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Re: Corrupção
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MensagemEnviado: 15 Mar 2017, 16:03 
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Re: Corrupção
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Barbano escreveu:
Sim, a mesma historinha de 2014. Qual a diferença de votar no ██████ para evitar que o Lula ganhe, e votar no Lula para evitar que o ██████ ganhe?

Anular é mais digno em ambos os casos. Mas também não acho errado votar em alguém que não presta para evitar um mal maior.


Esses quadradinhos aí é o "voto em branco"?

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“Não existe episódio semelhante! Existe preguiça de ver o episódio até o fim!”
- XAVIER, Evilásio


Cleberson Camargo escreveu:
Leandro Boutsen escreveu:
Mule of 6 deve ter tido um orgasmo vendo isso.


O Mesmo que tive quando peguei sua mae.


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Re: Corrupção
MensagemEnviado: 15 Mar 2017, 21:02 
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Na verdade, são retângulos :vamp:


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Re: Corrupção
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Re: Corrupção
MensagemEnviado: 15 Mar 2017, 21:13 
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Victor235 escreveu:
Na verdade, são retângulos :vamp:


Todo quadrado é um retângulo. Mas nem todo retângulo é um quadrado

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“Não existe episódio semelhante! Existe preguiça de ver o episódio até o fim!”
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Cleberson Camargo escreveu:
Leandro Boutsen escreveu:
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O Mesmo que tive quando peguei sua mae.


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Re: Corrupção
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Ganhou.

Sobre o nome oculto, tem seis caracteres. Aécio tem cinco.


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Re: Corrupção
MensagemEnviado: 15 Mar 2017, 23:36 
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Re: Corrupção
MensagemEnviado: 24 Mar 2017, 21:24 
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Propina era paga em parcelas de R$ 500 mil para caber em mochila, diz ex-Odebrecht
Responsável por setor de propina prestou depoimento no início do mês ao Tribunal Superior Eleitoral e relatou que repasse de recursos foram feitos até no 'cabaré'.

Por Lucas Salomão, G1, Brasília
24/03/2017 13h58 - Atualizado há 4 horas

O ex-diretor da Odebrecht Hilberto Mascarenhas relatou ao Tribunal Superior Eleitoral que uma das regras para o pagamento de propina a políticos e intermediários era que o pagamento máximo feito em dinheiro não poderia ultrapassar R$ 500 mil. Ele explicou que a regra se devia ao fato de que a quantia era o máximo que cabia em uma mochila.

No início de março, o executivo falou ao TSE como testemunha nas ações que tramitam no tribunal pedindo a cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer por suposto abuso de poder político e econômico na eleição presidencial de 2014.

Mascarenhas era o responsável pelo Departamento de Operações Estruturadas da Odebrecht, setor que ficou conhecido como departamento de propina.

Ao narrar como se dava o repasse de propina, o ex-executivo afirmou que, ao tomar conhecimento dos pagamentos a serem feitos, ele e sua equipe tinham que "criar uma alternativa" para disfarçar o montante.

"Se eu tenho um pagamento de R$ 2 milhões, isso é uma mala. Ninguém pode estar transitando na rua com uma mala com R$ 2 milhões. Então, existiam também regras como, por exemplo, o valor máximo a ser pago era de R$ 500 mil, que cabia dentro de uma mochila", afirmou o ex-dirigente da Odebrecht.

"Se você tinha R$ 2 milhões a receber, você ia receber quatro vezes 500 [mil]. E aí tinha que ser combinado alguma coisa. Mas nem sempre, ministro, com o interessado final. Às vezes, tinha muito preposto", explicou.

Durante o depoimento, Mascarenhas também relatou que os pagamentos em dinheiro eram feitos em "todos os lugares", desde hotéis a "cabaré".

"Em todos os lugares. Você não tem ideia dos mais lugares absurdos se encontra, no cabaré...", narrou.

Dinheiro para tempo de TV

Outro ex-executivo da empreiteira Odebrecht, Alexandrino Alencar, disse que o tesoureiro da campanha de Dilma Rousseff, Edinho Silva, atual prefeito de Araraquara, pediu dinheiro para comprar tempo de TV, no horário eleitoral, de cinco partidos, tudo por caixa dois. Ele afirmou que ficou responsavel pelo pagamento de três siglas: Pros, PCdoB e PRB.

Alexandrino foi questionado se ouviu que o valor para comprar o tempo dos partidos era de R$ 7 milhões. Ele respondeu que sim e que ouviu esse valor pessoalmente de Edinho Silva.

Alexandrino afirmou ainda que os outros dois partidos que venderam o horário eleitoral foram o PDT e o PP.

Segundo o ex-executivo da Odebrecht a contribuição pelo caixa dois foi maior do que a oficial, considerando os valores dados aos partidos da base.

Edinho Silva afirmou que todas as doações da Odebrecht ocorreram de forma ética, dentro da lei e estão declaradas e aprovadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em nota, o PT afirmou que não comenta declarações, que deveriam estar sob sigilo de Justiça e foram obtidas por intermédio de vazamentos.

O PDT reiterou que não recebeu dinheiro de caixa dois e que o ônus da prova cabe ao acusador, que, segundo o partido, ainda não provou o que diz.

O PROS, o PRB e o PCdoB negam o recebimento de dinheiro de caixa dois e afirmam que todas as doações recebidas foram declaradas à Justiça Eleitoral.

Até a última atualização desta reportagem, o PP não havia sido localizado para comentar a denúncia.

'Barriga de aluguel'

O ex-diretor da Odebrecht Benedito Júnior - que fazia a ponte entre a empresa e políticos - afirmou ao TSE que a construtora, além de caixa dois, usava a contabilidade de outras empresas para fazer doações milionárias, prática que ele chamou de "barriga de aluguel".

"Então, eu reafirmo: o desenho que eu enxergava era de 200 milhões; 120 para todas as campanhas, incluindo as presidenciais, oficialmente doados pelas empresas, CNPJs da Odebrecht e eu enxergava 80 milhões: 40 milhões vindos da Itaipava, como "barriga de aluguel" nossa, e 40 (quarenta) milhões sendo usado de caixa 2", afirmou o ex-executivo ao TSE.

Ele também afirmou que houve desvios nas obras da usina de Belo Monte e pagamentos da empresa ao PMDB. Uma das pessoas que receberam, segundo Benedito, foi o senador Edison Lobão, que é investigado no Supremo na operação Lava Jato e foi ministro nos governos Lula e Dilma.

"Foi combinado através do doutor Edison Lobão e teve outro, um deputado ou um ex-deputado, que posteriormente ao doutor Edison Lobão foi quem recebeu em nome do PMDB - um deputado do Pará", afirmou Benedito no depoimento.

Ele disse ainda que o dinheiro pode ter ido para campanhas de 2014, mas não soube dizer para quais candidatos.

A distribuição, segundo ele, era meticulosa. Benedito disse que o dinheiro era distribuido para não criar assimetria, para não expor que a Odebrecht estava doando mais para um outro do que para outro candidato. Segundo ele, o planejamento durava semanas.

A defesa de Edison Lobão disse que os vazamentos têm que ser investigados e que não conhece o teor das delações.

O PMDB informou que desconhece o depoimento e que não autoriza ninguém a falar em nome do partido.
G1 POLÍTICA


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Re: Corrupção
MensagemEnviado: 24 Mar 2017, 21:29 
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Cabaré é puteiro? ''Inusitado'' pras meninas que trabalhavam lá serem expostas a este tipo de podridão.

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Re: Corrupção
MensagemEnviado: 26 Mar 2017, 18:20 
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Para travar investigações, equipe de Cabral criptografava mensagens
Doleiro Marcelo Chebar conta em delação como era feito esquema de segurança da quadrilha

HÁ 6 HORAS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO

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© Fernando Frazão/ Agência Brasil

O Ministério Público Federal (MPF) revelou que a equipe do ex-governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), criptografava mensagens trocadas entre os membros do grupo para dificultar as investigações da Polícia Federal (PF) no âmbito da Operação Lava Jato. Além disso, o grupo salvava e-mails no rascunho de uma conta que todos tinham acesso. Como as mensagens não eram enviadas, não eram captadas pelo servidor.

Segundo revelado pelo O Globo, o doleiro Marcelo Chebar contou em delação como era feito o esquema.

De acordo com o depoimento, Marcelo e o irmão dele, Renato, eram os responsáveis por ocultar o dinheiro de Cabral, do ex-secretário de Governo Wilson Carlos e do operador do esquema no exterior Carlos Miranda.

Quando Marcelo e Renato tinham que viajar para fora do país, Carlos Miranda criou uma conta de e-mail que todo o grupo pudesse acessar, com o endereço cazaalta@gmail.com. Por lá, eles trocavam arquivos usando a pasta rascunhos e conseguiam ver os pagamentos que deveriam ser realizados.

Para garantir a segurança do esquema, o grupo usava sempre um pendrive para baixar os arquivos, ao invés de salvá-los no HD. Os documentos eram sempre criptografados e um disco escondido era criado no pen drive pelo programa Steganos. Mais tarde, todos os dispositivos móveis eram destruídos.

Para falar com o doleiro Vinicius Claret, o Juca Bala, eles usavam o programa Pidgin, que também criptografava as mensagens, conforme relatado. Por segurança, Juca também mudava sempre de nome de usuário no MSN Messenger.

"Que a operacionalização do dólar cabo com Juca ocorria da seguinte forma: de posse dos reais enviados por Sérgio Cabral através de Carlos Miranda, entrava em contato com Juca pelo MSN, por meio do programa Pidgin, para fechar a taxa de câmbio; Que foi Juca que sugeriu a utilização do citado programa, em razão do mesmo ser criptografado; Que Juca também utilizava os nomes/apelidos Ana Holtz e Peter."

Vinicius Claret está preso no Uruguai e o MPF já solicitou que ele seja extraditado para o Brasil. Os irmãos Chebar e Juca Bala sãos réus em processos com Cabral.
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Re: Corrupção
MensagemEnviado: 27 Mar 2017, 20:00 
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Deltan Dallagnol prevê aumento de ataques à Operação Lava Jato
Na opinião do procurador, rumos da investigação também dependem do apoio da população

16:55 - 26/03/17
POR NOTÍCIAS AO MINUTO

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© DR

O coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, o procurador Deltan Dallagnol, acredita que as críticas à investigação aumentarão nos próximos anos. Com três anos completados recentemente, a apuração começou investigando esquemas comandados pelos doleiros Youssef, Nelma, Raul e Chater.

"Nesses três anos, foi quebrado um paradigma de impunidade dos círculos do poder. O uso de técnicas modernas de investigação, entre as quais a colaboração premiada, associadas à eficiência episódica do sistema de Justiça, permitiu o diagnóstico de um estado de corrupção gigantesca. O funcionamento das instituições renovou as esperanças, abrindo portas para reformas", afirmou Dallagnol, em entrevista ao jornal Correio Braziliense.

Ao ser questionado sobre as expectativas para os próximos três anos, da operação, o procurador foi pragmático: "certamente os ataques à Lava Jato se intensificarão no Congresso e em declarações públicas, mas o resultado é imprevisível porque tudo depende da continuidade ou não do apoio da população ao combate da impunidade", disse.

Dallagnol ressaltou o papel da população para a manutenção da investigação. "Dependemos da sociedade. Todos os ataques podem ser barrados por ela. Então o último e maior risco é que a sociedade se acomode, quer por achar que a Lava-Jato já chegou aonde deveria chegar, quer porque se anestesie depois de tantos escândalos e corrupções. As pessoas precisam respirar fundo, recuperar as energias e não perder a capacidade de se indignar, porque o enfrentamento da corrupção relacionado à Lava Jato não chegou ainda nem ao meio de sua história", argumentou.

O procurador também fez críticas ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, que sugeriu que as delações de ex-executivos da Odebrecht fossem anuladas porque trechos dos depoimentos vazaram para a imprensa.

"Com todo o respeito ao ministro, que tem um grande conhecimento jurídico, a proposta não tem nenhum fundamento. A ideia não é razoável porque permitiria que qualquer pessoa mal-intencionada, um corréu delatado, jogasse fatos na imprensa e com isso garantisse sua própria impunidade. A sugestão não tem amparo em nosso direito porque os depoimentos não são usados em processos com base em eventuais vazamentos, mas sim com base em sua coleta regular prévia, que é uma fonte independente que garante sua legitimidade. Por fim, anular provas, no atual cenário, seria jogar o jogo da impunidade daqueles mencionados em recentes depoimentos", argumentou.
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Re: Corrupção
MensagemEnviado: 17 Abr 2017, 14:37 
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Nem a “bancada ética” escapa da Lista de Fachin
O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) é um dos membros da bancada que está sendo investigado

Por Estadão Conteúdo
14 abr 2017, 11h21

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Maria do Rosário: a deputada vai responder por falsidade ideológica eleitoral (Elza Fiúza/Agência Brasil)

Integrantes da chamada “bancada ética”, formada por parlamentares com discurso permanente de combate à corrupção, acabaram por integrar a lista do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). É o caso, por exemplo, dos deputados Onyx Lorenzoni (DEM-RS) e Maria do Rosário (PT-RS) e do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES).

Forte opositor dos governos do PT, Onyx usava a tribuna da Câmara constantemente para criticar o partido, chamado por ele em algumas ocasiões de “organização criminosa”. Em um discurso no plenário da Câmara em 28 de março, o parlamentar enaltecia a Lava Jato, “que faz bem para o Brasil e faz mal para a bandidagem”.

No pronunciamento, Onyx declarou que as investigações jogavam “luz e transparência talvez sobre a maior delas (bandidagem), a mistura entre partido e governo” e disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva era um dos responsáveis “pela infestação de corruptos e incompetentes no governo federal”.

“O PT montou o seguinte tripé: corrupção, incompetência e mentiras. Esse é o tripé do capítulo mais triste da história política brasileira nos últimos 40 anos. E não resta nenhuma dúvida de que Lula é um psicopata”, disse na ocasião.

O deputado será investigado por falsidade ideológica eleitoral, e teria recebido R$ 175 mil para a campanha de 2006. Nas redes sociais, Onyx afirma que recebeu a citação com surpresa, indignação e revolta, e que tem “24 anos de vida pública limpa e ela vai continuar limpa”. Disse ainda que nunca esteve na Odebrecht e que, se mostrarem uma foto dele na sede da empresa, renuncia ao mandato.

Defensora

Membro da tropa de choque da presidente cassada Dilma Rousseff, a deputada Maria do Rosário (PT-RS) também defendeu a Lava Jato, na qual agora é uma das investigadas. Em pronunciamento no dia 4 de março de 2015, a petista pedia que as investigações não fossem contaminadas.

“Não se pode admitir, pelo bem do Brasil, o contágio da investigação nos destinos do País e o comprometimento das riquezas nacionais. Quem errou, quem praticou corrupção ou corrompeu que seja responsabilizado de acordo com a lei. Disso nenhum de nós, homens e mulheres honrados, que ocupam a responsabilidade pública, podemos arredar o pé”, afirmou na época.

Maria do Rosário vai responder por falsidade ideológica eleitoral, e teria recebido R$ 150 mil para a campanha de 2010. A deputada também se diz indignada pela citação do nome dela na lista de Fachin e que vai tornar disponível os sigilos fiscal, bancário e telefônico ao STF.

Crítico da ex-presidente Dilma Rousseff, o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) integrava o PMDB quando deixou a base do governo petista, em 2016, para se aliar aos tucanos na oposição. Na época do impeachment, subiu à tribuna do Senado para criticar a distribuição de cargos pelo governo petista para evitar o afastamento da presidente.

“De forma aberta, despudorada, a presidente e seus assessores mais diretos iniciaram ofensiva para assediar parlamentares, partidos políticos, oferecendo verbas e cargos públicos estratégicos (…) Não há dúvida de que estamos diante de mais um crime”, declarou.

Ferraço vai responder pelo mesmo crime que Maria do Rosário e Onyx Lorenzoni. Segundo as investigações, o tucano teria recebido R$ 400 mil para a campanha ao Senado em 2010. Em nota, disse estar “perplexo” com a citação, que não tem nem nunca teve qualquer relação com os executivos da Odebrecht.
EXAME / ESTADÃO CONTEÚDO


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Re: Corrupção
MensagemEnviado: 18 Mai 2017, 17:28 
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Zeze Perrella diz que 'nunca' recebeu 'um real sequer' da JBS
Segundo 'O Globo', dono da empresa entregou gravação na qual Aécio pediu R$ 2 milhões à JBS e, ao rastrear dinheiro, PF descobriu que recursos foram para empresa de Perrella.

Por Gustavo Garcia, G1, Brasília
17/05/2017 22h22 Atualizado há 17 horas

O senador Zeze Perrella (PMDB-MG) declarou na noite desta quarta-feira (17), em vídeo publicado no Facebook, que "nunca" recebeu "um real sequer" da empresa JBS.

Perrella divulgou o vídeo após o jornal "O Globo" publicar reportagem na qual informou que o dono da JBS, Joesley Batista, entregou ao Ministério Público gravação na qual o senador Aécio Neves (MG), [ex-]presidente nacional do PSDB, pediu ao empresário R$ 2 milhões (saiba mais abaixo o que disse Aécio).

A entrega do dinheiro a um primo de Aécio foi filmada pela Polícia Federal e, ao rastrear o caminho dos recursos, diz "O Globo", a PF descobriu que o montante foi depositado em uma empresa de Perrella.

"Eu quero dizer para os que me conhecem e para os que não me conhecem que eu nunca falei com o dono da Friboi. Não conheço ninguém ligado a esse grupo. Nunca recebi de maneira oficial ou extra-oficial um real sequer dessa referida empresa", declarou o senador.

"Estou absolutamente tranquilo. [...] Eu espero que todas as pessoas citadas tenham a oportunidade de esclarecer a sua participação. O sigilo das minhas empresas, dos meus filhos, estão absolutamente à disposição da Justiça. Ficará comprovado que não tenho nada a ver com essa história. Eu nunca estive em Lava Jato e nunca estarei", completou.

Aécio

Ainda sobre o episódio relatado na reportagem do jornal "O Globo", a assessoria de Aécio Neves divulgou nota na qual disse que o parlamentar está "absolutamente tranquilo" e aguarda ter acesso às informações para prestar novos esclarecimentos.

"O senador Aécio Neves está absolutamente tranquilo quanto à correção de todos os seus atos. No que se refere à relação com o senhor Joesley Batista, ela era estritamente pessoal, sem qualquer envolvimento com o setor público. O senador aguarda ter acesso ao conjunto das informações para prestar todos os esclarecimentos necessários."

Silêncio de Cunha

Ainda de acordo com o jornal "O Globo", Joesley Batista também entregou ao Ministério Público Federal gravação na qual ele e o presidente Michel Temer discutiram a compra do silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), com o objetivo de evitar uma eventual delação.

Na noite desta quarta, o Palácio do Planalto divulgou nota na qual afirmou que Temer se reuniu com Joesley Batista, mas "jamais" tentou evitar a delação de Cunha.

Ainda na nota, a Presidência acrescentou que o encontro com Joesley Batista ocorreu no começo de março, no Palácio do Jaburu, mas não houve no diálogo nem "nada que comprometesse a conduta do presidente da República".

Reação no Congresso

Diante da notícia do jornal "O Globo", os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), encerraram as sessões nas quais estavam sendo discutidos projetos em plenário.

Ao deixar a Câmara, Maia foi questionado sobre os motivos de ter encerrado a sessão e disse que não havia mais "clima". "Não tem mais clima para trabalhar", afirmou.

Maia disse ainda: "Tem que ver primeiro o que é". Na sequência, emendou: "Estamos tratando disso". Sobre se o caso é grave, concluiu: "Pode ser".

Antes de o deputado encerrar a sessão, houve tumulto no plenário, a oposição pediu o fim da votação da medida provisória e houve gritos de "Fora, Temer!".

A denúncia causou reação imediata entre os deputados da oposição, que pediram a renúncia do presidente da República e passaram a defender o impeachment. "O governo acabou", chegou a dizer o deputado José Guimarães (PT-CE), líder do governo na Câmara na gestão de Dilma Rousseff.

Ato contra Temer

Após o jornal "O Globo" publicar a reportagem sobre o áudio, manifestantes se reuniram em frente ao Palácio do Planalto na noite desta quarta para protestar contra o presidente Michel Temer.

Os gritos eram de "Fora, Temer" e "Diretas Já".
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Re: Corrupção
MensagemEnviado: 18 Mai 2017, 19:24 
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Todo esse alvoroço entre os deputados da oposição ocorreu após a bomba do Globo. Isso em questão de minutos. Ué, não eram eles que diziam que a imprensa mentia, que não pode condenar sem julgamento ou provas, tem que aguardar a defesa... Uma manchete foi o bastante para dizer "O governo acabou". Não que estivesse errado, mas a contradição é clara.


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Re: Corrupção
MensagemEnviado: 18 Mai 2017, 19:43 
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Nesta matéria, podemos ver a opinião de alguns parlamentares contra e a favor de Temer:

No Plenário, oposição pede a saída de Temer; deputado defende as reformas
Partidos argumentam que gravação mostra tentativa de obstrução da Justiça; líder diz que ministros do PSDB saem do governo se denúncias forem comprovadas

18/05/2017 - 18h08
Reportagem - Janary Júnior
Edição - Ralph Machado


Alex Ferreira / Câmara dos Deputados

O deputado Miro Teixeira, autor de proposta que prevê eleição direta no caso de vacância na Presidência da República

A oposição em peso ocupou a sessão de debates desta quinta-feira (18) à tarde, realizada no Plenário, para pedir a renúncia do presidente Michel Temer e eleições diretas imediatas para presidente da República. A linha defesa do presidente Michel Temer coube ao deputado Carlos Marun (PMDB-RS), que destacou a agenda de reformas econômicas do governo.

Os oposicionistas defenderam a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 227/16, que permite a eleição direta para presidente da República na hipótese de saída de Temer. O texto foi apresentado pelo deputado Miro Teixeira (Rede-RJ) e está na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. A oposição tentará aprovar a admissibilidade da proposta na reunião de terça-feira (23).

O argumento dos oposicionistas é que, hoje, o Congresso Nacional não tem credibilidade junto à população para eleger indiretamente o presidente da República, como determina a Constituição, caso Temer deixe o cargo. “Temos condição de votar a PEC rapidamente”, disse Paulo Teixeira (PT-SP).

Sem governabilidade

No Plenário, o autor da PEC disse que as acusações contra o presidente são graves e ele não possui mais condições de governar o País. “O melhor que ele faria, para o bem do Brasil, para o bem dele, da família dele, seria protestar pela própria inocência, mas renunciar ao mandato”, afirmou Miro Teixeira.

O mesmo disse o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP). “A situação ficou insustentável. É um processo [a renúncia] inevitável”, afirmou. O parlamentar declarou ainda que não estava “comemorando” as denúncias contra Temer. “Não se trata de uma questão pessoal. Se trata de uma questão institucional”, afirmou Chinaglia.

O terceiro secretário da Mesa Diretora da Câmara, deputado JHC (PSB-AL), também disse que, após as denúncias veiculadas pela mídia, Temer não tem mais como “conduzir a nação”. Já o deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) afirmou que o País “caiu em um precipício”. Para ele, caso as denúncias contra o presidente sejam confirmadas, Temer deve renunciar.

Apesar de pertencer a um partido da base aliada ao governo, o deputado Rocha (PSDB-AC) afirmou no Plenário que assinou um dos pedidos de impeachment. Rocha reconheceu que as denúncias são graves. “Acho que o povo merece explicações, merece saber o que de fato aconteceu.” O deputado está colhendo assinaturas para apresentar uma PEC estabelecendo eleições gerais no País, e não apenas para presidente da República, caso Temer deixe o cargo.

A deputada Professora Marcivania (PCdoB-AP) afirmou que, renunciando ou não, o governo Temer é marcado pelo retrocesso de direitos trabalhistas e sociais. “As reformas que foram propostas, todas elas, retiram direitos das pessoas mais pobres desse País.”

Lucio Bernardo Jr. / Câmara dos Deputados

O deputado Carlos Marun, que defendeu as reformas propostas pelo governo Temer

Defesa do governo

No discurso mais demorado do Plenário, Carlos Marun elogiou as ações do governo para retomar o crescimento econômico, principalmente a “modernização trabalhista e a reforma da Previdência”. O parlamentar presidiu a comissão especial que aprovou a reforma, no último dia 9.

“A simples coragem e disposição do governo de propor essas medidas fez com que no horizonte começasse a resplandecer uma luz de esperança. Todos os índices analisados começaram a mostrar a recuperação da economia”, disse Marun. O deputado fez referência a indicadores como queda da inflação e da taxa de juros, e retomada do nível de emprego, e lamentou que as denúncias possam paralisar as reformas.

Acredito que íamos e seguíamos pelo bom caminho e penso que o Brasil precisa ver concluído o corajoso mandato do presidente Michel Temer”, concluiu. Marun criticou ainda as revelações “a conta-gotas” das delações premiadas e disse que é necessário ouvir os áudios que teriam sido gravados antes de fazer qualquer juízo.

Falando sobre as votações da Câmara, o deputado Franklin (PP-MG) disse que o Congresso não pode usar a crise política para paralisar os trabalhos. “Nós não precisamos paralisar o País para investigar o presidente. A polícia faz isso, o Ministério Público faz isso.”

Vice-líder do PMDB, partido de Temer, Mauro Pereira (RS) também afirmou que o País não pode parar diante da crise. Ele pediu aos Judiciário que aja o mais rápido possível para estancar os efeitos da crise política sobre a economia. “Precisamos dar tranquilidade para o povo brasileiro, para que a economia não seja mais abalada.”
AGÊNCIA CÂMARA NOTÍCIAS


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