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PMDB • Contas secretas de um dos principais operadores do senador Renan Calheiros são encontradas
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MensagemEnviado: 20 Jun 2015, 08:57 
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O PMDB está há anos no poder. Primeiro no governo José Sarney, depois no governo Fernando Henrique Cardoso, depois no governo Lula e agora, no governo Dilma.

Atualmente, o PMDB tem o vice-presidente (Michel Temer), o presidente do Senado (Renan Calheiros) e o presidente da Câmara dos Deputados (Eduardo Cunha).

Sem contar que o PMDB manda no Rio de Janeiro, um dos Estados mais ricos do país, sob o comando de Sérgio Cabral, Pezão e Eduardo Paes.

Gostaria de reunir os principais casos de corrupção do PMDB neste tópico.

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Editado pela última vez por E.R em 14 Jul 2017, 22:40, em um total de 35 vezes.

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Re: PMDB • Contas secretas de um dos principais operadores do senador Renan Calheiros são encontradas
MensagemEnviado: 20 Jun 2015, 09:00 
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RENAN CALHEIROS

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http://www.istoe.com.br/reportagens/423398_PROPINA+DE+R+30+MILHOES+PARA+RENAN

Um golpe perpetrado recentemente contra os fundos de pensão Postalis e Petros começa a ser desvendado pela Polícia Federal.

Inquérito sigiloso obtido com exclusividade por ISTOÉ traz os detalhes de um esquema que desviou R$ 100 milhões dos cofres da previdência dos funcionários dos Correios e da Petrobras.

Parte do dinheiro, segundo a PF, pode ter irrigado as contas bancárias do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do senador Lindbergh Farias (PT-RJ) e do deputado federal e ex-ministro de Dilma, Luiz Sérgio (PT-RJ), atualmente relator da CPI do Petrolão. P

restes a ser enviado ao Supremo Tribunal Federal, devido à citação de autoridades com foro especial, o inquérito traz depoimento de um funcionário do grupo Galileo Educacional, empresa criada pelo grupo criminoso para escoar os recursos dos fundos. Segundo o delator identificado como Reinaldo Souza da Silva, o senador Renan Calheiros teria embolsado R$ 30 milhões da quantia paga, Lindbergh R$ 10 milhões e o deputado Luiz Sérgio, o mesmo valor.

Para desviar os recursos dos fundos de pensão, os acusados, segundo a investigação da PF, montaram o grupo Galileo Educacional a fim de assumir o comando das Universidades Gama Filho e UniverCidade, ambas no Rio de Janeiro, que passavam por dificuldades financeiras. Para fazer dinheiro, o grupo Galileo lançou debêntures que foram adquiridas pelo Postalis e pelo Petros. De acordo com a PF, a operação foi feita apenas por influência política e sem nenhum critério técnico. O dinheiro, em vez de ser aplicado nas universidades, teria sido desviado para um emaranhado de empresas e depois, segundo o delator, remetido a Renan, Lindbergh e Luiz Sérgio. Em pouco menos de um ano, o MEC descredenciou boa parte dos cursos de ambas universidades e os fundos arcaram com o prejuízo.

Nas seis páginas de denúncia, o delator cita, além dos parlamentares, os supostos operadores desses políticos e de seus partidos, imbricados numa rede de empresas de fachada que teriam servido para lavar os recursos dos fundos de pensão. Até agora, PF e Ministério Público já ouviram mais de 20 pessoas, pediram o indiciamento de algumas delas e chegaram a cogitar prisões cautelares e a apreensão de passaportes. “Os envolvidos montaram todo um simulacro com aparato administrativo, financeiro e jurídico para angariar recursos em uma estrutura que não tinha qualquer comprometimento com a proposta educacional”, afirma o delegado Lorenzo Pompilio, que comanda o inquérito. Em relatório encaminhado ao MPF, ele fala em “ciclo criminoso”, considerando a incursão dos acusados nos crimes de peculato, formação de quadrilha e estelionato. Segundo o delegado, as atas de reuniões, assembléias, contratos e outros registros financeiros indicam “ações delineadas e orquestradas a pretexto de desenvolvimento de atividade acadêmica”, mas que tinham o único intuito “captar recursos que desapareceram”.

Sem poder avançar na apuração do núcleo político, além do que já foi descoberto, evitando assim que o processo seja enviado prematuramente ao STF, os investigadores dissecaram a ação de seus operadores. Quem capitaneou o esquema foi o advogado Marcio André Mendes Costa, responsável por criar o grupo Galileo e montar a engenharia para drenar recursos dos fundos de pensão – tudo feito com aparência de legalidade e auxílio de conhecidos executivos do mercado financeiro. Em pouco tempo, Mendes Costa conseguiu acessar os cofres do Postalis e da Petros, assumiu o controle da Universidade Gama Filho e da UniverCidade, instituições tradicionais do Rio de Janeiro.

Toda essa influência não surgiu do nada. Ex-conselheiro da OAB-RJ, o advogado circula com desenvoltura no meio político. Advoga para Furnas e trabalha há anos para a família do ex-senador Wellington Salgado, do PMDB mineiro, antigo aliado de Renan Calheiros. Também é parceiro do peemedebista Hélio Costa. Foi o ex-ministro das Comunicações quem indicou Adilson Florêncio da Costa como diretor financeiro da Postalis. Ao sair, Florêncio da Costa deixou em seu lugar Ricardo Oliveira Azevedo, outro apadrinhado de Renan. Azevedo levou ao comitê financeiro do fundo, em abril de 2011, a proposta de investimento no grupo Galileo. Em seu relatório, ele avalizou o projeto e o negócio acabou aprovado por todos os integrantes. Uma vez concluído o negócio, Florêncio da Costa tornou-se conselheiro da Galileo. Aqui está o que a Polícia Federal definiu como aprovação por influência política, sem critério técnico.

O dinheiro do Postalis, cerca de R$ 80 milhões, foi usado para adquirir 75% do total de debêntures emitidas pelo grupo. O restante foi comprado pela Petros e pelo Banco Mercantil do Brasil, responsável por estruturar a operação. Segundo depoimentos, dentro do banco o negócio foi encaminhado pelo irmão de Mendes Costa, Marcus Vinícius, acionista minoritário do BMB. As debêntures do Galileo tiveram como lastro as mensalidades do curso de medicina da Universidade Gama Filho, que naquele momento já passava por dificuldades financeiras e risco de descredenciamento pelo Ministério da Educação. Comprá-las era uma decisão temerária e só uma gestão política poderia garantir a aplicação milionária num negócio pra lá de suspeito.

Mas os dirigentes dos fundos desconsideraram o risco, assim como se comportaram o banco BNY Mellon, contratado pelo Postalis como administrador dos investimentos, e a consultoria Planner Trustee, agente fiduciária da operação. Ao todo, o Postalis investiu R$ 81,4 milhões em debêntures. Para receber os recursos, Márcio Costa criou a empresa Galileo Gestora de Recebíveis S.A, também controlada por ele. Como se as garantias das mensalidades do curso de medicina já fossem frágeis, o advogado ainda decidiu trocá-las pelas de engenharia mecânica e elétrica – sem avisar ao Postalis. O escândalo veio à tona em 2012 e foi até alvo de uma CPI na Assembléia Legislativa do Rio, mas as investigações foram abafadas. O relatório final da CPI responsabilizou Márcio Costa, sem considerar suas relações políticas e societárias.

Em depoimento à PF, a advogada Beatris Jardim, nomeada por Márcio Costa como diretora financeira, revelou novos nomes que participaram do esquema. Ela disse, quando assumiu o cargo, que já não havia mais o dinheiro das debêntures no caixa. E apontou como verdadeira tesoureira do grupo Aline Cristina Duarte Gonçalves, pessoa de confiança de Costa. “Quando eu perguntava sobre o dinheiro, eles me respondiam com evasivas”, disse Jardim, que já foi indiciada. Outro diretor, Samuel Dionizio entregou à PF extratos bancários que mostram um depósito de pouco mais de R$ 50 milhões do Postalis numa conta vinculada ao recebimento das mensalidades dos alunos. O dinheiro depois foi transferido para outra conta da empresa administradora, sem passar na conta principal da Galileo. Em seguida, os valores “foram pulverizados em uma série de operações com destinação que não pode ser identificada de forma mais clara”. A PF e o Ministério Público, que também atua na investigação, desconfiam que a dinheirama circulou pelas contas das empresas dos sócios do grupo Galileo, depois por outras empresas fantasmas e até doleiros, antes de chegar aos políticos citados.

Uma das empresas que recebeu os recursos pertence, segundo a PF, ao empresário Milton de Oliveira Lyra Filho, conhecido como Miltinho, outro operador importante do esquema. Dono de várias companhias, a maioria de fachada, Lyra Filho é apontado em Brasília como o lobista de Renan. Ligado ao PTB e ao PMDB, o nome de Lyra surgiu na Polícia Federal em 2011 no âmbito da Operação Voucher quando uma empresa sua foi identificada como beneficiária de recursos repassados pelo Ministério do Turismo num convênio com o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Infraestrutura Sustentável (Ibrasi), uma espécie de ONG. Um ano antes, com aval do PMDB, Miltinho conseguiu que dois cunhados seus comprassem o edifício-sede da Postalis e depois o revendessem, embolsando no negócio mais de R$ 1,2 milhão. Depois da venda, o Postalis passou a pagar aluguel de R$ 139 mil para continuar no mesmo lugar.

A relação com os peemedebistas aproximou Miltinho de Renan Calheiros e os dois passaram a jantar em restaurantes de Brasília. Elementos da investigação da PF sugerem que, por influência do presidente do Congresso, o lobista entrou de cabeça no negócio da Galileo. Figurou primeiramente com 5% no quadro societário do grupo, por meio de sua empresa IDTV Tecnologia e Comunicação. Depois, trocou a IDTV pela Euro America Participações, que funciona no mesmo endereço numa sala no subsolo de uma galeria comercial do Lago Sul em Brasília. Para a Polícia Federal, o fato de Miltinho estar envolvido no esquema é mais um forte indício – além do depoimento do funcionário da Galileo – da participação de Renan Calheiros no esquema. A PF agora quer quebrar o sigilo financeiro dessas companhias. Na Euro América, Miltinho tem como sócio o investidor Arthur Pinheiro Machado. Ele é investigado pelo Ministério da Previdência pois estaria por trás de falcatruas envolvendo R$ 300 milhões do próprio Postalis.


Além de Miltinho, o lobista de Renan, a PF desconfia que o dinheiro do Postalis possa ter ido parar nas contas das empresas de Ricardo Magro, dono da Refinaria de Manguinhos. Ele aparece como diretor do grupo Galileo, apesar de não possuir qualquer afinidade com a área educacional. Magro sempre atuou no setor de combustíveis e responde processo por sonegação de impostos.

Se a presença de Ricardo Magro nos quadros de um grupo educacional chama a atenção da PF, tampouco se pode desprezar a relação com Marcelo Sereno. Ex-assessor do ex-ministro José Dirceu e figura de proa do PT carioca com reconhecida atuação nos fundos de pensão, Sereno candidatou-se a deputado federal no ano passado, mas não foi eleito. É atribuída a ele a estratégia de arrecadação da campanha de Lindbergh Farias para o governo do Estado, que também fracassou. Na mesma chapa, o único que teve sucesso foi o deputado Luiz Sérgio, que saiu fortalecido com a reeleição e assumiu papel importante na Câmara como relator da CPI da Petrobras. Sua função agora é evitar constrangimentos a Lindberg, que já é alvo de investigação no Supremo por suposto envolvimento no Petrolão. Todos são suspeitos de usar dinheiro desviado de contratos da Petrobras para financiar campanhas políticas. Com as descobertas do caso Galileo, MPF e PF acreditam que o mesmo esquema possa ter ocorrido nos desvios do Postalis, da Petros e de outros fundos de pensão.

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Re: PMDB • Contas secretas de um dos principais operadores do senador Renan Calheiros são encontradas
MensagemEnviado: 20 Jun 2015, 09:04 
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EDUARDO CUNHA

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http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/doleiro-da-lava-jato-confirma-que-lobista-revelou-pressao-de-presidente-da-camara/

O doleiro Alberto Youssef afirmou ontem à Justiça Federal que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), era um dos “destinatários finais” da propina de cerca de R$ 4 milhões em contratos de navios-sonda da Petrobras investigados pela Operação Lava Jato.

O doleiro reafirmou sua versão de que Eduardo Cunha foi o mentor de requerimentos feitos na Câmara para pressionar a empresa Mitsui, que não estaria pagando a propina em 2011. Ele disse que foi procurado pelo executivo Julio Camargo após estes requerimentos. “Fui chamado em 2011 pelo Julio Camargo no seu escritório, onde ele se encontrava muito preocupado e me relatou que o Fernando Soares, através do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), havia pedido alguns requerimentos de informações referentes aos contratos da Mitsui, da Toyo e do próprio Julio Camargo, através de outros deputados”, relatou ao juiz Sérgio Moro.

“Quando o senhor conversou com Julio Camargo ele falou quem eram os beneficiários das operações? Ou ele só falou no Fernando Soares?”, perguntou o magistrado. O doleiro respondeu: “Falou no Fernando Soares e contou a história da pressão que o Eduardo Cunha estava fazendo para que ele pudesse pagar o Fernando Soares, dando entendimento que esse valor fosse também na época para o deputado.”

Mais tarde, questionado pelo seu advogado sobre quem seriam os “destinatários finais” desta propina, Youssef reiterou ter ouvido de Camargo que eram “Fernando Soares e Eduardo Cunha”.

Questionado, Youssef também confirmou que as propinas eram relativas aos contratos de navios-sonda.

Fernando Baiano, Julio Camargo e o ex-diretor de Internacional Nestor Cerveró são réus em processo sobre suposto pagamento de US$ 30 milhões em propinas na contratação de duas sondas de perfuração para exploração de petróleo. O presidente da Câmara vem negando com veemência o envolvimento no esquema de desvios na Petrobrás.

No fim do mês passado, o ex-diretor da área de informática da Câmara Luiz Antonio Souza da Eira disse em depoimento a procuradores e à Polícia Federal, um dia após ser demitido por Cunha, que a versão inicial do requerimento da auditoria do sistema de informática da Câmara foi gerada com a senha, “pessoal e intransferível”, de Cunha. O documento final foi apresentado pela ex-deputada Solange Almeida (PMDB-RJ).

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Re: PMDB • Contas secretas de um dos principais operadores do senador Renan Calheiros são encontradas
MensagemEnviado: 20 Jun 2015, 09:06 
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Anões do orçamento, rombo do BANEB, Petrolão, Operação Navalha, Funasa, O desvio da Secretaria de Saúde do Rio, etc... se citar todos vai quebrar o layout. O partido mais imundo do Brasil.

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Re: PMDB • Contas secretas de um dos principais operadores do senador Renan Calheiros são encontradas
MensagemEnviado: 20 Jun 2015, 09:10 
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SÉRGIO CABRAL FILHO

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http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2015-03-10/cabral-e-pezao-teriam-recebido-r-30-milhoes.html

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou, à Polícia Federal, que arrecadou R$ 30 milhões para ‘caixa dois’ da campanha eleitoral do ex-governador Sérgio Cabral e do candidato a vice Luiz Fernando Pezão (ambos do PMDB) para o governo do Rio de Janeiro em 2010.

Os recursos seriam de empresas que atuavam na obra do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

O Comitê Financeiro Único do PMDB do Rio recebeu doações de mais três empresas citadas por Paulo Roberto Costa: UTC (R$ 1 milhão), Alusa (R$ 500 mil) e Odebrecht ( R$ 200 mil). A conta peemedebista, responsável pelo repasse de recursos aos candidatos, fechou as eleições em R$ 32,4 milhões. Treze por cento (R$ 4,2 milhões) vieram de empresas investigadas na Operação Lava Jato. Cabral recebeu R$ 2 milhões do Comitê, em 5.826 doações.

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Sérgio Cabral em jantar bancado pela empreiteira Delta, acusada de corrupção.

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Sérgio Cabral maltrata morador de favela.

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Re: PMDB • Contas secretas de um dos principais operadores do senador Renan Calheiros são encontradas
MensagemEnviado: 20 Jun 2015, 09:17 
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EDUARDO PAES

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Como todos sabem, o PMDB acabou com as vans para a Zona Sul e para a Barra da Tijuca no Rio de Janeiro, um agrado do PMDB para os donos de empresas de ônibus do Rio de Janeiro.

Quem mais sofreu com isso foi o povo, que passou a ter que vir para casa em ônibus super lotados.

Mas, Eduardo Paes, depois traiu os donos de empresas de ônibus, deixando de pagar o valor devido em relação às gratuidades.

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http://extra.globo.com/noticias/rio/tcm-desmente-eduardo-paes-sobre-gratuidades-para-estudantes-em-onibus-15003992.html

O presidente do Tribunal de Contas do Município do Rio (TCM), Thiers Montebello, desmentiu o prefeito Eduardo Paes, em entrevista ao programa “CBN Rio”, da rádio CBN afirmando que o tribunal nunca recomendou que a prefeitura deixasse de retirar os recursos da Educação para bancar as gratuidades dos estudantes da rede municipal nos ônibus.

Essa foi a explicação dada pelo prefeito ao informar que R$ 0,131 referentes a essas gratuidades seriam incluídos na tarifa.

“Nunca, jamais, em tempo algum, o tribunal determinou nada nesse sentido de fixação de R$ 0,131 (na tarifa) para cobrir gratuidade. Esses processos que versavam sobre gratuidade foram decididos no início do mês, em uma sessão plenária. Eles foram examinados e arquivados. A fixação de tarifa de reajuste é uma competência exclusiva do prefeito”, declarou Montebello.

O custo da gratuidade era repassado do orçamento da Educação para as empresas de ônibus. Procurada, a assessoria do prefeito Eduardo Paes afirmou que ele não vai comentar a declaração do presidente do TCM e que mantém as declarações dadas na última terça. Na ocasião, Paes alegou que incluiu o valor na tarifa por recomendação do TCM.

— Nós tivemos uma decisão do Tribunal de Contas em que ele recomendava que não se fizesse o pagamento dessa gratuidade. Então, ao ter essa recomendação, deixou de retirar esse recurso da Educação do município — afirmou Eduardo Paes, há quatro dias, em coletiva de imprensa.

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Re: PMDB • Contas secretas de um dos principais operadores do senador Renan Calheiros são encontradas
MensagemEnviado: 20 Jun 2015, 09:22 
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JORGE PICCIANI

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http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2015/04/incrivel-sociedade-do-lider-do-pmdb-na-camara-com-um-defunto.html

No final da manhã de 28 de setembro de 2012, os donos da Tamoio Mineração se reuniram na sede da empresa em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Avaliada em R$ 70 milhões, a pedreira fornece brita para empreiteiras que fazem obras públicas de infraestrutura. Segundo a ata da reunião, o acionista Joaquim Vivas Caravellas compareceu à Assembleia Extraordinária. Vendeu as 100 ações que tinha aos outros dois sócios e assinou um documento selando o negócio. Joaquim Vivas Caravellas, porém, estava morto havia um ano e cinco meses. Morrera em 21 de abril de 2011, aos 87 anos. O negócio feito pelo defunto beneficiou um poderoso clã político do PMDB, em ascensão no cenário nacional.

O patriarca é o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Jorge Picciani.

Um de seus filhos, Leonardo Picciani, é o líder do partido na Câmara dos Deputados. Outros dois filhos são sócios numa empresa da família, a Agrobilara: Rafael Picciani, deputado estadual e secretário municipal de Transportes do Rio, e Felipe Picciani, que fica à frente dos negócios da família.

Os acionistas que compraram as ações do defunto foram a Agrobilara, empresa dos Piccianis, e Carlos Cesar da Costa Pereira, o Carlinhos, empresário do ramo de tubos de concreto.

A assinatura de Felipe Picciani aparece no documento de aquisição das ações abaixo da firma do falecido. Carlinhos, o outro comprador, disse a ÉPOCA ser amigo de infância de Felipe e que, por isso, o convidou para o negócio. Também estava presente o economista Jorge Luiz Ribeiro, amigo de Jorge Picciani. A Agrobilara e o empresário Carlinhos revenderam a Ribeiro, imediatamente, 8% das ações da pedreira. Ribeiro nega ter “sociedade específica com Picciani”. “Sou sócio junto, faço parte da mesma empresa”, diz.

Os Piccianis confirmam a operação, mas culpam o contador da família Caravellas por uma confusão. “O contador dos vendedores foi quem preparou os documentos da transferência. Se alguém cometeu um equívoco, por ele (contador) deve ser sanado”, afirma Jorge Picciani, em nota. O contador não respondeu aos pedidos de contato de ÉPOCA. Reinaldo, filho de Caravellas, não soube explicar como a assinatura do pai aparece em documentos firmados após sua morte. O outro sócio na pedreira, Carlinhos, tampouco tem uma resposta.

Uma das grandes forças políticas do Rio de Janeiro, Jorge Picciani preside o PMDB do Rio de Janeiro desde 2011. Atua de forma discreta, mas vigorosa, nos bastidores. Nenhuma costura política ou eleitoral envolvendo o PMDB no Rio vinga sem a anuência do deputado, eleito presidente da Assembleia Legislativa pela quinta vez.

O governador Luiz Fernando Pezão evita confrontá-lo.

Jorge Picciani costuma ajudar prefeitos, vereadores e deputados em campanha, em troca de retribuição eleitoral. À frente do PMDB fluminense, geriu doações de R$ 55 milhões na corrida estadual de 2014, decidindo quais candidatos receberiam os recursos, e foi o líder do movimento “Aezão” – no qual prefeitos e deputados do Rio apoiavam a candidatura de Aécio Neves a presidente sem abandonar Pezão, que concorria ao governo do Rio em aliança com o PT.
Depois de comprar ações de um homem morto, Picciani culpa o contador

Na vida privada, a família Picciani se dedica à pecuária desde 1984, quando comprou a primeira fazenda. Hoje são quatro propriedades em Rio das Flores, no Rio, e outras em Uberaba, Minas Gerais, e São Félix do Araguaia, Mato Grosso. É um dos maiores criadores de gado nelore do Brasil. Adversários políticos o chamam de “rei do gado”. Se a atuação dos Piccianis na pecuária era conhecida, os negócios em mineração são novidade. Depois de entrar na sociedade na pedreira Tamoio, em setembro de 2011, os irmãos Leonardo e Rafael multiplicaram o patrimônio por cinco.

Até a sua morte, Caravellas era dono de pelo menos três quartos da Tamoio. Ele começou a assombrar a Junta Comercial em 29 de junho de 2011, dois meses depois de morrer. Naquele dia, por volta das 13h30, alguém usando seu nome e assinando por ele apareceu na Junta para registrar os balanços financeiros de 2008 a 2010. A pedreira precisava colocar os papéis em dia, porque havia compradores interessados. Em setembro, a empresa dos Piccianis comprou 49,99% das ações da pedreira. O clã político tornava-se sócio do morto.

A assinatura no documento de venda, atribuída ao morto, não guarda nenhuma semelhança com outra firmada por Caravellas em um documento de 2000. Na original, o nome é ilegível e a escrita é contínua. Na assinatura post mortem, podem-se ler seus três nomes: Joaquim Vivas Caravellas. A assinatura suspeita é também a única no documento sem reconhecimento de firma. Para advogados especialistas em Direito Civil, consultados por ÉPOCA, um documento assinado em nome de uma pessoa morta é “inexistente”. O documento não tem efeito. Assim, a venda da pedreira à empresa dos Piccianis e a Carlinhos é um enredo de ficção – o que não o torna menos lucrativo.

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Re: PMDB • Contas secretas de um dos principais operadores do senador Renan Calheiros são encontradas
MensagemEnviado: 26 Jun 2015, 20:30 
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Musiquinha do House of Cards, hahahaha, vídeo muito bem feito !

Que medo desse Cunha !

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http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/congresso/eduardo-cunha-atende-a-apelo-da-cbf-e-ameaca-devolver-texto-da-mp-do-futebol/

Vicente Cândido, Marcelo Aro e Jovair Arantes – dedicados integrantes da bancada da bola (e, no caso de Vicente Cândido e Marcelo Aro, com emprego na CBF) – procuraram Eduardo Cunha às pressas hoje no começo da tarde para pedir a intervenção dele contra a MP do futebol, aprovada hoje na íntegra pela comissão especial mista sobre o tema.

De manhã, os três se atrasaram e perderam a chance de votar na comissão especial da MP. :garg:


O texto de Otávio Leite foi aprovado, enquanto Marcelo Aro dizia que havia sido vítima de um golpe.

Eduardo Cunha telefonou para Sérgio Petecão, presidente da comissão mista, e ameaçou devolver o texto para o Senado, caso não haja nova votação.

Petecão negou o pedido de Eduardo Cunha.

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Re: PMDB • Contas secretas de um dos principais operadores do senador Renan Calheiros são encontradas
MensagemEnviado: 26 Jun 2015, 20:54 
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Agora é tópico por partidos agora??? Sendo assim vou criar a do PT, PSDB, DEM, PSB... :vamp:

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Moderador Global do FCH (2012 à 2014 / desde 2016)
Moderador do Meu Negócio é Futebol (2010 à 2012 / 2015 à 2016)
Eleito o 1º vencedor do Usuário do Mês - Março 2010
Campeão do Bolão da Copa do FCH 2010
Campeão do 13º Concurso de Piadas 2011
Bicampeão do Bolão do FCH - Brasileirão (2011 e 2012)
Campeão do Bolão do FCH - Liga dos Campeões (2011/2012)
Campeão de A Casa dos Chavesmaníacos 10 (2012)
Campeão do Foot Beting (2014)
Tricampeão da Chapoliga (2014, 2015 e 2016)
Campeão de O Sobrevivente - Liga dos Campeões (2016/2017)


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Re: PMDB • Contas secretas de um dos principais operadores do senador Renan Calheiros são encontradas
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Não, é claro que não.

É tópico só dos 3 partidos que comandam o Brasil desde 1995, o PT, o PSDB e o PMDB.

Os outros partidos não têm importância pra ter tópico próprio.

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Re: PMDB • Contas secretas de um dos principais operadores do senador Renan Calheiros são encontradas
MensagemEnviado: 26 Jun 2015, 22:22 
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Re: PMDB • Contas secretas de um dos principais operadores do senador Renan Calheiros são encontradas
MensagemEnviado: 26 Jun 2015, 23:11 
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Arbitrário isso, ano passado o Antonio não me deixou criar um tópico para o Aécio Neves e um para o Eduardo Campos (que, com certeza, teriam rendido muito), mas em tópico sobre partido político ele não intervêm.

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O Marcelo Aro trabalha na CBF?

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Re: PMDB • Contas secretas de um dos principais operadores do senador Renan Calheiros são encontradas
MensagemEnviado: 27 Jun 2015, 00:50 
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Victor235 escreveu:
Arbitrário isso, ano passado o Antonio não me deixou criar um tópico para o Aécio Neves e um para o Eduardo Campos (que, com certeza, teriam rendido muito), mas em tópico sobre partido político ele não intervêm.

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O Marcelo Aro trabalha na CBF?


Trabalha, sim.

A questão de tópicos, é que tipo, quando o tópico do Lula foi criado ele era presidente e quando o tópico da Dilma foi criado, ela era presidente. Entendeu a diferença.

No dia que o Aécio virar presidente (o Daniel vai aparecer aqui pra postar : nunca !) a gente cria um tópico dele.

Vejam que quando eu criei o tópico da Dilma, eu só falei bem dela, leiam as primeiras páginas. Eu nunca votei nela ! Mas cheguei a acreditar na Dilma.

No Lula eu cheguei a votar nele em 2002, foi meu ídolo. Depois do Mensalão, é que a minha ficha foi caindo !

Eu lembro que na eleição do Lula em 2002, é, tinha uma pessoa que não sabia o número pra votar no Lula, daí eu falei pra ela que era 13 ! Daí uma mulher que era tucana ficou indignada comigo, disse que era proibido falar o número do candidato, ficou histérica. Eu trabalhei de mesário nessa eleição.

Aliás, eu fui mesário em 4 eleições, duas municipais e duas federais - estaduais.

Eu lembro que quando o Lula ganhou a eleição, depois fizeram um documentário sobre a vitória dele e vi na faculdade, e achei o José Dirceu (que eu não conhecia até então) estranhíssimo, com jeito de corrupto.

A partir dali passei a ficar alerta. Aí depois com o Mensalão mesmo, a minha ficha caiu.

Eu fui tucano, adorava o Fernando Henrique, mas depois do racionamento (apagão), fiquei com raiva e passei a acreditar nas promessas do Lula.

Em 1989, eu queria que o Covas ganhasse, vê se pode ! Eu começei tucano, depois virei petista e depois virei anti-PT.

Só lembrando que tem outros políticos com tópicos próprios, tipo o Bolsonaro, o Feliciano acho que tinha mas fecharam, não sei se ainda tem o José Dirceu, do Maluf. Esses tópicos velhos (tirando o do Bolsonaro, que é novo) é pra moderação cuidar.

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Re: PMDB • Contas secretas de um dos principais operadores do senador Renan Calheiros são encontradas
MensagemEnviado: 27 Jun 2015, 00:55 
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Não sabia que ele trabalhava na CBF.

Estranho isso, tipo aquela comissão da Petrobrás formada por deputados que tiveram suas campanhas bancadas por empresas ligadas a escândalos na Petrobrás.

Como ser neutro assim?

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Re: PMDB • Contas secretas de um dos principais operadores do senador Renan Calheiros são encontradas
MensagemEnviado: 27 Jun 2015, 00:59 
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Victor235 escreveu:
Não sabia que ele trabalhava na CBF.

Estranho isso, tipo aquela comissão da Petrobrás formada por deputados que tiveram suas campanhas bancadas por empresas ligadas a escândalos na Petrobrás.

Como ser neutro assim?


Eles, na prática, não são neutros, eles defendem a empresa onde eles trabalham.

O Marcelo Aro, se não me engano, era ligado a Federação Mineira de Futebol e depois arrumaram algum cargo pra ele na CBF. Mas acho que não era trabalho dele ir na sede da CBF, acredito que ele fosse um representante da CBF, algo assim. Acho que era Diretor de Ética e Transparência, algo assim.

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