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Re: Economia
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MensagemEnviado: 13 Out 2018, 23:16 
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https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,boletos-vencidos-acima-de-r-100-ja-podem-ser-pagos-em-qualquer-banco,70002543529

A partir deste sábado, boletos vencidos acima de R$ 100 poderão ser pagos em qualquer banco.

A medida faz parte da nova plataforma de cobrança da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) que começou a ser implementada em julho do ano passado.

As mudanças estão sendo feitas de forma escalonada, e começaram com a permissão para quitação de boletos em atraso acima de R$ 50 mil.

A partir de 27 de outubro, serão permitidos os boletos de qualquer valor e a expectativa é que até novembro deste ano o processo seja concluído.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 17 Out 2018, 19:32 
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https://veja.abril.com.br/economia/otimismo-com-pesquisas-leva-dolar-a-r-368-menor-valor-desde-maio/

O mercado continua otimista com a possibilidade de o presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, sair vencedor das urnas. As últimas pesquisas de intenção de voto mantém o candidato bem à frente de Fernando Haddad (PT), seu adversário no segundo turno.

Essa expectativa fez a moeda americana cair 1,02%, para 3,6822 reais – é o menor valor desde 25 de maio, quando o dólar ficou em 3,6683 reais.

No mês, a redução do dólar chega a 10%.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 28 Out 2018, 22:45 
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Re: Economia
MensagemEnviado: 30 Out 2018, 22:07 
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Re: Economia
MensagemEnviado: 03 Nov 2018, 20:41 
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https://www.valor.com.br/agro/5954785/surto-que-ameaca-suinos-na-china-e-salvacao-brasileira

O surto de peste suína africana que vem se espalhando pela China, país que lidera a produção mundial da proteína, poderá ter efeitos no país asiático e, de quebra, favorecer a suinocultura brasileira, sobretudo em 2019.

Essa é a avaliação do banco holandês Rabobank, uma das instituições mais importantes na oferta de crédito para o agronegócio global.

Em entrevista ao Valor, o Adolfo Fontes, analista do Rabobank no Brasil, disse que o Brasil está "bem posicionado" para abastecer a China, que deverá amargar uma redução na oferta de 4% a 10% no próximo ano em razão do vírus que atinge o plantel de suínos do país. "O Brasil não tem conflito comercial com a China, e os Estados Unidos têm um produto com baixa competitividade", afirmou.

Por causa da guerra comercial com os Estados Unidos, Pequim sobretaxou a carne suína americana.

Para os frigoríficos brasileiros, os problemas sanitários na China poderão contribuir com a fraca recuperação da indústria nacional.

Depois de um primeiro semestre adverso, no qual as empresas de carne suína sofreram com alta do preço do milho, excedente de oferta e dificuldades para exportar, houve leve recuperação em setembro e em outubro, conforme o analisa do Rabobank.

Além de contar com o alívio nos preços do milho – no acumulado deste mês, a cotação do grão caiu 11,3%, conforme o indicador Esalq/ BM&FBovespa – e com uma redução dos abates de grandes frigoríficos como a BRF, os embarques de carne suína ao exterior voltaram a crescer.

Nas primeiras três semanas de outubro, a média diária dos embarques brasileiros de carne suína in natura foi de 2,7 mil toneladas, 17,4% a mais do que em outubro do ano passado.

A esperança é que essa retomada possa atenuar o resultado negativo já acumulado em 2017. Entre janeiro e setembro, as exportações brasileiras de carne suína renderam US$ 876,1 milhões, queda de 30% ante a receita de US$ 1,2 bilhão obtida no mesmo intervalo do ano passado.

Na mesma base de comparação, o volume exportado caiu 11,4%, para 461,1 mil toneladas, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Agricultura.

Os sinais das exportações já mostram que a China poderá mesmo impulsionar a recuperação do segmento ao longo do próximo ano. Na verdade, argumentou, os chineses já contribuiram para amenizar a carência da Rússia, que representava 40% das exportações brasileiras até embargar o produto do país. "As nossas exportações só caem 11%. Poderia ser mais. Mas grande parte do volume [da Rússia] foi redirecionado, principalmente para a China".

Neste ano, China e Hong Kong – a carne enviada à região administrativa especial em geral abastece os chineses – já respondem por mais de 50% dos embarques brasileiros.

O volume exportado para os chineses mais do que triplicou, atingindo 14,9 mil toneladas nos primeiros nove meses de 2017. Em todo o ano passado, foram 3,2 mil toneladas.

A alta das vendas à China neste ano reflete a tensão comercial entre Pequim e Washington, mas ainda capta o impactos dos problemas com da peste suína africana. E isso pode perdurar no ano que vem.


Que o Brasil aproveite essa guerra comercial entre China e Estados Unidos, para estreitar ainda mais seus laços comerciais com os 2 países, principalmente com a China.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 11 Nov 2018, 01:26 
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Em que mundo vive Paulo Guedes?
A jornalista Cristiana Lobo revelou anteontem em rede nacional que o presidente do Senado, Eunício Oliveira, convidou Guedes para discutir o orçamento e sua lei. A LOA. Guedes não se interessou, respondendo que faria o orçamento de 2019 só depois de tomar posse, no ano que vem. O senador precisou explicar que a LOA era o orçamento “do ano que vem”.
https://www.cartacapital.com.br/economi ... ulo-guedes

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Re: Economia
MensagemEnviado: 12 Nov 2018, 20:15 
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Saiba o que ficará sob o comando do superministério de Guedes em 2019
https://www.poder360.com.br/governo/sai ... s-em-2019/

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Re: Economia
MensagemEnviado: 16 Nov 2018, 19:02 
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Campos Neto presidirá Banco Central e Mansueto será chefe do Tesouro
Paulo Guedes confirmou os nomes.
Campos Neto é diretor do Santander.
É neto de Roberto Campos (1917-2001).
Mansueto Almeida permanece no cargo.
https://www.poder360.com.br/economia/ca ... o-tesouro/

Previsões econômicas com Bolsonaro são chutes ao quadrado, diz José Kupfer
https://www.poder360.com.br/opiniao/eco ... se-kupfer/

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Re: Economia
MensagemEnviado: 18 Nov 2018, 05:49 
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O ESTADO DE S.PAULO

As vendas de produtos do Brasil para o exterior devem fechar o ano com o melhor resultado desde 2013. Até outubro, as exportações somaram US$ 199,1 bilhões e, se mantido o ritmo, a expectativa é de que alcancem patamar acima de US$ 230 bilhões. O resultado é impulsionado pela guerra comercial travada entre os Estados Unidos e a China, que mudou o fluxo de comércio e alavancou as exportações de soja para o país asiático.

Os Estados Unidos exportavam 40 milhões de toneladas do grão aos chineses e o Brasil, cerca de 50 milhões. Com a taxação de 25% imposta pelo governo de Donald Trump aos chineses, as exportações brasileiras de soja subiram 20% em relação a 2017.

A carne bovina também ganhou com a disputa entre os dois países. A China passou a representar, em outubro, 44,1% das vendas, ante 37,1% no ano passado.

Além de incrementar o número de empregos nos setores envolvidos e, em parte, compensar a lenta recuperação do mercado interno, o aumento das exportações traz dólares ao Brasil.

A guerra comercial travada entre Estados Unidos e China, cujo desfecho ainda é imprevisível, tem turbinado as exportações brasileiras. A projeção é que as vendas dos produtos nacionais ao exterior encerrem 2018 com o melhor resultado em cinco anos.

Até outubro, as exportações já somaram US$ 199,1 bilhões. Nesse ritmo, a expectativa de analistas é que fechem o ano acima dos US$ 230 bilhões – maior patamar desde 2013. O recorde nas vendas foi em 2011, de US$ 256 bilhões, segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic).

“Há alguns meses, se projetava que as exportações ficariam perto de US$ 218 bilhões. São as commodities, favorecidas pela guerra comercial, que têm ajudado”, diz José Augusto de Castro, da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

O governo Donald Trump impôs tarifas e cotas de importação a diversos parceiros, para reduzir o déficit comercial – quando o país compra mais do que vende. Aos chineses, com quem esse déficit é maior, foram impostas taxas sobre importados, para forçar os asiáticos a fazerem concessões. Essa política, retaliada pela China, levou os dois países à guerra comercial.

A briga alterou o fluxo de comércio. As vendas brasileiras de soja para a China foram beneficiadas quando o país asiático impôs tarifas de 25% sobre o grão americano. Os Estados Unidos exportavam 40 milhões de toneladas aos chineses; o Brasil, cerca de 50 milhões. Até agosto, as exportações de soja brasileira subiram 20% ante 2017. Além da soja, o Brasil se beneficiou da alta do preço do petróleo.

Os bens manufaturados brasileiros, porém, não têm tido o mesmo desempenho. Enquanto a participação dos bens primários nas exportações subiu quase três pontos porcentuais nos nove primeiros meses do ano, a fatia dos manufaturados nas vendas caiu um ponto.

Entre especialistas, há dúvidas de quanto tempo esse período favorável às exportações vai durar. “A janela é estreita”, diz Lia Valls, da FGV. “Em 2019, com a previsão de alta das tarifas impostas pelos Estados Unidos, haverá uma resposta agressiva chinesa, o que levaria a mais protecionismo.”

Michael McDougall, vice-presidente da consultoria americana ED&F Man Capital Markets, tem porém uma visão diferente. “A negociação entre eles (Estados Unidos e China) vai demorar. Assim, o Brasil tem oportunidade de exportar mais para a China e deve aproveitar isso ampliando, por exemplo, o plantio de soja, pois levará anos para os chineses diversificarem o fornecimento da oleaginosa”, disse.

Com o cenário favorável à exportação do grão brasileiro, produtores de soja estão ampliando a venda antecipada da safra que ainda está sendo plantada nas principais regiões produtoras do Brasil. Pelo menos a metade da produção futura dos 3 mil hectares que o produtor Silvio Malutta acaba de plantar nas áreas de cultivo da Fazenda Fratelli, em Itapeva (SP), já está vendida. “Estou vendendo a soja que está embaixo da terra, pois, em muitos talhões, as sementes ainda nem brotaram”, diz. Experiente, o produtor já sabe que deve colher em torno de 80 sacas por hectare. “A gente antecipa a venda para recuperar o dinheiro investido no plantio. Para uma parte vendida há três meses, com o dólar mais alto, consegui travar o preço em R$ 81 a saca aqui na fazenda. De lá para cá, o cenário piorou um pouco”, disse.

Silvio Malutta não vê só vantagens para a soja brasileira na disputa comercial entre Estados Unidos e China. “Num primeiro momento, eu acreditei que essa briga seria interessante para nós, mas agora tenho dúvidas. Os americanos têm condições de vender para a Europa e nós podemos perder parceiros. A China é um grande mercado, mas é ruim ficarmos na dependência de um comprador só”, disse. Ele avalia que os preços da soja chegaram a subir em função da disputa, mas não se sustentaram porque, com menos venda da soja americana, os estoques aumentaram. Na quarta-feira passada, a soja levada ao porto de Santos, livre do frete, estava a R$ 75 a saca.

O produtor Maurício Fernandes Dias, da Fazenda Capituva, em Taquarivaí, já vendeu quase 70% da soja que acabou de plantar. “Aproveitei a subida do dólar, que chegou a R$ 4,30. Nesse momento, as vendas futuras não estão com preço muito bom”, disse. Maurício Fernandes Dias avalia que o impacto da guerra comercial ficou abaixo da expectativa. “Era esperado um preço melhor para a soja este ano. Fechamos a saca a R$ 78 em média, ante a média de R$ 73 no ano passado, porque o dólar subiu em relação ao real.” Ele lembra que os custos de produção também aumentaram.

O produtor é um dos que apostaram num cenário favorável para a soja brasileira motivado também pela expectativa de aumento no consumo mundial do grão. Na região de Itapeva, Maurcio Fernandes Dias ampliou a área de soja de 3,8 mil hectares, na safra passada, para 5 mil hectares agora.

A região de Itapeva é a que mais produz soja no Estado de São Paulo. São 196 mil hectares, com produção de 11 milhões de sacas. São Paulo está em oitavo lugar entre os Estados na produção nacional de soja, liderada pelo Mato Grosso. Lá, com 90% da nova safra semeados, os produtores já venderam 35% da produção futura, um volume 3% mais alto que na safra passada, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Aplicada (Imea).

Conforme o Imea, as vendas futuras foram aceleradas entre setembro e outubro, com o dólar mais alto. Isso aconteceu mesmo com o tabelamento do frete rodoviário pelo governo federal, após a greve dos caminhoneiros, em maio, que aumentou o custo para os produtores.

Para Nelson Schreiner Junior, presidente da Nutriceler, empresa que fabrica fertilizantes, a variação recente do preço da soja em função da guerra comercial não foi drástica. “O mercado de commodities é muito vulnerável. É normal que, diante de qualquer fato especulativo, o produtor venda nos momentos de alta”, afirma. “Mas o ganho em produtividade e a redução de custo também são pontos importantes no aumento da rentabilidade.” Nelson Schreiner Junior, que também é produtor, conta que aprendeu com o pai, agricultor experiente, a estratégia de vender parte da produção no mercado futuro e parte só após a colheita. “Ele sempre acertou nos dois tipos de venda”, disse.

A guerra comercial entre Estados Unidos e China não beneficiou apenas as exportações de soja. Na carne bovina, o dado mais recente, da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), mostra que a China passou a representar, em outubro, 44,1% das exportações brasileiras – ante 37,1% em igual mês do ano passado. Para a China e Hong Kong foram embarcadas, no mês passado, 585.263 toneladas, ante 448.721 toneladas em igual período de 2017.

No acumulado do ano, até setembro, o avanço é bastante expressivo : embarques 56% maiores de carne bovina para a China, com faturamento adicional de 68%, conforme a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec). Na soja, só em outubro, foram 5,04 milhões de toneladas exportadas, 132% mais que no mesmo mês de 2017, com receita de US$ 1,98 bilhão, uma alta em valores de 141%.

“Os exportadores de soja brasileira já levaram uma fortuna com a guerra comercial”, disse o vice-presidente da consultoria americana ED&F Man Capital Markets, Michael McDougall, que participou na terça-feira do Summit Agronegócio 2018. Ele disse acreditar que a guerra comercial está longe do fim por causa do caráter agressivo do presidente americano, Donald Trump. “Em vez de investir em diplomacia, Donald Trump investe em armas, aumentando o orçamento para militares”, observou.

Procurada na quarta-feira, a futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina, evitou dar declarações sobre os efeitos da guerra comercial Estados Unidos-China nas exportações brasileiras. Em entrevista na semana anterior, porém, havia assinalado a importância do diálogo.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 20 Nov 2018, 01:57 
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https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/11/mexico-vai-importar-carne-de-frango-de-mais-26-unidades-do-brasil-incluindo-jbs-e-brf.shtml

O México habilitou 26 novos estabelecimentos do Brasil para embarques ao país de carne de aves, basicamente de frango, informou o Ministério da Agricultura brasileiro nesta segunda-feira, já projetando uma expansão consistente nas vendas do maior exportador global de carne de frango.

As unidades habilitadas incluem plantas da BRF e da Seara, essa última controlada pelo grupo de alimentos JBS, segundo comunicado da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal).

O Ministério da Agricultura disse que a medida representa um aumento de 130% no número de unidades brasileiras aptas a exportar carne de aves à nação da América do Norte, que agora totaliza 46 plantas.

“A expectativa é da retomada da tendência de ampliação nas exportações brasileiras de carne de frango para o México”, comentou o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério, Odilson Silva, no comunicado.

Segundo a ABPA, foram habilitadas plantas do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Goiás e Distrito Federal, das empresas Coasul, Copacol, Somave, Bello Alimentos, GT Foods, Aurora Alimentos, Frangos Granjeiro, Frangos Pioneiro, Jagua Frangos, Seara, BRF, Nova Araça, Agrosul, Nutriza, São Salvador, Pif Paf, Dip Frangos, Safrio e Vapza.

O presidente da entidade, Francisco Turra, comemorou em nota a autorização para novas unidades e destacou que o mercado mexicano apresentou um “exponencial” crescimento nas importações de carne de frango brasileira ao longo de 2018.

A sinalização é de um cenário ainda mais demandante no próximo ano, o que deve influenciar o saldo geral das exportações do Brasil. A novas habilitações mostram, ainda, a confiança do México no sistema brasileiro, o que gera boas expectativas, também, acerca da abertura do mercado à carne suína do Brasil”, afirmou Francisco Turra.

O México produz anualmente 3,9 milhões de toneladas de carne de frango e importa mais 640 mil toneladas, ou 13,4 por cento do seu consumo, segundo dados do Ministério da Agricultura. Os principais fornecedores são Estados Unidos, Brasil e Chile.

De janeiro a outubro deste ano, os envios brasileiros dessa proteína ao México somaram US$ 138 milhões, acrescentou o ministério, dizendo que as habilitações foram resultado de missão de auditoria efetuada por autoridades mexicanas em agosto.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 20 Dez 2018, 04:39 
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Se é mesmo imperioso mudar o regime fiscal, e não apenas pela reforma da Previdência, todo o emaranhado de impostos e assemelhados que inflam o custo de se produzir qualquer coisa no Brasil também precisa ser revisto.

O sistema produtivo tem de ficar leve e ágil para atender às necessidades de um crescimento sustentado, com a geração de receita tributária a partir de uma menor carga de impostos, sendo capaz de enfrentar as mudanças na concorrência mundial ditadas pela inexorável e rápida evolução tecnológica.

Assim, não há como não rever o chamado Sistema S, lançado em 1942, na ditadura do Estado Novo, a começar pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), o primeiro do sistema, seguindo-se outras siglas : Sesi, serviço social da indústria; Sesc, do comércio; e Sebrae, de apoio às micro e pequenas empresas, entre outras.

Mais uma herança do getulismo, que precisa ser exorcizada para modernizar-se a economia.

Na segunda-feira, o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, aproveitou almoço na Federação das Indústrias do Rio (Firjan) para anunciar de forma clara : “tem que meter a faca no Sistema S; a CUT perde o sindicato e aqui fica tudo igual ?”

Traduzindo : se os sindicatos dos trabalhadores perderam o imposto sindical, por que os patronais ficarão com algo semelhante ? A lógica da afirmação é irrefutável.

Não se deve transformar o Sistema em ruínas, por óbvio. A assistência social, treinamento de trabalhadores, fomento à cultura, tudo precisa passar por um equilibrado escrutínio. Mas o precipício que se encontra à frente do país e o atoleiro para o qual ele foi levado pela dupla Lula/Dilma impõem reduzir o peso do Sistema S sobre as empresas — contribuições de 0,2% a 0,5%. Paulo Guedes deixou no ar cortes entre 30% e 50%.

Cabe às federações sentarem-se à mesa para negociar. Melhor do que tentar acionar lobbies no Congresso, onde for. É impossível que não haja margens para a redução deste peso sobre os custos de produção.

Tudo que restou do getulismo, não por acaso, se tornou mastodôntico e burocrático. É no que deu a garantia de eternização de recursos e das estruturas de poder.

Uma rápida busca em arquivos da imprensa profissional revelará vários elefantes brancos erguidos Brasil afora com dinheiro deste Sistema S. Além de histórias emblemáticas de mordomias usufruídas por nomeados para dirigir estas siglas.

Sem discriminação ideológica, direita e esquerda usufruem, ou usufruíram, desta enorme estrutura, por meio dos velhos esquemas patrimonialistas brasileiros.

Isso não significa desconhecer os serviços que foram e são prestados pelo Sistema S.

Só que os tempos mudaram.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 29 Dez 2018, 20:21 
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O dólar teve valorização de 16,92 % em 2018.

O dólar começou com a cotação de R$ 3,31 em janeiro de 2018 e terminou o mês de dezembro de 2018 com a cotação de R$ 3,87.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 30 Dez 2018, 02:18 
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https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/12/guedes-prepara-pacote-de-medidas-para-melhorar-ambiente-de-negocios.shtml

Sem fechar consenso sobre a proposta de reforma da Previdência, Jair Bolsonaro vai concentrar os esforços dos primeiros dias de governo em medidas para melhorar o ambiente de negócios e animar o setor produtivo.

Durante o mês de janeiro, a equipe do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, pretende ampliar as ações de uma lei que entrou em vigor em setembro e que retira exigências cartoriais como autenticações de documentos e reconhecimento de firmas.

A ideia é partir do princípio da boa intenção dos cidadãos para que documentos assinados tenham fé pública. Hoje, eles precisam estar registrados com firmas reconhecidas.

Posteriormente, será encaminhado ao Congresso um projeto prevendo alterações na lei, com punições para quem for pego na mentira ou fraudar documentos.

Parte dessa revisão inclui agilizar prazos para abertura e encerramento de empresas, tudo para aliviar ao máximo a burocracia e os custos de operação para empresas.

Os sistemas de comércio exterior também devem ser revistos e aprimorados, para acelerar os processos de importação e exportação.

A meta é intensificar o uso da plataforma eletrônica em que as empresas inserem os documentos para queimar etapas da fiscalização aduaneira.

Embora não tenham efeito imediato sobre a atividade econômica, as iniciativas servirão para confirmar promessas feitas na campanha eleitoral, de menor intervenção e redução do peso do Estado.

Além de reduzir o peso da burocracia, que gera custos para as empresas, a futura equipe econômica estuda cortes nas contribuições para o Sistema S.

A redução deve oscilar entre 30% e 50% nas alíquotas que incidem sobre a folha de pagamentos das empresas.

A verba é repassada pela Receita Federal para 11 entidades nacionais que formam o Sistema S.

Ao reduzir as contribuições, Paulo Guedes pretende manter mais dinheiro no caixa das empresas para que possam fazer investimentos, como a modernização de parques industriais, ou ter capital de giro.

Empresários que optarem por usar os recursos para criação de novas vagas terão descontos maiores nas alíquotas, o que pode ajudar a reduzir o desemprego, um dos maiores problemas do Brasil.

Para definir detalhes desse plano, a equipe do futuro ministro faz um pente-fino nas despesas do Sistema S, avaliando, por exemplo, a qualidade dos cursos que são pagos com o dinheiro recolhido e os pagamentos de serviços como consultorias.

Para eles, é preciso saber onde há gorduras que podem ser eliminadas sem comprometer cursos de treinamento e capacitação oferecidos em mais de 4.000 endereços no país.

A equipe econômica ainda definirá, em até três meses, quais programas setoriais e sociais sofrerão cortes de subsídios ou serão extintos. A ideia inicial é cortar pelo menos R$ 49 bilhões dos gastos da União.

Essa medida foi uma recomendação do TCU (Tribunal de Contas da União).

A equipe econômica de Jair Bolsonaro tem um estudo bastante amplo da efetividade de alguns programas, mostrando a relação custo-benefício. Alguns programas, como o Internet para Todos, podem ser mantidos. Segundo assessores, há números comprovando o aumento da renda per capita de famílias que têm conexão à internet.

Programas devem ser reunidos para melhor aproveitamento dos recursos. O Bolsa Família, por exemplo, deve passar a incluir desempregados e, com isso, será possível cancelar o pagamento do seguro-desemprego que, por ano, consome R$ 19 bilhões.

Assim que assumir o cargo, Paulo Guedes deve pedir à AGU (Advocacia-Geral da União) que procure o Supremo Tribunal Federal para desarmar uma bomba prestes a explodir no gabinete do ministro Luiz Fux : o tabelamento do frete. Demanda dos caminhoneiros para não entrarem em greve novamente no próximo ano, o tabelamento do frete foi proibido pelo ministro por liminar. Dias depois, Luiz Fux reviu a decisão a pedido da AGU, que defendeu a manutenção do tabelamento até a chegada do novo governo. A paralisação dos caminhoneiros retirou 0,2% do PIB em 2018.

Em outra frente, Paulo Guedes quer reduzir ainda mais os tributos que incidem sobre o diesel. Para isso, fará revisão de despesas.

As medidas serão acionadas enquanto o novo governo não fecha a proposta de Reforma da Previdência. Assessores de Paulo Guedes trabalham no texto, que deverá ser apresentado quando o Congresso reabrir, em fevereiro. Até lá, as discussões ficarão no âmbito técnico para que se chegue a uma fórmula de consenso.

A ordem é mesclar propostas de Michel Temer com as de Paulo Tafner e Armínio Fraga e também as dos irmãos Arthur e Abraham Weintraub, que colaboram com Jair Bolsonaro desde a pré-campanha.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 31 Dez 2018, 08:50 
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https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/12/corte-no-sistema-s-dara-ate-r-9-bi-a-empresas.shtml

As empresas terão entre R$ 5,3 bilhões e R$ 8,8 bilhões a mais no caixa em 2019 com as reduções que o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, pretende fazer nas contribuições pagas para o Sistema S.

O cálculo leva em conta o corte nas alíquotas indicado por Paulo Guedes, que pode variar de 30% a 50%.

As empresas que destinarem a diferença entre a nova alíquota e a antiga para gerar novos empregos terão o desconto máximo (50%). Caso contrário, a redução será de 30%.

Ainda não se sabe se haverá alíquotas intermediárias para aqueles que quiserem usar somente uma parte da diferença de valores para a geração de novos empregos.

Hoje com 11 entidades nacionais, como o Sesi (Serviço Social da Indústria), o Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), o Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) e o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), o sistema foi criado nos anos 1940, sob Getúlio Vargas, para a capacitação de mão de obra a ser empregada na indústria e no comércio.

A maior parte de suas receitas (67%) provém de contribuições de empresas sobre a folha de pagamento e que são repassadas às entidades pela Receita Federal.

Neste ano, os recursos foram de R$ 17,7 bilhões, um crescimento de 4% em relação ao ano anterior.

As entidades também contam com outras fontes de renda, como o aluguel de imóveis e rendimentos de aplicações financeiras.

Uma auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) mostrou que R$ 8,6 bilhões estavam contabilizados como receitas próprias das entidades em 2016, dado mais recente disponibilizado.

As mudanças nas contribuições do Sistema S estão sendo estudadas pelo futuro secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida, com outros integrantes da equipe econômica.

"Em uma ponta, a equipe econômica vai trabalhar para a redução do custo de contratação", disse Adolfo Sachsida à Folha.

"Em outra, as empresas terão de fazer sua parte e usar esses recursos para gerar novos postos de trabalho."

No entanto, ainda segundo ele, não haverá uma imposição às empresas porque o novo governo dará um voto de confiança aos empresários.

"Ninguém vai obrigar formalmente a usarem a diferença [de alíquota] para gerar novos empregos, mas confiamos em que os empresários darão sua contribuição para o país."

Para a equipe econômica de Jair Bolsonaro, os programas de treinamento e capacitação do Sistema S são considerados fundamentais, mas há "gorduras" que podem ser cortadas.

Chamaram a atenção os gastos realizados com a aquisição de prédios e terrenos e o valor pago em salários a diretores e presidentes muito acima da média de mercado.

Boa parte dessas informações partiu de auditorias realizadas pelo TCU a pedido do Congresso Nacional.

Também pesou a colaboração de Guilherme Afif Domingos, diretor-presidente do Sebrae, que será secretário especial do futuro ministro Paulo Guedes.

Uma auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) nas contas do Sistema S revelou que os salários de gerentes e diretores chegam a ser duas vezes maiores que o salário mais alto para a mesma função no mercado de trabalho.

Entre os 108,8 mil salários pagos em 2016, pelo menos 8.800 receberam acima do teto do mercado - o que seria equivalente a R$ 201 milhões por ano.

O caso que mais chamou a atenção, ainda segundo o TCU, foi o da Apex, agência que promove as exportações brasileiras no exterior.

Pelo menos 67 funcionários ganharam acima do máximo pago na iniciativa privada - o que representou 20% dos gastos anuais com salários, cerca de R$ 8,5 milhões pagos a mais.

A auditoria foi realizada em 2017. As entidades enviaram os dados solicitados pelo TCU, que analisou informações de 2015 e 2016.

Com o objetivo de comparar os salários pagos pelas entidades do Sistema S com os de mercado, os auditores criaram uma metodologia que buscou comparar cada uma das 4.253 unidades espalhadas pelo país a uma empresa na mesma região. Definiu-se uma média salarial de mercado para as funções desempenhadas por funcionários das entidades.

Esse trabalho permitiu comparar 101,3 mil dos 108,8 mil funcionários do Sistema S, que receberam R$ 5,7 bilhões em salários em 2016.

Desse total, 64% obtiveram proventos maiores que os de mercado.

No Sebrae da Paraíba, por exemplo, todos os 168 funcionários receberam salários acima da média de mercado. Entre os 106 administradores, os pagamentos foram 264% superiores à média das empresas para a mesma função. Para os cargos de secretário-executivo, os valores foram 358% maiores.

Outro problema detectado nas auditorias foi o volume de recursos disponíveis em caixa ou aplicados no mercado financeiro. No caso do Sesi (Serviço Social da Indústria) e do Sesc (Serviço Social do Comércio), havia R$ 4,1 bilhões e R$ 4,5 bilhões disponíveis, respectivamente.

Os auditores apontaram ainda que as entidades não estavam registrando corretamente as disponibilidades financeiras. Em 2015, pelo menos 2,3% das receitas das 11 entidades provinham de aplicações financeiras, índice que caiu para 1,8% em 2016.

Auditorias realizadas pela CGU (Controladoria-Geral da União) também revelaram inconsistências nas transferências das entidades nacionais para suas filiais regionais e no pagamento de fornecedores.

Segundo os órgãos de controle, a maior parte dos contratos com fornecedores vem sendo feita sem competição (licitação ou pregão), apesar de a maioria dos recursos (67%) ser dinheiro que passa pelo caixa da União.

Os auditores verificaram ainda divergência entre os valores declarados nos balanços e os verificados na checagem dos contratos de fornecedores.

Entre os 801 contratos analisados pelos técnicos do TCU no Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial), no Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), no Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural), no Senat (Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte), no Sesc, no Sescoop (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), no Sesi e no Sest (Serviço Social do Transporte), quase 15% apresentaram valores discrepantes entre o que foi informado pela própria entidade e o que constava no próprio contrato.

As auditorias, no entanto, foram apenas formais. Não é possível afirmar que as divergências significam fraudes ou ilegalidades cometidas pelos gestores das entidades. Para isso, será preciso realizar nova auditoria específica.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 07 Jan 2019, 13:51 
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