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Re: Reforma da Previdência
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MensagemEnviado: 25 Ago 2017, 23:13 
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http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/fracasso-da-reforma-da-previdencia-pode-inviabilizar-ofertas-de-acoes-diz-presidente-da-bolsa.ghtml

Um eventual fracasso do governo federal em aprovar a reforma da Previdência ainda este ano vai decepcionar o mercado financeiro e pode inviabilizar algumas ofertas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês) previstas para acontecer neste ano.

A afirmação foi feita pelo presidente-executivo da B3 (novo nome da BM&FBovespa), Gilson Finkelsztain.
"Seria uma decepção se não sair pelo menos uma reforma pequena", disse o executivo a jornalistas antes da abertura do 8º Congresso Internacional de Mercados Financeiro e de Capitais.

Segundo o executivo, há várias companhias preparando apresentações para IPOs em setembro e mais de 10 ofertas de ações para acontecer nos próximos meses, entre IPOs e ofertas subsequentes (emissão de novas ações por empresas já listadas).

Na lista de empresas que pediram registro de companhia aberta estão a empresa de tecnologia Tivit, a Neoenergia e a Vulcabras Azaleia.

A oferta mais aguardada é o IPO da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras. O presidente da estatal, Pedro Parente, afirmou no início deste mês que o processo pode ser feito ainda este ano.

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Re: Reforma da Previdência
MensagemEnviado: 11 Set 2017, 16:38 
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http://g1.globo.com/economia/noticia/nao-ha-condicoes-de-conduzir-reformas-da-previdencia-e-tributaria-ao-mesmo-tempo-diz-ministro.ghtml

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, disse nesta segunda-feira (11) que o país está prestes a não conseguir suportar os custos com aposentadorias e pensões.
"A gravidade da situação é esta mesmo : nós estamos prestes a não poder pagar (a Previdência)", afirmou Dyogo Oliveira, durante sua apresentação no 14º Fórum de Economia da Fundação Getulio Vargas, em São Paulo.

O texto-base da reforma da Previdência foi aprovado pela comissão especial da Câmara em maio e ainda deverá ser votado em plenário. Por se tratar de uma proposta de alteração na Constituição, precisará de pelo menos 308 votos, em dois turnos de votação.

"Nós vamos ter que pedir uma autorização do BNDES para poder pagar a Previdência neste ano e no ano que vem. Depois nos anos seguintes não vai ter como. Então, nós estamos emitindo dívida para pagar a Previdência. E nós vamos pedir uma alteração na Constituição para poder fazer isso. Esse é o cenário. É gravíssimo", emendou.

O governo pediu ao BNDES que devolva neste ano R$ 50 bilhões aportados no banco de fomento pela União. Para o ano que vem, foi feito outro pedido no valor de R$ 130 bilhões.

"Isso em certa medida demonstra o tamanho do problema que nós estamos enfrentando de financiamento do déficit", afirmou aos jornalistas.

O ministro disse que a solicitação está em análise no banco que, de acordo com ele, tem recursos suficientes em caixa. "É importante dizer que nós não faremos nada que não seja saudável também para o BNDES", completou.

O ministro explicou que a medida será tomada para cumprir a chamada "regra de ouro" da contabilidade pública, que determina que o governo não pode se endividar para pagar despesas de custeio.

Essa devolução de dinheiro pelo BNDES não afetará o resultado primário do país, mas impactará o caixa do Tesouro, já que ao usar a quantia para pagamentos, o governo evitará a necessidade de emitir novas dívidas.
"Isso [acontece] do ponto de vista abaixo da linha, como a gente chama. Não tem impacto no resultado primário, só impacta o fluxo de caixa da conta única do Tesouro."

O resultado primário é o que "sobra" (ou falta) nas contas do governo depois de pagas as despesas. Na conta, porém, não entra o pagamento dos juros da dívida pública.

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Re: Reforma da Previdência
MensagemEnviado: 10 Out 2017, 11:40 
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http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,deputados-querem-votar-previdencia-mais-enxuta,70002036291

Lideranças governistas no Congresso lançaram uma nova ofensiva para apresentar à base aliada uma proposta mais enxuta da reforma da Previdência.

A estratégia é colocar o texto em votação no plenário da Câmara em novembro.

O grupo está preparando um texto alternativo (ou emenda aglutinativa) ao parecer do deputado Arthur de Oliveira Maia (PPS-BA) que foi aprovado em maio em uma comissão especial da Casa.

Vice-líder do governo na Câmara, o deputado Beto Mansur (PRB-SP) diz que a emenda deve se concentrar em três mudanças : idade mínima de aposentadoria, tempo mínimo de contribuição e uma regra de transição para quem já contribui hoje com a Previdência.

A ideia é manter a proposta de idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens, como já previsto no parecer do relator aprovado na comissão. Mas “ajustes” devem ser feitos no tempo mínimo de contribuição - de 25 anos, pelo texto da comissão - e na regra de transição.

Foram propostos possíveis aperfeiçoamentos no texto, como a permissão para que brasileiros que tenham atingido a idade mínima (65 anos para homens e 62 anos para mulheres) possam pedir a aposentadoria com benefício proporcional caso ainda não tenham completado os 25 anos de contribuição que o governo pretende exigir como mínimo a partir da reforma. À época, a ideia era garantir um benefício de 60% do salário de contribuição em caso de 20 anos de recolhimento à Previdência, ou 50% com 15 anos.

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