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Re: Economia
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MensagemEnviado: 19 Dez 2016, 12:39 
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http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,a-necessaria-reforma-tributaria,10000095360

A necessária reforma tributária

O notável crescimento de cerca de 40% em um quarto de século da fatia que o setor público retira da riqueza nacional na forma de tributos levou ao esgotamento da capacidade contributiva do lado real da economia, responsável pela geração da grande maioria dos empregos e dos investimentos na expansão da produção – em resumo, pelo crescimento.

Mas nem esse extraordinário aumento daquilo que os governos absorvem da economia tem sido suficiente para aplacar sua voracidade financeira.

A despeito do aumento da carga tributária – que passou de 23,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 1991 para 32,6% do PIB na estimativa mais recente para 2016, tendo alcançado índices ainda maiores em anos recentes –, os governos federal, estaduais e municipais estão mergulhados numa grave crise financeira que já causa atrasos de pagamentos, inclusive de salários do funcionalismo, e, se não enfrentada com coragem, pode paralisar obras e a prestação de serviços essenciais à população.

Como deixou claro a reportagem publicada pelo Estado sobre o colossal peso dos tributos na economia – na série A Reconstrução do Brasil, que discute os grandes problemas que o País precisa enfrentar para voltar a crescer sem sobressaltos –, o ajuste fiscal, na sua essência, não pode mais se basear no aumento das receitas públicas, como usualmente se fez no passado.

O contribuinte paga imposto demais.

Cada brasileiro precisa trabalhar em média cinco meses e um dia para sustentar o setor público, que, em contrapartida, lhe devolve serviços insuficientes ou de má qualidade.

Basta ver as filas dos que necessitam recorrer aos serviços de saúde oferecidos pelo governo, a deterioração da qualidade do ensino público e a precariedade da infraestrutura sob responsabilidade dos governos.

O empenho do governo Michel Temer em conter os gastos do setor público, por meio da imposição de um teto para as despesas, por isso, é uma iniciativa absolutamente indispensável para evitar o agravamento da séria crise fiscal sem necessariamente recorrer mais uma vez ao bolso do contribuinte.

Mas a aprovação do teto é apenas o início do profundo ajuste fiscal necessário para se alcançar o equilíbrio estrutural das finanças públicas.

Outras medidas que contenham o crescimento automático, em termos reais, de boa parte das despesas, independentemente do comportamento da economia, são igualmente necessárias. Aí se incluem, entre outras, as reformas da Previdência e do sistema tributário e a racionalização dos gastos.

É irrealista imaginar que a carga tributária possa ser reduzida em meio à grave crise fiscal que o Brasil enfrenta.

Mas o peso dos tributos sobre a atividade econômica e sobre o orçamento das famílias chegou ao limite suportável, ou já o ultrapassou, o que torna urgente a revisão do sistema.

Não é só seu peso excessivo sobre a sociedade que torna o sistema tributário brasileiro ruim. Sua complexidade sujeita os contribuintes a pesadas sanções financeiras, por descumprimento de normas que mudam com grande frequência, e gera insegurança jurídica.

Daí o contencioso tributário no Brasil ser, talvez, o maior do mundo, na avaliação do economista Bernard Appy.

Simplificação e racionalização são os objetivos das propostas de reforma tributária em exame.

Ela deve começar pelos tributos que incidem sobre consumo e serviços nos três níveis de governo (IPI, na esfera federal; ICMS, na estadual; e ISS, na municipal). O fracasso de tentativas anteriores de mudança das regras de incidência desses tributos e de repartição de seu produto demonstra a grande dificuldade política para chegar a um modelo aceitável por todas as instâncias do setor público.

Se, nos dois anos de que dispõe, o governo Michel Temer conseguir amealhar capital político para fazer avançar uma proposta de reforma tributária que racionalize o sistema e elimine suas principais distorções, terá dado um grande impulso para o crescimento do Brasil.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 26 Dez 2016, 21:53 
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As maiores apostas para a América Latina em 2017
A Bloomberg reuniu as moedas, os títulos e as ações latinas recomendadas para o próximo ano

Por Ben Bartenstein e Aline Oyamada, da Bloomberg
26 dez 2016, 15h00

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América Latina: peso mexicano é uma das recomendações dos especialistas (Thinkstock)

Títulos de empresas brasileiras continuarão proporcionando retorno generoso em 2017, enquanto o peso mexicano tende a se recuperar da pior queda em oito anos, de acordo com entrevistas com alguns dos principais estrategistas e investidores da América Latina. Eles recomendam evitar o peso chileno. A Venezuela ainda está por trás da maior preocupação com calote.

Moedas

Michael Hasenstab, gestor de recursos da Franklin Templeton, favorece o peso mexicano, que está prestes a passar por uma “reversão acentuada em 2017” após sofrer “pressão extraordinária” neste ano.

O peso mexicano é a moeda mais atraente porque está barato, porque o banco central do país está inclinado ao aperto monetário e porque a equipe escolhida pelo presidente eleito dos EUA, Donald Trump, é menos protecionista do que se esperava, disse Enrique Diaz-Alvarez, diretor de risco da Ebury Partners. Para ele, o peso chileno tem o pior prognóstico diante da alta de juros nos EUA.

O Banco Bilbao Vizcaya Argentaria recomenda o sol peruano e o peso colombiano no curto prazo, o real no médio prazo e o peso argentino no longo prazo. Do peso chileno e do peso mexicano, o melhor é manter distância, segundo o estrategista-chefe de câmbio para a América Latina, Alejandro Cuadrado.

Renda fixa

As principais apostas do JPMorgan em títulos corporativos incluem papéis da Cemex com vencimento em 2021 e 2022, Suzano com vencimento em 2021 e diversos bônus emitidos pela Petrobras, de acordo com a responsável por pesquisa de crédito corporativo para a América Latina, Natalia Corfield.

Petrolíferas como a mexicana Offshore Drilling Holding têm o maior espaço para ganhos, enquanto o Grupo Famsa tende a ganhar porque os preços praticados no mercado parecem uma preparação para o “Armagedom”, disse o gestor de recursos da Insight Securities, Carlos Legaspy.

Os títulos da Petrobras “ainda estão baratos”, as obrigações conversíveis contingentes do Banco do Brasil têm espaço para ganhos e os papéis da Samarco são uma aposta agressiva com “grande espaço para valorização”, já que a companhia provavelmente retomará as operações no ano que vem e renegociará seus títulos, disse Carlos Gribel, responsável por renda fixa na Andbanc Brokerage, em Miami.

Um dos melhores desempenhos de 2017 será dos títulos da Digicel, com a melhora dos negócios; no caso dos títulos da Pemex, a diferença em relação aos papéis soberanos é grande demais e deve encolher à medida que a turbulência causada por Trump se dissipa, disse Jason Trujillo, analista de mercados emergentes da Invesco.

Fundos globais injetaram US$ 28,1 bilhões em títulos do governo brasileiro neste ano e retiraram US$ 6,3 bilhões em termos líquidos de dívidas mexicanas, de acordo com dados compilados pela Bloomberg.

Ações

Morgan Stanley, JPMorgan e BTG Pactual estão otimistas em relação às ações chilenas, citando a alta de preços do cobre e a possibilidade de medidas favoráveis ao setor privado após a eleição presidencial no ano que vem.

A Lerosa Investimentos, de São Paulo, prefere ações de empresas brasileiras menos expostas ao quadro político, incluindo Ambev, BB Seguridade, Minerva, BRF, BM&FBovespa, Embraer, Hypermarcas e Klabin.
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Re: Economia
MensagemEnviado: 26 Dez 2016, 22:05 
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''O peso mexicano é a moeda mais atraente porque está barato, porque o banco central do país está inclinado ao aperto monetário e porque a equipe escolhida pelo presidente eleito dos EUA, Donald Trump, é menos protecionista do que se esperava, disse Enrique Diaz-Alvarez, diretor de risco da Ebury Partners''

''Do peso chileno e do peso mexicano, o melhor é manter distância, segundo o estrategista-chefe de câmbio para a América Latina, Alejandro Cuadrado.''

O peso mexicano é bom ou não, caralho?

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Re: Economia
MensagemEnviado: 26 Dez 2016, 22:06 
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São visões diferentes de cada especialista.


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Re: Economia
MensagemEnviado: 26 Dez 2016, 22:18 
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Victor235 escreveu:
São visões diferentes de cada especialista.


Odeio quando eles fazem isto em matérias, não informa nada esta forçada ''imparcialidade''. Se for pra dar dica, o jornalista deve ser formado no que ele reporta e escolher uma visão econômica. Ou então eu interpretei mal e a intenção da reportagem não era ajudar ninguém.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 26 Dez 2016, 22:25 
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Já eu gosto quando trazem visões diferentes para uma mesma matéria, ao invés de privilegiar uma ou outra. Se bem que, nesse caso aí, ficou um pouco contraditório.


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Re: Economia
MensagemEnviado: 26 Dez 2016, 22:44 
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Eu acho que depende. Se for uma matéria cultural ou discussão sobre alguma ideologia, ok. Dicas de filmes, teatro, musica, tbm. Recomendação sobre como alguém deve se comportar numa entrevista de emprego, o que ela deve saber num exame, aonde ela deve investir são informações muito importantes nas quais só se tem uma resposta prática e não se pode escrever uma matéria auto-excludente. Se eu fosse investidor, o público alvo, me valeria merda esta matéria.

Um jornalista de economia, algumas vezes, precisa se posicionar e escolher um lado, não apenas jogar ideias aleatórias. Qual o fundamento de informar sobre moedas indicadas se o resultado final da matéria é nulo? Afinal, se tu quiseres investir, o que tu farias? Pela matéria, a única coisa que eu conseguiria seria pesquisar o histórico dos especialistas e, a partir daí, escolher um. Eu acho que este trabalho de seleção é antes do jornalista, que tbm deve ser especialista em economia.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 26 Dez 2016, 23:03 
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De fato, aquela matéria ficou mais ou menos.

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600 mil empresas fecham as portas
23/12/2016 - 20h46

Estudo do Sebrae aponta a tendência de encerramento de atividades abertas em 2014 por causa da crise econômica

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Crédito é um dos principais gargalos dos pequenos negócios
Foto: Dreamstime

O Índice de Sobrevivência elaborado pelo Sebrae aponta que as micro e pequenas empresas estão sofrendo forte impacto por causa da crise econômica. A tendência é que 600 mil empresas, entre as 1,8 milhão abertas em 2014, fechem as portas até fim do ano.

Segundo a Agência Sebrae de Notícias, a pesquisa - que considera até os dois primeiros anos de vida da empresa - mostra que apenas 1,2 milhão (67%) dos negócios criados em 2014 devem se manter em funcionamento até dezembro.

Os gargalos

O número é inferior ao de negócios nascidos em 2012, que atingiram o índice de 77% de sobrevivência após os dois primeiros anos de vida, o maior registrado na série histórica dessa análise. Entre os principais motivos listados pelos empresários para o fechamento das empresas estão: altas cargas de impostos, taxas e falta de crédito.

"A dificuldade de acesso ao crédito é um dos principais problemas enfrentados pelos pequenos negócios", ressalta o presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Guilherme Afif Domingos.

Além disso, a baixa clientela e a forte concorrência também prejudicaram 29% dos entrevistados. Entre os empresários que fecharam as portas, 52% indicaram que a redução de encargos e impostos evitaria a mortalidade do negócio. Para 21%, o crédito facilitado também teria impedido o fechamento das empresas.

Por isso, tanto o Sebrae quanto a Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa vão trabalhar no Senado para que a criação da Empresa Simples de Crédito saia do papel em 2017, conforme compromisso assumido pelo presidente Michel Temer.

A urgência das telecomunicações

Senadores de oposição se reuniram com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, para pedir urgência no julgamento da ação liminar na qual os parlamentares pretendem suspender a tramitação do projeto que muda a Lei Geral de Telecomunicações.

Os senadores recorreram ao Supremo para impedir que a matéria seja enviada para sanção da Presidência da República e que o projeto seja votado pelo plenário do Senado. Eles afirmam que a proposta anistia multas aplicadas às operadoras e entrega a elas patrimônio público ao final das concessões.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) afirma que as preocupações dos senadores não procedem porque as multas serão transformadas em investimentos e praticamente inexiste patrimônio público no setor.

Interesse empresarial

A matéria foi aprovada no dia 6 de dezembro na Comissão Especial do Desenvolvimento Nacional do Senado. Antes de recorrer ao STF, os parlamentares protocolaram o mesmo recurso na Mesa Diretora do Senado.

De acordo com a senadora Vanessa Graziotin (PcdoB-AM), o texto deveria tramitar em pelos menos três comissões que envolvem a matéria e passar por votação no plenário. Para a senadora, o projeto de lei não foi levado ao plenário porque os defensores do texto "tiveram receio do debate para favorecer interesse de alguma empresa".

Além da senadora amazonense, também assinam a petição os senadores Lindbergh Farias (PT-RJ), Humberto Costa (PT-PE), Lídice da Mata (PSB- BA), Reguffe (sem- partido-DF), Paulo Rocha (PT-PA), Regina Sousa (PT-PI) Gleisi Hoffmann (PT-PR).

Reeleição

Depois de receber apoio do governo e dos principais partidos da base aliada, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que ainda não decidiu se irá disputar a Presidência da Casa para um mandato de dois anos. Ele disse que só deverá decidir sobre a candidatura em janeiro após avaliações políticas junto ao seu partido e a deputados. Na opinião dele, não há impedimento legal para que ele dispute a reeleição. Ele disse que não está escrito na Constituição que quem cumpre mandato tampão não pode ser candidato à reeleição.

Maia elogiou o parecer apresentado pelo deputado Rubens Pereira Junior (PCdoB-MA) à consulta feita à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara sobre se há impedimento para um integrante da Mesa Diretora da Casa, que tenha sido eleito para um mandato tampão, ser candidato à reeleição. No parecer, Rubens Junior disse que nesse caso não há impedimento.

"Acho que o relatório está bem fundamentado e está na mesma linha dos pareceres que o meu partido está analisando junto aos advogados. Acho que está na linha correta do ponto de vista técnico. Do ponto de vista jurídico, acho que é uma questão muito clara. Do ponto de vista político é uma questão que tem que ser decidida...mas que precisa ter voto, a questão política passa pelo voto sempre", disse.

Harmonia

Para o atual presidente da Câmara, o próximo presidente tem que buscar a harmonia com os Poderes. "O próximo presidente terá um papel importante a cumprir, votar matérias como a reforma da Previdência, que é muito difícil. É uma medida que o governo encaminhou e, independente da posição em que esteja, espero colaborar na condução e na aprovação dela", disse.
DIRETO DE BRASÍLIA/DCI - DIÁRIO COMÉRCIO, INDÚSTRIA & SERVIÇOS


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Re: Economia
MensagemEnviado: 03 Fev 2017, 18:24 
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A queda no preço do dólar devia fazer com que o preço de alguns produtos (principalmente eletrônicos e jogos eletrônicos) baixasse.

Porque atualmente estão um absurdo de caros.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 12 Fev 2017, 00:08 
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Nova repatriação pode incluir políticos
Adriana Fernandes e Igor Gadelha, O Estado de S.Paulo
11 Fevereiro 2017 | 05h00

Projeto que será votado na Câmara terá alterações em relação ao aprovado no Senado; expectativa é que arrecadação supere R$ 40 bi

BRASÍLIA - Chave para o cumprimento da meta fiscal deste ano, a arrecadação com a reabertura do programa de repatriação de recursos não declarados no exterior pode surpreender e garantir uma receita muito próxima aos R$ 46,8 bilhões obtidos na primeira fase, segundo apurou o ‘Estado’. Com a inclusão pelo Congresso de políticos e seus familiares com grandes chances de ser aprovada, fontes da área econômica avaliam que muito dinheiro não declarado no exterior ainda pode ingressar no País nessa nova fase do programa.

O novo prazo para brasileiros aderirem ao programa de repatriação de bens e recursos mantidos ilegalmente no exterior, porém, vai demorar mais um pouco para ser anunciado. Com aval do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o relator do projeto da repatriação na Casa, deputado Alexandre Baldy (PTN-GO), está elaborando um novo texto para o projeto que veio do Senado.

A nova redação é semelhante à do projeto que chegou a ser articulado por Maia em outubro de 2016, para alterar as regras do primeiro prazo de repatriação, mas que acabou não sendo votado, após resistências da equipe econômica.

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Baldy deve mudar alíquotas do imposto e multa

O novo projeto da Câmara ainda proíbe políticos e detentores de cargos, emprego ou funções públicas de direção ou eletivas em 14 de janeiro de 2016 de aderirem ao programa, mas já há articulação de deputados para derrubar esse impedimento. Além disso, diferente do primeiro prazo, já há a permissão para que parentes de políticos regularizem os recursos. A permissão já constava no texto do Senado, após manobra durante a votação do autor do projeto, senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo no Congresso.

Alíquotas. A principal mudança a ser incluída por Baldy será em relação às alíquotas do imposto e da multa que incidirão sobre o montante regularizado pelos contribuintes, em troca da anistia penal e tributária.

Pelo projeto do Senado, quem quisesse regularizar os recursos nesse segundo prazo teria de pagar 17,5% de multa e 17,5% de imposto sobre o valor repatriado – valor superior à taxação de 30% do projeto original. O texto de Baldy prevê diminuir o imposto para 15% e aumentar a multa para 20%.

O argumento dos parlamentares é de que é “inconstitucional” majorar o valor do imposto do segundo prazo em relação ao primeiro prazo do programa, como previa o texto do Senado. Na primeira leva da repatriação, que teve prazo de adesão de 4 de abril a 31 de outubro de 2016, os contribuintes tiveram de pagar 15% de imposto mais 15% de multa.

O governo não abre mão de que a cobrança do imposto e da multa seja mais dura do que no programa original, para não alimentar pressões por novas reaberturas, como ocorre com os Refis, programa de parcelamento de débitos com a Receita. Muitos contribuintes que deixaram para a última hora a adesão ao programa, em outubro do ano passado, à espera da flexibilização das regras vão entrar nessa etapa.

A previsão é de que o novo texto de Baldy para o projeto do Senado seja votado na Câmara somente na semana que começa em 19 de fevereiro. Caso seja aprovado, o texto só poderá ser reanalisado pelos senadores em março. Com o carnaval, no fim do mês, o Congresso diminui o ritmo de trabalho. Pelo projeto, o novo prazo de repatriação será de 120 dias, que começarão a contar 30 dias após a sanção do projeto.

Alexandre Baldy ainda tenta negociar as mudanças propostas pela Câmara com Romero Jucá. Isso porque, mesmo que os deputados alterem o texto do projeto do senador peemedebista, a palavra final sobre a redação da proposta será do Senado, de onde o projeto partiu originalmente.
ESTADÃO ECONOMIA


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Re: Economia
MensagemEnviado: 16 Fev 2017, 20:21 
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Câmara vota repatriação e veta parentes de políticos
O relator na Câmara, deputado Alexandre Baldy (PTN-GO), havia decidido permitir a adesão de parentes.

AZ Brasília Câmara
15 de Fevereiro de 2017, 21:37

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o destaque do PCdoB e excluiu do projeto de lei que reabre o prazo de regularização de ativos (PL 6568/16) a possibilidade de parentes de políticos aderirem ao programa.

A lei atual de repatriação já excluiu agentes públicos e seus parentes, mas o relator na Câmara, deputado Alexandre Baldy (PTN-GO), havia decidido permitir a adesão de parentes.
PORTAL AZ


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Re: Economia
MensagemEnviado: 17 Fev 2017, 04:24 
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O ideal é o dólar na faixa de R$ 2,70 até R$ 2,80.

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Re: Economia
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PODEM ME CHAMAR DE POLIANA, POR ACHAR A VIDA TÃO BACANA<3

http://conteudo.imguol.com.br/c/entretenimento/2015/03/30/paulina-bracho-a-gemea-boa-de-a-usurpadora-1427746604702_320x200.jpg


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Re: Economia
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http://extra.globo.com/noticias/economia/fed-deve-elevar-taxa-de-juros-conforme-economia-dos-eua-mostra-forca-21062391.html

O Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, deve elevar a taxa de juros pela segunda vez em três meses nesta quarta-feira, encorajado por dados mensais fortes de emprego e pela confiança de que a inflação está finalmente caminhando para sua meta.

Um aumento dos juros na conclusão da reunião de política monetária do Fed já está precificada nos rendimentos dos títulos e nos mercados financeiros em geral, com os investidores calculando a probabilidade de tal ação em 95 por cento, segundo programa FedWatch do CME Group.

A atenção está se voltando para a possibilidade de o Fed sinalizar um ritmo ainda mais rápido de aperto monetário este ano do que as atuais três altas que o banco central projetou na reunião de dezembro.

Uma alta nesta quarta-feira vai elevar a meta dos juros do Fed para a faixa entre 0,75 e 1 %, ainda baixa mas se aproximando da faixa em que o Banco Central tem tipicamente operado.

O Fed vai divulgar seu comunicado de política monetária junto com projeções econômicas atualizadas às 15h (horário de Brasília).

A economia dos Estados Unidos tem mostrado força nos últimos meses, com a criação de vagas acima de 230 mil tanto em fevereiro quanto em janeiro.

A confiança do consumidor também aumentou e a inflação vem se firmando.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 26 Mai 2017, 21:35 
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Novo presidente do BNDES é ligado ao DEM, partido do presidente da Câmara
Estadão Conteúdo
26.05.17 - 19h24

O novo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o economista Paulo Rabello Castro, é ligado ao DEM. Segundo integrantes do partido, Rabello não é filiado à sigla, mas costumava prestar serviços à legenda, como a elaboração de análises sobre economia.

Parlamentares do DEM afirmam que Rabello teria admitido nas últimas semanas que estava “angustiado” na presidência do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cargo que ocupava desde junho de 2016. “Ele achava que não tinha mais o que fazer lá”, contou um cacique do partido.

O presidente nacional do DEM, senador José Agripino (RN), negou que Rabello seja indicado político da legenda. “Ele é simpatizante do nosso partido, um amigo há muito tempo. Eventualmente ele participava de eventos no partido”, disse o parlamentar potiguar.

O DEM tem a sétima maior bancada da Câmara, com 29 deputados, entre eles o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Como presidente da Câmara, caberá a Maia aceitar ou não os pedidos de impeachment do presidente Michel Temer.
ISTOÉ / ESTADÃO CONTEÚDO


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