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Você é a favor da liberação das drogas?
Sim 15%  15%  [ 7 ]
Não 35%  35%  [ 16 ]
Depende da droga 26%  26%  [ 12 ]
Depende dos fins de utilização da droga 24%  24%  [ 11 ]
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Re: Você é a favor da liberação das drogas?
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MensagemEnviado: 14 Set 2016, 13:18 
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Desde que sejam para casos medicinais (bastante especiais), talvez seria uma boa.

Mas é como disseram lá no início do tópico em 2014, de qualquer forma ainda existirão dependentes, e isso só a pessoa quem consegue deter.

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Hoje é o dia do bom vizinho
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Re: Você é a favor da liberação das drogas?
MensagemEnviado: 14 Set 2016, 13:44 
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Re: Você é a favor da liberação das drogas?
MensagemEnviado: 19 Set 2016, 17:25 
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se a droga da minha vida tá liberada ent as outra tem q tar tbm

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Re: Você é a favor da liberação das drogas?
MensagemEnviado: 19 Set 2016, 18:06 
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Sou a favor da liberação para uso medicinais.

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Re: Você é a favor da liberação das drogas?
MensagemEnviado: 19 Set 2016, 18:09 
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Bruce Dubber escreveu:
se a droga da minha vida tá liberada ent as outra tem q tar tbm

Post Injeção de ânimo.


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Re: Você é a favor da liberação das drogas?
MensagemEnviado: 20 Set 2016, 09:56 
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Enzodel8 escreveu:
Desde que sejam para casos medicinais (bastante especiais), talvez seria uma boa.

Antonio Gabriel escreveu:
Sou a favor da liberação para uso medicinais.

Usam tantas drogas muito mais fortes e que causam mais dependência para fins medicinais que eu francamente não consigo entender porque a maconha causa alguma polêmica. Não faz o menor sentido.


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Re: Você é a favor da liberação das drogas?
MensagemEnviado: 20 Set 2016, 21:59 
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Pode até liberar, mas proibindo em lugares públicos.

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Ramyen Matusquela!!! #voltaquadrinhosdisney


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Re: Você é a favor da liberação das drogas?
MensagemEnviado: 17 Nov 2016, 20:59 
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Comissão externa sobre uso de drogas vai realizar audiências nos estados
17/11/2016 - 19h44

Da Reportagem
Edição – Pierre Triboli

Colegiado se reunirá na semana que vem para elaborar plano de trabalho

Lucio Bernardo Junior/Câmara
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Eliziane Gama: comissão vai focar trabalho em ações de saúde e educação

A comissão externa da Câmara dos Deputados que vai avaliar a situação do uso de drogas no Brasil pretende fazer audiências em pelo menos dez estados onde o problema tem sido motivo para o aumento da violência. Segundo a coordenadora da comissão, deputada Eliziane Gama (PPS-MA), o colegiado se reunirá na semana que vem para elaborar um plano de trabalho, com a previsão de começar as visitas por Ceará, Maranhão e Alagoas – apontados como os estados com maior número de consumidores de drogas.

Recentemente, a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que o percentual de adolescentes brasileiros entre 13 e 15 anos que já usaram drogas ilícitas aumentou de 7,3% em 2012 para 9% em 2015. Eliziane Gama disse que o grupo vai focar seu trabalho nos adolescentes dessa faixa etária, em ações de saúde e educação.

No âmbito da saúde, a deputada ressaltou que existem poucos espaços para acolher os usuários de drogas que querem se tratar. Ela citou que, no Maranhão, seriam apenas dois. Em relação à educação, Eliziane Gama explicou que o objetivo é colocar o tema das drogas nas escolas de maneira permanente: "Nós temos que ter um ponto fundamental. Por exemplo: qual é a ação que eu vou ter dentro das escolas? Qual o dinheiro que eu vou ter dentro do Ministério da Educação para essa ação continuada? Não uma ação pontual, de um mês só", declarou.

Eliziane Gama disse ainda que, provavelmente, o assunto da descriminalização do uso de drogas surgirá nos debates da comissão. Ela disse que, pessoalmente, é contrária à liberação, mas afirmou que o tema deve ser enfrentado.

O requerimento de criação da comissão externa foi aprovado no último dia 10 de novembro pelo Plenário da Câmara.
AGÊNCIA CÂMARA NOTÍCIAS


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Re: Você é a favor da liberação das drogas?
MensagemEnviado: 17 Dez 2016, 20:45 
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Militantes e trabalhadores se mobilizam para manter ações na Cracolândia
O prefeito, João Dória, pretende encerrar o programa De Braços Abertos, que promove abordagem focada em redução de danos

Por: Agência Brasil em 17/12/16 às 11H41, atualizado em 17/12/16 às 11H44

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Prefeito de São Paulo, João Doria
Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil (03/10/2016)

Coletivos e trabalhadores de saúde e assistência social que atuam na região da Cracolândia estão mobilizados para acompanhar as mudanças que serão feitas nas ações desenvolvidas na região da Luz, no centro da capital paulista. No último domingo (11), foi feito um protesto na Avenida Paulista e neste sábado (17) é realizado um festival artístico em frente à Estação Júlio Prestes, próximo ao ponto onde fica a maior concentração de usuários de drogas.

O prefeito eleito, João Dória, pretende encerrar o programa De Braços Abertos (DBA), que promove uma abordagem focada em redução de danos. A ação integra os usuários, de forma flexível, a frentes de trabalho, oferece alojamento em hotéis e remunera os participantes, por dia, pelos serviços prestados.

“A nossa mobilização pretende trazer a discussão para a sociedade civil, de forma que não só os militantes, usuários e trabalhadores estejam envolvidos com essa temática. Por isso, a ideia de fazer um festival pedindo pela continuidade do programa, considerando o que ele significa em avanços no campo dos direitos humanos”, disse a psicóloga Laura Shdaior, que atua na tenda que presta atendimento em saúde aos usuários de drogas na região.

Violência policial

Uma das maiores preocupações dos grupos é de que haja o recrudescimento da violência da Polícia Militar e da Guarda Civil Metropolitana contra os usuários. A antropóloga Roberta Marcondes - que faz parte dos coletivos Desentorpecendo a Razão, Antiproibicionista e Sem Ternos, que reúne trabalhadores da Cracolândia - diz temer que a nova administração municipal aja com violência, traumatizando ainda mais essas pessoas.

A equipe do prefeito ainda não definiu como será exatamente o atendimento aos usuários de drogas na região. Porém, a assessoria de Dória informou à Agência Brasil que será elaborado um programa “mais eficaz”, baseado no trabalho feito pelo governo estadual. O Programa Recomeço, que também funciona na Cracolândia, busca dependentes nas ruas a fim de levá-los para tratamento, com afastamento e abstinência, e reabilitá-los para o trabalho. Em casos extremos, são usadas internações involuntárias e compulsórias.

Redução de danos

O programa De Braços Abertos atua de modo a melhorar as condições de vida dos usuários, reduzindo os prejuízos causados às pessoas, permitindo, por exemplo, o acesso aos serviços de saúde, sem necessariamente abandonar o consumo de drogas. Segundo a prefeitura, 88% os beneficiados pela iniciativa reduziram o consumo de crack. Em comparação com a média registrada em janeiro de 2014, de uso de 42 pedras de crack por semana, as pessoas atendidas pelo programa passaram a usar em média 17 pedras a cada sete dias.

“Os países da Europa já estão usando a redução de danos há muito mais tempo, não porque eles são de esquerda ou avançados, mas porque pragmaticamente a redução de danos é muito mais eficiente”, disse Roberta. Para ela, a ação da prefeitura ainda tem muitos pontos a serem aprimorados, mas vai na direção correta. “O De Braços Abertos não é a coisa mais maravilhosa do mundo, mas acho que ele traz avanços na reflexão sobre o cuidado”, acrescenta.

Ao melhorar as condições de vida dos dependentes, o programa ataca, segundo Roberta, as causas do vício. “É óbvio que quando as pessoas têm uma casa para dormir, elas vão usar menos [crack]. Elas não vão precisar ficar cinco dias acordadas porque não podem pagar um hotel”, afirma a antropóloga, que desenvolve atualmente uma pesquisa de mestrado na Cracolândia.

A remuneração paga diretamente aos beneficiados do DBA é um dos pontos que a nova gestão pretende acabar. A equipe de Dória quer fazer, entretanto, uma transição gradual para a nova iniciativa que será elaborada. A previsão é de que o processo seja concluído até o fim de 2017.

Atualmente, o DBA atende a 467 pessoas. De acordo com a prefeitura, desse total, 84,66% estão em tratamento de saúde e 72,75% estão trabalhando. Os dados fornecidos pela administração municipal mostram ainda que 52,52% dos beneficiários retomaram o contato com a família e 84,17%, que estavam sem nenhum tipo de documentação agora estão devidamente identificados.
FOLHAPE / AGÊNCIA BRASIL


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Re: Você é a favor da liberação das drogas?
MensagemEnviado: 31 Jan 2017, 21:05 
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O polêmico canal do YouTube em que apresentadores usam drogas para informar sobre efeitos e danos
Rafael Barifouse
Da BBC Brasil em Londres
26 janeiro 2017

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REPRODUÇÃO
Criador do Drugslab diz que a meta do canal é informar e reduzir danos gerados pelas drogas

Um novo canal do YouTube em que os apresentadores experimentam drogas "em nome da ciência" para informar jovens sobre seus efeitos - positivos e negativos - está fazendo sucesso.

Há cinco meses no ar, o Drugslab, criado pela emissora pública holandesa BNN especialmente para a internet, já tem mais de 298 mil assinantes e 8,6 milhões de visualizações com os 18 episódios exibidos até agora - um novo vai ao ar toda sexta-feira.

Cada episódio é dedicado a uma droga. Os apresentadores falam sobre sua história, como é feita, se tem aplicações medicinais, os efeitos e prejuízos causados por ela e como consumi-la com segurança.

"Não havia na internet um programa que desse essas informações de forma precisa para os jovens. Não há um jeito melhor de fazer isso do que usá-las em frente à câmera", diz Jelle Klumpenaar, criador e produtor do Drugslab, à BBC Brasil.

Em seu relatório mais recente sobre o tema, divulgado no ano passado, a Organização das Nações Unidas aponta que 250 milhões de pessoas - cerca de 5% da população mundial entre 15 e 64 anos - usaram drogas ao menos uma vez em 2014.

Ao mesmo tempo, 29 milhões de pessoas sofriam com problemas relacionados a drogas, o primeiro aumento registrado nos últimos seis anos - eram 27 milhões em 2013. O consumo abusivo levou 207 mil pessoas à morte no mundo naquele ano.

A ONU diz que, "de forma geral, o impacto do uso de drogas para a saúde continua a ser devastador".

Klumpenaar afirma que o Drugslab busca prestar um serviço e reduzir os danos gerados pelo uso dessas substâncias, em sintonia com uma mudança na forma como jovens consomem informação.

"Educar jovens sobre drogas é uma boa forma de evitar acidentes. E eles preferem pessoas reais contando histórias reais em vez de apresentadores lendo roteiros", diz o produtor.

"Há quem ache nosso conteúdo controverso, e respeitamos isso. Falar sobre o tema ainda é um grande tabu em muitos países. Queremos quebrar esse tabu."

Efeitos e perigos

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REPRODUÇÃO
No ar há quatro meses, canal já tem quase 300 mil assinantes

À frente do canal estão o cantor Rens Polman, de 25 anos, o estudante universitário Bastiaan Rosman, de 23, e a atriz Nellie Benner, de 30.

No episódio de estreia, cabe à Rens testar ecstasy, uma pílula muito popular em festas de música eletrônica cujo princípio ativo é conhecido como MDMA.

Logo no início, o rapaz se vira para a câmera e destaca a importância de testar o comprimido para saber sua composição - um serviço oferecido desde 1992 por laboratórios autorizados pelo Ministério da Saúde holandês.

"Sempre faça o teste, porque às vezes as pílulas parecem iguais (às de ecstasy), mas são imitações", diz Rens antes de engolir um comprimido rosa.

Depois de alguma espera, ele começa a relatar as sensações geradas pela droga - ele sente calor, sua boca resseca, suas mãos ficam frias e suadas, sua sensibilidade se aguça.

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REPRODUÇÃO
Programa traz alertas sobre os principais problemas associados a cada droga

Sóbria ao seu lado, Nellie questiona Rens sobre o que ele sente enquanto monitora seus batimentos cardíacos e temperatura e faz uma série de testes para avaliar como as habilidades cognitivas, motoras e o comportamento do colega são afetados.

Na tela, surgem alertas como: "Os acidentes mais comuns envolvendo o uso de ecstasy são superaquecimento (do corpo) e intoxicação por água".

Cada programa, de dez minutos, é acompanhado por um clipe curto que resume o que é a droga testada e traz recomendações do que fazer e evitar ao consumi-la.

Entre alguns dos conselhos dados aos espectadores, estão: avisar amigos da dose usada; evitar beber álcool com drogas que afetam o sistema nervoso; e ter em mente que drogas feitas a partir de ingredientes naturais não são uma opção mais saudável do que as sintéticas.

Informação

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Direito de imagemREPRODUÇÃO
Em cada programa, quem testa a droga é submetido a uma série de atividades para contar sobre os seus efeitos

O criador do canal rejeita a ideia de que, ao mostrar jovens experimentando drogas, esteja de alguma forma incentivando outros jovens a fazer o mesmo ou glorificando seu uso.

"Adolescentes e jovens experimentam drogas, é normal. Se eles não obtêm essas informações com nosso programa, vão buscar por isso na internet", afirma Klupenaar.

"Não é nosso papel dizer que isso é errado. Mostramos os efeitos e oferecemos as informações para minimizar os possíveis perigos."

O produtor destaca ainda que os vídeos do canal só podem ser vistos por usuários do YouTube cadastrados como maiores de 18 anos.

"Checamos as regras do site com cuidado e mostramos a ideia para a equipe do YouTube na Holanda. Eles adoraram."

O YouTube respondeu a um pedido de entrevista da BBC Brasil dizendo que "não comenta casos específicos", mas que, se o Drugslab está no ar, é porque "está de acordo" com suas diretrizes.

O psiquiatra Dartiu Xavier, que coordena há 28 anos o Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) diz que o Drugaslab "é algo novo e importante".

"Um canal assim presta um serviço de utilidade pública. Diversos estudos mostram que a forma como combatemos o uso de drogas desde os anos 1970 não está funcionando", afirma Xavier. Ele explica que, desde os anos 1990, uma nova estratégia baseada na
redução de danos vem ganhando força.

"Há iniciativas bem sucedidas na Europa e outros países, como, por exemplo, oferecer teste da composição de drogas em boates. A pessoa vai usar de qualquer maneira. É mais seguro que saiba o que está usando. Mas, no Brasil, ainda existe muita resistência a
essa abordagem, e vários técnicos da área acreditam que isso incentiva o consumo."

Mesmo na Holanda, o Drugslab não é aprovado por todos. Ferry Goossens, que lidera o programa para álcool e drogas do Trimbos Instituut, referência no país para tratamento e prevenção de doenças mentais e vícios, avalia que o canal "não é uma boa ideia".
Ele argumenta que, ao usar uma abordagem como a redução de danos, a mensagem deve ser dirigida a quem já usa drogas.

"O Drugslab pode ser visto por qualquer um e mostra como usá-las (as substâncias). A maioria das pessoas - e dos jovens - não usa drogas. E quem não consome pode ficar interessado em testar ou quem usa um tipo pode querer experimentar outros", diz
Goossens.

"A maioria das pessoas não tem problemas ao usar drogas, mas há muitas que têm e vão parar no hospital depois de uma única dose. O efeito é imprevisível, e fazer isso uma única vez pode ser perigoso ou até mesmo fatal."

Testes

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REPRODUÇÃO
Abordagem do programa não é um consenso entre especialistas

Desde a estreia, em setembro, os apresentadores do Drugslab já experimentaram algumas das drogas mais comuns, como cocaína, LSD, cogumelos e bolo com maconha, outras menos conhecidas - o composto sintético 2C-B e ecstasy feito com ervas, por exemplo - e algumas que muitos não considerariam uma droga, como cafeína concentrada, álcool e óxido nítrico (o gás hilariante).

A ideia é que os espectadores sugiram quais devem ser testadas. O canal, no entanto, ainda não se aventurou a atender a pedidos por drogas como heroína, a que mais mata no mundo, segundo a ONU.

Qual foi a mais difícil de testar até agora? "Álcool", diz Klumpenaar. "Bastiaan ficou tão tonto que foi difícil para ele responder às perguntas de Rens."

Por sua vez, Rens diz ter ficado surpreso com o ecstasy de ervas. "Nunca pensei que funcionaria, mas senti coisas que nunca experimentei com esctasy comum. Por isso, não acredito que seja feito só com ervas. Mas aí é que está: você nunca sabe exatamente o que tem em uma droga."

Ele conta que, ao ser convidado para apresentar o programa, não sabia a princípio se aceitaria, porque as pessoas não só saberiam que ele estava usando drogas, mas o veriam fazendo isso.

"No fim das contas, aceitei porque achei bom poder falar desse tema e educar as pessoas. Muitas nos agradecem por isso."

Segurança

A Holanda permite há quatro décadas o consumo, em cafés especializados, de maconha e outras substâncias consideradas "leves" em sua política nacional de drogas, como trufas e cogumelos alucinógenos. As classificadas como "pesadas", como cocaína ou morfina, são proibidas.

Questionada sobre a origem de drogas ilegais testadas no programa, a produção do canal diz que "prefere não revelar suas fontes".

Segundo o Centro Europeu de Monitoramento para Drogas e Vício, a taxa de mortes relacionadas a drogas entre pessoas com 15 a 64 anos na Holanda foi de 10,8 por 1 milhão em 2014, quase 50% abaixo da média europeia, de 19,2 por 1 milhão.

"Apesar de haver alguma variação anual, esse índice se mantém relativamente baixo, o que pode ser explicado pelo número reduzido de usuários de alto risco que são marginalizados socialmente, a ampla disponibilidade de medidas de tratamento e prevenção e o baixo uso de drogas injetáveis", diz o centro em seu site.

Klumpenaar explica que fazer um programa sobre drogas não é algo novo para a rede holandesa, que integra uma associação de emissoras públicas do país regulada por uma fundação financiada por meio de impostos.

A BNN já produz o Spuiten en Slikken (Injete e Engula, em holandês), que trata das histórias por trás de uma droga e seus usuários.

O Drugslab, por sua vez, se concentra nos efeitos de curto prazo de uma droga. No entanto, ressalta o produtor, o canal não é feito com recursos repassados pelo governo.

Klumpenaar diz que um dos principais desafios da produção é garantir a segurança dos apresentadores, já que a reação de uma pessoa a uma droga "é imprevisível" e "há sempre riscos envolvidos". Por isso, um médico acompanha as filmagens.

O produtor conta que ele e sua equipe esperavam receber reações negativas por se tratar de um tema polêmico, mas afirma que isso não se concretizou. "As mensagens que recebemos são muito positivas. Não poderíamos ter desejado um começo melhor", diz.

"Mas é bom ter cuidado, porque é cedo para falar. Nossos vídeos não foram vistos nem por 1% do público do YouTube... ainda."
BBC BRASIL


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Re: Você é a favor da liberação das drogas?
MensagemEnviado: 31 Jan 2017, 22:20 
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nao precisa se drogar pra ver coisas nessa imagem

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El Chavo Arachán escreveu:
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Re: Você é a favor da liberação das drogas?
MensagemEnviado: 31 Jan 2017, 22:54 
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Este vídeo mostra o efeito que a maconha causa nas pessoas

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Re: Você é a favor da liberação das drogas?
MensagemEnviado: 16 Mar 2017, 21:25 
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Re: Você é a favor da liberação das drogas?
MensagemEnviado: 17 Mar 2017, 02:59 
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Victor235 escreveu:
O polêmico canal do YouTube em que apresentadores usam drogas para informar sobre efeitos e danos


Seria bacana se eles abrissem um canal pra suicidas e testassem, na prática, os vários métodos até encontrar o melhor balanço entre "menos dor vs mais garantido". Tipo, informar qual o melhor andar pra pular: no 5° só aleijou pra sempre, mas no 25° fez muita bagunça então manda um terceiro apresentador pular do 15° e ver se atingimos o agradável equilíbrio de garantir a morte, mas sem dar muito trabalho pra quem for limpar.

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Editado pela última vez por Antonio Felipe em 17 Mar 2017, 23:58, em um total de 1 vez.
Por favor, diminua o post original ou coloque spoiler quando quotar um post gigante


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Re: Você é a favor da liberação das drogas?
MensagemEnviado: 17 Mar 2017, 08:39 
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Chokito Cabuloso escreveu:
Victor235 escreveu:
O polêmico canal do YouTube em que apresentadores usam drogas para informar sobre efeitos e danos
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26 janeiro 2017

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Criador do Drugslab diz que a meta do canal é informar e reduzir danos gerados pelas drogas

Um novo canal do YouTube em que os apresentadores experimentam drogas "em nome da ciência" para informar jovens sobre seus efeitos - positivos e negativos - está fazendo sucesso.

Há cinco meses no ar, o Drugslab, criado pela emissora pública holandesa BNN especialmente para a internet, já tem mais de 298 mil assinantes e 8,6 milhões de visualizações com os 18 episódios exibidos até agora - um novo vai ao ar toda sexta-feira.

Cada episódio é dedicado a uma droga. Os apresentadores falam sobre sua história, como é feita, se tem aplicações medicinais, os efeitos e prejuízos causados por ela e como consumi-la com segurança.

"Não havia na internet um programa que desse essas informações de forma precisa para os jovens. Não há um jeito melhor de fazer isso do que usá-las em frente à câmera", diz Jelle Klumpenaar, criador e produtor do Drugslab, à BBC Brasil.

Em seu relatório mais recente sobre o tema, divulgado no ano passado, a Organização das Nações Unidas aponta que 250 milhões de pessoas - cerca de 5% da população mundial entre 15 e 64 anos - usaram drogas ao menos uma vez em 2014.

Ao mesmo tempo, 29 milhões de pessoas sofriam com problemas relacionados a drogas, o primeiro aumento registrado nos últimos seis anos - eram 27 milhões em 2013. O consumo abusivo levou 207 mil pessoas à morte no mundo naquele ano.

A ONU diz que, "de forma geral, o impacto do uso de drogas para a saúde continua a ser devastador".

Klumpenaar afirma que o Drugslab busca prestar um serviço e reduzir os danos gerados pelo uso dessas substâncias, em sintonia com uma mudança na forma como jovens consomem informação.

"Educar jovens sobre drogas é uma boa forma de evitar acidentes. E eles preferem pessoas reais contando histórias reais em vez de apresentadores lendo roteiros", diz o produtor.

"Há quem ache nosso conteúdo controverso, e respeitamos isso. Falar sobre o tema ainda é um grande tabu em muitos países. Queremos quebrar esse tabu."

Efeitos e perigos

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No ar há quatro meses, canal já tem quase 300 mil assinantes

À frente do canal estão o cantor Rens Polman, de 25 anos, o estudante universitário Bastiaan Rosman, de 23, e a atriz Nellie Benner, de 30.

No episódio de estreia, cabe à Rens testar ecstasy, uma pílula muito popular em festas de música eletrônica cujo princípio ativo é conhecido como MDMA.

Logo no início, o rapaz se vira para a câmera e destaca a importância de testar o comprimido para saber sua composição - um serviço oferecido desde 1992 por laboratórios autorizados pelo Ministério da Saúde holandês.

"Sempre faça o teste, porque às vezes as pílulas parecem iguais (às de ecstasy), mas são imitações", diz Rens antes de engolir um comprimido rosa.

Depois de alguma espera, ele começa a relatar as sensações geradas pela droga - ele sente calor, sua boca resseca, suas mãos ficam frias e suadas, sua sensibilidade se aguça.

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Sóbria ao seu lado, Nellie questiona Rens sobre o que ele sente enquanto monitora seus batimentos cardíacos e temperatura e faz uma série de testes para avaliar como as habilidades cognitivas, motoras e o comportamento do colega são afetados.

Na tela, surgem alertas como: "Os acidentes mais comuns envolvendo o uso de ecstasy são superaquecimento (do corpo) e intoxicação por água".

Cada programa, de dez minutos, é acompanhado por um clipe curto que resume o que é a droga testada e traz recomendações do que fazer e evitar ao consumi-la.

Entre alguns dos conselhos dados aos espectadores, estão: avisar amigos da dose usada; evitar beber álcool com drogas que afetam o sistema nervoso; e ter em mente que drogas feitas a partir de ingredientes naturais não são uma opção mais saudável do que as sintéticas.

Informação

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Em cada programa, quem testa a droga é submetido a uma série de atividades para contar sobre os seus efeitos

O criador do canal rejeita a ideia de que, ao mostrar jovens experimentando drogas, esteja de alguma forma incentivando outros jovens a fazer o mesmo ou glorificando seu uso.

"Adolescentes e jovens experimentam drogas, é normal. Se eles não obtêm essas informações com nosso programa, vão buscar por isso na internet", afirma Klupenaar.

"Não é nosso papel dizer que isso é errado. Mostramos os efeitos e oferecemos as informações para minimizar os possíveis perigos."

O produtor destaca ainda que os vídeos do canal só podem ser vistos por usuários do YouTube cadastrados como maiores de 18 anos.

"Checamos as regras do site com cuidado e mostramos a ideia para a equipe do YouTube na Holanda. Eles adoraram."

O YouTube respondeu a um pedido de entrevista da BBC Brasil dizendo que "não comenta casos específicos", mas que, se o Drugslab está no ar, é porque "está de acordo" com suas diretrizes.

O psiquiatra Dartiu Xavier, que coordena há 28 anos o Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) diz que o Drugaslab "é algo novo e importante".

"Um canal assim presta um serviço de utilidade pública. Diversos estudos mostram que a forma como combatemos o uso de drogas desde os anos 1970 não está funcionando", afirma Xavier. Ele explica que, desde os anos 1990, uma nova estratégia baseada na
redução de danos vem ganhando força.

"Há iniciativas bem sucedidas na Europa e outros países, como, por exemplo, oferecer teste da composição de drogas em boates. A pessoa vai usar de qualquer maneira. É mais seguro que saiba o que está usando. Mas, no Brasil, ainda existe muita resistência a
essa abordagem, e vários técnicos da área acreditam que isso incentiva o consumo."

Mesmo na Holanda, o Drugslab não é aprovado por todos. Ferry Goossens, que lidera o programa para álcool e drogas do Trimbos Instituut, referência no país para tratamento e prevenção de doenças mentais e vícios, avalia que o canal "não é uma boa ideia".
Ele argumenta que, ao usar uma abordagem como a redução de danos, a mensagem deve ser dirigida a quem já usa drogas.

"O Drugslab pode ser visto por qualquer um e mostra como usá-las (as substâncias). A maioria das pessoas - e dos jovens - não usa drogas. E quem não consome pode ficar interessado em testar ou quem usa um tipo pode querer experimentar outros", diz
Goossens.

"A maioria das pessoas não tem problemas ao usar drogas, mas há muitas que têm e vão parar no hospital depois de uma única dose. O efeito é imprevisível, e fazer isso uma única vez pode ser perigoso ou até mesmo fatal."

Testes

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Abordagem do programa não é um consenso entre especialistas

Desde a estreia, em setembro, os apresentadores do Drugslab já experimentaram algumas das drogas mais comuns, como cocaína, LSD, cogumelos e bolo com maconha, outras menos conhecidas - o composto sintético 2C-B e ecstasy feito com ervas, por exemplo - e algumas que muitos não considerariam uma droga, como cafeína concentrada, álcool e óxido nítrico (o gás hilariante).

A ideia é que os espectadores sugiram quais devem ser testadas. O canal, no entanto, ainda não se aventurou a atender a pedidos por drogas como heroína, a que mais mata no mundo, segundo a ONU.

Qual foi a mais difícil de testar até agora? "Álcool", diz Klumpenaar. "Bastiaan ficou tão tonto que foi difícil para ele responder às perguntas de Rens."

Por sua vez, Rens diz ter ficado surpreso com o ecstasy de ervas. "Nunca pensei que funcionaria, mas senti coisas que nunca experimentei com esctasy comum. Por isso, não acredito que seja feito só com ervas. Mas aí é que está: você nunca sabe exatamente o que tem em uma droga."

Ele conta que, ao ser convidado para apresentar o programa, não sabia a princípio se aceitaria, porque as pessoas não só saberiam que ele estava usando drogas, mas o veriam fazendo isso.

"No fim das contas, aceitei porque achei bom poder falar desse tema e educar as pessoas. Muitas nos agradecem por isso."

Segurança

A Holanda permite há quatro décadas o consumo, em cafés especializados, de maconha e outras substâncias consideradas "leves" em sua política nacional de drogas, como trufas e cogumelos alucinógenos. As classificadas como "pesadas", como cocaína ou morfina, são proibidas.

Questionada sobre a origem de drogas ilegais testadas no programa, a produção do canal diz que "prefere não revelar suas fontes".

Segundo o Centro Europeu de Monitoramento para Drogas e Vício, a taxa de mortes relacionadas a drogas entre pessoas com 15 a 64 anos na Holanda foi de 10,8 por 1 milhão em 2014, quase 50% abaixo da média europeia, de 19,2 por 1 milhão.

"Apesar de haver alguma variação anual, esse índice se mantém relativamente baixo, o que pode ser explicado pelo número reduzido de usuários de alto risco que são marginalizados socialmente, a ampla disponibilidade de medidas de tratamento e prevenção e o baixo uso de drogas injetáveis", diz o centro em seu site.

Klumpenaar explica que fazer um programa sobre drogas não é algo novo para a rede holandesa, que integra uma associação de emissoras públicas do país regulada por uma fundação financiada por meio de impostos.

A BNN já produz o Spuiten en Slikken (Injete e Engula, em holandês), que trata das histórias por trás de uma droga e seus usuários.

O Drugslab, por sua vez, se concentra nos efeitos de curto prazo de uma droga. No entanto, ressalta o produtor, o canal não é feito com recursos repassados pelo governo.

Klumpenaar diz que um dos principais desafios da produção é garantir a segurança dos apresentadores, já que a reação de uma pessoa a uma droga "é imprevisível" e "há sempre riscos envolvidos". Por isso, um médico acompanha as filmagens.

O produtor conta que ele e sua equipe esperavam receber reações negativas por se tratar de um tema polêmico, mas afirma que isso não se concretizou. "As mensagens que recebemos são muito positivas. Não poderíamos ter desejado um começo melhor", diz.

"Mas é bom ter cuidado, porque é cedo para falar. Nossos vídeos não foram vistos nem por 1% do público do YouTube... ainda."
BBC BRASIL


Seria bacana se eles abrissem um canal pra suicidas e testassem, na prática, os vários métodos até encontrar o melhor balanço entre "menos dor vs mais garantido". Tipo, informar qual o melhor andar pra pular: no 5° só aleijou pra sempre, mas no 25° fez muita bagunça então manda um terceiro apresentador pular do 15° e ver se atingimos o agradável equilíbrio de garantir a morte, mas sem dar muito trabalho pra quem for limpar.

E qual a arma que faz menos estrago na cabeça, pra não ter que estragar o velório.

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"Não costumo ser um homem religioso, mas se tu estás lá em cima, me salva, SUPER HOMEM"


Editado pela última vez por Billy Drescher em 17 Mar 2017, 23:09, em um total de 1 vez.
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