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Re: PMDB • Senadoras do PMDB batem boca
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MensagemEnviado: 08 Fev 2017, 01:50 
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http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,governador-do-es-decide-deixar-pmdb,70001654220

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Um dos sete governadores eleitos pelo PMDB em 2014, o economista Paulo Hartung, do Espírito Santo, decidiu deixar a legenda do presidente Michel Temer.

Embora faça críticas pontuais ao governo, Paulo Hartung não pretende migrar para a oposição, mas deslocar-se dentro do consórcio de poder que espera lançar um nome da situação à Presidência em 2018.

Pelo menos duas portas foram abertas.

O ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, fundador do PSD, fez um convite e aguarda resposta. Mas o PSDB também está na fila.

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Re: PMDB • Senadoras do PMDB batem boca
MensagemEnviado: 15 Fev 2017, 22:15 
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http://m.congressoemfoco.uol.com.br/noticias/juca-apresenta-proposta-que-proibe-investigacoes-contra-membros-da-linha-sucessoria-presidencial/

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O senador Romero Jucá (PMDB) apresentou nesta quarta-feira (15) uma proposta de emenda à Constituição (PEC 3/2017) que suspende todas as investigações contra quem vier a substituir o presidente da República, mesmo temporariamente.

A proposta – cujo conteúdo é similar àquele dispositivo constitucional que já blinda o presidente da República de investigação por atos praticados fora do mandato – protege os demais ocupantes da linha sucessória presidencial (chefes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal) das ações da Procuradoria-Geral da República e do STF enquanto o investigado estiver no comando do Executivo, em caso de impedimento de todos os outros na linha sucessória da Presidência da República.

Na prática, a proposta impediria que eventuais crimes praticados pelos presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), antes do início de fevereiro, quando ambos iniciaram seus mandatos para o biênio 2017/2018, pudessem ser investigados.

Investigado em vários inquéritos no STF, Romero Jucá propõe alterar o parágrafo 4 da Constituição, que isenta o presidente da República da responsabilidade por atos estranhos ao exercício de suas funções.

Ele acrescenta ao texto que o chefe de governo não poderá ser investigado “durante a vigência do seu mandato ou enquanto ocupar o correspondente cargo”. Redigida no dia 7 de fevereiro, Romero Jucá protocolou a emenda dez dias depois.

Se aprovada, a emenda de Romero Jucá protegerá os potenciais substitutos do presidente Michel Temer de eventuais investigações da PGR e do STF.

Romero Jucá conseguiu o apoio de vários colegas, entre eles o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), o líder do governo no Congresso, Aloysio Nunes ferreira (PSDB-SP), o presidente da comissão de Constituição e Justiça, Edison Lobão (PMDB-MA), Benedito de Lira (PMDB-AL) e Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), o líder do PMDB e ex-presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), e Lasier Martins (PSD-RS).

A justificativa oficial de Romero Jucá é que a suspensão das investigações do presidente da República pelo Supremo dará estabilidade ao chefe de governo diante das crises que podem ocorrer durante o mandato.

O parlamentar diz que o objetivo não é imunizar o presidente da República. E diz na justificativa: “Não se trata, aqui, de imunizar membros de poderes da República ou de criar artifícios para impedir que respondam por seus atos. O que se faz é assegurar que as pessoas que possam substituir ou suceder o presidente da República desfrutem da estabilidade necessária ao exercício de suas funções”.

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Re: PMDB • Senadoras do PMDB batem boca
MensagemEnviado: 15 Fev 2017, 22:33 
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Esse aí nem disfarça mais.


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Re: PMDB • Senadoras do PMDB batem boca
MensagemEnviado: 16 Fev 2017, 19:55 
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Leviatã mira nomes ligados a Lobão e Jader Barbalho
16/02/2017 - 09h45 | Atualizado em 16/02/2017 - 10h42

Márcio Lobão é filho do presidente da CCJ; outro alvo é ex-senador Luiz Otávio Campos, apadrinhado pelo senador do Pará

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Polícia Federal em operação
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil/Fotos Públicas

SÃO PAULO - Os alvos da operação Leviatã, deflagrada na manhã desta quinta-feira, 16, pela Polícia Federal, são ligados aos senadores do PMDB Edison Lobão (MA) e Jader Barbalho (PA). O primeiro alvo é Márcio Lobão, filho do senador, que já foi citado na delação do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado. O outro alvo da operação de hoje é o ex-senador Luiz Otávio Campos, considerado por investigadores um apadrinhado político de Barbalho.

Os nomes de Márcio Lobão e de Luiz Otávio Campos foram indicados na delação do executivo da Andrade Gutierrez Flávio Barra, que relatou pagamentos realizados pela empreiteira pelas obras da usina hidrelétrica de Belo Monte e também pela usina de Angra 3.

Segundo o ex-diretor da Andrade Gutierrez, integrante do consórcio construtor de Belo Monte, entre R$ 4 milhões e R$ 5 milhões foram repassados ao senador Edison Lobão (PMDB) pelas obras de Angra 3 e R$ 600 mil de Belo Monte. De acordo com o delator, o valor relacionado a Belo Monte foi entregue em espécie na casa de Márcio Lobão, filho do senador. Ainda em sua delação, o executivo disse que a propina em Belo Monte era de 0,5% para o PT e 0,5% para o PMDB - porcentual sobre o valor do contrato.

As buscas desta quinta são feitas nas residências e escritórios de trabalho dos alvos, suspeitos de fazerem o repasse de valores aos políticos que estão na mira do inquérito. Os investigados podem responder por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

A operação foi autorizada pelo ministro Luiz Edson Fachin. Apesar de ser o novo relator da Lava Jato no STF desde a morte de Teori Zavascki, Fachin já era o relator das investigações sobre Belo Monte - que ficaram desmembradas no STF das apurações que envolviam a Petrobras.

No inquérito, são investigados, além de Lobão e Barbalho, os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR) e Valdir Raupp (PMDB-RO). Procuradoria-Geral da República e Polícia Federal investigam, neste inquérito, se foi feito pagamento de propina de 1% sobre o valor dos contratos assinados pelas obras de Belo Monte a partidos políticos envolvidos na liberação do projeto da hidrelétrica no Pará.

A suspeita é de que as empresas que integram o consórcio responsável pela obra fizeram o pagamento. Lobão é hoje o atual presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no Senado, responsável por sabatinar o novo ministro do STF e também o futuro procurador-geral da República.
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Re: PMDB • Senadoras do PMDB batem boca
MensagemEnviado: 17 Fev 2017, 11:17 
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Re: PMDB • Senadoras do PMDB batem boca
MensagemEnviado: 18 Fev 2017, 03:27 
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Re: PMDB • Senadoras do PMDB batem boca
MensagemEnviado: 18 Fev 2017, 03:36 
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Paola Provocadora escreveu:
É incrível a cara de pau desses políticos, querem se beneficiar na cara dura.

É foda mesmo.. Tá difícil alguém honesto aparecer aí viu.. -_-

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Re: PMDB • Senadoras do PMDB batem boca
MensagemEnviado: 21 Fev 2017, 04:25 
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O líder do governo no Congresso, Romero Jucá (PMDB-RR), discursou por quase uma hora no plenário do Senado, nesta segunda-feira (20), para se defender das acusações de que tenta atrapalhar a Operação Lava Jato.

Romero Jucá acusou a imprensa de tentar fazer o "linchamento" dos políticos.



Após recuar do projeto que poderia blindar os membros da linha sucessória da presidência, na semana passada, Romero Jucá foi hostilizado ao desembarcar em aeroporto de Boa Vista, na última sexta-feira (17).

Citando referências históricas, Romero Jucá afirmou que a imprensa "aponta a guilhotina" para os parlamentares e depois "parte para o estraçalhamento".

"Está parecendo que estamos vivendo o período da inquisição ou a Revolução Francesa. Estão querendo pregar em todos nós a estrela de Israel no peito, como os nazistas pregaram nos judeus que viviam na Alemanha. No passado, a turba fazia linchamentos, hoje quem tenta fazer é a imprensa e setores da sociedade", atacou.

O líder do governo se referia à estrela de Davi, símbolo do Judaísmo que era costurado nas roupas dos judeus no período nazista, na Alemanha, para identificá-los.

Romero Jucá disse ainda que os jornalistas teriam pressionado parlamentares a retirar as assinaturas na última quinta-feira (16).

Após as notícias sobre a sua proposta ser divulgada, pelo menos dois senadores desistiram do apoio ao texto.

"Estamos agora sofrendo patrulhamento na tramitação de projetos ? Isso comigo não funciona", declarou.

Romero Jucá afirmou que recuou da proposta para que o Congresso coloque "os pontos nos is" e "não se diminua". "Da minha parte, não haverá diminuição", continuou. Após o discurso, ele avaliou que a proposta pode ser discutida novamente no futuro.

Romero Jucá criticou ainda o vazamento das delações premiadas pelos jornalistas, que chamou de "nova vivandeiras e carpideiras". "É liberdade de imprensa vazar um pedaço de delação ? E a que preço essa imprensa recebe o pedaço da delação ? Não sei", continuou.

O líder do governo possui um projeto em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que propõe o fim do sigilo para todos os acordos de delações premiadas. O intuito, afirmou, é garantir "mais clareza" aos processos.

Romero Jucá afirmou que os profissionais da imprensa "choram defuntos ainda vivos", citando nomes de alguns colunistas. "Quero dizer com muita tranquilidade, aos meus adversários e a quem quer me marcar com uma estrela no peito: eu não vou morrer de véspera, eu não me entrego, eu sei o que eu defendo, eu sei o que eu fiz, e eu sei o que vou fazer." O peemedebista assegurou que continuará apresentando propostas polêmicas. "Jucá é sinônimo de uma madeira que não quebra e não se enverga."

O líder do governo voltou a explicar os motivos que o levaram a apresentar a PEC que iria impedir a eventual investigação e o julgamento dos presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele disse que o objetivo era garantir a independência entre os poderes e negou que tenha por objetivo atrapalhar a Operação Lava Jato.

Investigado na operação, Romero Jucá "pediu" para que os procuradores "concluam" os seus inquéritos. "Façam um mutirão Romero Jucá. Juntem-se e investiguem o que tiver que investigar. Para mim, não há problema", discursou.

Romero Jucá concluiu o pronunciamento explicando que a gravação feita pelo ex-presidente da Transpetro, Sergio Machado, onde aparece dizendo que é preciso "estancar a sangria", não se referia à Lava Jato, mas ao "desmonte" do País promovido pelo governo da ex-presidente Dilma Rousseff. "A Lava Jato não é sangramento, é remédio", defendeu.

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Re: PMDB • Senadoras do PMDB batem boca
MensagemEnviado: 21 Fev 2017, 10:51 
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Re: PMDB • Senadoras do PMDB batem boca
MensagemEnviado: 21 Fev 2017, 20:15 
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Jucá sobre polêmica do foro com STF: 'É todo mundo na suruba'
Senador esbravejou contra proposta do Supremo de revisar o foro privilegiado de políticos

HÁ 5 HORAS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO

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© Adriano Machado/Reuters

Líder do governo no Câmara, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) esperneou contra uma proposta em debate no STF que restringe o foro privilegiado de parlamentares a crimes cometidos apenas durante o mandato eletivo.

Como retaliação, deputados tanto da base quanto da oposição falam em aprovar emenda à Constituição retirando o foro de magistrados e integrantes do Ministério Público.

“Se acabar o foro, é para todo mundo. Suruba é suruba. Aí é todo mundo na suruba, não uma suruba selecionada. Uma regra para todo mundo (a restrição do foro privilegiado) para mim não tem problema", esbravejou Jucá ao jornal O Estado de S. Paulo.

Relator da Lava Jato, Edson Fachin está entre os ministros do Supremo que defendem a revisão do foro.
NOTÍCIAS AO MINUTO


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Re: PMDB • Senadoras do PMDB batem boca
MensagemEnviado: 21 Fev 2017, 21:36 
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Jucá pede desculpas por 'suruba' e cita música dos Mamonas
Senador usou o termo "suruba selecionada" para falar sobre proposta de restrição a foro privilegiado

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© Agência Senado

HÁ 1 HORA
POR Imagem

O líder do governo no Congresso, senador Romero Jucá (PMDB-RR), pediu desculpas nesta terça-feira, 21, por ter usado o termo "suruba selecionada" ao se referir à proposta de restringir o foro privilegiado para processos judiciais envolvendo agentes públicos. "Se acabar o foro, é para todo mundo. Suruba é suruba. Aí é todo mundo na suruba, não uma suruba selecionada", disse na segunda-feira, 20, o peemedebista em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo".

A afirmação de Jucá - investigado na Operação Lava Jato - foi uma reação à proposta em debate no Supremo Tribunal Federal (STF) de restringir o alcance da prerrogativa dos políticos ao mandato em exercício. Caso a medida avance, o peemedebista defende abranger integrantes do Judiciário e do Ministério Público. A proposta em discussão é que o direito só valha para denúncias de crimes praticados durante o exercício do mandato.

Na entrevista desta terça-feira, o senador repetiu que a redução do foro não poderia valer só para o Legislativo. Mas afirmou que ontem sua declaração fora retirada de contexto. Alegou haver citado a música da banda Mamonas Assassinas, Vira-vira, para fazer referência ao termo suruba, mas que a reportagem não registrou tal fato.

Contudo, na entrevista feita ontem pelo Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, que foi integralmente gravada e presenciada por outras pessoas, o senador não fez qualquer referência à música dos Mamonas.

Primeiro, o senador falou em "suruba" para criticar a possibilidade de o foro ser restrito apenas a quem tenha mandato eletivo. Depois, ressaltou que o Supremo ainda vai decidir se caberá à própria Corte alterar a interpretação do foro ou apenas por meio de uma mudança na Constituição pelo Legislativo. "Não é coisa de curto prazo, para amanhã", disse.
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Re: PMDB • Senadoras do PMDB batem boca
MensagemEnviado: 21 Fev 2017, 21:39 
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Cleberson Pereira escreveu:
Já podem fecha o tópico

Chilpayate escreveu:
Sim, sr. moderador.


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Re: PMDB • Senadoras do PMDB batem boca
MensagemEnviado: 21 Fev 2017, 21:40 
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Lava Jato: ministros mantêm investigação contra Sarney no STF
21/02/2017 18h21 Brasília

André Richter - Repórter da Agência Brasil
Edição: Luana Lourenço

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (21) que o ex-senador José Sarney (PMDB-AP) deve responder na Corte pelas acusações do ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado, um dos delatores da Operação Lava Jato. Por 4 votos a 1, a decisão foi a primeira derrota do ministro Edson Fachin após assumir a relatoria dos processos da operação no lugar de Teori Zavascki, morto em um acidente de avião no mês passado.

A turma julgou um recurso protocolado pela defesa de Sarney contra decisão de Zavascki, que determinou o compartilhamento da investigação com a Justiça Federal em Curitiba, comandada pelo juiz federal Sérgio Moro.

Os advogados alegaram que ex-senador deve responder às acusações no Supremo. Para a defesa, os fatos estão relacionados a crimes que teriam sido cometidos por outros senadores, que também são investigados na Corte e têm foro privilegiado.

Durante o julgamento desta terça-feira, Fachin ponderou que não houve autorização para investigar Sarney em Curitiba, apenas um compartilhamento de um dos depoimentos de Sérgio Machado. No entanto, por 4 votos a 1, a turma seguiu o voto divergente do ministro Dias Toffoli.

Para o ministro, os fatos envolvendo Sarney estão interligados com os supostos crimes cometidos pelos senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Romero Jucá (PMDB-RR), que já são investigados na Corte. Dessa forma, segundo Toffoli, o ex-senador não pode ser investigado pelo juiz Sérgio Moro. Seguiram a divergência os ministros Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Gilmar Mendes.

Há duas semanas, Fachin autorizou a abertura de inquérito para investigar Renan e Jucá, além de Sarney e Sérgio Machado. Eles são acusados de tentar barrar ou atrapalhar as investigações da Lava Jato.

Delação

Nos depoimentos de delação premiada, o ex-presidente da Transpetro disse que repassou propina para mais de 20 políticos de vários partidos. Segundo Machado, foram repassados ao PMDB “pouco mais de R$ 100 milhões”, que tiveram origem em propinas pagas pelas empresas que tinham contratos com a Transpetro.

De acordo com os termos do acordo de delação, divulgados hoje, Sérgio Machado vai devolver R$ 75 milhões aos cofres públicos. Desse total, R$ 10 milhões deverão ser pagos 30 dias após a homologação, que ocorreu no mês passado, e R$ 65 milhões parcelados em 18 meses. Por ter delatado supostos repasses de recursos da Transpetro para políticos, Machado vai cumprir pena em regime domiciliar diferenciado.
EBC - AGÊNCIA BRASIL


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Re: PMDB • Senadoras do PMDB batem boca
MensagemEnviado: 22 Fev 2017, 08:34 
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PQP, vão querer prender um imortal velhinho? Deveriam ter feito isso antes.

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Re: PMDB • Senadoras do PMDB batem boca
MensagemEnviado: 27 Fev 2017, 18:16 
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http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017/02/1862271-candidatura-de-lula-e-a-duvida-no-campo-da-centro-esquerda.shtml

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017/02/1862266-nome-conservador-alternativo-e-marina-disputam-terceira-via.shtml

O PMDB tende a estar a reboque, apesar do protagonismo acidental do momento.

Poderia até lançar um quadro distante da Lava Jato, como o governador Paulo Hartung (ES), mas parece mais fácil ir com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que está no PSD e poderia ser um nome caso a economia demonstre reação.

Em "eleitorês" : o emprego dificilmente subirá rapidamente, por mais que os mercados comemorem reformas que venham a ser aprovadas – de resto, sempre rotuláveis por adversários de "tirarem os direitos dos trabalhadores".

A equação para 2018 tem alguns candidatos a terceira via. No campo à direita, o vácuo de lideranças viáveis deu espaço ao crescimento do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), que vem cravando por volta de 10% em intenções de voto.

Há, contudo, uma certa unanimidade em apontá-lo como sintoma temporário, fadado a seus limites.

"Não me surpreende o desempenho do Bolsonaro. Desde 2013, há um crescimento da simpatia à direita no eleitorado", afirma o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino.

Naquele ano, uma pesquisa já apontava que 48% do eleitorado tinha simpatias conservadoras. "Foi uma decorrência da decepção com os governos do PT, e prevejo uma votação inédita nesse campo", diz. Hoje, Bolsonaro se sobressai, mas nomes menos heterodoxos podem ocupar esse espaço.

"O campo mais tradicional precisa unificar sua candidatura até o fim do ano", afirma Luiz Felipe D´Avila.

E há Marina Silva (Rede). A ex-senadora e ex-ministra ficou muito abalada com os ataques sofridos na campanha de 2014, e sua inapetência para o embate desencoraja simpatizantes. "Ela precisa se decidir se quer liderar um movimento ou ser presidente. Ela poderia ser um símbolo, como Nelson Mandela, desde que tivesse uma equipe e articulação política", diz Giannetti.

Outro problema é a falta de capilaridade da Rede, quase um não-partido. A associação ao PSB, pelo qual Marina foi candidata, parece ser a saída, restando saber se o partido que ocupa a vice de Alckmin em São Paulo não tem outros planos.

Há também a hipótese Joaquim Barbosa na sua chapa. O ex-presidente do Supremo, algoz do PT no julgamento do mensalão, seria um ativo e tanto em tempos de Lava Jato, assim como a atual ocupante da chefia Judiciário, Cármen Lúcia.

Barbosa já foi procurado por emissários de Marina, assim como por tucanos e pelo PSB, mas mantém-se fechado em copas.

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