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Re: DONALD TRUMP
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MensagemEnviado: 02 Set 2018, 02:12 
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https://www.terra.com.br/economia/trump-esta-pronto-para-intensificar-guerra-comercial-com-a-china-diz-bloomberg,89f46e362550964f56fe7b1732cf1ba3cdpwrdsu.html

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está preparado para intensificar rapidamente a guerra comercial com a China e afirmou a seus assessores que está pronto para adotar tarifas sobre mais 200 bilhões de dólares em importações chinesas assim que o período de consulta pública sobre o plano acabar na próxima semana, informou a Bloomberg News.

Washington exige que Pequim melhore o acesso ao mercado e as proteções à propriedade intelectual para empresas dos Estados Unidos, reduza os subsídios industriais e corte o déficit comercial de 375 bilhões de dólares.

Negociações com o objetivo de reduzir as tensões terminaram na semana passada sem grandes avanços.

As novas tarifas propostas por Washington afetarão produtos ao consumidor como materiais para construção de moradias, produtos tecnológicos, bicicletas e vestuário.

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Re: DONALD TRUMP
MensagemEnviado: 18 Set 2018, 12:56 
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O ESTADO DE S.PAULO

Donald Trump cumpriu ameaça e anunciou a imposição de tarifas de 10% sobre US$ 200 bilhões em importações chinesas a partir de segunda-feira.

As tarifas aumentarão para 25% no início de 2019.

Essa nova rodada se soma aos US$ 50 bilhões que já haviam sido taxados no início do ano.

Com isso, os Estados Unidos vão cobrar tarifas de quase metade de tudo o que compram da China. Em comunicado, Donald Trump fez uma ameaça: “Se a China tomar medidas de retaliação contra nossos agricultores ou outras indústrias, imediatamente buscaremos a fase três, que são tarifas adicionais”.

Donald Trump justifica a medida com o argumento de que a China está envolvida em inúmeras práticas injustas relacionadas à tecnologia e à propriedade intelectual dos Estados Unidos.

As tarifas anunciadas ontem atingem em cheio produtos consumidos pelos americanos todos os dias. Na primeira rodada, de US$ 50 bilhões, as taxas foram aplicadas apenas a produtos industriais. Agora se estendem para bens de consumo, como eletrônicos, alimentos, ferramentas e utilidades domésticas, pouco antes da temporada de compras natalinas.

Com a pressão de companhias americanas durante as audiências públicas sobre a taxação, o governo acabou excluindo uma série de produtos da lista, como os relógios inteligentes da Apple e fones de ouvido sem fio. Como a Apple monta quase todos os seus aparelhos em solo chinês, relógios e outros dispositivos são vulneráveis aos planos de Donald Trump.

Até o iPhone pode ser afetado caso as autoridades chinesas mantenham medidas de retaliação para restringir as vendas de materiais, equipamentos e peças essenciais aos fabricantes americanos.

Também foram poupados das tarifas os insumos chineses para os produtos químicos produzidos nos Estados Unidos usados na manufatura e têxteis.

Os ajustes, no entanto, fizeram pouco para apaziguar os grupos de tecnologia e varejo que argumentavam que as tarifas afetariam duramente os consumidores. “A decisão é imprudente e causará danos duradouros às comunidades em todo o país”, disse Dean Garfield, presidente da associação que representa as principais empresas de tecnologia.

As Bolsas de Nova York ampliaram as perdas ontem depois de Donald Trump dizer que faria um anúncio sobre o comércio com a China após o fechamento dos mercados. Pela manhã, o presidente americano escreveu em seu Twitter que “se países não fizerem acordos justos conosco, eles serão tarifados”. O índice Dow Jones fechou em queda de 0,35%, o Nasdaq caiu 1,43% e o S&P 500 teve baixa de 0,56%.

Recentemente, Maurice Obstfeld, economista-chefe do Fundo Monetário Internacional, afirmou que “o risco de que as tensões comerciais se intensifiquem é, no curto prazo, a maior ameaça ao crescimento mundial”.

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Re: DONALD TRUMP
MensagemEnviado: 01 Out 2018, 22:34 
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https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,vindo-de-quem-vem-tomo-como-elogio-diz-aloysio-nunes-sobre-critica-de-trump,70002528310

O ataque do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, às relações comerciais com o Brasil causou surpresa no governo brasileiro, pois a relação é vista como positiva, embora tenha ainda muito espaço para evoluir.

O norte-americano afirmou que as empresas de seu país são tratadas “injustamente” e que o Brasil está “entre os mais duros do mundo, talvez o mais duro.”

“Quando é o presidente Donald Trump quem diz que nossos negociadores são duros ,vindo de quem vem, eu tomo isso como elogio”, reagiu o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes.

“O comércio bilateral tem crescido nos últimos anos, com ganhos importantes para ambos os países”, disse o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge. “Há investimentos cruzados em diversos setores produtivos.”

Ele acrescentou que os dois países têm trabalhado em uma agenda “construtiva”, para atuar em temas como facilitação de comércio, cooperação regulatória e propriedade intelectual. “Há muito ainda para avançarmos em conjunto, mas entendo que estamos na direção correta", disse.

O secretário de Comércio Exterior, Abrão Neto, informou que nos últimos 10 anos a balança comercial entre os dois países tem sido superavitária para os norte-americanos, com um saldo positivo para os Estados Unidos de US$ 90 bilhões.

“Precisamos entender mais em detalhes o contexto e o teor dos pontos de preocupação externados pelos Estados Unidos”, comentou. “A relação comercial entre Brasil e Estados Unidos tem um viés positivo e crescente nos últimos anos.”

Em 2018, as exportações brasileiras para o país aumentaram 6,2% enquanto as importações de produtos norte-americanos subiram 13,3%. O saldo do ano é superavitário para o Brasil em apenas US$ 45 milhões. “Nossa avaliação é que ainda há uma avenida de temas a serem discutidos e que podem aprofundar ainda mais as relações dos dois países”, completou Abrão Neto.

Abrão Neto ressaltou que a relação entre os dois países são “muito positivas” e que a corrente de comércio tem um perfil “complementar e estratégico”. Os Estados Unidos são o segundo principal parceiro comercial do Brasil, atrás apenas da China.

O déficit aparece nas estatísticas americanas, informou o secretário. Elas são diferentes dos dados coletados pelo governo brasileiro, que apontam para um comércio equilibrado. No ano passado, por exemplo, foi registrado um superávit de US$ 2 bilhões a favor do Brasil, numa corrente de comércio que atingiu US$ 51,7 bilhões. Em 2016, ocorreu um déficit de US$ 650 milhões.

“Essa afirmação causa espanto à indústria”, disse o diretor de Desenvolvimento Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Carlos Eduardo Abijaodi. Ele explicou que há um grande número de empresas americanas instaladas aqui e brasileiras atuando nos Estados Unidos, de modo que o comércio intrafirmas é forte. “Exportamos muito e importamos muito”, comentou.

O diretor acrescentou que os norte-americanos têm muitos investimentos aqui, o que torna a relação com o Brasil diferente da que ele tem com países primordialmente exportadores, como a China.

“O Brasil é um país extremamente difícil para fazer negócios, por causa da burocracia e da tributação, mas não há nenhuma discriminação para os americanos”, avaliou o consultor Welber Barral, da Barral M Jorge. “O Brasil é difícil para os brasileiros, e isso prejudica a todos, principalmente a nós mesmos.” Ele acrescentou que na área de negócios de Donald Trump, o de serviços, o Brasil é mais aberto do que o norte-americano.

Os embates entre os dois países no campo comercial já foram mais numerosos, disse Barral. Ainda assim, há muita reclamação de parte a parte.

O caso mais recente foi o da ameaça de imposição de tarifas adicionais de 25% sobre as exportações de aço e de 10% sobre as vendas de alumínio produzidos Brasil. Concretizada, a medida provocaria fortes perdas à indústria nacional. Mas, depois de muito barulho, foi fechado um acordo que estabeleceu cotas para as exportações brasileiras. “Elas satisfizeram ao setor”, comentou Abijaodi.

Uma briga antiga é a do comércio do açúcar. Os Estados Unidos consomem 12 milhões de toneladas por ano e produzem 9 milhões de toneladas. Metade dessa deficiência é suprida pelo México. O restante é dividido entre os demais países produtores do mundo. A fatia do Brasil, maior produtor mundial, é de menos de 20%, segundo informou a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).

Os Estados Unidos, por sua vez, se queixam da vantagem que o Brasil dá à Argentina na importação de trigo. Mas isso se deve ao fato de o país vizinho integrar o Mercosul.

Um levantamento feito no ano passado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) aponta que as tarifas elevadas aplicadas pelos Estados Unidos prejudicam as exportações de carnes bovinas e de peru, produtos lácteos, frutas, amendoins, óleo de soja, açúcar de cana e beterraba, tabaco, cachaça e rum. Em todos esses casos, a participação do produto brasileiro no mercado americano é menor do que em outros países que importam esses mesmos produtos daqui.


Trump tá fazendo uma verdadeira guerra comercial contra países do mundo inteiro e agora quer afetar o nosso.

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Re: DONALD TRUMP
MensagemEnviado: 11 Out 2018, 21:05 
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Midterms nos EUA: retrospecto é desfavorável aos partidos do presidente
O presidente norte-americano, Donald Trump, terá que enfrentar uma retrospectiva pouco otimista para as eleições de governadores, senadores e deputados de parte dos Estados do país, em novembro –as chamadas “midterms“.
https://www.poder360.com.br/internacion ... residente/


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