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Re: Nova Previdência
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MensagemEnviado: 07 Abr 2019, 17:47 
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. Apoio a Reforma da Previdência cresce na Câmara - https://www.oantagonista.com/brasil/apoio-a-reforma-da-previdencia-cresce-na-camara/

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Re: Nova Previdência
MensagemEnviado: 09 Abr 2019, 06:07 
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O ESTADO DE S.PAULO

A reforma da Previdência tem potencial para garantir uma economia de R$ 170,8 bilhões nas despesas dos municípios no período de 10 anos.

Em 20 anos, os ganhos sobem para R$ 391,3 bilhões, de acordo com cálculo feito pela equipe econômica e obtido pelo Estadão/Broadcast.

Os números serão apresentados pelo governo durante a Marcha dos Prefeitos, que acontece hoje em Brasília, para buscar apoio à aprovação da reforma da Previdência.

O levantamento levou em conta 2.109 municípios que têm regime próprio de Previdência para os seus servidores. Eles têm 3,485 milhões de servidores segurados que ganham, em média, R$ 2.276.

A expectativa é que, na cidade de São Paulo, a economia com a reforma fique em R$ 20,41 bilhões em uma década. No município do Rio, a redução estimada das despesas previdenciárias é de R$ 13,146 bilhões.

As mudanças nas regras de aposentadorias e pensões da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) alcançarão também os Estados e municípios. No governo federal, a economia prevista é de R$ 1,1 trilhão e, nos Estados, de R$ 330 bilhões.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, tem insistido na necessidade de manter a economia prevista, embora já tenha admitido deixar de fora da PEC as alterações nas regras da aposentadoria rural e do benefício de assistência social para idosos de baixa renda (BPC). Essas mudanças vão reduzir o escopo da proposta.

Para o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Glademir Aroldi, a reforma da Previdência é importante para Estados, União e prefeituras. “Temos consciência de que é preciso fazer reforma previdenciária”, disse ele, que defendeu que o governo e Congresso “trabalhem alguns pontos” que prefeitos ainda têm dúvidas, como o BPC e aposentadoria dos trabalhadores da agricultura familiar.

A ideia é que os prefeitos, após o encontro, se posicionem favoravelmente à reforma.

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Re: Nova Previdência
MensagemEnviado: 09 Abr 2019, 21:07 
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Aos gritos de “tem deputado armado”, análise da Previdência na CCJ é suspensa
O presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), deputado Felipe Francischini (PSL-PR), suspendeu a sessão do colegiado que analisava a proposta de reforma da Previdência. Em uma confusão, deputados começaram a gritar que o líder do PSL, Delegado Waldir (PSL-GO), estava armado. Ele declarou que estava apenas com o suporte da arma, conhecido como “coldre”.
O regimento interno da Câmara proíbe o porte de arma: "Art. 271. Excetuado aos membros da segurança, é proibido o porte de arma de qualquer espécie nos edifícios da Câmara e suas áreas adjacentes, constituindo infração disciplinar, além de contravenção, o desrespeito a esta proibição".
https://www.msn.com/pt-br/noticias/poli ... ar-BBVMbxX?

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Re: Nova Previdência
MensagemEnviado: 10 Abr 2019, 20:39 
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51% são contra projeto de reforma da Previdência, diz Datafolha
Apesar de maior índice contrário, a oposição à reforma de Bolsonaro é menor que a proposta anteriormente pelo ex-presidente Michel Temer. Em 2017, 71% dos brasileiros rejeitavam as mudanças.
O grupo de maior apoio à reforma proposta é o que declara ter renda familiar acima de 10 salários mínimos (R$ 9.999).
https://www.poder360.com.br/economia/51 ... datafolha/

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Re: Nova Previdência
MensagemEnviado: 10 Abr 2019, 20:41 
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Poxa, achei que ia ser maior.

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O Disco Voador escreveu:
Se fosse pra definir esse programa, eu NÃO ACHARIA DEFINIÇÃO MELHOR DO QUE DESGRAÇA ATRÁS DE LIXO TÓXICO!!!! COMO ALGUÉM DÁ UM PROGRAMA INTEIRINHO PRA AQUELA MENINA MISERAVEL, NOJENTA, CHATA, DESGRAÇADA!!! EU PREFERIA VER UM TALK SHOW APRESENTADO PELO SATANÁS FAZENDO COISAS +18 COM OS CONVIDADOS DO QUE ESSE DA EX AMANTE DELE!!! EU DIGO "EX" PORQUE NEM ELE AGUENTOU ESSA FELA DA MÃE.

ESSE PROGRAMA DEVERIA SER QUEBRADO, QUEIMADO E TER CADA CINZA ESPALHADA EM UM LUGAR INÓSPITO DIFERENTE!!! AINDA DEVERIAM QUEBRAR O APARELHO ONDE A FITA DO PROGRAMA RODOU E TODA TELEVISÃO EM QUE O PROGRAMA FOI EXIBIDO!!!!

e olhe que nem assisti essa coisa que chamam de programa


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Re: Nova Previdência
MensagemEnviado: 13 Abr 2019, 15:29 
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https://www.oantagonista.com/brasil/psc-promete-apoio-a-reforma-da-previdencia/

Pastor Everaldo, presidente do PSC, prometeu a Jair Bolsonaro que vai apoiar a reforma da Previdência.

O PSC apresentou também nesta semana uma proposta que isenta os trabalhadores que ganham até R$ 5 mil de pagar Imposto de Renda.

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Re: Nova Previdência
MensagemEnviado: 15 Abr 2019, 20:15 
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Só 29 dos 66 deputados da CCJ se declaram em público a favor da Previdência
Até o PSL tem 1 voto ‘indeciso’.
Oposição tem 18 votos contra.
Poder360 fez enquete na CCJ.
https://www.poder360.com.br/congresso/s ... evidencia/

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Re: Nova Previdência
MensagemEnviado: 16 Abr 2019, 21:55 
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Paulo Silva Pinto: Impasses fazem o governo depender cada vez mais da Previdência
https://www.poder360.com.br/analise/imp ... evidencia/

CCJ adia reforma da Previdência, vai alterar projeto e Planalto é derrotado
https://www.poder360.com.br/congresso/p ... ao-na-ccj/

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Editado pela última vez por Victor235 em 21 Abr 2019, 22:34, em um total de 1 vez.

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Re: Nova Previdência
MensagemEnviado: 17 Abr 2019, 11:43 
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O GLOBO

Brasília, há muito tempo, ganhou o nada lisonjeiro título de “Ilha da Fantasia”, dado o distanciamento dos poderes em relação ao país real.

Agora, esta alienação está concentrada no Congresso, como poucas vezes visto. E se trata de uma patologia pluripartidária.

A última prova do desvario foi a reunião de segunda-feira da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na Câmara, cuja pauta era a deliberação sobre a constitucionalidade da proposta de reforma da Previdência, atestada pelo relator, deputado delegado Marcelo Freitas (PSL). Esta votação é parte da etapa inicial da tramitação deste projeto de importância estratégica.

Mas vários partidos supostamente próximos ao governo — como DEM, PP, PRB, SD e outros do “centrão” —, inclusive a legenda do presidente, o PSL, ajudaram a oposição na manobra de inverter a pauta, para dar prioridade ao projeto da emenda constitucional (PEC) do Orçamento impositivo.

Tudo para obstruir, retardar a tramitação das mudanças no sistema previdenciário, sem as quais a economia não decola, como se está vendo.

Parece chantagem em busca de benesses fisiológicas, como nos 13 anos de lulopetismo, o que o Planalto se recusa afazer. A própria PEC do Orçamento, aprovada em altíssima velocidade pela Câmara e pelo Senado, também com apoio maciço multipartidário, já é por si um instrumento descabido de pressão sobre o governo, porque torna ainda mais estreito o ínfimo espaço de manobra para se administrar o Orçamento — as verbas engessadas passam de 93% para 97% da peça orçamentária.

O Senado, pelo menos, incluiu no projeto um escalonamento para a entrada em vigor da regra, e por isso a PEC voltou à Câmara.

A oposição faz um papelão ao se valer de chicanas para retardar o andamento da reforma. Demonstra grave alheamento à situação da economia, que ela mesma produziu, e, mais grave, volta as costas para os 13 milhões de desempregados que aguardam o PIB reagir e voltar a gerar empregos.

Espanta que outros partidos façam parte do jogo — daí o entendimento de que atuem como chantagistas. A situação reflete o nível indigesto em que o Legislativo se encontra agora.

Habitantes desta “Ilha da Fantasia”, deputados e senadores não veem os alertas que vêm sendo dados : as projeções semanais de analistas do mercado financeiro pela sétima vez consecutiva reduziram o crescimento da economia para este ano; a economia se retraiu 0,73%, em relação a janeiro, o mesmo tendo acontecido em janeiro (menos 0,31%). O crescimento lento pode já ter se transformado em recessão.

É imperioso que o Congresso entenda que, sem uma confiança no futuro fiscal do Estado que só a proposta de uma reforma que economize R$ 1 trilhão em dez anos pode construir, os investimentos de que o Brasil necessita não serão feitos. O Congresso tem o dever, até patriótico, de aprovar esta modernização da Previdência.

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Re: Nova Previdência
MensagemEnviado: 21 Abr 2019, 07:55 
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https://veja.abril.com.br/brasil/os-pobres-e-os-ricos/

E então : depois de ouvir durante meses, ou anos, toda essa discussão sobre a “reforma da Previdência”, você está achando que ela é “contra os pobres” ? Ou acha que é exatamente o contrário ? Ou, ainda, não acha nem uma coisa nem outra, porque não tem mais paciência para continuar ouvindo essa conversa que não acaba mais ?

Anime-se. O professor gaúcho Fernando Schüler, conferencista e consultor de empresas, tem a solução definitiva para o seu problema. Se a reforma da previdência fosse contra os pobres, explicou Schüler dias atrás, já teria sido aprovada há muito tempo, e sem a menor dificuldade.

Pela mais simples de todas as razões: tudo aquilo que prejudica o pobre diabo que está tentando não morrer de fome, e não tem tempo para fazer “articulação política”, passa como um foguete da NASA pelas duas casas do Congresso deste país.

Passa tão depressa, na verdade, e com tanto silêncio, que ninguém nem fica sabendo que passou. A reforma proposta pelo governo só está encontrando essa resistência desesperada do PT, dos seus satélites e da massa da politicalha safada porque é, justamente, a favor dos pobres e contra os ricos.

Cem por cento contra os ricos ─ no caso, algumas dezenas de milhares de funcionários públicos com salário-teto na casa dos 40.000 reais por mês, sobretudo nas camadas mais altas do Judiciário e do Legislativo. São esses os únicos que vão perder, e vão perder em favor dos que têm menos ou não têm nada.

Não parece possível, humanamente, eliminar de maneira mais clara as dúvidas sobre a reforma da previdência.

Alguém já viu, em cerca de 200 anos de existência do Congresso Nacional, alguma coisa a favor de rico dar trabalho para ser aprovada ? Ainda há pouco, só para ficar num dos exemplos mais degenerados do estilo de vida dessa gente, deputados e senadores aprovaram o pagamento de 1,7 bilhão de reais para a “campanha eleitoral de 2018” ─ dinheiro vivo, saído diretamente dos seus impostos e entregue diretamente no bolso dos congressistas.

São os mesmos, em grande parte, que agora viram um bando de tigres para “salvar os pobres” da reforma. Poderiam ser mencionados, aí, uns outros 1.000 casos iguais, em benefício exclusivo da manada que tem força para arrancar dinheiro do Erário público.

No caso da previdência a briga é para conservar os privilégios de ministros, desembargadores, procuradores, auditores, ouvidores, marajás da Câmara dos Deputados, sultões do Senado e toda a turma de magnatas que conseguem ganhar ainda mais que o teto e exigem, ao se aposentar, os mesmos salários que ganham na ativa ─ algo que nenhum outro brasileiro tem.

Não adianta nada, com certeza, apresentar números, fatos e provas materiais que liquidam qualquer dúvida sobre a injustiça rasteira de um sistema que se utiliza da lei para violar o princípio mais elementar das democracias ─ o de que todos os cidadãos são iguais em seus direitos e em seus deveres.

A previdência brasileira determina, expressamente, que os cidadãos são desiguais; quem trabalha no setor privado, segundo as regras que se pretende mudar, vale menos que os funcionários do setor público e, portanto, tem de receber aposentadoria menor.

Quando se demonstra essa aberração com a aritmética, a esquerda diz que as contas não valem, pois se baseiam em “números ilegais”.

Não há, realmente, como continuar uma conversa a partir de um argumento desses ─ e nem há mesmo qualquer utilidade prática em conversar sobre o assunto.

Os defensores dos privilégios não estão interessados em discutir número nenhum; estão interessados, apenas, em defender privilégios. Por que raios, então, iriam perder seu tempo se aborrecendo com fatos ?

O que existe, no fundo, é uma questão que vai muito além da previdência social. É a guerra enfurecida que se trava no Brasil para manter exatamente como estão todas as desigualdades materiais em favor das castas que mandam no Estado ─ todas as desigualdades, sem exceção, e não apenas a aposentadoria com salário integral. Sua marca registrada é um prodigioso esforço de propaganda para fazer as pessoas acreditarem que o agressor está do lado dos agredidos ─ e que qualquer tentativa séria de defender o pobre é uma monstruosidade que precisa ser queimada em praça pública.

Acabamos de viver, justo agora, um dos grandes momentos na história dessa mentira que faz do Brasil um dos países mais injustos do mundo ─ quando o ministro Paulo Guedes foi à Câmara para explicar, com fatos da lógica elementar, a reforma da previdência.

O PT fez o possível para impedir o ministro de falar. Ao fim, tentou ganhar pelo insulto. Um deputado de segunda linha faturou seus 15 minutos de fama dizendo que Paulo Guedes era bravo com “os aposentados”, mas “tchutchuca quando mexe com a turma mais privilegiada do nosso país”.

A grosseria serviu para três coisas. Em primeiro lugar, fez o deputado ouvir que “tchutchuca é a mãe”. Em segundo lugar, levou o ex-presidente Lula a dizer, da cadeia, que estava “orgulhoso” com a agressão ─ mais um sinal, entre tantos, do "bem" que ele fará pelo Brasil se for solto ou premiado com a “prisão domiciliar”. Em terceiro lugar, enfim, abriu mais uma avenida-gigante para se dizer quem é quem, mesmo, em matéria de “tchutchuca” com os ricos, parasitas e piratas neste país ─ “tchutchuca” na vida real, como ela é vivida na crueza do seu dia a dia, e não na conversa de deputado petista.

Aí não tem jeito : os fatos, e puramente os fatos, mostram que Lula, guiando o bonde geral da esquerda verde-amarela, foi o maior “tchutchuca” de rico que o Brasil já teve em seus 500 anos de história; ninguém chegou perto dele, e nem de forma tão exposta à luz do sol do meio dia.

Pior : o ex-presidente Lula não foi só a grande mãe gentil dos ricos. Foi também a fada protetora dos empreiteiros de obras bandidos, dos empresários escroques e dos variados tipos de ladrão que tanto prosperam em países subdesenvolvidos ─ as “criaturas do pântano”, como se diz.

O desagradável desta afirmação é que ela tem teores mínimos de opinião; só incomoda, ao contrário, porque sua base é uma lista sem fim de realidades que há muito tempo estão acima de discussão. Vamos lá, então, coisa por coisa.

Não há dúvida nenhuma, já que é preciso começar por algum lugar, que o maior corruptor da história do Brasil, o empreiteiro Marcelo Odebrecht, passou de mãos dadas com Lula os oito anos de seu governo.

Quem diz que Odebrecht é um delinquente em modo extremo não é este artigo; é ele mesmo, que confessou seus crimes, delatou Deus e o mundo e por conta disso está preso até hoje ─ em prisão domiciliar, certo, mas preso.

O empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS, réu confesso, delator e hoje presidiário, foi o grande protetor e protegido de quem ? De Lula ─ a quem, por sinal, denunciou no fatal triplex do Guarujá. Querem mais ? É só chamar o Google.

Em dezesseis anos de Lula e Dilma, na verdade, não se conhece um único caso de rico prejudicado pelo governo ─ a não ser os produtores rurais roubados pelos “movimentos sociais” do PT e outras vítimas da criminalidade oficial.

Os banqueiros, por exemplo, jamais ganharam tanto dinheiro na história da economia brasileira como durante o reinado da esquerda. Não apenas foram protegidos contra qualquer espécie de concorrência ─ liberdade econômica, no lulismo bancário, só vale na hora de deixar os bancos cobrarem os juros mais altos do mundo. Foram os maiores beneficiários da dívida pública alucinante que Lula e o PT tanto se orgulham de ter criado, pois na sua cabeça isso é sinal de que “o governo está se endividando para ajudar os pobres” ─ quando, na verdade, faz a população pagar 100 bilhões de dólares por ano em juros que vão para os bolso dos “rentistas”, a começar pelos banqueiros.

Também não há precedentes de tanta caridade pública para empresários amigos quanto na era Lula-PT. Quem foi mais “tchutchuca” de Joesley Batista e outros abençoados do BNDES ? Quem inventou a Sete Brasil, uma das aberrações mais espantosas jamais criadas pelo capitalismo de compadres do Brasil ? Do começo ao fim, foi apenas uma arapuca para vender sondas imaginárias à Petrobras e “ressuscitar a indústria naval brasileira” ─ vigarice de terceira categoria que fez obras e empregos virarem fumaça quando a ladroagem toda veio abaixo.

A esses bem-aventurados da elite brasileira, de quem a esquerda se diz tão horrorizada, mas a quem serve com a devoção de moleque de senzala, juntam-se os ladrões puros e simples. Em que outra ocasião da história política do Brasil o roubo do Tesouro Nacional viveu dias de tanta glória como nos governos de Lula e seus subúrbios ? Basta, provavelmente, citar um nome para se entender o processo inteiro : Sérgio Cabral. Precisa mais ? O homem soma quase 200 anos de prisão, confessou um caminhão de crimes e tornou-se, possivelmente, o governador mais ladrão que a humanidade já conheceu. Mas foi um dos grandes heróis de Lula ─ não se esquecerá jamais o mandamento público do ex-presidente, dizendo que votar em Sérgio Cabral era “um dever moral, ético e político”.

A verdade é que durante todo o período em que a esquerda mandou no governo o Brasil continuou sendo um dos países de maior concentração de renda em todo o mundo.

O dinheiro foi para o bolso dos nababos, dos Eikes e Geddels. Foi para ditadores da África ─ com o filho de um deles, que por sinal, é um fugitivo da polícia internacional. Foi para obras em Cuba e na Venezuela. Foi para os “prestadores de serviço” e ONGs amigas.

Foi, num país de 200 milhões de habitantes, para os barões mais bem pagos de um funcionalismo público que já soma quase 12 milhões de pessoas entre União, Estados e Municípios.

A situação fica definitivamente complicada para os pobres quando quem diz que está cuidando deles serve no exército do inimigo ─ aqueles que têm como principal razão de sua existência, talvez a única, defender direitos e princípios que são apenas presentes pagos com o dinheiro de todos.

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Re: Nova Previdência
MensagemEnviado: 24 Abr 2019, 00:01 
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Deputados aprovam parecer a favor da reforma da Previdência na CCJ da Câmara: https://g1.globo.com/politica/noticia/2 ... cial.ghtml

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Re: Nova Previdência
MensagemEnviado: 25 Abr 2019, 21:42 
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Maia: BPC, aposentadoria rural e ‘capitalização pura’ sairão da reforma
‘Chance zero de passar na comissão’.
Diz que falta agenda para o governo.
Chama de ‘desastre’ atual Itamaraty.
Não vê projetos na área da Educação.
Relação com Bolsonaro é ‘pior’ hoje.
Maia afirmou se importar com uma agenda econômica que o faça “dormir cedo e acordar tarde”.
https://www.poder360.com.br/congresso/m ... a-reforma/

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Re: Nova Previdência
MensagemEnviado: 26 Abr 2019, 07:56 
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O GLOBO

A economia não para de sinalizar que falta tração na retomada de crescimento esboçada no fim do ano passado. Os analistas do mercado financeiro junto aos quais o Banco Central recolhe projeções de indicadores, reunidas no Relatório Focus, chegaram a estimar, no fim de 2018, um crescimento para 2019 na faixa dos 2,5%.

Hoje, a estimativa já se encontra abaixo de 2%, mais próxima de 1,5%, sem perspectiva palpável de melhoria.

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, indicam que em março o saldo dos empregos formais foi reduzido em 43,1 mil vagas.

Ou seja, voltaram a aumentar as demissões, e especialistas não relacionam este desemprego a qualquer sazonalidade. As empresas demitiram mesmo devido à situação ruim dos mercados.

A extinção de postos de trabalho ocorreu em 19 dos 27 estados da Federação. A indústria demitiu 3 mil; a construção civil, com grande capacidade de gerar empregos, mandou embora 7,8 mil. Na agropecuária também houve corte de folha de salários (9,5 mil).

Este cenário estatístico tem sido ilustrado por cenas da vida real, mostradas na TV, de multidões de desempregados em busca de alguma colocação. Milhares de pessoas, por exemplo, formaram filas que serpenteavam o Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo, atraídas por um mutirão de triagem de currículos feito pelo Sindicato dos Comerciários.

Reforça-se, assim, o recado que a economia tem transmitido ao Congresso, para acelerar o máximo possível a aprovação da reforma da Previdência.

Se ela não vier a ser desidratada, melhorarão as expectativas dos agentes econômicos diante do risco real de insolvência do Estado, e serão, enfim, tirados das gavetas investimentos pesados que dependem da confiança das empresas no futuro.

Assim, será estabelecido um círculo virtuoso com a aprovação da reforma, a consequente volta dos investimentos e maior geração de postos de trabalho a custo mais baixo para o empregador.

A diminuição da carga tributária sobre a folha de pagamentos é um objetivo do ministro Paulo Guedes. É preciso facilitar a geração de empregos formais. Em um fórum em Lisboa, o economista José Roberto Afonso expôs dados preocupantes sobre o mercado de trabalho brasileiro. Dos trabalhadores, 60% são informais e, destes, só 48% contribuem para o INSS.

Isso significa que a estrutura de financiamento da seguridade pública brasileira está em risco. E que a carga tributária sobre o emprego precisa ter relevância na agenda do país.

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Re: Nova Previdência
MensagemEnviado: 26 Abr 2019, 19:57 
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E.R escreveu:
Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho
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Re: Nova Previdência
MensagemEnviado: 01 Mai 2019, 04:06 
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O governo continua preso no atoleiro das contas públicas. Há cada vez menos verbas até para a operação da máquina pública no dia a dia.

Com dinheiro curto, orçamento engessado, investimentos comprimidos e gastos sem freio na Previdência, o governo continua preso no atoleiro das contas públicas, com déficit total de R$ 81,14 bilhões no primeiro trimestre, soma equivalente a 4,64% do Produto Interno Bruto (PIB).

Com o rombo previdenciário funcionando como um buraco negro, têm sobrado cada vez menos verbas para investimentos em obras e até para a operação da máquina pública no dia a dia. O saldo negativo total inclui os juros vencidos.

Sem perspectiva de resultados melhores nos próximos meses, a equipe econômica do governo central batalha agora para fechar o ano com um déficit primário (sem juros) de R$ 139 bilhões.

Enquanto a economia derrapa e a arrecadação fraqueja, o governo central arranja-se como pode, com R$ 30 bilhões de gastos congelados e cortes nas chamadas despesas discricionárias. Mas esse nome é enganoso, porque o grupo das discricionárias inclui despesas essenciais, como o pagamento de bolsas de estudo, as subvenções ao programa Minha Casa, Minha Vida e investimentos em educação e saúde.

Há anos vem ocorrendo um buraco no INSS, um déficit de R$ 197,37 bilhões. O setor público chegou ao fim de 12 meses com déficit primário de R$ 99,31 bilhões. Adicionados os juros, chega-se ao resultado geral do setor público, também conhecido como nominal : um déficit de R$ 483,77 bilhões, equivalente a 6,98% do PIB. Esta é uma das piores proporções do mundo.

A confiança do mercado será maior quando o setor público for capaz de operar com menor desequilíbrio financeiro. A aprovação de uma boa reforma da Previdência, com economia significativa nos próximos dez anos, é condição essencial para isso.

Ainda faltarão outras providências. O Brasil precisa de um orçamento mais flexível e de uma reforma tributária, mas a mudança das aposentadorias é a tarefa mais urgente.

Enquanto se discutem medidas para a recuperação das finanças governamentais, a dívida pública se torna mais pesada. Em março, a dívida bruta do governo geral – da União, dos Estados e dos municípios – atingiu o valor de R$ 5,41 trilhões, soma correspondente a 78,4% do PIB, com aumento de 0,9 ponto porcentual em relação ao nível de fevereiro.

Essa dívida é calculada pelo critério de Brasília, sem inclusão de papéis do Tesouro sob controle do BC. Pelo critério do Fundo Monetário Internacional (FMI), a dívida bruta do governo geral brasileiro já passa dos 80% do PIB e avança rapidamente para os 90%.

Esses números, muito ruins por qualquer dos critérios, são acompanhados por investidores e analistas no país e no exterior e podem afetar o movimento de capitais para dentro ou para fora do Brasil. Um surto de pessimismo pode ser desastroso.


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https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/05/crise-no-brasil-frustra-efeitos-da-reforma-trabalhista.shtml

A geração robusta de empregos prometida pela reforma trabalhista esbarra na frustração com o crescimento econômico do Brasil.

Até agora, considerando trimestres cheios, o total de brasileiros ocupados passou de 90,3 milhões nos três primeiros meses de 2018 para 91,9 milhões neste ano, segundo dados do IBGE.

Enquanto isso, o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro fechou o ano passado em 1,1%.

Para 2019, as expectativas para o PIB são de 1,7%.

"A reforma trabalhista não veio para gerar emprego, veio para facilitar a sua retomada e trazer algum alívio às empresas na crise. O que vai determinar a queda na taxa de desemprego é o crescimento econômico", diz Renato da Fonseca, gerente-executivo de pesquisa e competitividade da CNI (Confederação Nacional da Indústria).

Com as famílias endividadas, diz Renato da Fonseca, a retomada econômica não virá pelo consumo. Nesses momentos, segundo ele, o governo poderia, inicialmente, aumentar seus gastos, estimulando o setor privado a entrar em um novo ciclo de investimentos. "Mas o governo está quebrado e não tem força para puxar a economia", afirma.

E a reforma trabalhista sozinha não seria capaz de oferecer esse "choque de demanda".

"Quando o governo gasta, o empresário fatura na hora. Quando o efeito vem pela reforma, não gera demanda no 'tempo zero', no momento inicial. Isso passa pelo filtro do empresário: 'Legal, está mais barato contratar, mas eu preciso produzir mais ?'", diz Rafael Cardoso, economista da Daycoval Asset Management.

"Ele olha para a ociosidade da fábrica e pensa que não precisa produzir mais, o nível atual é suficiente : 'Se eu não vou vender mais amanhã, por que vou contratar hoje ?'"

A persistência do desemprego em níveis altos, combinada ao avanço de vagas informais e da subutilização (que inclui trabalhadores que gostariam de trabalhar mais horas), também pode afetar outros indicadores, como a produtividade.

"É uma preocupação, que, em períodos longos de desemprego elevado, isso tenda a prejudicar a produtividade dessas pessoas uma vez que elas retornem ao mercado. Isso pode gerar prejuízos para a economia no longo prazo", diz Bruno Ottoni, pesquisador associado do FGV Ibre.

Para ele, porém, a reforma trabalhista pode sim contribuir para o mercado ao "criar vagas para quem não é aquele trabalhador típico". A iniciativa esbarrou em uma Justiça que demora para criar jurisprudência.

Furar essa "bolha" de crescimento achatado, e assim, impulsionar a geração de emprego, terá de passar pelo investimento privado, nacional e estrangeiro, dizem especialistas.

Na avaliação de Cosmo Donato, economista da LCA Consultores, há espaço, com uma boa reforma da Previdência, para uma injeção de confiança que destravaria contratações de parte do setor privado. "Nada que nos faça retornar ao mercado pré-crise", diz.

"A reforma da Previdência não bate no balanço do empresário, mas bate no orçamento público e ajuda na queda dos juros no mercado. Ninguém vai demandar mais produto porque a reforma foi aprovada, mas investir pode ter um custo menor", diz.

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