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Re: PMDB • PMDB está envolvido em esquema criminoso com empresários de ônibus do Rio de Janeiro
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MensagemEnviado: 30 Dez 2016, 22:11 
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O canalha venceu na capital, onde se supõe que as pessoas sejam mais espertas e informadas, e hoje com a onda anti-pt ele teria apanhado o estado. Se as próprias pessoas insistem em se fazer de latrina, por que as porras dos políticos deixaram de cagar nelas?

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Re: PMDB • PMDB está envolvido em esquema criminoso com empresários de ônibus do Rio de Janeiro
MensagemEnviado: 14 Jan 2017, 05:53 
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O ex-ministro Geddel Viera Lima (Secretaria de Governo) discutiu com o ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso pela Operação Lava Jato, as condições das taxas de juros para um empréstimo do FI-FGTS da Caixa Econômica Federal para a BRVias (concessionária de administração de rodovias) em 2012, segundo relatório da PF na Operação Cui Bono? ("A quem beneficia?", em latim), deflagrada nesta sexta (13). O valor do empréstimo era de R$ 300 milhões.

Geddel foi vice-presidente de pessoa jurídica da Caixa Econômica Federal entre 2011 e 2013.

Eduardo Cunha não ocupava cargo na instituição, mas mantinha influência sobre alguns diretores do banco.

Segundo a PF, Cunha liderou um esquema que envolveu Geddel e outras duas pessoas para angariar propina das empresas que seriam beneficiadas pelo esquema.

O grupo contaria com Fabio Cleto, que ocupava outra vice-presidência na Caixa, e com o doleiro Lúcio Funaro, também preso pela Lava Jato. Cleto é delator do esquema na operação.

"Essas palavras de Geddel para Eduardo Cunha sacramentam a atuação conjunta do quarteto Geddel, Cunha, Funaro e Cleto, e por isso Geddel reporta a Eduardo Cunha a avaliação de risco da BRVias no início das negociações e à época da mensagem, sendo justamente no mesmo patamar de 4% conversado entre Funaro e Cleto", escreveu a PF no relatório.

Em mensagem de Geddel para Cunha, o ex-ministro diz que a empresa recebeu avaliação de risco pior do que quando a Caixa começou a negociar com a companhia. Isso, portanto, elevaria a taxa de juros a ser paga pelo empréstimo.

Geddel disse então que poderia conseguir viabilizar uma taxa de juros um pouco menor se a empresa topasse fechar o negócio rapidamente e que ela já receberia o dinheiro na segunda-feira seguinte.

Geddel enviou a seguinte mensagem a Cunha no dia 17 de maio de 2012: "Pra seu conhecimento Qdo começamos a negociar com a BR,o parâmetro de risco era B, o que viabilizava uma taxa de + 2.2 [CDI + 2,2%]. Ao sair a avaliação do risco a empresa foi enquadrada como C,o que fez com que a taxa va a 4.4 [CDI + 4,4%]. Nosso amigo rolou a operação dele com o BB [Banco do Brasil], fala-se a uma taxa de 3.5. Como assumi com vc.,operação esta aprovada. A empresa sera procurada pela Caixa para saber se mantem interesse na operação e qual taxa ta disposta a suportar. Minha aposta é que o FI [FI-FGTS] não saira antes de 15 de junho. Creio também que taxa de 3 a 3.3 consigo bancar,com o risco C. Passo-lhe a informação para que converse mostre seu interesse etc e tal. Se eles toparem segunda feira recursos estarão disponíveis. Duvidas me ligue".

Três dias antes dessa conversa, o doleiro Funaro mandou mensagem a Fabio Cleto dizendo que "está dando merda na operação deles".

Segundo o relatório da PF, Geddel se comprometeu a conseguir uma taxa de juros mais baixa em um empréstimo da vice-presidência comandada por ele para a BRVias e pediu a Cunha que fizessem a intermediação do negócio com a companhia.

De acordo com os investigadores, esse "empréstimo-ponte" seria uma operação junto à Caixa até que a BRVias conseguisse fechar outro financiamento com recursos do FI-FGTS, fundo que oferece dinheiro a prazos mais longos e com taxas menores.

Funaro cita ainda uma taxa de juros muito próxima da informada por Geddel na mensagem a Cunha.

"Assim, resta claro que Geddel estaria envolvido com Eduardo Cunha, Funaro e Fabio Cleto de modo a obter vantagens indevidas para a liberação de recursos em favor da empresa BRVias", diz a PF no relatório.

Uma semana depois, em 24 de maio de 2012, Cunha enviou a seguinte mensagem a Cleto, segundo os investigadores: "Vc para mim se ta pegando algo na br vias la ainda que maluco la falando". Cleto respondeu "ok".

Em 11 de junho Cunha é informado por Cleto de que o empréstimo para a BRVias havia sido liberado. O ex-deputado então pergunta quando receberá o dinheiro porque precisa saber dessa informação, diz o relatório. Segundo os investigadores, a informação era importante "a fim de que o doleiro Funaro pudesse fazer a cobrança da parte que lhes caberia".

Três dias depois Cleto confirma a Cunha e depois a Funaro que todo dinheiro tinha, enfim, ido para a conta da BRVias. "Valor integral foi creditado hoje para o cliente", diz a mensagem. Cunha responde com "ok".

A PF conclui a análise daquele trecho da investigação dizendo que as trocas de mensagens provam que o grupo liderado por Eduardo Cunha e Lúcio Funaro negociava créditos da CEF diretamente com as empresas.

Procurada, a concessionária de rodovias BRVias afirma que "segue colaborando com as autoridades para o total esclarecimento dos fatos".

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Re: PMDB • PMDB está envolvido em esquema criminoso com empresários de ônibus do Rio de Janeiro
MensagemEnviado: 15 Jan 2017, 19:53 
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Re: PMDB • PMDB está envolvido em esquema criminoso com empresários de ônibus do Rio de Janeiro
MensagemEnviado: 17 Jan 2017, 03:41 
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Re: PMDB • PMDB está envolvido em esquema criminoso com empresários de ônibus do Rio de Janeiro
MensagemEnviado: 01 Fev 2017, 22:36 
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Antes:

PMDB negocia 'superbancada' no Senado
postado em 18/01/2017 09:49 / atualizado em 18/01/2017 11:02
Agência Estado

As conversas são para trazer três senadores do PTB e DEM para a legenda, que já é a maior na Casa

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O senador mineiro Zezé Perrella está entre os cortejados pelo PMDB (foto: Gladyston Rodrigues/EM )

Lideranças do PMDB querem garantir a entrada de três senadores do PTB e do DEM no partido a fim de formar uma "superbancada" no Senado. A legenda, que já é a maior da Casa com 19 integrantes, poderá chegar a 22, caso consiga filiar os senadores Elmano Férrer (PTB-PI), Zezé Perrella (PTB-MG) e Davi Alcolumbre (DEM-AP).

Se isso acontecer, seria a maior bancada do PMDB desde a eleição de 1998, quando o partido chegou a ter 29 senadores. Há mais de dez anos, a legenda tem mantido a maior bancada do Senado, posição que lhe garante direito, conforme o critério da proporcionalidade partidária, a escolher primeiro os principais postos da Casa, como a presidência e o comando da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Do trio, a filiação tida como certa é a de Férrer.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o atual líder do partido, Eunício Oliveira (CE), e outras lideranças já acertaram a ida de Férrer para o partido. Ele já vinha sendo assediado pelos peemedebistas desde antes do julgamento do impeachment da presidente cassada Dilma Rousseff. O voto dele chegou a ser contabilizado como a favor da condenação da petista. Contudo, ele votou por absolvê-la. A intenção é de que, na semana anterior ao retorno do recesso, a bancada faça um ato público de filiação.

Até lá, continuam as conversas para levar novos senadores para o partido. Um dos que já foram sondados é Lasier Martins (RS), que em dezembro deixou o PDT após ter contrariado a orientação partidária e votado a favor da PEC do Teto e do impeachment de Dilma. As negociações envolvem outros senadores, cujos nomes não têm sido divulgados para não atrapalhar eventuais acertos.

Minas

O partido tenta atrair também Perrella, o que garantiria um peemedebista senador em Minas, segundo maior colégio eleitoral do País. A negociação mais difícil é a de Alcolumbre, uma vez que ele derrotou, na eleição de 2014, um aliado do ex-presidente José Sarney, Gilvam Borges. No Senado, ao contrário do que ocorre na Câmara dos Deputados, um parlamentar que muda de partido não corre o risco de perder o mandato.
ESTADO DE MINAS / AGÊNCIA ESTADO

Hoje:

Zezé Perrella se filia ao PMDB e bancada na Assembleia de MG contesta
postado em 01/02/2017 10:44 / atualizado em 01/02/2017 11:18
Juliana Cipriani /Estado de Minas

O senador deixa o PTB para engrossar as fileiras do partido, que pretende ter uma superbancada no Senado

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Perrella negociou sua filiação com lideranças nacionais do PMDB (foto: Gladyston Rodrigues/EM / D.A. Press)

Mal ingressou nas fileiras do PMDB mineiro e o senador Zezé Perrella já enfrenta o primeiro dissabor. A bancada do partido na Assembleia Legislativa divulgou nota manifestando “surpresa e desapontamento”com a filiação. Os deputados estaduais alegam que “na raiz desses sentimentos está tanto o caráter controverso da figura do próprio senador quanto o fato de a Executiva estadual não ter sido ouvida a respeito de sua filiação”.

A filiação do senador Zezé Perrella foi anunciada na noite desta terça-feira pelo twitter do senador Romero Jucá (PMDB-RR). As conversas sobre uma possível adesão do parlamentar, que estava no PTB, já vinham ocorrendo na última semana. Também foi filiado o senador Elmano Ferrer, do Piauí.

“Tomei conhecimento ontem (terça-feira) à noite e fui surpreendido com a notícia de que tinha acontecido a filiação sem passar pela Executiva”, afirmou o líder da Maioria na Assembleia, deputado Vanderlei Miranda.

Miranda disse não ter nada, pessoalmente, contra Perrella, mas critica a forma como foi conduzida a filiação. “Feita a votação na Executiva e aprovada a vinda dele ou de qualquer um, tudo bem, mas fazer isso unilateralmente acaba gerando instabilidade na bancada”, afirmou.

O líder lembrou que a desconsideração da bancada tem ocorrido de forma recorrente, mas afirmou que os deputados evitam tomar medidas judiciais por causa do desgaste. A bancada estadual está em linha direta de confronto com o presidente da legenda, o vice-governador Antônio Andrade, que tem tomado decisões como presidente sem consultar o partido.

Deputados estaduais não se entendem com vice-governador

Em dezembro, Andrade fez uma reunião com prefeitos eleitos do partido e, para contrapor essa situação, os deputados estaduais fizeram um almoço de desagravo ao governador Fernando Pimentel (PT) no mesmo dia e horário. Na ocasião, o líder do governo, Durval ngelo (PT), que acompanhou os parlamentares, acusou o vice-governador de tramar para tirar Pimentel do cargo e assumir seu lugar.

Também durante a campanha, Andrade anunciou apoio ao candidato do PSDB à Prefeitura, deputado estadual João Leite, principal opositor de Pimentel na Assembleia. A bancada negou o apoio e contestou a decisão.
ESTADO DE MINAS


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Re: PMDB • PMDB está envolvido em esquema criminoso com empresários de ônibus do Rio de Janeiro
MensagemEnviado: 01 Fev 2017, 23:24 
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Notícias da eleição para a presidência do Senado no tópico "Política". Confira aqui como foi a disputa no Senado:

Antes:

Conheça os candidatos declarados à presidência do Senado
Por Gustavo Garcia, G1, Brasília
01/02/2017 05h00 Atualizado há 6 horas

Eunício Oliveira (PMDB-CE) e José Medeiros (PSD-MT) afirmaram que entrarão na disputa. Inscrições de candidatos são aceitas até antes da votação, marcada para as 16h desta quarta (1º).

Após ficar quatro anos sob o comando de Renan Calheiros (PMDB-AL), o Senado irá escolher nesta quarta-feira (1º) quem irá presidir a Casa até fevereiro de 2019. O regimento interno permite que os senadores se lancem na disputa interna até o início da votação, marcada para as 16h.

Até esta terça-feira (31), somente os senadores Eunício Oliveira (PMDB-CE) e José Medeiros (PSD-MT) manifestaram interesse em concorrer ao cargo, mas eles ainda não tinham oficializado as candidaturas até a última atualização desta reportagem.
O novo presidente acumulará a função com o comando do Congresso Nacional – instituição formada pela união da Câmara e do Senado. Além do poder político e das regalias em jogo na eleição, o sucessor de Renan será o segundo na linha de sucessão da Presidência da República.

Eunício Oliveira

Favorito na corrida pela presidência do Senado, Eunício Oliveira, 64 anos, circula pelos corredores do Congresso Nacional desde 1998, quando foi eleito deputado federal pela primeira vez.

O atual líder do PMDB no Senado se reelegeu para a Câmara em 2002 e em 2006, período em que também chegou a liderar a bancada peemedebista.

Em 2004, em seu segundo mandato como deputado, licenciou-se para assumir o Ministério das Comunicações no governo do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Natural de Lavras da Mangabeira – município cearense a 400 quilômetros de Fortaleza –, Eunício se elegeu para o Senado em 2010. O mandato dele se encerra em fevereiro de 2019.

Apesar de ser senador de primeiro mandato, ele ocupou duas funções importantes nos últimos seis anos: a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) – considerada a mais influente da Casa – e a liderança do PMDB.

Em seu primeiro mandato, Eunício relatou projetos importantes, como a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabeleceu um teto para os gastos federais nos próximos 20 anos. A proposta era a principal aposta do presidente Michel Temer em 2016.

Dono da maior bancada do Senado – com 19 senadores –, o PMDB de Eunício comandou a Casa ininterruptamente nos últimos 10 anos. A dinastia peemedebista tem dominado a presidência do Senado desde a redemocratização, em 1985.

Nos últimos 28 anos, a Casa teve apenas dois presidentes que não eram filiados ao PMDB: Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA), entre 1997 e 2001, e Tião Viana (PT-AC), que ocupou um mandato-tampão de dois meses, em 2007, após a renúncia de Renan Calheiros.

Fortuna

Eunício Oliveira é o segundo parlamentar mais rico do Senado. Apenas o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) tem patrimônio declarado maior do que o do líder do PMDB.

Em 2014 – quando se candidatou ao governo do Ceará –, Eunício declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 99 milhões. Quatro anos antes, na eleição em que se elegeu senador, ele tinha declarado patrimônio de R$ 36,7 milhões.

A maior parte da fortuna de Eunício vem dos negócios que ele controla. O líder do PMDB é dono da Remmo Participações, conjunto de seis empresas que prestam serviços de segurança eletrônica, transporte de valores e táxi aéreo. As companhias do senador cearense prestam serviços, inclusive, para órgãos públicos federais.

O senador peemedebista também é dono da fazenda Santa Mônica, que ocupa grande porção de terras entre os municípios de Corumbá de Goiás e Alexânia, em Goiás.

Doações de campanha

Na eleição em que conquistou uma cadeira no Senado, Eunício foi um dos financiadores da própria campanha. Dos R$ 7,7 milhões que ele declarou à Justiça Eleitoral em 2010, mais de R$ 1,6 milhão veio de empresas do peemedebista e do próprio bolso. Naquele ano, o senador também contou com o aporte de empreiteiras.

A OAS, empresa investigada pela Lava Jato, doou R$ 750 mil para Eunício concorrer ao Senado. Outros R$ 420 mil vieram de empresas de engenharia.

Em 2014, a campanha de Eunício ao governo do Ceará recebeu, via PMDB, R$ 3,5 milhões da JBS; R$ 2,5 milhões da Amil; R$ 1,5 milhão da Camargo Correa; R$ 1,5 milhão da Vigor; e R$ 963 mil da Andrade Gutierrez.

No total, a campanha de Eunício ao governo cearense recebeu cerca de R$ 50 milhões em doações contabilizadas. Eunício Oliveira, no entanto, acabou sendo derrotado pelo petista Camilo Santana.

Lava Jato

Eunício não responde a nenhum processo no Supremo Tribunal Federal (STF), Corte responsável pelo julgamento de senadores. O parlamentar também não é alvo de inquéritos em andamento na Suprema Corte. No começo do ano, o peemedebista solicitou e recebeu uma certidão de “nada consta” no STF.

Porém, no fim do ano passado, o ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho disse, em seu acordo de pré-delação premiada, que pagou R$ 2,1 milhões em propina para o atual líder do PMDB.

Em troca, segundo o delator da Lava Jato, Eunício atuou em defesa dos interesses da empreiteira na votação de projetos de lei no Senado. Os dirigentes da Odebrecht chamavam o senador cearense de "índio" nas anotações de propina.

À época em que o conteúdo da delação veio à tona, Eunício afirmou "que todos os recursos arrecadados em suas campanhas foram recebidos de acordo com a lei e aprovados pela Justiça Eleitoral".

Ele afirmou ainda que "nunca autorizou ninguém a negociar recursos em seu nome em troca de favorecimento à qualquer empresa".

Outro delator da Lava Jato, o ex-diretor de Relações Institucionais da Hypermarcas Nelson Melo disse, declarou, em julho de 2016, que repassou R$ 5 milhões para a campanha de Eunício ao governo do Ceará por meio de contratos
fictícios. A defesa do parlamentar nega irregularidades.

José Medeiros

Único senador que ensaia uma candidatura de oposição a de Eunício Oliveira, José Medeiros, 46 anos, é um novato na política.

Primeiro suplente de Pedro Taques (PSDB) no Senado, ele assumiu a cadeira no parlamento em 2015, após o titular renunciar ao mandato para comandar o governo do Mato Grosso. Medeiros é policial rodoviário de carreira.

A posse de Medeiros como senador foi marcada por um impasse dentro da própria chapa. Ele e o segundo suplente de Taques, Paulo Fiuza, travaram um embate pela cadeira do atual governador mato-grossense. No fim das contas, prevaleceu o registro da chapa no Tribunal Superior Eleitoral, que apresentava Medeiros como primeiro suplente.

Diferentemente de Eunício, que é milionário, José Medeiros declarou à Justiça Eleitoral, em 2010, um patrimônio de R$ 380 mil.

Ao G1, o senador do PSD disse que decidiu lançar candidatura porque percebeu que “muitos senadores” estavam insatisfeitos com a possibilidade de haver apenas a candidatura de Eunício ao comando da Casa.

Vice-líder do governo no Senado, o parlamentar do Mato Grosso ressalta que sua eventual candidatura não é uma oposição ao PMDB nem ao governo do presidente Michel Temer.

Ele tem afirmado que possível candidatura à presidência do Senado não é um instrumento de pressão para negociar cargos.

No entanto, de acordo com o colunista do G1 Matheus Leitão, após anunciar a candidatura à sucessão de Renan Calheiros, Medeiros conseguiu emplacar um aliado na direção-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), corporação que ele
fez carreira.

Renato Antônio Borges Dias foi nomeado pelo governo Temer para o comando da PRF em 24 de janeiro.

Polêmicas

Embora seja novato na política, José Medeiros ganhou holofotes no Legislativo ao atuar na comissão especial que analisou o impeachment da presidente Dilma Rousseff no Senado. O parlamentar do PSD protagonizou discussões acaloradas com senadores que apoiavam a petista.

Um dos bate-bocas em que Medeiros se envolveu durante o processo de afastamento de Dilma foi com a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO). Na ocasião, ele cobrou educação e respeito ao tempo de fala. Em resposta, a parlamentar do PMDB disse que ele era “homem, mas não era dois”.

Medeiros também é dono de declarações polêmicas. Em uma sessão de debates no plenário do Senado, ele fez críticas a ocupações de estudantes em escolas públicas. À época, alunos haviam acampado em instituições de ensino para protestar contra a reforma do ensino médio e contra a PEC do teto de gastos.

O parlamentar declarou em um discurso que parte dos manifestantes estava nas escolas “para fumar maconha”.

Além de ter integrado a comissão do impeachment, o senador do PSD foi relator do projeto que tornou obrigatório o acendimento do farol de veículos durante o dia em rodovias.

Assim como Eunício, Medeiros não responde a processos e não é alvo de inquéritos no Supremo.
G1 POLÍTICA

Depois:

Eunício Oliveira é eleito presidente do Senado
01/02/2017 - 20h08
Da Redação - RCA

O senador Eunício Oliveira é o novo presidente do Senado Federal. Ele recebeu 61 votos, contra 10 do adversário, senador José Medeiros. Houve ainda 10 votos em branco.

Em seu primeiro discurso como presidente, Eunício prometeu dedicar ao mandato toda sua experiência: "Quero oferecer a esta Casa toda a minha capacidade gerencial e política, em prol da sociedade brasileira".

Eleição da Mesa do Senado

Em seguida, Eunício Oliveira iniciou o processo de eleição dos demais integrantes da Mesa do Senado. São seis vagas: primeiro e segundo vice-presidentes, primeiro, segundo, terceiro e quarto secretários, além dos quatro suplentes.
AGÊNCIA CÂMARA NOTÍCIAS

Senado elege Mesa Diretora para 2017-2018
01/02/2017 - 20h51
Da Redação - RCA
Com informações da Agência Senado

Logo após a eleição do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) como presidente do Senado, no início da noite desta quarta-feira (1º), foram eleitos os outros integrantes da Mesa para o biênio 2017-2018.

Foi apresentada uma chapa única e o processo de votação ocorreu já sob a direção de Eunício. A chapa foi confirmada com 75 votos a favor e apenas quatro contrários, sem abstenções.

Para a primeira vice-presidência foi eleito o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB). O senador João Alberto Souza (PMDB-MA) vai ocupar a segunda-vice-presidência. O senador José Pimentel (PT-CE) foi eleito primeiro-secretário — cargo considerado importante por lidar com a parte administrativa e com os contratos da Casa. Os senadores Gladson Cameli (PP-AC), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) e Zezé Perrela (PMDB-MG) ficaram com a segunda, terceira e quarta-secretarias, respectivamente.

Suplentes

Na mesma votação, foram eleitos os secretários suplentes. Os senadores Eduardo Amorim (PSDB-SE), Sérgio Petecão (PSD-AC), Davi Alcolumbre (DEM-AP) e Cidinho Santos (PR-MT) ocuparão as suplências da primeira à quarta-secretaria.
AGÊNCIA CÂMARA NOTÍCIAS / AGÊNCIA SENADO


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Re: PMDB • PMDB está envolvido em esquema criminoso com empresários de ônibus do Rio de Janeiro
MensagemEnviado: 02 Fev 2017, 10:10 
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http://g1.globo.com/politica/noticia/renan-diz-que-foi-escolhido-por-aclamacao-para-liderar-o-pmdb-no-senado.ghtml

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O senador Renan Calheiros disse nesta terça-feira ter sido escolhido "por aclamação" para ser o novo líder da bancada do PMDB no Senado, a partir de fevereiro.

A escolha do nome de Renan Calheiros foi feita durante reunião da maioria da bancada peemedebista na residência oficial do Senado.
"A bancada, por aclamação, me indicou líder, mas eu estou refletindo. Até amanhã [quarta], temos longas horas, estou conversando para que não tenha divisão no partido, para que as pessoas ocupem os lugares que lhe são devidos para cumprir um melhor papel. Eu vou refletir um pouquinho mais", disse Renan Calheiros.

Ao longo das últimas semanas, Renan articulou junto a colegas de bancada para ocupar a liderança do partido, mas houve resistência por parte de alguns senadores por ser alvo de investigações da Operação Lava Jato.

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Re: PMDB • PMDB está envolvido em esquema criminoso com empresários de ônibus do Rio de Janeiro
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Aclamação?

Essa eleição virou um conclave, só pode.

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Re: PMDB • PMDB está envolvido em esquema criminoso com empresários de ônibus do Rio de Janeiro
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Seria um "conchave"?


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Conclave mesmo, porque na Igreja Católica existe a eleição por aclamação para eleger um papa, quando todos os cardeais ficam maravilhados com o Espírito Santo emanando do cara.

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Essa história de político ter foro privilegiado é uma vergonha.

E o Moreira Franco, investigado pela Lava Jato, agora tem o foro privilegiado.

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E o mais irônico é o Temer gastando pra krl nesse governo, contradizendo td o que ele já falou.

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Re: PMDB • PMDB está envolvido em esquema criminoso com empresários de ônibus do Rio de Janeiro
MensagemEnviado: 06 Fev 2017, 21:03 
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http://g1.globo.com/politica/operacao-lava-jato/noticia/janot-pede-ao-stf-nova-investigacao-sobre-renan-juca-e-sarney-na-lava-jato.ghtml

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu nesta segunda-feira (6) ao Supremo Tribunal Federal (STF) abertura de novo inquérito para investigar os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Romero Jucá (PMDB-RR), o ex-presidente José Sarney (PMDB-AM) e o ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado.

Eles são suspeitos de criar embaraços às investigações da Operação Lava Jato.

Caberá ao ministro Luiz Edson Fachin, novo relator da Lava Jato no STF, autorizar ou arquivar o pedido de inqúerito.

Renan, Jucá e Sarney tiveram conversas com Sérgio Machado gravadas pelo ex-diretor da Transpetro, que se tornou posteriormente um dos delatores do esquema de corrupção.

Nessas conversas, eles discutiram, por exemplo, formas de "estancar e impedir, o quanto antes" os avanços das apurações sobre políticos – especialmente do PMDB, do PSDB e do PT – inclusive mediante supostos acordos com o Supremo Tribunal Federal (STF) e com aprovação de novas leis que, na visão da PGR, poderiam inibir as investigações e esvaziar os processos judiciais.

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Re: PMDB • PMDB está envolvido em esquema criminoso com empresários de ônibus do Rio de Janeiro
MensagemEnviado: 07 Fev 2017, 01:55 
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Sarney tá só o cú da jabota, será que ainda vai preso?

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Re: PMDB • PMDB está envolvido em esquema criminoso com empresários de ônibus do Rio de Janeiro
MensagemEnviado: 07 Fev 2017, 02:34 
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http://blogs.oglobo.globo.com/lauro-jardim/post/picciani-promete-cabral-que-nao-deixara-marco-antonio-de-lado.html

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Na visita que fez a Sérgio Cabral em Bangu, Jorge Picciani, o poderoso chefão do PMDB fluminense, prometeu não abandonar politicamente Marco Antonio Cabral, filho do ex-governador.

Jorge Picciani garantiu que o fundo partidário do PMDB será generoso com Marco Antonio Cabral na campanha de reeleição para a Câmara, em 2018.

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