate entre as duas maiores potências do mundo. Sua economia tem um alto grau de dependência de exportações de produtos industrializados, principalmente para a China.

Em junho, as exportações alemãs caíram 8% e a produção industrial 5,2 % na comparação com o mesmo mês de 2018 – foi o maior recuo da indústria desde 2009.

A indústria automotiva, a principal da Alemanha, tem ainda puxado o desempenho para baixo por causa de adaptações a padrões mais rigorosos de emissões de poluentes.

Por enquanto, a desaceleração no país, cuja economia é a maior da União Europeia, está limitada ao setor industrial. Se atingir os serviços – responsáveis por gerar o maior volume de postos de trabalho –, pode se alastrar por toda a economia. “O mercado de trabalho está indo bem, a questão é quanto de contaminação (da indústria para outros segmentos) veremos”, afirma João Scandiuzzi, do BTG Pactual.

O estrategista do banco diz também que o Brasil não deve sofrer muito com a redução do comércio global decorrente da desaceleração, pois ainda é um mercado bastante fechado. O freio no crescimento chinês, porém, tem derrubado o preço de commodities como petróleo e minério de ferro – importantes produtos para a economia brasileira.

O economista Livio Ribeiro, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas, lembra que o ambiente incerto e de pessimismo pode contaminar por aqui.

Zeina Latif acrescenta que esse clima deve reduzir o investimento estrangeiro direto no País. “Não existe deslocamento perfeito. Mesmo que a gente faça a lição de casa sempre haverá contágio.”

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Re: Economia
MensagemEnviado: 23 Ago 2019, 15:38 
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O ESTADO DE S.PAULO

Dinheiro curto, emprego incerto e mercadoria encalhada continuam dominando a cena, enquanto se acumulam, na economia, alguns sinais bem vindos de mudança.

Há novidades positivas, mas sempre acompanhadas de uma ressalva. “A produção industrial mostrou forte alta na passagem de junho para julho”, segundo nova sondagem da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Máquinas trabalharam mais e o uso da capacidade instalada chegou a 68%, repetindo o nível de 2018 e superando os de 2015 a 2017. Já se fala até em mais contratações, depois de cinco meses de resultados negativos nesse quesito. As expectativas para os meses seguintes melhoraram, exceto quanto às exportações.

As boas-novas, no entanto, são insuficientes para tornar o quadro muito mais luminoso.

Em julho, diminuiu o número de empregados. A queda foi menor que em junho, mas a direção se manteve. Os estoques continuaram a se acumular. Pior que isso, o índice de estoques indesejados tem crescido desde janeiro e chegou no mês passado ao nível mais alto desde maio de 2018, quando a paralisação do transporte rodoviário impediu o embarque das mercadorias vendidas. Desta vez havia transporte, mas obviamente faltou demanda – um detalhe implícito, mas evidente, no relatório da CNI.

A acumulação de estoques parece indicar também excesso de otimismo no planejamento da produção. O choque de realidade parece estar sempre relacionado com o desemprego muito alto e com a insegurança do consumidor.

A mesma sequência de novidades animadoras e de ressalvas aparece no informe da Fundação Getúlio Vargas (FGV) sobre o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) divulgado na quinta-feira. O indicador mais amplo subiu 1,1 ponto em agosto e atingiu 89,2 pontos, o nível mais alto desde abril, quando havia chegado a 89,5. Mas a novidade fica menos positiva quando se examinam alguns detalhes.

Em primeiro lugar, a melhora ocorreu somente na avaliação das condições atuais. Houve algum avanço nas condições do orçamento familiar e alívio em relação ao endividamento. Mas outros fatores afetaram negativamente as expectativas. Aumentou a insegurança quanto à evolução do emprego e, ao mesmo tempo, diminuiu a disposição, declarada pelos entrevistados, de compras de bens duráveis.

Em agosto – e este é um pormenor significativo – a avaliação das condições presentes melhorou pelo segundo mês consecutivo, enquanto pioraram as expectativas em relação aos meses seguintes. A evolução do quadro presente, embora positiva, continua insuficiente, portanto, para tornar menos nebuloso o horizonte e para dar às famílias, duramente castigadas pela crise, maior segurança para consumir.

A fraqueza do consumo continua refletida na inflação muito bem comportada. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), prévia do indicador oficial, subiu apenas 0,08% no último período apurado. O IPCA-15 é medido entre o meio de um mês e o meio do mês seguinte. A alta recém-divulgada, a menor para o mês de agosto desde 2010, ocorreu essencialmente no item Habitação, por causa do aumento de 4,91% da tarifa de eletricidade. Isso resultou da mudança da bandeira tarifária, por causa da maior dependência de usinas termoelétricas.

A inflação está sendo puxada, como já se havia observado a partir de dados anteriores, pelos preços administrados. Esses preços variam sem depender do comportamento do consumidor. Os preços mais afetados pela disposição de compra das famílias continuam, na maior parte, variando muito lentamente e até caindo.

O governo parece ter percebido, afinal, a persistente fraqueza do consumo, obviamente ligada ao desemprego e à insegurança.

O marasmo dos negócios continua afetando a arrecadação tributária e provocando uma progressiva paralisia do governo. Todos esses dados podem provavelmente explicar a decisão do governo de proporcionar algum estímulo ao consumo a partir de setembro. Essa decisão foi muito demorada. Falta conferir se produzirá algum alívio sensível para as famílias em dificuldades.

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