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Re: Música
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MensagemEnviado: 10 Jun 2017, 13:17 
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http://veja.abril.com.br/entretenimento/a-ascensao-do-safadao/

O sonho de adolescência de Wesley Oliveira da Silva era ser jogador de futebol.

Mas ele começou a cantar, despretensiosamente, ao lado de uma banda formada por primos seus – um empreendimento familiar, gerenciado por sua mãe, Maria Valmira Silva de Oliveira, a dona Bill.

Aos poucos, ele foi ganhando confiança na voz e no carisma, até se lançar em carreira solo, em 2013.

Estourou de vez em 2015, com Camarote, uma mistura de sertanejo e forró (um forronejo) na qual um homem desprezado pela amada encontrava consolo e alegria na balada. Wesley Safadão, hoje, é o maior baladeiro do país : VEJA acompanhou shows do astro em Fortaleza (sua cidade natal), Garanhuns, Recife e São Paulo, e em todos esses lugares vibrou o grito “Vai, Safadão!”.

A reportagem na revista desta semana narra a espetacular trajetória do maior fenômeno popular da música brasileira hoje.

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Re: Música
MensagemEnviado: 12 Jun 2017, 15:59 
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Re: Música
MensagemEnviado: 13 Jun 2017, 14:52 
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Proposta para criminalizar o funk ganha 20 mil assinaturas em site do Senado
http://entretenimento.r7.com/pop/proposta-para-criminalizar-o-funk-ganha-20-mil-assinaturas-em-site-do-senado-26052017

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“O funk é uma vergonha para a sociedade brasileira”. A afirmação é do empresário paulista Marcelo Alonso, autor de uma ideia legislativa que visa criminalizar o funk. Na quarta-feira (24), Alonso conseguiu mais de 20 mil assinaturas no site do Senado, que foi encaminhada para a relatoria do senador Cidinho Santos (PR) na CDH (Comissão dos Direitos Humanos e Legislação Participativa). Em seu texto, Marcelo Alonso escreve.

— Os chamados bailes de "pancadões" são somente um recrutamento organizado nas redes sociais por e para atender criminosos, estupradores e pedófilos a prática de crime contra a criança e o menor adolescentes ao uso, venda e consumo de álcool e drogas, agenciamento, orgia e exploração sexual, estupro e sexo grupal entre crianças e adolescente, pornografia, pedofilia, arruaça, sequestro, roubo e etc.

O R7 conversou com o autor da proposta, que detalhou mais a sua ideia.

— Que bom que renda bastante polêmica porque tenho capacidade de debater o assunto com qualquer funkeiro. Se olharmos para os dias atuais, vemos o que está acontecendo. O funk prega apologia ao sexo precoce, drogas, tráfico, pornografia e tantas outras apologias. O funk é uma vergonha para a sociedade brasileira.

Alonso ainda criticou bailes funks organizados ao ar livre. Nele, é bastante comum encontrar adolescentes usando drogas, bebendo e fazendo sexo no meio da rua. As imagens desses encontros se multiplicam nas redes sociais mais rápido do que se possa imaginar.

— No pancadão você vê arruaça, as pessoas precisam trabalhar cedo e não conseguem, o tráfico de drogas está ali, imperando. Uma pessoa com um mínimo de decência vai entender que aquilo é um mal. Não é possível uma criança de 11 anos, que não tem nem formação corporal, como é que ela pode se sensualizar? Como é que ela pode fazer gestos obscenos com uma possível dança, e isso não causar nenhum efeito em um pedófilo?

A funkeira Renata Frisson, conhecida como Mulher Melão, criticou a proposta de Alonso.

— O funk não é crime, é cultura. Vivo do funk há dez anos e não posso ser considerada uma criminosa por levar alegria ao povo. Isso é uma discriminação com as pessoas da comunidade, que sempre amou o movimento. Estamos passando por tantos escândalos de corrupção no país e querem usar o funk para desviar a atenção.

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Moderador Global do FCH (2012 à 2014 / desde 2016)
Moderador do Meu Negócio é Futebol (2010 à 2012 / 2015 à 2016)
Eleito o 1º vencedor do Usuário do Mês - Março 2010
Campeão do Bolão da Copa do FCH 2010
Campeão do 13º Concurso de Piadas 2011
Bicampeão do Bolão do FCH - Brasileirão (2011 e 2012)
Campeão do Bolão do FCH - Liga dos Campeões (2011/2012)
Campeão de A Casa dos Chavesmaníacos 10 (2012)
Campeão do Foot Beting (2014)
Tricampeão da Chapoliga (2014, 2015 e 2016)
Campeão de O Sobrevivente - Liga dos Campeões (2016/2017)


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Re: Música
MensagemEnviado: 13 Jun 2017, 17:27 
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Se for seguir esse raciocínio, cancelem o Carnaval. Combater exageros (pancadões que misturam pedofilia, estupro, tráfico e bebida para menores) criminalizando um gênero musical é a coisa mais insana que eu já vi. Que tratem individualmente cada problema. Censurar o seu consumo individual que gera emprego é extremamente abusivo e autoritário.

É o mesmo que proibir a venda de cerveja por causa de uns aloprados que causam acidente de trânsito.


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Re: Música
MensagemEnviado: 13 Jun 2017, 18:25 
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Tufman escreveu:
É o mesmo que proibir a venda de cerveja por causa de uns aloprados que causam acidente de trânsito.


Pior que eu já vi gente sugerindo isso.

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Re: Música
MensagemEnviado: 14 Jun 2017, 09:51 
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Tufman escreveu:
É o mesmo que proibir a venda de cerveja por causa de uns aloprados que causam acidente de trânsito.

Acho que faz até mais sentido do que proibir uma manifestação cultural, proibir o ser humano de se expressar por meio da música.

Aliás, a venda de bebidas alcoólicas é proibida nos restaurantes e postos nas margens das rodovias. Acho uma medida até válida, embora os passageiros, que não conduzem o carro, também acabam sendo impedidos de consumir.


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Re: Música
MensagemEnviado: 14 Jun 2017, 14:01 
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Re: Música
MensagemEnviado: 14 Jun 2017, 22:28 
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Re: Música
MensagemEnviado: 14 Jun 2017, 23:38 
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Advinha quem vai ser o relator da proposta? Romário.

Proposta que pretende acabar com funk chega ao Senado
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Show de Funk em Francisco Morato (SP) (Crédito: Alex Silva/Estadão)

Uma sugestão legislativa que propõe o fim do funk no Brasil tramita no Congresso Nacional desde o início do mês de maio. A polêmica ideia de acabar em definitivo com atividades relacionadas ao ritmo musical é de autoria do microempresário Marcelo Alonso, 46, um webdesigner paulistano que nutre uma profunda “cólera” pelo estilo.

Criador do site “Funk é lixo”, Alonso até flerta com a política em alguns momentos da entrevista. “Posso entrar para política para defender nossos valores morais, que estão sendo destruídos”, avalia. Casado e pai de um adolescente, ele mora numa casa simples em um subúrbio próximo à cidade de Guarulhos, região metropolitana de São Paulo.

O projeto não tem data para começar a ser debatido nem tampouco colocado em votação. Contudo, os debates vem ganhando força.



Críticos ressaltam aspectos de censura

Entre as pessoas que vivem e trabalham com funk, a proposta é fortemente criticada. “A ideia deste projeto é censurar o que as pessoas pensam, falam e vivem. A gente não pode tentar calar as pessoas”, entende o pesquisador Renato Barreiros, diretor do documentário “O Fluxo” (2014), sobre os bailes funk nas ruas de São Paulo e estudioso da cultura da periferia.

Barreiros traça um paralelo entre a proibição do funk e a ditadura militar. “Nos anos de chumbo, não existia só censura política, mas censura moral. Os generais diziam por nós: isso pode, isso não pode. O problema é que não se sabe aonde isso acabar tudo isso”, alerta. Estimativa da prefeitura de São Paulo calcula que cerca de um milhão de jovens se reúne aos fins de semana para se divertir embalados pelas batidas do funk.

“Apologia ao crime”

O autor da ideia, o microempresário Alonso, rebate o pesquisador. Para ele, os chamados bailes “pancadões” são somente um recrutamento marginal organizado nas redes sociais por e para atender criminosos, estupradores e pedófilos. “O funk faz apologia ao crime, fala em matar a polícia. Sou pai de família e se eu não me preocupar com o futuro, amanhã só teremos marginais”, diz Alonso.

Quase sem fôlego quando conclui as frases, Alonso emenda: “Os pancadões ou fluxos são arruaças, um quebra-quebra que danifica o patrimônio público, sem contar a falta de respeito para com a mulher, classificando-a como: cachorra, cadela, novinha, safada, puta, biscate.”

O microempresário acredita que as pessoas que curtem a batida da música abraçam uma apologia do mal. “Isso é crime. Essa turma usa a bunda como cérebro para convencer principalmente as crianças, adolescentes ou a mente em formação”, dispara. “Uso o meu intelecto para conscientizar os pais, pessoas de bem, formadores de opinião, policiais, pessoas ligadas à Justiça para mudar este cenário”.

Comunidade do funk reage

O paulistano Lucas Castro, popularmente conhecido como MC Taz, é outro que bate duro nos argumentos do autor do projeto. “Ele não tem conhecimento de causa para falar essas asneiras. Fala só por discriminação. A indústria do funk movimenta uma cadeia com centenas de empregos, além de ser a grande diversão dos pobres da periferia”, comenta.

Com cerca de 30 milhões de visualizações de seus vídeos no canal Youtube, Taz é um exemplo de como o funk é popular na internet. Canais de Youtube, como o Kondzilla chegam a ter 5 bilhões de visualizações de vídeos.

O produtor cultural Alan Silva, morador do Capão Redondo, periferia da capital paulista, é mais um que discorda do projeto. “A música leva autoestima aos jovens pobres que estão excluídos nas periferias”, diz. “Vinte mil assinaturas não dão direito a ninguém de acabar com a diversão de milhões de brasileiros. O funk é um grito de liberdade da periferia”, diz.

Seguindo o mesmo raciocínio, o funkeiro MC Balão condena a ideia legislativa. “O funk incentiva as pessoas a terem novos sonhos. Se antes o moleque da favela queria ser jogador de futebol, hoje ele quer ser MC”, avalia.

Para ele, o gênero musical é reflexo da vivencia deles nas ruas, nas comunidades. “Essa ideia é um ataque a liberdade de expressão. Eu canto o que vejo”, alega. “A Ivete Sangalo canta a Bahia, porque ela vive lá. Eu canto o que vivencio aqui na periferia”, conclui.

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MC Balão: “eu canto o que vejo” (Crédito:Divulgação)

E-cidadania foi usado para sugestão

A ideia de Alonso pode se tornar realidade graças a uma medida importante adotada pelo Senado, em 2012, que busca aprofundar a participação popular no cotidiano político nacional, o “e-cidadania”. Funciona assim: qualquer pessoa pode visitar o site do Senado e registrar uma ideia de lei e se, em quatro meses, ela conseguir 20 mil assinaturas, o texto é encaminhado para o debate no parlamento.

Se a sugestão for aprovada, depois de tramitar pelas comissões e votações em plenário, vira lei. “Lancei e plantei democraticamente a semente de esperança para as pessoas que assim como eu acreditam que esse lixo será destruído”, afirma. O discurso de defesa da ideia está pronto na ponta da língua: “Não existe preconceito e, sim conceito formado de que o funk é lixo. Aliás, funk não é lixo, até porque o lixo pode ser reciclado”, provoca Alonso.

Romário será relator

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Senador Romário é contra proposta de fim do funk (Crédito:Agência Brasil)

Até agora, a iniciativa do microempresário deu certo. A ideia, que surgiu depois de Alonso ter por duas vezes sua página no Facebook derrubada por ser considerada propagandista de ódio, foi aceita no Senado no dia 26 de maio, depois de atingir 21.983 apoios. Em sorteio, o projeto foi parar nas mãos de Romário (PSB/RJ) para ser relatado.

O senador avalia ser um grande equívoco relacionar a ocorrência de eventuais atos criminosos durante os bailes funk com a manifestação artística e cultural que advém da música.

Para ele, “os bailes entretêm a juventude e levam divertimento para uma grande parcela da população, justamente para aquela que já se sente marginalizada pela pobreza e exclusão social”.

Além disso, diz o “baixinho”, deve ser observado que a violência, o desrespeito ao próximo, os atos de vandalismo, o uso excessivo de álcool e a exploração sexual são comuns a todas as festividades conhecidas e não são exclusividade dos bailes funk. “Certamente, durante o carnaval, podemos observar as mesmas cenas que chocaram os apoiadores da presente Sugestão, mas, nem por isso, sugere-se criminalizá-lo”, entende o senador.

Também, em direção diametralmente oposta a ideia de criminalizar o funk, o deputado federal Chico Alencar (PSol/RJ), rebate com veemência os sofismas do microempresário. “É preconceito, sim. Espero que essa ideia não prospere”. Autor de um projeto de lei que, ao contrário do quer Alonso, visa reconhecer o funk como forma de manifestação cultural popular digna do cuidado e da proteção do poder público, Alencar avalia que propostas como a apresentada pelo microempresário incentivam a violência ao discriminar um segmento importante da cultura nacional.

“O baile funk é a distração da juventude e dos mais pobres nas periferias”, diz o deputado. A proposta de Alencar caminha a passos vagarosos na Câmara dos Deputados e desde o ano passado descansa nos escaninhos do Congresso Nacional. “Ninguém fica parado diante de um funk maneiro, saudável e criativo”, argumenta Alencar.

Fonte: Isto É

http://istoe.com.br/romario-relator-proposta-fim-funk


Recomendo para o cara que fez essa proposta legislativa, ler o artigo 5º da Constituição Federal, que fala sobre liberdade de expressão, e ainda ouvir músicas como "Rap do Silva", ou "Feira de Acari", ou "Estrada da Posse" ou "So Tell Me Tell Me", que tem uma excelente letra e não possui nenhuma apologia a drogas ou estupro.








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Re: Música
MensagemEnviado: 15 Jun 2017, 00:40 
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Nós nunca tivemos liberdade de expressão, acontece que agora tá ficando cada vez mais claro mesmo( através de propostas como essa).

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Re: Música
MensagemEnviado: 15 Jun 2017, 15:12 
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Re: Música
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Uma coisa que eu curto bastante é músicas de outros países, principalmente músicas orientais, russas, japonesas, árabes, entre outros ritmos... Eu não desprezo as músicas do ocidente, mas ás vezes os ritmos são sempre os mesmos que já encheram muito. Uma música que eu gostei bastante foi "Zaalim Nazron Se", de Ali Haider. É uma canção paquistanesa em idioma urdu, gravada no início dos anos 1990 e que mistura muito a música folk tradicional do Paquistão com instrumentos modernos típicos da música ocidental. É uma música excelente!


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Re: Música
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Re: Música
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João Vitor A.K.A The Butcher escreveu:
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Não, porque otaku é restrito apenas à cultura japonesa, e eu não curto só as músicas japonesas, mas também músicas de outros países do outro lado do mundo.

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Re: Música
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