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Re: PMDB • Pezão lança edital para alugar jato executivo
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MensagemEnviado: 10 Ago 2017, 21:06 
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PMDB pune com suspensão deputados que votaram contra Michel Temer
O ofício foi enviado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta quinta-feira (10).
http://www.gp1.com.br/noticias/pmdb-pun ... 19070.html

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Re: PMDB • Pezão lança edital para alugar jato executivo
MensagemEnviado: 11 Ago 2017, 07:55 
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Re: PMDB • Pezão lança edital para alugar jato executivo
MensagemEnviado: 11 Ago 2017, 11:05 
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http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2017/08/com-rj-falido-sem-pagar-servidores-pezao-lanca-edital-para-alugar-jatinho.html

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O estado do Rio de Janeiro não está pagando salários em dia. Muitos servidores não receberam nem o 13º do ano passado. Falta dinheiro para manter serviços públicos em operação plena.

Mesmo assim, o governador Luiz Fernando Pezão, do PMDB, acha que é hora de o governo estadual alugar um jatinho para ele poder viajar com mais conforto.

Imagine um convite para uma viagem de avião, e não vai ser em uma aeronave de voo comercial, não. Você vai de jato executivo. Ele vai ter banheiro privativo em compartimento independente da cabine de passageiros para maior privacidade, poltronas giratórias para possíveis reuniões e altura mínima de cabine de 1,65 cm para acomodar os passageiros mais altos.

É o que o governo do estado do Rio de Janeiro classifica como "serviço de excelência".

Tudo isso está em um edital publicado nesta quinta-feira (10) para a contratação de uma empresa de táxi aéreo para servir o "chefe do Poder Executivo do estado", ou seja, o governador.

Além do conforto na cabine, o edital especifica o tipo de jatinho desejado. A aeronave deverá ser um avião a jato, com duas turbinas, com capacidade mínima de seis passageiros, além da tripulação.

Também deve ter velocidade mínima de cruzeiro de 750 km/h, autonomia mínima de três horas e meia de voo, sendo capaz de percorrer uma distância de 2.200 km para que seja possível ir do Rio de Janeiro a capitais, como Brasília, São Paulo e Belo Horizonte.

No meio de uma crise financeira dramática e sem pagar os salários dos funcionários públicos há quase três meses, o estado do Rio decidiu gastar R$ 2,5 milhões para que Luiz Fernando Pezão viaje em um jato executivo durante um ano para compromissos oficiais. Esse é o limite máximo previsto no edital.

É tanto dinheiro que o governador poderia ir e voltar de Brasília quase três vezes por dia em um voo comercial, o ano inteiro.

E se o governador optasse por uma ida e volta diária, saindo de manhã e voltando à noite, nos 365 dias, o gasto seria bem menor: em média, R$ 844 mil.
“O servidor do estado do Rio de Janeiro acha isso um absurdo. Nós já tivemos a história do spa de luxo do governador, e mais essa notícia em relação a essa licitação envolvendo o jatinho do governador para viagem. A gente acha isso uma inversão de prioridade, porque o servidor do Rio de Janeiro hoje está praticamente passando fome”, diz Luiz Eduardo Ferreira, do Sindicato dos Profissionais de Educação da Faetec.

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Re: PMDB • Pezão lança edital para alugar jato executivo
MensagemEnviado: Ontem, 19:36 
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PGR paralisa acordo de delação de Cunha
Estadão Conteúdo
16.08.17 - 10h45

A Procuradoria-Geral da República (PGR) avisou à defesa do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que a delação premiada do peemedebista não será firmada durante a gestão de Rodrigo Janot. Os procuradores suspenderam as negociações com a defesa do deputado cassado, preso na Lava Jato desde outubro do ano passado em Curitiba. Desde o último mês, Cunha tentava um acordo com os investigadores.

O procurador-geral da República deixa o cargo em 18 de setembro, quando passa o comando do Ministério Público Federal para Raquel Dodge. Até lá, Cunha não deve voltar a negociar o acordo. A situação do ex-deputado é considerada crítica, pois a Lava Jato já obteve muitas informações, usadas nas denúncias contra ele, antes da disposição de Cunha para negociar um acordo.

Investigadores costumavam dizer que Cunha só poderia fechar um acordo de delação se aceitasse falar sobre lideranças políticas em cargo superior ao dele próprio. Mas, segundo fontes envolvidas nas negociações do acordo, o ex-presidente da Câmara omitiu informações sobre aliados durante as tratativas e acusou apenas figuras com as quais rompeu nos últimos meses antes de sua prisão. Ele também teria apresentado poucas provas para as denúncias que prometia fazer.

Considerando a condição jurídica do ex-parlamentar e o que já foi revelado sobre sua suposta participação no esquema de corrupção investigado na Lava Jato, Cunha precisa entregar informações consistentes para que o MP faça um acordo.

O ex-presidente da Câmara já foi condenado pelo juiz Sérgio Moro a mais de 15 anos de prisão, em uma das frentes em que é investigado na Lava Jato. Inicialmente, procuradores da força-tarefa diziam que não seria possível fechar as delações de Cunha e do operador financeiro Lúcio Funaro, em razão da proximidade dos dois e das semelhanças de fatos delatados. Segundo eles, só uma delas iria prosperar. Recentemente, contudo, a PGR passou a negociar com ambos. A delação de Funaro está na reta final e deve ser assinada ainda nesta semana.

Ataque

Antes de ser preso, Cunha acusou Janot de fazer perseguição política ao investigá-lo e colocou o procurador-geral da República na mira de suas críticas. A estratégia foi posteriormente considerada equivocada por advogados ligados ao peemedebista, porque o embate poderia criar um clima hostil para eventual negociação na PGR. Parte dos investigadores considera que não é necessário fechar um acordo com Cunha, uma vez que muitas informações foram obtidas de outras maneiras.

O núcleo mais próximo a Janot, no entanto, reforçou que uma delação bem fundamentada seria aceita, mas a proposta feita nas negociações na PGR ficou muito aquém do desejado. A aposta de quem acompanha as negociações é de que na gestão de Raquel Dodge a situação de Cunha possa ser reavaliada. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
ISTOÉ / ESTADÃO CONTEÚDO

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