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Re: Política
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MensagemEnviado: 18 Jul 2017, 22:23 
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Crl, já chegou Dando Boura aqui hehehe.

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Re: Política
MensagemEnviado: 19 Jul 2017, 09:32 
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Victor235 escreveu:
Esse maluco não tinha sido afastado?? Só faltou soltar seus fogos.

Na CCJ não faltou nem isso:

Assim como havia feito na votação do Impeachment na Câmara, o deputado Wladimir Costa (SD-PA) comemorou o resultado soltando confetes. Desta vez, ele gritou repetidamente "fica, Temer"....

https://noticias.uol.com.br/politica/ul ... na-ccj.htm

E já deu seu showzinho contra o relator Zveiter:



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Re: Política
MensagemEnviado: 19 Jul 2017, 12:36 
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Tendo em vista o nível do eleitorado brasileiro, a reeleição desse pateta aí já é garantida pelo "voto de protesto".


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Re: Política
MensagemEnviado: 19 Jul 2017, 20:50 
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Em fevereiro, este deputado teve o mandato cassado por unanimidade pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) paraense. Deve ter entrado com recurso, sei lá.

Não bastasse o show pirotécnico, o "fica Temer", o "viva presidente Temer!", o "Dilma é pior que o PCC e Al Capone juntos", o "está na sua cara que o senhor é burro", suas diversas e repetidas ofensas declaradas a outros parlamentares e pessoas, etc, ele ainda é acusado de receber dinheiro "oriundo de fontes não declaradas" para campanha eleitoral e de omitir 410.800 reais recebidos para campanha: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/ ... e-do-para/

Ele também é acusado de desviar recursos públicos com a contratação de assessores parlamentares fantasmas: https://mpf.jusbrasil.com.br/noticias/2 ... imir-costa

Ainda acho surpreendente que ele receba, não só votos, como demasiadas manifestações de apoio e aplausos em pé pelos comentaristas do Youtube (em diversos vídeos).

Solidariedade, o partido mais tosco do Brasil.

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Re: Política
MensagemEnviado: 19 Jul 2017, 21:38 
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Parlamentares que vão votar perdão de dívidas devem R$ 533 milhões
http://economia.estadao.com.br/noticias ... 0001895469

Cientistas cogitam criar partido político para ter voz no Congresso Nacional
http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/p ... 295877.php

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Re: Política
MensagemEnviado: 20 Jul 2017, 05:07 
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Victor235 escreveu:
Cientistas cogitam criar partido político para ter voz no Congresso Nacional
http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/p ... 295877.php

Mais um partido que só vai servir de cabide de emprego. Por isso que eu sou a favor da cláusula de barreira.

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QUER FAZER O BRASIL UM PAÍS SÉRIO? Vote pelo SIM na consulta pública abaixo!
http://www12.senado.leg.br/ecidadania/v ... ?id=129306

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Assista ao VLOG DO IAGO no YouTube
http://www.youtube.com/iago831


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Re: Política
MensagemEnviado: 22 Jul 2017, 01:35 
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Para agradar setor artístico, Temer barrou político na Cultura
Presidente escolhe jornalista Sérgio Sá Leitão para o ministério; cargo estava vago desde maio, quando o deputado Roberto Freire (PPS-SP) deixou o posto, após a divulgação da delação do Grupo J&F

Igor Gadelha, Tânia Monteiro e Fábio Grellet, O Estado de S.Paulo
21 Julho 2017 | 05h00

Com a imagem fragilizada pela denúncia de corrupção passiva apresentada pela Procuradoria-Geral da República, o presidente Michel Temer abriu mão de uma indicação política e decidiu agradar ao setor artístico com a nomeação do jornalista Sérgio Sá Leitão para o Ministério da Cultura. O cargo estava vago desde 18 de maio, quando o deputado Roberto Freire (PPS-SP) deixou o posto, após a divulgação da delação do Grupo J&F, que atingiu Temer.

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Presidente Michel Temer Foto: AFPPHOTO / EVARISTO SA

A pasta da Cultura era cobiçada por parlamentares do PMDB e do Centrão, grupo de partidos que ganhou força desde que votou majoritariamente contra a admissibilidade da denúncia contra Temer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. A deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), filha do presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, se articulava para ser indicada ao cargo, mas enfrentou resistência por não ser da área. Nesta quarta-feira, 19, o próprio presidente informou que já tinha feito outra escolha. O deputado André Amaral (PMDB-PB) também queria o posto.

O Ministério da Cultura tem sido um problema para Temer, que vem enfrentando críticas do setor desde o início de sua gestão, quando chegou a extinguir a pasta – e depois recuou. Por isso, o presidente buscou um nome da área, que tivesse apoio para diminuir as resistências.

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Sérgio Sá Leitão, novo ministro da Cultura Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Paes e Maia. Além das relações na área, o novo ministro também tem ligações políticas. Ele é próximo de Roberto Freire, seu antecessor no comando da pasta, e do ex-prefeito Eduardo Paes (PMDB-RJ). A indicação também agradou ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que será o responsável por comandar a votação da denúncia contra Temer no plenário da Casa, em 2 de agosto. Primeiro na linha sucessória da Presidência, Maia assume o comando do País no lugar do peemedebista, caso a denúncia seja aceita e Temer, afastado do cargo.

Maia negou que tenha influenciado na indicação do novo ministro da Cultura. Aliados do deputado do DEM, contudo, avaliam que Temer fez um “gesto diplomático” a ele, além de acenar ao PMDB do Rio, do qual Paes é integrante.

Placar do Estado mostra que, dos 11 integrantes da bancada peemedebista fluminense, um já se posicionou a favor da aceitação da denúncia contra o presidente, seis estão indecisos ou não quiseram responder e quatro se disseram contra.

Desde que a denúncia por corrupção começou a tramitar na Câmara, Maia tem se mostrado distante do Palácio do Planalto. Na terça-feira, ele e Temer tiveram um atrito, após o presidente convidar parlamentares dissidentes do PSB a se filiar ao PMDB. Maia se irritou com o gesto, uma vez que, desde que o PSB deixou a base do governo, negocia a migração dos descontentes para o DEM. Temer acionou ministros para desfazer o mal-estar.

Em novembro do ano passado, Temer enfrentou uma crise com origem no Ministério da Cultura, quando foi gravado, em seu gabinete, pelo ex-titular da pasta Marcelo Calero. O ex-ministro – que deixou o ministério após o episódio – acusou Geddel Vieira Lima (PMDB), à época na Secretaria de Governo, de tê-lo pressionado a liberar a obra de um edifício onde possuía um apartamento em área tombada de Salvador.
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Re: Política
MensagemEnviado: 23 Jul 2017, 02:24 
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Impressão de voto vai custar R$ 2,5 bi, diz TSE
Mudança na lei eleitoral fará com que as urnas eletrônicas sejam trocadas para gerar o registro em papel; ministros criticam medida

Rafael Moraes Moura e Breno Pires, O Estado de S. Paulo
22 Julho 2017 | 19h06

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Nova urna eletrônica para eleição de 2018 será equipada com impressora e repositório de voto impresso. Foto: André Dusek/Estadão

BRASÍLIA - A impressão do voto nas urnas eletrônicas em todo o País deverá custar R$ 2,5 bilhões aos cofres públicos nos próximos dez anos, segundo projeção do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Além de criticar os elevados gastos com a troca das atuais urnas eletrônicas por modelos com impressoras, ministros da Corte Eleitoral acreditam que a reprodução do voto em papel vai provocar uma série de transtornos a partir do ano que vem, como aumento nas filas e no número de equipamentos com defeitos.

O voto impresso é uma das exigências previstas na minirreforma eleitoral, sancionada com vetos, em 2015, pela presidente cassada Dilma Rousseff. O TSE estima que 35 mil urnas do novo modelo – de um total de 600 mil – deverão ser utilizadas já em 2018. O novo equipamento custa US$ 800 (cerca de R$ 2.520), ante US$ 600 (R$ 1.890) do modelo atual.

"É claro que a implantação seria feita paulatinamente, mas tem uma repercussão enorme, quando faltam recursos para o próprio financiamento de campanha”, disse ao Estado o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes. Em um esforço para adiar ou até mesmo barrar o voto impresso, Gilmar tem discutido o assunto com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e outras lideranças partidárias.

O registro do voto em papel será feito por impressoras acopladas às urnas. Após digitar os números do candidato, o eleitor poderá conferir em um visor de acrílico o voto impresso, que cairá em uma urna lacrada. Não será possível tocar ou levar para casa o papel, que será eventualmente conferido depois em caso de pedido de recontagem.

Como o modelo da nova urna é feito por módulos, as impressoras serão acopladas aos equipamentos, podendo ser substituídas se houver necessidade – ou até mesmo nem serem utilizadas, caso o Congresso Nacional decida revogar a implantação do voto impresso. Para 2018, o TSE cogita iniciar a implantação em seções eleitorais com menos eleitores.

Relatório. Em 2002, o voto impresso foi implantado em 150 municípios brasileiros – ao todo, cerca de 7,1 milhões de eleitores tiveram seu voto impresso, de acordo com o TSE. No Distrito Federal e em Sergipe, todas as seções contaram com a reprodução em papel. Um relatório da Corte Eleitoral concluiu que a experiência “demonstrou vários inconvenientes”, “nada agregou em termos de segurança ou transparência” e o pior: criou problemas. O tribunal apontou que nas seções com voto impresso foram observados filas maiores e um maior porcentual de urnas com defeito.

Para o ministro Tarcísio Vieira, a impressão não traz uma segurança adicional e implica dificuldades de toda ordem, com o aumento no tempo de votação e o risco de mau funcionamento das impressoras. “Isso vai inspirar custos adicionais gigantescos. O país destroçado economicamente, agora fica desperdiçando dinheiro com isso? É voltar para a fase das cavernas do ponto de vista eleitoral.”

Em maio, corregedores da Justiça Eleitoral pediram em carta divulgada à imprensa a revogação ou o adiamento do voto impresso. “O Brasil não tem condições neste momento de pagar esse preço quando as prioridades deveriam ser outras”, afirmou na ocasião o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Herman Benjamin.

Apesar das questões operacionais, o voto impresso dificulta a possibilidade de fraudes tecnológicas, avalia o professor Diego Aranha, pesquisador do Laboratório de Segurança e Criptografia Aplicada (LASCA), da Unicamp.

“Implementar o voto impresso é tornar a tecnologia eleitoral tão transparente quanto a utilizada em outros países. Vejo como avanço na questão da transparência por permitir que o eleitor confira na urna se há um registro em papel compatível com a intenção de voto dele”, avalia o pesquisador.

Em novembro de 2015, o Congresso derrubou o veto de Dilma ao voto impresso. Ao todo, 368 deputados e 56 senadores votaram a favor da impressão. A proposta havia sido apresentada pelo deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), que acredita que a impressão pode estimular a participação de cidadãos incrédulos com o sistema eletrônico. / COLABOROU JULIA LINDNER
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Re: Política
MensagemEnviado: 23 Jul 2017, 20:26 
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PSB arrependido de sua aproximação com a "direita":

Posições de deputada contrariam linha esquerda do PSB, dizem lideranças
21/07/2017 12:46
Leonardo Rocha

Lideranças dizem que partido resolveu retomar bandeiras de esquerda, o que difere da base eleitoral de Tereza Cristina

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Deputada Tereza Cristina pode sair do PSB, por posições contrárias (Foto: Assessoria - Divulgação)

Lideranças do PSB afirmam que as posições da deputada federal, Tereza Cristina (PSB), representante da ala ruralista e que votou a favor da reforma trabalhista, contrariam a linha tradicional de esquerda, que o partido resolveu retomar em 2017 e que faz parte da sua história, desde a sua criação em 1947.

A secretaria nacional do PSB, Dora Pires, ressaltou que a deputada de Mato Grosso do Sul exerce seu mandato de forma "individualista", representando os interesses da bancada ruralista. "Com seu estilo próprio, nada socialista, que ela lute por suas posições, mas não aqui", argumentou em nota.

Mesma postura do presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, que ao comentar sobre Tereza e outros "dissidentes" do PSB, disse que o partido estava defendendo suas "posições históricas", por isso fechou questão contra a reforma trabalhista.

Tereza Cristina foi eleita com o apoio da ala ruralista do Estado e desde que chegou ao Congresso Nacional, em 2015, assumiu o tema como principal bandeira, tanto que foi eleita vice-presidente da Frente Parlamentar Agropecuária da Câmara, e ainda integra a comissão permanente de Agricultura.

"A deputada sempre deixou claro a defesa do setor agropecuário, e alinhada com a base aliada do presidente Michel Temer (PMDB), acontece que o partido resolveu deixar este grupo e resgatar suas bandeiras históricas de social e esquerda, contra as reformas, o que gerou este impasse", admite o presidente estadual do PSB, Aluízio São José, prefeito de Coxim.

O vereadores Carlos Borges (PSB), liderança municipal em Campo Grande, faz a mesma leitura, que o partido de origem de esquerda, resolveu resgatar as bandeiras do passado, o que fica incompatível com a base eleitoral de Tereza. "Ela faz a defesa do setor ruralista e agropecuário, por isso estão em caminhos opostos".

O Campo Grande News tentou entrar em contato com a deputada Tereza Cristina (PSB), mas ela não atendeu as ligações, até o fechamento da reportagem.

Histórico - O PSB foi criado em 1947, sendo um partido de ideologia socialista, no campo da esquerda democrática, procurando ser uma alternativa na época ao PCB e PTB. Apoiou o governo de João Goulart, por isso foi extinto em 1965, pela ditadura militar. Voltou as atividades apenas em 1985, obtendo novamente o registro em julho de 1988.

A principal liderança na década de 90 foi o ex-governador Miguel Arraes, que inclusive facilitou as alianças com o PT, nas eleições de 1994 e 1998. No começo dos anos 2000, resolveu lançar seu candidato a presidente, o ex-governador Anthony Garotinho, mas depois da derrota, apoio os governos do PT, em 2006 e 2010.

Com Eduardo Campos saiu um pouco da ala esquerda, tendo candidato a presidente, no entanto após a morte do ex-governador, teve como representante Marina Silva, com militância no PT e PV. Depois da queda de Dilma Rousseff (PT), entrou para base de Michel Temer (PMDB), mas decidiu sair do grupo e se posicionar contra o governo e reformas.
CAMPO GRANDE NEWS

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Re: Política
MensagemEnviado: 24 Jul 2017, 19:52 
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O retorno. Destituído do comando do diretório do PSB no Mato Grosso por votar pela reforma trabalhista, o deputado Fábio Garcia conseguiu liminar para voltar à presidência.

Exceções. Ao destituir Garcia, o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, entregou o diretório a Valtenir Pereira, ex-PMDB. Detalhe: Valtenir também votou a favor da reforma trabalhista na Câmara.
COLUNA DO ESTADÃO / ESTADÃO

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Re: Política
MensagemEnviado: 25 Jul 2017, 00:56 
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http://g1.globo.com/politica/noticia/emendas-liberadas-em-julho-pelo-governo-equivalem-ao-total-de-janeiro-a-junho.ghtml

O total de emendas parlamentares liberadas pelo governo nas três primeiras semanas de julho equivale a quase tudo o que foi liberado nos seis primeiros meses do ano, segundo levantamento da ONG Contas Abertas.

Emendas parlamentares são recursos previstos no Orçamento, cuja aplicação é indicada pelo parlamentar.

Esse dinheiro tem de ser empregado em projetos e obras nos estados e municípios.

A liberação dos recursos é obrigatória, e o governo tem todo o ano para realizar os repasses.

De janeiro a junho, informou a entidade, o total liberado foi de R$ 2,12 bilhões. Nas três primeiras semanas de julho, R$ 2,11 bilhões.


Tem que mudar a Constituição e fazer com que a liberação das emendas parlamentares não seja mais obrigatória.

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Re: Política
MensagemEnviado: 25 Jul 2017, 02:21 
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Já foi postado.

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Re: Política
MensagemEnviado: 28 Jul 2017, 19:44 
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Senado discute de cassação de Jean Wyllys a veto à candidatura de Bolsonaro
As chamadas 'ideias legislativas' são propostas pela sociedade civil e quando atingem a marca de 20 mil assinaturas no site da Câmara são aceitas para debates entre senadores; atualmente, há 43 propostas desse tipo

Gilberto Amendola, O Estado de S.Paulo
27 Julho 2017 | 16h51

O que a descriminalização da Cannabis para consumo próprio, um referendo pela restauração da monarquia no Brasil, a criminalização do funk, proibição da candidatura de Jair Bolsonaro (PSC-JR) à Presidência e a cassação de Jean Wyllys (PSOL-RJ) têm em comum? Todas são “ideias legislativas” apoiadas por mais de 20 mil pessoas e encaminhadas à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) para serem debatidas pelos senadores.

Assim como essas, outras 43 “ideias legislativas” já foram encaminhadas para a CDH. Tratam-se de propostas sugeridas por cidadãos comuns por meio da página e-cidadania, no site do Senado Federal. Entre essas ‘ideias’, nove já receberam parecer da comissão e uma delas foi convertida em projeto de lei – aquela que proibe “o corte ou a diminuição da velocidade por consumo de dados nos serviços de internet de Banda Larga Fixa”.

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Os deputados Jair Bolsonaro (PSC-JR) e Jean Wyllys (PSOL-RJ) Foto: Fabio Motta e Marcos d ePaula/Estadão

“Essa já é a página mais acessada do site do Senado. As pessoas se mostram interessadas em participar de democracia. Com a força das redes sociais, algumas sugestões conseguem, rapidamente, atingir a marca dos 20 mil apoiamentos”, fala o Secretário-Geral da Mesa do Senado Federal, Luiz Fernando Bandeira. “Quase todas as propostas são mantidas no site - apenas eliminamos aquelas que evidentemente estão em desacordo com a Constituição Federal”, completa.

A “ideia legislativa” com mais apoios pede o “fim do auxílio moradia para deputados, juízes senadores” (233.080 mil apoiadores); em segundo lugar vem a que pede a “redução de impostos sobre games do atual 72% para 9% “ (75.930 mil apoiadores). No caso do fim do auxílio moradia, ela será levada ao plenário do Senado e descartada, com um parecer desfavorável ou a justificativa de não se tratar de uma matéria de competência exclusiva do Senado. Já a sugestão sobre os impostos do jogos eletrônicos já está em tramitação da CDH.

Entre as ideias sugeridas na página do e-cidadania (cada ideia tem 4 meses para alcançar o mínimo de 20 mil apoiamentos), destacam-se algumas propostas um tanto quanto polêmicas ou exóticas. A ideia que criminaliza o funk, feita por um empresário paulista, aguarda o parecer do senador Romário (Podemos-RJ), que já se mostrou contrário à ideia. Não está descartada a possibilidade de um debate público com a presença de artistas como Anitta e Valesca Popozuda. Já o referendo sobre a volta da monarquia está tramitando na CDH e aguardando o parecer do senador Sérgio Petecão (PSD-AC).

Polarização. As ideias legislativas também se transformaram em um campo de batalho política/eleitoral. Entre as ‘ideias’ é fácil encontrar aquelas que pregam a cassação de determinados políticos. Os deputados Jair Bolsonaro (PSC-JR) e Jean Wyllys (PSOL-RJ) são campeões nesse quesito.

A proposta que visa impedir a candidatura de Bolsonaro foi proposta pelo sergipano Gabriel Costa. Na descrição de sua proposta, Costa escreveu: “Jair Messias Bolsonaro, um político de um caráter autoritário e cruel, preconceituoso e uma ameaça à Democracia. Alguém como ele não deve se candidatar à Presidência da República. Pelo bem da democracia e pelo povo brasileiro!” (essa ideia já tem mais de 30 mil apoiadores). Por outro lado, o deputado Jean Wyllys também tem uma “ideia” pedindo sua cassação (“Cassação do Deputado Jean Willys por desacato a Sergio Moro). A proposta já tem quase 71 mil apoiadores e também deve ser levada ao senado. Ao chegarem na comissão, as propostas que atingem Bolsonaro e Wyllys terão parecer desfavorável por não se tratarem de matéria de competência do Senado.
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@iago83

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Re: Política
MensagemEnviado: 29 Jul 2017, 13:49 
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Essa história do voto impresso mostra a utilidade dos projetos da família Bolsonaro. Um prejuízo fudido por algo sem tanta necessidade.

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Títulos e posições de destaque:

1º em A Fazenda do Fórum Chaves 4 :campeao:
1º no Foot Betting 2015 :campeao:
1º na eleição de usuário do mês - dezembro/2015 :campeao:
1º na eleição de usuário do mês - setembro/2016 :campeao:
1º no Torneio GUF 19 - Série A :campeao:
2º na eleição de usuário do mês - agosto/2012 :vice:
2º na eleição de usuário do mês - outubro/2013
2º no XIV Concurso de Piadas
2º no Trivia Fórum Chaves 3
2º na A Casa do Chavesmaníacos 14
3º na eleição de usuário do mês - setembro/2013 :terceiro:
3º no Torneio GUF Série B 14
3º na eleição de usuário do mês - outubro/2015
3º no Torneio GUF Série A 18
3º na eleição de usuário do mês - janeiro/2016
3º na eleição de usuário de 2016
4º na III A Fazenda do Fórum Chaves Imagem
4º na eleição de usuário do mês - abril/2015
4º na eleição de usuário do mês - novembro/2015


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Re: Política
MensagemEnviado: 31 Jul 2017, 22:41 
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Bancadas ‘boi, bala e Bíblia’ pressionam governo na crise
Ligadas ao agronegócio, à segurança pública e à grupos religiosos, deputados aproveitam denúncia contra Temer para fortalecer pautas no Congresso

Por Da Redação
31 jul 2017, 10h08

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O presidente Michel Temer, durante cerimônia de anúncio do implemento do programa de concessão dos aeroportos de Fortaleza, Porto Alegre, Salvador e Florianópolis, no Palácio do Planalto, em Brasília - 27/07/2017 (Adriano Machado/Reuters)

As principais frentes parlamentares da Câmara dos Deputados reforçaram nos últimos dois meses seus pedidos e demandas junto ao governo federal. A investida coincide com a crise provocada pela delação premiada do grupo JBS, em especial a do empresário Joesley Batista, que provocou a apresentação de uma denúncia, por corrupção passiva, contra o presidente Michel Temer (PMDB).

São três os grupos que fortalecem a pressão, as chamadas bancadas “BBB” – “do Boi”, ligada ao agronegócio; “da Bala”, por questões de segurança pública e direito ao armamento; e “da Biblia”, os deputados ligados à grupos religiosos. As três frentes reúnem a maioria dos deputados que não tem se posicionado se votarão a favor ou contra a aceitação da denúncia, prevista para ser decidida nesta quarta-feira na Câmara.

Além de distribuir emendas parlamentares e de receber mais de uma centena de deputados, Temer já atendeu algumas reivindicações das frentes e indica que poderá apoiar outras demandas históricas dos grupos. A sinalização mais clara foi dada à bancada ruralista, a mais organizada e combativa da Câmara, formada por 205 deputados.

Na semana passada, o deputado Beto Mansur (PRB-SP), vice-líder do governo, estimou os apoios do Planalto hoje em 280 parlamentares. É mais do que os 172 que o presidente precisa para barrar o prosseguimento da denúncia caso seja votada, mas menos do que o quórum mínimo de 342 para que o texto entre em pauta.

A expectativa, contudo, é de que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresente ao menos uma nova acusação formal contra o presidente, que ainda é investigado pelos crimes de obstrução da Justiça e organização criminosa. Esta situação intensificou o clima de cobrança na Câmara.

‘Pauta positiva’

No mês passado, em meio à tramitação da denúncia, Temer destravou os principais itens da chamada “Pauta Positiva” apresentada pela Frente Parlamentar pela Agropecuária, a “bancada do Boi”, em maio de 2016 ao então vice-presidente , uma semana antes do afastamento da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Entre os itens da pauta, foi sancionado no dia 11 deste mês a medida provisória que permite a legalização em massa de áreas públicas invadidas, apelidada por ambientalistas de “MP da Grilagem”. Oito dias depois, o presidente Michel Temer aprovou parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) que determina que o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento da terra indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, deve balizar próximas demarcações.

O governo também encaminhou neste mês de julho ao Congresso um projeto de lei que altera os limites da Floresta Nacional do Jamanxim e cria uma Área de Proteção Ambiental de mesmo nome, no Pará. Na prática, o governo propõe o aumento da área passível de ser desmatada, o que gerou protestos de ambientalistas.

O deputado Nilson Leitão (PSDB-MT), coordenador da frente, destaca avanços nas negociações com o governo Temer em relação a demarcação de terras indígenas, venda de terras para estrangeiros, licenciamentos ambientais e anistia às dívidas de agricultores com o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural), entre outras. “Estamos mantendo um bom diálogo com o governo em diversos aspectos, principalmente em pautas que não avançavam há muito tempo”, disse Leitão.

Nascituro

A Frente Parlamentar Evangélica, a “bancada da Bíblia”, conseguiu em junho que o Ministério da Educação determinasse a retirada de circulação de mais de 90 mil livros didáticos de conteúdo considerado impróprio pelos religiosos. A ação foi uma demonstração de força dentro da Comissão de Educação e mostrou a disposição do governo em dialogar com o grupo.

O deputado Alan Rick (DEM-AC), um dos líderes do grupo, afirmou que na volta do recesso a bancada deve concentrar suas atenções para proposições ligadas à descriminalização do aborto – mais especificamente o Estatuto do Nascituro, que, na prática, transformaria o aborto em crime hediondo.

Em tramitação desde 2007 – e já com parecer favorável na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) –, o projeto deve ir ao plenário da Câmara tão logo a denúncia contra Temer seja um assunto do passado. Rick acredita que o Estatuto terá apoio do governo e de sua base. “Já conversei com o presidente e ouvi que ele, pessoalmente, é contra o aborto. Por isso, estou confiante que iremos conseguir barrá-las com o apoio do governo.”

Desarmamento

Sem ter suas pautas atendidas de forma tão direta, a Frente Parlamentar da Segurança Pública, a “bancada da Bala”, projeta para o segundo semestre uma resposta do governo à sua principal demanda: a revogação do Estatuto do Desarmamento.

O grupo quer que o projeto do deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC), que flexibiliza pontos do estatuto, seja lavado ao plenário. Entre os principais pontos estão o fim da obrigatoriedade da renovação do registro de armar e a redução da idade mínima para compra de armas de 25 para 21 anos.

“Temos que insistir na votação da flexibilização do Estatuto. O governo não pode ser tão reticente ao tema”, disse o deputado Alberto Fraga (DEM-DF), coordenador da bancada. “Antes era o viés da omissão. Agora, ao menos, estamos trazendo essas questões para o debate”, completou.

Oposição

Para a deputada Érika Kokay (PT-DF), membro de frentes ligadas aos Direitos Humanos e de defesa das questões indígenas, as frentes ruralista e religiosa são mais fortes do que os próprios partidos e, por isso, “é natural” que o presidente se dirija a elas na hora de negociar sua sobrevivência. “Essas bancadas estão claramente colocando um ‘preço’.”

Para Antonio Augusto Queiroz, diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), a fim de garantir apoio dos grupos de pressão, Temer está se comprometendo agora a encampar a agenda dos partidos conservadores, mas vai colocar os temas da bancada BBB na pauta só depois de aprovar as reformas.

“A prioridade de Temer nesse momento é sobreviver. Por isso, a agenda prioritária será a do mercado. Mas passada a agenda das reformas, o PSDB deve desembarcar do governo. Ele ficará, então, nas mãos dos partidos mais fisiológicos e conservadores. Nesse momento ele vai encampar as demandas das frentes.”

Já o sociólogo Murilo Aragão, da consultoria Arko Advice, avalia que as demandas dos grupos de pressão são mais um elemento nas negociações. “A agenda do agronegócio deve avançar. A bancada ruralista é muito organizada. Já a evangélica é mais difusa.”
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