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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
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MensagemEnviado: 21 Fev 2017, 04:38 
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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 27 Fev 2017, 18:11 
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http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017/02/1862269-centro-direita-vive-paradoxo-com-apoio-potencial-e-suspeitas.shtml

No chamado campo conservador, de centro-direita ou qualquer outra denominação imprecisa, o drama é enorme para 2018.

É um paradoxo, com o PT destroçado após o impeachment de Dilma Rousseff e a devastação decorrente do mensalão e do petrolão.

Mas os principais nomes deste campo estão também sob a ameaça da mesma Lava Jato.

E, mantendo a tradição, estão brigando entre si.

O senador Aécio Neves (MG), presidente do PSDB, está acossado pelas diversas citações a seu nome nas delações – e a maior de todas, a da Odebrecht, ainda nem foi divulgada.

Como está no controle da máquina partidária, qualquer acerto passa pelo mineiro Aécio Neves.

Aí entra Geraldo Alckmin, o longevo governador paulista, que trabalha sua candidatura junto a diretórios estaduais do PSDB.

O objetivo é ter densidade no caso de prévias partidárias – e nem se fala ainda da dificuldade de penetração no eleitorado nordestino.

Ocorre que o tucano Geraldo Alckmin também está citado na Lava Jato, ainda que de forma por enquanto mais lateral do que colegas de partido.

Outro dos mencionados é José Serra, cuja saída do Itamaraty na semana passada pegou o tucanato de surpresa. Ele era o esteio da aliança PSDB-PMDB, em dupla com Aécio e em contraposição a Alckmin, que prefere uma relação mais distante.

Isso reforçou o governador Geraldo Alckmin, mas até certo limite : e se ele acabar comprometido ?

"Aí teremos de achar um Doria, se não for o próprio", diz outro tucano.

Além de ter de manter a sua alta aprovação (44% no mais recente Datafolha), Doria precisará se provar um fenômeno fora de centros urbanos.

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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 03 Mar 2017, 21:08 
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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 04 Mar 2017, 00:00 
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E o Aloysio Nunes assumiu o Ministério das Relações Exteriores.

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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 04 Mar 2017, 13:57 
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VENCER NÃO É TUDO, É PRECISO TAMBÉM HUMILHAR O ADVERSÁRIO...


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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 13 Mar 2017, 20:24 
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Parte de delação que cita Aécio será tarjada em transcrição, ordena TSE
Ministro considerou 'lamentável' vazamento de depoimentos

HÁ 16 MINS
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© Reuters

O ministro Herman Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que trecho do depoimento do ex-presidente da Construtora Norberto Odebrecht Benedicto Júnior referente à chapa do então candidato tucano à Presidência, senador Aécio Neves (MG), seja "tarjado" nas transcrições que constarão nos autos da ação sobre a chapa de Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (PMDB).

Em despacho ao qual a reportagem teve acesso, o ministro considerou "lamentável" o vazamento de depoimentos de delatores da Odebrecht no âmbito da ação que apura se a chapa Dilma-Temer cometeu abuso de poder político e econômico para se reeleger em 2014.

A decisão do ministro Herman Benjamin atende ao pedido feito pelo PSDB, que alega que as menções ao partido e à candidatura de Aécio no depoimento de Benedicto Barbosa da Silva Júnior somente se prestaram a "uma indevida exploração política patrocinada junto à imprensa, com a finalidade exclusiva de causar danos à imagem do PSDB, e ao seu presidente, Aécio Neves".

O requerimento do PSDB pedia que também fossem eliminados os trechos do depoimento do ex-presidente da empreiteira Marcelo Odebrecht referentes a Aécio e ao partido, mas a decisão do ministro Herman Benjamin à qual a reportagem teve acesso diz respeito apenas ao teor da oitiva de Benedicto Júnior.

O jornal O Estado de S. Paulo publicou que em depoimento prestado ao TSE, Benedicto Júnior afirmou que na campanha de 2014 repassou R$ 9 milhões a políticos do PSDB e do PP e ao marqueteiro tucano a pedido de Aécio Neves - presidente nacional da sigla. Segundo Benedicto, a doação foi feita via caixa 2.

Em vídeo postado nas redes sociais, Aécio disse que "em nenhum momento, ao contrário do que tentaram disseminar (...), o senhor Benedicto afirma que eu solicitei recurso por caixa 2 ou qualquer outro meio". O senador também afirmou que o depoimento do ex-presidente da empreiteira Marcelo Odebrecht mencionou transferências de recursos ao PSDB em 2014 feitas "oficialmente, via caixa 1".

Complexidade

Em seu despacho, o ministro Herman Benjamin escreveu que, "diante da complexidade fática envolvida na presente demanda, é natural que a instrução probatória, até para permitir a compreensão do contexto amplo em que se desenvolveram os eventos ora investigados, resulte na abordagem de questões que não guardem correlação imediata com o objeto desta ação, que é a regularidade da campanha eleitoral de 2014 da chapa Dilma-Temer".

O ministro destacou que as colaborações premiadas de ex-diretores e funcionários da Odebrecht estão sob sigilo, circunstância "peculiar" que justifica "delimitação rigorosa do conteúdo do depoimento ao objeto estrito da demanda". "Ademais, a despeito das reiteradas advertências deste corregedor quanto à necessidade de se preservar o sigilo dos depoimentos em questão, a realidade é que circunstâncias, perguntas e respostas ocorridas durante os atos processuais têm sido divulgadas ipsis litteris, o que, além de lamentável, aumenta a preocupação do juízo em evitar que fatos que extravasem o objeto da demanda sejam transcritos nos autos", ressaltou Benjamin.

"Assim sendo, unicamente em razão de tais excepcionalidades, determino que os trechos do depoimento da testemunha Benedicto Barbosa da Silva Júnior, mencionados no requerimento oral dos representantes, sejam tarjados na transcrição disponibilizada nos autos", concluiu o ministro, em decisão proferida no dia 7 de março.

O TSE já ouviu cerca de 50 testemunhas no âmbito da ação da chapa Dilma/Temer. No caso daqueles depoimentos que não correm sob sigilo, a Corte Eleitoral tem tarjado algumas informações de maneira pontual, como os endereços pessoais das testemunhas.
NOTÍCIAS AO MINUTO / ESTADÃO CONTEÚDO

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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 15 Mar 2017, 11:19 
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PAULO PRETO

http://painel.blogfolha.uol.com.br/2017/03/09/ex-diretor-da-dersa-em-governos-do-psdb-procura-advogados-e-e-aconselhado-a-propor-delacao/

Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, passou mais de duas horas com um grupo de criminalistas.

Ex-diretor da Dersa, estatal responsável por investimentos rodoviários de São Paulo, foi aconselhado a finalmente propor um acordo de colaboração ao Ministério Público Federal.

Paulo Preto é citado por delatores da Odebrecht na Lava Jato.

Paulo Preto teria revelações a fazer sobre o período de 2005 a 2010, que abarca governos de Geraldo Alckmin e José Serra, ambos do PSDB.

Os advogados que aconselharam Paulo Preto disseram que ele deveria se apressar a falar.

Acham que suas informações terão mais valor se forem apresentadas antes de as delações feitas por ex-executivos da Odebrecht se tornarem públicas.

Paulo Vieira de Souza, de 2005 a 2006, sob a gestão de Geraldo Alckmin, comandou um grupo que coordenava investimentos rodoviários entre o Estado de São Paulo e municípios.

Em 2007, quando José Serra assumiu o governo paulista, ele foi alçado à Diretoria de Engenharia da Dersa.

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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 15 Mar 2017, 20:24 
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Essa foto :lol:

Nova delação de Marcos Valério tem Aécio Neves e PSDB como alvos
Publicitário busca fechar acordo com Ministério Público de MG; tucanos devem apresentar queixa-crime

HÁ 14 HORAS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO

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© REUTERS / Ueslei Marcelino

O publicitário Marcos Valério, operador do mensalão, apresentou proposta de nova delação premiada ao Ministério Público de Minas Gerais.

De acordo com a coluna Painel, do site da Folha de S. Paulo, o presidente do PSDB, Aécio Neves, e seu núcleo político mais próximo são os alvos da tratativa.

Ainda segundo o jornal, os tucanos de Minas devem entrar com queixa-crime contra o publicitário, sob alegação de que Valério já prestou informações falsas à Justiça e que, inclusive, mentiu sobre o próprio endereço.
NOTÍCIAS AO MINUTO

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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 16 Mar 2017, 15:12 
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http://blogs.oglobo.globo.com/lauro-jardim/post/psdb-pressiona-paulo-preto.html

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Cabeças coroadas do PSDB de São Paulo têm pressionado Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, a desistir de sua delação premiada.

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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 16 Mar 2017, 20:54 
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Fachin manda arquivar citações de Sérgio Machado sobre Aécio
16/03/2017 - 12h40 | Atualizado em 16/03/2017 - 13h12

Em delação premiada, ex-presidente da Transpetro disse que senador teria recebido R$ 1 mi em dinheiro vivo

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Fachin manda arquivar citações de Sérgio Machado sobre Aécio
Foto: Agência Senado

BRASÍLIA - O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou arquivar as citações do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, um dos delatores da Operação Lava Jato, sobre o senador Aécio Neves (PSDB-MG). Fachin atendeu a pedido da Procuradoria-Geral da República.

Em sua delação premiada, Sérgio Machado relatou ter havido um esquema de corrupção quando ele ainda era líder do PSDB no Senado, em 1998, para eleger o hoje presidente da sigla Aécio Neves à presidência da Câmara em 2000 e estruturar uma ampla base de apoio para o governo Fernando Henrique Cardoso no Congresso. O próprio Aécio, de acordo com Machado, teria recebido na época R$ 1 milhão em dinheiro vivo.

Segundo o delator, ele, o então senador Teotônio Vilela Filho e o então deputado Aécio traçaram um plano em 1998 para "ajudar financeiramente 50 deputados a se elegerem naquele ano para garantir o apoio à eleição de Aécio para a presidência da Câmara, em 2000. O dinheiro teria sido captado por meio de propinas de empresas e de recursos ilícitos da campanha de Fernando Henrique Cardoso à reeleição.

Em manifestação ao Supremo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu o arquivamento porque o "prazo para o exercício da pretensão punitiva se encerrou, nos termos do art. 109, II, do Código Penal, no ano de 2016".

Fachin decidiu. "À época em que os fatos teriam ocorrido, a pena máxima cominada ao delito do art. 317 do Código Penal era de 8 (oito) anos de reclusão, à qual incide o prazo prescricional de 16 (dezesseis) anos, nos termos do art. 109, II, do Código Penal. Considerando que os fatos supostamente teriam ocorrido entre os anos de 1998 e 2000, encontra-se fulminada pela prescrição a pretensão punitiva estatal. Posto isso, determino o arquivamento destes autos, em decorrência da prescrição da pretensão punitiva".
DCI / ESTADÃO CONTEÚDO

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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 06 Abr 2017, 20:12 
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Rogério Lins recusa comparação com o prefeito João Doria
http://www.webdiario.com.br/noticia/130 ... o-prefeito

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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 11 Abr 2017, 22:08 
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Alguns políticos do PSDB delatados na lista da Odebrecht :

. José Serra - Lavagem de dinheiro, corrupção ativa, fraude em licitações, corrupção passiva e cartel
. Aécio Neves - Lavagem de dinheiro, corrupção ativa, fraude em licitações, corrupção passiva e cartel
. Geraldo Alckmin - está na outra lista, pode ser investigado por corrupção no sistema de transportes de São Paulo
. Antonio Anastasia - Corrupção passiva, lavagem de dinheiro e corrupção ativa
. Aloysio Nunes - Lavagem de dinheiro, corrupção ativa, fraude em licitações, corrupção passiva e cartel
. Bruno Araújo - Corrupção passiva, lavagem de dinheiro e corrupção ativa
. Dalírio Beber - Corrupção ativa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva
. Napoleão Bernardes - Corrupção ativa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva
. Cássio Cunha Lima - Falsidade ideológica eleitoral
. Jutahy Júnior - Falsidade ideológica eleitoral
. João Paulo Papa - Falsidade ideológica eleitoral
. Ricardo Ferraço - Falsidade ideológica eleitoral

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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 11 Abr 2017, 22:14 
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E aumentando...

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Campeão do De Que Episódio é Essa Foto? - Edição 2016
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Cleberson Pereira escreveu:
Já podem fecha o tópico

Chilpayate escreveu:
Sim, sr. moderador.


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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 12 Abr 2017, 20:53 
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http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/alckmin-usou-cunhado-para-receber-mais-de-r-10-milhoes-de-empreiteira-dizem-delatores.ghtml

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O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), recebeu mais de R$ 10 milhões da empreiteira Odebrecht em caixa dois para as suas campanhas ao Governo do Estado de 2010 e 2014, segundo a delação homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com os delatores, Geraldo Alckmin recebeu R$ 2 milhões na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes em 2010 e outros R$ 8,3 milhões quando se reelegeu, em 2014.

Os valores não foram declarados na prestação de contas oficial, enviada à Justiça Eleitoral.

Ainda conforme relatado no acordo de delação premiada, parte dos repasses teria sido feito diretamente ao cunhado de Alckmin, o empresário Adhemar Cesar Ribeiro, que é irmão da primeira-dama Lu Alckmin.


--

http://g1.globo.com/politica/operacao-lava-jato/noticia/delacao-da-odebrecht-jose-serra-e-suspeito-de-receber-doacoes-ilegais-em-troca-de-facilidades-em-contratos-em-sp.ghtml

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O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de um inquérito sobre o senador José Serra (PSDB-SP).

Ele é suspeito de receber doações ilegais para suas campanhas da construtora Odebrecht em troca de facilitar contratos da empresa no estado de São Paulo. As investigações foram pedidas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) com base nas delações premiadas de executivos e ex-executivos da Odebrecht.

No caso do inquérito contra Serra, os delatores são Arnaldo Cumplido de Souza Couto, Benedicto Barbosa da Silva Júnior, Carlos Armando Guedes Paschoal, Luiz Eduardo da Rocha Soares, Roberto Cumplido, Fábio Andreani Gandolfo e Pedro Augusto Ribeiro Novis.

José Serra está no mesmo inquérito que também pede a investigação do ministro de Relações Exteriores Aloysio Nunes (PSDB) por supostas irregularidades no processo de licitação das obras do Rodoanel Sul que favoreceram a construtora Odebrecht, líder do consórcio vencedor do contrato.

De acordo com informações do documento, um grupo de construtoras combinava sua atuação na licitação para a construção do Rodoanel Sul para evitar a concorrência no processo. O grupo era formado por Andrade Gutierrez, Galvão Engenharia, Camargo Correa, Serveng Civilsan, OAS, Mendes Junior, Queiroz Galvão, CR Almeida, Constran e Odebrecht

Esse grupo se reunia com a Dersa, concessionária de serviço público vinculada ao governo de São Paulo e que fez a contratação da obra, para solicitar ajustes no edital da licitação.

De acordo com os delatores, representantes da Dersa exigiram repasses ilegais do consórcio vencedor. Eles ainda relatam a realização de doações para o PSDB e para campanhas de José Serra para diferentes cargos.

O primeiro pagamento foi feito logo após a empresa vencer a licitação para as obras do Rodoanel Sul. Na época, o então diretor de engenharia da Dersa, Mário Rodrigues Júnior, solicitou R$ 1,2 milhão à Odebrecht para doações de campanhas.

A Odebrecht também pagou R$ 2,2 milhões em favor da offshore Circle Technical Company Inc, que pertenceria a Amaro Ramos. Segundo o documento, ele é conhecido operador do Partido Social Democrático Brasileiro (PSDB). O pagamento foi uma exigência do então dirigente da Dersa, Paulo Vieira Sousa, conhecido como “Paulo Preto” e apontado no inquérito como "pessoa próxima ao então governador José Serra". Ele prometia evitar mudanças nos contratos das empresas com o governo do estado de São Paulo, viabilizado por decreto publicado por Serra em 2007.


--

http://g1.globo.com/politica/noticia/delator-diz-que-aecio-recebeu-propina-de-3-por-obras-da-cidade-administrativa-senador-nega.ghtml

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O ex-executivo da Odebrecht Sérgio Neves, um dos ex-dirigentes da empreiteira que fecharam acordo de delação premiada, afirmou em depoimento que o senador Aécio Neves (PSDB-MG), presidente nacional do PSDB, recebeu propina de 3% sobre o valor das obras da Cidade Administrativa, em Minas Gerais.

O complexo, em Belo Horizonte, funciona como sede do governo de Minas Gerais. Os prédios foram construídos quando Aécio Neves era governador.

Sérgio Neves e Benedicto Júnior, outro delator da Odebrecht na Lava Jato, relataram ao Ministério Público que, em 2007, quando deu início ao segundo mandato como governador de Minas, Aécio Neves organizou um esquema para fraudar a licitação para as obras da Cidade Administrativa.
O esquema, segundo os delatores, envolvia a formação de um cartel de empreiteiras. Eles disseram, ainda, que a Odebrecht teria repassado aproximadamente R$ 5,2 milhões em propina ao tucano.

"Os referidos colaboradores apontam, por meio de declaração e prova documental, que, no início de 2007, o senador Aécio Neves da Cunha, recém-empossado para o segundo mandato de governador do estado de Minas Gerais, teria organizado esquema para fraudar processos licitatórios, mediante organização de um cartel de empreiteiras, na construção da "Cidade Administrativa" (ou "Centro Administrativo") de Minas Gerais, com o escopo último de obter propinas decorrentes do pagamentos de obras", diz trecho do inquérito aberto para apurar o envolvimento de Aécio Neves no caso.


--

http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/patrono-de-odebrecht-aponta-propina-as-campanhas-de-fhc/

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Patrono da maior empreiteira do País, Emilio Odebrecht revelou em delação premiada ter pago ‘vantagens indevidas não contabilizadas’ às campanhas presidenciais de Fernando Henrique Cardoso.

“Trata-se de petição instaurada com lastro nas declarações prestadas pelo colaborador Emílio Alves Odebrecht, o qual relata o pagamento de vantagens indevidas, não contabilizadas, no âmbito da campanha eleitoral de Fernando Henrique Cardoso à Presidência da República, nos anos de 1993 e 1997”, narra o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal.

FHC foi eleito presidente pela primeira vez em 1994 e reeleito em 1998.

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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 12 Abr 2017, 21:32 
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Napoleão Bernardes: "Essa acusação fere a lógica, sou o prefeito que enfrentou a Odebrecht"
11/04/2017- 19h52min - Atualizada em 11/04/2017- 19h52min

Por UPIARA BOSCHI

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Foto: Michele Lamin / Divulgação

Alvo de inquérito autorizado pelo ministro Luís Edson Fachin no Supremo Tribunal de Justiça, o prefeito blumenauense Napoleão Bernardes (PSDB) nega qualquer relação com a Odebrecht e afirma ter contrariado interesses da empresa ao assumir a administração municipal em janeiro de 2013. Segundo as delações de Paulo Roberto Welzel e Fernando Luiz Ayres da Cunha Santos Reis, a empreiteira identificou os candidatos com chance de vitória nas eleições de 2012 na cidade - onde presta serviços de água e esgoto através da Odebrecht Ambiental. Segundo a denúncia, a campanha do tucano teria recebido R$ 500 mil em caixa dois em acordo intermediado pelo atual senador Dalírio Beber (PSDB).

Leia a entrevista com Napoleão Bernardes:

O senhor tem conhecimento da denúncia que gerou o inquérito?
Não tenho a mínima noção, a mais vaga ideia. Sei exatamente o que cada um sabe. Estou com a consciência tranquila. Tenho a vida pública marcada por ética, por seriedade. Aqui em Blumenau, até mesmo meus adversários, muitas vezes até criticam alguma ação de governo, porque a gente acerta e erra no ponto de vista administrativo, mas em termos de moral, de caráter, de credibilidade, não há uma vírgula, uma mancha de questionamento. Sou o primeiro a desejar que a verdade seja estabelecida.

O senhor conversou com o senador Dalírio Beber depois da divulgação da lista?
Não, este estava em sessão no Senado.

Qual sua relação com a Odebrecht?
Minha primeira decisão administrativa como prefeito na relação contratual foi totalmente contrária aos interesses da Odebrecht. No final de 2012, quando eu ainda não era prefeito, a Odebrecht fez um pedido de reequilíbrio econômico-financeiro do contrato que tem aqui. O município reconheceu uma dívida de R$ 118 milhões com a Odebrecht.

O município na gestão anterior?
Sim, na gestão do prefeito João Paulo (Kleinübing, hoje deputado federal pelo PSD). Eu assumi em 1º de janeiro de 2013 e essa decisão foi de dezembro de 2012. Qual foi minha primeira ação como prefeito nessa causa? Minha obrigação legal era pagar, porque o município havia reconhecido. Minha primeira decisão foi mandar fazer auditoria e ela nos levou a não pagar nada. Eles até blefaram que abandonariam a concessão se a prefeitura não pagasse o que havia assumido que devia. Eu não retroagi. Vimos que o valor não era aquele. Fizemos uma série de medidas compensatórias e a prefeitura não pagou um Real. Fere totalmente a lógica, sou o prefeito que enfrentou a Odebrecht à época.

São muito semelhantes as delações que levaram aos inquéritos contra Dalírio e o senhor e contra Décio Lima e Ana Paula Lima. Seriam doações de R$ 500 mil em caixa dois aos candidatos que eles consideravam favoritos vencer em uma cidades em que mantinham serviços por concessão.
Quem dera eu fosse o favorito, na véspera do primeiro turno eu era o terceiro!

Pelas delações, a Odebrecht teria repassado os recursos por intermediação de Dalírio para sua campanha e de Décio Lima para a de Ana Paula. Tem conhecimento desse dinheiro?
Eu não faço a mínima ideia desse tema. Nunca tive relação nenhuma com a Odebrecht antes de ser empossado prefeito. Minha única relação administrativa foi contrariar os interesses da empresa. É uma informação absurda e beira à loucura. Eu era o azarão, estava lá atrás na rabeira.

Houve caixa dois na sua campanha?
Óbvio que não. Eu como candidato não tenho nenhuma relação com doação eleitoral e nem com contratação de fornecedores. Meu papel era fazer campanha e ir para a rua. Desconheço qualquer possibilidade nesse sentido.

Qual era o papel do hoje senador Dalírio Beber naquela campanha?
Como todo filiado ao PSDB, o papel dele era nos apoiar e fazer campanha. Nossa campanha era caseira, quase não tinha apoio, aliados. Era quase uma aventura eleitoral. Tínhamos sola de sapato e idealismo.

Como o senhor imagina que foi parar nas delações da Odebrecht?
Não faço a mínima ideia. Por isso minha indignação e perplexidade. Mas também por isso o meu entusiasmo em poder restabelecer a verdade e fazer a correção do que a minha vida pública é. Uma vida de transparência, de respeito ao dinheiro público, valores que não abro mão.

Teme que o episódio macule sua carreira política?
Eu não quero crer que uma injustiça tão gritante como essa possa vir a trazer prejuízo. Tenho a consciência absolutamente tranquila tanto em relação a eleição quanto a governo. Tenho certeza de que a verdade vai ser estabelecida.
DC / CLICRBS

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