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Re: ECONOMIA
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MensagemEnviado: 17 Jan 2016, 19:32 
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O portal R7 lançou um cartão, não precisando ter conta em banco para fazer um: http://noticias.r7.com/economia/r7-lanc ... s-14122015

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Re: ECONOMIA
MensagemEnviado: 18 Fev 2016, 16:44 
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http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/02/sp-volta-rebaixar-nota-do-brasil.html

A Standard and Poor's (S&P) rebaixou novamente a nota de crédito soberano do Brasil na última quarta-feira (17), mais de cinco meses após o país perder o selo de bom pagador pela agência. O rating, que é usado como referência para os investidores estrangeiros aplicarem recursos no Brasil, foi cortado em um nível, passando de BB+ para BB, com perspectiva negativa.

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Re: ECONOMIA
MensagemEnviado: 19 Fev 2016, 10:00 
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Re: ECONOMIA
MensagemEnviado: 19 Fev 2016, 14:49 
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Pago bem menos que isso na maioria dos produtos. Pimentão tava na faixa de 8 reais, picanha eu paguei 34,90 (tipo A, excelente), e mussarela 14,90.


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Re: ECONOMIA
MensagemEnviado: 19 Fev 2016, 15:01 
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Barbano escreveu:
Pago bem menos que isso na maioria dos produtos. Pimentão tava na faixa de 8 reais, picanha eu paguei 34,90 (tipo A, excelente), e mussarela 14,90.


Tá mais barato morar em São Carlos do que do Rio. :joinha:

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Re: ECONOMIA
MensagemEnviado: 19 Fev 2016, 15:09 
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Aqui em casa, já temos 3 cachos de banana diretos do pé. Pelo menos 21 reais a menos pra gastar.

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Rebecca R. Snowcraft escreveu:
vai a merda


iago83 escreveu:
Não, muito obrigado. Prefiro ir ao meu computador, que lá eu crio minhas animações à vontade ou ao Coral Jovem da minha igreja.


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Re: ECONOMIA
MensagemEnviado: 19 Fev 2016, 15:10 
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Talvez. Mas o negócio é comprar onde tem preço melhor.

Mussarela, por exemplo, compro em Casa de frios, e não em supermercado, que sempre cobra mais caro. Os "atacarejos" também costumam ter um preço melhor que o dos supermercados.

Na compra de carnes costuma sair mais barato comprar nos supermercados e "atacarejos" do que em açougues. Dá para achar peito de frango por 4,99 o kg e filé de frango por 6,99 com certa facilidade. E por aí vai.


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Re: ECONOMIA
MensagemEnviado: 19 Fev 2016, 15:28 
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Com certeza. :joinha: Tem as feiras também, onde é mais barato pra comprar frutas, legumes e verduras.

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Re: ECONOMIA
MensagemEnviado: 19 Fev 2016, 17:51 
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Igorkk33 escreveu:
Aqui em casa, já temos 3 cachos de banana diretos do pé. Pelo menos 21 reais a menos pra gastar.

Ter árvore em casa dá muito trabalho, mas é sempre bom quando rende frutos. Aqui temos acerola (aliás, tá na época) e antigamente tínhamos pêssego, maracujá e mexerica.

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Agente da Coroa a serviço da Rainha


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Ouça Don Cristóvão quero avisar que a tripulação está com fome!
E por que não comem?
Porque não há comida!
E por que não há comida?
Porque acabou!
E por que acabou?
Porque comeram!
E por que comeram?
Porque tinham fome!
Tá vendo, deveriam ter esperado!



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Dá licença, gente! Tô passando pelo tópico!!!


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Re: ECONOMIA
MensagemEnviado: 04 Mar 2016, 17:16 
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E o dólar fecha abaixo de R$ 3,80, de olho em operação Lava Jato do Luizinho: http://g1.globo.com/economia/mercados/n ... -jato.html

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Meus títulos e conquistas no FCH:

Moderador Global do FCH (2012 à 2014 / desde 2016)
Moderador do Meu Negócio é Futebol (2010 à 2012 / 2015 à 2016)
Eleito o 1º vencedor do Usuário do Mês - Março 2010
Campeão do Bolão da Copa do FCH 2010
Campeão do 13º Concurso de Piadas 2011
Bicampeão do Bolão do FCH - Brasileirão (2011 e 2012)
Campeão do Bolão do FCH - Liga dos Campeões (2011/2012)
Campeão de A Casa dos Chavesmaníacos 10 (2012)
Campeão do Foot Beting (2014)
Tricampeão da Chapoliga (2014, 2015 e 2016)
Campeão de O Sobrevivente - Liga dos Campeões (2016/2017)


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Re: ECONOMIA
MensagemEnviado: 15 Abr 2016, 02:55 
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Re: ECONOMIA
MensagemEnviado: 01 Jul 2016, 11:44 
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O GLOBO

Depois de registrar sua terceira queda consecutiva, o dólar comercial encerrou junho com a maior desvalorização mensal desde abril de 2003. A moeda americana caiu 0,74% ontem, a R$ 3,21, o menor nível desde 21 de julho do ano passado (R$ 3,174).

No mês, a queda foi de 11,07%, inferior apenas aos 13% de abril de 2003. No ano, a perda acumulada é de 18,6%.

A desvalorização do dólar, resultado de uma combinação dos cenários externo — o Brexit — e interno — o processo de impeachment —, está sendo vista como uma ferramenta para controlar a inflação.

Segundo o operador de câmbio Cleber Alessie, da H. Commcor, o Banco Central deve aproveitar o movimento de queda do dólar para reduzir seu estoque de contratos de swap tradicional (que buscam segurar a alta da moeda), que é de US$ 62,1 bilhões.

Segundo ele, o Banco Central sob a presidência de Ilan Golfajn já sinalizou que o câmbio é livre, o que foi interpretado como não havendo um piso para o dólar.
— O BC “antigo” tinha como objetivo manter, com unhas e dentes, um piso de R$ 3,50 para o dólar. Este novo BC ainda está estudando, mas certamente está vigilante para evitar que um dólar muito fraco prejudique nossas exportações. Até agora, o dólar está resistindo a cair abaixo de R$ 3,20. Mas há fluxo estrangeiro para o país, e isso deve aumentar após a consolidação do impeachment da presidente Dilma Rousseff — afirmou.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 19 Dez 2016, 11:39 
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http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,a-necessaria-reforma-tributaria,10000095360

A necessária reforma tributária

O notável crescimento de cerca de 40% em um quarto de século da fatia que o setor público retira da riqueza nacional na forma de tributos levou ao esgotamento da capacidade contributiva do lado real da economia, responsável pela geração da grande maioria dos empregos e dos investimentos na expansão da produção – em resumo, pelo crescimento.

Mas nem esse extraordinário aumento daquilo que os governos absorvem da economia tem sido suficiente para aplacar sua voracidade financeira.

A despeito do aumento da carga tributária – que passou de 23,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 1991 para 32,6% do PIB na estimativa mais recente para 2016, tendo alcançado índices ainda maiores em anos recentes –, os governos federal, estaduais e municipais estão mergulhados numa grave crise financeira que já causa atrasos de pagamentos, inclusive de salários do funcionalismo, e, se não enfrentada com coragem, pode paralisar obras e a prestação de serviços essenciais à população.

Como deixou claro a reportagem publicada pelo Estado sobre o colossal peso dos tributos na economia – na série A Reconstrução do Brasil, que discute os grandes problemas que o País precisa enfrentar para voltar a crescer sem sobressaltos –, o ajuste fiscal, na sua essência, não pode mais se basear no aumento das receitas públicas, como usualmente se fez no passado.

O contribuinte paga imposto demais.

Cada brasileiro precisa trabalhar em média cinco meses e um dia para sustentar o setor público, que, em contrapartida, lhe devolve serviços insuficientes ou de má qualidade.

Basta ver as filas dos que necessitam recorrer aos serviços de saúde oferecidos pelo governo, a deterioração da qualidade do ensino público e a precariedade da infraestrutura sob responsabilidade dos governos.

O empenho do governo Michel Temer em conter os gastos do setor público, por meio da imposição de um teto para as despesas, por isso, é uma iniciativa absolutamente indispensável para evitar o agravamento da séria crise fiscal sem necessariamente recorrer mais uma vez ao bolso do contribuinte.

Mas a aprovação do teto é apenas o início do profundo ajuste fiscal necessário para se alcançar o equilíbrio estrutural das finanças públicas.

Outras medidas que contenham o crescimento automático, em termos reais, de boa parte das despesas, independentemente do comportamento da economia, são igualmente necessárias. Aí se incluem, entre outras, as reformas da Previdência e do sistema tributário e a racionalização dos gastos.

É irrealista imaginar que a carga tributária possa ser reduzida em meio à grave crise fiscal que o Brasil enfrenta.

Mas o peso dos tributos sobre a atividade econômica e sobre o orçamento das famílias chegou ao limite suportável, ou já o ultrapassou, o que torna urgente a revisão do sistema.

Não é só seu peso excessivo sobre a sociedade que torna o sistema tributário brasileiro ruim. Sua complexidade sujeita os contribuintes a pesadas sanções financeiras, por descumprimento de normas que mudam com grande frequência, e gera insegurança jurídica.

Daí o contencioso tributário no Brasil ser, talvez, o maior do mundo, na avaliação do economista Bernard Appy.

Simplificação e racionalização são os objetivos das propostas de reforma tributária em exame.

Ela deve começar pelos tributos que incidem sobre consumo e serviços nos três níveis de governo (IPI, na esfera federal; ICMS, na estadual; e ISS, na municipal). O fracasso de tentativas anteriores de mudança das regras de incidência desses tributos e de repartição de seu produto demonstra a grande dificuldade política para chegar a um modelo aceitável por todas as instâncias do setor público.

Se, nos dois anos de que dispõe, o governo Michel Temer conseguir amealhar capital político para fazer avançar uma proposta de reforma tributária que racionalize o sistema e elimine suas principais distorções, terá dado um grande impulso para o crescimento do Brasil.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 26 Dez 2016, 20:53 
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As maiores apostas para a América Latina em 2017
A Bloomberg reuniu as moedas, os títulos e as ações latinas recomendadas para o próximo ano

Por Ben Bartenstein e Aline Oyamada, da Bloomberg
26 dez 2016, 15h00

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América Latina: peso mexicano é uma das recomendações dos especialistas (Thinkstock)

Títulos de empresas brasileiras continuarão proporcionando retorno generoso em 2017, enquanto o peso mexicano tende a se recuperar da pior queda em oito anos, de acordo com entrevistas com alguns dos principais estrategistas e investidores da América Latina. Eles recomendam evitar o peso chileno. A Venezuela ainda está por trás da maior preocupação com calote.

Moedas

Michael Hasenstab, gestor de recursos da Franklin Templeton, favorece o peso mexicano, que está prestes a passar por uma “reversão acentuada em 2017” após sofrer “pressão extraordinária” neste ano.

O peso mexicano é a moeda mais atraente porque está barato, porque o banco central do país está inclinado ao aperto monetário e porque a equipe escolhida pelo presidente eleito dos EUA, Donald Trump, é menos protecionista do que se esperava, disse Enrique Diaz-Alvarez, diretor de risco da Ebury Partners. Para ele, o peso chileno tem o pior prognóstico diante da alta de juros nos EUA.

O Banco Bilbao Vizcaya Argentaria recomenda o sol peruano e o peso colombiano no curto prazo, o real no médio prazo e o peso argentino no longo prazo. Do peso chileno e do peso mexicano, o melhor é manter distância, segundo o estrategista-chefe de câmbio para a América Latina, Alejandro Cuadrado.

Renda fixa

As principais apostas do JPMorgan em títulos corporativos incluem papéis da Cemex com vencimento em 2021 e 2022, Suzano com vencimento em 2021 e diversos bônus emitidos pela Petrobras, de acordo com a responsável por pesquisa de crédito corporativo para a América Latina, Natalia Corfield.

Petrolíferas como a mexicana Offshore Drilling Holding têm o maior espaço para ganhos, enquanto o Grupo Famsa tende a ganhar porque os preços praticados no mercado parecem uma preparação para o “Armagedom”, disse o gestor de recursos da Insight Securities, Carlos Legaspy.

Os títulos da Petrobras “ainda estão baratos”, as obrigações conversíveis contingentes do Banco do Brasil têm espaço para ganhos e os papéis da Samarco são uma aposta agressiva com “grande espaço para valorização”, já que a companhia provavelmente retomará as operações no ano que vem e renegociará seus títulos, disse Carlos Gribel, responsável por renda fixa na Andbanc Brokerage, em Miami.

Um dos melhores desempenhos de 2017 será dos títulos da Digicel, com a melhora dos negócios; no caso dos títulos da Pemex, a diferença em relação aos papéis soberanos é grande demais e deve encolher à medida que a turbulência causada por Trump se dissipa, disse Jason Trujillo, analista de mercados emergentes da Invesco.

Fundos globais injetaram US$ 28,1 bilhões em títulos do governo brasileiro neste ano e retiraram US$ 6,3 bilhões em termos líquidos de dívidas mexicanas, de acordo com dados compilados pela Bloomberg.

Ações

Morgan Stanley, JPMorgan e BTG Pactual estão otimistas em relação às ações chilenas, citando a alta de preços do cobre e a possibilidade de medidas favoráveis ao setor privado após a eleição presidencial no ano que vem.

A Lerosa Investimentos, de São Paulo, prefere ações de empresas brasileiras menos expostas ao quadro político, incluindo Ambev, BB Seguridade, Minerva, BRF, BM&FBovespa, Embraer, Hypermarcas e Klabin.
EXAME

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Re: Economia
MensagemEnviado: 26 Dez 2016, 21:05 
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Localização: Centro de Atenção Integrada à Saúde Mental - Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo
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Programa CH: Chespirito
Time de Futebol: Ed Gein FC
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''O peso mexicano é a moeda mais atraente porque está barato, porque o banco central do país está inclinado ao aperto monetário e porque a equipe escolhida pelo presidente eleito dos EUA, Donald Trump, é menos protecionista do que se esperava, disse Enrique Diaz-Alvarez, diretor de risco da Ebury Partners''

''Do peso chileno e do peso mexicano, o melhor é manter distância, segundo o estrategista-chefe de câmbio para a América Latina, Alejandro Cuadrado.''

O peso mexicano é bom ou não, caralho?

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