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Re: MDB • Um dos partidos mais corruptos do Brasil, o antigo PMDB, mudou de nome, mas os corruptos continuam
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MensagemEnviado: 07 Abr 2018, 22:28 
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Torcer para os coronéis desse partido criminoso serem presos também.

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E vai facilitar muito se eles perderem o foro privilegiado no ano que vêm.

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Re: MDB • Um dos partidos mais corruptos do Brasil, o antigo PMDB, mudou de nome, mas os corruptos continuam
MensagemEnviado: 10 Abr 2018, 19:12 
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Ameaça. Deputados do MDB de Minas ameaçam votar contra a privatização do setor elétrico por não ter conseguido emplacar Saraiva Felipe na pasta de Minas e Energia. A vaga ficou com Moreira Franco.

Decidam. Temer ofereceu a Secretaria-Geral, antes de Moreira, aos mineiros, que recusaram. O presidente avaliou colocar o ministro Gustavo Rocha, mas foi estimulado a usar o cargo para agradar à base.

Tá Fraco. Líder do MDB no Senado até março, Raimundo Lira teve seu nome rejeitado pela Câmara Municipal de Piancó, no interior da PB, para receber título de cidadão do município.
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Re: MDB • Um dos partidos mais corruptos do Brasil, o antigo PMDB, mudou de nome, mas os corruptos continuam
MensagemEnviado: 11 Abr 2018, 21:51 
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Tifanny entra no MDB e pode concorrer à Câmara
Coluna do Estadão
11 Abril 2018 | 05h30

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FOTO: Divulgação

Destaque na Superliga Feminina e primeira jogadora trans a disputar o campeonato, Tifanny Abreu se filiou ao MDB e estuda convite para concorrer a deputado federal por São Paulo. Ela ingressou na legenda no último dia do prazo da Justiça Eleitoral. A decisão vinha sendo mantida em sigilo entre emedebistas. Ontem, a jogadora assinou contrato com o novo time do Sesi Vôlei Bauru e vai permanecer na equipe para a temporada 2018/2019.

Estratégia. A prioridade do partido de Michel Temer é eleger o maior número de congressistas para manter sua força no Congresso nos próximos quatro anos. Para isso, vai destinar a maior parte do fundo eleitoral aos parlamentares que buscam se reeleger.

Sem choro… Candidatos do MDB ao governo foram informados de que terão cerca de R$ 4 milhões cada do fundo eleitoral para fazer campanha. Não importando o tamanho do Estado pelo qual vão disputar. Os deputados, R$ 1,5 milhão.

…nem vela. Quem não quiser tirar dinheiro do próprio bolso terá de baratear o custo da campanha. Na última eleição, a média de gastos foi de R$ 20 milhões.

Prato feito. O presidente Michel Temer enviou uma lista com os nomes dos novos ministros para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), depois de tê-los nomeados. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB), nem isso recebeu. A atitude foi considerada como desaforo.
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Re: MDB • Um dos partidos mais corruptos do Brasil, o antigo PMDB, mudou de nome, mas os corruptos continuam
MensagemEnviado: 11 Abr 2018, 22:47 
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mateus oliveira escreveu:
tomara que o episódio da tribo tenha som de marcelo gastaldi por conta da piada do batman


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Re: MDB • Um dos partidos mais corruptos do Brasil, o antigo PMDB, mudou de nome, mas os corruptos continuam
MensagemEnviado: 17 Abr 2018, 19:03 
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http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/04/planalto-entrega-pf-e-mails-de-rocha-loures-ex-assessor-de-temer.html

O Palácio do Planalto entregou à Polícia Federal os e-mails de Rodrigo Rocha Loures, o ex-assessor do presidente Michel Temer flagrado com uma mala de dinheiro da JBS.

O material vai ser incluído no inquérito dos portos, que apura supostas ilegalidades na edição de um decreto presidencial.

A Secretaria Geral da Presidência da República atendeu a um pedido da Polícia Federal.

Em março, investigadores estiveram no Palácio do Planalto em busca de informações do e-mail usado por Rodrigo Rocha Loures.

No pendrive entregue à polícia constam arquivos da pasta de trabalho de Loures, de janeiro de 2013 a abril de 2017.

Também foi feito um backup do correio eletrônico de fevereiro de 2014 a abril de 2017. Na mídia entregue à PF, a Presidência passou a senha para descriptografar os e-mails.

Rocha Loures era assessor de Michel Temer na vice-presidência da República. Ele fazia a interlocução do governo Temer com empresários e parlamentares.

Rocha Loures foi preso em maio de 2017, a partir da delação da JBS. Ele foi flagrado recebendo uma mala de R$ 500 mil do delator Ricardo Saud.

Loures ficou preso por menos de um mês.

No inquérito dos portos, que investiga Temer, Loures é suspeito de ter atuado para favorecer a empresa do setor de portos Rodrimar com um decreto assinado pelo presidente. Michel Temer nega.

A Polícia Federal também recebeu relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) que aponta ilegalidades no decreto do setor de portos. O documento afirma que o texto poderia beneficiar empresas com contratos anteriores a 1993. É o caso da Rodrimar.

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Re: MDB • Um dos partidos mais corruptos do Brasil, o antigo PMDB, mudou de nome, mas os corruptos continuam
MensagemEnviado: 18 Abr 2018, 20:45 
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https://veja.abril.com.br/blog/radar/pimentel-faz-promessas-para-manter-alianca-com-o-mdb/

Para conservar a aliança com o MDB, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT) deu ao presidente da Assembleia Legislativa, Adalclever Lopes, a opção dele se candidatar ao que quiser.

A escolha se daria, basicamente, entre ser seu vice-governador ou tentar uma vaga no Senado.

Com a ida de Dilma Rousseff para Minas Gerais, onde tentará eleger-se senadora, o MDB de Minas Gerais se sentiu traído. E quer lançar candidato próprio.

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Re: MDB • Um dos partidos mais corruptos do Brasil, o antigo PMDB, mudou de nome, mas os corruptos continuam
MensagemEnviado: 20 Abr 2018, 11:27 
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https://veja.abril.com.br/revista-veja/cade-o-beneficio/

Investigado no inquérito dos portos, o presidente Michel Temer diz que jamais beneficiou a Rodrimar, empresa suspeita de pagar propina em troca da edição de um decreto sobre o setor.

A apuração do caso já rendeu dois dias de prisão a amigos do presidente, como o advogado José Yunes e o coronel João Baptista Lima Filho, mas até agora não apareceu nenhuma prova de que Michel Temer tenha recebido dinheiro para favorecer a Rodrimar.

Por isso os investigados negam qualquer troca de favores na elaboração do decreto.

Em outra frente, no entanto, são cada vez mais claros os benefícios que o governo deu à Rodrimar. O enredo pode ser resumido da seguinte forma : em janeiro de 2017, a Justiça considerou extinto o contrato do Terminal Pérola, do qual a Rodrimar é acionista, e determinou que o governo assumisse imediatamente a área explorada pela empresa e realizasse licitação para contratar um novo operador, mas nada disso foi feito.

Desconsiderando a ordem judicial, órgãos comandados pelo MDB realizaram manobras e adiamentos e prorrogações e protelações que permitiram ao Terminal Pérola (leia-se Rodrimar) continuar funcionando até hoje. Como se lerá a seguir, a história é uma crônica de três benefícios. Assinado em 1999, o contrato do Terminal Pérola com a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a autoridade que administra o Porto de Santos, venceu em 2014. Com base numa liminar, a empresa conseguiu prorrogar a vigência de seu prazo até janeiro de 2017, quando o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) derrubou a liminar e decretou a extinção do contrato.

Deu-se, então, o primeiro benefício da gestão Michel Temer à empresa. Apesar de a sentença mandar o poder público retomar de imediato a área no Porto de Santos, a Pérola continuou a operar sem respaldo legal por mais nove meses, graças à inação do governo. Ministro dos Transportes na época, o deputado Maurício Lessa (PR), pré-candidato ao Senado por Alagoas, admite que houve um “lapso” após a decisão do TRF3. Questionado por VEJA sobre o motivo do “lapso”, Maurício Lessa pediu um tempo para apurar as informações e não se manifestou mais até o fechamento desta edição.

Em outubro do ano passado, nove meses depois da sentença do TRF3, o governo deu um segundo benefício à empresa. Em vez de assumir a área no Porto de Santos, como determinara a Justiça, o governo fez um “contrato de transição” que garantiu à Pérola o direito de operar por mais seis meses, até abril de 2018. Segundo o Ministério dos Transportes, o contrato foi firmado para evitar a descontinuidade dos serviços portuários e para que o governo tivesse tempo de preparar a licitação da área explorada pela Pérola, tudo em conformidade com uma resolução da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

O tal “contrato de transição”, porém, desconsiderou os termos do acórdão do TRF3, que eram cristalinos : “A devolução da área pela arrendatária não causará dano ou prejuízo à continuidade de prestação do serviço público. Enquanto não finalizado o obrigatório procedimento licitatório, o poder público deve tomar para si a execução direta”. Ou seja: para que o serviço continuasse, a Justiça mandou o governo assumir, e não dar sobrevida à empresa. O Ministério dos Transportes não informou de quem partiu a ordem para fazer o contrato de transição. Numa nota a VEJA, disse que cabe à pasta apenas estruturar a licitação. Em outra, repassou à Codesp a responsabilidade do caso.

Já a Codesp declarou que o contrato de transição com o Terminal Pérola foi assinado por recomendação da Secretaria de Portos do Ministério dos Transportes. A Codesp, a Secretaria de Portos e a Antaq são comandadas por nomes indicados pelo MDB.

O jogo de empurra tem razão de ser. Por determinação do ministro Bruno Dantas, o Tribunal de Contas da União (TCU) abriu uma investigação para apurar a participação de funcionários do governo em esquema destinado a protelar a licitação da área explorada pelo Terminal Pérola e, assim, favorecer a empresa. Quando o ministro Bruno Dantas se manifestou sobre o caso, em novembro passado, o Ministério dos Transportes previa que a licitação ocorreria em junho deste ano. Agora, nem data há mais. Quem se beneficia com a indefinição ? O Terminal Pérola e sua acionista Rodrimar.

Na quinta-feira 12, expirou o contrato de transição com a Codesp. Deu-­se, então, o terceiro benefício da gestão Temer à empresa. Já no dia seguinte, 13 de abril, a Codesp renovou por mais seis meses o contrato de transição da Pérola, agora até outubro de 2018. Pelo acerto, a empresa pagará pela operação cerca de 160 000 reais por mês à autoridade portuária — o equivalente a 2% de seu faturamento mensal médio em 2016. Excelente negócio. Os executivos da Pérola ouvidos por VEJA declararam que a empresa atua dentro da legalidade. Por meio de advogados, a Rodrimar se eximiu de qualquer responsabilidade pela prorrogação do contrato. Disse ser sócia minoritária da Pérola e que, por isso, não participa da diretoria da empresa.

Pode até não participar, mas não está alheia aos sucessos da Pérola. Em e-mail revelado em edição recente de VEJA, Antonio Celso Grecco, dono da Rodrimar, fez um comentário sobre o famoso decreto dos portos — o documento que, investiga a polícia, poderia ter sido emitido pelo governo com base em pagamento de propina. No e-mail, Grecco mostrou-se otimista sobre o futuro do Terminal Pérola depois da publicação do decreto: “Os parágrafos 2, 19 e 24 do novo decreto apoiam e fortalecem o objeto da reivindicação do Terminal Pérola na Secretaria de Portos e na Antaq”. Isso mostra que a Rodrimar não integra a diretoria da Pérola, mas acompanha seus negócios com olhos de lince. E tem estado feliz com o que vê.

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Re: MDB • Um dos partidos mais corruptos do Brasil, o antigo PMDB, mudou de nome, mas os corruptos continuam
MensagemEnviado: 21 Abr 2018, 03:15 
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https://istoe.com.br/noites-de-insonia/

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O TRF 4 decidiu apreciar, na primeira semana de maio, o recurso do Ministério Público Federal contra a absolvição de Claudia Cruz, mulher de Eduardo Cunha, dos crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Sua assinatura está nas contas na Suíça onde o maridão depositou dinheiro de origem suspeita.

Cláudia Cruz está, compreensivelmente, preocupada : nos cinco julgamentos de casos semelhantes ao dela, analisados até hoje pelo tribunal, a absolvição concedida pela primeira instância foi transformada em condenação.

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Re: MDB • Um dos partidos mais corruptos do Brasil, o antigo PMDB, mudou de nome, mas os corruptos continuam
MensagemEnviado: 21 Abr 2018, 04:43 
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O GLOBO

O diretor jurídico do grupo J&F, Francisco Assis e Silva, deu detalhes da tentativa do grupo do presidente Michel Temer de comprar o silêncio do doleiro Lúcio Funaro.

O complemento da delação premiada de Francisco Assis e Silva, diretor jurídico do grupo J&F, dono da JBS, revela novos detalhes da acusação de envolvimento do presidente Michel Temer, do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e do ex-ministro Geddel Vieira Lima na tentativa de comprar o silêncio de Lúcio Funaro, apontado como operador de políticos do PMDB em esquemas de corrupção.

Em um dos anexos de sua colaboração, Francisco relatou que Geddel, atualmente preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, lhe perguntou se “Joesley estava cuidando do passarinho”.

Segundo o delator, Geddel também teria informado que “Eliseu Padilha havia sido destacado pelo presidente Michel Temer para cuidar desse assunto”.

O silêncio de Lúcio Funaro não durou muito e ele acabou firmando um acordo de delação premiada.

Em sua própria colaboração, o operador relatou que Eliseu Padilha tentou monitorar sua delação.

Já Joesley Batista diz que, na conversa que teve com Michel Temer, em março de 2017, no Palácio do Jaburu, ele recebeu o aval do líder peemedebista para comprar o silêncio não apenas do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, mas também de Lúcio Funaro.

Naquele diálogo, gravado por Joesley Batista, Michel Temer diz a frase “tem que manter isso, viu ?”, depois que o empresário afirma que estava “de bem” com Eduardo Cunha.

“Eu ouvi do presidente, claramente, que era importante manter isso (ajuda financeira a Lúcio Funaro e a Eduardo Cunha). Enfim, a primeira missão minha lá (na reunião no Palácio Jaburu) era essa : saber dele (Michel Temer) se o compromisso (pagamento de propina) ainda era necessário, e ele (Michel Temer) me disse de pronto que sim”, relata em trecho do depoimento.

Francisco Silva contou que, em abril de 2016, Joesley Batista o chamou e o apresentou a Geddel. Entre setembro e novembro daquele ano, ele viria a ter mais alguns encontros com Geddel, já ministro da Secretaria de Governo.

“Nos primeiros encontros, o assunto tratado foi : Lúcio Funaro, seu estado físico, o estado de sua família e pagamentos realizados por Joesley para que ele se mantivesse em silêncio. O então ministro Geddel me perguntou se ‘Joesley estava cuidando do passarinho’. Eu perguntei sobre a estratégia de defesa e libertação de Lúcio Funaro. Ele me informou que o ministro Eliseu Padilha havia sido destacado pelo presidente Michel Temer, para cuidar desse assunto em favor de Lúcio Funaro”, escreveu Francisco em anexo da delação.

Em depoimento prestado em 15 de agosto do ano passado, Francisco deu outros detalhes da preocupação de Geddel com o silêncio de Funaro.

Lúcio Funaro recebeu pagamentos da JBS antes de fechar acordo de colaboração com o Ministério Público Federal me dito que os assuntos entre Joesley e Lúcio estavam sob controle. Estava tudo certo, e tudo dentro dos conformes. O Geddel falava assim : “Ó, tem que cuidar do passarinho, tem que manter a família bem cuidada”. Ele me falou que falava com a esposa do Lúcio : “Ó, eu de vez em quando falo com a esposa dele, tal, fala para o Joesley ficar tranquilo que a gente acredita que vai soltar ele brevemente” disse o diretor jurídico.

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Re: MDB • Um dos partidos mais corruptos do Brasil, o antigo PMDB, mudou de nome, mas os corruptos continuam
MensagemEnviado: 24 Abr 2018, 06:18 
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Esse bandido não vai ser preso nunca ?

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Re: MDB • Um dos partidos mais corruptos do Brasil, o antigo PMDB, mudou de nome, mas os corruptos continuam
MensagemEnviado: 24 Abr 2018, 16:55 
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É que o senado manda e o STF obedece.

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El Chavo Arachán escreveu:
A los que defienden las exhibiciones practicadas por la SBT, ¡qué se jodan y punto final!


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Re: MDB • Um dos partidos mais corruptos do Brasil, o antigo PMDB, mudou de nome, mas os corruptos continuam
MensagemEnviado: 27 Abr 2018, 12:11 
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https://veja.abril.com.br/blog/radar/delacao-revela-pagamentos-mensais-de-r-100-mil-a-pezao/

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A proposta de delação de Hudson Braga, ex-secretário de Obras de Sergio Cabral e ex-braço-direito de Luiz Fernando Pezão, é um tiro no coração do governador do Rio.

Nela, Hudson Braga diz que entregava, pessoalmente, todos os meses 100 000 reais das empreiteiras com obras no governo Sergio Cabral para Pezão.

O próprio Sérgio Cabral, de acordo com Hudson Braga, daria outros 100 000 a Pezão.

Hudson Braga chegou ao cargo público por indicação de Pezão, mas sempre esteve debaixo de sua influência. Era o então vice-governador que decidia a destinação dos recursos dos programas “Bairro Novo”, “Asfalto na Porta” e “Somando Forças”.

Havia também pedidos extras que eram feitos mensalmente para ajudar algum político.

Os valores eram entregues a Pezão ou ao seu assessor “Luizinho”, que era da sua confiança.

Em outro anexo da proposta de delação, Hudson Braga fala sobre o envolvimento de Pezão com a JRO Pavimentação Ltda., de dois amigos de confiança do governador. Hudson Braga teria sido orientado a repassar 5 milhões de reais para a empresa, em troca de notas promissórias. Ele diz que tem as notas para provar a operação e que o dinheiro está lá até hoje.

O colaborador acrescenta que a campanha que elegeu Pezão em 2014 custou oficialmente 71 milhões de reais, mas o custo total real foi de aproximadamente 300 milhões.

Não é só. Pezão e companhia firmaram acordo para a compra de apoio político de ao menos 16 partidos. O PSD, por exemplo, custou 30 milhões de reais.

Seu marqueteiro, Renato Pereira, também enrolado na Lava-Jato, custou aos cofres de campanha mais ou menos 28 milhões de reais, quando, na verdade, foram pagos a ele, em espécie, mais de 80 milhões. O alto valor saiu de repasses da Odebrecht, OAS e Andrade Gutierrez.

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Re: MDB • Um dos partidos mais corruptos do Brasil, o antigo PMDB, mudou de nome, mas os corruptos continuam
MensagemEnviado: 27 Abr 2018, 21:19 
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Contra Temer, Renan quer lançar outro nome do MDB ao Planalto
Coluna do Estadão
27 Abril 2018 | 05h30

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Foto: Ed Ferreira/Estadão

Liderado pelo ex-presidente do Congresso Renan Calheiros (MDB-AL), um grupo de senadores emedebistas de seis Estados articula o lançamento de um nome alternativo do partido à Presidência da República. O alagoano tem apoio de colegas de Pernambuco, Sergipe, Santa Catarina, Paraná e Goiás, que rejeitam escolher entre o presidente Michel Temer e o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles para o Planalto. Pelos cálculos de Renan, em um cenário otimista e sem alinhar-se a Temer, a sigla que conta com 19 senadores só terá chance de eleger sete.

Sem chance. “O nome de Michel Temer para a reeleição ao Planalto rebaixa as candidaturas estaduais do MDB”, criticou Renan, que vem fazendo oposição ao governo Temer desde abril do ano passado.

Por outro lado… Próximo de Temer, o deputado Beto Mansur (MDB-SP) aconselhou o presidente a se dedicar à pré-campanha ao Planalto entre as quintas e os sábados até a convenção nacional do MDB. Sugeriu que ele se movimente mesmo que não seja candidato.

Lição de casa. A Fundação Ulysses Guimarães, do MDB, elaborou 27 cadernos com relatórios de realizações do governo federal nos Estados. Cada presidente de diretório estadual recebeu um. A brochura, ainda inacabada, servirá para que emedebistas defendam o legado de Temer.
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Re: MDB • Um dos partidos mais corruptos do Brasil, o antigo PMDB, mudou de nome, mas os corruptos continuam
MensagemEnviado: 14 Mai 2018, 21:31 
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Geni. O ministro Carlos Marun, da articulação política, virou vidraça. Congressistas reclamam que conseguem agenda com Temer, mas nao com ele. E já jogam nas costas de Marun dificuldades para aprovar a privatização da Eletrobrás.


SINAIS PARTICULARES: Carlos Marun, ministro da articulação política; por Kleber Sales
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Re: MDB • Um dos partidos mais corruptos do Brasil, o antigo PMDB, mudou de nome, mas os corruptos continuam
MensagemEnviado: 17 Mai 2018, 19:30 
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https://g1.globo.com/politica/noticia/fachin-autoriza-inquerito-para-investigar-repasses-da-jf-a-politicos-do-mdb.ghtml

O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou abertura de um inquérito para investigar se houve repasses de cerca de R$ 40 milhões da J&F a políticos do MDB durante a campanha eleitoral de 2014.

Nos depoimentos, Sérgio Machado disse ter chegado ao conhecimento dele que a JBS, empresa do grupo J&F, faria doações à bancada do MDB do Senado em 2014 no valor de R$ 40 milhões.

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Ainda de acordo com o delator seriam beneficiados com a doação os senadores Renan Calheiros (AL), Jader Barbalho (PA), Romero Jucá (RR), Eunício Oliveira (CE), Vital do Rêgo (PB), hoje ministro do Tribunal de Contas da União, Eduardo Braga (AM), Edison Lobão (MA), Valdir Raupp (RO) e Roberto Requião (PR), "dentre outros".

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