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Re: Bancos • Tópico para falar dos principais bancos brasileiros
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MensagemEnviado: 28 Set 2016, 13:04 
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Re: Bancos • Tópico para falar dos principais bancos brasileiros
MensagemEnviado: 05 Out 2016, 18:39 
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http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/10/reclamacoes-contra-bancos-crescem-21-em-meio-greve-dos-bancarios.html

O número de reclamações de clientes contra os cinco maiores bancos do país no site Reclame Aqui atingiu o maior patamar do ano no mês de setembro, com 10,2 mil queixas.

O número representa alta de 21% em relação a agosto.

O volume de reclamações dos consumidores cresceu durante o período de greve dos bancários.

Os bancários entraram em greve no dia 6 de setembro e continuam parados por tempo indeterminado.

Na comparação com setembro de 2015, quando foram registradas 8,6 mil reclamações, a alta no número de queixas foi de 17%, ainda considerando os cinco maiores bancos.

O Reclame Aqui é um portal que reúne reclamações de consumidores contra empresas e abre um canal de comunicação entre eles.

Os números registrados pelo site em setembro também revelam que a greve deste ano já gerou mais reclamações do que na última paralisação dos bancários.

Em 2015, a greve aconteceu mais tarde – a categoria suspendeu suas atividades entre os dias 6 e 26 de outubro. Durante aquele mês, foram registradas 9,6 mil reclamações contra os 5 maiores bancos no site Reclame Aqui, um aumento de 10,7% em relação ao mês anterior.

A greve dos bancários completou 30 dias nesta quarta-feira (5). É a maior paralisação da categoria desde 2004, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

Até o dia anterior, a paralisação fechou 13.104 agências e 44 centros administrativos, o que representa 55% do total de agências de todo o Brasil.

O fundador do Reclame Aqui, Mauricio Vargas, afirma que o forte aumento no número de reclamações em setembro está diretamente ligado à greve dos bancários. “Aquele cliente que precisa realmente do banco para sacar o FGTS e o seguro-desemprego, é esse cara que está vindo reclamar”, afirma, acrescentando que essas reclamações se referem especialmente a queixas contra a Caixa e ao Banco do Brasil.

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Re: Bancos • Tópico para falar dos principais bancos brasileiros
MensagemEnviado: 06 Out 2016, 22:12 
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http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/10/bancarios-decidem-pelo-fim-da-greve.html

Após 31 dias de paralisação, bancários de alguns Estados já decidiram nesta quinta-feira (6) encerrar a greve da categoria após mais de um mês.

As agências voltam a funcionar nesta sexta-feira (7).

Há diversos sindicatos regionais discutindo neste momento se aceitam ou não a proposta dos bancos para encerrar a greve.

A terceira oferta apresentada Fenaban (Federação Nacional do Bancos) na noite de quarta-feira foi de reajuste de 8% em 2016 e abono de R$ 3.500. A proposta também inclui aumento de 10% no vale refeição e no auxílio-creche-babá e de 15% no vale alimentação.

Os bancos também se comprometeram a garantir aumento real de 1% em todos os salários e demais verbas.

O acordo proposto pelos bancos tem validade de dois anos. Para 2017, os salários serão reajustados pela inflação (INPC/IBGE), mais 1% de aumento real.

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Re: Bancos • Tópico para falar dos principais bancos brasileiros
MensagemEnviado: 06 Out 2016, 23:10 
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Até que enfim. :D

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Viu só como é fácil bancar o rídiculo, Seu Madruga?


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Re: Bancos • Tópico para falar dos principais bancos brasileiros
MensagemEnviado: 21 Nov 2016, 08:00 
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Re: Bancos • Tópico para falar dos principais bancos brasileiros
MensagemEnviado: 21 Nov 2016, 09:05 
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O Joseval e o Villa ainda estão no século passado, né?

Hoje em dia a meta de qualquer banco, privado ou público, é estimular o atendimento digital. O número de agências físicas e de funcionários vai sim diminuir, e não vai ser apenas no BB.


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Re: Bancos • Tópico para falar dos principais bancos brasileiros
MensagemEnviado: 09 Dez 2016, 11:13 
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Raimundo Lira critica fechamento de agências do Banco do Brasil
Da Redação | 09/12/2016, 10h50 - ATUALIZADO EM 09/12/2016, 10h53

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Pedro França/Agência Senado

O senador Raimundo Lira (PMDB-PB) disse nesta sexta-feira (9), em pronunciamento no Plenário, que o fechamento de mais 400 agências do Banco do Brasil contraria o interesse nacional. Em novembro, o banco anunciou um plano de reestruturação que prevê ainda outras medidas como a transformação de 379 agência em postos de atendimento, além da redução de até 18 mil funcionários.

Segundo Lira, a medida vai impactar principalmente a vida de brasileiros de pequenos municípios, que terão que se deslocar para outras cidades, muitas vezes distantes quilômetros de suas casas:

— A insegurança das pessoas fica muito maior do que ter que se deslocar apenas trinta, quarenta, cinquenta, cem metros, dentro da cidade, para fazer os seus depósitos ou os seus saques em moeda. Isso pode levar à decisão de pequenos e médios comerciantes se deslocarem também e fecharem os seus estabelecimentos nessas cidades. E, não tendo prestação de serviço do comércio a tendência é parte da população se deslocar e ter que deixar os seus municípios – previu.

Raimundo Lira apresentou requerimento para debater o tema na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Segundo ele, a instituição tem que buscar o lucro, mas sem deixar de prestar um importante serviço à população:

— Fechar agência nas pequenas e médias cidades do Nordeste é indiscutivelmente uma decisão contrária ao interesse nacional, contrária à integração nacional, contrária à paz social e econômica do nosso país – argumentou.
AGÊNCIA SENADO


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Re: Bancos • Tópico para falar dos principais bancos brasileiros
MensagemEnviado: 14 Jan 2017, 18:46 
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http://extra.globo.com/noticias/economia/bradesco-seguros-nega-aportes-em-previdencia-privada-ex-clientes-do-hsbc-20761671.html

Antigos clientes da seguradora HSBC, que foi comprada pelo Bradesco em agosto do ano passado, têm tido dificuldades para fazer aportes em seus planos de previdência privada.

O taxista Sanderson Barros, de 43 anos, tentou fazer a operação três vezes em agências das duas instituições, mas não conseguiu :
— Eu especulo que o motivo seja a alta rentabilidade que esse investimento têm hoje. Mas se eu já assinei um contrato, eles (Bradesco) devem honrar as cláusulas. Infelizmente, não estão facilitando.

Procurado, o grupo Bradesco Seguros afirmou que “num curto período de tempo, foram registradas eventuais indisponibilidades de algumas operações de aporte de previdência decorrentes da migração do sistema do HSBC Vida e Previdência para o nosso sistema”.

Sanderson Barros, porém, lembra que a situação já dura um mês.
— Tento fazer o aporte há um mês. Fui na minha antiga agência do HSBC, na Praça Seca. Depois, há 15 dias, tentei o mesmo numa agência do Bradesco, no Jardim Botânico, na qual tenho conta. Voltei lá ontem (anteontem), em vão — disse.

Segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), os planos anteriormente aprovados e comercializados pela HSBC Vida e Previdência (Brasil) S.A. não sofreram alterações junto à autarquia nas bases técnicas e nas cláusulas, à exceção da razão social.

Portanto, valem as regras do regulamento original do plano.

O Grupo Bradesco Seguros garantiu que o problema já foi solucionado e afirmou que os referidos aportes poderão ser realizados nas agências bancárias ou pela internet.

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Re: Bancos • Tópico para falar dos principais bancos brasileiros
MensagemEnviado: 12 Mar 2017, 23:47 
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http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2017-03/agencias-da-caixa-abrem-mais-cedo-nesta-segunda-feira-para-saques-do-fgts

Nesta segunda e terça-feira (13 e 14), todas as agências Caixa Econômica federal abrirão duas horas antes, ou seja, às 9h, para fazer o atendimento sobre contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Ao todo, 4,8 milhões de trabalhadores nascidos em janeiro e fevereiro têm direto a sacar o saldo.

Segundo a Caixa, no primeiro dia de saques das contas inativas do FGTS, na sexta-feira (10), 1,4 milhões de trabalhadores sacaram R$ 1,8 bilhão, seja em agências, caixas eletrônicos ou lotéricas.

Outros R$ 2 bilhões foram depositados automaticamente nas contas de quem é cliente do banco.

Neste sábado (11), a Caixa abriu 1.841 agências em todo o Brasil, das 9h às 15h, para atender somente questões relacionadas às contas inativas do FGTS.

Pode sacar a quantia parada em contas inativas quem teve contratos de trabalho encerrados até 31 de dezembro de 2015. Desde sexta-feira, têm acesso aos recursos somente aqueles que nasceram em janeiro e fevereiro.

De acordo com o calendário divulgado pelo governo, será liberado o dinheiro dos nascidos em março, abril e maio a partir de 10 de abril. Em 12 de maio, é a vez de quem nasceu em junho, julho e agosto. Os aniversariantes de setembro, outubro e novembro poderão sacar os valores a que têm direito a partir de 16 de junho. Por fim, a partir de julho será liberado o dinheiro dos nascidos em dezembro.

No total, há 49,6 milhões de contas inativas aptas a ter os valores liberados.

A expectativa do governo é que, ao resgatar o dinheiro parado, os trabalhadores injetem mais de R$ 30 bilhões na economia.

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Re: Bancos • Tópico para falar dos principais bancos brasileiros
MensagemEnviado: 25 Abr 2017, 04:53 
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http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017/04/1878315-folha-antecipou-resultado-de-licitacao-de-publicidade-do-banco-do-brasil.shtml

O nome da primeira colocada na licitação para a conta de publicidade do Banco do Brasil foi antecipado à Folha na última quinta (20), quatro dias antes da abertura oficial dos envelopes que trariam o resultado, que só ocorreu na manhã desta segunda (24) em Brasília.

A concorrência é a de maior valor já realizada no governo Michel Temer.

A Multi Solution ficou com o primeiro lugar no certame que elegeu três empresas de propaganda para gerenciar a publicidade do banco pelos próximos 12 meses.

Elas dividirão um contrato de até R$ 500 milhões por ano, prorrogável por até 60 meses, segundo o edital. Isso totalizaria R$ 2,5 bilhões, sem calcular eventuais reajustes.

A informação de que a Multi Solution estaria entre as vencedoras foi registrada pelo jornal em cartório na própria quinta-feira (20) e publicada em anúncio cifrado na seção de classificados do caderno Sobre Tudo da Folha deste domingo (23).

O informe trazia o nome da empresa e o número da concorrência que ela venceria nesta segunda. Segundo a informação obtida pelo jornal, houve direcionamento dentro da estatal para garantir que a Multi Solution estivesse entre as contratadas pelo Banco do Brasil.

Procurado, o Banco do Brasil afirmou "que o processo de licitação para escolha das novas agências de publicidade obedeceu rigorosamente a legislação, e a definição das vencedoras foi norteada por critérios técnicos".

Já a Multi Solution negou qualquer favorecimento.

Outras duas agências de publicidade foram selecionadas na licitação, que foi pública e realizada na manhã desta segunda, em Brasília: a Nova/sb e a Z+. A primeira tem tradição em negócios do setor público e a segunda integra um grupo francês.

Houve disputa acirrada entre ao menos quatro agências pela segunda e a terceira colocações —uma firma estava no páreo e foi desqualificada após recontagem. A Multi Solution, porém, foi a única entre as qualificadas que não teve a liderança na disputa ameaçada.

A agência alcançou 91,58 pontos, de um total de 100. Este tipo de licitação, chamada de "melhor técnica", ocorre em fases e já na segunda etapa, a Folha apurou, a Multi Solution tinha margem segura para garantir que estaria entre as contratadas.

A firma ficou cerca de seis pontos à frente das demais classificadas. A distância entre as outras duas agências que venceram o certame foi de pouco mais de um ponto: 84,25 (Nova/sb) e 85,26 (Z+).

Essa modalidade de licitação exige das concorrentes o preenchimento de uma série de requisitos para que sejam habilitadas a participar da concorrência. Neste caso, além de propor o menor preço, as empresas enviaram ao BB planos de comunicação e capacidade de atendimento.

Essas informações são avaliadas por uma subcomissão, composta por seis membros: dois sem vínculo com o BB (um do Ministério das Comunicações e outro da Petrobras) e quatro funcionários da instituição financeira.

Pelo edital publicado em janeiro, as agências apresentariam as propostas em envelopes não identificados, para que a subcomissão de licitação desse notas sem conhecer a autora da proposta que estava avaliando.

No caso da disputa pela conta de publicidade do Banco do Brasil, 14 empresas foram habilitadas a participar da concorrência. Entre elas estavam algumas das principais agências do ramo no Brasil, como a Agnelo Pacheco e a Lew Lara, que fazia a publicidade da estatal até este ano.

A Multi Solution, presidida por Pedro Queirolo, nunca havia vencido licitação em órgãos públicos. Por e-mail, Queirolo afirmou à Folha que a vitória na licitação do BB "veio para coroar os 20 anos de trabalho da agência, que é reconhecida por grandes cases no setor privado".

A empresa ganhou visibilidade no mercado ao abocanhar, anos atrás, a conta das marcas Itaipava e TNT. A Itaipava é citada na Lava Jato como uma das firmas usadas pela Odebrecht para distribuir propinas —o que ela nega.

Veículos especializados no setor de publicidade noticiaram que, em 2012, a agência perdeu esse negócio, o que levou à queda de metade do seu faturamento.

Procurado pela reportagem, o Banco do Brasil defendeu o processo de licitação e disse que a "escolha das novas agências de publicidade obedeceu rigorosamente a legislação e a definição das vencedoras foi norteada por critérios técnicos".

A assessoria de imprensa da instituição disse ainda que, "na próxima quarta-feira (26), o Banco do Brasil, de forma transparente, irá publicar todas as propostas técnicas que foram apresentadas na licitação, junto com as respectivas notas atribuídas pela comissão responsável pela avaliação, o que possibilitará a verificação de todo o processo por qualquer interessado".

O Banco do Brasil negou também que tenha havido embate entre as agências que participaram da disputa, embora concorrentes tenham pedido, e conseguido, uma recontagem dos votos, que alterou a classificação das empresas que disputavam o segundo e o terceiro lugar.

"A audiência cumpriu com normalidade todos os procedimentos previstos em edital para apuração das empresas vencedoras da licitação, incluindo a abertura em sequência dos dois envelopes com as propostas técnicas que compõem a nota final de cada participante", informou a instituição.

Por e-mail, Pedro Queirolo, presidente da Multi Solution, disse que esta foi a primeira licitação pública que venceu, mas que sua agência já participou de outras concorrências, como Petrobras, Secretaria de Comunicação da Presidência da República e Sebrae.

"O Banco do Brasil veio para coroar os 20 anos de trabalho da agência, que é reconhecida por construir grandes cases no setor privado", afirmou Queirolo.

Questionado pela reportagem se sua empresa havia obtido algum tipo de favorecimento, disse que "de forma alguma". "Acreditamos que o novo momento que nosso país enfrenta é uma oportunidade para desenvolver um trabalho sério e competente também no setor público."

"Em uma licitação, é preciso que todos os concorrentes estejam em perfeita igualdade de condições, ou seja, tenham apresentado propostas de qualidade e preço tão semelhantes que o resultado pode ser aleatório", segundo Sergei Popov, professor de probabilidade na Unicamp.

Para que a probabilidade seja válida, a licitação precisaria ser "por sorteio, sem entrar no mérito". Geralmente não é o caso: além de toda licitação avaliar os méritos, algumas empresas podem ter estruturas mais eficientes, que permitam preços mais baixos sem perda de qualidade, favorecendo-as numa licitação honesta.

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Re: Bancos • Tópico para falar dos principais bancos brasileiros
MensagemEnviado: 29 Abr 2017, 11:23 
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ÉPOCA

Na madrugada da sexta-feira dia 21, um estrondo aterrorizou os moradores do entorno da Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, uma das áreas mais valorizadas do Rio de Janeiro.

Numa ação que durou menos de dez minutos, ladrões explodiram caixas eletrônicos de uma agência bancária e fugiram levando uma mochila.

Nos últimos dez dias houve na região metropolitana do Rio de Janeiro outros cinco ataques similares, acarretando um problema a mais para uma cidade que já enfrenta uma crise grave no setor de segurança.

Na véspera do ataque em Ipanema, foram presas 20 pessoas acusadas de integrar uma quadrilha especializada em estourar caixas eletrônicos, com ramificações no Rio de Janeiro e em São Paulo.

As detenções resultam de uma investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público fluminense, iniciada há nove meses, após uma série de crimes do gênero ocorrer na região sul-fluminense.

À frente do trabalho, o promotor Fabiano Gonçalves acredita que tenham como protagonista uma mesma quadrilha e aponta uma facção paulista - o Primeiro Comando da Capital (PCC) - como a exportadora desse modo de atuar. “Impressiona que esse conhecimento sobre explosivos se dissemine tão rapidamente”, afirma Fabiano Gonçalves.

Há diversos procedimentos em comum entre os cinco ataques do ano passado em cidades fluminenses, que renderam aos bandidos R$ 2 milhões, e as investidas mais recentes.

Um bando de dez a 15 pessoas armadas com fuzis age sempre de madrugada e espalha no asfalto artefatos metálicos pontiagudos para dificultar a perseguição.

Não se pode afirmar que a maior facção criminosa do país esteja por trás dessas ações, que se espraiam pelo país por seu alto grau de sucesso e retorno.

O crime tem também seus modismos, só suprimidos quando os agentes de segurança aprendem a melhor forma de combatê-­los. “Não tenho dúvidas de que o PCC possui mais conhecimento no assunto, porém o mais provável é que bandidos do Rio tenham desenvolvido sua própria forma de atuar”, aposta o analista criminal Guaracy Mingardi.

Tramita no Senado um Projeto de Lei que aumenta para dez anos a pena máxima para quem comete esse delito.

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Re: Bancos • Tópico para falar dos principais bancos brasileiros
MensagemEnviado: 29 Abr 2017, 17:51 
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Esse tipo de assalto tá cada vez mais comum no interior do Rio Grande do Sul. Só esse ano foram dez casos.

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Re: Bancos • Tópico para falar dos principais bancos brasileiros
MensagemEnviado: 19 Jun 2017, 17:10 
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http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,bancos-cortam-cartoes-de-credito-de-clientes-com-renda-mais-baixa,70001846416

Os bancos estão cortando os cartões de crédito dos clientes que julgam ser de maior risco, especialmente os das classes mais baixas.

Só os dois maiores do País – Banco do Brasil e Itaú Unibanco – retiraram de circulação 1,2 milhão de cartões nos primeiros quatro meses deste ano, segundo dados informados pelas próprias instituições.

Na comparação com os quatro primeiros meses de 2016, a queda foi ainda maior. A base de cartões do Banco do Brasil caiu de 22,2 milhões para 17,2 milhões e a do Itaú recuou de 32,1 milhões para 28,9 milhões.

Bradesco e Santander não abrem os números sobre a emissão e retirada dos cartões, mas executivos dizem que as instituições passaram a excluir clientes mais arriscados para diminuir os juros e as taxas do crédito parcelado, a nova modalidade que o governo impôs no lugar do crédito rotativo.

Símbolo da ascensão da classe C ao mundo do consumo, o uso de cartão de crédito dá sinais de exaustão diante da recessão e da cautela dos operadores com o calote que chegou aos 40% no crédito rotativo. “A gente vem observando redução da base total de cartões porque há uma maior seletividade por perfil de risco. Nós temos abdicado dos clientes de maior volatilidade e focamos em clientes com menor risco. Além disso, temos visto muita gente saindo do mercado por inadimplência”, diz o diretor-executivo de cartões do Itaú Unibanco, Marcos Magalhães.

O mesmo fenômeno acontece em outras instituições financeiras, especialmente as que mais sofreram com a inadimplência. Banco do Brasil e Santander preferiram não se pronunciar oficialmente.

A Caixa é a única exceção porque ainda sofre para aumentar a adesão dos clientes aos cartões do banco. Teve alta ligeira de 200 mil cartões de crédito nos quatro primeiros meses deste ano e de 700 mil na comparação com o primeiro trimestre do ano passado. Mesmo assim, o banco estatal tem ainda uma carteira de apenas 7,2 milhões de cartões de crédito, a menor entre as grandes instituições.

No Bradesco, o número de clientes ativos não chegou a cair, mas cresceu o bloqueio de cartões por atraso no pagamento. “Esses clientes não conseguem fazer compras até que voltem a pagar. Se o atraso atingir 60 dias, a gente cancela o cartão”, diz o diretor de cartões do Bradesco, Cesario Narihito Nakamura. O problema de atraso no pagamento aconteceu inicialmente entre clientes de menor renda ou sem renda fixa.

Embora os clientes relatem que estão sendo feitos cancelamentos sem aviso prévio, os grandes bancos afirmam que só cancelam os cartões por razões previstas em contrato, como atraso no pagamento. Mesmo sem cancelar unilateralmente, algumas operadoras usam de outras estratégias para pressionar o cliente a desistir do cartão, como diminuir o limite ou aumentar a cobrança da taxa de anuidade.

O diretor-executivo da Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito (Abecs), Ricardo Vieira, reconhece que o cenário macroeconômico afeta o setor como outras áreas da economia. O executivo explica, porém, que a entidade não tem dados sobre o número de cartões em circulação e prefere observar indicadores como faturamento e volume de transações. “Esses indicadores vão na contramão e continuam crescendo, mas isso não indica que não poderia estar acontecendo essa redução do número de cartões”, disse, ao comentar que alguns bancos podem estar “realizando movimento de limpeza da base de clientes”.

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Re: Bancos • Tópico para falar dos principais bancos brasileiros
MensagemEnviado: 26 Jun 2017, 04:06 
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Re: Bancos • Tópico para falar dos principais bancos brasileiros
MensagemEnviado: 06 Jul 2017, 21:17 
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Boleto vencido poderá ser pago em qualquer banco
Além da facilidade, que começa a valer dia 10 de julho, o cálculo de juros e multa do boleto atrasado será feito automaticamente

Por Agência Brasil
5 jul 2017, 18h40 - Publicado em 5 jul 2017, 10h18

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Boleto: Federação Brasileira de Bancos tem feito a apresentação do novo sistema para empresas e jornalistas em várias cidades (Ana Fassone/Divulgação)

A partir deste mês, o novo sistema para pagamentos de boletos começa a funcionar. Com o sistema, o boleto, mesmo vencido, poderá ser pago em qualquer banco.

Além disso, o cálculo de juros e multa do boleto atrasado será feito automaticamente, o que reduzirá a necessidade de ir a um guichê de caixa e eliminará a possibilidade de erros no cálculo.

O diretor adjunto de Operações da Febraban, Walter Tadeu, diz que a nova plataforma vem sendo desenvolvida desde o ano passado, devido ao elevado número de fraudes em boletos. “A Nova Plataforma vai trazer mais segurança”, disse. Ele acrescentou que o sistema atual tem mais de 20 anos de existência.

Tadeu explicou que as informações de todos os boletos emitidos pelos bancos estarão nessa nova plataforma única, criada pela federação em parceria com a rede bancária.

Na hora de pagar o boleto, esses dados serão checados na plataforma. Se houver divergência de informações, o pagamento não será autorizado e o consumidor só poderá pagar o boleto no banco que emitiu a cobrança, uma vez que somente essa instituição terá condições de fazer as checagens necessárias.

A Febraban defende que a nova plataforma vai reduzir fraudes na emissão de boletos de condomínios, escolas e seguradoras, por exemplo.

A federação lembra que quadrilhas enviam boletos falsos às casas, que acabam sendo pagos como se fossem verdadeiros, gerando prejuízos. Há também casos de sites maliciosos que emitem “segundas vias” com informações fraudulentas, além de vírus instalados em computadores.

O diretor adjunto não soube dizer se os boletos emitidos com esse novo sistema custará mais caro para as empresas que contratam esse serviço dos bancos.

Ele disse que como se trata de uma polícia de cada banco, a Febraban não pode comentar sobre o assunto.

Cronograma

A implantação da nova plataforma seguirá um cronograma: a partir de 10 de julho, para boletos acima de R$ 50 mil; 11 de setembro, superior a R$ 2 mil; 13 de novembro, acima de R$ 200; e em 11 de dezembro, todos os boletos. Segundo o diretor adjunto, esse cronograma é necessário para evitar falhas no sistema.
EXAME / AGÊNCIA BRASIL


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