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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
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MensagemEnviado: 13 Abr 2018, 13:28 
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Dizer que o Lula roubou "só um pouco" é brabo, hein...

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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 13 Abr 2018, 14:38 
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Guarda escreveu:
aí ces acha ruim qndo eu digo q td mundo tem q pagar imposto nessa porra
E ainda é tempo! :joinha:

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IgorBorgesCH escreveu:
Engraçado esse pessoal... ficam ansiosos, alegres, sonhando com o impossível e quando a realidade vem à tona, ficam todos tristes, como se tivesse acontecido a pior coisa do mundo.


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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 13 Abr 2018, 18:20 
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Bugiga escreveu:
Dizer que o Lula roubou "só um pouco" é brabo, hein...

É que ele deve estar com a cabeça nas empregadas pra falar isso.

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El Chavo Arachán escreveu:
A los que defienden las exhibiciones practicadas por la SBT, ¡qué se jodan y punto final!


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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 13 Abr 2018, 20:45 
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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 17 Abr 2018, 17:57 
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https://g1.globo.com/politica/noticia/acusacao-ve-farto-material-probatorio-contra-aecio-defesa-contesta-acusacao-de-corrupcao-e-obstrucao-de-justica.ghtml

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (17) receber a denúncia contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) por suposta prática de corrupção passiva e obstrução de Justiça.

Com isso, o senador será transformado em réu pela primeira vez.

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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 17 Abr 2018, 20:54 
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Raquel diz que R$ 2 mi a Aécio não são ‘filantropia’ de Joesley
http://politica.estadao.com.br/blogs/fa ... e-joesley/

Investigação sobre Alckmin pode ir para TRE, diz procurador-geral de São Paulo
O procurador-geral de Justiça Gianpaolo Poggio Smanio disse que ‘ainda não é certo’ que o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) será investigado perante a primeira instância da Justiça Eleitoral de São Paulo. É provável que o caso vá para a segunda instância, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
http://politica.estadao.com.br/blogs/fa ... sao-paulo/


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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 18 Abr 2018, 18:06 
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Nesse esquema com o Paulo Preto, só o José Serra e o Aloysio Nunes estão envolvidos, ou tem alguma chance de provarem que o Geraldo Alckmin também está envolvido ?

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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 18 Abr 2018, 20:21 
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Ideal é que Aécio não seja candidato, diz Alckmin
"Há uma diferença nessas questões. O Lula é o grande imperador do PT, tratam Lula como injustiçado, preso político. Não é nada disso, nós não fazemos isso no PSDB. Nós afastamos do partido, respeitamos a decisão judicial", disse em entrevista à rádio Bandeirantes.
Alckmin salientou que não existe "Justiça azul, vermelha, verde, amarela" e que "decisão judicial se respeita". "A lei é para todos, não tem nenhuma distinção entre partidos", afirmou.
http://politica.estadao.com.br/noticias ... 0002273476

Réu no Supremo, Aécio é abandonado nas redes sociais
https://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/351619/Réu-no-Supremo-Aécio-é-abandonado-nas-redes-sociais.htm


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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 20 Abr 2018, 10:09 
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https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/04/joesley-afirma-que-pagava-mesada-de-r-50-mil-para-aecio-por-meio-de-radio.shtml

O empresário Joesley Batista afirmou à Procuradoria-Geral da República que pagou R$ 50 mil por mês a Aécio Neves (PSDB-MG), ao longo de dois anos, por meio de uma rádio da qual o senador era sócio.

Os pagamentos, de acordo com Joesley, foram solicitados diretamente pelo tucano em um encontro no Rio, no qual Aécio disse que usaria o dinheiro para "custeio mensal de suas despesas",

Joesley entregou aos procuradores 16 notas fiscais emitidas entre 2015 e 2017 pela Rádio Arco Íris, afiliada da Jovem Pan em Belo Horizonte.

A JBS figura nas notas como a empresa cobrada.

A Folha teve acesso ao relato, que está em um dos anexos da colaboração do empresário entregue à PGR em 31 de agosto do ano passado.

As notas fiscais têm como justificativa a prestação de "serviço de publicidade" e trazem a descrição de que o valor mensal era de "patrocínio do Jornal da Manhã", um dos programas da rádio.

Pela soma das notas fiscais, a JBS pagou à rádio da família de Aécio Neves R$ 864 mil.

Reportagem da Folha de 13 de março revelou que Aécio vendeu suas cotas da rádio Arco Íris para Andrea Neves, sua irmã, por R$ 6,6 milhões em setembro de 2016.

Nas declarações de Imposto de Renda do tucano, obtidas pela PGR mediante quebra de sigilo autorizada pelo Supremo, o valor declarado das mesmas cotas em 2014 e 2015 foi de R$ 700 mil.

Com o negócio com a irmã, o patrimônio declarado de Aécio chegou a R$ 8 milhões em 2016.

No relato aos procuradores, Joesley disse não saber se algum serviço de publicidade foi de fato prestado pela rádio Arco Íris, mas reforçou que o objetivo dele foi repassar os R$ 50 mil mensais a fim de manter um bom relacionamento com o senador, que tinha sido candidato à Presidência em 2014 e poderia voltar a ser em 2018.

As notas fiscais mencionam o valor de R$ 54 mil, mas no anexo à PGR Joesley cita R$ 50 mil — ele não esclarece se a diferença era imposto a ser abatido para repassar o valor exato que teria sido solicitado pelo tucano.

Acompanham as notas fiscais os respectivos comprovantes de pagamentos, feitos via transferência eletrônica ou boleto bancário.

Os pagamentos saíram da conta da JBS S.A. direto para a da Rádio Arco Íris Ltda., que fica na agência número 0925 do banco Itaú, localizada na Savassi, bairro nobre de Belo Horizonte.

O primeiro pagamento registrado é de julho de 2015, mais de um ano depois do início da Operação Lava Jato.

O último, de junho de 2017. À época, a delação da JBS já tinha vindo a público e Andrea e o primo, Frederico Pacheco, já tinham sido presos.

Os dois foram detidos em maio e soltos pelo STF no mês seguinte em razão do episódio em que Aécio foi gravado por Joesley pedindo R$ 2 milhões.

Parte desse montante foi entregue ao primo do tucano em dinheiro vivo, em uma ação filmada pela PF.

Aécio, a irmã, o primo e um assessor de um senador aliado tornaram-se réus no STF na última terça (17), sob acusação de corrupção passiva nesse caso.

A defesa diz que os R$ 2 milhões eram um empréstimo pedido a Joesley, que induziu o tucano a receber em dinheiro vivo.


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VEJA

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Pau que bate em Chico bate em Francisco. E o que vinha batendo em Curitiba começa finalmente a bater em Brasília.

Por ter sido gravado pedindo 2 milhões de reais ao empresário Joesley Batista, por ter indicado para receber o dinheiro seu primo Frederico Pacheco (“Alguém que a gente mata antes dele fazer delação”) e pelas imagens do primo contando as notas e colocando-as na mochila que viajaria até Minas Gerais, o senador Aécio Neves acaba de virar réu no Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de corrupção passiva e obstrução da Justiça.

A decisão da Primeira Turma da Corte foi acachapante: 5 votos a 0. É a primeira vez desde o início da Lava-Jato, em 2014, que um tucano entra para o rol de políticos processados no STF.

A queda de Aécio Neves é um estrondo. Das urnas presidenciais de 2014, ele saiu com 51 milhões de votos e depois virou o principal fiador do governo de Michel Temer.

Presidente do PSDB por quatro anos, governador de Minas Gerais por dois mandatos e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Aécio Neves, além da carreira política, exibia um notável pedigree como neto de Tancredo Neves.

Às vésperas das eleições presidenciais mais imprevisíveis dos últimos trinta anos, a desgraça do tucano passa a ser também a desgraça de seu partido, já suficientemente desgraçado por conta própria.

Na semana retrasada, chegou ao ex-governador de São Paulo e candidato da sigla à Presidência da República, Geraldo Alckmin, a ótima notícia de que o inquérito que o investiga pelo recebimento de 10,7 milhões de reais via caixa dois da Odebrecht tinha sido enviado à Justiça Eleitoral — um caminho bem mais suave que o da primeira instância, que tem sob jurisdição a força-tarefa da Lava-Jato. Mas o alívio durou pouco. Na segunda-feira 16, Paulo Vieira Souza, o Paulo Preto, notório operador financeiro dos tucanos, teve sua prisão preventiva mantida pelo Superior Tribunal de Justiça, ampliando o temor do PSDB de que o homem que proferiu a frase “não se larga um líder ferido na estrada” feche delação premiada.

Paulo Preto é suspeito de envolvimento em desvios de dinheiro público nas obras do Rodoanel, cujas investigações abarcam o senador José Serra, outro ex-presidenciável do PSDB que caiu em desgraça, e o chanceler Aloysio Nunes Ferreira, apontado como o tucano mais íntimo de Paulo Preto.

Para completar o quadro de desconforto para o partido, na quarta-feira dezoito integrantes dos governos estadual e municipal e cinco ex-presidentes do Metrô paulista se tornaram réus por improbidade administrativa. Foi, em resumo, uma semana infernal para o tucanato.

E o futuro breve não promete dias melhores. Nesta terça-feira 24, a Justiça analisará o último recurso de Eduardo Azeredo, também ex-­presidente do PSDB e ex-governador de Minas. O resultado do julgamento poderá levá-lo à cadeia pela condenação no escândalo conhecido como “mensalão tucano”.

Geraldo Alckmin sentiu o cheiro de enxofre e apressou-se em dizer que, “evidentemente”, Aécio Neves deveria desistir de qualquer pretensão eleitoral — fosse à reeleição ao Senado, fosse a deputado.

Irritado, Aécio Neves mandou dizer que sua vida política “é decidida em Minas Gerais”.

A candidatura de Geraldo Alckmin precisa ficar longe de problemas. No último Datafolha, ele aparece em quinto lugar, com 6% das intenções de voto, atrás de Lula, Bolsonaro, Marina Silva e Joaquim Barbosa. Sobe até dois pontos nos cenários em que a candidatura de Lula é descartada. É o pior resultado de um tucano nesta altura da campanha desde 1989.

A crise do PSDB é tão profunda que tem impactado até o seu reduto mais fiel — o Estado de São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, com 33 milhões de votantes.

Em 2006, Alckmin saiu do governo com 66% de aprovação para disputar o Planalto com Lula — e perdeu. Agora, tem 36% de aprovação e, para piorar, está no meio de uma guerra ferrenha entre os dois candidatos ao seu espólio : João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB). O ex-­prefeito largou na liderança, com 29%, mas tem dois problemas. Primeiro, também é o pior número de um candidato tucano ao governo paulista desde 1998. Segundo, sua rejeição bate em 34%, pois jurou que ficaria na prefeitura durante todo o mandato e, nos seus quinze meses como prefeito, fez tudo para deixá-la. Além disso, Doria tem nos seus calcanhares o emedebista Paulo Skaf, com 20% das intenções de voto. Márcio França, o atual governador, soma 8%.

São várias as causas que explicam o declínio do PSDB no cenário político-partidário. A demora dos tucanos em aderir à defesa do processo contra Dilma e assumir sua liderança fez com que a sigla fosse atropelada pelo DEM e por partidos do Centrão. Mais tarde, com a queda de Dilma, o PSDB permitiu, docemente, que sua agenda reformista fosse capturada pelo governo de Michel Temer (MDB), do qual ficou apenas com o ônus : o estigma da associação com uma gestão impopular e também envolvida em denúncias de corrupção.

Mesmo diante de tudo isso, o PSDB teve bom desempenho em 2016. Foi o grande vitorioso dos pleitos municipais, quando passou a governar 24% da população brasileira, marca recorde desde 2000.

A atuação positiva caiu por terra com as denúncias da Lava-Jato e as divisões internas do partido sobre o apoio ao governo Michel Temer. “O partido acabou perdendo sua essência, coesão e densidade programática. Ficou parecido com os outros”, afirma Fernando Shüler, professor de ciência política do Insper.

Para além de seus erros estratégicos, o PSDB envelheceu mal. Discussões que estavam no centro de sua agenda, como a do papel do Estado, que pautou todas as últimas eleições desde a redemocratização e ajudou a cimentar a polarização com o PT, perderão espaço no debate público em 2018, acredita o cientista político Rafael Cortez, da consultoria Tendências. “Ganharão relevância as questões identitárias de comportamento, raça, gênero, porte de armas, assuntos que sempre se localizaram nos extremos e o PSDB sempre passou ao largo.”

No plano jurídico, a transformação de Aécio Neves em réu no STF é um divisor de águas. Assim como a prisão de Lula reforçou a jurisprudência sobre a possibilidade de prisão depois de condenação em segunda instância, a instauração do processo contra o senador confirmou o entendimento, iniciado no mensalão, de que não é preciso um “ato de ofício” para que se configure crime de corrupção passiva. Ou seja, não é necessário que haja prova material e cabal de benefício dado por um agente público em troca de vantagem financeira oferecida por um ente privado. Basta que o agente público tenha “condições” de favorecer o ente privado “em razão do cargo”, como define o artigo 317 do Código Penal.

No caso de Aécio Neves, sobram provas de que ele pediu a Joesley Batista — e recebeu — 2 milhões de reais, mas não há configuração do benefício que teria concedido ao empresário em contrapartida.

Para a procuradora-­geral da República, Raquel Dodge, a conversa travada entre o senador e o empresário se inseriu em um “contexto de reiterado auxílio mútuo” e mostra que, “no momento oportuno”, os 2 milhões seriam devidamente “pagos” pelo senador. “Adotar a tese contrária significará um passe livre para a prática de diversos crimes de corrupção”, acrescentou a procuradora no memorial da denúncia. Os cinco ministros do STF acataram a sua tese.

É uma interpretação crucial. A exigência do “ato de ofício” foi consolidada como jurisprudência no STF no caso do ex-presidente Fernando Collor de Mello em dezembro de 1994. Na ocasião, por 5 votos a 3, o Supremo decidiu absolvê-lo do crime de corrupção passiva justamente por não haver provas concretas que o ligassem ao esquema de arrecadação ilegal de seu tesoureiro, Paulo César Farias. A percepção começou a mudar em 2012 no julgamento do mensalão, que derrubou quase toda a cúpula do PT.

Agora, a consolidação desse entendimento também pode complicar a vida do presidente Michel Temer, que já teve duas denúncias barradas pelo Congresso. Seguindo essa perspectiva, seria possível atribuir-lhe “ato de ofício em potencial” por ter indicado a Joesley Batista o seu ex-auxiliar Rodrigo Rocha Loures como interlocutor para cuidar de interesses da J&F. Rodrigo Rocha Loures recebeu uma mala recheada de dinheiro com a promessa de influir a favor da J&F em processos do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A última pesquisa Datafolha revelou que nada menos que 84% dos brasileiros são favoráveis à continuidade da Lava-Jato. A natureza suprapartidária do apoio (79% entre os eleitores do PT e 94% entre os do PSDB) seria suficiente para demolir teses sobre o suposto caráter persecutório da investigação — já que na semana passada, a atingida foi a do senador Aécio Neves. O pau que bate em Chico e em Francisco alcançou finalmente os tucanos.

Os outros inquéritos de Aécio Neves :

1. FURNAS
Acusado de receber propina a partir de desvios da estatal. Crimes : corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

2. CPI DOS CORREIOS
Suspeito de obstruir apurações para proteger aliados e a si próprio. Crimes : gestão fraudulenta de instituição financeira, falsidade ideológica, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

3. CAMPANHA DE 2010
Investigado por pedir propina à Odebrecht para irrigar a campanha de Anastasia ao governo mineiro. Crimes : corrupção passiva e ativa e lavagem de dinheiro.

4. CAMPANHA DE 2014
Acusado de intermediar pagamento de 6 milhões de reais para campanha de aliados. Crimes : corrupção passiva e ativa e lavagem de dinheiro.

5. CAMPANHA DE 2014
Suspeito de negociar propina com a Odebrecht para sua campanha à Presidência e em favor de aliados. Crimes : corrupção passiva e ativa e lavagem de dinheiro.

6. HIDRELÉTRICAS
Investigado por receber propina para beneficiar a Odebrecht no leilão das usinas de Santo Antônio e Jirau. Crimes : corrupção passiva e ativa e lavagem de dinheiro.

7. CIDADE ADMINISTRATIVA
Suspeito de armar um cartel nas obras da sede do governo mineiro para obter propinas. Crimes : corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro, cartel e fraude em licitações.

8. DESDOBRAMENTO DA JBS
Acusado de receber propina entre 2014 e 2016 e de atuar para ocultar a sua origem. Crimes : corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 20 Abr 2018, 16:24 
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https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/04/ministerio-publico-abrira-inquerito-contra-alckmin-por-suspeita-de-improbidade.shtml

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O Ministério Público de São Paulo abrirá inquérito para investigar se o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) cometeu improbidade administrativa no caso de suspeita de caixa dois de mais de R$ 10 milhões.

O cunhado do tucano, Adhemar Cesar Ribeiro e o secretário estadual Marcos Monteiro serão incluídos.

Eles foram apontados por delatores da Odebrecht como operadores de recursos não declarados nas campanhas ao governo paulista de 2010 e 2014.

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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 20 Abr 2018, 22:11 
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Caso Aécio despista opinião pública e ajuda PSDB a blindar Alckmin
Para analista, líderes do partido sabem que não havia como salvar senador tucano. O problema do PSDB só se tornará sério se processos envolvendo as lideranças do partido evoluírem.
http://www.redebrasilatual.com.br/polit ... ar-alckmin

‘Geraldo é um corredor de maratona’, diz Fernando Henrique
Ex-presidente minimiza mau desempenho de presidenciável tucano e diz que Lula ‘é um político preso’, não preso político
http://politica.estadao.com.br/noticias ... 0002276174


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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 23 Abr 2018, 20:48 
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Desde 2007, presentes dados a Alckmin estão em porão de museu
http://politica.estadao.com.br/noticias ... 0002279885?


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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 24 Abr 2018, 17:17 
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https://oglobo.globo.com/brasil/justica-rejeita-embargos-azeredo-fica-proximo-de-ser-primeiro-preso-no-mensalao-tucano-22623061

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A Justiça mineira rejeitou os embargos infringentes e manteve, nesta terça-feira (24), a condenação em segunda instância do ex-governador Eduardo Azeredo (PSDB) por peculato e lavagem de dinheiro no "mensalão tucano".

Ele foi condenado a 20 anos e 1 mês em reclusão por ter participado do esquema que desviou cerca de R$ 3,5 milhões de estatais mineiras para o caixa 2 da campanha do PSDB para reeleição ao governo do Estado em 1998. O placar foi 3 a 2.

Como a decisão não pode mais ser revertida, restando apenas embargos declaratórios — que não alteram o mérito do julgamento —, o tucano deve ser o primeiro condenado a ser preso no esquema mineiro que serviu como uma espécie de laboratório para o mensalão petista. Segundo entendimento do Supremo Tribunal Federal, os condenados podem ser detidos após esgotados os recursos na segunda instância.


E que o Aécio seja o próximo.

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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 24 Abr 2018, 17:48 
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Esse aí tá condenado em segunda instância já tem quase 1 ano e nada de ser preso. Depois tem gente que acha que a justiça não é seletiva.

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Re: PSDB • Partido da Social-Democracia Brasileira
MensagemEnviado: 24 Abr 2018, 18:20 
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Não sabia que a Justiça de Minas julgou o Lula. Achei que fosse um Tribunal Federal...

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