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Re: Reforma da Previdência
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MensagemEnviado: 27 Ago 2018, 15:51 
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. Sem a Reforma da Previdência, a economia brasileira terá rápida deterioração - https://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/7549236/sem-reforma-previdencia-economia-tera-rapida-deterioracao-diz-zeina-latif

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Re: Reforma da Previdência
MensagemEnviado: 10 Set 2018, 20:07 
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Em Moscou, 2 mil protestam contra reforma da Previdência
Cerca de 300 pessoas foram presas. Na nação europeia os protestos só podem ser realizados com a autorização do governo, o que não ocorreu neste caso.
Alexei Navalny, principal opositor do governo russo, foi apoiado pelos manifestantes. Em janeiro, ele foi detido por 30 dias por participar de outro protesto, além de ser impedido de concorrer com Putin nas eleições presidenciais do início deste ano.
https://www.poder360.com.br/internacion ... evidencia/


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Re: Reforma da Previdência
MensagemEnviado: 16 Set 2018, 03:06 
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Re: Reforma da Previdência
MensagemEnviado: 08 Out 2018, 07:34 
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O ESTADO DE S.PAULO

É perturbador que um dos mais graves problemas com os quais o próximo presidente da República terá de lidar – o déficit da Previdência – não tenha sido tratado às claras pela maioria dos candidatos ao Palácio do Planalto, especialmente por aqueles que estiveram à frente nas pesquisas de intenção de voto.

Por meio de declarações vagas ou optando pelo silêncio, os candidatos sonegaram à Nação uma informação vital sobre o futuro do País, qual seja : como pretendiam conter a escalada do rombo nas contas da Previdência.

Ignorar a existência de um problema ou tratá-lo à socapa não tem o condão de, como num passe de mágica, fazê-lo sumir ou se tornar menos grave do que, de fato, é. No ano passado, convém lembrar, o rombo no Regime Geral de Previdência Social (RGPS) foi de R$ 182 bilhões, 21,5% maior do que em 2016.

Já o déficit do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), que atende os servidores públicos, foi de R$ 86 bilhões em 2017, 12% maior do que no ano anterior. Não é necessário muito esforço para concluir que, caso nada seja feito, os resultados do próximo ano serão ainda piores e o próximo governo tende à paralisia. Hoje, mais da metade do Orçamento da União – 56% – é consumida por despesas com pensões e aposentadorias.

De modo geral, quase todos os candidatos reconheceram a necessidade de uma reforma da Previdência, ainda que uns ainda vocalizassem o delírio do “superávit”. Entretanto, não deram detalhes de como pretendiam tratar da questão. A enorme impopularidade do tema prevaleceu sobre a franqueza dos candidatos no curso do debate eleitoral.

É sabido que o Brasil perdeu a oportunidade do chamado bônus demográfico para reformar o sistema previdenciário sem maiores sobressaltos. Segundo dados do IBGE, a participação dos brasileiros em idade ativa (de 15 a 64 anos) vem caindo substancialmente em relação à população total do País. É cada vez mais estreita, portanto, a janela de oportunidade para que seja feita uma transição mais suave para as novas regras de concessão de pensões e aposentadorias.

Tal é a urgência do tema que o presidente Michel Temer se dispôs a trabalhar com seu sucessor e mesmo com as forças derrotadas no pleito para aprovar algum tipo de reforma da Previdência ainda neste ano, especialmente no que concerne à redefinição da idade mínima para aposentadoria e à unificação dos regimes previdenciários dos servidores públicos e da iniciativa privada.

A proposta que tramita no Congresso Nacional – e que provavelmente teria sido aprovada no ano passado não fosse a grave crise política desencadeada pelas duas denúncias ineptas apresentadas pela Procuradoria-Geral da República contra o presidente Michel Temer – prevê idades mínimas iniciais de 53 anos para a aposentadoria das mulheres e de 55 anos para a dos homens. Ao longo de duas décadas, os limites avançam até chegar a 62 e 65 anos, respectivamente. Mas especialistas acreditam que o estágio atual das contas da Previdência não suporta mais uma transição tão longa. “O ponto de partida em 53 e 55 anos é muito baixo para a urgência que o País enfrenta”, avalia Pedro Fernando Nery, consultor do Senado. “Sem uma reforma, é o caos. O atual regime não para em pé”, disse Fernando de Holanda Barbosa Filho, do Ibre/FGV.

Sete dos nove principais candidatos à Presidência concordavam com a fixação de novas idades mínimas e com a necessidade de unificação do RGPS e do RPPS, mas não informaram à sociedade como e quando pretendiam fazer isso.

Não é exagero afirmar que, a ser mantido o atual estado das contas públicas, o próximo presidente da República terá pouquíssima liberdade para gerir o Orçamento e implementar quaisquer que sejam as propostas contidas em seu plano de governo. Os candidatos tinham a obrigação de informar à Nação como pretendiam solucionar o grave problema do déficit da Previdência. Se mantida daqui para a frente, a omissão observada na campanha eleitoral haverá de inviabilizar o futuro governo e trazer severas consequências ao País.

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Re: Reforma da Previdência
MensagemEnviado: 09 Out 2018, 10:54 
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Juliana Rosa @julianarosa_

Os 2 candidatos falam q vão fazer Reforma da Previdência, mas não detalham. Terão q mexer nos privilégios. Maioria da população se aposenta com o mínimo. Militares se aposentam, em média, com R$ 9.597. Judiciário : 26.302. Deputados e senadores : R$ 28.547.

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Re: Reforma da Previdência
MensagemEnviado: 12 Out 2018, 23:34 
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https://www.oantagonista.com/economia/o-passo-decisivo-e-reforma-da-previdencia/

Em encontro do FMI e do Banco Mundial em Bali, na Indonésia, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, disse hoje que parece haver um “consenso crescente” de que reformas e ajustes devem continuar para aumentar o avanço sustentável do Brasil, registra o Valor Econômico.

Ele ponderou que, apesar dos progressos, o passo decisivo, que é a reforma da Previdência, ainda precisa ser dado.


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https://www.mixvale.com.br/2018/10/12/reforma-da-previdencia-ajudara-e-deixara-mais-vantajosa-solicitacao-da-aposentadoria-por-tempo-de-contribuicao-no-inss/

A Reforma da Previdência ajudará e deixará mais vantajosa solicitação da Aposentadoria por tempo de contribuição no INSS. Os segurados da Previdência que já possuem o tempo de contribuição necessário para requerer aposentadoria por tempo de contribuição no INSS devem ficar atentos às fórmulas de cálculo do benefício, pois, na maior parte das situações, é mais vantajoso esperar a nova regra da reforma da Previdência do que entrar com pedido de benefício pela regra vigente. A conclusão é de estudo realizado pela Coordenação-Geral de Estatística, Demografia e Atuária da Secretaria de Previdência com colaboração de especialistas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Para fazer as simulações, o estudo considerou o projeto de reforma que está em tramitação no Congresso Nacional e traçou diversos cenários para homens e mulheres que já possuem o direito adquirido ao benefício de aposentadoria por tempo de contribuição no INSS. O valor do benefício foi calculado a partir do tempo mínimo de contribuição, para diferentes idades, com diversos níveis de médias salariais. A média pela regra vigente considera apenas os 80% maiores salários a partir de julho de 1994. Pela regra proposta, a média leva em conta todos os salários desse período.

No caso de uma mulher de 48 anos de idade e média salarial de R$ 3.500,00 (considerando somente 80% maiores), por exemplo, o estudo concluiu que o valor do benefício (INSS)usando a regra de cálculo da reforma foi 23% maior do que usando a média obtida pela regra vigente (que considera o fator previdenciário). Os pesquisadores tomaram por hipótese que a média dos 20% menores salários de contribuição seja igual a um quarto (25%) da média calculada para os 80% maiores (R$ 875,00). Dessa forma, somando-se a média das 80% maiores remunerações com as 20% menores, os pesquisadores chegaram a uma média de salário de contribuição de R$ 2.975,00 e o valor do benefício, portanto, igual a R$ 2.305,63. Considerando-se a regra vigente, com aplicação do fator, o valor de benefício seria R$ 1.879,23, segundo a simulação.

Segundo o estudo, para mulheres com idades até 55 anos, seria mais vantajosa a aposentadoria pela regra nova, nos casos em que a média das menores remunerações da segurada seja pelo menos a metade da média das maiores. “No caso mais extremo explorado, mesmo que a média dos menores (salários) seja de apenas 25% da dos maiores, haveria vantagem em solicitar o benefício pela regra da reforma se a idade da mulher for até 53 anos”, informa o texto.

Já na hipótese de um homem com 53 anos de idade e média salarial também de R$ 3.500,00, o valor do benefício seria 16% superior se o segurado utilizasse a regra proposta pela reforma da Previdência, segundo o estudo. “Se o salário médio considerando os 20% menores valores representar um quarto do salário médio dos 80% maiores valores, a média resultante será de R$ 2.975,00, que, ao sofrer incidência de 87,5% correspondente ao percentual para 35 anos de contribuição, irá gerar o valor de benefício de R$ 2.603,13”, conclui o artigo.

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