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Scopel
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Mensagem por Scopel » 09 Fev 2021, 19:20

Entenda os riscos da autonomia do Banco Central; projeto pode ser votado nesta terça
Auditoria Cidadã da Dívida contesta legalidade de projeto e denuncia atos lesivos ao interesse público

https://www.brasildefato.com.br/2021/02 ... esta-terca

Na prática o efeito é semelhante a eleição indireta para Congresso e Presidência.

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Barbano
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Mensagem por Barbano » 10 Fev 2021, 08:44

Tinha esquecido da aposta.
Barbano escreveu:
05 Out 2020, 10:04
Bazzo escreveu:
02 Out 2020, 21:16
Dólar tá quase 5,70 agora, quem quer apostar comigo que até o fim do mês chega a 6 reais?
Tá apostado.
Ganhei

=======

E autonomia do Banco Central é positivo, quanto menos interferência política, melhor.
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Jacinto

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Mensagem por Chapolin Comunista » 24 Fev 2021, 02:03

Governo quer acabar com exigência de recursos para educação e saúde e reduzir salário de servidores para pagar auxílio emergencial

Osenador Márcio Bittar (MDB-AC) um dos mais fiéis governistas e ex-militante do PCB na juventude e do PPS e do PSDB, entregou seu parecer sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 186, de 2019, de autoria do Senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).

Essa PEC trata das despesas obrigatórias e do “equilíbrio fiscal” da União, dos Estados e dos Municípios. O foco é tornar mais rigorosas as regras de controle fiscal e orçamentário, fazendo com que as chamadas situações emergenciais, como a atual crise do coronavírus e a necessidade do auxílio emergencial para conter a crescente miséria e a fome sejam tratadas com a proibição de promoções de servidores, a concessão de aumentos salariais e até a redução salarial de servidores. Além disso, autoriza a redução da contribuição do PIS/PASEP ao BNDES, que constitui uma das principais fontes de recursos para investimentos.

A PEC original e seu parecer que será votado diretamente no Plenário, sem passar pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), reforça a exigência de teto de despesas com pessoal em todos os poderes e em todos os entes federados. Caso as despesas ultrapassem 95% da arrecadação, estarão proibidos concursos públicos, aumento ou mesmo reajuste salarial, criação de cargos, alteração da estrutura funcional, entre outros.

Dessa forma, restringindo e até retirando direitos dos servidores, o relator atualiza para 2021 as autorizações legislativas concedidas no ano passado à título de emergência (art. 3º do substitutivo), passando elas a figurarem na Constituição (Art. 167 que passa a ser acrescido das letras B até G).

Com a revogação de exceções contidas nos artigos 34 e 35, aumentam os casos em que a União poderá intervir nos estados e estes nos municípios. Um detalhe aparentemente “técnico”, mas importante para fragilizar ainda mais os demais entes federados em relação ao poder central.

Escondido no artigo 4º da PEC, como se fosse mais uma pequena questão técnica, está a revogação a exigência de despesa mínima com educação e saúde. Um retrocesso de décadas nas políticos públicas centrais.

Nesse sentido, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE publicou uma Nota Pública reafirmando que “Seguindo a lógica ultraliberal do atual Governo, a concessão do novo auxílio emergencial à população durante a pandemia (com valor reduzido para R$ 250,00, vigência de apenas quatro meses e destinação a um número menor de famílias), está condicionada à aprovação da PEC 186, que estrangula mais ainda os limites da Emenda Constitucional nº 95, a qual impôs teto fiscal perverso para os investimentos em políticas públicas.” (CNTE, 22/2/21)

A PEC 186/2019 tem por objetivo autorizar, para o exercício de 2021, as medidas emergenciais adotadas em 2020, sendo a principal delas o Auxílio Emergencial (e as transferências trilhonárias para os bancos) em troca de ataques frontais a direitos dos trabalhadores e ao financiamento de políticas essenciais aos mais pobres, como:

Redução no salário dos servidores em 25%
Acabar com a exigência de mínimo de gastos em saúde
Acabar com a exigência de mínimo de gastos em educação
Reduzir as fontes do Seguro desemprego e abono do PIS
A PEC Emergencial não estabelecerá o valor do auxílio nem o período de vigência. Isso deve ocorrer por meio de uma medida provisória (MP) a ser editada pelo presidente golpista Jair Bolsonaro após a votação no Senado, segundo informado o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

O governo golpista de Bolsonaro quer retomar a concessão do auxílio emergencial tirando dinheiro dos servidores, ou seja, mantendo intactos os privilégios dos banqueiros e grandes capitalistas. Os golpistas estão utilizando a necessidade de conceder auxílio para atacar os servidores, o que é uma ação abertamente criminosa contra o povo de conjunto.



https://www.causaoperaria.org.br/golpis ... e-salario/
O Chapolin é um herói latino-americano lutando contra as forças imperialistas (Super Sam, Batman, Superman). Ele sempre foi vermelho.

Chaves é sobre a luta de classes. Burguesia (Seu Barriga, Nhonho), Pequeno-burguesia (Dona Florinda, Girafales, Quico) e Classe Operária (Chaves, Seu Madruga, Chiquinha).E você, de que lado está?


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Mensagem por Chapolin Comunista » 02 Mar 2021, 06:10

As micro e pequenas empresas responderam por 98,8% dos pontos comerciais fechados

Um levantamento divulgado hoje pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) aponta que 75 mil estabelecimentos comerciais com vínculos empregatícios fecharam as portas no Brasil em 2020, primeiro ano da pandemia da covid-19.

As micro e pequenas empresas responderam por 98,8% dos pontos comerciais fechados. Todas as unidades da federação registraram saldos negativos. Os estados mais impactados foram São Paulo (20,30 mil lojas), Minas Gerais (9,55 mil) e Rio de Janeiro (6,04 mil).



https://www.causaoperaria.org.br/75-mil ... ponta-cnc/
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Mensagem por CHarritO » 24 Mar 2021, 11:08

https://g1.globo.com/economia/noticia/2 ... -big.ghtml

Imagem

O Grupo Carrefour Brasil anunciou nesta quarta-feira (24) que fechou acordo para comprar a totalidade das ações do Grupo Big Brasil (ex-Wamart Brasil) por R$ 7,5 bilhões.

O Grupo Big pertence desde 2018 à sociedade formada entre a empresa de investimentos Advent International e o Walmart.

Em comunicado, a rede de origem francesa disse que a aquisição do Grupo BIG "expandirá a presença do Carrefour Brasil em regiões onde tem penetração limitada, como o Nordeste e Sul do país, e que oferecem forte potencial de crescimento".
Meus títulos e conquistas no FCH:
Moderador Global do FCH (2012 à 2014 / desde 2016)
Moderador do Meu Negócio é Futebol (2010 à 2012 / 2015 à 2016)
Eleito o 1º vencedor do Usuário do Mês - Março 2010
Campeão do Bolão da Copa do FCH (2010)
Campeão do 13º Concurso de Piadas (2011)
Bicampeão do Bolão do FCH - Brasileirão (2011 e 2012)
Campeão do Bolão do FCH - Liga dos Campeões (2011/2012)
Campeão de A Casa dos Chavesmaníacos 10 (2012)
Campeão do Foot Beting (2014)
Pentacampeão da Chapoliga (2014, 2015, 2016, 2017 e 2019)
Campeão de O Sobrevivente - Liga dos Campeões (2016/2017)
Campeão de O Sobrevivente - Copa América (2019)
Campeão do Bolão da Copa América (2019)

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Mensagem por Chapolin Comunista » 27 Mar 2021, 00:53

O trabalho remoto não é uma possibilidade para a esmagadora maioria dos trabalhadores brasileiros
O trabalho chamado “home office”, ou “trabalho remoto”, ou ainda “trabalhar em casa”, no bom português, não é uma modalidade nova de trabalho, mas acabou sendo muito difundida desde o início da pandemia. Foi a forma que as empresas encontraram para manter a produtividade, e ainda dizer que estão protegendo seus funcionários do vírus. Brotou nas redes sociais, “lives”, reportagens, orientações de como fazer seu “home office” ser mais produtivo.

Antes da pandemia, podia-se dizer que trabalhar em casa era um privilégio de serviços mais típicos da classe média, hoje em dia, em tempos de pandemia da COVID-19, podemos afirmar que esse privilégio virou uma nova forma de exploração dos trabalhadores. Mas mesmo assim, para um minoria de trabalhadores, como deixa claro um pesquisa divulgada pela imprensa golpista.

Cerca de 86% da classe trabalhadora não tem condições de trabalhar em casa, pois são trabalhos que exigem a presença da pessoa, como é o caso de garçons, vendedores de lojas, manicures, empregadas domésticas, construção civil, Correios, limpeza etc. A lista é enorme. Em suma, a esmagadora maioria do trabalho manual, operário, fabril, não possibilita o trabalho remoto.

Antes do agravamento da crise pela pandemia, os trabalhos formais e informais presenciais somavam 79,7 milhões de trabalhadores no final de 2019, que são os 86% que não conseguem trabalhar em casa e nem se realocar para possibilitar o trabalho remoto. Em contrapartida, apenas 12,9 milhões de pessoas têm o “privilégio” de trabalhar em casa.

Aqui, colocamos o privilégio entre aspas pois desde o início da profusão do trabalho remoto, começaram a surgir as questões de abuso do trabalhador. Não recebem material para trabalhar, no caso o computador e os aparatos que complementam. Não recebem auxílio para os gastos com energia elétrica. Não tem hora de entrada, saída, horário de almoço, ao contrário, os profissionais passaram a trabalhar muito mais horas sem receber extras.

Memo esses dados sobre a possibilidade do trabalho remoto são duvidosos. Vejamos, por exemplo, apenas um caso, o dos bancários. Seria possível para essa categoria, para a esmagadora maioria dela, um sistema de trabalho remoto, com um esquema de rodízio bastante racional e espaçado entre os que terão que estar presentes nas agências. No entanto, os bancários têm sofrido com uma pressão constante para manterem as metas e perderem benefícios do trabalho presencial, o que forma a categoria e “preferir” se arriscar no trabalho presencial.

Concluindo, basta olhar para esses dados, 79,7 milhões de trabalhadores presenciais, contra 12,9 milhões de trabalhadores tem a oportunidade de fazer o trabalho remoto, que fica clara a farsa do isolamento social que a burguesia faz propaganda desde o início da pandemia.

Não há a opção do “fique em casa” para a esmagadora maioria dos trabalhadores brasileiros. E de fato, esses trabalhadores nunca puderam fazer isolamento social, nunca pararam de sair para trabalhar, de pegar transporte lotado etc.

Diante disso, ao invés da farsa do isolamento social e da demagogia do “fique em casa”, que só serve para fazer propaganda para convencer a classe média, é preciso que o governos fornecessem uma contrapartida aos trabalhadores. Garantia de que não haverá demissões, de que não haverá despejos, cortes de luz e água, de que não haverá corte de salários.

Ao invés de demagogia, os governos teriam que organizar os trabalhadores e a economia de modo geral para que funcionasse de modo racional. No entanto, não há nada disso, e os trabalhadores são obrigados a escolher entre o risco de ficar doente e o desmprego e a miséria.

Desde o início da pandemia, o PCO produziu um documento contendo as ações políticas e práticas a serem executadas a fim de proteger o povo brasileiro do genocídio que está acontecendo, já passamos das 301 mil mortes (oficialmente). Algumas das ações necessárias para que houvesse uma verdadeira política de isolamento social são um auxílio emergencial de no mínimo um salário mínimo; salário mínimo de R$ 5.500,00, pois conforme consta na Constituição brasileira, o salário mínimo tem que suprir as necessidades básicas das famílias, a suspensão dos pagamentos de energia elétrica, água, gás, aluguel; suspensão de todas as demissões.

E obviamente, a principal reivindicação nesse momento deve ser a vacinação imediata em massa de toda a população.



https://www.causaoperaria.org.br/home-o ... hadores-2/
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