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Re: Uber / Táxi
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MensagemEnviado: 13 Mar 2017, 12:08 
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Uma manifestação de taxistas deu um nó no trânsito do Centro do Rio na manhã desta segunda-feira.

Eles protestam contra aplicativos que fornecem transportes com carros particulares, como o Uber, e pedem a regulamentação desses serviços.

Por volta das 8h30, os profissionais fizeram uma carreata na Avenida Infante Dom Henrique, no Aterro do Flamengo, em direção à sede da prefeitura na Cidade Nova.

De acordo com o Centro de Operações, duas faixas da Avenida Presidente Antônio Carlos, na altura da Avenida Nilo Peçanha, foram ocupadas pelos manifestantes.

O protesto também congestionou a pista lateral da Avenida Presidente Vargas, no sentido Praça da Bandeira, altura da Candelária. P

or volta das 10h30, a Rua Madre Tereza de Calcutá, ao lado do prédio da prefeitura, foi parcialmente interditada.

Segundo a convocação para o ato, eles passariam por diversos pontos da cidade, como Barra da Tijuca, Méier, Madureira, Copacabana e São Cristóvão.

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Re: Uber / Táxi
MensagemEnviado: 13 Mar 2017, 17:31 
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Re: Uber / Táxi
MensagemEnviado: 25 Mar 2017, 07:35 
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Ao abrir o celular para chamar um carro, aparece a mensagem : “Ganhe dinheiro com o Uber”.

Em uma crise que deixou 12 milhões de desempregados, parece atraente a ideia de reforçar a renda com algumas horas de trabalho diárias, em regime flexível.

Quem decide se colocar atrás do volante, no entanto, encara outra realidade.

A imagem do motorista competente e prestativo, que oferece água e bala de hortelã, está ficando para trás.

Foi substituída por pessoas que, para não ficarem no prejuízo, dirigem à exaustão, fazem plantão de doze horas e abordam clientes nas calçadas.

Essas e outras questões fizeram parte do meu dia a dia ao longo do último mês. A convite de VEJA SÃO PAULO, sem me identificar como repórter, trabalhei como motorista do aplicativo.

Aluguei um Renault Sandero e atuei na praça entre 20 de fevereiro e 19 de março.

O cadastro no serviço é bem simples, o que surpreendeu até o secretário municipal de Transportes, Sérgio Avelleda, em reunião com vereadores há duas semanas. “Descobri que os candidatos são aprovados apenas enviando a documentação pelo correio.” A verdade é que nem isso é necessário : fotos do registro do carro e da carteira de motorista podem ser despachadas pelo celular.

Quem nunca trabalhou na direção deve incluir a observação “exerce atividade remunerada” na habilitação.

Isso significa realizar um exame psicotécnico e desembolsar 140 reais em uma unidade do Poupatempo.

Na prática, é possível tornar-se uberista em quatro horas.

Nem é preciso ter veículo próprio. Recentemente, locadoras despertaram para esse filão e passaram a alugar modelos básicos, com motor 1.0, ar-condicionado e quatro portas (perfil para se enquadrar na categoria UberX, a mais simples), por 1 700 reais, em média, a cada trinta dias. A facilidade acaba aí.

No primeiro dia, percebi que não ia ser moleza. Durante cinco horas, realizei catorze viagens em um percurso total de 112 quilômetros, o suficiente para provocar dores nos tornozelos, pela constante troca de marchas, e cansaço mental, culpa do trânsito caótico da metrópole.

O faturamento de 147 reais na jornada de estreia também causou desapontamento. Descontados a taxa de 25% do Uber mais a gasolina e o celular, lucrei 60 reais. Isso sem incluir gastos indiretos, como eventuais multas, manutenção, IPVA e depreciação do automóvel (se for próprio) ou aluguel (caso não seja). “O prestador do serviço é explorado não só na mão de obra, com o desgaste físico, mas também no seu capital”, afirma o economista Paulo Acras, presidente da Associação dos Motoristas Autônomos por Aplicativos.

Recentemente, a entidade realizou um estudo para avaliar os rendimentos de 280 motoristas do Uber e concluiu que boa parte deles trabalha dezesseis horas por dia. A empresa contesta essa conta. De acordo com a contabilidade da companhia, metade dos parceiros atua menos de dez horas por semana.

Em outro resultado da pesquisa, a associação calculou que praticamente todos os consultados terminaram o mês no prejuízo, quando incluídos os gastos indiretos na conta. “Se não ficar pelo menos oito horas na rua, não dá para pagar nem um prato de comida”, diz Acras, que no ano passado apresentou ao Ministério Público do Trabalho uma denúncia de trabalho análogo à escravidão.

Há um exagero evidente na crítica. O faturamento diário pode chegar a 200 reais, por uma jornada de dez horas. Nesse esquema puxadíssimo, sem folgas no mês, os vencimentos chegariam perto de 6 000 reais, com um lucro de 2 000 reais. “Concentro meu turno nas horas do rush, quando a tarifa é mais cara”, explica Richard, uberista desde o ano passado, que pediu para não ser identificado e diz faturar 4 000 reais nos meses mais rentáveis.

Mas a maioria continua no negócio apenas por falta de opção. E, com a dificuldade para conseguir fechar o mês no azul, muitos estão apelando para uma série de artimanhas, dignas dos taxistas mais velhacos. Uma das mutretas mais prosaicas é aceitar uma viagem, mas estacionar a alguns quarteirões de distância do endereço de partida.

Impaciente, o cliente desiste da corrida, e o motorista fatura a taxa de cancelamento, de 7 reais (o usuário pode solicitar o reembolso pelo app). Essa dica me foi dada por colegas logo nos primeiros dias de trabalho. “É uma maneira fácil de ganhar dinheiro sem gastar gasolina”, diz Edson, uberista desde 2015.

A companhia afirma que monitora o movimento e desclassifica motoristas com vários cancelamentos seguidos de corridas, mas não informa quantos foram penalizados por essa prática.

Há locais com esquemas bem mais elaborados, e, nesse aspecto, o Aeroporto de Guarulhos é imbatível.

Trata-se de um ponto onde o Uber funciona de modo diferente. Ao se aproximarem de Cumbica, os motoristas entram em uma fila no aplicativo para pegar passageiros.

Atraídos pela esperança de descolar uma corrida premiada à capital (cerca de 40 reais) ou mesmo ao interior, essa lista não começa com menos de 200 carros, e a espera pode chegar a doze horas.

Os veículos ficam estacionados em três bolsões por um período tão longo que se estabeleceu até uma base de apoio, com barracas de lanches e entregadores de marmitas. A tenda da Tia Rose, por exemplo, serve almoço por 12 reais e oferece carregadores de celular.

Ali, enquanto aguardam, os motoristas comem, batem papo, jogam cartas e alguns até bebem uma cervejinha antes de reassumir o volante. Esse tempo perdido só é compensado se vier um trajeto realmente suculento. Alguns agem de forma a ter certeza de que não vão sair no prejuízo.

Ao chegar a sua vez, o profissional liga para o passageiro a pretexto de combinar um ponto de encontro e tentar descobrir o destino. Se for uma corrida muito curta, o sujeito diz que está a caminho, mas volta ao baralho assim que desliga o aparelho. Cansado de esperar, o cliente cancela o pedido.

Nessa situação, o motorista não perde o lugar na fila e se mantém na luta por uma saída mais lucrativa. Há quem aproveite o tempo livre para realizar corridas paralelas, usando celulares extras. O macete é desativar o sistema de localização do smartphone com o qual se entrou na fila.

Assim, pode-se deixar o local à vontade e voltar ao aeroporto sem perder a vez. “Basta fazer outros cadastros em nome de parentes”, explica o uberista Alexandre, que bate ponto ali.

Com o objetivo de dificultar a vida dos espertalhões, em fevereiro o Uber diminuiu o perímetro da fila virtual e passou a priorizar quem leva passageiros a Guarulhos — eles ganham a preferência para trazer outro à capital. Com essas medidas, diz ter reduzido a espera em 60%.

Outra prática pouco ortodoxa em Cumbica é pescar clientes no desembarque dos terminais. Estacionados em local proibido, os profissionais abordam pessoas e negociam diretamente os valores. Uma corrida para a Vila Maria, na Zona Norte, era oferecida por 30 reais no dia 14. Pouco menos que o normal, mas, sem a taxa do aplicativo, vale a pena. Não é o único lugar onde viagens acertadas por fora se tornaram comuns.

Na saída da casa noturna Estância Alto da Serra, em São Bernardo do Campo, vale a máxima “Se organizar direito, todo mundo ganha”. Por ali, é praxe desligar o aplicativo e definir um preço prévio com o usuário. Assim, os uberistas passam a trabalhar como taxistas clandestinos. Ninguém pode furar o esquema.

Na madrugada de 11 de março, um desavisado chegou a aceitar uma corrida pelo celular, mas foi persuadido pelos outros a desistir. Para obterem uma estimativa da quantia a cobrar, muitos motoristas simulam uma corrida pelo aplicativo. Mas, sem que o passageiro perceba, usam como referência a tarifa do UberBag, categoria que cobra mais caro que o UberX.

Os pagamentos são em dinheiro e, caso a pessoa não carregue notas no bolso, passa-se em um posto de gasolina para aplicar o valor em combustível no tanque. Há até um encarregado de organizar a trapaça. O agenciador aborda frequentadores, negocia preços e distribui as viagens. Para realizar a tarefa, ele recebe comissão de 15% por corrida. Menos que os 25% do Uber, afinal.

Outra tática que ouvi sendo comentada pelos colegas é organizar uma espécie de cartel por meio de grupos do WhatsApp. Em locais de grande concentração de público, como na saída de shows, vários profissionais desligam o aplicativo e, simultaneamente, solicitam carros como se fossem passageiros.

Assim, tentam reduzir a oferta e aumentar a demanda de modo artificial, forçando a elevação da tarifa graças a uma das leis básicas do capitalismo (e prevista nas regras do serviço). Na sequência, pegam as corridas a um valor mais alto.

A prática nunca foi comprovada, e o Uber alega ser impossível concretizar essa interferência, pois os preços voltariam imediatamente ao normal assim que os aplicativos fossem religados.

A empresa também informa que tentativas de fraude contra o sistema levam ao desligamento do parceiro.

A situação de penúria enfrentada por muitos uberistas é reflexo de vários fatores. Os principais estão relacionados a dois movimentos adotados pela multinacional americana em 2015.

Em junho daquele ano, foi lançada a categoria econômica UberX, que instituiu a tal taxa de 25% a ser paga pelo motorista a cada corrida. Até então, havia apenas a luxuosa Uber Black, que morde 20%. E, em novembro, a companhia baixou o valor da viagem em 15%.

Ou seja, em um intervalo de cinco meses, os prestadores do serviço começaram a ganhar menos e a pagar mais. E, ainda que a demanda continue alta, a concorrência nas ruas ficou mais acirrada. Em 2014, quando chegou ao país, o Uber tinha 1 000 veículos na capital. Naquela época, os pioneiros da área vangloriavam- se de embolsar até 8 000 reais por mês.

Hoje há 30 000 automóveis cadastrados na praça, e o faturamento dos uberistas caiu à metade. Isso sem falar nos avanços de outras empresas. Em setembro último, a 99 passou a oferecer a versão Pop, cobrando 17% de taxa do motorista com carro particular. “Crescemos 600% desde o início do ano”, afirma o gerente de política e comunicação, Matheus Moraes.

Além de enfrentarem dificuldades financeiras, os profissionais do ramo sofrem com casos de violência, que aumentaram após a adoção do pagamento das corridas em dinheiro, em 2016.

A insatisfação dos prestadores do serviço tem sido canalizada na forma de protestos. Pelo menos dois ocorreram na frente do Estádio do Pacaembu. Todo esse quadro levou a categoria a ser motivo de pena até entre seus maiores rivais. Há dois anos, donos de táxis saíam pelas ruas à caça de uberistas, e os casos de agressão se multiplicavam.

Hoje, a guerra praticamente acabou. Em fevereiro, um boato espalhado em grupos de WhatsApp alertava sobre um protesto que ocorreria em Congonhas. Segundo o relato, vários taxistas pediriam carros do Uber em direção ao aeroporto e roubariam a chave dos veículos, reunindo todas em um ato na área de embarque.

No dia marcado, nada disso aconteceu. “Percebemos que não adianta brigar com o pessoal do Uber, eles são uns coitados”, afirma Natalício Bezerra Silva, líder do principal sindicato dos taxistas, que em 2014 ameaçou incendiar os veículos dos concorrentes.

Nesse cenário, vem crescendo a insatisfação dos passageiros com a precariedade do serviço.

Entre as principais queixas está a falta de senso de navegação dos motoristas. “O que mais ocorre é acompanhar, pelo aplicativo, o carro desnorteado nas imediações”, diz o engenheiro mecânico Dener Marcelo de Oliveira, que pegava um Uber do seu escritório, no Morumbi, até um bolsão na Marginal Pinheiros, onde embarca em um ônibus para casa, em São José dos Campos.

Depois de ter perdido a condução várias vezes por causa desses percalços, ele desistiu do app e agora faz o trajeto de táxi. Outras situações envolvem motoristas que dividem o mesmo cadastro, o que é irregular. “Várias vezes, eu estava esperando uma mulher e, ao entrar no carro, deparei com um homem”, diz a administradora Lívia Marraccini.

“Aí ele explica que está se revezando com ela, pois precisa pagar as contas.” Para evitar esse tipo de fraude, o Uber instituiu, há duas semanas, um teste de “verificação de identidade em tempo real”, em que o profissional é solicitado a tirar selfies periódicas.

A imagem é comparada à do banco de dados e, se houver inconsistência, a conta é bloqueada. Com 90% do mercado de transporte em carro privado via aplicativo, o Uber fez outros movimentos para contra-atacar as críticas. Em janeiro, anunciou a criação de um centro de atendimento, no Morumbi, com 7 000 funcionários, um investimento de 200 milhões de reais, com o objetivo de ampliar a capacidade de resolução de problemas.

E, neste mês, lançou o Select, categoria com preço 20% mais alto e carros mais novos, no mínimo de 2012 (na versão X, a exigência é 2008). Com isso, espera oferecer mais conforto aos usuários e estancar a fúria de motoristas. “Quando começou era uma maravilha, eu tirava 8 000 reais por mês”, afirma o uberista José, que ingressou no UberBlack com um Ford Fusion em 2015.

Em agosto passado, viu-se obrigado a trocá- lo por um Peugeot 2016 e migrar para o UberX. “Hoje, trabalho dez horas por dia, seis dias por semana, e faço 4 000 reais. Se continuar desse jeito, vou vender meu carro e desistir.” Minha impressão final não foi muito diferente.

Durante um mês, rodei 1 583 quilômetros em 131 viagens, passando por diferentes bairros como o Brooklin, na Zona Sul, e a Brasilândia, na Zona Norte, em um esquema de cinco horas por dia, cinco dias na semana.

Nesse período, perdi tempo precioso com voltas desnecessárias pela capital ao seguir o navegador do aplicativo, que avisava conversões em cima da hora, indicava percurso na contramão e ficava sem sinal. Também enfrentei situações que claramente não valiam o esforço, como transportar passageiros bêbados no Carnaval da Vila Madalena e atravessar enchentes na Marginal Pinheiros por 10 reais.

No fim, havia embolsado 1 188 reais. Ao tirar os gastos, o lucro não passou de 500.

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Re: Uber / Táxi
MensagemEnviado: 25 Mar 2017, 08:25 
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Quando o Maníaco do Parque for solto ele já pode mandar cadastro.

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Re: Uber / Táxi
MensagemEnviado: 03 Abr 2017, 09:48 
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Rodrigo Maia e César Maia, donos de frota de táxis no Rio de Janeiro, querem acabar com o Uber.

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Re: Uber / Táxi
MensagemEnviado: 03 Abr 2017, 18:51 
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Re: Uber / Táxi
MensagemEnviado: 03 Abr 2017, 18:54 
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Usei o Uber sábado passado de sorocaba p salto, saiu bem baratinho, se fosse taxi iria sair umas 4 vezes mais huahuaahuahu

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Re: Uber / Táxi
MensagemEnviado: 03 Abr 2017, 21:08 
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Hoje eu e a minha usamos para sair da casa de Nova Tramandaí para a rodoviária de Tramandaí. No total deu 13 reais e uns quebrados, mas a já tinha quase 8 reais de crédito de outra viagem em que o motorista cobrou a mais pelo serviço. Sorte que hoje foi bem tranquilo (e eu devia ter pego a bala de menta ).


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Re: Uber / Táxi
MensagemEnviado: 04 Abr 2017, 22:25 
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Tu aceitas balinha de motorista de Uber? Tu sabes que se depender das exigências do Uber em registrar motoristas, Chico Picadinho provavelmente não ficará desempregado por muito tempo?

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Re: Uber / Táxi
MensagemEnviado: 04 Abr 2017, 22:41 
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Mas dessa última vez o motorista nem ofereceu. Se quisesse era só pegar, mas nem me lembrei.


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Re: Uber / Táxi
MensagemEnviado: 05 Abr 2017, 07:00 
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http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/TRANSPORTE-E-TRANSITO/528506-CAMARA-ATRIBUI-A-MUNICIPIOS-REGULAMENTACAO-DE-APLICATIVOS-DE-TRANSPORTE.html

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (4) o Projeto de Lei 5587/16, que remete aos municípios a regulamentação do serviço de transporte individual remunerado por meio de aplicativos, mas lista algumas exigências, como licença e placa vermelha.

A matéria será enviada ao Senado.

O texto aprovado é um substitutivo do deputado Daniel Coelho (PSDB-PE) ao projeto original, de autoria do deputado Carlos Zarattini (PT-SP) e outros.

Entretanto, com a aprovação de dois destaques do PT, o texto foi modificado em pontos importantes.

Inicialmente, o substitutivo de Daniel Coelho definia o serviço de transporte remunerado privado individual de passageiros como atividade de natureza privada.

Um destaque, aprovado por 226 votos a 182, retirou do texto esse trecho.

Em razão da interpretação, se o projeto virar lei, o serviço passa a ser de natureza pública, embora a expressão não conste expressamente da definição dada ao serviço.

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Para Carlos Zarattini, que é líder do PT, manter os aplicativos como Uber e Cabify como um serviço privado tiraria o poder de regulamentação das prefeituras. “Se a intenção é que as prefeituras regulem este serviço, nós não podemos concordar que se coloque no texto que é uma atividade de natureza privada. Atividade de transporte individual de passageiro, para ser controlada pelas prefeituras, tem de ter caráter público”, disse o deputado.

O serviço de táxi é considerado um serviço público, que requer outorga do poder público.

Já o relator Daniel Coelho disse que tornar os aplicativos um serviço público terá como consequência imediata a sua extinção. “Até que o município regulamente, o sistema de aplicativos está inviabilizado. É transformar o sistema de aplicativo privado em táxi, que é tudo o que ninguém quer, porque cria tumulto”, afirmou.

Outro destaque do PT foi aprovado por 215 votos a 163, especificando que o motorista do serviço de transporte individual por meio de aplicativos terá de cumprir mais exigências que as estipuladas no substitutivo.

O destaque aprovado impõe uma idade máxima para os veículos; a necessidade de autorização específica emitida pelo poder público municipal quanto ao local da prestação do serviço dentro do município; e certificado de registro de veículo em nome do motorista (com ou sem fidúcia) e placa vermelha.

Outros pontos que já constavam do substitutivo permanecem. O motorista terá de ter carteira categoria B ou superior com informação de que exerce atividade remunerada e seu veículo precisará atender às características exigidas pela autoridade de trânsito e pelo poder público.

Foi retirada ainda a exigência de compartilhamento com o município das informações do motorista cadastrado na empresa do aplicativo.

De acordo com o texto que será enviado ao Senado, os municípios terão de seguir três diretrizes na regulamentação do serviço, que será exclusiva das cidades, às quais caberá ainda a fiscalização.

A regulamentação deverá prever a efetiva cobrança de tributos municipais pela prestação dos serviços; a exigência de seguro de acidentes pessoais de passageiros (APP) e de seguro obrigatório de veículos (DPVAT); e a exigência de o motorista inscrever-se como contribuinte individual do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Será considerado ilegal o transporte remunerado privado individual que não seguir os requisitos previstos na futura lei e na regulamentação municipal.

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Re: Uber / Táxi
MensagemEnviado: 21 Abr 2017, 02:46 
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Cabify e 99 estão crescendo cada vez mais.

Já o Uber, apesar de ter caído bastante, ainda continua forte.

Esses serviços são fundamentais para a sociedade do século 21.

Muitas famílias que tinham mais de 1 carro (um com o pai, outro com a mãe e outro com o filho) agora estão passando a ter apenas um carro.

Os motoristas, como são avaliados pelo passageiro, também estão muito mais simpáticos e competentes.

Esses novos serviços estão tirando muitas pessoas do desemprego.

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Re: Uber / Táxi
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E os taxistas ao invés de lutarem para que paguem menos impostos ( ou até nenhum), protestam para nivelarem por baixo.

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Re: Uber / Táxi
MensagemEnviado: 24 Abr 2017, 07:55 
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Uma coisa que pouca gente fala é a questão dos estacionamentos.

Tem muitos locais nas cidades onde deveriam ter pontos de táxi mas que não tem por causa de empresas de estacionamento.

Aqui no Rio, por exemplo, o Lagoon, onde fica o Cinepolis, tinha que ter um ponto de táxi durante toda a tarde e os taxistas não podem ficar lá por causa de uma empresa de estacionamento, que só libera que os táxis fiquem no local a partir das 20:00.

E é assim em vários outros lugares da cidade.

Isso é um tema pouco falado.

No Maracanã também falta pontos de táxis em lugares perto do estádio para quem está saindo do jogo.

A esmagadora maioria das pessoas que sai do estádio acaba pegando o metrô, que é a forma mais rápida de sair para outros bairros, mas eu acho que deveria ter uma opção de táxis ali perto.

No Engenhão, em dias de jogos, também é horrível. Lembro que quando fui ver o futebol nas Olimpíadas, fiquei andando um tempão até encontrar um táxi de um taxista que morava no bairro e que me levou pra casa.

Obviamente, no caso desses estádios de futebol, que policiais tem que ficar por perto para garantir a segurança dos motoristas e das pessoas que querem pegar o táxi (já que dizem que muitos taxistas fogem desses lugares pela violência de marginais que fazem parte de torcidas organizadas).

Acho que todos esses grandes centros de lazer e de espetáculos, com grande quantidade de pessoas, tem que ter a alternativa do táxi, visando o conforto das pessoas.

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Re: Uber / Táxi
MensagemEnviado: 24 Abr 2017, 11:04 
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Cara, hoje em dia existem aplicativos que te possibilitam chamar táxi de qualquer lugar. Não é preciso que fiquem táxis no ponto parados à tua disposição. É um custo desnecessário, carro parado é prejuízo.


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